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Android é foco dos ataques a dispositivos móveis no Brasil

A Fortinet, apresentou um levantamento sobre as principais ameaças no Brasil em parceria com o FortiGuard Labs. De acordo com a pesquisa, o Android é o sistema operacional mais atacado por malwares destinados a dispositivos móveis no Brasil. O estudo foi realizado no período de janeiro a agosto de 2017 e confirma uma tendência do cenário de ameaças à cibersegurança. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em junho, o Brasil já era recordista em números totais de malware para plataforma móvel, aparecendo em 5º lugar, atrás de países como Japão e Estados Unidos e com o equivalente a 10% de tentativas de infecções a dispositivos móveis em relação ao total de ameaças detectadas. Já no último relatório (janeiro a agosto), a Fortinet identificou que 18% das mais de 72 mil ameaças identificadas foram direcionadas para este tipo de dispositivo.

O Android é o sistema para dispositivos mobile mais utilizado no país e o mais vulnerável a ciberameaças, com 99% das tentativas de ataque, número muito superior ao observado em outras regiões. Do total de malwares em dispositivos móveis detectados na América Latina e no Caribe no primeiro trimestre de 2017, 28% deles eram malwares para dispositivos Android.

Botnet aumenta no Brasil
O tráfico de Botnet vem aumentando no Brasil, sendo 50% maior que no começo do ano. O botnet Andromeda é a principal ameaça do tipo, com cerca de 255 mil hosts infectados, 27% do total detectado no Brasil, um crescimento de 300% desde o início do ano. Porém, pelas projeções, pode não repetir o feito do passado, quando foi responsável por 1,1 milhão de ameaças.

Os dispositivos de Internet das Coisas (IoT) estão se tornando grandes oportunidades para hackers, já que sua grande maioria não foi desenvolvida com grande foco em cibersegurança. Em 2017, os botnets de IoT Miraj e Hajime foram responsáveis por 20% de todo o tráfego de Botnet no Brasil. Até agosto do ano passado, este tráfego era praticamente inexistente. Especialistas estimam que 25% os ciberataques serão direcionados à IoT em 2020.

Ransomware cresce no Brasil
O malware do tipo ransom, responsável pelos últimos grandes ataques de alcance global, continuam a crescer no Brasil e no mundo. De um ano para cá, 50% de todos os malwares no Top 20 são do tipo ransomware.

Quando olhamos pelo viés da propagação, o JS/KYptik ainda segue como campeão, sendo identificado por mais de 10% de todos os sensores no Brasil. O malware baixa e executa a família Cerber, vírus que criptografa arquivos de usuários.

Sistema de Prevenção de intrusão
De janeiro a agosto, foram mais de 113 milhões de tentativas de exploração de vulnerabilidades detectadas. A Fortinet identificou em seu relatório que 50% dos ataques do tipo IPS tentaram explorar vulnerabilidades web.

A ameaça TCP.Out.Of.Range.Timestamp é responsável por 30% do tráfego total dentro das TOP 20 ameaças do tipo. Sua abrangência aumentou de 1 milhão em janeiro para seis milhões em abril.

O relatório também destaca a presença de malwares derivados do Apache Struts, software de código aberto utilizado por diversas empresas e que se tornou tema de uma investigação este ano, após um dos três maiores de serviço de proteção ao crédito dos EUA, a Equifax, ter sido invadida por não ter atualizado uma vulnerabilidade do mesmo, o que causou o vazamento de dados pessoais de mais de 143 milhões de usuários no mundo. Malwares ligados ao software aparecem em cinco posições do Top 20 de ameaças.

 

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São Paulo ganha hub de inovação em varejo

Criado para oferecer soluções inovadoras e agir como conector de empresas de varejo, o OasisLab Innovation Space abre as portas no bairro de Pinheiros, em São Paulo. O conceito do hub aposta em três pilares: coworking, laboratório de soluções e espaço para eventos e conteúdo. A sede tem 200 posições para receber empreendedores, das quais 90 já estão ocupadas.

A infraestrutura foi pensada para conectar startups, marcas do varejo, players globais, investidores e fundos, universidades, associações de varejo e consultorias. “Apoiamos os varejistas que buscam conteúdo, tecnologias e também aqueles que pretendem criar laboratórios de inovação”, afirma um dos fundadores do OasisLab, Helio Biagi.

Para a abertura e operação do hub foram investidos aproximadamente R$ 2 milhões em co-realização com o Distrito Ventures. Associações de varejo como SBVC, ABIESV, ABINC, a aceleradora Liga Ventures, o CEPEV-USP, o Núcleo de Varejo da ESPM, entre outros, já manifestaram apoio.

O OasisLab Innovation Space disponibiliza espaço para cursos, eventos, palestras e workshops. “É a oportunidade para varejistas de todos os portes implementarem uma cultura de inovação e explorarem o tema transformação digital. Para as startups, é a chance de ter o suporte para o pontapé inicial e prospectar clientes e negócios”, opina Biagi.

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Cinco dicas para viajar com seu pet sem dores de cabeça

Com as férias chegando os tutores começam a se preocupar com a melhor forma de viajar com seus animais de estimação. Pensando em facilitar os preparativos para o período de descanso e visando o bem-estar dos pets, especialistas indicam algumas dicas para fazer uma boa viagem e curtir as férias em segurança. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

1. Como transportar seu pet?
Avião: Se a viagem for de avião é importante conhecer as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), além das normas da companhia aérea. Para viajar com seu pet é necessário levá-lo numa caixa de transporte confortável, estar com todas as vacinas em dia e apresentar um atestado do veterinário afirmando que seu animal está apto para realizar a viagem. Dependendo do tamanho do pet é permitido que ele faça a viagem junto com o tutor na cabine, porém animais grandes precisam ser transportados no bagageiro do avião.

Carro: Para viajar de carro com seu animal de estimação é ideal que ele esteja preso. Para animais pequenos existem assentos específicos que ficam fixados ao cinto do automóvel, animais maiores podem usar o cinto de segurança especifico para pets. A caixa de transporte também é uma boa opção. Se possível faça pausas na viagem para o pet descansar e fazer xixi.

2. O que deve ter na mala dos cães e gatos?
O tutor não pode esquecer a carteira de vacinação e o atestado fornecido pelo veterinário. Leve também o bebedouro e comedouro do pet, se possível coloque a cobertinha e a caminha na mala – dormir onde ele já está acostumado pode facilitar a adaptação durante as férias. Ração, medicamentos, roupas, coleira e itens de higiene pessoal também são essenciais. Tenha uma etiqueta de identificação para seu pet e lembre-se do brinquedinho preferido dele.

3. Como encontrar locais pet friendly?
Nem todos os hotéis aceitam os animais de estimação como hospedes, então reserve com antecedência o local das férias para não ter nenhum transtorno. No Brasil já existem diversas estadias onde os cães e gatos são bem-vindos, mas é necessário verificar as normas desses locais, já que alguns não permitem a presença dos pets em todos os ambientes da hospedagem. Em outros, há exigência do uso de coleira em tempo integral. Para que você aproveite com seu animal de estimação durante todo o período, o ideal é escolher um hotel totalmente pet friendly, que não restrinja a diversão do seu pet. Não sabe onde encontrar estes lugares? Use o Guia Pet Friendly – que mostra dicas de hotéis, restaurantes e até cabeleireiros onde os animais são bem vindos.

4. Como localizar petshops e veterinários?
Encontrar petshops, clínicas veterinárias e outros prestadores de serviços para pets longe de casa não é tarefa fácil, porém a tecnologia pode ajudar. O Pet Booking é uma plataforma que encontra o estabelecimento mais próximo através de geolocalização e está disponível através de site e aplicativo para IOS e Android. Se durante a viagem, o seu animal de estimação precisar de banho, tosa, consulta veterinária e até day care, o Pet Booking localiza o serviço e ainda permite o agendamento e pagamento online. Se o tutor preferir, alguns estabelecimentos disponibilizam o serviço “leva e traz”, que retira e entrega o animal na sua hospedagem.

5. Tome cuidado com as altas temperaturas
As férias de fim de ano costumam ser repletas de muito sol e calor, então é preciso ter atenção redobrada com a saúde do animal. O tutor deve evitar exposição ao sol entre 10h e 15h, já que nesse período há maior emissão de raios UV – que podem causar queimaduras e câncer de pele. Uma dica importante é usar filtro solar especialmente nos pets que tem a pele rosada e/ou pouco pelo. Além disso, vale ficar de olho nas piscinas – cachorros são ótimos nadadores, mas precisam ser supervisionados na hora da diversão para evitar qualquer acidente.

 

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Gosta de Assassin’s Creed: Origins? Que tal uma Escape Room com esse tema?

A Ubisoft, em parceria com a Escape Time Brasil anunciaram uma sala de escape game baseada em Assassin’s Creed: Origins, o novo episódio da famosa série de jogos de ação e aventura da Ubisoft. Já disponível em São Paulo (Av. Nova Independência, 1056 – Brooklin), o espaço foi inspirado na ambientação e enredo do game e, assim como nos videogames, os jogadores são transportados para o Egito Antigo, onde precisam ajudar Bayek, o protagonista do jogo, a solucionar mistérios relacionados à origem da Irmandade dos Assassinos. A diferença é que, nessa missão, seu maior inimigo é o tempo: são apenas 60 minutos para desvendar todos os mistérios e escapar da sala. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“A grande sacada dessa parceria com o Escape Time é recriar o sucesso dos games no mundo real, proporcionando aos fãs da série e a novos jogadores uma experiência imersiva e muito intensa. O Egito Antigo é um ambiente recheado de mistérios e aventuras e tem tudo a ver com a dinâmica das salas de escape room. Em uma hora, os jogadores vão precisar mostrar que têm as habilidades necessárias para fazer parte da Ordem dos Assassinos”, disse Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft para a América Latina.

A sala “Assassin’s Creed: Origins” tem nível de dificuldade médio e pode ser jogada por grupos de três a oito pessoas por rodada. De acordo com os testes realizados pela Escape Time, cerca de 30% dos desafiantes conseguem escapar da sala antes dos 60 minutos. A atração está aberta de segunda a quinta-feira, com ingressos a R$ 69, e sextas, sábados, domingos e feriados, a R$ 79, sempre das 14h, às 22h, na sede da Escape Time Brasil, em São Paulo/SP. Reservas podem ser feitas diretamente pelo site.

Assassin’s Creed: Origins
Para quem gostaria de conhecer um pouco mais sobre o jogo, ele está disponível para Xbox One, Playstation 4 e PC, e tem como pano de fundo o Egito Antigo, um dos lugares mais misteriosos da história da humanidade e um período crucial para a formação da civilização. Na pele de Bayek, um protetor do Egito cuja trajetória pessoal irá levar à criação da Irmandade dos Assassinos, os jogadores mergulharão em um enorme e vivo mapa de mundo aberto e descobrirão os segredos por trás das Grandes Pirâmides, dos mitos esquecidos, dos faraós e da origem dos Assassinos.

O game traz uma visão totalmente nova para a série adicionando elementos de RPG de ação, como progressão de nível, loots e a possibilidade de customizar cada habilidade do Assassino. Os jogadores contam também com um sistema de combate inédito, que permite atacar e se defender de vários inimigos ao mesmo tempo e ainda utilizar armas muito raras contra poderosos chefões.

 

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Disrupção no modelo de negócios em TI

* Por Alexandre Torres

A forma de negociar projetos de TI mudou completamente nos últimos anos. Modelos tradicionais de licenciamento de software, por exemplo, estão sumindo. Cada vez mais, o mercado exige formas mais flexíveis e adaptáveis de acordo com a realidade de cada empresa. Ao invés de pagar uma subscrição por software, com valores fixos e recorrentes, muitas organizações já buscam fechar projetos “as a service” (em tradução livre, “como serviço”) para investirem apenas nos recursos realmente utilizados.

Esse movimento reforça a tendência de otimização de recursos experimentada por companhias dos mais diversos portes. Em um cenário econômico mais instável, a redução de custos é imprescindível para manter muitas empresas vivas e a tecnologia pode ajudar (e muito) nesse sentido. Especialmente, se os investimentos em projetos de TI forem focados no volume de uso. Não faz sentido pagar por algo que a organização não usa em sua totalidade.

Nesse cenário, empresas de TI deixam de ser percebidas como fornecedores para se tornarem verdadeiros parceiros de negócios. Apenas uma forte relação de parceria permite customizar cada projeto de forma individual e totalmente baseada na necessidade apresentada pelo cliente.

Nos últimos anos surgiram muitas startups, justamente, para ocupar o lugar de empresas de TI que não conseguiram, ainda, adequar seus modelos de negócios à essa nova realidade – mais rápida, menos burocrática e baseada em volume de uso. Para não perder oportunidades boas para novos competidores, é preciso se atualizar. Listo aqui algumas dicas que podem ajudar nesse sentido:

1. Ofereça solução e não produto – a estratégia de TI das empresas está cada vez mais alinhada com a de negócios. Os CIOs passaram a se envolver na agenda de planejamento. Então, é preciso estar preparado para realmente entregar soluções completas. Entenda o desafio da companhia, se interesse e proponha projetos capazes de resolver todas as necessidades. Hoje, não ganha uma concorrência apenas o que tem melhor preço ou o que oferece o melhor hardware ou software. Ganha o cliente, aquele que oferecer a solução mais viável e eficiente para algum problema.

2. Atualize sua forma de fazer negócios – Revise o modelo de negócios da sua companhia e tente eliminar toda a burocracia. Pense em contratos menos pré-estipulados e mais de acordo com o que cada empresa realmente precisa. Estude os modelos as a service e procure adapta-los para a realidade da sua organização.

3. Invista em soluções escaláveis – esse item tem total relação com o anterior. Pense em uma forma de modular sua oferta. Ou seja, quanto mais a empresa usa, mais ela paga. E, claro, o inverso também é verdadeiro. Esse modelo tem se mostrado cada vez mais atrativo para as organizações. Evidencie as vantagens de optar por soluções escaláveis. Oferecer ambientes virtualizados, por exemplo, facilita a contratação sob demanda.

4. Não faça sozinho, tenha bons parceiros – Não é preciso fazer tudo sozinho. Crie um ecossistema de bons parceiros ao redor da sua empresa. Encontre companhias que ofereçam soluções e serviços complementares aos seus. Com o portfólio mais completo, você será capaz de entregar a solução mais adequada aos clientes

* presidente América Latina da TmaxSoft

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Está pensando em comprar uma impressora? Nós te ajudamos a escolher!

Ter uma impressora em casa é sempre útil, mas, na hora de adquirir um modelo, é preciso lembrar dos gastos extras inclusos já na hora da compra. Pensando nisso, o Vida Moderna, junto com a PROTESTE, Associação de Consumidores, separou algumas dicas a fim de te auxiliar nessa escolha. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A primeira coisa que deve ser feita é verificar o valor dos cartuchos de tinta, que podem gerar mais gastos a longo prazo. Segundo a Associação, para um usuário mediano, que usa a máquina apenas para trabalhos escolares ou documentos, as impressoras mais baratas valem a pena. Os cartuchos vêm em conjunto, por isso, só é possível trocar apenas um por vez (preto ou colorido). Já quem usa com mais frequência pode optar pelas impressoras com cartuchos individuais, pois apesar de serem mais caras, a tinta compensa o valor.

Outra boa opção são as multifuncionais, que possuem um custo-benefício interessante. Elas compõem o segmento com mais produtos no mercado e têm apenas uma pequena diferença de preço das impressoras mais simples. Além disso, são mais inovadoras, com conexão Wi-Fi, que permite impressões diretamente de celulares e tablets.

Entretanto, os cartuchos costumam ser caros e possuem um volume de tinta reduzido. Por isso, no caso das impressoras a jato de tinta, prefira os cartuchos recarregáveis, que podem ser comprados em lojas especializadas, ou os modelos com “tanque de tinta”, mais fáceis de serem recarregados e com um custo menor. Tome cuidado com a qualidade da tinta utilizada.

Na hora de reutilizar os cartuchos, também é necessário cuidado, pois se mal carregados, podem danificar a impressora permanentemente. Muitas vezes o programa que controla a impressora não reconhece o nível de tinta. Por isso, opte sempre pela mesma tinta e apenas recarregue quando esta chegar ao fim.

Já para quem imprime em grande quantidade – ou até mesmo para ambientes corporativos –, as impressoras a laser são as mais indicadas. Elas são bem mais caras, mas imprimem com melhor qualidade e velocidade. Esse tipo de impressora usa um toner, com um pó extremamente fino que, quando aquecido, gruda no papel.

A variação de preço vai de acordo com a marca. Por exemplo, os cartuchos da HP21 e HP22, que são um dos mais divulgados da marca e funcionam em muitas impressoras, podem ser encontrados por R$ 149 (dois originais) e por R$ 105 (dois recarregáveis). Nesse caso, a economia seria de cerca de 30%.

Mas há, ainda, outros exemplos muito mais vantajosos. Os da Epson (código T197), que também são muito comuns, saem por R$ 46 (dois originais) e por R$ 22 (dois recarregáveis), ou seja, uma economia de 52%.

Limpeza
A poeira pode danificar os cartuchos, por isso, é importante manter a limpeza na máquina. Mesmo se não for utilizar, ligue o aparelho regularmente, uma vez por semana, aproximadamente. Isso evita o entupimento do cabeçote dos cartuchos, que muitas vezes vêm embutidos. Para economizar tinta, uma dica interessante é sempre juntar todos os documentos que deseja imprimir e fazer isso de uma só vez. Dessa forma, vai evitar gastar mais tinta toda vez que você ligar a impressora.

Como elas funcionam
– Jato de tinta. Atualmente, usam dois métodos: cartuchos ou tanque de tinta. Uma alternativa interessante são os aparelhos com tanques de tinta, em vez de cartuchos. Com preços parecidos, os tanques possuem uma capacidade muito maior de armazenamento e, em um dos nossos testes, mostraram ser muito mais eficientes, além de econômicos.

– Multifuncionais. As impressoras 3D não imprimem nada em papel e são compradas com um propósito diferente por utilizar técnicas como resinas plásticas, líquidas, laser ou luz. Com essa tecnologia inovadora, é possível fabricar os mais variados objetos, de peças decorativas a alimentos. Porém, se não for usada profissionalmente, esse hobby pode sair caro. As mais baratas saem por volta de R$ 800, e os materiais para impressão também custam caro.

– A laser. Existem as monocromáticas, que só imprimem em preto e branco, e as coloridas. As que imprimem em cor também têm uma manutenção cara, porque precisam de mais toners para funcionar corretamente. Eles custam mais do que os cartuchos, mas podem imprimir cinco vezes mais do que um de tinta preta.

Vale imprimir fotos em casa
A PROTESTE pontuou que os custos de imprimir em casa não valem a pena. Para imprimir fotos com qualidade, é necessário comprar cartuchos de tinta especial para impressão de fotos e papel fotográfico. Desta forma, tenha em mente que esses dois itens são caros. Ao imprimir uma foto na própria impressora, é necessário configurá-la, o que demanda ainda mais tinta. Em outras palavras, é possível imprimir poucas fotos com apenas um cartucho colorido. Além disso, em relação à qualidade das fotos, a impressão em gráficas é muito superior.

Na comparação, o custo médio da impressão de uma foto por impressoras a jato de tinta e os preços de gráficas de revelação online, a PROTESTE constatou que o gasto extra pode chegar a quatro vezes a mais se revelar em casa. E há mais um agravante: o preço médio não leva em consideração o papel especial, mas só o gasto de tinta, ou seja, o valor final é ainda maior.

 

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Evento marca 110 anos da imigração japonesa para o Brasil

No dia 03 de dezembro o Instituto Nak do Brasil em parceria com a MONAC – Centro de Negócios da Economia Criativa realizam o 23º Festival Brasil Kohaku Utagassen. Neste ano, o tradicional evento tem como foco a celebração dos 110 anos de imigração japonesa. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

No Japão, o Festival Kohaku Utagassen já celebra a 67ª edição, e estimula o trabalho dos Japoneses, fora da Terra do Sol nascente. A cada ano o Festival realizado no Brasil inova na produção e, neste ano tem motivo de sobra para uma comemoração que ultrapassa a cultura japonesa e envolve todos os povos que, de modo direto ou indireto contribuíram para que o povo japonês chegasse com alegria e muita gratidão a este país.

“Queremos envolver todos os povos nesta celebração, apreciadores de arte e da diversidades cultural e profissionais da área, amigos da imprensa, enfim, a sociedade como um todo, de todas as faixas etárias, de todas as línguas, raças e cores. É momento de celebrar” afirma Eliane Machado, Curadora da exposição iconográfica e Presidente Executiva do Festival.

Dentre as atrações: canto, dança, Taikô, que com os seus mágicos sons dos seus tambores, anunciam a festa.  No programação teremos apresentações especiais da colônia Argentina, com a Cia ArgenTango, que fará uma homenagem especial à colônia japonesa.

Este clima de união e celebração dos 110 Anos da Imigração Japonesa no Brasil está simbolizado pelo TSURU, o pássaro da sorte. O TSURU vermelho e branco representando o Japão, toca a asa do pássaro verde e amarelo como um abraço, uma forma de união, irmanando duas nações para sempre.

Para prestigiar o evento, já estão confirmados o Consul Geral do Japão, Takahiro Nakamae, além de autoridades públicas e da iniciativa privada.

O festival é gratuito, aberto ao público, entretanto, os visitantes podem, voluntariamente, doar 1 kg de alimento não perecível.

 

Serviço:

23º Festival Brasil  Kohaku Utagassen e Pré – Comemoração dos 110 Anos da Imigração Jponesa no Brasil

Data: 03 de dezembro, das 9:00 às 18:30

Local: Bunkyo – Rua São Joaquim, 381 – Liberdade – São Paulo

 

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Equinix lança solução de Cloud Híbrida com OpenStack no Brasil

A Equinix, empresa global de interconexão e de data center, anuncia uma nova solução de Cloud Híbrida no Brasil baseada em tecnologia OpenStack. Com foco em clientes com estratégia híbrida e multicloud, a solução foi projetada para oferecer gerenciamento multicloud otimizado, a partir de um único portal, de forma ágil, segura e totalmente integrada, simplificando a gestão de ambientes complexos.

O produto já vem embarcado com o uma avançada solução de interconexão que possibilita conectividade privada direta e de baixa latência para os principais CSPs do mercado como: Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure e IBM Cloud, acelerando a jornada para a nuvem.

A empresa vem apresentando aos seus clientes soluções que permitam a rearquitetura da infraestrutura de TI, facilitando a migração para a nuvem. “As empresas estão percebendo que as questões de interconexão e conectividade estão impactando diretamente a performance de TI e a evolução dos seus negócios. Não existe adoção de uma estratégia de cloud bem-sucedida sem superar esse desafio”, explica Diego Julidori, Senior Manager, Product Management da Equinix no Brasil.

A preparação para este cenário é urgente. De acordo com o Global Interconnection Index, estudo publicado pela Equinix, a capacidade de troca privada de dados entre empresas está superando a Internet pública, e deve atingir uma taxa de crescimento cerca de duas vezes maior, englobando um volume em torno de seis vezes superior ao tráfego IP global, até 2020. “As empresas não podem deixar de olhar para esses dados se quiserem continuar sendo competitivas daqui para frente. Agilidade e segurança são palavras-chave e investimentos em uma nova arquitetura de tecnologia que melhore a performance do negócio é primordial”, alerta Julidori.

A composição de um ambiente híbrido possibilita a otimização total de custos e maior elasticidade para o ambiente, pois é possível contratar a necessidade de recursos dedicados e, em situações de pico, solicitar recursos de cloud on-demand, pagando somente quando utilizá-los. Na nova solução, o crescimento do ambiente com consumo de recursos sob demanda pode ser realizado dentro do próprio ambiente Equinix ou consumindo recursos de um dos CSPs gerenciados pelo portal integrado.

“Queremos ajudar as empresas a usufruírem de soluções em cloud em todo seu potencial, facilitando o gerenciamento dos ambientes, independentemente de onde as cargas de trabalho estejam alocadas, se em ambiente público ou privado”, explica Diego Julidori.

Outro benefício é a possibilidade de abstração total de infraestrutura e a automatização dos fluxos de trabalho. O serviço aposta na experiência do usuário de cloud, buscando facilitar a sua adoção por empresas que estão iniciando essa jornada através de APIs. As APIs permitem integração com ferramentas de terceiros, que podem agilizar processos de DevOps, suportando o processo de transformação e automatização que as empresas estão buscando para os seus negócios.

 

Demanda crescente
Estudo do IDC aponta que o Brasil é hoje o país que mais investe em cloud na América Latina, sendo responsável por mais de 50% dos investimentos regionais em tecnologia. Muitas empresas brasileiras já estão em uma segunda fase de desenvolvimento de estratégia de nuvem em longo prazo, combinando vários modelos de implantação para servir necessidades atuais e futuras. Este movimento faz parte da transformação digital e a conectividade é extremamente importante para o sucesso.

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Cabify amplia área de atuação e chega à Praia Grande

A Cabify anuncia início de sua operação de transporte privado em Praia Grande a partir de hoje (29/11). A expansão no litoral sul de São Paulo beneficia…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…a usuários da baixada santista e também brasileiros que desejam obter renda como motorista parceiro

O início da operações da Cabify em Praia Grande beneficiará a mobilidade urbana dos consumidores, ao constituir mais uma opção de transporte até mesmo para Santos. “Iniciamos operações em novas cidades buscando sempre o equilíbrio entre os usuários, que buscam formas inteligentes de se locomover, e motoristas parceiros, que estão em busca de renda. Agora, é a vez de Praia Grande”, explica Cláudio Azevêdo, General Manager da Cabify em São Paulo, Santos e Campinas.

Os preços das viagens pela Cabify são calculados com base na quilometragem entre a origem e destino, sendo que o valor não está atrelado ao tempo da viagem. “A Cabify procura trabalhar com um preço justo e transparente, por isso, optamos por esse modelo de cobrança. O usuário sabe o preço que vai pagar entre a origem e o destino ao solicitar a corrida”, explica o Azevedo.

A Cabify opera atualmente em oito cidades do Estado de São Paulo – São Paulo, Campinas, Santos, São Vicente, Praia Grande, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Santo André – e em outras cinco capitais – Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS).

Descontos para Praia Grande
Para celberar o início da operação, a Cabify convida os novos usuários a baixarem o app e experimentar viajar grátis em Praia Grande e também em Santos e São Vicente. O código VERAOPG concede R$ 20 de desconto em duas corridas realizadas entre 25 e 30 de novembro na categoria Lite. Além disso, para oficializar o lançamento da nova área de cobertura, a Cabify oferece 100% de desconto, limitado a R$ 10,00, em todas as viagens com origem ou destino na cidade e arredores. A promoção é aplicada automaticamente para viagens com a categoria Lite entre os dias 29 e 30 de novembro.

Cadastro para motoristas parceiros aberto
A Cabify está com cadastro aberto para os interessados em se tornarem motoristas parceiros pela plataforma na Praia Grande. Para isso, basta preencher o formulário disponível em www.cabify.com. Após o preenchimento das informações pessoais, a empresa entrará em contato para agendar a vistoria do veículo e checagem dos documentos presencial. Há também sessões informativas sobre a plataforma, atendimento ao cliente e outras informações.

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Logística ainda enfrenta desafios na Internet das Coisas

Redes de comunicação não confiáveis podem tornar as empresas de logística incapazes de capturarem o valor total de Internet das Coisas (IoT), de acordo com o relatório ‘The Future of IoT in Enterprise – 2017’, que contou com 100 empresas globais de transporte e logística entrevistadas pela Inmarsat, empresa de comunicações móveis globais por satélite.

A pesquisa sugere que, enquanto 96% das organizações de transporte e logística acreditam que o sucesso de suas implantações de IoT se baseie em uma conectividade onipresente e confiável, muitas empresas ainda lutam para terem acesso à conectividade que necessitam. Cerca de 40% identificaram os problemas de conectividade como um dos maiores desafios que enfrentam em suas implantações de IoT, sendo consideradas mais problemáticas somente as habilidades de IoT (54%) e a integração da tecnologia de IoT (43%). Com preocupação, 28% afirmaram que os problemas de conectividade ameaçavam comprometer suas implantações de IoT antes mesmo de terem começado.

Para ser eficaz, a logística multimodal global depende da grande quantidade de dados coletados por meio da tecnologia de sensores IoT para analisar os comportamentos dos veículos de transporte e da carga. No entanto, sem uma conectividade global onipresente, esses sensores nem sempre serão capazes de funcionar, reduzindo a capacidade das empresas de orquestrarem eficientemente suas cadeias de suprimentos.

De acordo com Mike Holdsworth, diretor de Transportes da Inmarsat Enterprise: “Em um mundo cada vez mais interconectado, mais cargas estão percorrendo mais geografias e diferentes transportes para chegarem aos seus destinos”. Esta crescente complexidade traz novos riscos e incertezas, e cria para as empresas de logística uma necessidade urgente de aumentar a sua visibilidade da cadeia de suprimentos e ser eficiente – onde a IoT pode ajudar. “Se você puder monitorar a carga do seu ponto de produção até seu ponto de entrega, você pode reduzir o desperdício, compreender e adaptar os níveis de fornecimento e garantir a segurança. Com uma combinação de tecnologias de sensores IoT como etiquetas de identificação por radiofrequência, o Bluetooth Low Energy e as redes Low Power Wide Area (LoRaWAN), a movimentação de mercadorias e coisas pode tornar-se mais eficiente”.

Riscos
A localização remota das redes e rotas de transporte claramente representa um desafio para as empresas de logística. “Podemos ver na nossa pesquisa que as lacunas de conectividade estão se revelando problemáticas para uma implementação bem-sucedida de IoT”, comenta. As redes de comunicação terrestre não são capazes de fornecer ao longo de toda uma rota soluções de conectividade suficientemente confiáveis para que IoT funcione, o que significa que ativos vitais como caminhões, trens e navios poderão entrar em pontos cegos de comunicação quando estiverem expostos a um risco maior, em ambientes remotos e potencialmente perigosos. “Para que as empresas de logística tenham acesso ao valor total de IoT, elas precisam ter uma conectividade confiável e contínua que lhes permita acompanhar continuamente os seus ativos em uma escala global”, continua o executivo.

 

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O desafio de expandir as oportunidades de negócio dentro da base de clientes

* Por Régis Lima

O que é mais difícil: conquistar novos clientes ou expandir a venda de produtos e serviços a partir de uma base de clientes fiel? A grande verdade é que estamos tratando de dois desafios diferentes e igualmente importantes para uma equipe comercial.

Todavia, embora ambas questões sejam fundamentais para o fortalecimento de um negócio, o fato é que, muitas empresas investem um capital considerável em treinamentos e capacitação para a conquista de mercado, mas não trabalham de modo eficiente com aqueles que, por já nutrirem uma relação com a marca, podem apresentar maior abertura para novas ofertas comerciais.

Esta, aliás, tornou-se uma problemática especialmente relevante em tempos de economia de recorrência e Customer Success: hoje, não basta mais vender um determinado serviço e contar com um bom suporte ou SAC. Os clientes querem mais. Eles desejam travar relações com empresas que entendam seu perfil, necessidades e sejam capazes de investir em suas experiências de consumo.

Este plus, essa capacidade de enxergar além e favorecer o sucesso contínuo de meu cliente pode, sim, ser conduzido ou contar com o auxílio de uma equipe comercial qualificada. Pensemos, por exemplo, em uma companhia que faz uso de um ERP que, por sua vez, é fornecido por uma consultoria que também disponibiliza para o mercado soluções de Compliance.

Neste cenário, um time de vendas mais afiado pode muito bem ser capaz de identificar novas necessidades por parte da empresa-cliente e ofertar o serviço de Compliance como forma de tornar mais segura as operações do contratante. Para tanto, será necessária uma comunicação muito próxima entre equipes de atendimento (identificação do problema) e comerciais (oferta da solução), agentes indispensáveis em um time de Customer Success.

Tal exemplo serve para demonstrar que não só é possível, como também é recomendável, ir além na relação com uma base fiel de clientes, posto que tal atitude demonstra que seu negócio está alinhado com o objetivo de fortalecer sua comunicação com os consumidores e ampliar seus níveis de satisfação.

Dito isso, gostaria de listar três estratégias eficientes para que você gere oportunidades de negócio dentro de sua carteira de clientes. Confira:

1. Transforme o Customer Success em um dos principais pilares do seu negócio
Para que você consiga, de fato, gerar novos negócios a partir de sua base de clientes, o Customer Sucess não só deve fazer parte de seu negócio, ele precisa ser um dos principais centros motores da empresa. Unindo esforços de especialistas em marketing, vendas, atendimento e análise de mercado, será possível criar estratégias para ofertar serviços complementares, premium ou adicionais, de acordo com as necessidades de um determinado grupo de clientes.

2. Abra espaço para a inovação
Mentes criativas e inovadoras devem fazer de seu negócio pois elas é que serão as principais responsáveis pela criação de novos produtos e serviços capazes de encantar seus clientes e convencê-los a expandir a relação deles com sua empresa. Além disso, colaboradores com espírito inovador tem maior potencial para desenvolver estratégias e insights para atrair, ainda mais, sua base de clientes em novas ações comerciais.

3. Entenda, surpreenda e crie experiências significativas
Por fim, o consumidor busca experiências de consumo significativas e surpresas positivas são sempre bem-vindas nesta relação. Para tanto, você precisará investir todo o tempo que for necessário na compreensão e entendimento das demandas de seus clientes. Do contrário, como poderá suprir tais necessidades com produtos ou serviços adicionais? Esteja atento, cultive relações sólidas, saiba ouvir e tenha em mente que seu sucesso é fruto do sucesso de seus clientes.

* diretor executivo na Lumen IT

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Locaweb lança unidade de meios de pagamentos digitais

A empresa de serviços de internet e data center Locaweb lança sua quinta unidade de negócio, a Yapay, destinada a atuar no ramo de meios de pagamentos digitais. A nova marca será tanto gateway quanto intermediador no mesmo fornecedor.

Há sete anos, a unidade de e-commerce (Tray) da Locaweb já trabalhava com os dois produtos dentro do seu portfólio, tempo que foi essencial para conhecer a fundo o universo dos meios de pagamentos e desenvolver know how para lançar uma unidade 100% dedicada. Somente no ano passado, as duas ferramentas transacionaram mais de 700 mil pedidos por mês, ultrapassando R$ 1,18 bilhão movimentado, por meio de uma base ativa de 3.300 clientes, cuja maior parte está ligada a e-commerces.

A expectativa é que até o final de 2018, a nova unidade atinja cinco mil clientes e transacione R$ 2,5 bilhões. A Locaweb usou a Black Friday para testar a solução. Com a experiência adquirida neste período, a Locaweb enxergou a grande oportunidade de expansão. “Trata-se de um mercado ainda pouco explorado no Brasil e tínhamos dentro de casa as duas ferramentas base, em pleno funcionamento, com números em crescimento contínuo, para dar o pontapé inicial”, diz Flávio Jansen, CEO da Locaweb. “Nossa missão continua sendo fazer negócios nascerem e prosperarem por meio da tecnologia”.

Taxas competitivas
Segundo previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce nacional deve alcançar, neste ano, os R$ 59,9 bilhões, enquanto em 2016 o número ficou na casa dos R$ 53,4 bilhões.

Para o diretor-geral da unidade de Meios de Pagamentos, Willians Marques, “a Yapay nasce com o objetivo de entregar produtos pensados para quem exige desempenho, agilidade e praticidade”. E complementa que, em relação aos concorrentes, a marca visa se destacar ao possibilitar funcionalidades como multiadquirência, taxas competitivas, análise antifraude, integração com plataformas de e-commerce open source e boleto registrado.

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Thanos chegou! Teaser Trailer de Vingadores: Guerra Infinita é lançado e agita a internet

A espera dos fãs acabou. Finalmente a Marvel Studios divulgou o primeiro teaser trailer de Vingadores: Guerra Infinita. O vilão Thanos, interpretado por Josh Brolin, chegou ao planeta Terra para buscar as jóias do infinito.

Isso fará com que os Vingadores já conhecidos pelos últimos filmes do estúdio, unam-se ao Homem Aranha, Doutor Estranho e os Guardiões da Galáxia para proteger o Mundo.

Confira:

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O que muda com a NF-e 4.0?

* Por Edmir Teles

A migração da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para a versão 4.0 contempla alterações importantes que facilitarão em alguns aspectos o entendimento sobre as novidades tributárias introduzidas no âmbito da legislação do ICMS.

Se fosse utilizado o antigo modelo de Nota Fiscal manual (modelo 1 ou 1A), os contribuintes utilizariam a frente e o verso do documento para contemplar tantas particularidades obrigatórias a respeito do bem ou mercadoria.

De dados de pagamento, passando pelo frete, controle de fabricação, validade, identificação de ICMS, IPI, assim como aquilo que verdadeiramente interessa na relação comercial, que são quantidades e respectivos preços, a Nota Fiscal virou um hub de informação.

Agora, com a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o documento fiscal existindo em forma digital para todos os efeitos legais, criar um, dois ou mais campos novos, um detalhe aqui outro ali, ficou muito simples, basta que o arquivo em XML tenha novas “TAG’s” e pronto. Cabe ao contribuinte emissor da NF-e correr atrás dos seus sistemas corporativos de controles e encontrar as informações e os parâmetros necessários para cumprir com a exigência.

A versão hoje em vigor da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é a versão 3.1 e ficará valendo, ou seja, sendo aceita e autorizada pelas SEFAZ’s até o dia 02 de julho de 2018. Porém a versão 4.0 já foi amplamente divulgada através de Nota Técnica no portal oficial da NF-e. Estará disponível um ambiente de homologação, que servirá para testes das empresas a partir de 20 de novembro e um ambiente de produção a partir de 4 de dezembro. Caso não haja nova prorrogação dos prazos, as empresas poderão colocar em prática o desenvolvimento e testes da versão 4.0.

Outra melhoria, por conta da versão 4.0 da NF-e, que reputamos como providência positiva é a criação dos campos – atualmente TAG’s – para tratar dos valores relativos ao Fundo de Combate à Pobreza (FCP) instituído por quase todos os Estados brasileiros e que é cobrado junto com o ICMS. A Base de Cálculo, o Percentual e o valor do FCP estão em campos (TAG’s) específicos perfeitamente identificados no documento fiscal.

O contribuinte terá de calcular e destacar separadamente do ICMS e do ICMS Substituição Tributária o valor relativo ao Fundo de Pobreza e, quando for o caso, o valor retido por substituição tributária do Fundo de Pobreza. Essa separação deixará evidente uma forma nova de tributação implementada pelos Estados, que veio aumentar a carga tributária. Irá requerer de determinados contribuintes um tratamento diferenciado e especial para apuração e recolhimento dos valores desses Fundos Estaduais, dependendo do Estado, e para tanto terão as respectivas “TAG’s” à sua disposição.

Rastreabilidade
Saindo do foco que sempre foi o objeto principal da Nota Fiscal, uma alteração muito importante na NF-e 4.0 foi a criação de um novo grupo que vai permitir a rastreabilidade de qualquer produto sujeito a regulações sanitárias, tais como produtos veterinários, medicamentos, bebidas etc. Exigirá a identificação dos números de lote, data de fabricação, data de validade, entre outros. Para o detalhamento específico de medicamento e matérias primas farmacêuticas foi criado campo para informar o código de Produto da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), fazendo parte do Grupo de Rastreabilidade de Produto. Portanto, as empresas pertencentes a esses segmentos de mercado devem já ter providenciado atentamente a forma de buscar tais informações em seus sistemas de controle de produção e estoque a partir dos cadastros dos materiais sob controle especial de movimentação.

Com a facilidade do documento digital, haja criatividade dos órgãos oficiais de controle para implementar informações complementares e, assim, criar novas versões de NF-e com novos layouts que virão. E, aos contribuintes, resta o cumprimento das normas.

* gerente de consultoria BPO da Divisão Aplicativos da SONDA

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O ano da euforia (com a bolha?) de Bitcoins

A última semana de novembro de 2017 entrará certamente para os livros que contam a história da tecnologia. Pela primeira vez desde que surgiu, há nove anos, a moeda digital bitcoin ultrapassou a barreira de US$ 10 mil. Um marco para investidores, empresários em busca de financiamento, público que deseja uma forma garantia de ganhos e cibercriminosos que querem dinheiro fácil. Mas a volatilidade da criptomoeda ainda preocupa e já começa a se falar em bolha especulativa.

Foi na terça-feira, 28 de novembro, às 8:30h, que a moeda digital chegou na cotação de U $ 10.025,96 , subindo 21% desde a sexta-feira anterior, de acordo com o site de pesquisa financeira CoinDesk. Um aumento no valor de mais de 10 vezes, registrando o maior ganho de todas as classes de ativos.

Para se ter uma ideia, durante o ano o índice S&P 500 subiu 17%. Não foi um período diferente para outros ativos a Dow Jones Industrial Average saltou 21%, o ínidce Nikkei 225 da bolsa japonesa subiu 18% e o ouro cresceu cerca de 13%. Muito da valorização da criptomoeda está ligado a sua chegada ao mundo comum. Ela deixou de ser coisa de fanático de computação e sua tecnologia (a blockchain) começou a ser testada por diversas empresas.

Em 2017, as bitcoins viraram um investimento interessante para agentes do mercado financeiro. O ano também marcou diversas oscilações, uma divisão da moeda (em agosto, com a bitcoin e bitcoin cash), meia dúzia de invasões com roubos milionários em sistes de câmbio, notícias sobre gente que mantinha computadores poderosos para “fabricar” bitcoin (mineradores) e mais de uma notícia por semana de cibercriminosos pedindo resgate em bitcoin após contaminarem computadores de empresas e governos com ransomwares.

Bolha?
Enquanto empresas olham para a tecnologia blockchain e investidores aproveitam a alta, alguns analistas apontam para a possível bolha especulativa. A revista financeira The Economist, ao analisar o boom apontou que “há mais de um bom motivo para começar a mexer com bitcoins”. No entanto “o principal por agora é sua alta” e nada mais.

“Podemos ver um grande e espetacular desastre novamente”, acrescenta o professor de negócios da Universidade de Cambridge, Garrick Hileman, em entrevista à BBC.

A moeda virtual chega, com essa alta histórica, a um momento de popularidade jamais visto entre as criptomoedas. Mesmo se tudo for uma bolha, e ela estourar, há quem acredite que as bitcoins farão parte de nossas vidas daqui pra frente. “O futuro da bitcoin ainda é incerto; ela enfrenta os mesmos sérios desafios técnicos que tem há anos e tem uma forte concorrência de outras blockchains mais recentes e sofisticadas. Mas, mesmo que isso aconteça, é evidente que o bitcoin está aqui para ficar”, pontua Solomon Lederer, diretor de blockchain da LOOMIA, uma empresa de tecnologia wearable e tokens, quando entrevistado pela Reuters.

A bitcoin surgiu em 2009 por iniciativa de um desconhecido programador que aparentemente gostava de economia e contabilidade. A moeda é viabilizada por uma tecnologia chamada blockchain (cadeia de blocos de dados criptografados), que permite que valores sejam transacionados entre os usuários com confiabilidade. Cada elo da cadeia é também uma autoridade que certifica que o valor existe e pode ser trocado.

A bitcoin pode ser fabricada nos próprios computadores. É um processo demorado e que consome muita energia, memória e processador. Até por isso, cibercriminosos estão injetando códigos em computadores alheios para que fabriquem bitcoins para eles, de graça. E, embora exista gente que lotou galpões com máquinas para esse fim, o jeito mais fácil de conseguir bitcoins continua sendo comercializar algo e receber em moeda virtual.

Curiosidade: a primeira transação com a moeda virtual foi a compra de uma pizza. Custou 10 mil bitcoins. Hoje, com a cotação atual, seria possível comprar diversos iPhone X, o último modelo de smartphone da Apple, seja lá em qual país for e com qualquer cenário de economia em frangalhos e moeda local desvalorizada.

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CI&T está com 100 vagas abertas

A CI&T está com 100 vagas abertas para a sua sede em Campinas (SP) e para um de seus centros de desenvolvimento, situado na cidade de Belo Horizonte (MG). A maioria das vagas requer conhecimento em inglês e dentre as posições oferecidas estão desenvolvedores e arquitetos de softwares em JAVA, .Net, Cloud e outras tecnologias, além de vagas para UX designers, engenheiros e cientistas de dados, e testers. Os interessados podem obter mais informações e se inscrever para as posições disponíveis no vempra.ciandt.com.

“Procuramos por pessoas que tenham o espírito de colaboração, impulsionem a inovação e transformem os negócios dos nossos clientes. Buscamos por profissionais que trabalham em equipe, para resolver questões críticas e gerar experiências diferenciadas na jornada dos consumidores no mundo online”, destacou Patricia Delsoto, gerente de Recursos Humanos. “Apoiamos a construção de um ambiente de trabalho multicultural, onde todos são respeitados independentemente da expressão de gênero, idade, deficiência, raça e religião. Por isso, todas as pessoas com os conhecimentos que buscamos são consideradas aptas para o nosso processo seletivo”, completou Patricia.

Delsoto ainda dá uma dica importante para quem busca por uma oportunidade na CI&T. “É essencial que a pessoa mantenha seu perfil do Linkedin atualizado, pois é uma das ferramentas que utilizamos como parte do processo de avaliação”, completou.

Com foco em “desenvolver pessoas, antes de desenvolver software” e o menor turnover da indústria (retention de 94%), a CI&T possui mais de 2,5 mil colaboradores, atualmente. Há 11 anos consecutivos, a CI&T figura na lista das Melhores Empresas para Trabalhar do GPTW (Great Place to Work). Até mesmo na China, a CI&T entrou no ranking GPTW pela primeira vez no último ano, sendo uma das 30 Melhores Empresas para Trabalhar dentre as 137 inscritas. Nos EUA, a companhia é certificada como um Great Workplace desde 2016. Ambos os reconhecimentos dados pelo mesmo GPTW Institute.

Internacional
Reunindo frentes multidisciplinares e a filosofia Lean para o contexto Digital (Lean Digital), a CI&T atende projetos para importantes companhias, mantendo operações não apenas no mercado brasileiro mas em localidades estratégicas dos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Japão e China. Fundada há mais de duas décadas, ao longo da sua história, a companhia vem registrando crescimento contínuo (média anual de 30%) e mantendo como meta dobrar de tamanho a cada três anos. Em 2016, mesmo em meio à recessão econômica, a CI&T obteve aumento de 18% da sua receita. Em 2015, registrou 46% de crescimento no seu faturamento global. A CI&T segue firme, rumo à meta de R$ 500 milhões de receita em 2017 e de R$ 1 bilhão para 2020.

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Como a transformação Ágil pode agregar valor ao seu negócio?

* Por Viviani Barcellos

Em um cenário macroeconômico em tímido crescimento para o próximo ano e um mercado cada vez mais dinâmico e exigente, um ambiente VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo), o uso de métodos tradicionais, tanto em projetos, como em atividades do dia-a-dia, já não trazem mais resultados satisfatórios. Eis o motivo de grandes empresas estarem utilizando a transformação Ágil como estratégia, em um mundo onde “a cultura devora a estratégia no café da manhã”.

Não é difícil que você já tenha se questionado em como se reinventar, quais são as filosofias, métodos e práticas que vem sendo adotadas pelas organizações, qual antídoto pode diminuir as dores da mudança. Nesse artigo, gostaria de abordar alguns temas que elucidem este caminho.

Vou resumir despretensiosamente que Ágil é um conjunto de práticas explícito em um manifesto escrito em 2001 por profissionais de TI baseados em 12 princípios e 4 valores (possui raízes originadas em XP – Programação extrema para desenvolvimento de software, SCRUM –metodologia ágil para gestão e planejamento de projetos de software, FDD – Desenvolvimento Guiado por Funcionalidades) e por aí vai.

O Lean também pode ajudar na transformação Ágil. O termo emergiu nos anos 90, embasado no Lean Manufacturing do Sistema Toyota, pós segunda Guerra Mundial, e evolui até a década de 70, focado principalmente em minimizar desperdícios e em melhoria contínua.

Essas filosofias apresentam características comuns e práticas das quais podemos extrair o que há de melhor e adaptá-las nos âmbitos estratégicos e táticos, não somente operacionais. E, mais que isso, não somente na manufatura ou na tecnologia, mas também em diversos segmentos e processos, desde que não role aquele apego de que a filosofia somente pode ser aplicada à Software, pois a transformação Ágil pode ser para a organização como um todo.

Grandes companhias de todo o mundo vêm passando por transformações para se adaptar a um novo mercado e utilizando a transformação Ágil para isso. Vivemos uma nova revolução industrial, a chamada transformação digital, migrando da estratégia à operação.

Uma pesquisa do MTI mostra que organizações ágeis cresceram 37% mais rapidamente e geraram lucros 30% maiores do que as empresas não ágeis. Oriundo também de práticas emergentes utilizando Ágil em escala, o framework SAFe viabiliza essa transformação no nível do Portfólio. Os cases são inúmeros, podemos falar de um aumento de 20% a 50% na produtividade, Time to Market, de 30% a 75% mais rápido, 50% de defeitos reduzidos, entre outros benefícios.

Por que mudar?
A pesquisa do Grupo Standish mostra um número impressionante: 31,1% dos projetos serão cancelados antes de serem concluídos. Outros resultados indicam que 52,7% dos projetos custará 189% das estimativas originais. Com sucesso, a média é de apenas 16,2% para projetos de software que são concluídos no tempo e no orçamento, e destes 73% com os requisitos originalmente definidos. Em outras palavras, gastam-se meses em aprovações e planejamento, e quando o produto é finalmente entregue pode não fazer mais tanto sentido, ou pior, sentido nenhum.

É hora de se preparar para as inúmeras mudanças tecnológicas que vem pela frente. Mas reflita: Qual sua visão de futuro? Airbnb, Uber, Spotify, já estão no presente, e são concorrentes da sua empresa hoje. Como inspiração para a mudança Jeffrey Immelt, presidente do conselho de administração da GE diz que “O maior erro é não se mover”, e Einstein tem uma famosa frase: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes…”.

Como realizar esta transformação Ágil?
Mudança de mindset. Mas não existe fórmula mágica. Há uma jornada a ser percorrida. É preciso experimentar e adaptar-se às mudanças. É simplesmente hora de repensar a forma de satisfazer nossos clientes ao entregar produtos e serviços.

Destaquei abaixo 6 tópicos que considero vitais para que qualquer processo de transformação Ágil seja concebido com uma margem mínima de risco de insucesso:

Priorize seu portfólio: Defina sua visão de futuro. Em nível estratégico, tenha clareza da visão, do cenário econômico e dos seus direcionadores estratégicos, e classifique-os: o que trará receita, o que reduzirá custos e o que lhe trará vantagem competitiva e melhoria contínua, se for o caso do seu run the business. Avalie o custo do tempo de espera, não se esqueça dos riscos, priorize o que é essencial e gere valor mais rápido.

Reestruture: Sim! Sua empresa vai mudar, o modelo bimodal pode deixar de existir com o processo, ou não, tudo depende da abrangência da mudança, mas novos papéis vão surgir com certeza. Há exemplos de uso da estrutura em esquadrões, tribos e seções. Devemos sair pela tangente das barreiras funcionais e focar na entrega por valor. Mas, primeiro, experimente, entenda os impactos, principalmente na cultura organizacional, erre, aprenda, fique firme e continue!

Comunique, comunique e comunique: A transparência e o board alinhado e comprometido com a transformação Ágil são fatores críticos de sucesso. Utilize recursos visuais e interativos para que todos façam parte de verdade da mudança. Estabeleça cerimoniais primários, avalie a aderência e faça as adaptações necessárias. Faça uso ao máximo dos radiadores visuais de informação (canvas, painéis, kanban).

Foco nas pessoas: Os colaboradores desta geração são exigentes e pretendem trabalhar em organizações flexíveis, com processos funcionando perfeitamente. Quando se sentem diretamente donos da mudança estarão mais satisfeitos. O comando e controle já não funcionam mais. Treinamentos são parte fundamental deste processo. Longos processos de aprovação só tomam seu valioso tempo, tempo que você poderia estar dedicando à estratégia. A área de Recursos Humanos vem se tornando aliada e também agente de transformação, dessa forma, conte com ela. A Gestão agora é Gestão 3.0. Exercite o ouvir. E trabalhe com sua equipe de RH para desenvolver as competências esperadas dos profissionais do futuro no seu time.

Aprenda e faça ajustes: Simplifique, desburocratize, pense como nosso velho e bom PDCA(planejar, executar, checar e ajustar). Tenha ciclos de feedback e acione rapidamente as lições aprendidas. O sucesso das Lean Startups está aí: experimentos, feedback e adaptações rápidas. Defina métricas de Leading e Lagging (desempenho passado e futuro), você pode realizar uma rodada inicial e repeti-la posteriormente para comparar o quanto evoluiu.

Toda mudança irá alterar um “status quo”, e ao sair da zona de conforto um vale ou queda de produção precisará ser superado para que se alcance um novo comportamento pessoal e profissional. Se mesmo assim você se sentiu como eu, e enxergou que a mudança se faz necessária, acredita que o modelo atual já atingiu o limite de sua validade empírica, ou sua organização está passando pela transformação digital, tenha em mente que o Lean Change Management pode te ajudar na jornada de transformação Ágil, principalmente no aspecto cultural. Assim, sua organização terá capacidade para se adaptar e dar respostas rápidas ao mercado cada vez mais dinâmico e exigente, sem mudanças radicais.

Seja Lean ou Agile, esteja pronto!!

*  Business Transformation consultant na Adaptworks

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Carro autônomo da Nissan começa a rodar nas ruas de Tóquio

O chamado carro autônomo, que usa alta tecnologia para dispensar o trabalho do motorista, é uma realidade. Eles ainda estão fora das concessionárias e das garagens das pessoas comuns, mas já estão rodando por várias cidades em testes praticamente finais. Em Tóquio, a montadora Nissan colocou seus modelos nas ruas da cidade no mês passado.

Eles usam a tecnologia totalmente autônoma ProPILOT. A marca segue firme em seu plano de vender ao cliente final, a partir de 2020, veículos que operarão “sozinhos” em ruas e estradas. O conjunto de sensores por radar e sonar, além de câmeras e lasers, permitirá viaje sem tocar o volante desde o momento em que seleciona o destino pelo sistema de navegação até a chegada. Se precisar ou desejar, no entanto, o motorista poderá assumir o volante a qualquer momento.

O carro foi equipado com 12 sonares, 12 câmeras, nove sensores de radar e seis scanners a laser para melhorar a precisão de localização e movimentação. A unidade de teste viajou por 20 quilômetros sem interferência humana. O trajeto foi de ida e volta ao ponto inicial.

O teste pode ser considerado final, já que não é o primeiro realizado pela Nissan e serviu para ver como a tecnologia se comporta em rotina comum. Avaliações preliminares para ver o conceito já haviam sido realizadas pela montadora em 2013 e 2015, também em Tóquio. Durante 2016 e início de 2017, foram realizados testes adicionais no Silicon Valley e Londres, respectivamente.

Enquanto isso, o sistema ProPilot – uma tecnologia semi-autônoma – começou a ser embarcada em vários veículos da marca no mercado mundial, como o minivan Serena e o X-Trail. A montadora promete o sistema também no veículo elétrico Leaf para 2018.

Resultados e dúvidas
Os últimos testes em Tóquio para o carro autônomo envolveram manobras mais complicadas. O veículo foi obrigado a fazer curvas em ângulos mais apertados, passar ileso por espaços estreitos e até mesmo percorrer um trecho de rodovia sem a interferência humana. Os resultados mostram que o veículo pode trafegar sem o motorista pegar o volante.

O carro autônomo chegará às lojas em breve. Esse é um ponto pacífico. No entanto, enquanto a tecnologia avança rapidamente, as montadoras têm cada vez menos prazo para definir pontos obscuros nesse potencial novo mercado. O quanto a tecnologia interferirá no preço do carro é uma grande incógnita. Também não se sabe se os modelos serão de manutenção mais barata para os consumidores. E a principal pergunta de todas permanece sem resposta: em caso de colisão ou atropelamento eminentes, o que o veículo fará?

Tomoyuki Akiyama, porta-voz da Nissan, em uma entrevista à CNN pontuou essas dúvidas. Mas confirmou que os planos para 2020 permancem. “Somos fabricantes de automóveis, então podem esperar o carro e a tecnologia nova”, disse.

Veja quais são os equipamentos Nissam que permitem essa tecnologia se tornar realidade.

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Internet das coisas: uma onda de novas oportunidades em estratégia de negócios

* Por Flávio Stecca

Quando o Google comprou a empresa de termostatos conectados à internet Nest por US$ 3.2 bilhões e a Amazon lançou a caixa de som inteligente Echo, em 2014, o mundo passou a conhecer uma expressão até então restrita aos laboratórios do Vale do Silício: a ‘internet das coisas’. Era uma forma de designar toda uma geração de dispositivos ligados à internet, de uma geladeira que avisa quando falta leite ao chaveiro que emite sinais de localização para ajudar seu ‘dono’ que perdeu as chaves. Apesar da ‘Internet of Things’ (IoT) ter nascido com foco nos aparelhos de uso doméstico, essa revolução já derrubou as paredes das casas inteligentes e está se espalhando rapidamente por todas as áreas de negócios.

As possibilidades que a internet das coisas abre são gigantescas e animadoras! Aqui no Brasil, o estudo contratado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para embasar o Plano Nacional da Internet das Coisas, estima que essas tecnologias poderão gerar entre U$ 50 e U$ 200 bilhões por ano, até 2025. Trazendo para a perspectiva atual, basta ver a rápida evolução conceitual e tecnológica do próprio Amazon Echo: se em sua primeira versão o dispositivo respondia a simples comandos de voz por meio de sua assistente pessoal, a simpática Alexa. Hoje, com a ajuda de algoritmos de inteligência artificial, o aparelho executa tarefas de complexidade bem maior. Quer comprar um ingresso para o show da sua banda favorita? A Alexa pode fazer isso antes mesmo de você verbalizar o desejo, ao saber que a sua banda favorita tocará na sua cidade. Vai receber um casal de amigos para um jantar? A Alexa pode se conectar ao serviço de delivery do seu restaurante favorito e fazer o pedido.

Se as possibilidades de novos serviços e produtos que surgem com a sofisticação da Alexa já são impressionantes, imagine quando essa tecnologia atingir todo o resto da economia, presente em muito mais objetos e equipamentos conectados à internet. Basta imaginar que hoje, de acordo com a Internet World Stats, temos 3,8 bilhões de pessoas conectadas à internet, cerca de 51% da população mundial. O número de aparelhos conectados crescerá bem mais rápido e em progressão geométrica: a previsão é que em 2020 tenhamos mais de 20 bilhões desses objetos conectados. E com a tecnologia conhecida como ‘machine learning’, essas coisas estarão ‘pensando’ suas próprias ideias, baseando seu aprendizado em análises de dados e no comportamento de seus usuários.

As empresas que levarão vantagem sobre a concorrência serão aquelas que conseguirem não apenas reunir todos esses dados coletados por suas máquinas inteligentes, mas analisá-los e processá-los para oferecer serviços que melhorem a vida de seus usuários. Dados coletados e analisados sob um o contexto correto podem fornecer possibilidades surpreendentes. Além de casas inteligentes, já temos lojas inteligentes, estoques inteligentes, linhas de montagem inteligentes, supply chains inteligentes. É por isso que temos que estar preparados: produtos mais inteligentes, segmentados, customizados tornam consumidores mais exigentes com o anseio de atendimento eficiente e personalizado.

Gestão e mudanças
Há diversas áreas em que a IoT será disruptiva para as empresas. Vai melhorar o processo de tomada de decisões, que passará a ser mais baseada em dados objetivos ‘colhidos’ pelos próprios produtos, desde a sua elaboração na linha de montagem até à forma com que seus consumidores os utilizam. Isso terá impacto direto também na melhoria da gestão das empresas, reduzindo custos operacionais e otimizando os gastos.

E quais empresas vão conseguir fazer isso bem e surfar essa onda de oportunidades?

Na Movile, nos esforçamos muito para enxergar as disrupções causadas pela tecnologia como oportunidade de crescimento e aprendizagem. Porém, não é somente com uma visão de futuro que se cria uma empresa inovadora. Fomentamos a cultura de errar e aprender rápido, por isso trabalhamos desenvolvendo centenas de pilotos sempre com propósito de fazer a vida de um bilhão de pessoas melhor. Acreditamos que se aprendermos um pouco sobre nossos usuários em cada piloto e trabalharmos duro para resolvermos os problemas e corrigirmos os erros, vamos construir algo que agrega valor na vida das pessoas.

Um exemplo disso é o recém-lançado assistente de voz da PlayKids para o Google Home e dispositivos Android. A nossa ideia ao lançar essa feature é oferecer mais uma possibilidade de interação para as crianças. Hoje, a PlayKids é uma plataforma educativa na qual elas interagem com jogos, músicas, vídeos, livros seja pelo tablet ou smart tv’s. Com o assistente de voz do Google, agora elas passam a interagir com a música em um outro formato ainda mais intuitivo. Além da PlayKids, outro serviço é o Rapiddo Click, desenvolvido pela Rapiddo Entregas: por meio de um botão, é possível convocar motoboys cadastrados com uma economia de até 98% do tempo. A novidade tem como foco os restaurantes e serviços de delivery com grande demanda, mas o maior beneficiário será mesmo o cliente final, que receberá sua entrega com mais rapidez. O iFood também apresentou uma solução semelhante para facilitar a vida dos seus usuários: já é possível pedir o delivery do seu prato favorito apertando apenas um simples botão.

Para mim, uma das maiores oportunidades está em quais novas estratégias e modelos de negócios surgirão com essa onda de inovação. Pensar em como catapultar negócios atuais, como encontrar sinergias e complementaridade com o que já dá certo hoje, ou como viabilizar modelos até então inviáveis anteriormente por limitações tecnológicas.

A IoT evoluirá de maneira tão surpreendente que assistiremos a uma revolução dentro da revolução. As coisas não apenas poderão trocar informações entre si, mas realizar transações entre elas. Como isso vai mudar a criação de novos produtos? E a legislação? E a publicidade? Teremos que criar campanhas de marketing específicas para máquinas? Veremos objetos comprando outros objetos, criando uma economia paralela totalmente nova?

Depois de derrubar as paredes das casas inteligentes, prepare-se para a Internet das Coisas bater à porta da sua empresa. Pode ser um mensageiro com uma notícia ruim, ou uma oportunidade pela qual você esperou a vida toda.

* CTO da Movile

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Gigantes da tecnologia, e não as fintechs, mudarão pra valer os bancos

As startups de tecnologia e as especializadas nos mercados de finanças e seguros (chamadas de fintechs e insurtechs, respectivamente) representam somente a ponta do iceberg das mudanças que esses dois segmentos da economia verão nos próximos anos. Além das novidades que elas trazem, uma série de tecnologias disruptivas mudarão a forma como esses negócios são feitos e como os clientes interagem com essas empresas. É o que aponta um relatório do Fórum Econômico Mundial e conduzido pela consultoria global Deloitte.

O relatório “Além das Fintechs: uma avaliação pragmática do potencial disruptivo nos serviços financeiros“, mostra que o advento dessas startups mudou o cenário da indústria financeira, mas ainda não impactou diretamente na competitividade da cadeia envolvida nesses setores. O problema todo é uma questão de velocidade.

A tecnologia, de uma forma geral, avança a passos largos. Atualmente existem soluções robustas e estáveis de bots, inteligência artificial, aprendizado de máquina, realidade virtual, etc. As blockchains tambem começaram a ter testes finais em 2017. São coisas que há três anos eram só expectativa e há dez eram quase ficção. Computação quântica e o modo como isso impactará a criptografia são vistas como produtos viáveis, algo que há cinco anos era mais teoria acadêmica. Com tudo isso ocorrendo, várias funções básicas dos bancos e seguradoras ficam cada vez mais automatizadas e commoditizadas, perdendo parte gigantesca da diferenciação e proposta de valor.

Ao mesmo tempo, não outra alternativa para essas empresas financeiras. Elas precisam entrar nesses avanços e garantir a competitividade. E, nesse ponto, as fintechs e insurtechs têm ajudado muito. Porém, mostra o estudo do Fórum e da Deloitte, o impacto da inovação no ecossistema financeiro é menor do que o esperado. Falta escala. E no meio desse cenário, gigantes de tecnologia começam a ser concorrência pesada para os serviços que antes só as empresas financeiras ofereciam.

“A parceria entre bancos e grandes empresas tecnológicas corre o risco de não se manter recíproca”, afirma Jesse McWaters, principal autor do estudo, e Lead Project, Innovation Disruptive in Financial Services no World Economic Forum. “As instituições financeiras dependem cada vez mais das empresas de tecnologia para avançar em suas capacidades mais sensíveis estrategicamente. No entanto, elas só podem oferecer em troca o próprio negócio”, alerta.

“Vivemos um momento em que a inovação é fator primordial na perspectiva daqueles que prestam serviços financeiros. Acompanhar as transformações e a nova dinâmica imposta a esse mercado é o grande desafio dos agentes que operam no segmento, sejam aqueles que estão do lado das instituições tradicionais, sejam os que operam na ponta disruptiva”, avalia Sergio Biagini, sócio da Indústria de Serviços Financeiros em Consultoria da Deloitte.

Oito transformações
O relatório indica oito pontos de mudança para bancos e instituições financeiras. Três delas têm destaque:

Ascensão das plataformas: O aumento de ofertas permitindo escolha ao consumidor terá profundas implicações na concepção e distribuição de produtos, e provavelmente irá forçar as empresas a adotarem mudanças de papéis. As plataformas que oferecem soluções que permitem envolver ofertas vindas de diferentes instituições financeiras em um único canal podem se tornar o modelo dominante para a entrega de serviços no setor. O avanço dessas plataformas, com Open Banking, provavelmente irá levar à reformulação dos serviços financeiros, passando das atuais organizações claramente definidas para um perfil de entidades intercambiáveis. Isso pode exigir que os proprietários da plataforma sejam gerenciadores de ecossistemas eficientes, equilibrando as necessidades entre os que oferecem produtos e a demanda do cliente;

Regionalização financeira: Diferentes prioridades regulatórias, capacidades tecnológicas e necessidades dos clientes têm desafiado a narrativa que aponta para o avanço da globalização financeira, abrindo caminho para modelos regionais de serviços financeiros adequados às condições locais. Mesmo as empresas globais podem precisar de estratégias distintas para conquistar vantagens competitivas regionais e se integrar aos ecossistemas locais. Enquanto isso, as fintechs provavelmente enfrentarão sérios obstáculos para se estabelecer em múltiplas localidades, mesmo que a tecnologia reduza barreiras a essa entrada. Operadores podem se tornar parceiros atraentes para fintechs que procuram entrar em novos mercados, à medida em que procuram oportunidades para adquirir rapidamente escala de atuação;

Empresas de Tecnologia sistemicamente importantes: Os esforços das instituições financeiras tradicionais para imitar as principais capacidades das empresas de alta tecnologia provavelmente levarão a uma dependência cada vez maior em relação a essas últimas. Por exemplo, à medida que as instituições financeiras buscam aprimorar as experiências digitais de seus consumidores, elas dependerão cada vez mais da infraestrutura baseada em nuvem de alta tecnologia para ganhar escala, implantar processos e aproveitar a Inteligência Artificial como um serviço. Enquanto as instituições financeiras buscam novas vantagens para aumentar sua pegada competitiva, elas terão de fazer escolhas difíceis: se tornar dependentes de empresas de alta tecnologia, ou correr o risco de se atrasar em relação às ofertas tecnológicas, caso minimizem o engajamento para proteger sua independência.

Os demais cinco fatores de transformação observados no relatório incluem:
Comoditização de custos: As empresas estão explorando novas tecnologias e trabalhando com outras organizações para acelerar a comoditização de suas bases de custos e poder preservar suas margens e concentrar-se em estratégias mais promissoras;
Redistribuição do lucro: A tecnologia provavelmente permitirá que as organizações ignorem as cadeias de valor tradicionais, permitindo a redistribuição de lucros;
Propriedade da experiência: O poder será provavelmente transferido para os proprietários das interfaces de atendimento ao cliente; os provedores de serviços devem, portanto, se tornar hiperdimensionados ou hiperfocados;
Monetização de dados: Em um futuro em que os dados são cada vez mais importantes, a propriedade e o controle destes se tornarão uma questão chave para todas as partes interessadas; e
Força de trabalho biônica: Como a capacidade das máquinas para replicar os comportamentos humanos continua a evoluir, as instituições financeiras provavelmente precisarão administrar a mão de obra e o capital intelectual como um único conjunto de capacidades.

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