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Brasileiros buscam informações corporativas em redes sociais

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Pesquisa realizada em conjunto pela consultoria Universium e a CNN Money, em 12 países, incluindo o Brasil, mostra que ao buscar mais informações sobre um empregador, 49% dos brasileiros participantes buscam mais detalhes nas redes sociais e comunidades sociais. O estudo foi aplicado a estudantes das áreas de negócios e engenharia.

De acordo com o levantamento, o segundo lugar na preferência é para os sites de carreiras das companhias, com 40%. Para Andressa Schneider, responsável pelo conteúdo da 99jobs.com, comunidade de carreira voltada principalmente para jovens entre 18 e 24 anos, a busca por informações sobre as organizações é essencial e as redes sociais têm sido uma fonte para esse público.

“Muito mais do que guiar-se por uma descrição de cargo, é necessário entender que organização é aquela, e quem trabalha lá”, defende. “A 99jobs.com tenta reunir um leque de informações como vídeos, avaliações, missão, valores, se o lugar é formal ou informal, depoimentos de quem trabalha na área…”, completa.



McAfee Brasil quer ampliar canais e fortalecer atuação em governo

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 A McAfee do Brasil, parte da Intel Security, coloca em prática o novo programa global de canais para firmar novas parcerias por todo o Brasil. A meta deste ano é atrair mais de 200 parceiros com perfis de negócios que atendam à área recém-criada de Governo e que se encaixem nas características das regiões do País. Atualmente, a companhia possui 2.100 canais cadastrados no programa, sendo que 233 foram conquistados no ano passado.

“Com as mudanças anunciadas pela empresa no final do ano passado, inclusive nova denominação para Programa de Parceiros Intel Security, temos mais vantagens competitivas para os canais. Nosso foco para 2015 são os grandes integradores e revendas de nicho com ênfase em segurança da informação”, afirma Marcos Tabajara, diretor de Canais da McAfee do Brasil, empresa da Intel Security.

De acordo com a McAfee, a estratégia da companhia é, com a ajuda de distribuidores, buscar parceiros por todo o Brasil, já que suas soluções de segurança da informação são diversificadas para empresas de todos os portes.

A nova estrutura do programa de parcerias, segundo a companhia, visa promover a diferenciação e as formas de lucratividade aos parceiros, com mais flexibilidade para os canais. Algumas das mudanças foram a simplificação das competências, a redução da quantidade de certificações e mais capacitações e treinamentos para reduzir custos e aumentar as margens de lucro.

 

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Stefanini acena com outsourcing de infraestrutura para ampliar competitividade

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A Stefanini, provedora global de soluções de negócios em TI, aposta em outsourcing de infraestrutura para aumentar a competitividade das empresas. Para Eduardo Vale, diretor de ITO da Stefanini, a terceirização da infraestrutura de tecnologia ganhou espaço, contribuindo para que as empresas foquem seus esforços no negócio, enquanto um parceiro mantém a infraestrutura da TI funcionando. “Tanto que o mercado brasileiro deve investir somente na área de serviços em TI este ano cerca de US$ 21,5 bilhões, um acréscimo de 13,7% em relação ao ano passado.”

O executivo acredita que a tendência é oferecer um conjunto flexível de serviços, que abrange desde uma completa transformação do modelo do cliente até a intervenção em um simples custo específico ou em um problema de desempenho.

Segundo ele, a oferta de outsourcing que se tem destacado é que reúne em um único fornecedor as opções de hardware, software e serviços, o chamado full outsourcing. “Nessa linha, a Stefanini possui uma oferta de outsourcing de infraestrutura, para que as empresas alcancem um alto desempenho com redução de custo e rentabilidade sustentável.”

Ainda de acordo com Vale, para que os benefícios econômicos e operacionais do full outsourcing sejam concretizados, o fornecedor precisa estar devidamente preparado para cumprir com requisitos fundamentais, tais como ter profissionais altamente qualificados e contar com parceiros especializados nas principais tecnologias utilizadas pelo mercado, capazes de fornecer soluções inovadoras para os negócios.

Outro ponto importante destacado pelo executivo é que o conceito de outsourcing ponta a ponta também resolve o problema que as empresas enfrentam para contratar mão de obra de TI interna e também para gerir diferentes fornecedores. Ele ressalta que cada vez mais o gestor de TI compreende que manter altos investimentos em atualização de tecnologia e conseguir consolidar as perdas de conhecimento por conta da falta de mão de obra no mercado são fatores que podem impactar na boa condução do negócio da empresa.

“Hoje, o poder passou a ser a informação. Tanto que os dados possuem valor intangível se comparado com o hardware que o suporta. É vital que a infraestrutura esteja dimensionada adequadamente e com toda a segurança e contingência possível”, diz.

 

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Equinix investe US$ 227 milhões em mais 5 data centers Redação

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A estratégia é ampliar a capacidade de interconexão entre empresas, parceiros e clientes

A Equinix, empresa de interconexão global de data centers, anuncia investimentos de US$ 227 milhões na construção de mais cinco data centers IBX para ampliar sua capacidade de interconexão entre empresas, parceiros e clientes.

Os novos sites, localizados em Nova Iorque, Cingapura, Melbourne, Londres e Toronto, somam, juntos, capacidade para aproximadamente 4.200 racks e representam um aumento do volume total de piso elevado da plataforma global de cerca de 10%. A iniciativa reforça o posicionamento da Equinix de estimular a era da economia digital interconectada, em que as companhias devem, cada vez mais, procurar acelerar o desempenho de seus negócios.

“Nosso conhecimento em interconexão, consolidado ao longo dos últimos 16 anos, nos torna a plataforma ideal para que as empresas se conectem”, afirma Steve Smith, CEO da Equinix, acrescentando que a inauguração desses cinco data centers IBX proporcionarão mais meios para que as companhias globais possam inovar cada vez mais.

Mais sobre os novos data centers:

Nova Iorque – O data center NY6, localizado em Secaucus, oferecerá serviços de colocation premium para empresas financeiras, de mídia e outras organizações mundiais.

Cingapura – O SG3 será o maior data center da Equinix no eixo Ásia – Pacífico. Segundo pesquisa da TeleGeography, empresa de análises, Cingapura está entre os 12 principais centros globais de tráfego de internet internacional.

Melbourne – A região foi escolhida por estar em um importante centro para companhias de software. O ME1 marcará a entrada da Equinix nesse mercado, considerado polo comercial na Austrália.

Londres – O data center LD6, localizado em London Slough, será inaugurado para atender à crescente demanda regional por capacidade de interconexão. A rota entre Londres e Nova Iorque, inclusive, é a segunda maior internacional de tráfego de internet do mundo, com mais de 1,82 Tbps.

Toronto – O TR2 está localizado no centro da cidade, próximo ao TR1, site que abriga um dos mais robustos ecossistemas comerciais do Canadá. Os dois data centers estão conectados por meio do Equinix Metro Connect e fibras para gerar um ecossistema altamente interconectado.



Atendimento desqualificado é entrave maior para o negócio

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Estudo da Harris Poll, encomendado pela Nice Systems, provedora global de software para aprimorar experiência do cliente, revela que o aspecto mais frustrante do atendimento ao cliente é lidar com representantes de serviço que não estão devidamente preparados para solucionar o problema apresentado. A pesquisa foi realizada nos Estados Unidos, em janeiro de 2015, com mais de 2 mil consumidores de serviços.

“A insatisfação surge quando as organizações não são capazes de proporcionar uma jornada consistente, sem esforços e personalizada por meio de todos os canais e pontos de contato”, disse Miki Migdal, presidente do Nice Enterprise Product Group.

De acordo com a pesquisa, embora 95% dos consumidores acreditem que haja uma variedade suficiente de canais para entrar em contato com o serviço de atendimento ao cliente, sua frustração decorre da forma como esses canais são gerenciados e conectados.

Cerca de 30% dos consumidores atribuem os problemas do serviço de atendimento ao cliente ao fato de os agentes não estarem preparados ou não possuírem as competências necessárias para a função; 16% sentem-se frustrados quando o funcionário do atendimento ao cliente não conhece seu histórico ou suas preferências.

Na avaliação de Migdal, os consumidores de hoje têm grandes expectativas em relação a seus prestadores de serviços. Eles exigem serviços contínuos e consistentes, resolução imediata de seus problemas e atendimento personalizado, conforme suas necessidades específicas. Eles também buscam uma experiência que exija o mínimo de esforço da parte deles.

“Existem excelentes oportunidades para as empresas que gerenciam a jornada do cliente criarem uma experiência perfeita. Uma excelente experiência não apenas gera maior satisfação para os clientes, mas também ajuda a fortalecer sua marca”, reforça o executivo.

Para ele, essa abordagem permite que as empresas otimizem o envolvimento dos clientes para as jornadas e os canais mais relevantes para suas prioridades de negócios, além de reduzir custos por meio de uma gestão mais eficiente das interações.

 

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Pinterest aporta no Brasil para fisgar usuários

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Fundada em 2010 em Palo Alto (Califórnia-Estados Unidos), o Pinterest é uma rede social com 70 milhões de usuários globais (dados da ComScore) que utilizam da sua plataforma visual como referência para troca de imagens online. No campo dos negócios, estimativas de mercado apontam que ela controla mais de 20% das referências do e-commerce. E agora, a empresa abre escritório no Brasil, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo.

O novo escritório que será comandado por Ricardo Sangion (ex-Microsoft, Facebook e F.biz) segue a entrada acelerada da empresa em outros países, depois de Londres, Paris, Tóquio e Berlim. O Brasil está no Top 10 da plataforma em número de usuários, embora o investimento na base tenha um foco mais amplo, chegar aos usuários da América Latina. Localmente: transformar a rede em uma referência para os usuários brasileiros.

Avaliado no mercado em US$ 5 bilhões, o Pinterest já levantou mais de US$ 760 milhões em rodadas de investimento de fundos de capital de risco, valor altíssimo para um projeto que ainda tem receitas próximas do zero. No entanto, dizem alguns analistas, justificado pela possibilidade de alavancar negócios. Será?

Mas esse cenário pode mudar. Em janeiro último, a empresa começou a ampliar a entrada de pins patrocinados- imagens publicadas ou salvas pelos usuários que funcionam como os tweets patrocinados ou adds do Facebook – a todos os anunciantes depois de realizar testes a partir de maio de 2014. Resumindo, a plataforma concorre diretamente na influência de seus usuários e na publicidade digital com Google, Facebook, Twitter etc.

Desafios e possibilidades
No Brasil, a plataforma terá o desafio de acelerar a criação de comunidades, interligando blogueiros e influenciadores aos usuários e aumentando o número de seguidores (os Pinadores) para justificar o investimento dos anunciantes locais. Como os anúncios são contextualizados, a partir de informações pessoais do usuário, como gênero, localidade e dispositivo utilizado, a expansão e maior difusão da rede social se tornam imprescindíveis.

Por conta do seu perfil visual-imagético, o Pinterest é um forte influenciador em mercados como moda, decoração, receitas, lugares para viajar, compras etc. Com o Pinador atuando como uma espécie de editor de imagens, além, claro, de fomentar a criação de comunidades ou grupos de interesse comum.

“O brasileiro gosta de novas tecnologias e o cenário aponta para uma grande perspectiva de crescimento de Pinterest no país. Estamos animados com a abertura do escritório e com a aproximação da ferramenta aos internautas brasileiros”, afirma Ricardo Sangion, country manager do Pinterest. Ainda em março, mais dois profissionais serão contratados para colaborar com o crescimento local: um gerente de parcerias, responsável por aproximar a marca à clientes corporativos, e um gerente de comunidade, para o relacionamento da plataforma com influenciadores locais.

Resta saber se os usuários de redes sociais no Brasil, hoje fortemente conectados ao Facebook, terão tempo e vontade (ou estímulo) para se engajar ao Pinterest. Porém, a questão principal é: como engajar e monetizar ao mesmo tempo? Qual a estratégia para não “assustar” o usuário?

 

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Unicamp terá cloud pública da IBM Redação

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A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a IBM firmaram parcerias para o desenvolvimento da comunidade acadêmica na área de tecnologia da informação. As iniciativas envolvem uma MiniCloud pública da Unicamp com infraestrutura da IBM Power Systems e participação da universidade no consórcio OpenPower Foundation.

A MiniCloud da Unicamp oferece acesso gratuito às máquinas virtuais IBM Power Systems para usuários acadêmicos e para a comunidade Open Source. Esse ambiente está disponível para desenvolvimento, testes ou migração de aplicações. A MiniCloud utiliza o IBM PowerKVM, solução de virtualização aberta que dá suporte à execução de um grande número de máquinas virtuais em um único servidor, a partir do sistema operacional Linux.

Já o OpenPower Foundation é uma comunidade aberta e colaborativa para desenvolvimento de um ecossistema de soluções de TI baseado no processador IBM Power. No final de 2013, a IBM abriu para os integrantes da comunidade a tecnologia do microprocessador Power, bem como a lista de softwares associados, com o objetivo de gerar inovação colaborativa e criar as soluções para o futuro dos datacenters. A Unicamp é a primeira instituição brasileira a participar do consórcio que, hoje, já conta com mais de cem membros em todo mundo, entre empresas de hardware, software, computação técnica, data centers e universidades.

A adesão da Unicamp como membro do OpenPower Foundation estreita a parceria entre as instituições para desenvolvimento em ambiente Linux. No final de 2003, a Unicamp iniciou a parceria com o Linux Technology Center Brazil (LTC) da IBM e, desde lá, ambas já trabalham em conjunto no desenvolvimento de soluções e pesquisa na plataforma Power, tanto na comunidade Open Source quanto na academia. Hoje, o LTC possui um laboratório no campus da universidade onde são desenvolvidos trabalhos em conjunto com professores e estudantes de graduação e mestrado.

“Parcerias como esta são muito importantes para a Unicamp, pois propiciam o envolvimento dos alunos bolsistas em um ambiente de trabalho e na execução de projetos que extrapolam o ambiente acadêmico, complementando a experiência em sala de aula de modo que a universidade cumpra sua principal função de formar recursos humanos altamente qualificados”, destacam os professores Sandro Rigo e Rodolfo Azevedo, do Instituto de Computação da Unicamp.

“A adesão da Unicamp como membro acadêmico do OpenPower Foundation proporcionará a troca de experiências e conhecimento entre grupos de trabalho em diversas áreas, favorecendo o desenvolvimento do ecossistema ao redor dos servidores Linux on Power”, comenta Aníbal Strianese, diretor da unidade de Servidores para a IBM América.



Trainning Education inaugura unidade no Rio de Janeiro

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A Trainning Education abre as portas de sua nova escola no Rio de Janeiro, na região central, com grade inicial de mais de 30 cursos de Tecnologia e Negócios. A rede, presente em oito capitais brasileiras, até então atuava no estado carioca por meio de terceirização de metodologia. A unidade própria, que conta com toda a expertise de oito anos de mercado da marca e com professores atuantes no setor, deverá representar crescimento de 15% para a empresa.

Entre os cursos, estão Desenvolvimento de Aplicativos para Iphone SDK e Android, Certified Ethical Hacker, Academias Funcionais SAP e Oracle DBA. “A diversificação das tecnologias é o diferencial da Trainning. Apresentamos em nosso escopo a chamada Formação AGP – Analista de Gestão e Projetos, em que o aluno realiza os cursos de ITIL, Cobit e PMI em um único pacote de treinamento, capacitando para vários segmentos do mercado e com a certificação internacional”, declara Victor Jacques, diretor e fundador da Trainning.

A Trainning tem mais de 250 cursos disponíveis, tais como SAP, Itil, Cobit, Oracle, Excel, Big Data, Java, Gestão de Pessoas, BPM e BPMN, todos com módulos de até 40 horas de duração. Desde sua fundação, em 2007, mais de 150 mil executivos foram formados e habilitados com a devida certificação internacional, cuja prova pode ser feita na própria escola. Outras informações podem ser obtidas pelo site www.trainning.com.br.

 

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Estradas do futuro serão feitas de materiais solares, mostra estudo

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Os carros elétricos e autônomos certamente irão trafegar em estradas do futuro, feitas de materiais solares e serão controladas por tecnologias sofisticadas que se comunicam com carros, infraestrutura de estrada e sistemas de GPS. Essas são algumas das previsões do relatório As rodovias do futuro, produzido pela Arup, uma das maiores empresas do mundo de engenharia de projetos.

O estudo considera as consequências de temas que irão moldar nossas estradas no futuro: a rápida urbanização que deve ocorrer até 2050, as mudanças climáticas, o esgotamento de recursos e mudanças no comportamento humano.

De acordo com Ricardo Pittella, diretor da Arup no Brasil, esse estudo antecipa tendências do setor rodoviário, analisando como podemos aliar tecnologia com sustentabilidade. “Atualmente, o Brasil tem um automóvel para cada 4,4 habitantes e muitas de suas estradas passam por processos de revitalização, de modo a oferecer mais segurança aos motoristas. Esse estudo da Arup ajuda a pensar como podemos planejar as rodovias para as próximas décadas, superando desafios ambientais e de mobilidade com o apoio da tecnologia”, afirma.

Destaques da pesquisa
Segundo análise da pesquisa, as superfícies das estradas do futuro poderiam ser substituídas por avançados painéis solares que gerariam energia limpa e renovável, e carregariam, sem fio, carros elétricos em movimento ou estacionados. Os painéis também teriam iluminação LED e elementos de aquecimento para derreter a neve.

Assim como as estradas estão-se desenvolvendo, o relatório prevê que padrões de propriedade irão mudar nos próximos anos, com passageiros mais propensos a comprarem o acesso a um veículo, em vez do próprio veículo. Enquanto se espera que o número de veículos motorizados em nossas estradas cresça 3% anualmente até 2030, o uso de transporte não-motorizado como bicicletas ou caminhadas também deve ficar mais popular. Cidades ao redor do mundo já reconheceram essa tendência e começaram a programar estratégias para reduzir o congestionamento e dar suporte à saúde de seus cidadãos.

O relatório aponta ainda que carros elétricos devem se tornar comuns nas estradas do futuro, já que o desenvolvimento científico irá melhorar consideravelmente a atuação de baterias e o potencial para aumento do armazenamento de eletricidade. Sistemas de navegação totalmente automatizados também irão permitir que as estradas fiquem povoadas por carros sem motoristas, o que poderia mudar o design e a operação das rodovias e proporcionar segurança e benefícios ambientais.

Os veículos irão se tornar cada vez mais inteligentes e terão mais “autoconhecimento”: uma combinação do veículo conectado e da Internet das Coisas irá possibilitar aos carros a transmissão e recepção de informações sobre o trânsito, a velocidade, o tempo e potenciais riscos de segurança. Como resultado, os automóveis poderão viajar mais próximos um do outro e reagir mais rapidamente às variáveis em torno deles. Isso abrirá o mercado para pessoas previamente incapacitadas de operar veículos, como idosos ou deficientes.



LinkedIn: sabe como explorar essa rede?

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Se você não sabe explorar todo o potencial do LinkedIn, a maior rede profissional do mundo, seus problemas acabaram. A rede acabou de elaborar um guia para que o usuário possa explorar o potencial da rede na construção de sua identidade profissional on-line, ampliação da sua rede de relacionamentos, networking, produção e recebimento de conteúdo relevante.

Iniciantes têm agora um passo a passo de como criar um perfil campeão, enquanto o usuário já familiarizado com a ferramenta tem a oportunidade de aprimorar alguns campos e tirar melhor proveito da rede social.

“Diferentemente do currículo tradicional, o perfil do LinkedIn é dinâmico. Ele acompanha o crescimento de cada pessoa e traz outras informações, além da experiência profissional, que nos ajuda a conhecer o usuário de maneira mais completa. Ele pode – e deve – ser atualizado com frequência”, afirma a gerente de Comunicação do LinkedIn na América Latina, Fernanda Brunsizian.

Dicas para tornar o perfil mais atrativo:
Foto corporativa: um perfil com foto é 14 vezes mais visto do que o sem foto. É a imagem que dá credibilidade ao perfil, portanto, prefira imagens que traduzam a imagem que você quer passar em um ambiente profissional. A dica é colocar uma foto que transmita seriedade e profissionalismo sem perder a sua essência.

Cabeçalho: preencha sua posição atual ou então escreva uma mensagem que reflita sua inspiração profissional.

URL personalizada: será mais fácil de encontrar seu perfil em sites de busca.

Resumo caprichado: o que você faz como profissional e as suas conquistas devem caber em aproximadamente 300 palavras e no máximo dois parágrafos. O resumo deve ser escrito em primeira pessoa, com verbos ativos, em forma de narrativa e tom pessoal.

Experiência: descreva sua função com palavras-chave, isso ajuda na indexação do perfil nas buscas. Evite copiar e colar do seu currículo.

Conteúdo: adicione seu portfólio ao perfil com apresentações, vídeos ou infográficos.

 

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SAP Labs tem novo presidente

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A SAP anuncia Dennison John como novo presidente do SAP Labs América Latina. O executivo também é responsável pela gestão das operações do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da SAP, localizado na cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

“Continuaremos a impulsionar o investimento da SAP em Pesquisa e Desenvolvimento no Brasil. Sempre com o foco em desenvolver tecnologias inovadoras, em tempo real, voltadas para simplificar os processos de negócios dos clientes e a vida das pessoas” afirma o executivo.

Dennison John é engenheiro de computação e começou a trabalhar na SAP há 15 anos na SAP Índia. De 2006 a 2009, tornou-se gerente de localização para o Centro de Suporte Global da empresa, na Malásia.

Em 2010, mudou-se com a família para o Brasil para auxiliar no desenvolvimento e no crescimento das operações de serviços para a América Latina. Ao longo dos últimos cinco anos, a sua equipe tem dado suporte à base de clientes da SAP na região das Américas, incluindo os mais de 27 mil clientes da SAP na América Latina. Desde outubro de 2014, atuava interinamente como presidente do SAP Labs Latin America.

 

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Stefanini: o brilho de um homem comum

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Engana-se quem pensa encontrar no pulso de Marco Stefanini um Rolex de ouro, ou a última versão de um dos carros mais cobiçados do mundo em sua garagem. Tão pouco irá vê-lo desfilando pelos corredores da empresa trajando um Armani acompanhado de uma gravata de seda italiana feita sob medida.

“A indústria de consumo, decididamente, não me atrai. Não tenho barco e nem helicóptero”, surpreende o empresário, fundador e CEO global da Stefanini, uma das empresas de TI (100% brasileira) mais bem-sucedidas do mercado nacional e que já se estendeu para 34 países do planeta. Sua bandeira, portanto, é a “simplicidade”, acredite.

E também não o veja como um atleta obstinado, que joga tênis todas as manhãs, salta de asa-delta e surfa em águas havaianas. “Corro duas a três vezes por semana. Sem dias e horas marcados. Não gosto de rotinas”. Muito menos é adepto de dietas da moda. Ao contrário. “Aprecio uma boa culinária, como de tudo, glúten, lactose…sem exageros”, relata o executivo, fiel aos hábitos tradicionais, e incólume ao glamour que costuma modificar celebridades.

Vale dizer que mesmo com a proximidade construída ao longo de inúmeras entrevistas realizadas em coletivas de imprensa, esse executivo de 54 anos surpreendeu-me. Imaginava que, ao abordá-lo em seu habitat profissional, algum detalhe poderia revelar seus verdadeiros contornos.

Mas ele é, de fato, um homem comum, em uma sala comum, integrada a um espaço com inúmeros colaboradores, que, nem de longe, concede o benefício do isolamento. Uma arquitetura distante do imperioso conceito geopolítico, tão próprio de um CEO desse porte, sabemos. Foi nesse espaço que o executivo pendurou temporariamente os escudos e deixou brotar os ecos da alma.

Não, não nos prendemos à notória trajetória profissional do Stefanini, nem tão somente aos bons resultados que a empresa obteve no ano passado com faturamento de mais de 2 bilhões de reais, na contramão da crise macroeconômica. E que, apesar do cenário nebuloso, não descarta para este ano crescimento, de, no mínimo, igual aos 11%, contabilizados em 2014.

Toda performance positiva traz bons frutos… então, em 2013, arrebatou o prêmio da Ernest & Young  de Empreendedor do Ano. Ele, que mesmo antes de completar 27 anos, se aventurou a criar a Stefanini.

Filho de peixe…o talento para o empreendedorismo, segundo ele, herdou dos pais, que construíram uma pequena fábrica de utilidade doméstica. “Minha mãe trabalha até hoje. Não falta energia”. E é justamente essa energia que Stefanini busca nos profissionais que pretendem compor o seu time. “Além de transparência, visão positiva, dedicação e determinação”, completa.

Enquanto alguns se prendem ao jargão “brilho nos olhos” dos colaboradores, ele o traduz em comportamento e garra, que fazem toda a diferença, diz. Podem facilitar o ingresso nesse império, que já derrubou as fronteiras e hoje está posicionado entre as quatro empresas brasileiras que mais se internacionalizaram em 2014, de acordo com o ranking da Fundação Dom Cabral.

Certo é que não vale, apenas, tirar da manga o certificado dourado de formação em Harvard, ou exibir a etiqueta de uma boa grife para despertar o interesse desse executivo. Vale sim a ambição produtiva, e, acima de tudo, a humildade. E ele dá a dica: “O importante é sempre saber ouvir. Esse é o princípio da humildade. Você pode até mesmo não concordar com o que está sendo dito, mas é preciso ouvir”, sugere Stefanini, para quem a melhor definição de ética é “agir como se fala”.

Mas esse não é somente o princípio da humildade é, certamente, a essência para ter-se transformado em perito na arte de lidar com pessoas, seu maior patrimônio, ele diz. “Afinal, a empresa é feita por pessoas.” Por gostar de lidar com “gente”, o executivo diz não ter muita dificuldade por ser desprovido de preconceitos. “Gosto da diversidade. Não me importam sexo, religião, raça…não sou muito de padrões.” E para um bom relacionamento, ele indica a transparência. “Usar de franqueza requer uma habilidade que tive de desenvolver para não ser grosseiro. Tudo é a forma como você fala. Os extremos são ruins, temos de buscar o equilíbrio”, alerta.

A ribalta sempre desperta o interesse em saber como se chega ao topo. Quais são as dicas, os atalhos, o pulo do gato? Como se existisse uma receita de bolo para o sucesso… Mas, se você pensa assim, teria de ser geólogo! Sim, esse  empreendedor optou por geologia na década de 80, e formou-se na Universidade de São Paulo (USP).

Mas o embrião da Stefanini e o gosto pela TI começaram a se desenvolver quando agarrou a oportunidade de tornar-se trainee do Bradesco, onde adquiriu conhecimentos em processamento de dados, moldando habilidades de analista de sistemas. “Agradeço até hoje ao Bradesco.”

Estar entre as cem maiores empresas de TI do mundo, segundo a BBC News, não é por acaso. O mercado brasileiro – com tantas oscilações econômicas, cenários mutantes, muitas vezes sem explicações lógicas, que impactam o mais sólido dos planejamentos – foi e é a melhor escola para Stefanini enfrentar situações adversas e delas sair com ganhos imensuráveis no bolso e no perfil.

Dar a volta por cima, diga-se, não está apoiada em nenhum amuleto ou pajelança. “Sou absolutamente pragmático, não acredito em magia, ou em gurus esotéricos. Acredito em trabalho e na percepção por meio de muitas conversas com as pessoas”, revela Stefanini que dedica diariamente entre 12h a 14h ao trabalho. “Na verdade, uso um mix de números e feeling para guiar minhas decisões”, diz.

A jornada pesada interfere, claro, na proximidade com a família, mas o executivo não abre mão dos finais de semana, quando escolhe desfrutar com a mulher e com os dois filhos de lugares ao ar livre.  E também reserva 30 dias no ano para as férias. “Nunca sequenciais, infelizmente”, faz questão de notificar. “Mas adoro viajar com a família. É uma das minhas maiores paixões. Arrisco dizer que é o que mais gosto de fazer”, revela-se, estimando já conhecer mais de cem países pelo mundo, quando teve o presente de ter contato estreito com diferentes culturas, e lugares fora da rota hollywoodiana. “Myanmar (Birmânia, depois da independência), por exemplo,  é muito interessante. Um país do sul da Ásia Continental, que tem ao nordeste o Laos, que também já visitei”, relata.

Questionado sobre fontes de inspiração para melhor realizar o seu comando, Stefanini diz não se apegar aos chamados “Papas”, sejam de quais segmentos forem. Contudo, é um aficionado confesso por biografias. Gosta de ler sobre líderes e de conhecer a trajetória de cada um deles, em especial sobre superação. Sonho Grande, de Cristiane Correa (Saraiva), Antônio Ermírio de Moraes, de José Pastore (Planeta) e Steve Jobs, de Walter Isaacson, foram algumas destacadas por ele. E filmes no mesmo estilo como À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness – no título em inglês), dirigido por Gabriele Muccino. Mas senti que no coração dele mora a admiração por Nelson Mandela e, então, os filmes que envolvem o líder estão na sua lista de preferência como Mandela (Long Walk to Freedom – no título em inglês), dirigido por Justin Chadwick, e Invictus, dirigido por Clint Eastwood.

Caso pretenda presenteá-lo com livros de autoajuda, esqueça. Ele não gosta. Mas respeita quem os use para o bem. “São cansativos e repetitivos”, sentencia.

Marco Stefanin é esse executivo de hábitos comuns que faz questão de dizer que não estudou administração e que aprendeu muito do que sabe lendo sobre pessoas e ouvindo pessoas. E mesmo sem barco, jatinho ou helicóptero, certamente, ainda vai muito longe, porque, como diz um provérbio africano: “Quer ir rápido, vá sozinho, quer ir longe, vá em grupo [pessoas…]”.



Passei Direto cria rede profissional de jovens talentos

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A Passei Direto lança oficialmente o Passei Direto Jobs, uma plataforma focada exclusivamente em jovens talentos, na qual as empresas podem divulgar suas vagas para mais de 3 milhões de universitários e recém-formados. Grandes empresas como Microsoft, L’Oréal, P&G, KPMG, IBM e muitas outras já publicaram vagas na plataforma e agora, a plataforma de recrutamento está aberta para todas as empresas do Brasil.

“O serviço garante assertividade por meio de uma tecnologia inteligente, que permite às empresas filtrarem os candidatos até encontrarem as pessoas certas e compatíveis com o perfil da vaga”, afirma Rodrigo Salvador, um dos fundadores da Passei Direto.

O Passei Direto Jobs já nasceu diferente de outras soluções de recrutamento, pois a plataforma é integrada com a rede acadêmica on-line Passei Direto, na qual os estudantes universitários de mais de 2,5 mil universidades brasileiras se comunicam e estudam juntos. Segundo a empresa, essa integração permite altíssimo volume de candidatos, dados exclusivos sobre cada candidato e uma rápida e constante divulgação das vagas para os alunos, enquanto estudam e navegam na rede acadêmica Passei Direto.

Além disso, a plataforma passou por vários testes de eficácia antes de ser oficialmente lançada ao mercado, garante a empresa. Centenas de companhias foram convidadas, durante um ano, para testar a ferramenta contribuindo para a evolução do sistema a partir das suas necessidades. “A nossa equipe realmente construiu a plataforma lado a lado com outras empresas. O resultado foi fantástico”, afirma Lucas Rodrigues, gerente do Passei Direto Jobs.

O resultado final foi uma plataforma simples e intuitiva, na qual as empresas conseguem criar e divulgar vagas para alunos de diversos cursos e universidades em menos de cinco minutos. A plataforma é capaz de cobrar o menor preço do mercado: a divulgação de uma vaga custa apenas R$ 99.  Outra novidade é que neste mês de março, o Passei Direto Jobs oferece a todas as empresas que comprarem uma vaga, outra totalmente gratuita. Vale lembrar que as companhias têm até 1 ano para utilizarem os créditos das vagas.

 

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O Facebook at Work pode mudar o jogo?

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Claudio Ferreira*

Os fatos, ou mesmo o histórico da empresa, mostram grande dificuldade da rede social para sair do universo do usuário final e chegar às empresas com ferramentas e soluções relevantes. Será que o lançamento do Facebook at Work pode mudar o jogo?

É inegável o sucesso do Facebook. E, por conta desse atributo, o serviço se tornou a mais rica “janela social” para que empresas possam avaliar e divulgar seus produtos, serviços e relevância da marca. No entanto, a plataforma criada por Mark Zuckerberg ainda não consegue se conectar organicamente com o coração das empresas, mesmo depois de aquisições e lançamentos que ainda não deram certo.

O próximo ataque é o Facebook at Work, uma solução abrangente que carrega a promessa (ou premissa?) de oferecer um upgrade na produtividade dos usuários corporativos. Será que dará certo?

Ainda é cedo para saber, mas podemos traçar uma rota de compreensão dos obstáculos. Primeiro, o Face at Work faz parte da obsessão de Zuckerberg em ser relevante para as empresas, algo que foi determinante, por exemplo, para que o Face comprasse o WhatsApp. Aplicativo que poderia ser um aríete importante para entrar com energia no ambiente corporativo. Porém, até agora, as iniciativas de pessoas que trabalham no mesmo ambiente e criam grupos é mais relevante que os esforços esparsos de empresas que pretendem fazer de seu uso algo sistemático.

Algo semelhante foi tentado com o Messenger. Acrescentado as apps do Face em 2011, primeiro como aplicativo que tentou melhorar a experiência de chat da marca até que, no ano passado, foi devidamente removido do ambiente, podendo ser baixado em separado. Qual o resultado de ter WhatsApp e Messenger em sua “carteira”, quando ambos têm um grande “mancha” de atuação em comum? Nulo, pelo menos na ótica do mercado corporativo, enquanto o Whats segue ganhando terreno entre os usuários finais.

O concorrente é meu
Algo semelhante ao que ocorreu com o Facebook Camera, lançado em 2012 e que muita gente nem sabe que existe, e a aquisição do Instagram. Para que ter duas ferramentas iguais? A consequência, óbvia, o Face acabou por matar o Camera no ano passado. Ou seja, se a sua ferramenta não consegue ser hegemônica compre a concorrência, certo?!

A única diferença é que o Instagram (ou mesmo o Camera) não tem penetração ou “serventia” junto às empresas. O exemplo serve apenas para mostrar como nem sempre muito dinheiro e alguma ambição na cabeça pode resultar em algo concreto.

Outra ferramenta, a Mentions, lançada no meio de 2014 nos Estados Unidos, que pode no futuro chegar a ser interessante para o mercado corporativo, ainda está em “beta disfarçado”. Disponível apenas na terra do Tio Sam, a solução mede e sinaliza o que as pessoas estão falando ou quais menções são feitas. É usado hoje por celebridades e atletas. No futuro, quem sabe, pode ser um termômetro interessante para marcas e produtos/serviços.

Outra ferramenta que pode vir a ser interessante é a Rooms, voltada para chats com o uso massivo de imagens e mascaramento de identidade. Ainda limitado e com apenas cinco meses de estrada, se ele pegar pode ser uma alternativa para empresas – embora, deva ser vista com cautela pelo anonimato envolvido – aos velhos e bons grupos de discussão que proliferam ao entender como seus consumidores e as pessoas veem sua marca, um novo lançamento de produto etc.

O mesmo pé atrás ou expectativa pode estar no app Groups, que permite gerenciar grupos no Face. Ele tem um ótimo potencial, tem sido baixado e profusão e velocidade – com apenas quatro meses de vida – e pode ser uma alternativa às redes sociais de nicho – que tratamos aqui recentemente. Quem sabe sendo uma ponte mais direta e rápida entre produtos e serviços e um consumidor em potencial.

Original ou não?
Esses exemplos são importantes para tirarmos conclusões quanto ao Facebook at Work. Lançado recentemente, o aplicativo está em fase de testes com companhias parceiras – como avisou a assessoria de imprensa do Facebook no Brasil – e seu objetivo é ousado: criar um espaço colaborativo para que as pessoas de uma mesma empresa possam conectar seus colegas em tempo real em um espaço específico na rede, fora do ambiente aberto do Face, porém com interface e funcionalidades que os aproximam.

Alguns analistas chamam o Face at Work de “Linkedrive”, uma espécie de mix entre o Linkedin e o Google Drive. Outros, no entanto, o chamam pejorativamente de “Outlook do Face”. O certo é que o público potencial do serviço existe – as pessoas que trabalham e estão no Face –, entretanto resta saber se as corporações vão abraçar a ideia.

O maior problema do Face é que eles ainda estão na fase da cópia de produtos – algo como o Japão na década de 1960 ou a China no final do século 20 – e vão atrás do que já deu certo, copiando abertamente ou comprando o modelo vencedor. O mesmo pode ser dito do Facebook at Work, ele não traz inovação – para quem já o viu – e apenas “embala” ou junta coisas que deram certo.

Ok, tem gente que prefere a cópia ou algo que lhe é familiar, mas o veredito final do sucesso ou fracasso será dado pelos usuários e pelas empresas que podem “comprar” ou não a ideia. Isso é o que veremos nos próximos meses ou no médio prazo. O certo é que o Facebook (e Zuckerberg) tem muita lenha, quer dizer, dinheiro para queimar até que o seu intento aconteça.


*Cláudio Ferreira é jornalista, especializado em TIC, e colaborador do VOIT



IBM Cloud atrai startups brasileiras

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A startups Intoo, BovControl e Nativoo hospedaram suas soluções em cloud da IBM para expandir participação em novos mercados. As jovens empresas escolheram o programa Catalyst, da SoftLayer, exclusivo para startups, que oferece maior disponibilidade, confiabilidade, velocidade e baixo custo.

Em 2013, a Intoo lançou no mercado brasileiro uma plataforma online para que pequenas empresas e instituições financeiras pudessem reduzir a burocracia e facilitar o acesso ao financiamento no País. Com perfil de crédito centralizado, a plataforma permite que empresas solicitem financiamento diretamente a diferentes instituições, as quais, na outra ponta, fazem propostas de crédito para essas organizações. Foram cerca de 30 mil visitas mensais no website, o que levou a empresa a buscar um novo serviço de nuvem capaz de suprir a crescente demanda por disponibilidade constante, mantendo seu orçamento de TI.

Com a implementação da tecnologia SoftLayer, a Intoo obteve crescimento de 40% na velocidade das operações e aumentou o número de visitas à sua plataforma online para 50 mil por mês em um período de apenas cinco meses. Assim, encerrou o ano de 2014 com R$100 milhões em transações na plataforma IBM.

“O início de toda startup é muito difícil, os recursos são limitados, portanto qualquer economia é importante para o sucesso do negócio. Por outro lado, o investimento em TI é necessário para garantir um excelente atendimento ao cliente. Com a SoftLayer, encontramos a economia e a infraestrutura em nuvem que estávamos procurando”, diz Arthur Farache, fundador da Intoo.

Outro exemplo é a BovControl, que desenvolveu uma solução inovadora que fornece ferramentas de decisão aos pecuaristas por meio das tecnologias de mobilidade e ‘internet das coisas’ oferecidas na nuvem. Partindo do levantamento e cruzamento das informações coletadas por diferentes dispositivos conectados à internet (como balanças e chips implantados sob a pele dos animais, intra-rumen ou na orelha), a solução produz leituras e relatórios em um painel georreferenciado que são enviados aos smartphones dos fazendeiros. Com esses relatórios e alertas, os empresários têm a visualização de seus negócios, da produção e das operações, podendo monitorar tudo remotamente e em tempo real.

Atualmente, a empresa tem sede em Palo Alto, Califórnia (EUA), no Vale do Silício, e ultrapassou o principal sistema de controle de gado do governo brasileiro em número total de fazendas controladas pelo seu aplicativo. Recentemente, foi destaque na revista The Economist, como proprietária de uma das cinco tecnologias que revolucionará a África – onde mais de um terço da economia é baseada na pecuária. A BovControl representa o conceito de “campo inteligente” e disponibiliza sua solução para fazendas de todos os portes, atendendo desde grupos de 15 a 20 animais até um rebanho com 5 mil ou confinamentos de 100 mil cabeças. A startup tem a expectativa de atingir 5 mil fazendas/clientes até o final do primeiro trimestre de 2015.

“Muitos fazendeiros estão usando nossa solução e, consequentemente, gerando inúmeros dados e tudo em tempo real”, declarou Danilo Leão, fundador da BovControl. “Precisávamos proporcionar uma boa experiência ao nosso usuário final, caso contrário nossa empresa não cresceria. Conseguimos fazer isso com a SoftLayer porque todas as informações estão baseadas na nuvem IBM e são oferecidas aos fazendeiros por meio de dispositivos móveis.”

O terceiro caso é da Nativoo, startup brasileira que desenvolveu uma solução de inteligência artificial que roda em Softlayer e é capaz de analisar todos os dados disponíveis na internet e, assim, fazer uma triagem e organizar itinerários de viagens em massa, sugerindo as melhores rotas na tentativa de customizar os destinos de acordo com as necessidades dos viajantes.

“Escolhemos a SoftLayer porque precisávamos de uma tecnologia que fornecesse suporte à grande demanda de processamento que temos todos os dias. Depois de migrarmos nosso componente principal para a Cloud IBM, notamos uma velocidade expressiva no nosso aplicativo”, afirma Cristóvão Loureiro, fundador da Nativoo.

“A IBM tem investido fortemente na computação em nuvem para oferecer uma infraestrutura que seja adequada ao negócio de cada cliente, independentemente do seu tamanho. Essas startups são exemplos de como a cloud IBM contribuiu para os resultados do negócio, proporcionando redução de custos, escalabilidade e eficiência para cada aplicação, levando-as a alcançar a representatividade que conseguiram em seus segmentos”, afirma Cláudio Bessa, executivo de Desenvolvimento de Ecossistemas da IBM para a América Latina.



Nuvem: avaliação do uso aprimora a estratégia

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Radiografia para as empresas ou uma forma de a Oracle entender ainda mais esse ambicioso mercado? A fornecedora de soluções está oferecendo, junto com a IDC, a ferramenta Cloud Benchmark Assessment. A ideia divulgada é que empresas do Brasil e da América Latina possam, por meio da solução, identificar as melhores estratégias para adoção e planejamento na plataforma da nuvem. E, ainda (claro), como essas empresas percebem a oferta da Oracle no tema.

O estudo é complementar ao white paper “Total Cloud — What Does Complete Look Like for Oracle?”, realizado pela IDC, também sob encomenda da Oracle, e que apontou os anos de 2014 e 2015 como um período de definição dos fornecedores e opção por plataformas Cloud de implementação rápida e fácil. Especialmente as baseadas em padrões dos Independent Software Vendors (ISVs) e com o modelo de Software as a Service (SaaS) como parâmetro.

“O estudo Total Cloud, desenvolvido pela IDC, proporcionou uma visão global sobre em que estágio estavam as adoções de soluções em cloud pelas empresas. Ele será de grande relevância para que a Oracle e o mercado tenham um diagnóstico detalhado sobre o atual grau de maturidade e os desafios para disseminação das tecnologias na nuvem em diversas áreas de negócios, especialmente aqueles que não são de tecnologia”, afirma Jacqueline Perez, Consultora da IDC para América Latina.

A relevância do Cloud Benchmark Assessment, acentua a Oracle, baseia-se no fato de dados recentes da IDC apontarem que 56% das empresas na América Latina já adotaram alguma solução na nuvem. O diagnóstico será repassado às companhias a seus executivos (CIOs e demais líderes de áreas de negócios) contendo recomendações dos analistas da IDC e informações sobre as soluções Oracle Cloud.

Resultados no horizonte
“As empresas participantes terão uma percepção clara sobre sua condição perante seus pares de mercado e os passos que devem percorrer para implementar e tirar o máximo proveito das soluções de cloud em seus negócios, envolvendo SaaS, PaaS e IaaS. Para a Oracle, a detalhada análise de mercado propiciará um melhor conhecimento das demandas latino-americanas e permitirá que compartilhemos informações com nossos parceiros regionais, aumentando o potencial consultivo para criar novas oportunidade de negócios e atender com mais excelência aos clientes”, completa Eduardo Lopez, vice-presidente sênior de Consultoria da Oracle para a América Latina.

A avaliação é dividida em etapas que destacam os processos das empresas quanto à adoção de diferentes soluções em cloud, além da conexão delas entre diferentes áreas e níveis de automação, com questionamentos específicos para diagnosticar o grau de maturidade da infraestrutura de TI na empresa.

A partir do primeiro levantamento, a IDC define o formulário para a segunda etapa do estudo, que consiste em levantar se a empresa dispõe de uma área de relacionamento com o consumidor, quais aplicativos adotam e as particularidades do negócio, entre outras informações. A última etapa do estudo traz questionamentos específicos sobre as tecnologias da nuvem, o grau de conhecimento do potencial das soluções, exigências de compliance, existência de restrições geográficas e de governança etc.

O diagnóstico será enviado para as empresas que participarem da pesquisa, ajudando-as a ter mais agilidade na tomada de decisões. Mas, claro, servirá – apesar de a Oracle não ter dito explicitamente – para que a fornecedora (re)conheça oportunidades de negócios em seus clientes e prospects.

 

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Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook na América Latina, deixa a companhia.

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Em 2005, foi convidado a iniciar a implementação do Google no Brasil como Gerente Geral da companhia. Em agosto de 2008 Alexandre foi nomeado Diretor Geral para a América Latina, operação envolvendo mais de 20 países e escritórios na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. Nos três anos sob sua gestão, a Google América Latina foi reconhecida como a região de maior crescimento no Google em todo o mundo.

Desde fevereiro 2011, Alexandre é vice-presidente do Facebook na América Latina, responsável pela implementação da empresa na região.

Em comunicado, o executivo relembra o ingresso no Facebook e diz que irá atrás de novos sonhos:

“Estou muito satisfeito em ter construído o Facebook na América Latina. No entanto, agora é o momento de ir atrás de outros sonhos. Quero dedicar mais tempo à minha família e, também, usar minha experiência e conhecimento para ajudar jovens empreendedores latino-americanos e organizações sem fins lucrativos da região. Sempre gostei de movimentações arriscadas e corajosas. Deixar o Facebook não seria diferente. A empresa está em um excelente momento, temos uma liderança incrível e conto com o time dos meus sonhos. Ter construído os fundamentos corretos do negócio faz com que essa movimentação seja mais fácil. Vou apoiar o Facebook na busca por outro líder que dê continuidade a essa jornada e me comprometo a ficar até completarmos a transição”.

Mais sobre a trajetória
Hohagen começou sua carreira em 1987 na área de comunicação e marketing da Dow Chemical Company, onde passou de estagiário a gerente de relações públicas para a América Latina. Em 1995, foi convidado para gerenciar Recursos Humanos para a Boehringer Ingelheim e mais tarde assumiu o Departamento de Recursos Humanos do ABN Amro Bank.

Em 2000, ingressou no Universo Online (UOL) e trabalhou em diferentes funções, incluindo chefe de vendas globais nos EUA e vice-presidente de publicidade e e-commerce para a empresa. Depois do UOL, tornou-se gerente geral da HBO no Brasil, onde liderou as operações de vendas de publicidade dos canais Premium (HBO, Warner etc). Em 2005, foi convidado a iniciar a implementação do Google no Brasil como Gerente Geral da companhia.



Futuro do 5G e da IoT depende da união da indústria Redação

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CEO da Huawei diz que a tecnologia móvel será parte da
infraestrutura crítica do mundo superconectado, mas é
necessária colaboração aberta e cruzada do setor de TIC

Durante o fórum realizado paralelamente ao Mobile World Congress, evento de mobilidade em Barcelona, o presidente do conselho e CEO da Huawei, Ken Hu, reforçou a mensagem da empresa que, para a tecnologia 5G se tornar realidade, é necessária a colaboração aberta e cruzada da indústria de TIC, além da intensa inovação tecnológica e da criação de estratégias efetivas de comercialização. “A tecnologia móvel de 5G se tornará parte da infraestrutura crítica em um mundo superconectado”, disse Hu.

Segundo ele, as forças motrizes para alavancar a tecnologia 5G incluem a forte demanda que os usuários vêm apresentando em melhorias na velocidade de conexão, o avanço das soluções baseadas em Internet das Coisas (IoT), e os requisitos das indústrias verticais para a próxima revolução industrial.

“As redes 5G totalmente implantadas terão a capacidade de alcançar mais de 100 bilhões de conexões inteligentes”, disse Hu. “Mais do que apenas uma atualização, a 5G se tornará uma plataforma poderosa que habilitará novas aplicações, novos modelos de negócios e até novas indústrias – bem como muitos desmembramentos.”

Para chegar à 5G, Hu disse que as operadoras de telecomunicações devem primeiro colaborar abertamente com as indústrias e deixar as necessidades empresariais estimularem o desenvolvimento de padrões e a inovação tecnológica.

Em segundo lugar, prossegue o executivo, a indústria precisaria de um intenso trabalho de reforma de seus parques tecnológico, como o recente avanço da Huawei no desenvolvimento de uma nova interface aérea para futuras redes 5G.

Após anos de pesquisa, a Huawei desenvolveu uma arquitetura de interface aérea definida por software que usa tecnologias que incluem Sparce Code Multiple Access (SCMA), Filtered-Orthogonal Frequency Division Multiplexing (F-OFDM) e codificação polar.

A Huawei anunciou um teste comercial da 4.5G no final de fevereiro. E afirma que tal tecnologia chegará no mercado em 2016, e deverá aproveitar as inovações 5G nas redes 4G, ajudando as operadoras a aumentarem a receita.

 

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Mobilidade: Citrix e Google ampliam segurança e gestão de dispositivos Android

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Mobilidade é a bola da vez. Não por acaso, a parceria Citrix e Google acaba de ser ampliada com o suporte à Android para o Trabalho por meio do XenMobile. O acordo inclui distribuição de aplicativos e desktops virtuais para dispositivos Chrome e suporte para gestão de mobilidade empresarial (EMM) de smartphones e tablets Android. As empresas oferecem soluções de mobilidade escaláveis e focadas em aplicativos para companhias e instituições de governo.

De acordo com a Citrix, ao combinar suas soluções para espaços de trabalho móveis com os dispositivos Chrome e Android, os clientes das duas empresas podem usufruir de segurança, flexibilidade e experiência que os funcionários precisam para trabalhar a qualquer momento e em qualquer lugar.

“A Citrix e o Google possuem visões e estratégias que se complementam. As companhias estão trabalhando em várias iniciativas ligadas a mobilidade, virtualização de aplicativos e nuvens para oferecer a melhor, mais segura e mais completa solução para a distribuição de espaços de trabalho móveis, oferecendo a experiência mais integrada e específica para o mundo empresarial em dispositivos Android e Chrome e por meio de qualquer rede”, diz Brian Dye, vice-presidente e gerente geral de plataformas móveis da Citrix.

Como funciona o Citrix XenMobile
Ele oferece oferece uma solução EMM para tablets, smartphones e desktops baseados no sistema operacional Android. O Android para o Trabalho cria um perfil profissional dedicado com restrições de compartilhamento, garantindo a separação e segurança de informações corporativas e a privacidade de informações pessoais. Em conjunto, essas tecnologias oferecem um nível maior de segurança e mais controle.

Além disso, a Citrix está ampliando o suporte para o Samsung KNOX, que possui muitos recursos compatíveis com o Android para o Trabalho, oferecendo gestão e controle mais avançados para dispositivos Samsung Galaxy. O XenMobile oferece um nível de consistência inédita na adoção de segurança e políticas para qualquer plataforma móvel, incluindo criptografia FIPS 140-2 e padrões de compliance.

Com o Citrix XenApp e Citrix Receiver para Chrome, segundo a Citrix, empresas de todos os setores podem distribuir aplicativos e dados Windows, web e SaaS com segurança para usuários de Chromebooks do mundo inteiro. Hoje, as companhias ampliaram essa parceria com a introdução do XenMobile que suporta o Android para o Trabalho. Agora, o cliente tem a opção de escolher, administrar e garantir a segurança de qualquer dos últimos modelos de smartphones, tablets Android ou Chromebooks, distribuir soluções completas para espaços de trabalho móveis e aumentar a produtividade do usuário.



4G cobrirá 76% da América Latina até 2020, prevê GSMA

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Redes 4G LTE cobrirão mais de três quartos da América Latina em 2020, de acordo com novos dados da GSMA Intelligence, entidade global que representa operadoras móveis, divulgados hoje, no Mobile World Congress. De acordo com a associação, a estimativa é consequência de aceleradas implantações 4G em toda a região, levando a cobertura 4G para 76% da população latino-americana até o final de 2020, acima dos 35% previstos no final de 2014.

A tecnologia 4G é atualmente responsável por uma porcentagem de um dígito das conexões móveis na América Latina, mas a GSMA Intelligence espera que essa participação seja responsável por mais de uma em cada quatro conexões em 2020. A previsão é de que o total de conexões móveis na América Latina alcance 709 milhões no final de 2014 e 889 milhões em 2020, com o 4G respondendo por 28% (245 milhões de conexões) no período.

Alta de investimentos
As despesas de capital (Capex) por operadoras de telefonia móvel na América Latina estão aumentando significativamente, e a previsão é de que alcancem um total acumulado de US$ 193 bilhões no período de sete anos entre 2014 e 2020. As operadoras latino-americanas investiram quase US$ 8 bilhões em licenças de espectro entre 2012 e 2015, principalmente para apoiar implantações 4G. A quantidade total de espectro atribuído a serviços móveis desde 2012 foi de 1472MHz, nas faixas de 700MHz, 850MHz, 1800MHz, 1900MHz, AWS (serviços avançados sem fio: 1700-2100MHz) e 2,6GHz.

Febre dos smartphones
Assim como a expansão do alcance da cobertura 3G/4G, a migração para redes de banda larga móvel de maior velocidade também está sendo impulsionada pela crescente adoção de smartphones. Os smartphones foram responsáveis por 32% das conexões da América Latina em 2014 e espera-se que sejam responsáveis por 68% do total em 2020. A essa altura, a América Latina terá a segunda maior base instalada de smartphones no mundo, atrás apenas da região Ásia-Pacífico.

De acordo com estudos da GSMA, o Brasil (72%) ocupará a segunda posição no ranking de base instalada de smartphones na América Latina, juntamente com a Argentina (72%), atrás apenas do Chile (73%) e da Venezuela (73%).

Era da mobilidade
A tecnologia móvel é considerada o principal meio de acesso à internet para grande parte da população latino-americana, especialmente em áreas rurais. O número de conexões de banda larga móvel ultrapassou as conexões de banda larga fixa na região em 2011. É o caso dos cinco maiores mercados da América Latina, inclusive do Brasil, onde há mais de cinco vezes mais conexões de banda larga móvel do que de banda larga fixa.

 

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