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Fábricas do futuro precisam de engenheiros do futuro

* Por Mario Belesi

À medida que os fabricantes priorizam a busca por novas maneiras para eliminar o desperdício e aumentar a produtividade, a tecnologia torna-se peça fundamental desse quebra-cabeça. A indústria da Internet das Coisas (IoT), a robótica e a manufatura aditiva – para nomear apenas algumas – são cada vez mais vitais para o sucesso dos produtos e da linha de produção. As fábricas do futuro, também conhecidas como Smart Factories, vindas da 4ª Revolução Industrial, são marcadas pelo trabalho conjunto de seres humanos e tecnologia em um modo que combina o mundo virtual e físico. No entanto, as pessoas que fazem parte dessa equação estão preparadas para essas tarefas?

Muitos especialistas dizem que essa resposta ainda não existe e que a educação em engenharia precisa de uma nova abordagem para atender às recentes habilidades exigidas por esse novo ambiente. Modelos de negócios totalmente novos estão emergindo enquanto o mundo virtual se torna mais integrado com o mundo físico. A próxima geração de engenheiros deve ser ensinada de uma forma interdisciplinar para que entenda não somente de sua área de conhecimento específica, mas também de como ela se une a outras disciplinas no objetivo de colocar novos produtos no mercado de forma rápida e efetiva.

Esses engenheiros também se beneficiam de uma abordagem que simula a colaboração virtual e equipes interculturais, encontradas no modelo de trabalho da maioria das empresas atuais. Se os estudantes não forem educados de forma a considerar o modelo global e a trabalhar em equipes multidisciplinares, que são uma marca das fábricas modernas, eles terão que aprender isso na prática, o que diminuirá a produtividade.

Habilidades
Instituições educacionais ao redor do mundo, especialmente na Alemanha, França, Índia e nos Estados Unidos, estão utilizando programas inovadores para a capacitação da nova geração de engenheiros. As iniciativas escolares estão cada vez mais se aproximando dos profissionais da indústria para entenderem o que é necessário em seus negócios e ajudarem a desenhar novos ambientes de aprendizado que possam melhor preparar os estudantes para habilidades técnicas de alto nível, bem como para a mentalidade de colaboração exigida para se sobressair no modelo das fábricas atuais.

Cabe aos líderes e gestores motivarem esse novo ambiente de ensino para que o mercado conquiste um novo patamar de excelência. A tecnologia necessária para essa transformação já existe. Com a adoção de soluções 3DEXPRIENCE as empresas conquistarão excelência, eficiência, produtividade e, claro, melhor lucratividade.

* diretor da Dassault Systèmes, responsável por
Solidworks para a América Latina

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Tech Data tem nova executiva para comandar a América Latina

A Tech Data Corporation nomeou Deena LaMarque Piquion para ser sua vice-presidente e gerente-geral na América Latina e Caribe (LAC). Nesta função, Deena supervisionará a direção e a execução estratégica de todas as funções de vendas, marketing e operações para a organização LAC da empresa, inclusive a divisão de exportação da América Latina com sede em Miami. Ela se reportará a Jeff Bawol, vice-presidente sênior de Soluções Empresariais.

“A experiência de Deena na região LAC, bem como sua abordagem centrada em soluções para gerar sucesso aos nossos parceiros fornecedores e clientes, fazem dela a pessoa ideal para essa função”, disse Joe Quaglia, presidente da Tech Data para a região das Américas. “Nossa nova organização LAC foi criada para capturar as oportunidades de ponta a ponta existentes para nossos fornecedores e clientes da região, combinando os pontos fortes da missão da Tech Data e Technology Solutions em uma equipe nova, coesa e focada em impulsionar o crescimento lucrativo para os nossos parceiros. Estamos muito entusiasmados com as oportunidades futuras na região LAC e confiantes na capacidade de Deena em conduzir o negócio a outros níveis.”

Deena uniu-se à Tech Data em setembro de 2000 como MBA Rotational Associate, trabalhando em projetos estratégicos em toda a região da América Latina. Durante o seu contrato com a empresa, ocupou cargos de crescente responsabilidade, atuando recentemente como vice-presidente da divisão de exportação da América Latina desde junho de 2016. Deena foi homenageada com o prêmio Glass Ceiling do National Diversity Council (Conselho Nacional de Diversidade), em 2016, e foi indicada para a lista Women of the Channel no início deste ano. Ela tem bacharelado em Ciência Política pela Vassar College e mestrado em Serviços Diplomáticos pela Georgetown University.

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Casa do Teatro tem curso pioneiro para crianças e jovens

Canon 5DII/Joao Caldas Fº

Para aqueles que gostam de teatro e gostariam de inserir seus pequenos neste mundo, a Casa do Teatro – integrada ao Célia Helena Centro de Artes e Educação – realiza um trabalho artístico e pedagógico pioneiro com crianças e adolescentes, entre 4 e 18 anos. Ao logo de seus…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…34 anos de atividades, a Casa do Teatro desenvolveu uma metodologia diferenciada em que se destacam conceitos relacionados ao teatro e à psicanálise.

Com inscrições abertas, os cursos e atividades da Casa do Teatro possibilitam o desenvolvimento da capacidade criativa, da expressividade e do espírito de sociabilidade. Cada turma é formada por 20 alunos divididos por faixa de idade, em que as dinâmicas contemplam suas características e habilidades pessoais, potencializando as inter-relações e promovendo um ambiente em que as ideias de cada um são acolhidas e transformadas em objeto artístico.

“Desta maneira, os temas de interesse de cada um são considerados a partir de módulos que dialogam com a cena contemporânea”, explica Lígia Cortez, idealizadora do local.

Entre as linguagens trabalhadas na Casa do Teatro estão teatro musicalteatro de máscaraimprovisaçãoatuação para câmera e comédia dell’ arte. Todas com o objetivo de gerar conhecimento e estimular a imaginação e a capacidade de criação e de reflexão.

Espaços e Autores
Tendo à frente experientes profissionais artistas educadores, as aulas da Casa do Teatro ocorrem uma vez por semana, em espaços com ambientes apropriados para os exercícios de todas as atividades propostas, localizados em dois endereços: no bairro do Pacaembu e no Itaim.

Ao longo do período do curso e de acordo com o perfil de cada turma, são propostas criações coletivas de autores clássicos e contemporâneos, que serão apresentadas ao final de cada ciclo.  Entre o acervo de montagens realizadas estão adaptações de textos de William ShakespeareMolièreNikolai GógolBertolt BrechtAriano SuassunaDias Gomes, além de escritores como Eduardo Galeano Jorge Amado.

“Mais do que resultado cênico de final de ano, o encontro com a plateia faz parte de um processo criativo construído em coletivo. A partir desse processo, a Casa do Teatro oferece uma experiência transformadora e enriquecedora para o desenvolvimento e crescimento social e pessoal de cada criança e adolescente”, conclui Lígia.

CASA DO TEATRO

Endereços:

Itaim – Av. São Gabriel, 462 – (011) 3884-8294

Pacaembu – Rua Armando Penteado, 311 – (011) 3826-6624

Para mais informações, acesse o site.

 PACAEMBU:

– Terças-feiras, das 16h às 19h

– Quartas-feiras, das 14h30 às 17h30

– Quintas-feiras, das 16h às 19h

– Sextas-feiras, das 8h30 às 11h15, das 14h30 às 17h30 e das 15h30 às 18h30

– Sábados, das 9h30 às 13h

 ITAIM:

– Quartas-feiras, das 14h30 às 17h30 e das 16h às 18h30

– Quintas-feiras, das 14h30 às 17h30 e das 15h30 às 18h

– Sextas-feiras, das 8h30 às 11h15 e das 14h30 às 17h30

– Sábados, das 9h30 às 13h

 

Valor da mensalidade: R$ 512,00 / mês

Vagas: 20 alunos por turma

Idades: de 4 a 18 anos (turmas separadas por faixas etárias)

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E-commerce impulsiona maior lucro da história do Magazine Luiza

A rede de varejo Magazine Luiza apresentou nessa terça-feira, 1o. de agosto, os resultados relativos ao segundo trimestre de 2017. Pelo sexto trimestre consecutivo, a companhia registra melhoria em todos os seus indicadores. No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou o maior lucro líquido para o período em seus 60 anos de história: 72 milhões de reais, um crescimento de quase 600% em relação ao segundo trimestre de 2016. O e-commerce teve grande destaque nos números.

O Ebtida (lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) aumentou 44%, atingindo 236 milhões de reais. No consolidado do primeiro semestre de 2017, o lucro do Magazine Luiza foi de 131 milhões de reais, um crescimento de 736% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com as declarações da empresa, a melhoria sistemática dos resultados é explicada por uma conjunção de fatores, todos ligados à estratégia central de transformação digital. No segundo trimestre deste ano, as vendas do Magazine Luiza cresceram em todos os canais.

No e-commerce – site, aplicativo e redes sociais – o aumento foi de 55% (no trimestre passado, as vendas nas plataformas digitais da companhia já haviam registrado crescimento superior a 50%). Atualmente, o e-commerce já representa 28% do faturamento total do Magazine Luiza. Um dos destaques do trimestre, nesta área, foi o desempenho das vendas pelo app, com 6,2 milhões de downloads. O aplicativo do Magazine Luiza foi eleito pelo Google em 2016 um dos melhores do Brasil.

Lojas físicas
As vendas das lojas físicas também aumentaram significativamente, confirmando a eficácia da estratégia de multicanalidade da companhia e a importância de seus pontos físicos. O crescimento, pelo critério de mesmas lojas, foi de 15% no trimestre. Considerando-se o e-commerce, e todas as lojas físicas – 814 no total, com abertura de 27 nos últimos 12 meses – e o e-commerce, as vendas do Magazine Luiza avançaram 26%, atingindo 3,2 bilhões de reais. Com isso, a companhia continua a ganhar participação de mercado no varejo de móveis e eletroeletrônicos. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as vendas nominais desse mercado cresceram 5% nos primeiros cinco meses de 2017.

Plataforma Digital
No caminho para se transformar numa grande plataforma digital com pontos físicos o Magazine Luiza lançou há um ano seu marketplace. Ao longo desse período, a oferta de produtos cresceu exponencialmente. No final de 2016, o marketplace da companhia contava com 50 parceiros e pouco mais de 80.000 itens. Atualmente, são mais de 250 parceiros – empresas como Gazin, Mobly, Ri Happy e Positivo Informática – e mais de 550.000 itens oferecidos.

Essa expansão foi possível, sobretudo, graças à aquisição, no início deste ano, da Integra Commerce, integradora baseada em Itajubá, Minas Gerais, e ao crescimento do Luiza Labs, laboratório de inovação do Magazine Luiza, que conta com mais de 250 engenheiros e técnicos dedicados aos desenvolvimento de soluções digitais. Nos primeiros seis meses deste ano, 50% dos investimentos feitos pela companhia foram voltados para a área de tecnologia.

O último trimestre também foi marcado por uma forte redução nas despesas operacionais, que caíram 2,1 pontos percentuais, representando 22,8% da receita líquida. O movimento é explicado por uma série de fatores: o crescimento do e-commerce, a maturação dos projetos de redução de despesas adotados pela companhia dentro do programa de Orçamento Base Zero (OBZ) e Gestão Matricial de Despesas (GMD). Contribuíram também para a redução das despesas a maturação dos projetos da transformação digital, como o aplicativo Mobile Vendas e o Retira Loja.

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Promoções fazem mercado de servidores x86 crescer

O mercado de servidores X86, no Brasil, cresceu 12% em receita nos três primeiros meses de 2017 e chegou à marca de US$ 116 milhões, contra US$ 104 milhões no mesmo período de 2016. Em unidades, houve um crescimento de 15% no primeiro trimestre deste ano, com 25.688 equipamentos comercializados. Os números são do mais recente levantamento da consultoria IDC sobre esse segmento de tecnologia da informação (TI).

“As fabricantes de servidores x86 tiveram um comportamento mais agressivo no começo de 2017 e realizaram muitas campanhas promocionais. Além disso, ainda havia sobra de estoque de 2016, o que influenciou o aumento na receita e até no número de unidades comercializadas”, diz Luis Altamirano, analista de pesquisas da IDC Brasil.

Apesar do crescimento no primeiro trimestre, para 2017 a IDC Brasil prevê baixa de 14% na receita de servidores x86 mas, por outro lado, aumento de 6% em unidades vendidas. “Em 2016, a receita gerada foi de US$ 492 milhões, principalmente por conta dos grandes negócios globais que tiveram impacto no país”, acrescenta Altamirano.

Para este ano, a expectativa é de que isso não ocorra novamente e, consequentemente, o mercado chegue a US$ 425 milhões. “Em 2017, não teremos muitos investimentos em servidores de alta performance e os fabricantes devem focar em volume, principalmente de aparelhos em formato de torre”, finaliza.

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Como conhecer e atender melhor o consumidor do mundo digital?

* Por Daniel Moretto

A interferência da tecnologia na vida das pessoas se tornou uma realidade sem a qual não conseguimos imaginar o cotidiano. Há algum tempo o telefone já não é mais o principal e o único canal de relacionamento entre empresas e clientes, e existem inúmeras possibilidades de comunicação, o que vem afetando diretamente o setor de contact center. Agora, quem quer estar à frente precisa se transformar e inovar seus processos para atingir a excelência no atendimento.

Hoje, o que vem mudando a percepção do consumidor e sua preferência por determinadas marcas é a forma como ele se relaciona com as empresas e sua experiência de atendimento, seja por telefone ou outros canais. Neste cenário, o que diferencia as empresas que se preocupam em oferecer a melhor experiência e qualidade de contato, das que simplesmente querem atender o consumidor no formato tradicional, é o investimento em inovação e tecnologia e a diversidade da oferta de canais de atendimento para que o cliente possa escolher como ele quer interagir.

Perseguir o espírito da inovação e institucionalizar a melhoria contínua, não são metas triviais. Investimento em tecnologia de ponta, automatização de ferramentas e amadurecimento de processos não bastam para se atingir um estado de arte no atendimento ao cliente. Quando se fala em experiência ominichannel, é necessário realizar uma jornada “de fora para dentro”, navegando pelos diversos canais hoje disponíveis e capturando cada detalhe da trajetória do atendimento sob a perspectiva do cliente. Após mergulhar nessa relação e redesenhar os processos, conseguimos garantir a excelência na entrega do serviço, mantendo as melhores práticas globais.

Essa proximidade com o consumidor final aliada a tecnologia de inteligência analítica, é o que nos faz entender o comportamento e preferência desses consumidores, modelando números e estatísticas que norteiam nosso trabalho para seguir oferecendo o melhor serviço e desenvolver estratégias assertivas, aprimorando a tomada de decisão com base na escolha de cada consumidor. No final do dia, é como se esses consumidores fossem nossos clientes.

Comportamento
E toda essa transformação do setor de contact center, não deve parar por aí! Olhando para o futuro, a Concentrix discute em fóruns de inovação sobre o conceito do VCA (Virtual Customer Assistant), que engloba não só a inteligência artificial aplicada no atendimento ao consumidor, mas também uma captura cognitiva do comportamento do cliente. Ou seja, vislumbramos um horizonte onde será possível implementar análises apuradas e, através da captura cognitiva de sentimentos pela inteligência artificial, aliada a velocidade das transações com os assistentes virtuais, entregar um atendimento de altíssimo valor agregado.

Este, sem dúvida, será o novo panorama do setor de atendimento ao cliente em um breve futuro, já que essa realidade já é visível em plataformas como smartphones e social media. A maneira como capturamos os detalhes e o sentimento do nosso cliente, independente do canal em questão, e a forma como conduzimos esta jornada, é o que trará destaque para as empresas do setor. O mercado mudou e as mudanças serão a única constante em nosso segmento. Nós, na Concentrix, acreditamos muito na evolução das tecnologias e nos preparamos para ela.

* country manager da Concentrix Brasil

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Citrix e Google se unem pela cloud computing

A Citrix anunciou a ampliação de seu relacionamento estratégico de longo prazo com o Google. Os clientes dessas empresas poderão utilizar Citrix Cloud para oferecer e administrar espaços de trabalho digitais seguros, incluindo o Citrix Workspace, na Google Cloud Platform. As companhias estão trabalhando juntas para oferecer a entrega de aplicativos e desktops na nuvem e dar segurança de ponta a ponta de maneira otimizada para seus clientes corporativos, que cada vez mais procuram as cloud pública e híbrida para resolver suas exigências de espaços de trabalho digitais seguros.

Junto com estas novas soluções na nuvem, Citrix e Google também anunciaram novas integrações entre Citrix ShareFile e Google G Suite, que permitem o acompanhamento dos dados ao utilizar soluções de espaço de trabalho da Citrix. Também anunciaram um novo plug-in ShareFile que permite o compartilhamento seguro de arquivos via Gmail e um conector ShareFile no Google Drive que fornece aos usuários um único lugar para encontrar todos seus documentos. Além disso, o Citrix NetScaler CPX agora está disponível na Google Cloud, e o objetivo é que seja disponibilizado para o mercado de Google Cloud Launcher no final do trimestre. A ênfase em Google Cloud nos contêineres e no sistema de orquestração Kubernetes permitirá que a comunidade de desenvolvedores utilize o NetScaler CPX para criar e escalar aplicativos seguros na nuvem.

Com os serviços Citrix Cloud integrados à Google Cloud, os clientes do Google poderão adicionar facilmente aplicativos e desktops virtuais que funcionam na Google Cloud e utilizá-los em conjunto com a suíte de aplicativos de produtividade G Suite.

As empresas trabalham ainda na entrega de soluções seguras de ponta a ponta para acessar espaços de trabalho digitais por meio do recém-anunciado Citrix Receiver for Chrome 2.4, que oferece suporte para múltiplos monitores em Chromebooks.

Colaboração
O Google anunciou recentemente o suporte oficial para o navegador Chrome para Citrix, além da otimização para gráficos disponível apenas para XenApp. As equipes de produtos da Citrix e do Google continuam sua colaboração para melhorar e otimizar a entrega do XenApp em dispositivos baseados no Chrome OS para clientes corporativos com as atualizações do Receiver for Chrome.

 

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Wi-Fi para passageiro define escolha de companhia aérea no Brasil

Banda larga a bordo está mudando a indústria de aviação e revolucionando as expectativas de passageiros sobre a experiência a bordo. Esta é a conclusão da terceira versão da Pesquisa de Conectividade a Bordo, publicada pela Inmarsat , fornecedora de serviços globais de comunicações móveis por satélite, em associação com a companhia de pesquisa de mercado GfK.

Para uma vasta maioria dos entrevistados, os passageiros, agora, esperam ter os mesmos níveis de conectividade e acesso a serviços online que recebem no solo enquanto estão a 30 mil pés. Por esta razão, 53% de passageiros brasileiros dizem que ter Wi-Fi a bordo agora é uma necessidade em vez de um luxo. A maioria (52%) dos passageiros brasileiros que tem experimentado Wi-Fi de alta qualidade a bordo o valorizam mais do que entretenimento a bordo ao escolher uma companhia aérea.

Com companhias aéreas em todos os mercados correndo para instalar ou atualizar sua oferta de Wi-Fi, passageiros terão a opção de escolher uma companhia aérea que ofereça banda larga de alta qualidade e, em breve, virarão as costas às companhias aéreas que não oferecem este serviço. Quase a metade dos entrevistados globalmente (44%) revelou que deixariam de usar sua companhia aérea preferida durante o próximo ano caso essa não passe a oferecer conectividade que os permita navegar online sem interrupção.

A habilidade de conectar dispositivos pessoais como smartphones, laptops e tablets agora situa-se entre as três primeiras prioridades de 40% dos passageiros que tem experimentado Wi-Fi de alta qualidade quando escolhem uma companhia aérea, atrás apenas do preço da passagem (53%) e horário dos voos (44%).

Esta pesquisa reflete as respostas de 9 mil passageiros aéreos de 18 países da Europa, do Oriente Médio, da Ásia Pacífico, da América do Norte e da América Latina. Esta é a maior pesquisa mundial do seu gênero.

Raymundo Villar, diretor regional da América Latina na Inmarsat Aviation, comenta: “Wi-Fi de alta qualidade a bordo está mudando a maneira de pensar das pessoas ao voar e como elas passam seu tempo no ar. Seja usando o tempo online a bordo para trabalhar, se conectar com a família e amigos, fazendo compras ou assistindo entretenimento, a disponibilidade da banda larga a bordo se tornou um fator importante na escolha de uma companhia aérea.”

E complementa: “A Pesquisa Anual de Conectividade a Bordo tem se tornado um barômetro para os sentimentos dos passageiros. A pesquisa deste ano revela que 53% de passageiros brasileiros acreditam que ter Wi-Fi a bordo é uma necessidade e não mais um luxo. Isto somente vai aumentar à medida em que mais pessoas experimentem a conectividade a bordo. Está claro que a oportunidade não pode ser subestimada.”

Conectados
Quase dois terços (62%) dos passageiros brasileiros pagariam por conectividade a bordo nos voos de curta distância. Este número sobe para 80% quando se trata de voos de longa distância (em 2016, apenas 64% dos passageiros no Brasil pagariam por conectividade a bordo nos voos de qualquer duração). Mais da metade (54%) dos passageiros brasileiros concordam que o Wi-Fi a bordo tira a ansiedade de voar porque podem ficar em contato com as pessoas no solo.

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Internet das Coisas não é a mesma “Internet de Todas as Coisas”

O crescimento explosivo previsto para a Internet das coisas (IoT) e a natureza diversificada dos aplicativos exigem que as operadoras de rede projetem estruturas mais evoluídas, capazes de ir além das metodologias estabelecidas hoje. Isso porque a maneira como os dados fluem pela rede deve mudar… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…dramaticamente, exigindo que ela ou se adapte ou se arrisque a falhar.

De que tipo de crescimento estamos falando? Um estudo da IHS prevê que o mercado de IoT passe de cerca de 15 bilhões de dispositivos hoje para aproximadamente 31 bilhões até 2020, e saltando para 75 bilhões cinco anos depois.

Nesse crescimento está implícita uma variedade impressionante de casos de uso, cada um com requisitos específicos de performance de rede, capacidade de latência, duração, confiabilidade, cobertura geográfica e segurança. Em conjunto, esses atributos nos dizem que continuar a expansão das redes a partir de protocolos complexos e outras complicações desnecessárias de hoje em dia pode não ser o melhor caminho a seguir. Isso é especialmente relevante em um mundo que exige velocidades mais rápidas e que as extensas ampliações precisam ser justificadas e financiadas por meio de novos serviços geradores de receita.

Mudam-se os padrões de tráfego, mudam-se as redes
O futuro é composto de novos padrões de tráfego, o que vai afetar a rede de algumas maneiras bem específicas. Ter mais “coisas” conectadas vai significar uma quantidade maior de pequenos picos de tráfego vindos de mais fontes (por exemplo, carros, sensores, eletrodomésticos, gado) e de mais destinos finais na rede. Os aplicativos adicionais também vão exigir o suporte a uma quantidade maior de requisitos de performance. E mais data centers vão significar uma rede com conexões maiores entre eles, ao passo que um tráfego mais dinâmico requer uma rede com mais flexibilidade e menos conexões pré-definidas ou fixas.

Cresce o uso, cresce a complexidade
Mas, e quanto ao cenário macro? Quando começarmos a aumentar o zoom para além das “coisas” da Internet das Coisas ou dispositivos conectados e a pensar sobre os diferentes fins para os quais esses meios serão implantados, as futuras cidades inteligentes vão se tornando mais nítidas. É quando começamos a imaginar essas mesmas cidades povoadas com milhares de carros autônomos e redes wireless de 10 Gbps encarregadas de suportar tudo, desde a realidade virtual e os wearables do consumidor até aplicativos de atendimento de emergência. A partir daí vai ficar muito mais claro que as abordagens antigas já não vão mais funcionar.

No futuro, dispositivos inteligentes, software e virtualização vão permitir o acesso em alta velocidade e com baixa interação humana, simplificando a vida das operadoras de rede em áreas como entrega, agregação e orquestração de serviços, garantindo alto desempenho para os aplicativos de missão crítica de uma cidade inteligente. Uma maneira de fazer isso é por meio da evolução do 5G, que vai possibilitar melhoramentos significativos de performance e a capacidade das operadoras de redes móveis criar partições virtuais – ou emendar – a rede para garantir a vários aplicativos a performance necessária.  O processo conhecido como “network slicing” vai permitir que a rede seja fatiada em inúmeras partes que poderão ser gerenciadas de forma independente, personalizada e, o mais importante, sem afetar umas às outras caso uma fatia esteja sobrecarregada ou inativa. A criação de fatias e aplicativos específicos para o cliente vai ajudar as operadoras a garantir e rentabilizar as melhores fatias, gerando receita e proporcionando melhores resultados para todos.

Preparar-se hoje para a demanda de IoT de amanhã
Esse é o momento de as operadoras deixarem suas redes prontas para lidar com o aumento das necessidades de largura de banda, bem como se prepararem para o que está por vir. A IoT está impulsionando a evolução da rede de pacotes rumo a uma nova rede mais integrada, uma que possa ser ajustada e orquestrada com base nas necessidades de usuários e necessidades comerciais variáveis. Isso faz parte de um reconhecimento crescente entre operadoras, pares e outros fornecedores de que a “Internet de Todas as Coisas” será alcançada por meio de abordagens complementares, em que o virtual, o físico, o existente e o novo atuam juntos nos mercados tradicionais e adjacentes. Embora estejamos longe de ver os benefícios completos da IoT, não há dúvida de que estamos passando por uma importante transformação.

Por Hector Silva, diretor de tecnologia da Ciena para a América Latina

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Startup israelense investirá em analytics para o agronegócio brasileiro

Você já deve ter ouvido falar em fintechs, que são as startups focadas no mercado financeiro e que são consideradas o futuro de bancos e empresas do setor. A partir de agora, prepare-se para outro termo: as agritechs. Com soluções inovadora para o agronegócio, essas empresas iniciantes começam a ganhar espaço em fronteiras verdes, algo que não falta no Brasil. De olho nesse mercado, uma agritech israelense quer colocar machine learning e analytics na ponta dos dedos dois agricultores brasileiros.

A Taranis já tem conhecimento do mercado e site em português. A startup foi contemplada com um investimento Série A de U$ 7,5 milhões, em uma rodada em que participaram a Mindset Ventures, parceira da Microsoft, além de Finistere Ventures, Vertex Ventures, Eshbol Investments, OurCrowd e o investidor anjo Eyal Gura.

Após um ano de amadurecimento do produto, que permite prever com antecedência e precisão fenômenos climáticos e a presença de pragas, a Taranis colocou o Brasil em sua rota de expansão. Os fundadores fizeram uma série de visitas a agricultores para conhecer a realidade local e dessa forma adaptar a solução tecnológica a essas demandas. Um escritório foi montado em São Paulo, que servirá de base para administrar os negócios na região da América Latina.

“Nós escolhemos o Brasil como um mercado estratégico desde o início pois sabemos que tem muitos clientes em potencial. Além disso, a extensão de terras é enorme em comparação com outros lugares do mundo”, explica o CEO Ofir Schlam, especialista em arquitetura de softwares e desenvolvimento de sistemas meteorológicos. “Descobrimos que para enfrentar as necessidades, os fazendeiros brasileiros são early-adopters de tecnologias e abertos à inovação”, comenta o empresário.

A startup israelense oferece a primeira solução analítica escalável e preditiva para prever ameaças de culturas e preveni-las em qualquer zona climática. Com informações precisas sobre o campo, registro de tarefas diárias, alertas de doenças e tecnologias avançadas de previsão meteorológica, a plataforma ajuda os grandes agricultores a reduzir custos, aumentar a produção e tomar decisões mais rápidas.

Por meio do uso de imagens em alta resolução extraídas de satélites e dos dados que os produtores inserem no sistema, a plataforma ganha precisão, aumenta sua capacidade de analisar eventos e prever ocorrências futuras. Isso se dá graças ao machine learning, que é a máquina aprendendo padrões de comportamentos a partir do uso de algoritmos e reconhecimento de imagens.

Menos pesticidas
A Taranis promete outro benefício para o agronegócio nacional. Os agricultores podem minimizar o uso de químicos e pesticidas ao identificar onde e quando são necessários – economizando dinheiro aos agricultores, além de propiciar um tipo de agricultura mais sustentável. A plataforma atualmente monitora campos para culturas críticas, como soja, milho, trigo, algodão, cana-de-açúcar e batatas.

“É entusiasmante para nós poder participar do processo de aceleração de startups inovadoras como essa e que trazem soluções inovadoras para problemas sérios da nossa sociedade”, comenta Daniel Ibri, CEO da Mindset Ventures, que investiu na agritech. “A proposta é justamente atrair empreendedores de todo o mundo para enriquecer o ecossistema local”, diz o executivo.

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Capacete à prova de som é a arma contra procrastinação que você queria

Você tem um vizinho que escuta música alta, tem colegas de trabalho que não param de falar futilidades ou mora em um lugar com alto índice de poluição sonora? Então inventaram um gadget ideal para você. O Helmfon é um capacete que isola sons e – garante a empresa – proporciona maior produtividade e combate a procrastinação.

A empresa ucraniana comandada pelo designer Hochu Rayu acredita que o produto é a solução ideal em um mundo no qual as pessoas querem ter mais privacidade e atenção para ficarem conectados. O isolamento é garantido contra ruídos externos e cobre, também, boa parte da visão periférica, evitando distrações visuais.

Hochu Rayu, criador do artefato, teve a ideia do capacete durante um projeto que se envolveu para uma empresa de TI que queria algo diferente para quando os funcionários precisassem falar algo importante ao telefone. Os rascunhos iniciais eram para uma cabine muito parecida com as comuns de telefone, só que com mais isolamento.

Foi aí que o designer teve um isight sobre como nos comunicamos hoje, a mobilidade e a necessidade de economizar espaço nos escritórios. O capacete, então, pareceu a inovação mais encaixada com as demandas detectadas e o modo de vida atual. “Queria algo que permitisse estar em dois mundos sem sair da cadeira e que pudesse ser usado no escritório ou em uma reunião”.

O Helmfon vem equipado com bluetooth, microfone e câmera, garantindo que você possa participar de reuniões virtuais sem distração e sem incomodar os outros. Existe até mesmo um slot especial para o seu smartphone, para que você possa atender o aparelho rapidamente sem causar comoção em quem está em volta.

O material do capacete é de fibra de vidro e uma membrana de polietileno espumado para o interior, o capacete isola eficientemente o ruído. O Helmfon ainda pode ser personalizado em uma série de cores vibrantes e possibilidade de customização em personagens divertidos para adicionar um pouco alegria nos escritórios.

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82% das empresas brasileiras utilizam computação em nuvem

O que mostrava-se inevitável dá claros sinais de estar acontecendo. A TI virou cloud computing e hoje, 82% das empresas têm alguma aplicação em nuvem. Há ainda um caminho longo para o domínio completo, apenas 15% delas têm 75% ou mais do seu ambiente nesse modelo, de acordo com resultados do IT Brazil Snapshot, estudo realizado pela Logicalis, provedora de serviços e soluções de tecnologia da informação e comunicação.

A quarta edição da pesquisa, realizada em parceria com a Somatório Pesquisa e Informação, entrevistou 205 empresas, entre novembro de 2016 e fevereiro de 2017, com o objetivo de avaliar o nível de maturidade e de adoção de novas tecnologias nas empresas brasileiras.

Atualmente, 51% das organizações acreditam que, tanto elas quanto os concorrentes, têm nível de maturidade intermediário. No entanto, 42% dos participantes afirmam que não estão no patamar ideal e se cobram para alcançar um nível de excelência. A exigência é ainda maior no segmento financeiro, onde não há espaço para erros – 62% dos gestores de tecnologia entrevistados entendem que, especialmente nesse setor, o ideal é chegar à excelência.

Panorama de TI no Brasil em 201A computação em nuvem finalmente se consolidou como uma realidade e as decisões nas empresas deixaram de ser sobre a possibilidade de migrar para cloud e passaram a ser sobre quando e quais aplicações migrar. No entanto, apesar da alta taxa de adoção entre os respondentes da pesquisa, a maior parte (66%) ainda não tem nem 25% dos serviços em cloud – e a principal barreira para adoção continua sendo a tecnologia em si (40%), comprovando que ainda há gaps de entendimento sobre a nuvem.

Além de ser o ano de consolidação da tecnologia, 2016 registrou o fortalecimento da cloud híbrida, que já é utilizada por 40% das empresas brasileiras. A nuvem privada, por sua vez, passou de 46%, em 2013, para apenas 25% no ano passado – comprovando a mudança no perfil de contratação de cloud pelas organizações. Já a nuvem pública permanece estável desde a primeira edição da pesquisa, sendo usada por cerca de 7% das organizações.

O crescimento do uso de nuvem possibilita a migração gradual da aquisição de equipamentos (CAPEX) para a contratação de serviços (OPEX). No ano passado, 41% dos gastos com TI foram destinados à equipamentos e 59% à serviços, sendo aplicações e softwares o principal foco desses investimentos (22%), seguido por prestação de serviços (19%), data center (16%) e telefonia/conectividade (11%). Esse movimento deve se intensificar ainda mais em 2017, quando os gastos de TI do tipo OPEX irão crescer cerca de 2%.

A nuvem não só possibilita o aumento da contratação de tecnologias como serviço, mas também de soluções de mobilidade, levando cada vez mais agilidade e flexibilidade aos negócios. Atualmente, a adoção de soluções móveis visa, principalmente, a automação de força de vendas (36%) e o aprimoramento de ferramentas de gestão/ERP (24%), permitindo aos executivos acesso a informações e tomada de decisões a qualquer hora e de qualquer lugar.

Novas tecnologias
Em 2016, a maior parte do orçamento de TIC foi destinado à manutenção das tecnologias existentes (71%). Além disso, houve uma queda no volume de investimentos em novas tecnologias ao longo dos últimos quatro anos (62% em 2013 e 41% em 2016) e aumento em tecnologias já existentes – em 2013, 65% do orçamento foi destinado a elas. O movimento, na visão da Logicalis, está ligado ao cenário político-econômico no País nos últimos dois anos, levando os CIOs a um comportamento mais conservador.

A comunicação entre máquinas (M2M) é o grande destaque entre as novas tecnologias e apresenta um forte crescimento desde 2014. O destaque fica por conta do setor de utilities que, impulsionado pelas iniciativas de Smart Grid, vem investindo nesse tipo de solução, hoje já adotada por 45% das empresas do segmento.

Segurança
Outro ponto identificado pela pesquisa é que, independentemente da adoção de novas tecnologias ou do investimento na manutenção das existentes, a segurança continua sendo um tema extremamente relevante para as empresas – e que as pessoas ainda são o elo mais frágil para 70% dos entrevistados. Isso se deve ao desconhecimento das ameaças (72%), falta de conscientização e comportamentos inadequados (51%).

“A quarta edição da pesquisa demonstra que, apesar de mais conservadores, os orçamentos de TI continuam crescendo, impulsionados pela busca de produtividade e maior apoio às necessidades de negócio das empresas. Além disso, o estudo deixa clara a importância de combinar, de forma equilibrada, soluções de segurança, políticas e processos bem estruturados para que a adoção de novas tecnologias seja bem aceita”, afirma Yassuki Takano, diretor de consultoria da Logicalis e responsável pelo estudo.

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O capital humano na era da advocacia high-tech

* Por Luiz Felipe Perrone dos Reis

Na esteira da letárgica informatização do Poder Judiciário no Brasil, considerando que apenas há sete anos, a partir de 2010, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deixou de receber processos em papel, grande parte dos escritórios de advocacia pouco se preocupou com o aporte tecnológico. Agora, não só em decorrência de a digitalização estar amplamente disseminada em todas as instâncias, mas para atender às crescentes exigências dos clientes e do mercado, essa realidade está mudando em ritmo acelerado.

Cada vez mais, a tecnologia torna-se fator estratégico para os advogados, agregando eficiência e agilidade ao seu trabalho. O avanço, obviamente, não se limita a uma estrutura moderna de computadores, integrados ou não em rede, dependendo do porte da banca, e ao uso eficiente da internet, bem como de tablets e celulares para garantir a capacidade de atendimento móvel do profissional.

Além desses recursos básicos, há softwares que ajudam muito na organização da rotina jurídica, cadastros de clientes e empresas, obtenção de informações diárias dos processos e vencimento de prazos. Existem, ainda, ferramentas para a gestão, controle de receitas e despesas e controles de fluxos, como em qualquer outro ramo de atividade.

Num grau maior de sofisticação, a tecnologia dos robôs é um avanço importante para os escritórios de advocacia, possibilitando muita eficácia na confrontação entre a base de dados dos clientes e da banca, captação rápida, segura e estruturada de informações, inclusive dos tribunais de Justiça, como andamento dos processos, partes, prazos e dados relevantes. Os robôs, que não burlam ou invadem sistemas, tendo de fazer login como as pessoas, também reduzem custos, agilizam as pesquisas e outras tarefas de busca e compilação de informações e garantem sincronia em tempo real, agregando valor na relação com os clientes da banca.

Eficiência
Para os advogados, todas essas avançadas ferramentas representam ganho de eficiência, pois permitem automatizar e sistematizar demandas complexas, antes executadas manualmente. Os robôs, por exemplo, fazem o trabalho rotineiro – que não utiliza muito o intelecto e não necessita de mão de obra especializada – e isso é muito importante, pois possibilitam que o advogado ganhe muito tempo para se dedicar ao cerne de sua profissão, que é advogar! E isso não há máquina ou aplicativo que possa fazer por ele.

No exercício da advocacia, é crucial entender que a tecnologia agiliza procedimentos e supre numerosas demandas rotineiras, captura, compilação e organização de dados, mas não pode substituir o capital humano, como às vezes se tem aventado. Um exemplo dessa previsão é o livro The End of Lawyers, de Richard Susskind, professor e consultor inglês em tecnologia da informação.

Refuto totalmente essa hipótese. Não se pode esquecer que direito é matéria das ciências humanas. Mesmo nos casos relativos a contratos, empresas e nos mais corriqueiros processos civis, com rica jurisprudência em todos os ramos, estamos tratando de gente, seus anseios, desejos e ambições. Não há tecnologia capaz de interpretar e processar a grande complexidade das emoções e da psique dos homens e como todos esses sentimentos interagem de modo sempre inusitado com o direito, na indispensável busca por justiça!

* sócio do escritório Reis Advogados Associados.

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Clássico jogo The Revenge of Shinobi chega aos celulares

Mais um clássico jogo dos anos 90 chega a plataforma SEGA Forever para smartphones! Agora é a vez de The Revenge of Shinobi, como um título para dispositivos móveis gratuito com suporte de anúncios. Aqueles que estiverem prontos para o desafio podem baixar o jogo lançado pela SEGA Networks Inc. agora mesmo de forma totalmente gratuita através da App Store para iPhone e iPad e Google Play Store para dispositivos Android. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]


Desenvolvido em 1989 e com a eletrizante trilha sonora original de Yuzo Koshiro, esta fiel emulação do clássico de plataforma side-scrolling transporta os jogadores de volta à era de ouro dos consoles da SEGA numa busca por vingança e para salvar a noiva do protagonista Joe Musashi – você é a única esperança para salvá-la!

Assista ao trailer especial de The Revenge of Shinobi:

Com recursos adicionais que incluem placares de líderes, saves na nuvem e suporte à controles, The Revenge of Shinobi é o jogo mais recente a integrar a coleção SEGA Forever, uma coleção de títulos clássicos de todas as eras de consoles SEGA e que estão disponíveis gratuitamente (com suporte de anúncios) para dispositivos móveis. Além disso, os jogadores que quiserem jogar sem anúncios podem removê-los pelo valor fixo de US$ 1,99.

A coleção de jogos retrô não para de crescer, e para quem quiser se manter atualizado com as novidades, participar de pesquisas, dar sua opinião e interagir com outros fãs da SEGA fãs, basta dar uma olhada no site do SEGA Forever e seguir as redes sociais (Facebook, Twitter, e Instagram).

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Amos Genish, fundador da GVT, comandará futuro da Telecom Itália no mundo

O executivo de origem israelense Amos Genish está para ser anunciado diretor-geral da Telecom Itália, controladora da TIM. A nomeação o coloca como um dos principais nomes das telecomunicações mundiais a partir de hoje.

A notícia apareceu de surpresa em um pronunciamento do chairman da companhia, e também CEO da Vivendi, Arnaud de Puyfontaine, em uma assembleia para analistas de mercado. A reunião ocorreu por conta de diversas expeculações sobre o futuro da Telecom Itália. Isso inclui venda, fusão e desfazer-se da operação da TIM no Brasil. O chairman negou os boatos como estratégias já definidas. Mas adiantou que faz parte das discussões de qualquer board de empresa grande ter esses assuntos sempre em pauta.

Sobre a operação da TIM brasileira, o executivo disse apenas que a unidade está fazendo um grande trabalho e recusou-se a elaborar mais as respostas. Rumores sobre uma venda da tele ocorrem desde 2016. Por várias vezes a empresa negou. Durante essa semana, a companhia divulgou balanço com lucro de 194% e receita líquida de R$ 3,94 bilhões, 3,2% maior que no ano anterior.

Definições
O futuro da Telecom Itália está nas mãos de Genish agora. O executivo foi fundador da GVT, operadora paranaense que conseguiu bom crescimento e destaque durante seus 15 anos de existência. Em 2015, ele vendeu a tele para a espanhola Telefônica-Vivo, por R$ 22 bilhões.

Além dos rumos da operação brasileira, Genish deve lidar com uma possível fusão da Telecom Itália com a De Puyfontaine também disse que uma fusão com a emissora Mediaset, em uma estratégia que tem ficado comum para as operadoras de adquirir companhias de conteúdo. A Vivendi, que controla a Telecom Itália, acumulou uma participação de 29% na Mediaset.

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Prefeitura de São Paulo e ZTE assinam comodato para salas de aula inteligentes

A Prefeitura de São Paulo e a ZTE, de telecomunicações, efetivaram um acordo para a implementação de toda a estrutura, montagem e manutenção de duas salas de aula inteligentes em escolas públicas de São Paulo. O contrato de comodato foi assinado durante visita à sede da empresa em Shenzen, na China, pelo prefeito João Dória Jr. e CEO da ZTE do Brasil, o sr. Fu Yu. Também estavam presentes na celebração do contrato, pela prefeitura, Daniel Annenberg, Secretário da Inovação e Tecnologia e Julio Serson, Secretário das Relações Internacionais. Do lado da ZTE, Zhao Xian Ming, CEO Global da empresa; Chen Xi, Vice-Presidente da ZTE do Brasil, e Fábio Fernandes, Diretor de Negócios da ZTE do Brasil.

A ZTE fará a instalação do equipamento e serviços de manutenção de duas salas de aula inteligentes (smart class), que serão direcionadas às Secretarias de Educação e de Tecnologia e Inovação, a fim de promover o uso das mais modernas ferramentas de ensino até o final de 2020. Serão implementados em cada sala projetores, câmeras, sensores, microfones, sistema de áudio e vídeo, servidores e scanner visualizador de papéis. Essas funcionalidades tornarão o ensino mais dinâmico, interativo e inovador.

Apoio tecnológico
Com essa estrutura, os professores terão lousas eletrônicas à disposição, gravação das aulas, scanner para projetar conteúdo direto de livros e papéis, câmeras que reconhecem ações dos alunos, entre outras facilidades. O conteúdo exibido na smart class pode ser disponibilizado tanto para outras salas inteligentes como outras equipadas com projetores e sistema de som, ou para computadores conectados à internet.

“As salas de aula inteligentes já são realidade em muitos países, trazendo novas formas de aprendizado por meio da interatividade, conectividade e inovação. Estamos muito felizes em poder proporcionar essa experiência aos alunos de escolas públicas de São Paulo”, diz Fabio Fernandes, diretor de negócios da ZTE do Brasil.

“A estrutura de smart class da cidade de São Paulo será um modelo para todo o Brasil e se encaixa perfeitamente com as nossas políticas voltadas para a inovação. É o início de algo que pode significar uma revolução no ensino para os paulistanos”, disse o Secretário de Tecnologia e Inovação da cidade de São Paulo, Daniel Annenberg.

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11º Festival da Cultura Coreana acontece em São Paulo

 

Nos dias 12 e 13 de agosto, a Praça Coronel Fernando Prestes, no Bom Retiro, em São Paulo vai ser o palco do 11º Festival da Cultura Coreana.  Promovido pela comunidade coreana, o evento, com entrada franca, terá uma programação intensa com diversas atrações para divulgar a cultura coreana e… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…fortalecer o elo entre a Coreia do Sul e o Brasil.

Com o tema “Eis Sua Magestade”, o Festival terá início com a visita do rei pelo bairro revivendo uma antiga tradição onde ele, acompanhado de uma grande comitiva, fazia uma peregrinação pelos vilarejos para visitar seus súditos. Na tarde do dia 12, mais de 150 pessoas vestidas com trajes típicos irão recriar esse momento cheio de pompa, acompanhando o rei e a rainha em uma caminhada pelas ruas que irá terminar na praça, onde o evento será aberto oficialmente.

A partir daí o público poderá conferir Exposições de Caligrafia, Pintura Tradicional, Artes Plásticas, Cerâmica, Fotografia e Moda, além de conhecer as Bonecas Dakjongie, a Hanbok, roupa tradicional coreana, e o Jogakbo. As pessoas também poderão participar de diversas oficinas onde irão aprender a pintar com o Sr. Lee Chan Jae, fazer Flores de Lotus, bater Ttadji, participar de jogos de computador, fazer fotos usando roupas típicas e também aproveitar sessões de acupuntura e massagem.

Já, as crianças poderão se divertir jogando Peteca e Tuho (jogo coreano com potes e flechas), fazendo esculturas com balões, pintura no rosto e dobraduras. No espaço também haverá diversas barracas onde serão comercializados pratos da culinária tradicional e produtos coreanos.

Além da programação de atividades, também haverá Concursos de Luta Livre Coreana, de Desfile de Hanbok e de Arco e Flecha e também uma Competição de Covers de K-pop que ocorrerá nos dois dias, sendo no primeiro dia semifinal e no segundo, a final com horário previsto das 14h às 16h em ambos os dias.

Serviço:
11º Festival de Cultura Coreana

Dias 12 e 13 de agosto

Horário: das 11h às 21h

Local: Praça Coronel Fernando Prestes – Bairro Bom Retiro –  São Paulo

Para mais informações acompanhe o Facebook do Festival, o Instagram ou o Twitter

Inscrições: Competição K-pop Covers nesta página.

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Instrução Normativa pode afetar investimento-anjo

A regulamentação do investimento-anjo, uma das conquistas da Lei Complementar 155/2016 (Crescer sem Medo), foi publicada na forma de Instrução Normativa (IN) da Receita Federal do Brasil, no Diário Oficial da União (DOU) da última sexta-feira (21). Entretanto, o que seria motivo de comemoração é visto com preocupação, pois os altos percentuais de tributos determinados na IN para os contratos de participação, somados ao risco inerente da operação, tendem a afastar os investidores, principalmente os pequenos, na opinião do presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

“Houve consultas públicas, enviamos contribuições técnicas, mas praticamente nada foi alterado no texto original da Receita Federal. Nossos parceiros do mercado investidor receberam com apreensão a IN, pois numa primeira análise ela impacta negativamente as startups, ao priorizar investimentos acima de R$ 1 milhão e taxar os investimentos de pequeno porte”, comenta.

Os percentuais de imposto de renda estabelecidos pela Receita vão de 15%, para contratos de participação com prazo superior a 720 dias, a 22,5% naqueles com prazo de até 180 dias. As taxas incidem sobre o rendimento do aporte feito inicialmente, ou seja, a diferença entre o valor a ser resgatado e o que foi aplicado inicialmente. Para completar, o direito ao resgate do valor do aporte só poderá ser exercido, no mínimo, após dois anos ou em prazo superior estabelecido no contrato de participação.

“Investir em empresas nascentes já é arriscado, dado o alto índice de mortalidade desse modelo de negócio. Esse risco é ainda maior quando se tratam das empresas de base tecnológica (startups), que necessitam de capital para botar à prova a inovação desenvolvida. É comum não ter sucesso em alguns casos”, avalia Diego Perez, presidente da Associação Brasileira de Equity Crowdfunding.

Crowdfunding para pequenos
A Instrução Normativa publicada pela Receita é considerada uma notícia desanimadora, que chega logo após o sinal verde da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para a captação de investimentos por micro e pequenas empresas via crowdfunding e equity crowdfunding, plataformas eletrônicas pelas quais é possível captar publicamente pequenos valores de investimento.

“Estamos conversando com instituições que reúnem os investidores-anjo e especialistas, ouvindo suas avaliações. Se necessário, buscaremos uma alteração na IN publicada para que a economia digital possa ganhar força e crescer no nosso país”, conclui a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes.

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Os parceiros de negócios são o reflexo da sua marca

* Por Marcelo Pereira

Compliance é um tema bastante debatido dentro das empresas. As organizações buscam cada vez mais transparência em relação aos seus processos, internos e externos, e às negociações. É aí que entra em questão a gestão dos fornecedores ou, mais especificamente, a gestão de riscos destes parceiros.

Fatores como o aumento da terceirização das atividades, novas regulamentações e obrigações legais (como SPED, Lei Anticorrupção e outras) vem expondo cada vez mais os riscos inerentes ao relacionamento na cadeia produtiva Isso porque não basta garantir compliance dentro da organização, é preciso assegurar, também, que os parceiros sigam uma série de regras para a integridade das negociações. Imagine um comércio varejista cujo fornecedor de mão de obra utiliza colaboradores irregulares na confecção dos produtos.

Por mais que esse seja um processo terceirizado da empresa, a responsabilidade por omissão recai sobre a marca. Sendo assim, é fundamental garantir que os fornecedores sigam todas as leis trabalhistas, além de outras normas e regras. Afinal, ninguém quer correr riscos em relação à reputação da marca, certo?

Não são poucas as empresas que ignoram a importância dessa etapa. Um estudo recente sobre “Risco de Terceiros”, realizado pela Thomson Reuters, entrevistou cerca de 1.132 empresas em nove países e revelou que apenas 55% das pesquisadas brasileiras fazem análise de risco (due delligence) dos seus subcontratados. Esses dados reforçam que a falta de conhecimento em relação à reputação de seus fornecedores (práticas de corrupção, uso de mão de obra irregular, etc.) é alta, o que pode resultar, inclusive, em punições legais para as companhias contratantes.

Neste cenário, onde as empresas estão cada vez mais dependentes de seus fornecedores, o desafio é implementar processos eficientes de gestão de riscos – desde o saneamento dos dados cadastrais dos parceiros até a avaliação da reputação da companhia e seus executivos. Aspectos como habilitação jurídica, verificação de regularidades fiscais e trabalhistas, qualificação técnica-operacional e práticas de sustentabilidade devem ser pontos-chave na gestão dos fornecedores. É preciso monitorar esses quesitos constantemente, não apenas na hora de fechar um acordo.

Uma vez definidos os processos, é a vez de realizar um alinhamento interno para lidar com a pressão entre a necessidade de atender os níveis de serviços (internos, como prazos para realização de um processo de compras) e o cumprimento das normas estabelecidas no momento da homologação dos fornecedores.

Automatização
A homologação de fornecedores é extremamente importante para ajudar a garantir a qualidade dos serviços e produtos dos parceiros. Muitas companhias contam com uma área dedicada apenas ao tema, que busca novas formas de desenvolvimento, implementação e manuseio de ferramentas automatizadas para verificar a documentação completa dos fornecedores. Automatizar este processo traz benefícios como padronização e reunião das informações em uma base única de dados, integração com outros sistemas, emissão de relatórios gerenciais e redução do tempo investido na contração e gestão do fornecedor. Aliás, vale destacar a principal vantagem da automatização de processos operacionais: a equipe de compras pode se dedicar às atividades estratégicas e menos processuais, ações que de fato geram valor para a organização.

Para resumir, olhar com atenção para a questão dos fornecedores é vital. Se por um lado, os riscos não podem ser completamente extintos, por outro, saber administrá-los usando as ferramentas corretas faz toda a diferença. Ou seja, uma gestão eficiente dos parceiros é fundamental para o sucesso do setor de compras da sua empresa e, para o sucesso da organização. Automatize processos operacionais e mude o foco do seu time para o que realmente interessa: o core business da organização. Por fim, fique atento aos seus fornecedores, pois eles são uma extensão da sua marca.

*diretor da área de Gestão de Fornecedores do Mercado Eletrônico

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“Cérebro” da lavagem de dinheiro com bitcoin é preso

Um homem russo de 37 anos foi preso nessa semana, na Grécia, em uma ação conjunta das polícias investigativas de vários países para desbaratar um esquema de lavagem de dinheiro que usava a moeda virtual bitcoin. O acusado teria movimentado cerca de US$ 4 bilhões em trocas de moeda corrente por criptomoeda e invasões a sites de câmbio que operam com bitcoin.

Alexander Vinnik, tem 21 acusações de crimes virtuais. É proprietário de várias contas BTC-e, uma plataforma de câmbio virtual, incluindo senhas de administração. Aparentemente, ele conseguia receitas com o hackeamento de outros investidores e entusiastas das cripomoedas e canalizada o montante para suas contas pessoais, utilizando a plataforma BTC-e, de origem japonesa, e a TradeHill, americana.

O russo pode estar por trás do maior ataque já feito a uma casa virtual de câmbio de bitcoin. Em 2014, o MtGox, um dos maiores sites para comercialização de criptomoedas saiu do ar e o dinheiro sumiu repentinamente. O serviço entrou em colapso, causando oscilações sem precedentes no câmbio de bitcoins, com o mercado perdendo quase a completa confiança nessa forma de investimento.

Procurado
A polícia americana diz que ele é o operador dessas plataformas e o russo ainda seria um dos “mestres” do cibercrime internacional que ainda lida com conspiração política, roubo de identidade, tráfico de drogas, ransomware e corrupção. Sua prisão vem numa série de ações da polícia americana para cercar criminosos russos na Europa.

Vinnik pode ser condenado por vários crimes, inclusive o de operar serviços financeiros sem licença. Sua pena pode chegar a 55 anos. A Rede de Execução de Crimes Financeiros, órgão vinculado ao do Ministério do Tesouro (FinCEN) americano também decidiu uma penalidade monetária civil de US$ 110 milhões contra a BTC-e e US$ 12 milhões contra a Vinnik.

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