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Futuro garantido para apps de transporte, por enquanto

O futuro no Brasil dos apps de transporte que concorrem com os táxis está garantido, por enquanto. Por 46 a 10, o Senado aprovou o texto-base que regulamenta essa atividade. A votação ocorreu na terça-feira, 31 de outubro. O PLC 28/2017, que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados em abril, teve algumas modificações. Por isso, voltará à Câmara, como prevê o rito processual desse tipo de texto.

As mudanças do Senado foram significativas e consideradas pró-apps. O texto aprovado em abril, na Câmara era rígido contra os aplicativos como Uber, Cabify e Easy e praticamente inviabilizava esse sistema novo de transporte e favorecia os taxistas. No total, foram 20 emendas que, entre outras coisas, tiraram a exigência de placa vermelha para os veículos particulares que usam os apps para ter contato com o usuário final. Também retiraram a exigência do motorista ser dono do veículo.

O ponto mais polêmico também foi suavizado. O texto da Câmara exigia que os veículos dos apps, motoristas e a atividade exercida por meio eletrônico fosse regulamentada pelos municípios. Isso abriria brechas para fiscalizações diversas e até proibições em determinados locais do país. O senado retirou esse trecho, deixando apenas uma fiscalização sobre a plataforma digital.

O Senado ainda retirou a emenda proposta pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ) que restringia a 5% os ganhos das empresas de apps sobre o serviço sobre os motoristas que fazem o serviço. Essa taxa varia em cada app e chega a até 25% atualmente.

As exigências do Senado ficaram restritas à segurança e confiabilidade do serviço. Os motoristas terão de apresentar antecedentes criminais, ter o seguro obrigatório contra acidentes, DPVAT, INSS e cuidar da manutenção dos veículos, entre outras obrigações. As empresas, por sua vez, terão de manter uma sede no Brasil, fornecer informações às autoridades quando solicitadas, enviar foto do veículo e condutor para o usuário antes da corrida e armazenar informações sobre as viagens. A maioria desses itens já são de uso comum nos apps.

Apps comemoram
A suavização foi comemorada pelas empresas digitais. O presidente mundial do Uber veio às vésperas da votação ao Brasil e fez várias reuniões com autoridades. Dara Khosrowshahi se encontrou inclusive com o ministro da Fazenda Henrique Meirelles. O país é um dos cinco principais mercados do Uber no mundo.

A principal empresa desse tipo de transporte no mundo emitiu comunicado comemorando a decisão do senado e chamou o texto antigo de “burocracias desnecessárias”. A 99, que tem outro app desse tipo, comemorou o “texto equilibrado” do Senado. O comunicado da Cabify destacou que “o Senado se mostrou sensível à população”.

O texto do Senado voltará para apreciação na Câmara, onde pode ser novamente reformulado. O deputado Carlos Zarattini (PT-SP), autor do projeto de abril, já adiantou que há condições de novas mudanças. O parlamentar, assim como outros deputados, se mostra mais rígido e cita interesses milionários de multinacionais contra a população.

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Amazon aprimora a experiência do Prime Video no Brasil com mais conteúdo e preço mais baixo

A Amazon anunciou hoje (31) que o Prime Video está oferecendo aos assinantes uma experiência de entretenimento ainda melhor, com mais programas de TV e filmes a um preço reduzido e mais opções de pagamento.  [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A partir de agora, novos clientes que assinarem o serviço com um cartão de crédito das bandeiras Visa, MasterCard, Diners ou Elo terão direito a assinatura inicial de R$ 7,90 nos seis primeiros meses, passando para R$ 14,90 após este período. Os clientes que já assinam o serviço não foram esquecidos e também terão direito ao preço inicial por seis meses caso atualizem sua conta existente com o método de pagamento local. O Prime Video também passa a oferecer mais opções de conteúdo em português, além da interface do usuário e a funcionalidade Raio-X em português, espanhol, inglês, francês, italiano e alemão, bem como todas as Séries Originais Amazon e a maioria dos filmes e programas de TV disponíveis com legendas ou dublagem no idioma local.

Além das famosas e premiadas Séries Originais Amazon como The Grand Tour, American Gods, The Tick, The Man in the High Castle, Transparent e séries esportivas ao vivo como Thursday Night Football da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano), os assinantes do Amazon Prime Video terão acesso em breve a uma seleção exclusiva de filmes recentes e populares, incluindo Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, bem como os futuros lançamentos A Bad Moms Christmas (sequência de Perfeita é a Mãe) A Grande Jogada, por meio de uma parceria com a Telefilms.

O aplicativo do Amazon Prime Video também está disponível para download pela Xbox Store no Brasil. Os assinantes do Prime Video podem assistir filmes e programas de TV líderes de audiência via streaming pelos dispositivos Xbox da Microsoft e Xbox One Family, incluindo o próximo lançamento, Xbox One X. Os assinantes podem assistir a qualquer momento e em qualquer lugar por meio do aplicativo Prime Video disponível para smartphones e tablets Android e iOS, Smart TVs LG e Samsung, Android TV da Sony, Sony PlayStation 4 ou online em PrimeVideo.com.

 

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3 em cada 10 consumidores pretendem gastar na Black Friday

Levantamento do SerasaConsumidor, braço da Serasa Experian voltado ao cidadão, mostra que três em cada dez brasileiros pretendem comprar nesta Black Friday. Desse total, 90% acreditam que deve conseguir bons descontos na data. A pesquisa realizada no serviço de atendimento da Serasa ouviu 4301 pessoas em todo o país, entre 17 de outubro e 24 de outubro.

O estudo revela ainda revela que 79% costuma pesquisar o histórico de preço antes de fechar a compra. Eletroeletrônicos são os itens mais desejados pelos consumidores, com 37% da preferência, seguido por roupas, calçados e acessórios (21%), telefonia (18%), informática (14%), viagens (6%). Outros itens, como material de construção, brinquedos, entre outros, totalizam 5%.

A maior parte (41%) pretende gastar acima R$ 1000,00 nas compras durante a Black Friday, enquanto 28% aponta gasto entre R$ 201,00 e R$ 999,00. Os consumidores que pretendem gastar entre R$ 101,00 e R$ 200,00 totalizam 11%, e 12% opta por valores entre R$ 51,00 R$ 100,00. Apenas 5% afirma ter intenção de gastar até R$ 50,00.

Dos entrevistados, 72% disseram que pretendem comprar em loja física, 27% pela internet e 1% não soube responder. Sobre os cuidados com segurança online na hora de fazer compras na Black Friday, a grande maioria afirma ter cuidado: 87% responderam que verificam se o site é seguro antes de efetuar a compra.

“O consumidor está cada vez mais atento aos sites nos quais efetua suas compras durante a Black Friday. Por isso, é essencial que os ecommerces sérios tenham um certificado de segurança, que é aquele que garante que o endereço começará com https, e não apenas http”, afirma Mauricio Balassiano, diretor de certificação digital da Serasa Experian. “Neste caso, o S significa que o site está seguro”, orienta.

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Apps colaboram para melhorar a vida nas grandes cidades

Estima-se que, por ano, os paulistanos passem um mês e meio parados no trânsito. Segundo dados da Firjam, isso pode representar um prejuízo de R$ 53,4 bilhões para a cidade de São Paulo. O preço pago por conta dessa realidade proporciona desde transtornos relacionados à qualidade de vida até prejuízos para os negócios, gerados pela dificuldade logística e o excesso burocrático ainda presente no Brasil. Atentos a essa problemática, muitos apps oferecem soluções logísticas aliadas à tecnologia para driblar os congestionamentos e facilitar o cotidiano da população, colaborando para melhorar a rotina caótica e contribuir para a economia das metrópoles. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Além disso, essa estratégia também está alinhada aos novos perfis de consumo e exigências em relação à prestação de serviços. Até 2025, os Millennials, jovens nascidos entre os anos 1980 e 2000, devem representar aproximadamente 75% da força de trabalho, segundo a consultoria Deloitte. Para o mercado, isso representa uma forte mudança no perfil de consumidor: aquele que opta pelo máximo de conveniência com o menor preço. A chamada “economia da conveniência” é um movimento liderado por esses jovens que buscam excelência de serviços – e isso inclui agilidade, um grande desafio nas grandes cidades.

Confira abaixo os aplicativos que facilitam a rotina dos grandes centros – e até fora deles:

Pelo fim da papelada
Um caso interessante é o da Loggi, plataforma digital de entregas expressas, que atende mensalmente mais de um milhão de pedidos para pessoas físicas, empresas, e-commerces, pequenos comércios e restaurantes. Ao adotar protocolos digitais em seu sistema, o app eliminou cerca de 40% de entregas extras feitas apenas para este tipo de retorno, evitando percursos desnecessárias no trânsito das maiores capitais do país – sem contar na economia para os consumidores que solicitam os trajetos.

Além disso, a partir do sistema da Loggi, o entregador sempre terá seu primeiro ponto de entrega próximo a ele. Em média, o mensageiro está a somente cerca de 1km de distância do ponto de coleta, ou seja, viagens para o outro lado da cidade apenas para começar o serviço não existem mais como antigamente.

Transporte coletivo e carona
Para quem utiliza transporte público, uma solução é o aplicativo Moovit. Disponível para iOS, Android e web app, ele é um planejador de viagens que oferece informações atualizadas, como horário e opções de trajeto, cruzando diferentes meios de transporte (ônibus, trem, metrô, bonde, etc) em mais de 1.500 cidades ao redor do mundo. Com uma base de mais de 90 milhões de usuários – distribuídos em 78 países – e disponível em 43 idiomas, o Moovit oferece ao usuário a oportunidade de programar seu trajeto por rotas mais curtas e rápidas.

Ainda este ano, a plataforma lançou em São Paulo um recurso de compartilhamento de carona que une passageiros e motoristas com rotas comuns a fim de otimizar o tempo de percurso dentro da cidade. Trata-se do Moovit Carpool, uma opção para complementar o serviço gratuito de rotas via transporte público já oferecido pelo app.

Diminuindo o trânsito com pequenas ações
Outro aplicativo que busca conectar pessoas e trajetos, mas desta vez, no meio de grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte é o bynd, uma solução de caronas corporativas que proporciona momentos de networking e descontração entre os colaboradores de uma mesma empresa na ida ou na volta do escritório tornando o trânsito das cidades mais agradável e seguro.

Por ser contratado como uma política de mobilidade para os funcionários das corporações, o bynd não realiza cobranças de taxa de serviço entre os usuários e além disso, incentiva os usuários por meio de jogos e pontos em programas de fidelidade, possibilitando que os usuários troquem os pontos acumulados com as caronas por prêmios e passagens aéreas.

Para além das metrópoles
Com uma plataforma que media caronas pelas cidades do Brasil e do mundo, o BlaBlaCar já compartilhou um milhão de assentos em suas caronas, o equivalente a dois lugares por minuto, percorrendo 85 milhões de quilômetros. Isso significa que seus membros deixaram de emitir um milhão de toneladas de CO2 no mundo todo nos últimos 12 meses.

Além de contribuir para o meio ambiente, o objetivo do app é conectar passageiros para divisão de despesas e uma experiência melhor de viagem como um todo.

 

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Exageros e verdades sobre a bitcoin

* Por Gabriel Aleixo

Bitcoin é uma nova tecnologia e, como toda novidade, é bastante natural que existam mais dúvidas e desconfianças do que certezas. Especialmente com relação ao funcionamento, questões de segurança e as mais diversas aplicabilidades dessa criptomoeda.

Recentemente, o presidente-executivo da JPMorgan Chase, Jamie Dimon, disse que a bitcoin “é uma fraude”. Segundo o executivo, a moeda digital não funcionará, já que não seria possível inventar uma moeda e presumir que as pessoas que a consomem são “realmente inteligentes”. A declaração traz à tona um dos vários mitos que envolvem o universo das criptomoedas: a bitcoin garante o anonimato do usuário.

A preocupação com o anonimato é um equívoco bastante comum, já que os usuários não precisam informar dados pessoais para se conectarem à rede ou enviar e receber bitcoins. No entanto, todas as transações e endereços de IP envolvidos são públicos na rede neste site – Blockchain.info. Além de apresentar as transações realizadas, o portal utiliza essas mesmas informações para mostrar quantas bitcoins pertencem a cada endereço e listar todas as transações efetuadas por ele.

A bitcoin oferece grande nível de privacidade, como tantas outras formas de pagamento. Mas, não oferece o mesmo anonimato, por exemplo, do uso do papel-moeda. Hoje, pessoas que comercializam algo em dinheiro não precisam, necessariamente, registrar as transações e muitas pontas acabam soltas. Com a bitcoin, não. Todas as transações são, por obrigatoriedade, registradas e, por consequência, rastreáveis.

Tudo isso porque a troca de bitcoins é viabilizada por uma rede blockchain. Essa tecnologia garante mais transparência e confiabilidade a diversos tipos de processos, já que o dado, uma vez em blockchain, se torna imutável. Logo, um usuário não consegue usar a mesma criptomoeda mais de uma vez para diferentes usos.

Fazendo um contra- ponto com as desconfianças que envolvem a bitcoin, listo, abaixo, algumas das vantagens mais visíveis dessa criptomoeda.

1. Autonomia – a bitcoin é uma moeda autônoma, ou seja, é imune a políticas monetárias que, muitas vezes, têm impacto negativo para os cidadãos em momentos de crise econômica. Países como Argentina, Venezuela e Grécia experimentaram, e experimentam, momentos complicados da economia e suas moedas perderam o valor. Isso não acontece com a bitcoin, já que ela não depende de um órgão regulador ou do momento econômico de qualquer região. Ela depende, na verdade, de toda uma rede descentralizada que garante sua autenticidade e viabilidade.

2. Equilíbrio ente transparência e privacidade – como comentamos anteriormente, a troca de bitcoins navega entre transparência e privacidade. Transações com bitcoins funcionam de maneira bem similar à forma como navegamos na internet. Quando estamos conectados, somos anônimos, temos apenas um número IP que nos identifica. Se algo ilegal ou irregular for feito, existem diferentes formas de rastrear um endereço IP e encontrar o usuário por trás dele. A blockchain é uma espécie de livro-razão do sistema, capaz de armazenar o saldo em bitcoins de cada um dos usuários, pública e abertamente. Embora todos sejam identificados por números arbitrários, por meio de recursos de data mining, é possível identificar qualquer atividade criminosa. Logo, a bitcoin é uma arma contra crimes digitais e não favorável a eles, como muitos ainda acreditam.

3. Inclusão financeira – Existe uma grande parte da população, ainda, desbancarizada. Com o sistema de transações por meio de bitcoins, qualquer celular se torna um banco. É possível enviar e receber a criptomoeda de qualquer ponto do globo para qualquer ponto do globo. Isso de forma mais segura, rápida e muito mais barata. Essa é uma poderosa ferramenta de inclusão financeira, sem dúvidas.

4. Pouca (ou nenhuma) probabilidade de falha – Diferentemente do que afirmou o executivo da JPMorgan, não existe uma forma de acabar com a bitcoin ou, então, de encerrar esse sistema do dia para a noite. Essa tecnologia funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem qualquer falha sistêmica há oito anos. Ou seja, a bitcoin é uma realidade, uma tecnologia amplamente testada pelas maiores empresas e mentes da ciência da computação atual. Embora, claro, possam existir falhas que precisam de correção futuramente, esse é um caminho sem volta, justamente por conta de sua natureza descentralizada.

* co-fundador da A Star

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Fusão em tecnologia: Verity compra a JUST

A Verity, empresa de tecnologia especializada em consultoria e desenvolvimento de plataformas, anuncia a aquisição da JUST, consultoria focada no design de serviços e produtos digitais com olhar para a experiência do cliente. O objetivo é criar novas ofertas de transformação digital, realidade que bate à porta do mercado corporativo e pede urgência.

Com a negociação de valor não revelado, a JUST passa a fazer parte do portfólio de empresas da Verity que já controla a QA360, um spin off de consultoria de testes que atua na área Quality Assurance para grandes empresas, oferecendo consultoria de qualidade para melhor desempenho de aplicações. Já a isyBuy, empresa de meios de pagamento e automação de processos comerciais, que integra consumidor e comerciantes, trazendo tecnologias do mundo digital para estabelecimentos tradicionais, é parte de um movimento do grupo que visa além de acelerar startups também fazer um trabalho de curadoria e aproximação dessas startups com grandes empresas atendidas pelo grupo.

“Vivemos um momento em que as empresas devem ser cada vez mais rápidas na ambidestria, reconhecendo que o mundo digital é um caminho sem volta, porém o mundo tradicional e transacional sempre apoiou e ainda apoia o crescimento das grandes corporações. Nossa proposta é justamente não ignorar estes dois mundos existentes e ser o parceiro ideal nesta jornada de transformação, entregando uma oferta end-to-end para que as empresas possam conviver e transitar bem entre os dois mundos até que se tornem empresas 100% digitalizadas.” afirma Alexandro Barsi, sócio-fundador e CEO da Verity. “Existem diversas empresas especializadas em design experiência do cliente, mas poucas entendem de TI como a JUST, que foi escolhida por contar com um perfil muito parecido com o nosso”, completa.

Para Rafael Cichini, CEO e fundador da JUST, a criação deste ecossistema de empresas cobre um gap no mercado que ainda conta com poucas consultorias de tecnologia capazes de navegar muito bem entre processos e tecnologias mais tradicionais e o boom do digital. “Sabemos que a digitalização é um caminho natural e irreversível, mas não conseguiremos promover transformação se ignorarmos tudo o que já foi construído dentro das corporações.” A visão da Verity e do Alexandro Barsi foram muito importantes para que isso acontecesse, pois tenho certeza que os planos que temos para o futuro estão perfeitamente alinhados.”

Expectativas
A Verity já conta com grandes clientes, como Riachuelo, AXA, Cardif, Banco Carrefour, Sul América, Atacadão, Sephora, entre outras organizações, que proporcionaram um crescimento médio de 28% ao ano. Atualmente, com 160 colaboradores, encerrou 2016 com um crescimento de 30%. Com a aquisição da JUST, o ecossistema de empresas do grupo chega a 200 colaboradores e soma novos clientes no portfólio como Natura, ESPM, Odontoprev, Wizard, Wiz, Alpargatas, Iguatemi, entre outros, e espera fechar o ano com faturamento acima de R$ 35 milhões em 2017.

Para o futuro próximo o grupo espera concluir novas aquisições e trazer outras startups para o programa de aceleração, que tenham conexão com o universo de clientes atendidos pelo grupo, além de investir pesado na estruturação de uma oferta completa end-to-end para os clientes, criando novas unidades de negócio.

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Inteligência artificial cria as melhores fantasias de Halloween

O Dia das Bruxas chegou e você já deve ter preparado sua fantasia de Halloween – bom, isso se você não ficou os últimos dias problematizando nas redes sociais sobre a cultura estrangeira e a apropriação dessa festa estrangeira. Mas por melhor que seja sua fantasia, ela não deve ser páreo para as sugestões da inteligência artificial (IA).

A pesquisadora Janelle Shane programou uma rede neural de IA para sugerir boas fantasias de Halloween. O objetivo era ver como a tecnologia se adapta às questões mais banais que os seres humanos possam ter. E escolher uma fantasia para uma festa popular é algo que parece fútil, mas leva pessoas a frustrações, estados de ansiedade e sensações de incapacidade criativa poucas vezes vistos.

A máquina não teve problemas com isso. Levou apenas alguns minutos para se adaptar ao pedido. Em pouco tempo ela já estava emitindo ideias de disfarces para o Dia das Bruxas. Alguns não eram lá a coisa mais sensacional já imaginada. Mas, a maioria é um exemplo de desprendimento criativo e bom senso ao misturar influências artísticas e culturais.

Clóvis Bornay (por décadas o maior criador de fantasias de Carnaval no Brasil, falecido em 2005) morreria de inveja. Algums dos figurinos criados pela IA foram: o dragão da liberdade, o rei-abóbora triste, a deusa-borboleta e a bruxa do pickles.

Para chegar a esses resultados mais do que interessantes, Shane carregou o sistema com mais de 4.500 disfarces que coletou no catálogo de varejos especializados e de pessoas na internet. A inteligência artificial começou então a cruzar os itens e pesquisar sobre quais fusões faziam mais sentido, de acordo com o que se espera para uma festa como o Halloween.

Adaptação
Os primeiros resultados foram perto do psicodélico e do surreal. Mas em poucos minutos começaram a surgir bons figurinos.

https://twitter.com/JanelleCShane/status/923547814323396609/photo/1

O objetivo da pesquisa, segundo a pesquisadora contou em seu blog após o experimento, foi ver se a AI tinha condições de criar conjuntos de palavras que fizessem sentido em um pedido. Portanto, o que interessa é se houve reconhecimento de padrões e novas misturas adequadas. Imagine esse potencial em receitas culinárias, por exemplo, ou na busca de equilíbrio entre investimentos conservadores e de alto risco.

A linha criativa não deveria ser elogiada ou criticada. Contudo, é impossível deixar de notar a capacidade da IA para desenvolver novas fantasias de Halloween. “Eu diria que a rede neural de fantasias de Halloween está realmente no auge, ao propor coisas criativas que os seres humanos adoram”, disse Shane em posts no Twitter. “A IA pode formar suas próprias regras sobre o que foi pedido em vez de apenas memorizar”.

Shane já tem projetos para seu invento. Ela treinou outra rede neural para criar nomes inéditos para a indústria de cerveja artesanal. Uma das marcas que estão em negociação com fabricantes é uma cerveja chamada The Fine Stranger (algo como O Estranho Agradável e que ainda remete a delicado e misterioso).

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Cloud Computing: 2 mitos que ainda barram projetos

* Por José Renato Mello Gonçalves

Após tantos anos de debates e aprendizado, há um entendimento pacificado no mercado sobre a importância da cloud computing para o ambiente corporativo. Essa percepção é traduzida em números: segundo a consultoria IDC Brasil, até o final deste ano, o mercado de cloud pública deve crescer 20% atingindo uma somatória de US$ 890 milhões e, até 2018, 85% dos ambientes serão multicloud, o que significa que serão diversos serviços de mais de uma nuvem pública integrados para atender necessidades de negócios.

Considera-se hoje desde a maneira como a infraestrutura é desenvolvida, com segurança da informação, conectividade e aceleração, sendo que até aplicações são pensadas para ter melhor performance em cloud. É só olhar para infraestruturas com redes definidas por software (Software-Defined Network, ou SDN) e as aplicações simples do dia a dia da empresa, como e-mail, por exemplo.

Dois condutores estão possibilitando essa expansão da cloud. Um deles é a infraestrutura, que aliada à internet e às novas tecnologias, permite a utilização e o gerenciamento de diversas soluções de nuvem, com controle de tráfego e qualidade, a partir de uma contratação elástica sob demanda, que aumenta ou diminui conforme a necessidade da empresa. O outro é o custo: a premissa da cloud é o compartilhamento seguro de ambiente, maximizando a operação e resultando em economia.

Contudo, mesmo passado tanto tempo desde que o conceito chegou ao mercado e após tantos aprendizados sobre o tema, ainda há dois mitos que circundam a tecnologia de cloud computing e que, por vezes, são barreiras de entrada para empresas que poderiam se abrir aos benefícios acima listados:

Segurança da informação:
São poucas as empresas que visitamos que não temem pela proteção e garantia da integridade dos seus dados em um ambiente de nuvem. Sempre repito: os fornecedores de cloud possuem políticas e tecnologias de segurança da informação que estão anos-luz à frente do que pequenas, médias ou até mesmo grandes companhias poderiam ter em seus ambientes proprietários. Provedores fazem investimentos pesados para evitar todo o tipo de potencial invasão ou vazamento na transmissão de informações e possuem equipes com centenas de profissionais para ficarem absolutamente atualizados nas mais recentes descobertas de ciberameaças. Segurança da informação é crucial para toda companhia global que fornece cloud computing e o item não concorre com outros tipos de investimento, como acontece em companhias cujo core business não é TI. Todo esse arsenal faz com que seja muito mais fácil uma empresa ter seu data center proprietário invadido do que uma grande provedora sofrer alguma intercorrência.

Atualizações rápidas:
Performance: Há quem ainda diga que o conceito de cloud computing diminui a performance, porque, uma vez que as aplicações não estão no ambiente da empresa, poderia haver demora para que o acesso seja feito a distância. Trata-se de mais uma ideia equivocada: se a companhia possui uma infraestrutura de conectividade adequada a suportar as aplicações em nuvem, o tempo de resposta tende a ser muito maior. Isso ocorre porque quanto mais aplicações a companhia tem, maior a demanda por capacidade de processamento dos servidores internos.

A atualização dessas tecnologias é tão rápida quanto o crescimento da demanda interna pelas aplicações? A resposta é dificilmente, caso a empresa não seja de TI. Mais vale ter uma conexão que suporte o uso da nuvem do que investir em pesados servidores que consigam dar conta do processamento – e que, ainda por cima, consomem espaço e energia em uma proporção considerável.

Se não fossem esses mitos, quanto a mais sobre os US$ 890 milhões o mercado de cloud computing movimentaria no Brasil? Difícil responder, mas tenho certeza que estamos vivenciando uma oportunidade sem limites para os próximos ano.

* diretor Comercial do Brasil da Orange Business Services

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Seu dispositivo pode estar ganhando bitcoins (para os hackers)

Você já deve ter ouvido falar em criptomoedas (bitcoins, ethereum, etc). Esse dinheiro digital vem ganhando espaço e a forma mais comum de se fazer um bom montante dele é negociando. Vender produtos e receber pagamento por isso ou trocar dólares por bitcoins é a forma mais rápida de encher sua carteira digital. Mas há uma maneira mais rápida, porém menos lucrativa. É possível deixar computadores e smartphones “mineirando” criptomoedas. Esse procedimento é lento e gasta muita energia, além de expor processador, memória e bateria dos dispositivos ao limite tolerável. Mas cibercriminosos descobriram como fazer isso sem prejuízo.

Eles estão contaminando smartphones e dispositivos de usuários pelo mundo afora para que, de maneira silenciosa e disfarçada, fabriquem bitcoins. De acordo com especialistas em segurança digital, os efeitos que atingem os usuários dos aparelhos afetados são claros: desgaste do dispositivo, redução de vida útil da bateria e desempenho notavelmente mais lento.

É o que mostra a recente descoberta da Trend Micro – empresa especializada na defesa de ameaças digitais e segurança na era da nuvem, descobriu aplicativos com capacidade de mineração de criptografia maliciosa no Google Play. Esses aplicativos usaram o carregamento dinâmico de JavaScript e a injeção de código nativo para evitar seu mapeamento.

Esta não é a primeira vez que a Trend Micro encontra aplicativos mal-intencionados em lojas como a Google Play. Um exemplo é o ANDROIDOS_KAGECOIN, uma família de malwares com capacidades ocultas de mineração de criptomoedas.

O que a Trend Micro constatou neste caso recente, são aplicativos usados para esse propósito, detectados como ANDROIDOS_JSMINER e ANDROIDOS_CPUMINER. Dois apps foram encontrados: um supostamente ajuda os usuários a rezar, enquanto o outro oferece descontos de vários tipos.

Ambas as amostras, são executadas da mesma maneira: carregam a biblioteca de códigos do JavaScript originada pelo Coinhive e iniciam a mineração com a chave de segurança do próprio site do atacante. Este código JavaScript é executado durante a exibição do app na web, no entanto, não é visível para o usuário pois a visualização via web está programada para ser executada em modo invisível. Quando o código malicioso do JavaScript é executado, a CPU torna-se extremamente sobrecarregada.

Uma versão deste malware no Google Play é distribuído disfarçadamente sob um anúncio de um aplicativo para fundo de tela de carros de luxo. A Trend Micro identificou um total de 25 amostras do ANDROIDOS_CPUMINER. Por meio do Trend Micro Mobile Security, a empresa detectou variantes como a JSMINER, citada no início do texto.

Estas ameaças destacam como até mesmo dispositivo móveis podem ser usados para a mineração de criptomoedas. Apesar de, na prática, os esforços dos hackers resultarem em um lucro insignificante. Usuários devem notar qualquer degradação no funcionamento de seus dispositivos após instalar um aplicativo.

A Trend Micro notificou o Google, e os aplicativos mencionados neste texto já foram removidos da Google Play.

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Embratel Star One inicia fabricação do satélite Star One D2

A operadora de satélites Embratel Star One anunciou os fornecedores internacionais contratados para construção e lançamento de seu novo satélite, o Star One D2, o segundo da frota de quarta geração, denominada família D. O Star One D2 será construído pela provedora líder de satélites comerciais no mundo SSL e será lançado por um foguete da francesa Arianespace no final de 2019.

O Star One D2 é o décimo segundo satélite da frota da Embratel Star One e o maior já fabricado pela empresa. Ocupando a posição orbital de 70° W, o novo satélite será equipado com as Bandas Ka, para atender às demandas de backhaul de telefonia celular, C e Ku, para complementar as ofertas de capacidade para dados, vídeo, Internet de clientes corporativos e backhaul celular, além de Banda X para o Ministério de Defesa.

O novo satélite complementará a cobertura de Banda Ka do Star One D1, ampliando as ofertas de backhaul e banda larga para todo o território nacional. O Star One D2 também garantirá a continuidade dos serviços em Banda C e Ku do Star One C2.

Com a Banda Ku, o satélite fornecerá capacidade de dados, vídeo e Internet para órgãos do Governo e grandes empresas de diversos setores das Américas do Sul e Central, incluindo o México, além de possibilitar a transmissão de sinais para TV por Assinatura. As ofertas de sinais de TV Aberta serão garantidas pela Banda C.

“Com o Star One D2, vamos ampliar nossas ofertas para o mercado corporativo e acelerar o processo de expansão de backhaul de telefonia celular e de banda larga no Brasil”, diz Gustavo Silbert, Diretor Executivo da Embratel.

Potência
O Star One D2 terá 6,2 toneladas, uma potência estimada de 19,3 KW e vida útil prevista de mais de 15 anos. Estará equipado com 28 transponders (receptores e transmissores de sinais) em Banda C, 24 transponders em Banda Ku, 20 Gbps de capacidade em Banda Ka e uma certa capacidade em Banda X para uso militar.

Além de pioneira na comunicação no Brasil, com a primeira geração de satélites brasileiros para comunicações domésticas na América Latina (1985), a Embratel Star One possui hoje o maior e mais moderno centro de operações de satélites do Brasil e da América Latina. Localizado em Guaratiba (RJ), controla e monitora a frota da empresa com uso da mais avançada tecnologia e com o suporte de uma equipe de engenheiros e técnicos brasileiros altamente especializados. O Centro de Controle de Guaratiba possui um dos maiores parques de antenas da América Latina para atendimento a aplicações do governo, das maiores empresas do Brasil, emissoras de TV, canais independentes e rádios.

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CA Technologies lança soluções para negócios ágeis

A CA Technologies anunciou sua oferta para empresas que estão adotando metodologias “ágeis” em seus negócios. O ágile (do termo em inglês) vem ganhando espaço como uma forma de tornar o desenvolvimento de softwares mais preciso e rápido, além de ser uma boa forma de fazer a ligação entre a demanda das áreas de negócio e a TI.

No caso da CA, Essas novas capacidades estão voltadas, por exemplo, para acelerar a agilidade nos negócios, de modo a oferecer mais insights sobre o planejamento de recursos, além de funcionalidades adicionais para a colaboração em equipe. Elas aparecem na versão mais recente da solução Project & Portfolio (CA PPM).

“Para o sucesso em escala, as ferramentas e soluções usadas precisam ser intuitivas, flexíveis e fortes, além de apoiar, e não desacelerar, as formas modernas de trabalho”, afirma Francisco Fabbro, VP de Solution Sales para Agile Management da CA Technologies para a América Latina.

Além do CA PPM, a evolução no Gerenciamento Ágil proposta pela CA inclui novos recursos no CA Agile Central. Junto com outras integrações adicionadas aos produtos da CA, as ferramentas de gerenciamento ágil permitem às organizações melhorar as capacidades de gestão financeira, investimento e planejamento da solução CA PPM, com visibilidade sobre o que está sendo entregue pelo CA Agile Central. Segundo a companhia, isto colabora para a tomada de decisões melhores e baseadas em fatos.

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Tecnologia e Comunicação crescem na oferta de estágio

Uma das modalidades mais procuradas pelos jovens na hora de driblar a falta de vagas no mercado formal, o estágio tem sido uma alternativa ainda mais interessante para estudantes de Administração, Economia e Ciências Contábeis. Isso porque nessas áreas, especificamente, a oferta tem crescido de forma notável – é o que apontam dados da Companhia de Estágios – assessoria especializada no recrutamento e seleção de estagiários. De acordo seu balanço de vagas do primeiro semestre, o número de oportunidades abertas para estudantes dessas áreas teve crescimento de, no mínimo, 13%. Em alguns casos as chances de conseguir uma colocação mais do que dobraram em comparação com o mesmo período do ano passado, especialmente para jovens que cursam Tecnologia, Marketing e Comunicação.

No saldo de vagas da recrutadora, áreas tradicionais como Administração seguem aquecidas mesmo em meio à crise – no primeiro semestre desse ano, estudantes desse curso contaram com uma oferta 13% maior em comparação com o mesmo período do ano passado. E, curiosamente, o resultado é tímido se comparado com o desempenho de outras modalidades, como Ciências Contábeis e Economia que, nesse mesmo período, registraram ascensão de 90% no número de oportunidades abertas. Ainda assim, existem resultados ainda mais promissores: Tecnologia da Informação, Marketing, Comunicação, Publicidade e Propaganda registraram, na média, um crescimento superior aos 150%.
De acordo com Tiago Mavichian, diretor da Companhia de Estágios, esse desempenho pode ser explicado, sobretudo, pela necessidade de adaptação das empresas diante do cenário conturbado da economia “Não é só o estudante que está enxergando o estágio como uma alternativa, mas também o empresário que precisa seguir investindo em mão de obra e em treinamento de equipe. E não se trata apenas de custos, mas de “sangue novo” – o jovem não só traz novas ideias, como também pode ser preparado para, num curto período de tempo, integrar o quadro de colaboradores, com a vantagem de já conhecer os negócios e a política interna da empresa”.

Para Mavichian, uma prova disso é que as áreas que mais contratam são, justamente, as triviais “Essas atividades (Administração, Ciências Contábeis e Economia) não podem parar e esperar a crise passar, pois são a “espinha dorsal” de qualquer negócio. Por envolverem processos complexos, que muitas vezes exigem um alto nível de confiança dos profissionais envolvidos, contar com um colaborador bem treinado é tão importante quanto contar com um profissional gabaritado. E é aí que o estágio cumpre o seu papel de inserir o jovem num plano de carreira, o que culmina, muitas vezes, numa vaga efetiva.”
De olho na produtividade

Agora, se tratando de tendências, o gerente de recursos humanos Rafael Pinheiro atribui o bom desempenho de áreas tecnológicas à atual necessidade de aumentar a produtividade dos negócios “Uma das primeiras coisas que os empresários procuram fazer para reduzir gastos é aumentar a eficiência, corrigindo falhas e/ou modificando a metodologia de trabalho. E, nesse momento, é indispensável contar com o apoio da tecnologia, especialmente em tempos nos quais quase todos os departamentos são integrados. Os profissionais dessa área estão cada vez mais envolvidos em processos gerenciais, fornecendo informações valiosas para tomada de decisão e planejamento estratégico”.

Para o gestor, essa preocupação também justifica a maior demanda por estudantes de Marketing e Publicidade: “Hoje em dia, a presença digital é cada vez mais relevante para as empresas e essa tarefa que não envolve somente profissionais da Tecnologia da Informação, mas também da área da Comunicação. Cuidar da percepção, do engajamento e do alcance de uma marca no mundo virtual não é só uma necessidade, como uma aposta para que as empresas ampliem seu campo de atuação e se blindem contra a crise”. – afirma Pinheiro.

Qualificação: mais relevante do que nunca
Porém, mesmo com o mercado de estágio aquecido, os estudantes devem ficar atentos: como essa tem sido a principal estratégia dos jovens para fugir do desemprego, os processos seletivos para esse tipo de vaga estão cada vez mais concorridos. O balanço da recrutadora aponta que, desde 2014, o número de inscritos tem crescido ano após ano, totalizando um aumento de quase 20% na procura por vagas no último biênio. E os números devem seguir em alta: somente no primeiro semestre desse ano (em comparação com o mesmo período do ano passado), o total de estudantes que se inscreveu para as vagas divulgadas pela Companhia de Estágios aumentou 9%.

A saída? Antecipar a busca pelo estágio e seguir apostando no estudo “É importante que o jovem procure vagas logo nos primeiros semestres da faculdade e não deixe somente para o final do curso. Assim, ele amplia suas chances e pode, inclusive, estagiar em diferentes vertentes ao longo de sua formação. Outro ponto fundamental é seguir investindo na sua formação e em cursos extracurriculares, uma vez que o nível de exigência dos recrutadores está elevado e a qualificação está mais relevante do que nunca”. – conclui Mavichian.

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Setor de Turismo continua em alta com retomada da economia

Aos poucos a economia no Brasil vem mostrando sinais de melhora e quem já está sentindo progresso é o turismo. Desde o ano passado, o segmento está em ascensão e os números registrados comprovam. Em 2016, mais de 6,6 milhões de turistas estiveram em terras brasileiras, isso representa um aumento de 4,8% em relação a 2015. De acordo com o Ministério do Turismo, foi um recorde para o país. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Claro que os Jogos Olímpicos e Paralímpicos contribuíram para isso. O ministério revelou que os visitantes injetaram diretamente na economia nacional o total de R$ 6,2 bilhões. Em 2017, a situação também é animadora. Já é possível visualizar essa melhora por meio de setores ligados que estão em pleno desenvolvimento. Até o momento, as operadoras de turismo tiveram um avanço de 21,3%, as organizadoras de eventos 6,9% e as agências de viagens 5,7%. A expectativa é, até dezembro, de que haja uma recuperação de 70% do setor.

De acordo com o BDET – Boletim de Desempenho Econômico Turístico, só neste primeiro semestre, o turismo movimentou cerca de R$ 8,2 bilhões. O que aumentam as expectativas de quem trabalha ou tem interesse de se relacionar com o segmento. Para quem busca empreender, trata-se de uma boa oportunidade.

Aposta no franchising
O franchising é uma porta de entrada para quem pretende investir. A potencialidade existente neste mercado é exponente e favorável para o meio. Para se ter uma ideia, no segundo trimestre deste ano, as franquias tiveram um crescimento nominal de 6,8%. Foram faturados cerca de R$37,565 bilhões. De encontro com o saldo positivo, se destacou o setor de turismo que teve a maior variação de receita trimestral registrada – 10,1% de crescimento. Os dados são da ABF – Associação Brasileira do Franchising.

“As pessoas continuaram viajando”
“Ocorre que mesmo com a crise, as pessoas continuaram viajando, diz Henrique Mol, diretor executivo da rede de franquias Encontre Sua Viagem. “Elas mudaram o destino, procuraram por pacotes adaptados, e economizaram em certos pontos, mas não deixaram de viajar. Como sempre teve público, sempre houve a necessidade de oferecer o serviço. Entre outros motivos, esse nos deixou de pé e com as vendas acontecendo. Mas este ano estamos bem animados com o desenvolvimento dos negócios, já melhorou muito”, revelou o executivo.

Suporte e Know-How
Com valores atrativos, a gama de respaldo que a marca oferece ao investidor para que este conquiste a independência de sua unidade, também ajudam. São boas condições comerciais, marketing, equipe de suporte, profissionais que acompanham o franqueado desde a entrada no modelo de negócio e em todo decorrer do trabalho, apoio jurídico, treinamentos, entre outras inúmeras vantagens. “Com os treinamentos e suporte oferecidos pelas redes, os ganhos econômicos são altos e o baixo investimento se torna um ótimo negócio”, finaliza o empreendedor.

 

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Comércio eletrônico deve movimentar R$ 2,5 bilhões na Black Friday

Uma das datas mais esperada pelo varejo, a Black Friday deve movimentar neste ano um valor superior a R$ 2,5 bilhões. É o que estima a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, o evento, que acontece no dia 24 de novembro, deve ter um crescimento de 18% quando comparado com o mesmo período do ano passado. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam mais de 10 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 246. As categorias mais buscadas devem ser Informática, Celulares, Eletrônicos, Moda e Acessórios e Casa e Decoração. A previsão leva em conta as compras realizadas entre os dias 20 e 24 de novembro.

“O e-commerce brasileiro registra um ritmo muito bom de crescimento, o que deve se refletir nesta data. O período demanda promoções e condições especiais, tornando-se muito atrativo para os consumidores, principalmente nesse momento de retomada da economia nacional”, comenta Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

O aumento de 18% nas vendas nesse período é maior do que a média do ano, de 12%. Segundo Salvador, o motivo é o número de promoções oferecidas ao consumidor, em conjunto com o recebimento da primeira parcela do 13º salário, o que injeta uma boa quantia no cenário econômico.

“O e-commerce tem muito o que comemorar, a economia está reaquecendo e as pessoas estão comprando cada vez mais pela internet. A segurança do usuário tende a aumentar conforme datas representativas são bem-sucedidas e oferecem boas condições”, finaliza ele.

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Google Cloud fará treinamento gratuito de machine learning

O Google Cloud oferecerá dois dias de treinamentos gratuitos para desenvolvedores em 8 e 9 de novembro, em São Paulo. Machine learning e kubernetes serão os temas de cada dia do Bootcamp, respectivamente, com aulas ministradas por especialistas do Google e laboratórios práticos para colocar em ação os ensinamentos. Podem se inscrever gratuitamente programadores, cientistas de dados, desenvolvedores e profissionais de operações que desejem aprimorar seu conhecimento sobre as ferramentas da plataforma de Google Cloud. É a primeira vez que o Google oferece este tipo de treinamento de maneira gratuita no Brasil.

No primeiro dia do Bootcamp, os profissionais inscritos aprenderão conceitos de Machine Learning, tendo acesso a aulas sobre desenvolvimento, avaliação e produção de modelos de aprendizado de máquinas. O segundo dia será dedicado a noções básicas de kubernetes, sistema de código aberto desenvolvido pelo Google para gerenciamento de aplicativos, mostrando como colocar cargas de trabalho em containers, implementar clusters no Google Container Engine, fazer integração contínua e escalar aplicações para gerenciar aumento de tráfego.

Especialistas
Em paralelo ao Bootcamp para desenvolvedores, acontecerá o Google Cloud Summit, evento gratuito com mais de 20 palestras sobre Google Cloud, G Suite, Maps, dispositivos de nuvem, entre outros. O evento reunirá executivos, clientes, parceiros, desenvolvedores, profissionais de TI e engenheiros para discutir o futuro da nuvem.

Na programação, estarão temas atuais e relevantes, como big data, machine learning, desenvolvimento de aplicativos, infraestrutura, operações, colaboração, produtividade e mobilidade. Além disso, haverá a participação de especialistas internacionais do Google e a apresentação de casos de sucesso de grandes empresas e startups, para que o público conheça os benefícios da adoção da nuvem na prática.

 

Onde se inscrever para os dois eventos:
Developer Bootcamp:
https://goo.gl/tvFXMR

Google Cloud Summit: https://goo.gl/rXx3pV

Em caso de dúvidas, acesse: Perguntas frequentes

 

App colaborativo estima nota no Enem logo após a prova

Os alunos saem do Enem ansiosos: a prova, realizada em novembro, tem os resultados divulgados só no ano seguinte. Como o método de correção dá peso diferente às questões, fica praticamente impossível prever a própria nota. Porém, desde 2015, existe um app que ajuda bastante os candidatos: o Quero Minha Nota! reúne as respostas de milhares de candidatos para, logo após a prova, estimar as notas nas quatro áreas do conhecimento. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em 2016, mais de 400 mil alunos conferiram a estimativa de nota na TRI (metodologia de correção adotada pelo Inep/MEC), separada por área do conhecimento (Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Linguagens e Matemática). O app foi o mais baixado em Educação durante o Enem 2016 e este ano estará disponível gratuitamente para Android e iOS a partir de 5 de novembro, primeiro dia de provas do Enem.

Ao contrário do que pensam alguns alunos e professores, as notas do Enem não vão de 0 a 1000 e não podem ser calculadas a partir da soma de acertos no gabarito. A correção considera a dificuldade das questões, o que abre margem para que dois alunos com o mesmo número de acertos tenham notas completamente diferentes, a depender de quais questões acertaram e erraram.

O app também calcula as chances de entrada em milhares de cursos de universidades públicas de todo o país. Hoje, a nota no Enem é a maior porta de entrada do ensino superior brasileiro. Em janeiro, por meio de dados do SiSU, 2,5 milhões de candidatos disputaram 238 mil vagas em universidades. Nos últimos anos, universidades particulares também têm utilizado a nota no Enem para selecionar candidatos.

Para mais informações, acesse o site.

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Faculdade e empresa de automação investem R$ 2,5 mi em indústria 4.0

Um projeto entre a Facens (Faculdade de Engenharia de Sorocaba) e a Festo – alemã de automação industrial – proporcionará aos alunos da instituição de ensino ter acesso aos mais modernos recursos aplicados atualmente dentro das fábricas. A partir da instalação de quatro laboratórios de Pneumática e Hidráulica, Manutenção Mecânica, Indústria 4.0 e CNC, a parceria pretende transferir novas tecnologias e conceitos aos estudantes. O investimento para essa iniciativa é de R$ 2,5 milhões.

O propósito desses laboratórios é capacitar os estudantes, transferindo assim novas tecnologias para o ambiente de automação de fábrica. Baseado em um conceito de arquitetura aberta, permite a evolução passo a passo do sistema com a inclusão de estações não adquiridas num primeiro momento, até futuras expansões com estações a serem desenvolvidas com diferentes tecnologias.

“Usando essas competências, as empresas terão mais competitividade no seu mercado de atuação, além de maior eficiência produtiva e melhor qualidade de seus produtos”, explica Felipe Anaya, engenheiro da Festo responsável pelo projeto.. “Os custos decrescem e a flexibilidade aumenta por meio de uma estrutura de dados bem definida, assim como um método para comunicação destes dados”.

Avanços e tecnologias
De acordo com ele, o laboratório integrará tecnologias convencionais de produção como máquinas de usinagem, esteiras, sensores e atuadores, transladando para os conceitos mais avançados da indústria 3.0 como robôs, controladores e supervisórios, e, por fim, dando o início ao conceito de indústria 4.0 com rastreabilidade, RFID, softwares de gerenciamento de produção e simulação 3D de processos avançados de manufatura.

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O uso de chatbots para atendimento a clientes

* Por Rodrigo Strey

O chatbot é um programa de computador com a capacidade de ler, responder ou interagir com um humano. A intenção desse programa de computador é conversar simulando um atendimento humano e fazer com que o cliente sinta que está conversando com outra pessoa e não com uma máquina. Existem chatbots baseados em regras e outros mais robustos, que são baseados em inteligência artificial. No caso do primeiro, o sistema é criado para identificar palavras chave inseridas pelo usuário e direcioná-lo a um conteúdo relacionado.

Já os chatbots com inteligência artificial são desenvolvidos para interpretar as frases – escritas e faladas – do usuário e aprender com as perguntas que são feitas. Isso significa que quanto mais o bot ou robô trabalha, mais experiência ele ganha e melhor atende o público.

De olho nesta tendência, empresas como Petrobras, Starbucks e Banco Original, entre outras, já inseriram o uso de bots em seus atendimentos, aumentando a fidelidade e engajamento dos clientes, estendendo ainda mais a acessibilidade de comunicação.

Este movimento de adesão de bots pelas empresas deverá substituir o primeiro nível de call center. Isso porque eles conseguem resolver de 70% a 90% dos problemas, restando apenas uma pequena parcela de chamadas para serem direcionadas a um atendimento especializado. Além disso, existem mais de três bilhões de pessoas que usam aplicativos de mensagens e em breve eles estarão usando bots.

Integração
Sem dúvida, o uso dos desta tecnologia no atendimento aos clientes traz uma realidade mais aderente à transformação digital. A possibilidade de integração a múltiplas plataformas, como o Facebook, Skype, entre outras, proporciona respostas imediatas, personalizadas e 90% corretas, além de disponibilidade 24×7 para os clientes.

A automação e inteligência do call center por meio de bots proporciona não só a possibilidade de melhoria no atendimento ao cliente, mas também a redução de custos para as empresas em função da substituição do atendimento humano.

* diretor de serviços da AMcom

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Machine learning cai nas graças dos CIOs

O machine learning, uma vertente da inteligência artificial que permite que sistemas computacionais aprendam, está crescendo rapidamente em adoção pelos CIOS. Esses executivos da área de tecnologia da informação nas empresas estão usando a tecnologia para diversos processos que necessitavam de uma automação confiável e inteligente. Uma pesquisa da ServiceNow, empresa que oferece soluções usando o modelo de software como serviço, detectou que 52% dos líderes de tecnologia estão usando machine learning além das tarefas de rotina, estendendo o uso para ações como alertas de segurança e automação de decisões complexas.

A pesquisa “O ponto de vista global do CIO” (The Global CIO Point of View) mostra uma crescente confiança entre os executivos sêniores de que o machine learning ajudará a tomar decisões mais rápidas e precisas, uma vez que suas soluções possuem a capacidade de analisar e melhorar o próprio desempenho sem a intervenção humana direta, permitindo-lhes tomar decisões cada vez mais complexas ao longo do tempo. Foram consultados CIOs de 11 países em 25 indústrias.

Dos entrevistados, 87% disseram que obteriam retorno financeiro com a precisão das decisões que o machine learning pode trazer. Outros 69% afirmam que as decisões tomadas pelo machine learning serão mais precisas do que as feitas por humanos

Para 57% dos pesquisados, a tomada de decisões de rotina ocupa uma quantidade significativa de tempo de funcionários e executivos, de modo que o valor potencial da automação seja alto. Os CIOs esperam que a automação das decisões contribua para o crescimento da linha superior de sua organização (69%).

“O trabalho diário, assim como a atribuição de solicitações de TI e a priorização de leads de vendas já estão dando resultados. já faz algum tempo que o machine learning deixou de ser algo apenas desejado, hoje ele é uma realidade”, afirma Katia Ortiz, Diretora Geral da ServiceNow no Brasil.

Pessoas e máquinas
Sozinhos, especialistas em aprendizagem por máquina não são garantia de sucesso. O estudo também revelou que para tirar total proveito do machine learning, os executivos precisam encontrar talentos qualificados para trabalhar lado a lado com as máquinas, além de redesenhar os processos das suas organizações.

Quase três quartos (72%) dos CIOs entrevistados disseram que lideram os esforços de digitalização em suas empresas. Além disso, mais de metade (52%) concorda que o machine learning desempenha um papel crítico. Cerca de metade (49%) dos CIOs consultados diz que suas empresas estão usando o machine learning e 40% está planejando adotar a tecnologia em algum momento.

Entretanto, existem áreas-chave de talento, organização e processos que devem ser abordadas para que as empresas aproveitem plenamente a tecnologia de machine learning:

Apenas 27% dos CIOs contrataram funcionários com habilidades para trabalhar com aprendizagem por máquina. Menos de metade (40%) dos CIOs atualizou as descrições de cargos e funções para se concentrar no trabalho com machine learning, 41% citam falta de habilidades para gerenciar essa atividade e cerca de metade (47%) diz que não tem orçamento para o desenvolvimento de novas habilidades.

“O machine learning permite que as empresas inovem de formas que não eram possíveis antes”, afirma Katia. “Para utilizar todo o potencial dessa tecnologia, os CIOs devem incorporar seu papel de líderes transformadores que influenciam a forma como nossas organizações projetam processos de negócios, alavancam dados, contratam e capacitam talentos”, defende.

Retorno com machine learning
A ServiceNow recomenda cinco passos para os CIOs começarem a jornada de mudanças com a aprendizagem por máquina.

1) Construa uma base e melhore a qualidade dos dados – Uma das principais barreiras à adoção do machine learning é a qualidade dos dados. Se as máquinas tomam decisões com base em dados ruins, os resultados não fornecerão valor e poderão aumentar o risco. Os CIOs devem utilizar tecnologias que simplifiquem a manutenção de dados e a transição para o machine learning.

2) Priorize com base na realização de valores – Ao construir um roteiro (roadmap), concentre-se nos serviços mais utilizados, pois a automação desses serviços oferecerá os maiores benefícios empresariais. Em geral, quais são os padrões de trabalho mais desestruturados que se beneficiariam com a automação? Comprometa-se a redefinir todos os serviços de engenharia e os processos como parte dessa transformação e não apenas atualizar os processos atuais para um novo modelo.

3) Construa uma excepcional experiência do cliente – Um dos principais benefícios de aumentar a velocidade e a precisão da tomada de decisões reside na criação de uma excepcional experiência interna e externa do cliente. Ao criar um roteiro para implementar capacidades de machine learning, imagine a experiência ideal do cliente e priorize o investimento para obter esses objetivos.

4) Incentive novas habilidades e construa uma cultura – Os CIOs devem identificar os papéis do futuro e antecipar como os funcionários se envolverão com as máquinas – e começar a contratação e treinamento com antecedência. Os CIOs devem também construir uma cultura que abrace esse novo modelo de trabalho e habilidades. Isso significa estabelecer diretrizes para executivos, engenheiros e operários de primeira linha sobre suas atribuições com máquinas inteligentes e o futuro da integração entre homem e máquina.

5) Foque em métricas e reporte – Os benefícios do machine learning podem ser claros para os CIOs, mas talvez nem tanto para outros executivos, o que demanda um trabalho mais educativo com eles. Os CIOs devem estabelecer expectativas, desenvolver métricas de sucesso antes da implementação e criar um sólido business case para adquirir e manter o financiamento necessário. Eles também devem considerar a criação de benchmarks automatizados comparando com pares em sua indústria e outras empresas de tamanho similar.

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NVIDIA anuncia nova placa de vídeo GTX 1070Ti

Antecipando-se ao período de festas, a NVIDIA apresenta a GeForce GTX 1070 Ti, mais uma novidade da arquitetura Pascal que estará disponível a partir de 02 de novembro. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A GeForce GTX 1070 Ti está entre a GeForce GTX 1080 e a GTX 1070 e, para os mais ansiosos, já está em pré-venda desde ontem (quinta-feira, dia 26), chegando a tempo para aproveitar os consagrados jogos para PC lançados neste segundo semestre do ano.

Com a premiada arquitetura Pascal da NVIDIA, a GeForce GTX 1070 Ti é composta por 2.432 núcleos e 8GB de memória à 8 Gbps, com uma largura de banda total de 256 GB/s, oferecendo o dobro do desempenho da já poderosa GeForce GTX 970.

“Nós criamos a GeForce GTX 1070 Ti para ser um monstro de overclocking com espaço suficiente para que os jogadores possam acelerar as velocidades de clock. E nossos parceiros criaram placas de vídeos com temperaturas e fontes de energia que permitem aos jogadores melhorar o desempenho acima das especificações básicas”, comenta Richard Cameron, Country Manager da NVIDIA no Brasil.

A nova GPU chega ao mercado com o preço sugerido e estimado de R$ 2.199,00.

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