America net contrata diretora de Telecomunicações

A America Net, operadora de telecomunicações, anuncia a contratação da diretora de telecomunicações, Flávia Pollo Nassif, com o objetivo de estruturar e comandar o início das operações da companhia como operadora móvel.

Com licença pela Anatel, desde o final de 2016, para Operador Móvel Virtual (MVNO) no modelo autorizada, a America Net passará a atuar no próximo ano como uma operadora de celular. Pela vasta experiência no mercado, a nova diretora chega para atuar na parte de implementação da plataforma para lançar o novo serviço móvel e comandar a divisão de Telecom. Hoje, os serviços de Voz da operadora incluem: 0800, Número Nacional 400x, E1 Digital, Linhas Digitais, Número virtual e CSP 85.

Flávia possui cerca de 20 anos de experiência no mercado de Telecom, acumulando passagem pela Telefônica Vivo, GVT (Global Village Telecom) e Triad Systems. É graduada em Tecnologia da Informação pela PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e possui MBA em Gestão Empresarial em Telecomunicações pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

“Flávia Nassif chega à America Net com a missão de contribuir com o crescimento da nossa participação no mercado de telecomunicações e tecnologia. Seu grande foco em operadoras de Telecom, consultoria e integradora de TI, nos ajudará a atingirmos nossos objetivos na área mobile aqui no Brasil. 2018 será um grande ano para a America Net com nossa entrada no mercado de telefonia móvel, estamos muito confiantes”, comenta José Luiz Pelosini, vice-presidente da America Net.

Fundada em 1996, a America Net tem sede em Tamboré, Barueri (SP). A empresa possui 13 filiais, distribuídas pelas principais capitais do país e interior de São Paulo.

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Meg Whitman deixa comando da HPE. Ações caem

A CEO da HPE, Meg Whitman, anunciou que deixará o cargo. Em comunicado, a executiva tornou pública a decisão após apenas alguns meses depois de também ter renunciado o cargo que ocupada à frente da HP. Ela foi a comandante da divisão da antiga HP (Hewlett Packard), em 2015, movimento que criou a companhia de produtos para usuários finais HP e a de serviços corporativos HPE ( Hewlett Packard Enterprise).

Whitman era uma das fortes candidatas a assumir o comando da controladora do app de transporte Uber, do qual é uma investidora, após diversas polêmicas no negócio do aplicativo. O presidente Antonio Neri assumirá o cargo de CEO a partir de 1º de fevereiro de 2018, e Whitman e Neri estarão no conselho, anunciou o comunicado da empresa nesta terça-feira, 21 de novembro.

As ações da HPE cairam mais de 6% no after hours. A companhia também reportou ganhos trimestrais na terça-feira.

“Hoje, a Hewlett Packard avança como quatro empresas líderes do setor que estão bem posicionadas para ganhar em seus respectivos mercados”, disse Whitman em comunicado. “Agora é o momento certo para Antonio e uma nova geração de líderes assumirem as rédeas da HPE. Tenho uma tremenda confiança de que eles continuarão a construir uma grande empresa que irá prosperar no futuro”, destacou.

A executiva deixa a empresa completamente diferente de quando assumiu, em 2011. A antiga Hewlett-Packard foi dividida para simplificar a operação de produtos para consumidores finais, principalmente a fabricação de PCs que vem em queda livre. Por outro lado, a HPE tornou-se rapidamente uma player na nova TI de cloud e analytics. As empresas de software e serviços foram posteriormente vendidas, o que significa que a empresa original foi efetivamente dividida em quatro.

Whitman fez seu nome como CEO do eBay, tornando a empresa nascente das pontocom numa potência do comércio eletrônico sob sua liderança. Na HP ela entrou em 1985, tendo subido rapidamente na hierarquia da companhia. Ela também é politicamente ativa, tendo sido pré-candidata ao governo da Califórnia, pelo partido Republicano, mas apoiou Hillary Clinton em 2016. A executiva adiantou que “não há chance” de ir para o comando de um concorrente da HPE.

Ganhos
A HPE também reportou ganhos trimestrais na terça-feira. A companhia registrou ganhos ajustados de 31 centavos por ação na receita de US$ 7,87 bilhões no quarto trimestre fiscal. Valor acima das expectativas dos analistas de 28 centavos por ação em receita de mais de US $ 7,7 bilhões.

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Jovens empreendedores: Fundação Telefônica Vivo abre inscrições

A Fundação Telefônica Vivo acaba de abrir inscrições para o processo de incubação de projetos de jovens empreendedores do Programa Pense Grande, iniciativa que visa estimular o empreendedorismo social entre jovens de periferia em diferentes regiões do Brasil.

Para participar do processo seletivo é necessário ter entre 18 e 29 anos, ter renda familiar de, no máximo, três mil reais por pessoa, ter acesso à internet, disponibilidade para viagens e residir nas seguintes localidades e suas regiões metropolitanas: Curitiba (PR), Fortaleza(CE), Londrina (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Santa Rita do Sapucaí (MG), Santarém (PA), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP), Sorocaba (SP) e Vale do Jequitinhonha (MG).

A seleção será composta de duas etapas. Na primeira, os empreendedores se inscrevem até o dia 7 de março no hotsite www.pensegrande.org.br/participe por meio do preenchimento de questionário online, contando um pouco de sua iniciativa. Podem concorrer iniciativas empreendedoras com propostas de negócios com impacto social e tecnologia digital em várias regiões do Brasil. Cada grupo pode ter até quatro participantes. O resultado da primeira etapa da seleção sairá no dia 16/03 e serão selecionados 80 projetos.

Na segunda etapa, de 16 de março a 6 de abril, os representantes escolhidos passarão por capacitações online e terão que entregar desafios, sempre acompanhados por consultorias online que estarão à disposição para tirar dúvidas. No dia 16 de abril, serão conhecidas as 15 iniciativas que serão incubadas.

Durante toda incubação do Programa Pense Grande, que tem duração de dez meses, os jovens receberão apoio para desenvolver suas competências e seus empreendimentos, por meio de oficinas, assessorias regulares e personalizadas (online e presenciais), mentorias com empreendedores mais experientes, imersões presenciais e capital semente.

“Com essa iniciativa, os jovens terão o apoio intelectual e financeiro para desenvolver suas ideias e torná-las negócios de impacto na região onde vivem. Queremos estimular esses jovens a olharem o empreendedorismo como uma forma de mudança de vida e de futuro”, afirma Americo Mattar, diretor-presidente da Fundação Telefônica Vivo.



Plusoft anuncia Solemar Andrade como CEO

O executivo assume o comando da empresa dando seguimento ao trabalho que estava desenvolvendo ao longo dos últimos dois anos, período que atuou como Vice-Presidente Executivo. A companhia também anuncia mais um importante passo para sua longevidade, adotando um novo modelo de Governança Corporativa.

Juntamente com outros sócios, Guilherme Porto e Fernando Macedo, fundador e co-fundador da Plusoft, assumem posição no Conselho de Administração do grupo.

Na nova função, Solemar Andrade dará continuidade à trajetória da Plusoft, que recentemente completou 30 anos de mercado.

Juntamente com outros sócios, Guilherme Porto e Fernando Macedo, fundador e co-fundador da Plusoft, assumem posição no Conselho de Administração do grupo
Foto: Divulgação

“Estamos posicionados entre as companhias mais inovadoras do Brasil na área de Customer Experience (CX), com foco constante em modernização. O desafio é aprimorar o modelo de vendas em alta escala, para que cada vez mais empresas possam proporcionar a melhor experiência para seus clientes”, comenta o executivo, destacando a expansão internacional como um próximo passo na estratégia da companhia.

“Já possuímos um legado por meio de importantes clientes, produtos consolidados e um expressivo background técnico e comercial, o que nos deixa bastante confiantes em relação ao projeto de expansão”, diz o ecxevcutivo.

Solemar Andrade é graduado em Direto e Administração. Possui Pós-Graduação em Marketing e Finanças pela FGV e pela escola de negócios IESE, da Espanha. Atua no mercado de Tecnologia da Informação desde 1999.

Ao longo de sua carreira, ocupou importantes cargos em empresas nacionais e internacionais, além de ser membro independente de Conselhos de Administração de empresas de TI.

Além da mudança de gestão, a Plusoft anuncia também perspectivas para os próximos anos. A companhia projeta um crescimento de 20% para este ano e uma expansão de 25% em 2019. “Estamos em um ritmo acelerado. No primeiro semestre de 2018, as vendas aumentaram 38% em relação ao mesmo período de 2017”, comemora o CEO.

“Inteligência artificial, automação de
processos e plataformas digitais
são algumas de nossas soluções que
estão impulsionando resultados”

Para potencializar esse bom momento, a companhia pretende expandir suas atividades para outros países da América Latina e Portugal. O próximo grande passo será a abertura de canais de distribuição de software. “Seremos uma multinacional brasileira”, afirma.

Hoje a Plusoft reúne oito empresas e possui 1.400 funcionários. Todas as suas aplicações se baseiam em ambiente Cloud e seu modelo de negócios foi desenhado no formato SaaS (Software como Serviço).

“Com a onda da Transformação Digital, muitas empresas começaram a investir em disrupção. Já contávamos dentro de casa com empresas próprias e startups que nasceram na cultura digital. Então, virar a chave não foi complicado”, diz Andrade.

Os produtos e serviços da Plusoft são constantemente atualizados, adaptados e remodelados às necessidades atuais do mercado. Segundo o executivo, embora o cenário econômico brasileiro atual não esteja tão positivo, a empresa está otimista em relação ao mercado de Customer Experience, realizando investimentos intensivos em pesquisa e desenvolvimento.

“Nossa área de P&D é um grande diferencial, pois está estruturada dentro de padrões internacionais, o que me deixa bastante seguro sob o ponto de vista de conhecimento, onde competimos de igual para igual com qualquer fornecedor de CX”, comemora Solemar.



Luca Rossi assume liderança da Lenovo AL Redação

A Lenovo, fabricante de mundial de PCs e dispositivos de internet móvel, nomeia Luca Rossi como presidente da Lenovo América Latina. Com a sede da presidência em São Paulo, Rossi será responsável pelo gerenciamento de estratégias para manter o crescimento e liderança da empresa no mercado.

A último cargo do executivo foi como Presidente da Acer EMEA. Sua experiência inclui a liderança de outras empresas de PC e também o desenvolvimento e o gerenciamento da sua própria empresa há mais de dez anos.

“A América Latina representa um leque de oportunidades para a Lenovo e é uma região fundamental para o nosso sucesso contínuo como líder mundial em PCs”, diz Rossi. Segundo ele, em sua função, continuará impulsionando a companhia no mercado de PCs e também alçando a Lenovo em outras categorias de tecnologia. “O que é fundamental em toda a América Latina”, destaca.

Luca Rossi é Italiano e estudou Administração de Empresas na Universidade de Bocconi, na Itália.

 

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Grupo Logicalis anuncia Mark Rogers como CEO

O grupo Logicalis, fornecedor internacional de soluções de TI e serviços gerenciados, anuncia o executivo Mark Rogers como Chief Executive Officer a partir de 1º de março, quando inicia o ano fiscal da empresa. Rogers será responsável pelas atividades diárias do negócio.

Para o CEO da Datatec, controladora do grupo Logicalis, Jens Montanana, o executivo apresentou um ótimo desempenho e terá o desafio de dar continuidade aos objetivos de negócios da Logicalis. “Mark tem realizado um excelente trabalho no cargo de presidente e COO, e no comando da companhia no último ano. Estou muito feliz em anunciá-lo como CEO a partir de 1o de março”.

Mark Rogers chegou à Logicalis em 2003 e passou por cargos como Diretor Financeiro da Logicalis UK, Chief Financial Officer de Operações Europeias, Chief Operating Officer do Grupo Logicalis e, em março de 2014, Mark assumirá o cargo de presidente e COO do grupo Logicalis.

 

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Poli-USP seleciona para treinar projetistas de circuitos integrados. Bolsa de R$ 2 mil

A Poli-USP – Escola Politécnica da USP convoca interessados em participar do curso em seu centro de treinamento, inaugurado em fevereiro, o CT3 – Centro de Treinamento de Projetistas de Circuitos Integrados, no Programa Nacional de Formação de Projetistas de Circuitos Integrados do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Localizado no prédio da Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da USP, o CT3 dispõe de duas salas de treinamento equipadas com 36 estações de trabalho cada uma e softwares comerciais de última geração, só disponíveis em grandes empresas.

O interessado deverá passar pelo processo de seleção dos Centro de Treinamentos, a cargo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que consiste em uma prova online, na qual os estudantes que obtiverem melhor desempenho estarão aptos a participar do curso.

Os estudantes selecionados ganham uma bolsa de R$ 2.000,00 do CNPq durante os primeiros 12 meses de curso (fases um e dois). Após os 12 meses, os melhores estudantes podem concorrer a mais 12 meses de bolsa realizando um estágio de especialização em uma das IC Design Houses, credenciadas no CI-Brasil (fase três). Um pré-requisito para participar desse curso é ser formado na área de ciências exatas. As inscrições serão realizadas pelo site .

Atuam na formação dos estudantes 12 projetistas credenciados, especialistas convidados e professores da Universidade de São Paulo, uma das maiores e mais importantes universidades brasileiras, o que garante a qualidade e credibilidade do CT3. Para o coordenador do Centro de Treinamento (CT3), professor João Antônio Martino, do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Escola Politécnica da USP, criar um ambiente no estado da arte, na Escola Politécnica da USP, para o desenvolvimento de projetos de circuitos integrados é de grande relevância para o País.

“Aprimora a formação de recursos humanos em nível de graduação e pós-graduação, além de atender a uma demanda crescente nos mercados nacional e internacional”, reforça o professor.

O primeiro curso a ser oferecido pelo CT3 é composto de três fases. A primeira fase é teórica e dura seis meses. Já na segunda fase, também com seis meses voltados para a aplicação dos conhecimentos, os alunos realizam um projeto real de Circuito Integrado. Na última etapa, os alunos passam doze meses em estágio de especialização. O CT3 é gerenciado pelo Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica da USP, conta com o apoio institucional da Finep e CNPq, e das parcerias com a Smart Modular Technologies e o LSI-TEC.

 

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CA Technologies anuncia novo presidente no Brasil com foco na transformação digital

A CA Technologies, de software para segurança, desenvolvimento e gestão de TI, anuncia hoje Marcel Bakker como o novo presidente da companhia no Brasil. O executivo ingressou na CA em 2014 como vice-presidente de Soluções de Segurança para a América Latina, tendo ocupado também o posto de Diretor de Platinum Division na empresa – destinado ao atendimento de grandes contas. Formado em Direito pela Universidade Mackenzie, cursou MBA em Tecnologia e Negócios Eletrônicos pela Universidade de São Paulo (Fundace-USP). Antes de trabalhar na CA Technologies, Marcel Bakker atuou como diretor regional da RSA para o Brasil e Cone Sul da América Latina.

Bakker reporta-se a Claudia Vasquez, nova presidente para a América Latina da CA. Juntos, eles vão conduzir na região uma estratégia de crescimento focada em dois eixos: a ampliação da carteira de clientes da companhia para novos segmentos, como Varejo, Manufatura, Governo, Saúde e Educação; e a entrada da CA no ramo de consultoria em tecnologia. Esse segundo movimento se dará sobretudo para clientes de soluções para metodologias ágeis, como as da Rally, empresa adquirida no ano passado pela CA.

“As empresas têm diante de si o desafio da Transformação Digital. É uma demanda dos consumidores, que são…[LEIA MAIS]

 



Huawei Brasil anuncia novo CEO

Huawei

A Huawei Brasil anuncia nesta semana um novo executivo como CEO da empresa. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Sun Baocheng, que está no Brasil há seis anos, atuava como presidente do Carrier Business Group no país desde 2017. Formado em automação, Sun Baocheng está na Huawei desde 2005 – iniciou sua carreira na empresa na China, atuando como gerente geral e diretor de filiais em todo o país.

Ele substitui Yao Wei, que foi CEO da Huawei Brasil desde 2016. Yao Wei realizou grandes feitos em sua gestão: nesse período, a companhia implantou a primeira rede 4.5G no Brasil e lançou centenas de redes corporativas. Wei ainda trouxe a tecnologia de nuvem e as áreas de consumo e serviços da Huawei para o Brasil, tornando a companhia uma marca cada vez mais reconhecida no País.

Presente no País desde a implementação do 2G até o 4.5G, a Huawei tem cinco filiais nacionais – em São Paulo, Rio, Brasília, Recife e Curitiba, atuando conjuntamente com governos, empresas e instituições de ensino.

O pioneirismo da empresa também é contatado em tecnologias emergentes, como IoT, Big Data, AI, VR, que têm ajudado na transformação digital brasileira. Exemplos disso são suas várias soluções de Smart Cities, como o Smart City Innovation Center, um hub de pesquisa e desenvolvimento de soluções relacionadas a cidades inteligentes e Internet das Coisas (IoT) – uma parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

 

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Descodificando os algoritmos da soja brasileira

Por Cintia Leitão de Souza *

Ela brilha e é a estrela da vez no cenário nacional tão conturbado por questões político econômicas e de saúde pública. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A soja, ou “o soja”, como ouvimos habitualmente no campo, alça o país ao topo do pódio dos gigantes da agricultura. Talvez, o novo petróleo brasileiro.

Nos negócios, dizem que o novo petróleo do mundo, são os dados. Seja pela capacidade de geração de valor exponencial a que são capazes através de suas conexões, seja pela transparência das informações que geram e o manuseio delas em tempo real. Afinal, qual a correlação entre dados, algoritmos e a soja?

Para o Brasil, sem sombra de dúvida, o novo petróleo vem do campo, das mãos de milhões de agricultores brasileiros que lutam em meio às incertezas com afinco e disciplina. A estrela das oportunidades em um mundo cheio de restrições e retrações.

É a soja quem representa um papel fundamental na cadeia alimentar e é responsável pela produção das proteínas, do início ao fim da cadeia, serve para a alimentação de humanos e animas.

A soja brasileira, bate recordes históricos nesta safra 2019/2020. Segundo previsões do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), deve bater a casa de 126 milhões de toneladas quando terminar em agosto deste ano. Um feito implacável! Esta produção alça novamente o país ao posto de líder da produção mundial deste tipo de cultivo.

Porém, não estamos dizendo que os dados sejam menos importantes que a soja. Muito pelo contrário, o que defendemos aqui é que os dados e a soja, devem andar de mãos dadas, devem ser totalmente conectados. Juntos, eles levarão o país à uma robustez estratégica internacional inédita, através de análises e gestão de dados que nos tornarão muito mais competitivos.

Usamos dados e biotecnologia para alcançar os mais altos patamares de produtividade de nossas lavouras, agora chegou a vez de nos tornarmos experts em gestão de custos, trava de preços, uso de ferramentas financeiras como o barter e, principalmente, nos tornarmos os melhores negociantes globais.

Em meio a tantas incertezas este é o momento de capturar valor. Em uma atualidade controversa como a que vivemos, onde os cenários não se desenham com a facilidade ou linearidade de antes, sejam eles pessoais, de saúde pública, político ou econômico, ter a segurança da informação correta nas mãos, é vital.

Temos discutido vidas e economia. Vidas, geram a economia e a economia gera recursos para que se atue na manutenção das vidas. Intercaladas de alguma forma, sem juízo ou defesa de valor, ambas são norteadas pelas as informações. Informações estas que delineiam os passos certos, calculados, em cada esfera de nossa sociedade. Seja no Brasil ou no mundo.

O mundo todo está vulnerável, instável, vivemos no meandro das incertezas.  Mas as decisões não podem ser balizadas nelas. As decisões incertas podem nos direcionar a um mergulho sem volta. Nunca os dados e as informações tiveram tanto valor, sejam elas na gestão do nosso cotidiano, em nossas famílias, empresas ou no campo.

Analisar e tomar decisões baseadas em dados é questão de sobrevivência, por mais simples que elas sejam. Sejam para conter avanços de pandemias ou gerir restrições sociais. Este é o ponto central.

Vivemos um momento de pujança em nosso agronegócio, motivo para batermos no peito, nos enchermos de orgulho de sermos brasileiros. Sim, produzimos muito e muito bem! Entre tantos entraves, vencemos os gigantes da produção mundial.

O que me questiono neste momento incerto, é: o que estamos fazendo ou faremos com essa nossa safra recorde? Como estamos manejando nossas frotas, o carregamento dos grãos nos contêineres e caminhões?

Como calculamos os nossos custos da safra e nos planejamos para a próxima, diante de um cenário onde o dólar, o grande balizador dos preços de venda e dos custos deste cultivo, parece dançar em um ritmo alucinado? Onde iremos parar nesta crise global?

Para onde iremos, ninguém sabe. Mas temos como saber de que forma podemos ter o controle de nossos negócios em nossas mãos para nos blindarmos dos tempos intempestivos que chegam como uma forte tormenta tropical. Temos que ter a segurança das informações em nossas mãos. Tomarmos as rédeas da situação que nos envolve. Esta responsabilidade é nossa.

Como estão as empresas e os agricultores que ainda não haviam sucumbido ao poder da gestão e da informação em tempo real? Os dados desorganizados nos levam ao efeito manada de correr para qualquer lugar em um momento de incerteza. Organizados, nos dão segurança e poder da melhor decisão.

Caros amigos do agronegócio, temos uma oportunidade única em nossas mãos. Somos novamente líderes globais. Vamos extrair o valor gerado pelo nosso novo petróleo. Este é o momento de colhermos os melhores resultados e nos planejarmos para colheitas de resultados ainda maiores e melhores.

Não vamos deixar essa oportunidade exponencial que se abriu diante de nós, escorrer por entre os dedos de nossas mãos.

 

* Cintia Leitão de Souza, Head de Agronegócio da Senior Sistemas

 

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DNIT e Autodesk assinam acordo de colaboração técnica em BIM

A Autodesk Brasil e o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) assinaram no dia 31 de julho um acordo de colaboração técnica para promover mútua cooperação e promover ações para fomento à implantação de melhorias na gestão de projetos e de obras públicas, por meio da utilização do BIM (Modelagem da Informação da Construção). [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Hoje o DNIT tem 56 mil quilômetros de estradas e rodovias, 28 mil km de ferrovias e hidrovias para gerenciar, ampliar e melhorar.

“O BIM é um dos objetivos estratégicos do órgão, que participa do Comitê de Implementação do BIM do governo federal e do Ministério de Infraestrutura, como forma de prover à população brasileira um processo melhorado para conectar este país que tem uma diversidades enorme de desafios de mobilidade”, afirma Pedro Soethe.

Soethe é o líder do time técnico da Autodesk Brasil e irá trabalhar diretamente com a equipe da Diretoria de Planejamento e Pesquisa da DNIT com o objetivo de promover um cronograma de ações para os próximos 2 anos, que irão culminar no cumprimento das metas estabelecidas no acordo.

A cooperação visa assegurar a implementação efetiva do BIM, baseada em três pilares: Politica (Pessoas), Processos e Tecnologia. Sendo assim, as instituições definiram as metas abaixo para para atingir estes objetivos:

– Elaboração de Guia de Projetos de estradas usando o BIM

– Operação assistida para projetos de infraestrutura rodoviária

– Estruturação de templates, relatórios e objetos paramétricos

– Realização de eventos técnicas (Workshops)

– Apresentação dos resultados para a população

O documento foi assinado entre o Diretor de Planejamento e Pesquisa, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello e o presidente da Autodesk Brasil, Sylvio Mode. Este acordo traz todo o conhecimento de implementação do BIM que a Autodesk tem no Brasil e no mundo entre diversas instituições, públicas e privadas.

O BIM é uma metodologia de projetos e construção na indústria de engenharia civil e arquitetura que tem representado nos últimos anos um expressivo crescimento na sua adoção e desenvolvimento, pois é uma das grandes inovações no setor para aumentar a sua produtividade, qualidade dos projetos e construção e economia.

Os dados não mentem em relação ao sucesso da aplicação desta metodologia. Para se ter uma ideia, o governo do Reino Unido tornou o BIM mandatório em 2016 e desde então tem tido economia de 20% nos custos de obra além de maior transparência e controle sobre obras licitadas e contratadas.

Vale lembrar que a Autodesk Brasil tem ajudado instituições privadas e governos na esfera municipal, estadual, e em alguns órgãos federais, já há uma década, na adoção da metodologia, como forma de garantir melhor nível de eficiência e transparência no gerenciamento de obras civis.

Pela experiência de quem já adotou a metodologia, o BIM permite redução de até 20% nos custos de uma construção, do projeto à manutenção pós obra, o que é estratégico tanto na elaboração de projetos quanto no acompanhamento e fiscalização dando mais transparência ao processo.

O Brasil prepara-se para adotar a metodologia BIM (Building Information Modeling) como pre-requisito à contratação de obras de infraestrutura federais a partir de 2021, de acordo com o decreto nº 10.306, assinado em 2 de Abril de 2020.

 

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Conheça 5 formas da sua empresa ser invadida e como se prevenir

Ao entender melhor como os hackers invadem os dados das empresas, especialistas já conseguem distinguir quais são as ameaças comuns que aumentaram significativamente nos últimos meses mesmo com a LGPD em vigor.

Segundo o especialista e evangelista em Segurança da Informação e Proteção de Dados do Grupo Daryus, Cláudio Dodt, são duas as ameaças observadas com mais frequência nos últimos tempos:

– Violação de Dados ou Data Breach: ocorre quando uma organização sofre um incidente de segurança relacionado aos dados pelos quais é responsável. Isso resulta numa violação de confidencialidade, da disponibilidade ou da integridade dos dados.

– Vazamento de Dados: transmissão não autorizada de informações de dentro de uma organização, ou seja, um incidente que expõe publicamente informações sensíveis que podem ser vistas, copiadas, roubadas, transmitidas ou usadas sem acesso autorizado.

Dodt destaca que investir em ferramentas de segurança, softwares de última geração e funcionários treinados são ótimas recomendações, porém isso não garante que a empresa não ficará vulnerável, uma vez que essas boas práticas se depreciam com o tempo e os criminosos se aperfeiçoam cada vez mais.

Com isso, confira as 5 maneiras que as organizações podem ser violadas e quais as possíveis soluções para os problemas:

Vulnerabilidades desconhecidas
A maioria das vulnerabilidades pode permanecer desconhecida por meses ou até anos. Esse foi o caso das vulnerabilidades de hardware encontradas pela equipe do Google chamadas de Meltsown e Spectre que permitem que os programas roubem dados processados pelo computador. A Meltdown é uma falha de segurança passível de ser explorada em microprocessadores.

Ao explorar a falha é possível ler áreas de memória protegidas, ou seja, é possível obter dados sensíveis do usuário. A Spectre não afeta um processador específico, mas sim a maioria dos processadores. Com a falha é possível realizar “Branch Prediction” e “Speculative Execution”. Através dela consegue-se fazer com que o processador execute instruções atípicas e assim fure o isolamento entre aplicações.

Essas vulnerabilidades afetaram a memória da maioria dos hadwares de CPU nos últimos 10 anos e, embora não haja casos confirmados de exploração, isso não significa que criminosos não estejam aproveitando a vulnerabilidade.

Solução: seguir os conselhos básicos de segurança digital, pois não há outra forma ainda de lidar com falhas de seguranças desconhecidas.

Ameaça Interna
A ameaça interna nunca deve ser subestimada. Mesmo que não seja causada por um cibercriminoso, na maioria das vezes, a atenção deve ser mantida da mesma forma. Funcionários que não foram treinados adequadamente ficam propensos a erros acidentais, como enviar uma mensagem de e-mail para o destinatário errado, clicar em e-mail recebidos que contenham armadilhas de invasão – conhecidos como phishing -, até mesmo compartilhar informações confidenciais em um local público ou rede social.

É importante considerar que existem pessoas que voluntariamente cometeriam uma violação ou até um crime. Por exemplo, um funcionário que pretenda deixar a empresa pode tentar copiar arquivos confidenciais, mesmo que seja contrário a política de segurança.

Solução: existem diversas formas para proteger a empresa de ameaças internas e remediar estragos causados caso algo aconteça. A organização pode realizar soluções endpoint como antivírus, controle de USB, sistemas de Data Leak Protection (DLP), além da contratação de uma equipe experiente de respostas a incidentes.

O risco de terceiros
Não muito diferente do tópico anterior, terceiros são pessoas ou empresas com as quais compartilhamos dados. É importante ressaltar que ao compartilhar informações, os terceiros ficam expostos aos mesmos riscos dos colaboradores da empresa e podem ser a porta para algum incidente.

Para estes é necessário trabalhar dentro dos limites da organização, além dos controles de segurança já mencionados. É válido considerar regras especiais para pessoas de fora, como limitar as conexões a rede e servidores corporativos. Controles físicos também devem ser aplicados, incluindo a limitação do acesso a áreas restritas, o uso de crachás de identificação e a inspeção de mochilas e maletas, se necessário.

Solução: algumas formas de lidar com os riscos de segurança de terceiros é ter um aviso obrigatório de vazamento de dados, impor requisitos como criptografia e prevenção de vazamento de dados, além de contar com uma equipe de resposta a incidentes, e manter o direito de auditar a infraestrutura de terceiros.

Criptografia é uma faca de dois gumes
A criptografia é provavelmente um dos melhores controles de segurança, pois permite que dados confidenciais sejam transmitidos com segurança por redes não seguras. O problema é que também funciona na contramão.

Como a maioria dos serviços da internet – navegação, mensageiros instantâneos, armazenamento de e-mail e nuvem – já impõe forte criptografia, torna-se difícil o controle dos dados que saem da empresa. Além disso, a criptografia pode ser adotada pelo malware para se comunicar com os servidores de comando e controle.

Solução: quando tudo está criptografado, a única solução é contorná-lo. As empresas com firewalls e proxies web mais antigos podem ter dificuldades, mas as soluções modernas já podem conter métodos de descriptografia, como inspeção SSL.

Vale ressaltar que existem limitações em algumas situações. Algumas instituições financeiras, por exemplo, não funcionam bem com a inspeção SSL e pode haver preocupações com a privacidade. Portanto, nem sempre é possível descriptografar todo o tráfego dentro e fora da empresa.

Violação física
As vezes ela é esquecida, mas os dados não se limitam a bits e bytes. Uma violação também pode ocorrer com informações compartilhadas verbalmente, ouvidas por terceiros indesejados ou até por um documento impresso que foi deixado sem supervisão em algum local compartilhado por várias pessoas, por exemplo.

Se um HD for descartado incorretamente, ele pode acabar na mão de cibercriminosos que podem tentar restaurar as informações e usá-las de forma negativa.

Solução: ter uma política de mesa limpa, usar meios seguros para descartar informações confidenciais e fornecer treinamento de conscientização dos funcionários são as melhores opções nesse caso.

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Compra e venda de empresa é cada vez mais comum no país

20/1/2021 – Esse é o momento em que o empreendedorismo torna-se um caminho natural para as pessoas que estão em busca de de novas oportunidades para geração de renda.No caminho pela retomada econômica, operações de compra e venda de empresas se popularizam e chamam atenção pelos bons resultados.

Ainda com uma economia abalada pelos reflexos da pandemia do novo coronavírus, empreendedores brasileiros voltam seus olhares para um tipo de operação em crescimento no país, a compra e venda de empresas . Mesmo no pior ano do século para o setor econômico, com fechamento de companhias e desemprego em massa, as negociações em torno de fusões e aquisições cresceram de forma considerável, englobando não apenas as grandes indústrias, mas também as micro e pequenas empresas.

Números de um levantamento realizado pela PwC Brasil mostram que este mercado está em crescimento, chegando a tal ponto de conseguir resultados expressivos mesmo com o auge da primeira onda da pandemia.

O estudo foi feito entre janeiro e novembro de 2020 e revela que, no período, foram realizadas 909 aquisições/fusões de empresas no Brasil, um aumento de 14% na comparação com janeiro a novembro de 2019. Ainda de acordo com a pesquisa, os setores de Tecnologia da Informação, Serviços Auxiliares e de Saúde se destacaram entre as operações.

Para Felippe Ferreira, fundador do site meuBiZ , referência em anúncios de compra e venda de empresas e pontos comerciais , os indicadores reforçam a popularização desse tipo de transação e ajudam a estimular que mais empresários estudem o assunto e consigam fazer bons negócios. Com experiência na área, Felippe ressalta o empreendedorismo e a tecnologia como fatores essenciais para essa realidade.

Na visão do especialista, a pandemia de Covid-19 forçou os chamados empreendedorismos por necessidade e por oportunidade. “O mundo precisou se reinventar profissionalmente e esse é o momento em que o empreendedorismo torna-se um caminho natural para as pessoas que estão em busca de novas oportunidades para geração de renda”, afirma.

A explicação de Ferreira vai ao encontro das estatísticas relacionadas ao empreendedorismo brasileiro. Segundo números do Portal do Empreendedor, do Governo Federal, entre janeiro e setembro de 2020, o país registrou aumento de 14,8% no índice de microempreendedores individuais (MEIs) na comparação com 2019. Até o último mês de levantamento, eram quase 11 milhões de registros.

O outro fator apontado por Felippe para a popularização de compra e venda de empresas é a ajuda da tecnologia, sobretudo com o acesso cada vez mais facilitado à internet. Segundo ele, plataformas especializadas em anúncios de venda de empresas foram surgindo nos últimos anos, proporcionando um novo conceito de operação para compradores e vendedores. “Através de um site de compra e venda de empresas é possível encontrar um negócio para empreender hoje mesmo. Basta definir em qual o segmento deseja empreender e buscar pela localização desejada”, ressalta o fundador do meuBiZ.

Além das facilidades para encontrar a empresa desejada, o especialista afirma que as plataformas oferecem conteúdos de qualidade sobre o tema para que compradores e vendedores se qualifiquem e tenham assertividade em seus negócios. Ainda segundo ele, a tendência é o crescimento desses sites e, consequentemente, da compra e venda de empresas , o que pode ajudar na retomada econômica nacional.

Website: https://meubiz.com.br/



Estudo aponta que 82% das PMEs brasileiras pretendem continuar o processo de adoção de novas tecnologias após a pandemia

A Microsoft encomendou para a agência de comunicação Edelman o estudo “Como as PMEs brasileiras enfrentaram a pandemia da Covid-19”, com a finalidade de entender quais os desafios e oportunidades que essas empresas encontraram durante o período e o que elas esperam para o futuro pós-pandemia. O estudo consultou proprietários e funcionários de mais de 500 pequenas, médias e microempresas de todo o país para entender a visão desse público em relação à adoção de novas tecnologias, trabalho remoto, recursos humanos, implementação de estratégias de marketing digital e capacidade de reinvenção de seus objetivos e estratégias de negócio.  

De acordo com o estudo, as PMEs se sentem preparadas para encarar os desafios do mercado pós-pandemia. Para a maioria delas (78%), a adoção de novas tecnologias é o que elas enxergam como a mudança mais fácil para a retomada. Além disso, 73% das pequenas, médias e micro empresas se dizem prontas para enfrentar os desafios de marketing digital e 71% estão preparadas para as questões relacionados ao trabalho remoto.  

“O ano de 2020 foi desafiador para as empresas de todos os tamanhos, especialmente para as de pequeno, micro e médio portes. Nunca foi tão importante praticar a resiliência e a capacidade de adaptação. Por isso, é fundamental entendermos os anseios das PMEs durante esse período para que consigamos oferecer a melhor solução para continuar apoiando a recuperação econômica desses parceiros”, afirma Priscyla Laham, vice-presidente de vendas para o mercado corporativo e SMB da Microsoft Brasil.  

Tecnologia, a protagonista da recuperação econômica
Com a pandemia, muitas empresas precisaram se reinventar e adaptar seu modelo de trabalho para o formato remoto. Isso fez com que plataformas de comunicação e colaboração se tornassem essenciais no dia a dia dessas empresas. Para 66% dos entrevistados, os softwares de videochamadas são as principais mudanças adotadas em relação à adoção de tecnologia, seguido por nuvem e software de trabalho remoto (ambos com 55%). A pesquisa mostrou que a maioria das PMEs estão familiarizadas, até certo ponto, com as plataformas de videochamadas e tecnologia de nuvem, cerca de 74% e 76% respectivamente.  

Durante a pandemia, 42% das PMEs aceleraram a adoção de novas tecnologias, principalmente as empresas de médio porte e 83% dos entrevistados afirmam que a adoção de novas tecnologias é o aspecto mais relevante para a recuperação econômica das PMEs brasileiras. Com a adoção de novas tecnologias, houve um aumento na adoção de políticas de segurança cibernéticas, principalmente entre as microempresas – 51% delas implementaram esse tipo de solução e 52% das PMEs afirmaram estar preparadas para enfrentar os desafios da segurança cibernética.  

O protagonismo da tecnologia no auxílio à adaptação das empresas à nova realidade do mercado reflete nos dados da pesquisa também para o momento pós-pandemia: 82% das PMEs entrevistadas pretendem continuar com o processo de adoção de tecnologias mesmo depois que esse momento passar, sendo que 40% delas priorizarão as tecnologias baseadas em nuvem e 36% as tecnologias de marketing digital.  

“A tecnologia e a Inteligência Artificial têm um enorme potencial para se tornar um dos principais impulsionadores da recuperação e desenvolvimento social e econômico do Brasil. É nítido que as empresas que alcançaram melhor desempenho têm em comum o uso da tecnologia para alavancar seus negócios e superar os desafios encontrados e, esse cenário poderia ser ainda mais positivo se as PMEs ampliassem a adoção de Inteligência Artificial.

Para a Microsoft, o processo de transformação digital deve alcançar quatro importantes pilares: engajamento de clientes; empoderamento dos funcionários, transformação de produtos e otimização das operações. Ao analisar os resultados da pesquisa, pudemos enxergar uma evolução das PMEs nesses pilares durante o último ano”, comenta Priscyla.  

Trabalho remoto, a nova realidade do mercado
Um dos principais temas discutidos durante a pandemia foi a adequação ao modelo de trabalho remoto, que foi adotado por muitas empresas no período, de acordo com as recomendações de medidas de distanciamento e isolamento social. No caso das PMEs, 42% dos entrevistados aceleraram a adoção do trabalho remoto – 71% das mudanças em recursos humanos foram focadas em políticas de home office. 

Segundo a pesquisa, as mudanças no trabalho remoto nessas empresas foram baseadas na flexibilização (76%), cultura interna (62%) e implantação de ferramentas para viabilizar esse modelo de trabalho (59%). Em relação ao futuro pós-pandemia, a pesquisa identificou que apenas 38% das PMEs pretendem retornar ao local de trabalho físico com políticas flexíveis e 30% das PMEs vão manter o trabalho remoto integralmente.  

Esse novo formato afetou as áreas de Recursos Humanos das empresas, que sentiram necessidade, em especial as de médio porte, de procurarem talentos com competências digitais – 64% das médias empresas, de 150 a 250 colaboradores, apostaram na aquisição de novos talentos especializados em tecnologia e habilidades digitais.  De acordo com a pesquisa, a prioridade da área de Recursos Humanos a curto prazo é buscar talentos com habilidades para inovar (59%), competências digitais (56%) e habilidades para trabalhar remotamente (55%).  

Objetivos e estratégias de negócios das PMEs durante a pandemia
O ano de 2020 também foi marcado pela revisão dos objetivos e estratégias de negócios para essas empresas. Dentre as principais mudanças relatadas pelas PMEs nesse aspecto está a reinvenção de suas estratégias de marketing – 60% dos entrevistados afirmam que essa foi sua prioridade durante o período, seguido da reinvenção do produto ou serviço que oferecem (45%) e de seus canais de vendas (41%).  

A comunicação e o relacionamento com os clientes foi uma das principais mudanças realizadas pelas PMEs consultadas pela pesquisa: 75% implementaram alguma mudança nas comunicações de mídia social, seguido de melhorias no website (54%) e canais de atendimento ao cliente (51%).  

As expectativas para o pós-pandemia são positivas: 75% das PMEs continuarão reinventado seus objetivos e estratégias de negócio e 81% irão manter seus esforços de marketing digital após a pandemia, com destaque para as microempresas: 92% afirmam que vão continuar com suas estratégias de marketing digital. 

Sobre o estudo
A pesquisa “Como as PMEs brasileiras enfrentaram a pandemia de COVID-19″ foi desenvolvida pela agência global de comunicação Edelman e encomendada pela Microsoft com o intuito de entender o desempenho das PMEs locais durante o período e suas expectativas para o pós-pandemia. O estudo consultou 505 empresas de micro (0-9 colaboradores), pequeno (10-49 colaboradores) e médio porte (50-249 colaboradores) no território nacional A pesquisa, conduzida no período entre setembro e outubro de 2020, foi realizada por questionário online enviado ao painel de consumidores de propriedade da Netquest.  



Networking deve estar entre as resoluções de quem deseja ampliar os negócios em 2021

Ribeirão Preto, SP 3/2/2021 – Prolongamento da crise do novo coronavírus reforça ainda mais a importância do relacionamento para atrair e recuperar clientes

O ano de 2020 foi cheio de desafios, aprendizados e incertezas para os empreendedores, mas mesmo com o país ainda mergulhado na crise do novo coronavírus, é preciso estabelecer novas resoluções para 2021. Além das metas que irão nortear o novo ciclo, as parcerias para os negócios serão ainda mais importantes.

Jair Lima, diretor executivo do BNI, especialista em Coaching e Mentoring de Alta Performance à frente da empresa ViaGestão, há mais de 15 anos e professor de MBAs em várias instituições de ensino superior, explica que o lento e gradual movimento de recuperação da pandemia sinaliza que é necessário apostar no networking para ampliar os negócios. “Nos tempos atuais, investir nessa estratégia é uma das ações mais poderosas para conquistar espaço e resultados”, diz.

A recessão ocasionada em 2020 exige que os empresários elaborem um planejamento melhor e que tenham atitudes mais assertivas com relação aos negócios, visto que muitas ações de venda acabaram ficando para trás. “A carteira de clientes de muitos empresários foi deteriorada nos últimos meses, por isso agora é o momento certo para buscar métodos que sejam eficazes para captar mais clientes e aumentar os lucros”, afirma.

Segundo Jair, o networking profissional feito de forma correta, organizada e comprovada, possibilita não apenas debater e construir novos relacionamentos, mas criar novas oportunidades e solidificar relações para negócios futuros. “Esse, por exemplo, é o trabalho realizado pelo BNI, uma organização mundial de networking que está presente em mais de 70 países. Na região são quase 500 empresários fazendo negócios com base na troca de referências “quentes”, que em 90% dos casos se convertem em contratos fechados”.

Jair ressalta que este cenário reforça que a cada dia que passa os empresários começam a entender que networking não é só troca de cartão ou adicionar todo mundo nas suas redes sociais. “Os profissionais estão compreendendo que criar uma boa rede de relacionamentos profissionais implica em saber manter uma rede de pessoas com os mesmos objetivos e propósitos, podendo ser uma ferramenta muito poderosa de crescimento do faturamento da empresa”, explica.

Outro ponto importante que o especialista destaca é que os empreendedores deverão pensar em ações estratégicas que possam ser solidificadas no próximo ano. “Em 2022, a curva de crescimento da economia deve ter uma grande alavancagem, exigindo conexões duradouras agora em 2021 para que novas operações possam ser concretizadas e os lucros aumentados”, conclui.

Jair Lima

Graduado em Produção pela UNESP e Mestre em Engenharia de Produção pela USP – São Carlos, Jair Lima é Trainer, Instrutor e Professor de MBA´s e Pós-Graduação em várias instituições de ensino superior, como FAAP, IBG, Trevisan Escola de Negócios, FGV, FUNDACE, UniFafibe, em disciplinas ligadas à Logística, Liderança, Gestão da Qualidade, Gestão de Suprimentos, Estratégia, Empreendedorismo, Processos Empresariais (BPM), Gerenciamento de Projetos, Sistemas de Informação, Inovação, Gestão de Desenvolvimento de Produtos, Gestão da Produção, Alta Performance em Vendas, Gestão de Carreira e Coaching.

É diretor do BNI Nordeste Paulista, organização de networking que oferece reuniões semanalmente em Ribeirão Preto, Sertãozinho, Franca, Bebedouro, Cravinhos, Barretos e Batatais, com proposta de conectar empresários que se ajudam na geração de novos negócios. Em breve, haverá o lançamento de novas equipes nas cidades de Orlândia, Guaíra, São Joaquim da Barra, Jardinópolis, Brodowski, Serrana e Pontal, e novas turmas em Ribeirão Preto e Franca.

Website: http://bnirp.com.br/



HMD Global lista as tendências do mercado corporativo para 2021

O ano de 2020 foi marcado por mudanças em diversos setores, e as empresas sentiram a necessidade de acelerar o processo de transformação digital devido ao trabalho remoto sendo desempenhado pela maioria dos funcionários.

A necessidade de inovação refletiu a busca por conexão e experiência do usuário, principalmente com o aumento do número de pessoas conectadas à distância, tornando inevitáveis os gastos com dispositivos corporativos.

Para entender sobre as principais necessidades das empresas em 2020 e as expectativas para 2021, a HMD Global analisou o que as companhias buscam na hora de selecionar os fornecedores de dispositivos – como smartphones e outros serviços de tecnologia, e chegou a dados muito importantes do mercado. Acompanhe:

Smartphone: peça fundamental no novo cenário
Devido ao seu preço acessível em comparação com outros dispositivos móveis, os smartphones serão uma peça fundamental para as organizações neste novo cenário. Segundo dados de uma pesquisa feita pela principal empresa de consultoria e pesquisa de mercado de IT – a IDC -, os smartphones (50%) foram os dispositivos mais utilizados para se conectar ao trabalho em 2020, e a expectativa é que essa porcentagem pode chegar a 61% neste ano.

Globalmente, três a cada dez empresas que foram entrevistadas pela IDC comentaram que investiram mais que o esperado em smartphones em 20202.

Dispositivos Nokia focam em segurança
Existem alguns pontos que as empresas priorizam ao escolher seus fornecedores de telefones – que incluem segurança e confiabilidade, funcionalidade, facilidade de uso, reconhecimento de marca, design e preço. Todos estes fatores colocam a Nokia em uma posição única no mercado, com uma melhor relação custo-benefício.

“Vivemos em um ambiente complexo e desafiador, onde os valores se tornaram mais importantes do que nunca. Desde a fundação da HMD Global, no final de 2016, falamos sobre o reconhecimento da Nokia como sinônimo de confiança, qualidade, segurança e confiabilidade, valores que fazem parte da nossa herança”, afirma Junior Favaro, diretor de vendas e marketing da HMD Global no Brasil.

Atualmente, à medida que o mercado se torna cada vez mais dependente do uso de dispositivos móveis, os ataques cibernéticos são cada vez mais frequentes. Por conta disso, é necessário contar com dispositivos cada vez mais seguros e mantê-los sempre atualizados.

De acordo com dados do último estudo da Counterpoint Research sobre segurança, os smartphones Nokia lideraram, pelo segundo ano consecutivo, as análises sobre o tema. A pesquisa leva em consideração quatro aspectos: software, atualizações de segurança, qualidade de fabricação e dispositivos recomendados para empresas.

Os smartphones Nokia recebem atualizações de segurança mais rápidas – com o portfólio completo recebendo os updates -, além de atualizar todos os modelos para as versões mais recentes do Android, independente da faixa de preço.

“Estamos em dia com o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GPDR) e aprimoramos nossos recursos de segurança no nosso Centro de Excelência em Pesquisa e Desenvolvimento na Finlândia. As tendências que acompanhamos no mercado confirmam que estamos no caminho certo, com produtos que atendem às necessidades de segurança, privacidade e integração das empresas. Sempre acreditamos em produzir telefones que possam ser confiáveis, mantendo os usuários seguros e que controlem as missões diariamente – ano após ano”, explica Juan Olano, diretor sênior de negócios da HMD Global para América Latina.

O que as empresas buscam?
No cenário atual, as empresas estão buscando por soluções simples, fáceis de implementar e que possam facilitar o acesso dos funcionários às ferramentas necessárias para o desempenho de suas funções.

De acordo com dados do Google, o Android lidera o uso de smartphones globalmente, com 79% de celulares corporativos. Um dos recursos mais buscados entre eles é o programa Android Enterprise Recommended – certificação fornecida pelo Google a dispositivos que atendem padrões específicos de hardware, software, facilidade de uso, atualizações de segurança e experiência do usuário.

Segundo a pesquisa da IDC, 46% dos smartphones usados atualmente por empresas brasileiras já fazem parte do programa, e a expectativa é de que este número chegue a 61% nos próximos 12 meses.

Seguindo essa tendência, os dispositivos móveis Android Zero-Touch são os mais utilizados na América Latina, pois otimizam a integração dos funcionários e a experiência de uso de dispositivos corporativos. As empresas da região se identificam com o sistema por conta do desempenho, facilidade de implantação, nível empresarial e custo como os principais benefícios.

A importância dos serviços agregados
Na busca pela simplificação de processos e redução de custos, as empresas optam por adquirir dispositivos – inclusive smartphones – em conjunto com serviços de valor agregado. Exemplos disso são garantia estendida e seguro, assim como roaming de dados tinha importância antes da pandemia.

Indo além do dispositivo
Desde 2020, a HMD Global está indo além de ser um fornecedor de hardware para se tornar uma empresa holística de serviços móveis. A empresa mostrou o HMD Connect, que é um serviço global de roaming de dados que permite que as pessoas ao redor do mundo utilizem um único SIM card para viajar, mantendo o controle de gastos – o cliente paga apenas pelo que utiliza.

A versão empresarial desse serviço já está disponível em algumas regiões: a HMD Connect Pro, uma solução SIM de roaming global para IoT e uso empresarial. Com ele, as empresas podem obter cartões SIM em massa, simplificar suas operações para várias necessidades de conectividade em roaming e se beneficiar do console de gerenciamento centralizado para toda a frota de cartões SIM HMD Connect Pro.

Além disso, a HMD Global tem alguns serviços de valor agregado para os clientes empresariais, como planos de seguro e garantia estendida para empresas.

“Quando embarcamos pela primeira vez em nossa jornada como HMD Global, tínhamos o compromisso de sempre oferecer não apenas hardware da mais alta qualidade, mas também a experiência mais atualizada e segura, que se tornou um diferencial importante para nosso negócio. Temos trabalhado muito para definir o que mais podemos oferecer aos consumidores que agreguem valor real à sua experiência diária com o telefone. Construir o HMD Connect Pro foi o próximo passo natural”, conta Olano.

Olhando o futuro e o caminho para o 5G
No segundo semestre de 2020, 65% das empresas latinoamericanas planejavam migrar para a tecnologia 5G, de acordo com dados da pesquisa da IDC. A HMD Global está trabalhando para tornar os smartphones 5G acessíveis, tanto para os consumidores quanto para as empresas. No ano passado, o Nokia 8.3 foi apresentado ao mercado, um dispositivo com a tecnologia 5G sub-6 exclusiva com o maior número de novas bandas de rádio 5G de 600 MHz a 3,8 GHz.

“O 5G será transformador para muitos setores e também elevará significativamente a experiência móvel. Por isso, estamos investindo em 5G com uma estratégia muito focada, com o objetivo de democratizar essa tecnologia ”, finaliza Junior Favaro, diretor de vendas e marketing da HMD Global no Brasil.

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As mulheres no setor de Telecomunicações

Ribeirão Preto, SP 5/3/2021 – No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, Kátia Andrade conta sua trajetória profissional e como chegou ao sucesso em uma área predominantemente masculina

Com dois anos de atuação, a Weclix – provedora de internet de Ribeirão Preto – opera hoje em nove cidades da região. Esse crescimento exponencial foi impulsionado pelo desejo de se criar uma empresa diferente, descomplicada, moderna, que nasceu para quebrar padrões. Por trás de todo esse sucesso há a importante participação de uma mulher, que integra o quadro de diretores da Weclix.

Há 3 anos, Kátia Andrade abriu mão de uma carreira consolidada de 18 anos em uma empresa de telecomunicações para se lançar em um projeto novo, criando uma empresa que tivesse sua energia, onde ela pudesse fazer acontecer. Tanta confiança em um novo desafio não surgiu da noite para o dia: Kátia iniciou sua trajetória profissional como recepcionista e chegou a gerente da empresa em que atuava. Além de toda a sua bagagem, teve um grande exemplo de força e determinação dentro de sua própria casa: sua mãe.

Garra e determinação de mãe para filha

Filha mais nova de três irmãos, Kátia sempre sonhou em ser uma executiva. “Quando criança eu adorava assistir aos filmes que mostravam aquelas mulheres usando saia lápis e scarpin. Sempre tive a certeza de que queria ser uma mulher em posição profissional de destaque. Isso me motivou a tentar as faculdades de Direito e Administração. Acabei optando por estudar Administração com ênfase em Comércio Exterior”, conta.

Sua maior referência profissional sempre foi sua mãe, que, mesmo com três filhos, começou a fazer faculdade e lutou para conquistar seu sonho. “Minha mãe é uma grande referência profissional para mim. Com três filhos, ela estudou, cursou duas pós-graduações e se tornou uma profissional completa. Meu pai sempre a apoiou muito. Se não fosse o apoio dele talvez minha mãe não tivesse crescido tanto na carreira”, conta Kátia.

De secretária a gerente

Em 1999, enquanto cursava o 1º período de Administração, Kátia teve a oportunidade de trabalhar – por meio de uma empresa terceirizada – como secretária na empresa de telecomunicações do grupo CEMIG (Companhia Energética de Minas Gerais), na época fundada com a razão social Empresa de Infovias, que em 2010 mudou para CEMIG Telecom. Em 2000, foi convidada pelo então CEO da época Fernando Pimenta, para ser secretária da diretoria e ao mesmo tempo apoiar algumas funções administrativas em outros departamentos. Em menos de um ano, Kátia já estava atuando no departamento de suprimentos e logística da companhia, e seu primeiro grande desafio nessa função foi a implantação do primeiro ERP, sistema de gestão da empresa. Em 2008, Kátia realizou o sonho de morar no exterior, ficando 3 meses no Canadá, e, quando retornou ao Brasil, enfrentou o segundo desafio: implantar um novo ERP – o SAP -, experiência que contribuiu para o próximo salto na carreira. “Acredito que até hoje exista algum preconceito sobre a capacidade técnica da mulher, porém numa escala muito menor do que 10 anos atrás. E que bom que essa mudança esteja acontecendo. No mundo de Telecom ainda existe a predominância de executivos homens, mas nunca me intimidei, pelo contrário, sempre busquei meu espaço onde quer que estivesse: numa sala de reuniões só com homens, debatendo com curiosidade e conteúdo qualquer pauta, ou em qualquer outro ambiente. Por isso sempre encarei os desafios como grandes oportunidades, conquistando espaço e, principalmente, respeito”.

Kátia passou por vários setores, como área de suprimentos, comercial, tendo chegado a ser Gerente de Suprimentos e Logística e Gerente de Representante Comercial. Mas resolveu deixar a empresa onde atuava para buscar um sonho: lançar a Weclix.

Sonho conquistado

Depois de quase 20 anos na área de telecomunicações, Kátia enfrentou o desafio de criar uma provedora de internet diferente, descomplicada, que entregasse aos clientes uma internet de verdade, com qualidade, transparência, agilidade e um atendimento diferenciado ao cliente. A trajetória da empresa foi marcada pela ótima receptividade em Ribeirão Preto, bem como por sua rápida expansão para outras cidades: Sertãozinho, Jardinópolis, Orlândia, Batatais, Restinga, Sales de Oliveira, Nuporanga e São José do Rio Preto. Em breve, atingirá outras cidades do interior de São Paulo.

A ampliação das operações possibilitou a contratação de mais de 100 colaboradores, gerando um impacto altamente positivo no mercado de trabalho dos locais onde atua.

“Tudo o que estamos conquistando me deixa muito orgulhosa. A Kátia do início da carreira era uma Kátia ansiosa por chegar aonde ela chegou e que estava aprendendo muito para realizar algo muito maior, como a Weclix. Tive muitas mulheres ao longo da minha trajetória que foram referências pra mim e hoje me sinto segura para poder ajudar e falar da minha história para as pessoas que trabalham comigo. Além disso, estar ao lado desse trio de diretores que incluem Fabrício Kameyama, Giuliano Mendes e Ricardo Campos, é uma experiência extremamente enriquecedora. Não há nada melhor do que receber um tratamento de igual para igual, sem rótulos e com o máximo de respeito”, avalia.

E para as mulheres que, assim como ela, lideram grandes equipes ou que atuam em áreas predominantemente masculinas, Kátia dá um conselho. “Nada vence o treino. Se você se mantiver focada, com disciplina e constância, verá seu objetivo alcançado. Nós podemos tudo, basta buscar, ler, estudar, correr atrás do seu sonho, fazer acontecer pra valer”, finaliza.

Website: https://weclix.com.br/



Evento aborda a excelência em gestão de pessoas no desenvolvimento dos negócios

No próximo dia 30/08, terça-feira, a Associação Brasileira de Recursos Humanos- Paraná (ABRH-PR) promoverá mais uma edição do Bom Dia RH para debater o presente e o futuro da gestão de pessoas. O evento será no Sicredi, às 8h, e abordará o tema “RH: Relações Humanas, Tendências e Gestão”, com a participação de Ronald Martin Dauscha, diretor presidente da Fundação Nacional da Qualidade e integrante da MEI / CNI (Mobilização Empresarial para a Inovação); e de Sônia Gurgel, fundadora da RH Soul e presidente do Conselho Deliberativo da ABRH-PR (2022/2024). “A ideia é comentar os principais requisitos de gestão para se tornar uma empresa de excelência, e avaliar se as práticas atuais estão alinhadas com as tendências observadas no mercado”, explica Sônia.

O Bom Dia RH segue a proposta de trazer conversas relevantes para os profissionais de recursos humanos e gestão de pessoas. Nos últimos dois anos, com as mudanças decorrentes da pandemia e da adoção de novos modelos de trabalho, a experiência dos colaboradores tornou-se ainda mais importante para os gestores. “O principal desafio hoje é compatibilizar as necessidades de mercado, negócios e processos de uma organização. Com a nova relação da pessoa humana com o elemento profissional, relação, atualmente, totalmente diferente do passado”, pontua Dauscha.

Uma pesquisa realizada pela consultoria global Randstat revelou alguns dos fatores determinantes para a compatibilização entre aspirações pessoais e propósito profissional: em primeiro lugar, está a progressão de carreira, citada por 77% dos entrevistados. O ambiente de trabalho agradável é o segundo fator, citado por 74% das pessoas que responderam à pesquisa. Para Sônia Gurgel, todos os encontros de gestão de pessoas vão, inevitavelmente, caminhar para as discussões sobre este cenário contemporâneo: “É importante visualizar e discutir o que imaginamos para os próximos anos, como estas mudanças estão impactando na nossa rotina”, completa.

No encontro do dia 30, os participantes também poderão conhecer o trabalho que a Fundação Nacional da Qualidade tem desenvolvido para avaliar boas práticas de gestão. “Nosso objetivo é apresentar dois aspectos muito importantes para a administração de Recursos Humanos: o entendimento, a avaliação e a melhoria constante na Excelência da Gestão dos processos com pessoas e a necessidade de uma contínua adequação da cultura, da política e dos processos da organização, visando criar o espaço e a manutenção de profissionais competentes e engajados”, finaliza Dauscha.

O evento “RH: Relações Humanas, Tendências e Gestão” será no dia 30 de agosto, das 8h às 10h, na Sicredi. Mais informações: https://bit.ly/3QEaT8u.

Serviço – Bom Dia RH – “RH: Relações Humanas, Tendências e Gestão”

Palestrantes: Ronald Martin Dauscha – diretor presidente da Fundação Nacional da Qualidade e integrante da MEI / CNI (Mobilização Empresarial para a Inovação)

Sônia Gurgel – fundadora da RH Soul e presidente do Conselho Deliberativo da ABRH-PR (2022/2024)

Data: 30/08 (terça-feira)

Horário: 8h às 10h

Local: Sicredi (Alcides Munhoz, 165 – Mercês)

Informações e inscrições: https://bit.ly/3QEaT8u.



Alog abre vagas em São Paulo, Tamboré e Rio de Janeiro

Operadora de serviços de TI, a empresa está entre as melhores empresas de TI para trabalhar no Brasil, de acordo com o Great Place to Work

A Alog abre em São Paulo oportunidades para estudantes de cursos relacionados a TI nas áreas de Processos (auditoria e qualidade) e Service Desk. Para graduados, as vagas são para Operador de Data Center Junior e Coordenador de Engenharia de Redes. Em Tamboré, é possível candidatar-se a estágio em Operações IDC.

No Rio de Janeiro, há espaço para Analista de Marketing, Analista de Suporte, Gerente de Contas, Assistente de Arquitetura de Soluções, Analista de Desenvolvimento de Software e Operador de BMS. Estudantes universitários podem se candidatar ao estágio na área de Marketing.

Para todos os cargos são oferecidos, além de participação nos resultados, benefícios como planos de saúde e odontológico, vale-refeição, alimentação e transporte, convênios com faculdades, cursos, restaurantes e academias, auxilio creche, auxilio funerário, seguro de vida e cartão farmácia. A Alog possui, ainda, política de treinamentos, com reembolsos para cursos de graduação e/ou pós-graduação e certificações técnicas.

As etapas do processo seletivo envolvem triagem de currículos, entrevistas com o RH, aplicação de testes, entrevistas com o gestor/diretor de cada área. Para candidatar-se e ter acesso a mais informações sobre as oportunidades, basta acessar o site da Alog. Os candidatos encontram informações, também, nas redes sociais da empresa: Twitter, Facebook e Linkedin.

 



Atento anuncia Mário Câmara como novo diretor-geral da Regional Brasil

A Atento, provedora de serviços de gestão de clientes e terceirização de processos e negócios, anuncia Mário Câmara como novo diretor-geral da companhia no Brasil. Câmara assume o cargo a partir de 1º de março e se incorpora também ao Comitê Executivo do Grupo Atento.

O novo diretor-geral foi responsável por liderar o significativo crescimento da unidade de negócios Financeiro, área que liderou nos últimos cinco anos. Durante sua atuação, Mário Câmara contribuiu para consolidar a Atento como a maior empresa de serviços de gestão do relacionamento com clientes e processos de negócios (CRM/BPO) no segmento de serviços bancários e financeiros no País e na América Latina. Vale destacar que o Brasil é o país em…[LEIA MAIS]



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