Zoom lança o “Zoom For Home”

O Zoom anunciou o Zoom for Home, uma nova categoria de experiências de software e dispositivos de hardware para auxiliar o trabalho remoto. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em um momento em que os empregadores estão tentando entender como será o “novo normal” para o trabalho, o Zoom for Home melhora a experiência dos colaboradores para se conectarem remotamente e serem produtivos.

O futuro do trabalho será um híbrido de experiência virtual e pessoal. Em um estudo recente da IBM, 81% dos entrevistados – contra 75%, em abril – indicaram que desejam continuar trabalhando remotamente pelo menos uma parte do tempo. Mais da metade – 61% – gostaria que essa se tornasse sua principal maneira de trabalhar.

As grandes empresas ao redor do mundo já indicaram que não preveem um retorno às formas de trabalho pré-COVID. Além disso, de acordo com um estudo recente da Morning Consult, quase metade dos adultos capazes de trabalhar remotamente acredita que as reuniões virtuais são pelo menos tão eficazes quanto as reuniões presenciais.

O Zoom for Home atende às necessidades do presente e o novo normal das forças de trabalho híbridas.

Zoom for Home – DTEN ME
O Zoom fez parceria com a DTEN para criar um espaço de trabalho imersivo e produtivo. Os recursos do dispositivo multifuncional de 27 polegadas incluem: três câmeras grandes angulares incorporadas para vídeo de alta resolução; um conjunto de 8 microfones para áudio cristalino em reuniões e telefonemas; e, uma tela sensível ao toque com resposta ultra-rápida para compartilhamento de tela interativo, quadro branco, anotação e ideação.

A configuração é simples: o Zoom for Home – DTEN ME funciona imediatamente e se conecta a qualquer pessoa com uma licença do Zoom Meeting.

O Zoom for Home também é compatível com todos os aparelhos Zoom Rooms, incluindo outras soluções de hardware da Neat e Poly, permitindo que os usuários selecionem o hardware necessário para criar a melhor experiência de comunicação work-from-home em espaços como a sala de estar.

Principais Recursos do Zoom for Home:

– Aprimore a experiência do Zoom – Faça login em um dispositivo compatível com Zoom for Home com uma conta de usuário Zoom para criar experiências imersivas no escritório sem licenças adicionais (o Zoom for Home está disponível com todas as licenças do Zoom Meeting, incluindo a básica);

– Sempre pronto – inicie reuniões facilmente, faça e receba telefonemas e colabore virtualmente com o compartilhamento e anotação de conteúdo;

– Personalização – sincronize com o calendário, o status, as configurações de reunião e o telefone do usuário para uma experiência integrada de comunicação unificada video-first;

– Opções flexíveis de gerenciamento – O Zoom para dispositivos domésticos pode ser configurado para ser gerenciado remotamente pela TI a partir do Portal de Administração ou autogerenciado pelo usuário final;

– Design do Zoom for Home – Garante que o hardware seja uma solução construída para esta finalidade e com preços acessíveis para a configuração de escritório doméstico.

“Depois de experimentar o trabalho remoto nos últimos meses, ficou claro que precisávamos inovar em uma nova categoria dedicada aos trabalhadores remotos”, declara Eric S. Yuan, CEO do Zoom. “Estou muito orgulhoso pela equipe, por continuar pensando fora da caixa e provar que o Zoom é a melhor plataforma de comunicações unificadas que pode atender às necessidades de todos os tipos de usuários”.

“Com os empregadores e funcionários tentando entender como será o futuro do trabalho, é importante que as pessoas se sintam preparadas para o sucesso”, afirma Rich Costello, analista de pesquisa sênior da IDC. “Há três meses, era garantir que os funcionários tivessem a configuração ergonômica correta. Agora, passamos à fase de garantir que os funcionários tenham os dispositivos certos para permitir melhor produtividade”. A categoria Zoom for Home é uma forma poderosa de as empresas oferecerem ferramentas que auxiliam seus colaboradores que trabalham de casa no engajamento, na conexão e na colaboração.”

O Zoom for Home – DTEN ME já está disponível para pré-venda por US$ 599 (USD), com entrega prevista para agosto de 2020.

Para mais informações, acesse o site.

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DNIT e Autodesk assinam acordo de colaboração técnica em BIM

A Autodesk Brasil e o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) assinaram no dia 31 de julho um acordo de colaboração técnica para promover mútua cooperação e promover ações para fomento à implantação de melhorias na gestão de projetos e de obras públicas, por meio da utilização do BIM (Modelagem da Informação da Construção). [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Hoje o DNIT tem 56 mil quilômetros de estradas e rodovias, 28 mil km de ferrovias e hidrovias para gerenciar, ampliar e melhorar.

“O BIM é um dos objetivos estratégicos do órgão, que participa do Comitê de Implementação do BIM do governo federal e do Ministério de Infraestrutura, como forma de prover à população brasileira um processo melhorado para conectar este país que tem uma diversidades enorme de desafios de mobilidade”, afirma Pedro Soethe.

Soethe é o líder do time técnico da Autodesk Brasil e irá trabalhar diretamente com a equipe da Diretoria de Planejamento e Pesquisa da DNIT com o objetivo de promover um cronograma de ações para os próximos 2 anos, que irão culminar no cumprimento das metas estabelecidas no acordo.

A cooperação visa assegurar a implementação efetiva do BIM, baseada em três pilares: Politica (Pessoas), Processos e Tecnologia. Sendo assim, as instituições definiram as metas abaixo para para atingir estes objetivos:

– Elaboração de Guia de Projetos de estradas usando o BIM

– Operação assistida para projetos de infraestrutura rodoviária

– Estruturação de templates, relatórios e objetos paramétricos

– Realização de eventos técnicas (Workshops)

– Apresentação dos resultados para a população

O documento foi assinado entre o Diretor de Planejamento e Pesquisa, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello e o presidente da Autodesk Brasil, Sylvio Mode. Este acordo traz todo o conhecimento de implementação do BIM que a Autodesk tem no Brasil e no mundo entre diversas instituições, públicas e privadas.

O BIM é uma metodologia de projetos e construção na indústria de engenharia civil e arquitetura que tem representado nos últimos anos um expressivo crescimento na sua adoção e desenvolvimento, pois é uma das grandes inovações no setor para aumentar a sua produtividade, qualidade dos projetos e construção e economia.

Os dados não mentem em relação ao sucesso da aplicação desta metodologia. Para se ter uma ideia, o governo do Reino Unido tornou o BIM mandatório em 2016 e desde então tem tido economia de 20% nos custos de obra além de maior transparência e controle sobre obras licitadas e contratadas.

Vale lembrar que a Autodesk Brasil tem ajudado instituições privadas e governos na esfera municipal, estadual, e em alguns órgãos federais, já há uma década, na adoção da metodologia, como forma de garantir melhor nível de eficiência e transparência no gerenciamento de obras civis.

Pela experiência de quem já adotou a metodologia, o BIM permite redução de até 20% nos custos de uma construção, do projeto à manutenção pós obra, o que é estratégico tanto na elaboração de projetos quanto no acompanhamento e fiscalização dando mais transparência ao processo.

O Brasil prepara-se para adotar a metodologia BIM (Building Information Modeling) como pre-requisito à contratação de obras de infraestrutura federais a partir de 2021, de acordo com o decreto nº 10.306, assinado em 2 de Abril de 2020.

 

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Como a pandemia impactou a gestão da tecnologia

 Por Caio Vicente *

 O coronavírus modificou o modo de vida de todos e nada mais será como antes, principalmente do ponto de vista do uso da tecnologia. Todos os setores estão sendo afetados, incluindo o gerenciamento dos serviços de TI (ITSM) e de service desk que estão tendo que se adaptar à rápida transformação digital.

Com as medidas de isolamento social adotadas muitas empresas implementaram permanentemente o modelo de home-office para trabalhar e por isso, mais do que nunca os times precisam de um suporte eficiente.

Graças ao aumento da atividade remota a procura por softwares e aplicativos que sustentem todo funcionamento da empresa também cresceu. Principalmente no que diz respeito às demandas da área de TI que para manterem-se em perfeito funcionamento precisam de ferramentas eficientes.

Trata-se de um momento no qual é essencial dar continuidade aos negócios e garantir que os colaboradores fiquem seguros trabalhando de suas casas. Seja do ponto de vista da saúde, ou da segurança de dados, que neste momento deve ser ainda mais reforçada, para evitar fraudes on-line, invasões digitais ou a perda de informações estratégicas.

No novo contexto mundial, a área de ITSM ganhou ainda mais relevância do que antes, já que  é ela que garante a agilidade e inovação dos processos. Desta forma, as equipes precisam estar preparadas para cumprir essa função.

O uso da tecnologia em nuvem é um exemplo de como uma infraestrutura robusta de gestão de serviços de TI é benéfica e deixa de lado a complexidade, já que sua contratação envolve serviços realizados por uma empresa especializada, garantindo trocas mais ágeis de informações, de maneira segura e paga pelo uso.

Além disso, para que as atividades remotas funcionem com mais eficiência, as áreas de TI terão que investir em ferramentas de hardware e licenças VPN, além de oferecer suporte técnico aos colegas e outras equipes, tudo isso com o desafio da ausência da interação presencial.

Com a necessidade de mudanças no ITSM para operara com as novas demandas do mercado por conta da pandemia, a automação dos processos ganha um papel ainda mais relevante. Por isso, todas as atividades que hoje são repetitivas, manuais e exigem um grande volume de retrabalho serão automatizadas para garantir a otimização do trabalho.

A área de TI será então, cada vez mais exigida, cumprindo um papel fundamental em todos os departamentos e para empresas de diversos setores, especialmente para as que adotaram o trabalho remoto.

As equipes de TI serviços essenciais nas empresas, como de fato são nas cidades. Esta área deve ser considerada como uma parceira dos negócios, já que sua operação é extremamente sensível para o funcionamento das empresas, principalmente para as que aderiram ao home office.

Imagine que um colaborador esteja trabalhando remotamente e precise de ajuda com a instalação de um novo sistema, por exemplo, isso poderá ser feito de forma rápida e sem burocracia com a ajuda da área de TI.

De acordo com a IDC, a adoção do home office, a digitalização de processos e a transformação do modo de consumo são mudanças que trarão resultados positivos no curto e médio prazo. Daqui para frente, a transformação digital vai ser ainda mais rápida e o domínio da tecnologia  um conhecimento fundamental para todos os serviços e mercados.

* Caio Vicente é gerente de soluções da TOPdesk 

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Mercado de celulares tem alta de 10% no terceiro trimestre de 2020, segundo a IDC Brasil

Em julho, agosto e setembro de 2020, o mercado total de celulares registrou alta de 10% na comparação com o mesmo período de 2019. De acordo com o estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q3/2020, da líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, no período foram vendidos 13,4 milhões de smartphones e 745,2 mil feature phones, aumento de 14% e queda de 26%, respectivamente.

Este número engloba as vendas no mercado cinza, que comercializou 1,2 milhão de smartphones e 35,4 mil feature phones, queda de 4% e 76% em relação ao mesmo período de 2019. A receita foi 48% maior e registrou R$ 20,5 bilhões.

Segundo Renato Murari Meireles, analista de pesquisa e consultoria em Mobile Phones & Devices da IDC Brasil, o mercado se recuperou melhor do que o esperado no terceiro trimestre de 2020. Neste período, o analista considera que ações como o auxílio emergencial ajudaram a injetar dinheiro na economia e podem ter refletido no consumo. Além disso, foi um período de compras que deveriam ter acontecido no segundo trimestre.

“A demanda que estava reprimida nos meses de abril, maio e junho, por conta do fechamento do comércio, foi retomada de julho a setembro”, explica Renato. Houve movimento no e-commerce, mas, segundo ele, o brasileiro ainda tem a cultura de ir à loja física para ver o produto antes de comprar. A pandemia também fortaleceu o uso da tecnologia e aumentou a necessidade e o uso de smartphones.

“Os brasileiros usaram mais aplicativos e serviços de streaming, por exemplo, e percebemos a busca por smartphones com performance melhor. As videoconferências realizadas para o trabalho também foram motivo para buscar aparelhos mais potentes”, avalia.

De acordo com o estudo da IDC Brasil, a receita e o preço médio dos celulares também aumentaram no 3º trimestre de 2020, por dois fatores: a alta do dólar, 35% mais caro do que no mesmo período de 2019, e os lançamentos com especificações mais robustas. “O dólar passou de US$ 3,97 no terceiro trimestre de 2019 para US$ 5,38 no terceiro trimestre de 2020, e afetou todo o ecossistema de tecnologia. Por isso, o aumento não foi tão agressivo em volume de celulares, mas em receita”.

Os smartphones custaram em média R$ 1,5 mil e os feature phones, R$ 145, alta de 30% e 32% respectivamente.

O analista da IDC Brasil diz que a projeção da IDC para este período era menos expressiva. “A pandemia foi desafiadora, mas trouxe movimentos diferentes para o mercado, como o auxílio emergencial, novos produtos, além de aumentar a percepção da necessidade e usabilidade da tecnologia. No entanto, o período também foi marcado pela falta de componentes”, explica.

Os dados do quarto trimestre de 2020 ainda não foram consolidados e o dólar continuou sendo um desafio, mas a expectativa da IDC Brasil é que o mercado tenha seguido se recuperando com a reabertura das lojas e das vendas na Black Friday e Natal. “A indústria teve mais equilíbrio, principalmente em relação ao abastecimento dos canais, mas 2021 deve começar com o varejo menos estocado do que os anos anteriores”, finaliza Renato.



Equilíbrio entre avanço tecnológico e valorização profissional desafia empresas

A tecnologia permeia diversos segmentos da sociedade, e no ambiente corporativo não é diferente. Segundo uma pesquisa realizada pela Cortex, empresa de inteligência de dados para marketing e vendas, os setores de varejo, financeiro, serviços, construção e educação  são os que mais investem em tecnologias digitais no Brasil. De acordo com a pesquisa, esses são os mercados mais avançados tecnologicamente entre as 233,4 mil empresas analisadas entre matrizes e filiais.

A análise mostra que o varejo foi o setor com a maior adoção tecnológica, com destaque para as áreas de comércio de vestuário, acessórios, produtos alimentícios e produtos farmacêuticos. De modo geral, dentre as organizações estudadas, 79,1 mil têm um alto nível de tecnologia, 105 mil possuem um grau médio e 49,3 mil ainda contam com uma baixa adesão.

Segundo a Cortex, os empreendimentos foram avaliados em diversas categorias, como Cloud Providers, Business Email Hosting, CRM, Marketing Automation, AI Services, Blog, E-commerce e Security, nas quais receberam uma pontuação de 0 a 100. Ao todo, 9.585 tecnologias foram monitoradas.

Em entrevista ao site Varejo S.A, Claudenir Andrade, diretor de software houses da Afrac (Associação Brasileira de Tecnologia para o Comércio e Serviços), destacou que “toda empresa vai precisar da tecnologia para sobreviver, independente de sua área de atuação”.

De olho nesse “filão”, a  Positivo Tecnologia tornou público o interesse em investir no setor corporativo e governamental para compensar a queda de venda de PCs para os cidadãos. No segundo trimestre do ano,  59% do faturamento da empresa curitibana veio da divisão “corporate”, composta por empresas e instituições públicas. As vendas do varejo, por sua vez, responderam por 20% da receita, ao passo que 21% da receita veio da venda de urnas eletrônicas para o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O avanço tecnológico esbarra na questão dos limites que devem haver para que a tecnologia utilizada em uma empresa não sobreponha o material humano que ela dispõe. A afirmativa é de Cíntia Possas, advogada, palestrante, mentora na área trabalhista, presidente da Comissão de Direitos Coletivos e Sindical da ABA-RJ (Associação Brasileira de Advogados do Rio de Janeiro), Secretaria-Geral da Comissão Nacional Digital da ABA (Associação Brasileira de Advogados) e empresária à frente do Escritório de Advocacia com seu nome e da empresa Casmec Consultoria e Capacitação Profissional. 

“O avanço tecnológico trouxe inúmeros benefícios, sendo os mesmos inegáveis. Todavia, devemos buscar o equilíbrio entre o avanço tecnológico e a valorização do homem frente ao capital”, afirma.

Para Cíntia Possas, a flexibilização e a modernização devem ocorrer em observância aos princípios contidos na Constituição Federal, visando evitar a precarização do trabalho e prejuízos, aumento das desigualdades, jornadas extenuantes de trabalho, riscos à saúde física e psíquica dos trabalhadores e baixa remuneração.

“As novas tecnologias são benéficas à medida em que aumentam a produtividade e geram lucratividade aos negócios”, resume.

A advogada e empresária Cíntia Possas observa que o incremento do uso da tecnologia nas empresas nos últimos anos trouxe à tona novas modalidades de contratação, o que gerou a extinção de determinados cargos e o surgimento de novas profissões. “Outrossim, o profissional, com o surgimento de novas tecnologias, tem que se atualizar, capacitar e ampliar seus conhecimentos”.

Para mais informações, basta acessar: https://cintiapossas.adv.br/



Harumi Asahida assume diretoria de negócios UCC da Network1 Redação

A Network1, distribuidora de valor agregado da ScanSource, focada em soluções de Comunicação Unificada e Colaboração, no Brasil e na América Latina, contrata Harumi Asahida (foto). A executiva, que acumula mais de 30 anos de experiência no mercado, ingressa na distribuidora como diretora de Desenvolvimento de Negócios de Comunicação Unificada e Colaboração (UCC) para América Latina.

“Além do foco no business de UCC, estarei à frente de linhas estratégicas para a empresa não só no Brasil, mas também na América Latina, região em que temos muito mercado para desenvolver”, diz Harumi.

A executiva é graduada em Ciência da Computação na Unicamp e atuou em empresas como o Grupo Itautec, Grupo Itec, além da Alcatel-Lucent. Seu último cargo foi Diretora Regional de Canais e Distribuição para CALA na Polycom.

Para a Network1, o ingresso da Harumi, bem como a criação do novo cargo, vem ao encontro da estratégia da empresa de fomentar ainda mais negócios na área de UCC, além de ampliar a participação dos negócios provenientes da América Latina. “Estou confiante de que a bagagem da executiva será de grande relevância para o atingimento da meta de crescimento prevista para os próximos anos”, diz Rafael Paloni, presidente da Network1.

 

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Reter talentos ainda é um grande desafio, mostra pesquisa da Efix

Reter talentos ainda é um grande desafio, mostra pesquisa da Efix
Redação

Estudo aponta que empresas ainda têm dificuldade de manter em casa
seus melhores profissionais e de desenvolver programas de qualificação

A Efix, especializada em sistemas de gestão de talentos, realizou pesquisa em 2014 com 10 mil profissionais da área de RH para entender melhor as dificuldades das empresas em reter seus talentos. “Cerca de 48% das empresas brasileiras ainda não contam com nenhum tipo de serviço de gestão de talentos”, afirma Roberto Ventura, desenvolvedor de ferramentas de gestão da Efix.

O estudo possibilitou também refletir o caminho que o RH ainda pode percorrer para amadurecer a gestão de pessoas. No total de entrevistados, 66% planejam investimentos em ferramentas de gestão de performance para os próximos dois anos, e 75% querem investir em treinamento e desenvolvimento.

Outros
dados importantes foram identificados no levantamento como a
importância da gestão de talentos para as organizações. Cerca de 60% dos
respondentes declararam sentir a equipe mais engajada e 50% conseguiram
identificar seus principais talentos. Os participantes (49%) afirmaram
que a gestão de talentos traz uma visão mais objetiva sobre o desempenho
das equipes e 48% disseram que a média liderança tem mais facilidade em
gerir as equipes. E 30% afirmaram ter diminuído o turnover na organização.

“Um
sistema de avaliação de desempenho permite que o gestor tenha um mapa
objetivo das competências individuais e do time, e consiga traçar um
plano adequado de desenvolvimento”, afirma Ventura.

De acordo com a empresa, os dados também mostram que a gestão do desempenho é um instrumento eficaz para reter talentos e prepará-los
para voos mais altos na organização. “O problema é maior quando
empresas médias, mas com crescimento acelerado, deixam a gestão da
performance e de talentos em segundo plano. O tempo de amadurecimento e
treinamento é caro, e a rotatividade tem um impacto enorme no resultado
da empresa”, completa o executivo.

Como ter um plano
Ventura lembra que o primeiro passo é mostrar à liderança a
necessidade de um sistema de gestão de desempenho e performance, o que
ajuda a apurar quais são os reais talentos da organização de forma
objetiva.

Se o gestor de RH obtiver esse apoio, ele diz, o próximo
passo é estabelecer uma métrica objetiva de avaliação de pessoas e a
metodologia de apuração dos resultados. É importante, também, segundo
Ventura, estabelecer uma rotina de feedback, e orientar o gestor para que essa ferramenta seja um aliado no desenvolvimento do profissional, e não um entrave.

“Caso
o profissional atinja a meta, é importante que haja algum tipo de
recompensa pelo seu esforço. Caso contrário, é difícil engajar as
pessoas”, alerta.



InovAtiva Brasil abre inscrições para novos empreendedores

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) lançou a terceira edição do InovAtiva Brasil. Nesta edição, o programa irá oferecer aos participantes acesso diferenciado a editais de fomento do Ministério da Educação  (CNPq-Setec/MEC) e do Senai com foco em inovação. Startups de todo o Brasil podem fazer inscrição para participar da iniciativa no site do InovAtiva Brasil Ao todo serão selecionados 300 projetos inovadores. As inscrições podem ser feitas até 19 de junho.

Segundo o secretário de Inovação do MDIC, Marcos Vinícius de Souza, o InovAtiva Brasil surgiu como uma resposta do ministério a demandas recebidas há três anos por fundos de investimento, sobretudo estrangeiros.

“Percebemos cinco grandes problemas no ecossistema brasileiro que motivaram a criação do InovAtiva: a falta de perfil empreendedor, validação e modelagem de negócios deficientes, capacitações inadequadas para negócios de alta tecnologia, metodologias específicas apenas nos grandes centros e pouco networking empresarial“, destacou Souza.

Em três pilares – capacitação, mentoria e conexão – o programa InovAtiva já alcançou, nas duas primeiras edições, 7 mil empreendedores e profissionais cadastrados na plataforma, mais de 2,3 mil projetos submetidos, 178 mentorados e 95 startups finalistas.

Nesta terceira edição, a proximidade com grandes empresas brasileiras de diversos segmentos será uma das prioridades, segundo apontou Souza. “A ideia é atrair executivos com experiência para se tornarem mentores do programa e, com isso, passarem a identificar oportunidades de negócios, inovação e aprendizado no ecossistema de startups“.

Fases do programa
Na primeira etapa, o InovAtiva receberá a inscrição de empreendedores. Estão aptos negócios pré-operacionais ou empresas nascentes – com até cinco anos de vida – e com faturamento anual máximo de R$ 3,6 milhões. As iniciativas também não podem ter recebido investimentos superiores a R$ 500 mil. Novos negócios (spin-offs) criados por empresas estabelecidas há mais de cinco anos também podem participar.

Os 300 projetos mais destacados passam para a segunda fase, na qual os empreendedores ficam em contato direto com mentores – empreendedores de sucesso, executivos de médias e grandes empresas, investidores e consultores – que ajudam as startups a compreender o mercado e a desenvolver seus produtos.

Na terceira e última fase, após mais dois meses de mentoria, os 100 negócios mais estruturados participam de uma banca de apresentação dos negócios a investidores e grandes empresas. Todas as atividades do programa são gratuitas aos participantes.

Diferenciais da edição 2015
O MDIC aprovou um projeto no Prosperity Fund, programa de cooperação do Reino Unido, que prevê a ida de 15 finalistas do InovAtiva 2015 com perspectiva de internacionalização ao Reino Unido para conectar os seus negócios a investidores, aceleradoras, empresas e outros atores britânicos;

Já a parceria om o Senai prevê uma pontuação extra para os finalistas do InovAtiva que quiserem participar do Edital de Inovação da Indústria, que financia projetos de Pesquisa e Desenvolvimento de empresas;

Parceria com o Ministério da Educação (MEC) no âmbito das Chamadas de apoio financeiro a projetos de empresas com Institutos Federais de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, “Chamada CNPq-SETEC/MEC – Apoio a Projetos Cooperativos de Pesquisa Aplicada e de Extensão Tecnológica”.

A novidade é que o MEC vai criar dentro da Chamada uma Linha de Apoio exclusiva para startups finalistas do InovAtiva Brasil. As empresas finalistas das edições anteriores, 2013 e 2014, também terão acesso.

*Com informações da Agência MDIC

 

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FIA abre inscrições para MBA Analytics em Big Data

A Fundação Instituto de Administração (FIA) anuncia a abertura das inscrições para o curso MBA Analytics em Big Data, que podem ser realizadas pelo site. A entidade pretende formar especialistas em técnicas de captura, armazenamento, processamento e análise de informação em base de dados.

Por meio da extração de dados e informações de bancos não estruturados em tempo real em Big Data, segundo a FIA, o aluno terá ampliada sua capacidade de tomada de decisões, com redução de tempo e custo de processamento. Além disso, estará apto a aplicar técnicas e algoritmos em qualquer base com dados obtidos por ferramentas da internet como Google e redes sociais.

O curso é voltado para profissionais de Computação, Tecnologia da Informação, Analytics, estatísticos, analistas de mídia social, publicitários, gestores de marketing e CRM, e atuantes no e-commerce.

MBA Analytics em Big Data

Início da Turma: 04/05/2015

Horário: segundas e sextas, das 19h às 23h

Local: FIA Butantã

Carga horária: 600h

 

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Renato Morcelli assume gerência nacional de Vendas da Senior

A brasileira de software para gestão, Senior Sistemas, anuncia a contratação Renato Morcelli como seu novo Gerente Nacional de Vendas. Com aproximadamente 20 anos de experiência no mercado de TI, relacionados à comercialização e implantação de sistemas de gestão empresarial (ERP), o executivo tem o desafio de manter os esforços para ampliar a participação de mercado da companhia.

Morcelli irá contribuir para as ofertas da empresa ganhem destaque no cenário nacional. A Senior possui um portfólio para empresas de diversos portes e segmentos. Tem conhecidas soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas e Gestão de Acesso e Segurança. O novo executivo também atuará com programas de canais de vendas, gestão de produtos e estruturação de ofertas em Cloud Computing e e-Learning para indústria e varejo.

Com MBA em Gestão de Negócios em Vendas pela PUC/SP e em Gestão Empresarial pela FGV/SP, o novo gerente tem especialização em Informática Aplicada a Negócios pela FASP/SP e curso de Finanças para Executivos não Financeiros pelo IBMEC/SP. Graduado em Tecnologia em Processamento de Dados pela UNICAMP/SP, tem experiência em Gestão de TI como apoio aos negócios, atuando na transformação da área em prestadora de serviços corporativos.

Experiência
Com passagens por empresas como b-datum, Linx e Totvs, conta com experiência em gestão comercial, estruturação e gerenciamento de equipes de vendas, pipeline e forecast por meio das metodologias Solution Selling, SPIN e Predictable Revenue, assim como estruturação, implementação e gestão de programas de canais de vendas, gestão de produtos e estruturação de ofertas em Cloud Computing e e-Learning para indústria e varejo.

A gerência nacional de vendas da Senior estava em aberto desde janeiro deste ano, quando Marcos Guenther assumiu a diretoria da Head Tecnologia Integrada, negócio da companhia que atua com projetos integrados de segurança predial e atende clientes como Fiat e Braskem – acumulando, ainda, o cargo de diretor da filial da Senior no interior de São Paulo, cujo trabalho também é focado em soluções de acesso e segurança.

 

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Os 5 tipos de CDO. Quem cuidará da sua estratégia de dados?

O surgimento do big data, com sua inundação de dados, trouxe para o mundo corporativo um novo personagem e o Chief Data Officer (CDO) começou a fazer parte do time dos executivos que comandam uma empresa. Nos últimos anos, as maiores companhias do mundo criaram um cargo desses. Mas o perfil desse profissional tem variado muito, de acordo com a consultoria Strategy, um braço da PWC.

O sucesso do CDO depende em muito de ele entender a empresa e como ela age no mercado. Seus planos para transformar a montanha de dados em alguma estratégia vencedora só costumam dar certo quando seu próprio perfil se encaixa na cultura organizacional e no segmento de mercado onde a corporação atua.

O relatório “The Right CDO for Your Company’s Future” da consultoria cita cinco perfis ideais e que têm conseguido sucesso no mercado. “A demanda por CDOs está aumentando e isso só intensificará”, diz Roman Friedrich, consultor de Transformação Estratégica da PwC. “No entanto, muitas empresas continuam a ser inseguras sobre o que querem de um líder digital. Os cinco arquétipos fornecem um guia para ajudar a definir qual CDO deve ser contratado e como ele pode realizar melhor o seu papel”.

1. O Pensador Progressista – A missão deste executivo é pensar criativamente sobre como o negócio poderiam ser transformados com a digitalização e obter nova inspiração conforme a empresa muda para um modelo totalmente digital.
Quem deve contratar? As empresas mais tradicionais, como produtos químicos/petróleo e outras utilities que já têm um conjunto estável e forte de recursos de diferenciação, mas ainda têm de se beneficiar plenamente da digitalização.

2. O Disruptor Criativo – Ao contrário do pensador progressista, o disruptor criativo tem uma abordagem mais mão-na-massa para o desenvolvimento de novas tecnologias digitais e modelos de negócios.
Quem deve contratar? Um disruptor criativo pode ser especialmente valioso para empresas orientadas para o consumidor final, como a mídia e varejo, que enfrentam alterações graves como resultado da digitalização em seus setores.

3. O Cliente-Advogado – Esses executivos, normalmente se reportam às áreas comerciais e de atendimento – e poderiam até mesmo substituí-los – são impulsionados por uma orientação focada no mercado e satisfação do cliente. Ele se concentra no desenvolvimento de uma experiência do cliente conveniente, envolvente e sem interrupções. Costuma usar projetos pensados em todos os canais, digitais e físicos.
Quem deve contratar? Este tipo é o mais adequado para empresas em indústrias voltadas para o cliente, tais como varejo, bancos, e viagens. Principalmente porque a transformação digital ainda não penetrou completamente em suas vendas e marketing, portanto ainda há tempo para mudar.

4. O Técnico Inovador – Muito parecido com os conhecidos CTOs e CIOs, da tecnologia, esse executivo de dados promove o uso das novas tecnologias digitais para transformar a cadeia de valor da empresa, fornecendo a base tecnológica para novos modelos de negócios digitais por meio de tecnologias. É quem pensará a Internet das Coisas (IoT), mobilidade, mídia social e analytics, melhorando a eficiência interna e encontrando maneiras de cortar custos.
Quem deve contratar? As empresas nas indústrias de manufatura, por exemplo, deve considerar esses executivos para otimizar ainda mais suas cadeias de fornecimento e trazer tecnologias digitais para as fábricas e principais etapas de produção, tais como design e prototipagem.

5. O Universalista – A missão deste CDO é tipicamente para gerenciar todos os aspectos de uma transformação digital completa. O mais visionário dos cinco arquétipos, o universalista exige um apoio forte ou até poderes de CEO para ter sucesso.
Quem deve contratar? Esse líder da transformação digital adequado para empresas em qualquer setor que se encontram perdendo a corrida para a adaptação digital. São as que precisam de um executivo que possa realizar a mudança transformacional de maneira rápida e abrangente.

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Transformação digital é alvo do novo vice-presidente corporativo da Microsoft para AL

A Microsoft anuncia hoje Cesar Cernuda como novo vice-presidente corporativo para a região da América Latina. Em seu novo papel, Cernuda irá liderar a Microsoft LATAM, que inclui seis subsidiárias com mais de 2.500 funcionários e 80.000 parceiros.Uma das áreas chaves para Cernuda será ajudar os clientes da Microsoft na América Latina a acelerar seu crescimento, seus negócios e a embarcarem em sua jornada de transformação digital.

O executivo será responsável por todos os produtos, serviços e ofertas de suporte da Microsoft em toda a América Latina acelerando a transformação atual da empresa para ser líder em produtividade neste momento em que a mobilidade e a nuvem estão em primeiro lugar.

Cernuda volta à América Latina após três anos de sucesso liderando os negócios da Microsoft na região Ásia-Pacífico. Antes desta função, ele atuou como vice-presidente de vendas, marketing e serviços para a Microsoft América Latina, com sede em Fort Lauderdale.

Sobre a nomeação de Cernuda, Jean-Philippe Courtois, presidente da Microsoft Internacional destaca: “a Microsoft tem uma missão simples – possibilitar que cada pessoa e cada organização do planeta alcance mais. A América Latina, com uma população grande, jovem, com criatividade, energia e espírito empreendedor oferece o cenário perfeito para tornar essa missão uma realidade. Para isso, precisamos de uma liderança excepcional e é com prazer que dou as boas-vindas para Cesar na sua volta para a América Latina. Ele é um líder experiente na Microsoft, com um consistente histórico de sucesso em mercados desenvolvidos e emergentes”.

Veterano na empresa
Cernuda, um veterano da Microsoft, com 19 anos de experiência, atuou em várias posições de liderança sênior para Microsoft Business Solutions, inclusive supervisionando o negócio de ERP e CRM da Microsoft em todo o mundo. Ele ingressou na Microsoft Espanha em 1997. Antes disso, trabalhou na Software AG e Banco 21.

Sobre seu novo papel, Cernuda destaca: “não poderia estar mais motivado para retornar para a América Latina, uma das regiões mais dinâmicas e vibrantes para a Microsoft e uma parte do mundo com a qual sou familiarizado e apaixonado. Estou ansioso para ajudar nossos clientes acelerarem sua transformação digital.”

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Intel conta com novo diretor-geral no Brasil

A Intel conta no Brasil com um novo diretor-geral, Maurício Ruiz. O executivo sucede David González no comando das operações no País. David, que permaneceu na função por dois anos, segue para uma nova posição na Intel nos Estados Unidos.

A mudança faz parte de um processo de reorganização da corporação e segue a política da empresa de estímulo a que executivos gerenciem áreas distintas dentro de seu campo de atuação.

González comandou transições tecnológicas fundamentais na operação da Intel no Brasil, tanto nos segmentos de consumo quanto no corporativo, além de ter trabalhado no fomento do ecossistema com foco em inovação. Durante sua carreira na Intel, González atuou como Chief of Staff de Sean Maloney, vice-presidente global de vendas e marketing da, gerenciou grupos de contas corporativas, ocupou posições estratégicas nas áreas de canais, direcionados especificamente para os mercados do Brasil e México, atuou diretamente na área de marketing para a América Latina, e liderou equipes globais de vendas e Marketing, na Califórnia, EUA.

Currículo
Mauricio Ruiz conta com 17 anos de experiência na Intel, tendo atuado em diversas áreas, desde engenharia e arquitetura de soluções até o comando do segmento corporativo da empresa no País. Mais recentemente, Ruiz ocupava o posto de diretor de vendas da Intel Brasil. Antes de se juntar à Intel Ruiz atuou no mercado de software trabalhando com desenvolvimento, bancos de dados, consultoria e tecnologias para a Internet em empresas como a Sybase, Informix e Netscape. Maurício Ruiz é formado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo (USP), pós-graduado em Administração de Empresas e MBA em Gerenciamento de Negócios Estratégicos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Ruiz segue com o compromisso de reforçar o novo posicionamento da Intel, de uma empresa que expande as fronteiras da tecnologia para tornar possíveis as experiências computacionais do futuro. “Prosseguiremos focados em estimular o ecossistema local, seus fabricantes, canais e parceiros, e em fazer com que as tecnologias de ponta cheguem ao mercado brasileiro o mais rápido possível”, explica Ruiz. “O mercado brasileiro segue sendo um dos mais importantes do mundo para a Intel. Mesmo vivenciando um cenário um pouco mais desafiador, as organizações locais seguem demandando tecnologia, os consumidores locais têm um apetite já comprovado por inovação e disrupção, e não podemos esquecer nosso papel na discussão sobre como tecnologia pode ajudar a solucionar problemas de infraestrutura locais”.

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Senac lança pós-graduação a distância de cloud computing

Quem pretende trabalhar com computação em nuvem, um mercado que deve abocanhar 30% dos investimentos das 100 maiores empresas de softwares até 2020 – segundo pesquisa de tecnologia da corporação Gartner, tem uma grande oportunidade à disposição. O Senac está com inscrições abertas para a Cloud Computing, pós-graduação lançada pela instituição que qualifica profissionais para o mercado de TI, a partir de novos modelos para o uso da informação, incluindo monitoramento, aplicações e suporte aos serviços de infraestrutura. No formato a distância, o curso atende exclusivamente às mudanças científicas e tecnológicas do setor.

Segundo Vladimir Esteves, professor e coordenador dos cursos Cloud Computing e Segurança da Informação do Senac EAD, o profissional formado poderá atuar como analista e estará habilitado a planejar, estabelecer e executar processos voltados às informações armazenadas em nuvem. Esteves ainda comenta sobre o setor. “De acordo com relatório do Gartner, um dos centros de pesquisas tecnológicas mais renomados do mundo, a necessidade de profissionais de Cloud Computing estará presente entre as principais tendências do setor de tecnologia até 2020”.

Márcio Roberto Seraggi, coordenador das áreas de redes e infraestrutura do Senac São Paulo, por sua vez afirma que há uma migração sólida das bases atuais de dados para uma proposta de tecnologia em serviços de nuvem. “Com isso, profissionais com conhecimento nesse campo serão cada vez mais requisitados pelo mercado”. Hoje, salienta ele, existem grandes players atuando nesse ramo como IBM, Microsoft, Amazon, HP e outras companhias.

O curso de Pós em Cloud Computing ministrado pelo Senac EAD é voltado para graduados nas áreas de computação, principalmente para os profissionais que já atuam na área de TI, como Ciência da Computação, Análise de Sistemas, Sistemas de Informação, Tecnologia da Informação. O curso prevê diversas situações de ensino nas quais o conteúdo é trabalhado de forma contextualizada no ambiente virtual de aprendizagem.

Durante a especialização a distância, os conhecimentos prévios dos alunos também são aproveitados como ponto de partida para a construção de novos aprendizados. Nesta modalidade do Senac, é preciso realizar uma avaliação presencial por semestre no polo escolhido no momento da matrícula. Há polos presenciais para a oferta EAD em todo território nacional, atualmente são 289 polos em todo país. Além da capilaridade da rede, a instituição é pioneira no ensino a distância, desde 1947, e foi avaliada com nota máxima (5) do MEC.

Pós-graduação
Os 26 cursos a distância, sendo quatro deles novos (Cloud Computing, Segurança da Informação, Inovação e Empreendedorismo em Negócios Turísticos Sustentáveis, e Gestão de Saúde), são ideais para quem não dispõe de tempo para deslocamento e precisam de mais flexibilidade no estudo. O Senac possui 289 polos de ensino a distância em todos os estados brasileiros.

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NCR anuncia executiva para liderar a área de varejo no Brasil

A NCR Corporation, de soluções omnichannel, anuncia Raquel Diorio Thomé como executiva de contas para a área de varejo no Brasil.

Com a chegada de Raquel, a NCR continuará a expandir sua atuação em território nacional para capacitar o varejo com as ferramentas ideais para um ambiente omnichannel. Raquel será responsável pelas estratégias de negócios no setor.

A executiva tem experiência em empresas de tecnologia para o segmento de Meios de Pagamento e Soluções Digitais Mobile, como Verifone, Triple Bottom Line Manager, Zenvia Mobile, entre outras. Raquel também trabalhou na própria NCR, há 12 anos, como gerente de negócios. Ela é graduada em Economia pelo Mackenzie e pós-graduada em Marketing na ESPM.

“Contamos com a Raquel para auxiliar o mercado varejista na integração dos canais de venda e capacitá-los para o ambiente omnichannel com soluções que propiciem a interatividade e proximidade com seus consumidores em todos os pontos de contato”, afirma Roger Bigio, Vice-presidente de vendas para o Varejo na América do Sul.

Este ano a NCR celebrou 80 anos de atuação no Brasil, “um grande marco para a história da companhia e um exemplo claro de que estamos transformando a maneira de fazer negócios no país”, finaliza Bigio.

A NCR tem sede em Duluth, na Geórgia, possui aproximadamente 30.000 funcionários e realiza negócios em 180 países. NCR é uma marca registrada da NCR Corporation nos Estados Unidos e em outros países.

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Brasileiro que virou a cara da Apple chinesa deixa a empresa

O brasileiro Hugo Barra deixou a vice-presidência da fabricante de eletroeletrônicos chinesa Xiaomi. O anúncio foi feito de maneira emocionada em seu perfil particular nas redes sociais, mas sem muitas explicações sobre a decisão.

Barra, nascido em Minas Gerais, saiu do Google, em 2013, para ser o condutor do avanço da chinesa no mercado de smartphones. Após três anos e meio à frente do cargo e, o principal executivo para divulgar a marca no mercado ocidental, ele conseguiu modelar o negócio de mobilidade da fabricante chinesa. Alguns dos últimos modelos da marca são robustos e eficientes, tendo conquistado a simpatia de consumidores e boas notas em análises técnicas.

Na sua administração, ainda ajudou a empresa chinesa a entrar em novos segmentos da tecnologia, como smart homes (casas inteligentes) e entretenimento doméstico.

Barra apontou que voltará ao Sillicon Valley, Califórnia, onde ganhou grande impulso na carreira trabalhando como gestor de produto do Android, sistema operacional do Google. Também destacou que passará mais tempo com família e amigos.

Saúde
“O que percebi é que os últimos anos de vida em tal ambiente singular tomou um pedágio enorme na minha vida e começou a afetar minha saúde. Meus amigos, o que considero ser a minha casa e minha vida estão de volta no vale do silício, que é também muito mais perto de minha família. Vendo o quanto eu deixei para trás nos últimos anos, é claro para mim que chegou a hora de voltar”, relata em seu perfil no Facebook.

A Xiaomi havia vendido apenas 7,5 milhões de smartphones em 2012. Em 2014 saltou para 61 milhões. Esse período de rápido crescimento fez a Xiaomi ser conhecida como a “Apple chinesa”. Mas a expansão se deu principalmente na Ásia. Nos Estados Unidos e outros mercados emergentes do ocidente, a marca não conseguiu se igualar às concorrentes mais conhecidas.

O vice-presidente sênior Xiang Wang irá comandar os esforços mundiais no lugar de Barra.

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Kodak Alaris anuncia novo gerente de contas para América Latina

A Kodak Alaris, de scanners e softwares para captura de imagens, anuncia a contratação de Felipe Melo como novo gerente de Contas Globais e estratégicas, na divisão de Information Management para América Latina.

Felipe Melo traz uma consolidada experiência no setor de tecnologia e acumula passagens em empresas como Siemens e Atos, nesta última liderava contas de marcas como Mercedes-Benz, Commerzbank, Fiat. Melo se destaca pelo forte know How na comercialização de soluções de redes e comunicações unificadas que incluem hardware, software e serviços. Melo possui uma base técnica vindo da formação em Engenharia Eletrônica, complementada por um MBA em Economia na Fundação Getúlio Vargas.

Para a diretora de vendas para América Latina, Vanilda Grando, a contratação potencializará a estratégia para impulsionar o crescimento da Kodak Alaris em 2017. A empresa estima crescimento de 15%, neste ano, com foco nos países Brasil, México, Argentina, Colômbia, Peru e Chile, e está investindo em contratações de executivos para potencializar os indicadores de crescimento da empresa.

“O executivo tem total sintonia com a velocidade de crescimento da marca e a expectativa é replicar o êxito global para potenciais países da América Latina. Ainda temos 2 posições em aberto no Brasil, 2 no México e 1 na Argentina. Estamos em constante crescimento e essas contratações estão ocorrendo para crescermos com a garantia de manter a excelência no atendimento de forma que a expansão não interfira na qualidade do nosso negócio” conclui a diretora.

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Para virar empresa de mídia e de varejo Buscapé contrata executivos

O Buscapé Company anuncia a contratação de Luiz Escobar, para a vice-presidência Comercial e Vicente Rezende, para a vice-presidência de Marketing. Ambos os executivos contam com mais de 20 anos de experiência no setor de varejo e terão como missão auxiliar o CEO Sandoval Martins a dar continuidade ao plano de transformação da companhia, que completará 18 anos em 2017.

Além das novas contratações, o Buscapé Company anuncia novidades em seu organograma. Fábio Sakae será o novo vice-presidente da área de Produto. Marcus Wittmann é o novo vice-presidente de Tecnologia. A este time soma-se ainda Ricardo Gazetta, VP de Novos Negócios, Eduardo Medina, vice-presidente de Finanças, e Claudia Palaikis, head de Gestão de Pessoas.

A formação da nova vice-presidência era uma das prioridades do CEO Sandoval Martins para dar sequência ao ciclo de transformação do Buscapé Company, iniciado sob sua gestão, em março do ano passado. “O Buscapé completará 18 anos neste ano. O mercado nos conhece como uma empresa de tecnologia, especializada em comparação de preços. Este novo time me ajudará a mostrar ao mercado e ao consumidor que o Buscapé é muito mais do que isso. Somos uma empresa de tecnologia, de mídia e de varejo”, afirma.

Novos executivos
Na foto, aparecem,De cima para baixo (esquerda para direita): Marcus Wittmann, Fabio Sakae, Sandoval Martins, Luiz Escobar, Eduardo Medina, Claudia Palaikis, Vicente Rezende e Ricardo Gazetta.

O novo vice-presidente Comercial do Buscapé Company, Luiz Escobar, conta com mais de 25 anos de experiência no varejo e ampla experiência em e-commerce. Foi diretor das empresas Multiplus, Cnova, Lojas Americanas e Americanas.com (atualmente operada pela B2W).

Vicente Rezende. o novo vice-presidente de Marketing do Buscapé, é co-fundador e foi gerente-geral de Marketing da B2W, diretor executivo de Marketing e Marketplace e, posteriormente, de Marketing, Analytics e Publicidade da Cnova e sócio da Flow Intelligence.

Marcus Wittman: O novo vice-presidente de Tecnologia do Buscapé Company passou por empresas como Grupo Pão de Açúcar, Cnova, Centauro (Grupo SBF) e Saraiva. Iniciou no Buscapé como gerente geral de TI.

Fabio Sakae: O novo vice-presidente de Produto está há dois anos no Buscapé e conquistou uma rápida ascensão na companhia. Iniciou como Gerente de Mobile Marketing e ocupou a diretoria de Marketing. Passou também pelo Terra e pela MTV Brasil.

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Sankhya contrata nova gerente de RH

Com mais de 14 anos de experiência na gestão de Recursos Humanos de grandes empresas do segmento de outsourcing e atacado, liderando atividades para atração, retenção, desenvolvimento de pessoas, gerenciamento de equipes e programas internos, Renata Rodrigues Araújo Caetano, acaba de assumir a gerência de RH da Sankhya, desenvolvedora de sistema de gestão empresarial.

A executiva terá como meta desenvolver um RH que atue como um agente de mudanças com foco em resultados e em uma estratégia voltada à inovação. “Nosso objetivo é potencializar os resultados da empresa por meio de uma gestão focada no desenvolvimento. Para isso, nossa equipe atuará fortemente a fim de desenvolver programas que estimulem as potencialidades dos nossos talentos, por meio da manutenção de um ambiente propício às mudanças e inovações, contribuindo para ampliar ainda mais nossa competitividade no mercado.

Renata comenta que atualmente o ambiente de trabalho e as oportunidades de crescimento são pré-requisitos muito valorizados. “Por isso é fundamental que nos preocupemos em oferecer condições que permitam uma constante evolução profissional. Também é importante observar o alinhamento dos valores pessoais dos candidatos com os valores da organização, no momento da seleção, de forma a proporcionar uma sinergia de propósito entre as partes”.

Capacitação
A Sankhya investe constantemente na criação de programas de motivação, capacitação e educação corporativa, prezando a valorização dos seus colaboradores. Nos últimos oito anos, a empresa marcou presença no ranking do Grace Place to Work. “Vamos atuar fortemente para consolidar a Sankhya entre as melhores empresas para trabalhar do Brasil”.

Renata é graduada em psicologia pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com MBA em Gestão Empresarial pela mesma instituição de ensino, também é formada em Coach pela Sociedade Brasileira de Coach.

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Sonda aposta em inteligência de vendas e cria nova diretoria

Dando continuidade à visão estratégica de atuação da Sonda anunciada com a chegada do novo vice-presidente de Vendas, Jorge Toda, que foca numa venda de longo prazo através da adoção de um modelo de atendimento consultivo. A integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação, está transformando a área de Estratégias e Operações de Vendas em um ponto de integração entre suas divisões, com o objetivo de gerar melhores soluções para a necessidade de cada organização.

A aposta na criação de uma diretoria voltada à inteligência de vendas contará com o apoio de Fernão Toledo Júnior, que acaba de ser contratado para realizar esta transformação, que promoverá o atendimento a todas as necessidades dos clientes oriundas das ações comerciais a partir da gestão de conteúdo. Desta forma, Júnior apoiará a área comercial proporcionado ao time de vendas mais tempo para se dedicar ao cliente baseando-se na nova estratégia comercial. “Minha missão é transformar toda a entrada de demandas em respostas inteligentes e rápidas para o time de vendas em campo concluir o atendimento das necessidades dos clientes”, comenta Júnior.

Com mais de 30 anos de atuação no mercado de Tecnologia da Informação, o executivo atuou nas áreas de negócios de empresas como Stefanini, Lexmark, Yokogawa e Grupo Aliz e é formado em Engenharia Eletrônica e em Gerenciamento de Projetos pela FIA, além de ser pós-graduado em Administração e Marketing.

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