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Startup que aluga guarda-chuvas sofre com 300 mil objetos perdidos

Sinais dos tempos nessa modernidade digital: todo mundo tem uma grande ideia para a tal da “sharing economy” (um termo genérico para modelos de compartilhamento com pagamento ou algum tipo de repasse financeiro). Não faltam supostos empreendedores com um bom business plan de startup na mão para tentar imitar Uber, Airbnb, ZipCar, LeTote, TaskRabbit e tantos outros que fazem a interface ideal entre oferta e demanda para veículos, quartos, roupas, profissionais e tantos outros produtos e serviços.

Como toda época de euforia nessa indústria de tecnologia, parece que tudo se encaixa. Qualquer coisa pode ser compartilhada porque há milhões de pessoas esperando para usar o novo serviço. Só que isso nunca foi verdade. E, pelo menos na economia compartilhada, um produto está em vias de ser descartado. Os guarda-chuvas parecem que não servem para serem alugados.

Que diga a chinesa Sharing E Umbrella, que está em dificuldades. Após poucas semanas de lançamento, a startup anunciou que praticamente todos os 300 mil guarda-chuvas foram perdidos por seus usuários.

A empresa opera em Shenzhen e mais 10 províncias do país. No início do ano, conseguiu cerca de 1 milhão de yuans para começar a funcionar. A ideia era simples – colocar guarda-chuvas em pontos estratégicos (pontos de ônibus, praças e centros comerciais) para que as pessoas pudessem alugá-los, por meia hora ou mais, e devolvê-los em outro ponto de compartilhamento para que o próximo possa usar a mesma facilidade.

O CEO da empresa, Zhao Shuping, conta ao South China Morning Post que teve a ideia após ver como o compartilhamento de bicicletas era um sucesso no país. Empresas como a Mobike, ganharam rápido mercado em terras chinesas e isso tem entusiasmado empreendedores. Só que, aparentemente, é mais fácil perder um guarda-chuva do que uma bicicleta.

Teimosia empreendedora
Cada objeto perdido pelos usuários da Sharing E Umbrella custa aos cofres da empresa 60 yuans (pouco menos de R$ 30). Mas Zhao disse ao noticiário que não desistirá de sua ideia. Os 300 mil guarda-chuvas perdidos não parecem desanimá-lo. Até o final do ano, o empreendedor promete comprar outros 30 milhões de guarda-chuvas e expandir ainda mais a operação.

Afinal, não parece ser uma má ideia. A Sharing E Umbrella já tem imitadores e parece que está chovendo consumidores no mercado de economia compartilhada de guarda-chuvas na China. O problema, e que pode colocar todo por água abaixo, é … bom… a memória dos usuários para evitar a perda dos objetos é que passa por um período de estiagem.

 

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10 dicas para aumentar a potência do Wi-Fi

É difícil imaginar um computador em casa ou no trabalho sem acesso à rede via Wi-Fi. O item também é importante, se não primordial, para o cotidiano de quem usa smartphones. Sabemos que não é possível confiar nas redes 3G ou 4G o tempo todo, e a primeira oportunidade de se conectar em uma rede Wi-Fi na casa de um amigo, no restaurante ou mesmo na faculdade, é sempre bem-vinda.

O problema surge quando esse tipo de conexão começa a falhar. Há fatores que podem comprometer o sinal da conexão de internet sem fio, como a interferência de outros equipamentos, mau posicionamento do roteador ou até a baixa qualidade do aparelho, que geralmente tem um custo muito baixo. Por isso reunimos 10 dicas para facilitar o uso deste recurso indispensável para o nosso dia a dia:

Evite barreiras: Não deixe nada bloquear o sinal. Ponha o roteador no centro da casa ou apartamento, em um lugar alto. Dessa forma o sinal se espalha melhor. Em apartamentos com cozinha integrada à sala, sob o armário, ou em uma mesa mais alta na sala, o roteador irá espalhar o sinal com maior eficiência;

Coloque-o longe de eletrodomésticos: Deixe o seu roteador longe de babás eletrônicas, telefones sem fio e forno microondas, pois eles podem interferir no sinal. É um erro comum colocar o roteador ao lado do telefone, mas uma extensão pode levar o aparelho para outro local, e facilitar a melhora do sinal;

Não compartilhe: Não divida o sinal, porque ele fica ainda mais lento. Evite que vizinhos identifiquem sua rede e possam utilizá-la. Crie uma senha forte, combinando letras e números, e mude-a a cada seis meses pelo menos. Caso alguém descubra sua senha e possa utilizar sua internet para baixar filmes, por exemplo, você poderá perder boa parte da sua velocidade contratada;

Verifique a qualidade do aparelho: Compre um roteador com mais de uma antena. Um aparelho com duas antenas de 5dBi consegue trafegar mais dados do que um com apenas uma antena de 5 dBi. Verifique se o aparelho é do tipo dual band com no mínimo 1.2Gbps;

Cuidado com o superaquecimento: Isso trava o equipamento, cortando o sinal! Por isso reinicie o roteador sempre que possível. Desligar enquanto não usa a Internet ou durante o sono também é uma boa opção. O mesmo pode ser feito quando sair de casa durante o dia todo, por exemplo, e quando viajar;

Atualize os sistemas: Mantenha o computador e o celular atualizados. Assim, afasta malwares que diminuem a qualidade da Web ao ficarem baixando e enviando dados sem você querer;

Mude o canal do roteador: Ele interage geralmente com frequência de 2.4 GHz, como babá eletrônica e microondas. Mudar o canal atenua interferências;

Repetidor de sinal: Use um extensor de sinal Wi-Fi. Instale-o na tomada. Alguns modelos de repetidor prometem até mesmo passar o sinal pela rede elétrica (chamados de powerline), conseguindo chegar a cômodos mais distantes;

Wi-Fi Público: Não apareça na lista de Wi-Fi públicos. Vá à página de administração do seu equipamento e desmarque “Enable SSID Broadcast”. Habilite-o apenas ao fazer uma nova conexão. Isso impede que outros usuários tentem acessar sua rede, especialmente para quem mora em um condomínio de apartamentos ou próximo a um comércio;

Truque caseiro: Existem diversos tutoriais na internet, utilizando latas de alumínio e/ou formas de metal, como se envolvesse o receptor, deixando-a na direção do roteador. Parece estranho mas isso ajuda a aumentar o alcance do sinal, refletindo para o lado que desejar.

 

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“Transformação Digital é uma transformação de vida” – Mário Rachid, Embratel

Nesta entrevista Mário Rachid (Foto), Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel   fala sobre o posicionamento da empresa em TIC, mercado que vem buscando já há aproximadamente seis anos.

A empresa, segundo o executivo, vem buscando ao longo desses anos fazer com que o mercado a reconheça não só como uma fornecedora de serviços de telecom, mas também como uma forte integradora de serviços de tecnologia.

Diante disso o executivo falou sobre Transformação Digital e mais os seguintes assuntos:

> Como o mercado brasileiro vê e recebe a Transformação Digital

> Como o profissional brasileiro vem encarando essa mudança

> Como é o ritmo de adoção de transformação digital no mercado nacional

> Projetos de integração entre Embratel, Claro e NET

> “Transformação Digital é uma transformação de vida”

> Como está o papel do CIO atualmente

Veja agora a entrevista.

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Hidrelétrica Santo Antônio faz monitoramento pioneiro da Dourada

UHE Santo Antônio

Um trabalho inédito na América do Sul, que utiliza o que existe de mais moderno para monitoramento de peixes, está sendo realizado na Hidrelétrica Santo Antônio, localizada no rio Madeira, distante sete quilômetros de Porto Velho (RO). O objetivo é estudar o comportamento do grande bagre migrador da Amazônia, a Dourada, dentro do Sistema de Transposição de Peixes (STP) da usina, que é o canal que reproduz as condições do rio, garantindo que os peixes ultrapassem a barragem e sigam normalmente seu caminho na época da piracema.

A Dourada foi escolhida para este estudo por sua importância econômica para  Rondônia, sendo muito apreciada pelo sabor e baixo teor de gordura. É também um dos peixes que faz a mais longa migração reprodutiva, chegando a nadar mais de quatro mil quilômetros entre a foz do rio Amazonas até a região dos Andes.

Com os dados sobre a movimentação da Dourada dentro do canal da hidrelétrica,  que possui 900 metros de extensão, será possível saber em quais trechos ela se movimenta mais rápido ou mais lentamente, e em que local gasta mais energia, o que permitirá propor melhorias para que a estrutura seja ainda mais eficiente. “Temos registros fotográficos e filmagens que mostram que a Dourada já utiliza o STP da hidrelétrica, por isso propomos este estudo que nos indicará, por exemplo, se há algum trecho do canal em que a correnteza está mais forte, dificultando a subida dos peixes. Assim, podemos construir mais áreas de descanso ou mecanismos que diminuam a vazão dentro do sistema”, explica a bióloga da Santo Antônio Energia, Marcela Velludo.

Para a realização deste monitoramento, as Douradas são recolhidas no rio Madeira e levadas para o Laboratório de Reprodução de Peixes da hidrelétrica, onde passam por uma pequena cirurgia para implantação do transmissor de “telemetria de eletromiograma”. O nome é difícil, mas o procedimento é simples e dura cerca de apenas cinco minutos. O peixe é anestesiado, levado para uma maca, e então recebe um transmissor (chip), que é colocado em sua barriga, e dois eletrodos, que são colocados no músculo próximo à nadadeira. Depois disso, ele é solto no canal da usina que possui antenas que recebem os dados do chip.

Este monitoramento começou em meados de junho. Já foram marcadas 27 Douradas, sendo que a maior delas tinha 39 quilos. “Os dados dos transmissores colocados nos peixes chegam em nossos receptores e indicam o movimento que eles estão fazendo em cada trecho do canal. É a primeira vez que uma hidrelétrica da América do Sul utiliza esta técnica”, afirma a bióloga Lisiane Hahn, diretora da empresa Neotropical, contratada pela Santo Antônio Energia para a realização dos monitoramentos na hidrelétrica. “Desta maneira, se houver necessidade, será possível adequar trechos do canal de acordo com a necessidade do peixe”, acrescenta.  Até o mês de agosto serão marcadas 50 Douradas.

 

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E-commerce B2B quer crescer 75% com fintechs e startups

Lançado para preencher o gargalo brasileiro em e-commerces B2B, o Gaveteiro tem se destacado como fornecedor de startups nacionais de grande porte. O sucesso da marca deve-se à facilidade de negociação desses players com a empresa e à diversificação dos produtos oferecidos para atender setores variados. O resultado é uma expansão de 70% registrada no ano passado e perspectivas semelhantes para 2017.

O Nubank, fintech brasileira que trouxe novos ares ao mercado de cartões de crédito, compra produtos para manutenção no Gaveteiro desde meados do ano passado. “Nós sempre trabalhamos com pelo menos três cotações antes de comprar e o Gaveteiro se mostrou a melhor opção em todos os aspectos”, conta Mariana Almeida, responsável pelo setor na Hines, empresa que ajuda com as operações do Nubank.

Por sua vez, a Mobly, e-commerce do setor de móveis e decorações, se interessou pelo Gaveteiro em função da possibilidade de ter mais agilidade e economia no fornecimento de produtos. O contato inicial aconteceu para atender à demanda da Black Friday do ano passado e a aliança se manteve desde então. “Desenvolvemos uma parceria que já nos rendeu boas reduções de custos. Com certeza, queremos mantê-la por muitos anos”, diz Luciano Ricardo, diretor financeiro da Mobly.

Expansão
Para o americano Joshua Kempf, fundador do Gaveteiro ao lado do alemão Benedikt Voller, foi justamente a falta de agilidade do mercado B2B brasileiro que inspirou a criação da empresa. “No começo dessa década, enquanto o e-commerce B2C já estava consolidado no Brasil, o B2B ainda era incipiente”, explica. “Por outro lado, tínhamos os exemplos dos Estados Unidos e Europa, que mostravam o potencial de expansão”, completa Kempf.

Por meio de um rápido processo de expansão, o site diversificou sua oferta para englobar qualquer item necessário para a operação empresarial, do chão da fábrica até a mesa dos funcionários, passando por ferramentas de trabalho – hoje, o portfólio conta com 10 mil produtos. São vendidos cerca de 40 mil itens por dia e, até o final do ano, a expectativa da companhia é aumentar o faturamento em 75%.

 

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Pirataria de software causa prejuízos bilionários em todo o mundo

A pirataria é um mal com forte presença na indústria brasileira de software. Prova disso são os recentes estudos, que revelam também os impactos desta prática na economia nacional. De acordo com um estudo realizado pela BSA (“Business Software Aliance”, também conhecida domo “The Software Alliance”), hoje, quase metade dos softwares instalados no Brasil não são licenciados. Isto torna os sistemas mais vulneráveis e favorece a incidência de ataques cibernéticos, gerando assim um prejuízo superior a US$ 300 bilhões em todo o mundo, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Software. Só na América Latina, estes valores giram em torno de US$ 5,8 bilhões.

Na avaliação de especialistas, o mercado informal e a comercialização de produtos piratas representam um retrocesso ao desenvolvimento do Brasil e a sua participação e consolidação no cenário internacional. Isso porque os números relacionados à pirataria em âmbito nacional ainda estão acima da média global. “No setor de TI a cópia ilegal de um sistema ou software inviabiliza a remuneração dos fabricantes para investirem na melhoria dos produtos. Todos perdem com isso. Observamos a diminuição nas ofertas de empregos na área e as instituições federativas não arrecadam. O resultado é que as empresas estrangeiras e nacionais não se sentem seguras para investir em tecnologias e no desenvolvimento de novos produtos”, aponta Gustavo Rodrigues, arquiteto de Soluções.

Para Rodrigues, as empresas de Tecnologia da Informação devem garantir as boas práticas no atendimento dos clientes, assegurando a transparência na aplicação das soluções e softwares. “É necessário que nossos clientes peçam a certificação dos fabricantes, pois garante que as normas contratuais sejam seguidas. Cabe a nós dar essa orientação, buscar esse respaldo nas documentações, além de resguardar e garantir a idoneidade e utilização adequada dos produtos. Trabalhamos com as principais e maiores companhias do ramo, como a Microsoft, Amazon, Oracle, VMware, Commvault e Targit BI. Esses nomes ajudam a fortalecer nossa marca, mas o poder aquisitivo de algumas empresas em relação aos preços de softwares nos afasta de um cenário mais favorável. Nem todos estão dispostos a pagar pelos custos de sistemas legalizados e não possuem consciência de que a pirataria pode ser um barato que sai caro no final”, diz.

Investimento
Magno Souza, diretor técnico de uma empresa de projetos de instalações de sistemas prediais, explica que a pirataria contribui também para a concorrência desleal entre as empresas. “Nos últimos anos, investimos mais de R$ 200 mil na atualização de sistemas. Esse valor tem que ser diluído em nossos serviços e encarece nosso trabalho. O problema é que esse fato não possui efeito direto para os clientes, que na maioria das vezes não procuram saber se nossos programas são legalizados”, pontua.

Souza esclarece que o investimento em software é contínuo, pois a maioria precisava de renovação periódica. “Hoje, a maioria dos sistemas operacionais são alugáveis, exigindo investimentos cíclicos. Um exemplo é o Revit da Autodesk, software para a arquitetura criado dentro do conceito de Modelagem das Informações de Construção (BIM). Só com ele são cerca de R$ 6 mil por ano. Há situações em que os gastos são em todos computadores e por isso chega a custar R$ 45 mil”, enfatiza.

“Somos uma empresa que busca a excelência de dentro para fora. Todos os setores devem estar alinhados com a qualidade na entrega do trabalho, sem saltar nenhum processo. A preocupação com os softwares também significa ser responsável com as informações da empresa, que podem sofrer ataques por causa da utilização de softwares piratas. O backup dos dados também é uma prática na companhia”, finaliza Souza.

 

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Paperless, na Vale, é parte da transformação digital

A mineradora multinacional brasileira Vale caminha para a transformação digital com o objetivo de reduzir custos, eliminar a papelada para aumentar a produtividade de pessoas e equipamentos, reduzir os riscos de saúde e segurança para os empregados. A companhia desenvolveu seus próprios apps para que os empregados possam fazer por celular ou tablet as atividades que antes eram realizadas em computadores de mesa ou até mesmo em papel. A “AppStore”, disponível na intranet da empresa, já conta com 22 aplicativos.

A tecnologia mobile é parte da estratégia da empresa de transformação digital, baseada em três pilares: TI Industrial para promover o uso da Internet das Coisas (IoT); análise avançada de dados para prever e solucionar problemas antes mesmo de eles ocorrerem; e mobilidade para liberar os empregados para realizarem atividades operacionais.

Um dos exemplos da modernização da companhia é o aplicativo chamado Siga Brizzo, pelo qual o mecânico recebe a ordem de manutenção de forma online, sem necessidade de papel. Antes da criação do aplicativo, a equipe de Planejamento preenchia uma folha de papel com a ordem de manutenção para os equipamentos.

Um empregado levava esse papel até a oficina, onde o mecânico descrevia o que era feito, em quantas horas e com quais peças. Em seguida uma pessoa buscava o papel e o levava para o escritório, onde digitava tudo no computador e inseria no sistema.

As oficinas da Vale fazem manutenção de vários equipamentos, como por exemplo os caminhões fora de estrada, que carregam até 400 toneladas de minério de ferro – sua altura é equivalente à de um prédio de dois andares. Ou as centenas de vagões de trem que servem às duas ferrovias que a empresa opera: a Estrada de Ferro Vitória a Minas e a Estrada de Ferro Carajás, que liga Maranhão ao Pará.

Na modernização com o app, foram distribuídos 2.500 coletores de dados (palmtops) e 500 tablets pelos quais os empregados das oficinas consultam a ordem de manutenção, inserem todos os dados do serviço e os reenviam para a área de planejamento. Sem papel e sem retrabalho. Só no ano de 2016 foram economizadas 376 mil horas de digitação, 7,8 mil horas de deslocamento até as oficinas e 2,6 milhões de folhas de papel.

Outros apps ajudam a empresa a alcançar suas metas estabelecidas de ter zero acidentes de trabalho. Um deles é inspeções; outro para relatar incidentes ou “quase-acidentes” – é possível até tirar fotos do ocorrido para enviar à equipe que fará uma investigação sobre suas causas com o objetivo de identificar os responsáveis e aperfeiçoar os controles.

Outros dois aplicativos estão disponíveis aos empregados para denunciar situações de risco, que podem ser centradas na matéria (como um bueiro sem tampa ou um corrimão de escada solto) ou na pessoa (por exemplo: um empregado que não está usando o equipamento de proteção individual de forma adequada).

Digamos que um empregado veja um bueiro sem tampa. Antigamente ele teria de preencher um formulário em papel e depositá-lo numa urna. Em seguida um profissional recolhia os formulários, digitava as ocorrências no sistema e só aí a demanda chegava para o setor responsável por solucioná-la.

Desde meados deste ano, o empregado já pode acessar um aplicativo em seu telefone pessoal e fazer a denúncia no momento em que notar o problema. Assim, ela chega imediatamente ao responsável. Denúncias como essa são fundamentais para que se tomem providências a fim de evitar acidentes.

Defeitos de um vagão
Outro app eliminou a papelada ao modificar o processo de manutenção dos vagões após viagens. Os trens operados pela Vale viajam 979 quilômetros entre as minas de Carajás, no Pará, onde são carregados com minério de ferro, e o porto de Ponta da Madeira, em São Luís, onde esse produto é embarcado para os clientes.

São 330 vagões em cada trem! Quando chegam ao porto, os trens são acoplados a um equipamento chamado “virador de vagões”, que fazem exatamente o que o nome sugere: viram os vagões, despejando o minério numa correia transportadora que seguirá em direção ao terminal de embarque. É nessa hora que dois empregados aproveitam para conferir se há algum defeito nos vagões. Os que têm problemas pequenos vão para as equipes de pátio e, em caso de defeito crítico, o vagão é retido. São mais de 50 defeitos possíveis e ainda é preciso indicar em que parte do vagão está o problema. Por dia costumam ser registrados 139 defeitos por virador.

Antigamente tudo isso era anotado em papel pelo inspetor. Em seguida outro empregado pegava os papéis e passava tudo para o computador. Era um gasto desnecessário de material e uma perda de tempo. E ainda podia acontecer de o responsável pela digitação não entender o que tinha sido anotado pelo inspetor.

No ano passado foi desenvolvido um aplicativo para tablet em que esses dados podem ser inseridos diretamente no sistema pelo próprio inspetor. A novidade começou a ser implantada em abril. A inovação representa ganho de produtividade, com melhor utilização dos recursos humanos, e impacto positivo para o meio ambiente, com o menor uso de papel.

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Editora promove em SP oficinas gratuitas de férias em livrarias da cidade

As férias chegaram trazendo muita diversão e brincadeira, mas que tal aliar esse período ao aprendizado também? A editora de livros infantis Catapulta preparou uma programação especial de oficinas de criação e dobradura, culinária, além de estimular os neurônios e a imaginação na sua oficina de perguntas e respostas.

A programação está distribuída em parceria com três livrarias, sendo elas a FNAC, Livraria Martins Fontes e Livraria da Vila, em unidades espalhadas por São Paulo, como na avenida Paulista, Morumbi, Vila Madalena, Jardins, Consolação e Vila Olímpia.

Com livros criativos, coloridos e interativos, a programação será realizada com base em grandes sucessos editoriais. As atividades estimularão o rápido raciocínio, a coordenação motora, a linguagem e a sociabilidade das crianças. Todas as oficinas são gratuitas e para qualquer idade. Confira a programação completa:

FNAC

OFICINA Decore Tudo
Data: 05 de Julho (quarta-feira)
Horário: 15 horas
Local: Fnac Paulista – Av. Paulista, 901 – Jardins

OFICINA Culinária
Data: 12 de Julho (quarta-feira)
Horário: 17h30min
Local: Fnac Paulista – Av. Paulista, 901 – Jardins

OFICINA Perguntas e Respostas
Data: 19 de Julho (quarta-feira)
Horário: 15 horas
Local: Fnac Morumbi – Av. Roque Petroni Júnior, 1089 – Morumbi

OFICINA Aviões de Papel
Data: 26 de Julho (quarta-feira)
Horário: 17h30min
Local: Fnac Morumbi – Av. Roque Petroni Júnior, 1089 – Morumbi

Livraria Martins Fontes

OFICINA Aviões de Papel
Data: 08 de Julho (sábado)
Horário: 16 horas
Local: Livraria Martins Fontes – Av. Paulista, 509 – Paulista

OFICINA Decore Tudo
Data: 22 de Julho (sábado)
Horário: 11 horas
Local: Livraria Martins Fontes – Rua Dr. Vila Nova, 309 – Consolação

Livraria da Vila

OFICINA Aviões de Papel
Data: 14 de Julho (sexta-feira)
Horário: 16 horas
Local: Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena

OFICINA Desenhando moda para fantasias
Data: 21 de Julho (sexta-feira)
Horário: 16 horas
Local: Livraria da Vila – Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Vila Olímpia

 

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SBC fará “Censo da Área de Computação Nacional”

A realização de um censo da área de computação no Brasil foi uma das novidades anunciadas pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), durante a 37ª edição do Congresso da entidade, principal evento do segmento no País. Sob o mote “Computação para tudo e tod*s”, o encontro reuniu, em São Paulo, entre os dias 2 e 6 de julho, universitários, professores, pesquisadores e profissionais da área de informática para debater tendências e promover o diálogo e a troca de experiências.

O presidente da SBC, Lisandro Zambenedetti Granville, explica que o objetivo do censo é tornar as informações sobre os cursos de computação mais acessíveis às pessoas. “Atualmente, um estudante que decide ingressar em uma graduação ou pós-graduação (mestrado e doutorado) na área de informática enfrenta um enorme obstáculo para obter informações tanto de localização, quanto de qualidade, dos cursos”, comenta.

“Além de fornecer uma visão unificada aos estudantes, que saberão as regiões do País onde se concentram estes cursos e as suas respectivas avaliações do CAPES – no caso de pós-graduação -, este levantamento também será importante para a aplicação de políticas públicas, ao expor regiões que estão desassistidas e que podem ter um impacto econômico positivo com a implementação de cursos que supram esta demanda”, conclui Lisandro.

Conteúdos
Outra novidade anunciada durante o congresso foi o lançamento do projeto “Plataforma de Conteúdos”, que disponibilizará online ao público todas as informações reunidas pela SBC, como artigos científicos e palestras ministradas durantes os eventos da entidade.

Neste ano, o Seminário Integrado de Software e Hardware (SEMISH), principal fórum científico do encontro, contou com a participação de um Hackathon, que desafiou os participantes a construírem uma solução no âmbito de internet das coisas e alinhada com o tema do encontro.

O congresso da SBC contou com mais de 23 eventos e atividades nos quais os participantes debateram assuntos como inclusão digital, computação cognitiva, computação móvel, internet das coisas, segurança da informação, entre outros.

O uso ético dos algoritmos por multinacionais da tecnologia e os seus impactos na sociedade; os reais benefícios da ‘Internet das Coisas’; as mudanças que o avanço da Inteligência artificial está provocando no mercado de trabalho; os problemas de privacidade causados pelo blockchain; a computação aplicada à gestão do meio ambiente e dos recursos naturais e formas de implementação do raciocínio estruturado (pensamento computacional) para solucionar problemas em todas as áreas de atuação foram algumas das questões debatidas no encontro.

Em 2018, o Congresso da Sociedade Brasileira de Computação será realizado na cidade de Natal, Rio Grande do Norte, e tratará de “Computação e Sustentabilidade”.

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Aproveite o período férias para ganhar dinheiro

As férias podem ser um período para descansar e relaxar, mas quem precisa ganhar um dinheiro extra pode aproveitar o tempo livre para trabalhar em casa. De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), no terceiro semestre de 2016, 21,8 milhões de pessoas que trabalhavam por conta descobriram novas alternativas de ser produtivo e gerar uma renda extra.

Conheça alguns aplicativos de serviços que ajudam a ganhar um dinheirinho para pagar as contas ou no planejamento das férias do fim de ano:

– Já pensou em cuidar de pets e ganhar por isso?
Muitas pessoas viajam para visitar amigos e parentes e não sabem com quem deixar o animalzinho. Pelo aplicativo DogHero (www.doghero.com.br) é possível se tornar Anfitrião de pets e hospedá-los quando os tutores se ausentam. Qualquer pessoa que goste de animais e possua uma estrutura física adequada pode se candidatar a Anfitrião da plataforma de hospedagem domiciliar para cães, que está presente em todos os estados do país e já conta mais de 11 mil “babás” de cachorro. Cada Anfitrião é livre para decidir que hóspedes aceita receber e quanto vai cobrar pelo serviço – os preços acabam variando entre 30 e 80 reais por noite. As reservas, feitas e pagas pela plataforma, têm incluso um seguro-saúde para os hóspedes.

– Conhecer novas pessoas, culturas e ganhar por isso. Já imaginou?
Uma opção para quem tem um quarto vago em casa é o aplicativo Airbnb (www.airbnb.com.br), que conecta essas pessoas a turistas que buscam acomodações ao redor do mundo e querem viver uma experiência mais próxima a dos moradores locais. Assim como na DogHero, a reserva é feita e paga pela plataforma.

– Cansou das suas peças de roupas e acessórios?
Roupas, sapatos, objetos e acessórios que estão guardados no armário podem ser vendidos pelo aplicativo Enjoei (www.enjoei.com.br), que oferta o espaço para que os usuários anunciem produtos novos, seminovos ou usados, viabilizando o contato com os compradores interessados no produto e o pagamento.

– Pensa em trabalhar como freelancer?
O aplicativo GetNinjas (www.getninjas.com.br) conecta clientes a prestadores de serviço de todo o Brasil, selecionando 5 principais profissionais da sua região, além de possibilitar a comparação de orçamentos e negociações. Se você tem alguma habilidade, como dar aulas, consertar aparelhos eletrônicos, prestar serviços domésticos, entre outros, é uma boa oportunidade para se oferecer como freelancer e ganhar uma renda extra.

 

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Hotel do Sono Medley abre inscrições para atividades que ensinam a dormir melhor

São Paulo é uma cidade que não para, 24 horas por dia, sete dias por semana, e por isso é conhecida como a metrópole que nunca dorme. Na cidade, até 40% das pessoas sofrem de insônia em algum grau. Mas, na contramão dessa fama, a Medley pretende surpreender os notívagos e desafiar a metrópole a ter boas e noites de sono. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

 

Para isso, o Hotel do Sono, primeiro do mundo capaz de ensinar a dormir melhor, abre as inscrições para as aulas de relaxamento (ioga e respiração), culinária funcional além de palestras. As atividades, desenvolvidas para ensinar as pessoas pequenas mudanças de hábito que podem contribuir com a melhoria da qualidade do sono, estarão disponíveis ao longo do funcionamento do Hotel, entre 12 e 24 de julho. Todas as atividades permitem que os participantes aprendam mudanças simples de hábito que podem contribuir com a melhoria da qualidade do sono. Toda a curadoria de conteúdo foi desenvolvida com consultoria de médicos especialistas em sono, além de princípios aplicados na TTCI (Terapia Comportamental Cognitiva). As vagas já podem ser reservadas diretamente no portal e de forma gratuita.

Além das atividades, o Hotel do Sono também irá oferecer o tour guiado no lounge do local. Com ambientes que estimulam a interação, os visitantes poderão vivenciar toda a experiência do sono e colherem dicas e informações que podem facilmente serem aplicadas no dia a dia.

Hospedes convidados
O Hotel do Sono também irá hospedar cerca de 30 convidados para terem contato com a Terapia Comportamental Cognitiva (TCC) durante uma estadia. A experiência dos hóspedes, assim como conteúdos e dicas aprendidos no local, estarão disponíveis nas redes sociais da Medley e na plataforma O Mundo É dos Sonhadores, também da farmacêutica.

Serviço:

Hotel do Sono Medley

Inscrições: Diretamente no site – inscrições abertas – vagas limitadas

Data de funcionamento: de 12 a 24 de julho

Local: Rua Morgado de Mateus, 567 – Vila Mariana – São Paulo, SP

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Rússia mostra uniforme da guerra do futuro

Sombrio, assustador, capaz de intimidar qualquer inimigo e um sinal claro de que as guerras do futuro serão tudo aquilo que a ficção científica previu. Assim é o novo uniforme das forças armadas russas, apresentado essa semana pelo TsNIIMash (sigla em russo para o Instituto Central de Pesquisa de Máquinas e Equipamentos) um órgão de pesquisas ligado à Aeronáutica.

Todo em tons negros e cinzas, a vestimenta é uma proteção e uma arma ao mesmo tempo. Ela é, na verdade, um exoesqueleto disfarçado. Esse esqueleto robô é capaz de dar mais força aos soldados durante o combate ou nas caminhadas com suprimentos e munição nas costas. O capacete – que muitos lembraram das tropas do Império, do filme Star Wars – é feito para proteger completamente o crânio do soldado e o visor projeta dados sobre o campo de batalha.

O traje-equipamento das forças russas foi mostrado no evento “10 Tecnologias do Futuro para a Rússia”, uma feira de ciência dentro do encontro sobre prototipagem alta complexidade e cibernética, promovidos pelo Ministério da Educação e Ciência e do Ministério da Indústria e Comércio da Federação Russa – devidamente destacado no noticiário local. A apresentação impressionou a todos e há vídeos na internet sobre o uniforme. Contudo, não foram divulgados outros detalhes de como funciona o aparato em cada um de seus avanços.

Algumas especulações apontam que o exoesqueleto é feito em titânio, um metal leve e resistente, muito usado em ligas para reforço de outros materiais. O funcionamento do visor é outro mistério. Existe a possibilidade de ele ter diversos tipos de câmeras que podem “enxergar” no escuro ou “ver” calor e movimentos. O capacete é suficientemente grosso para supor que existam diversos sensores lá.

Alguns deles poderiam inclusive dar a situação física do soldado, com medições sobre sua saúde, desempenho e mesmo aconselhar táticas de combate.

As Forças Armadas russas esperam produzir o traje nos próximos anos, dentro de um programa de uso da robótica nas tropas e domínio das armas portáteis e equipamentos militares de alta tecnologia.

Fonte: VOIT

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Por que provavelmente nunca teremos um Steve Jobs Brasileiro?

* Por Piero Contezini

O Brasil tem potencial para ser o celeiro para toda uma geração de empreendedores e inovações disruptivas focadas em resolver grandes problemas, talvez até mundiais. É o que ouvimos há décadas. Uma das coisas que sempre me perguntam quando falo de empreendedorismo e de negócios no país é: quem será o Steve Jobs nascido em terras tupiniquins, que irá mudar completamente o cenário mundial e deixar sua marca na história?

O fato é que empreender no Brasil não é para amadores. Criar um negócio, mesmo que pequeno, requer um alto grau de conhecimento para regras tão complexas que especialistas nem sempre conseguem dar informações corretas sobre problemas simples do dia-a-dia. Eventualmente todo empreendedor que alcança um certo nível de sucesso, acaba procurando ambientes menos hostis para criar o seu negócio, o que quase sempre resulta em brasileiros exilados com jornadas brilhantes em empresas bilionárias – vide Facebook e Instagram, ambas empresas com co-fundadores tupiniquins.

O maior problema que enxergo na nossa sociedade, e que é o principal ponto de êxodo de pessoas inteligentes do país, é o intervencionismo do estado nas atividades empresariais.

Li algo que nunca saiu da minha cabeça a respeito disso, e reflete o Brasil hoje:

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada. Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores. Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência e não pelo trabalho. E que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você. Quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em autossacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”. Ayn Rand, 1920.

No Brasil de hoje, e no de ontem também, precisamos de autorização para vender. O mais simples dos estabelecimentos que fornecem algo ao público precisa obrigatoriamente comprar uma impressora fiscal, diga-se de passagem monopólio de uma ou duas empresas no país, custando quase dez vezes o preço de uma não fiscal, para poder emitir um cupom fiscal. Quem não precisa emitir cupom, a cada venda envia uma Nota Fiscal Eletrônica de Produto, onde em tempo real é necessário conversar com a Secretária da Fazenda para fazer qualquer tipo de operação de venda.

Caso você preste um serviço, a coisa fica ainda mais complexa: é necessário emitir uma Nota Fiscal Eletrônica de Serviço diretamente na prefeitura da cidade sede de sua empresa. Inclusive isto está para mudar e empresas como a minha terão que emitir uma nota na sede do município do cliente final. Considerando que tenho clientes em mais de mil cidades, em todos os estados da federação, terei que criar um departamento com algumas pessoas somente para se cadastrar em cada prefeitura, processo que é completamente diferente, e às vezes só pode ser feito fisicamente na prefeitura, até se adequar ao processo de emissão que em cada uma também pode ser único.

Se você tiver uma indústria, precisa ter o SPED fiscal, algo que, para te explicar em detalhes, precisaria escrever um livro. Em linhas gerais, o Governo planeja controlar o seu estoque para saber se você está comprando mais insumos do que vende fisicamente, ou seja sonegando com “vendas por fora”.

Para que um imóvel possa receber qualquer empresa no país, você precisa de um alvará de funcionamento que, além de uma série de itens de segurança, vai exigir acessibilidade. Isso significa que, se o seu imóvel tiver uma única vaga de garagem para clientes, ela será exclusiva para cadeirantes, se você tiver duas vagas, uma será para cadeirantes, outra para idosos, se você tiver três vagas de garagem, a terceira será para mulheres gestantes. Somente se você tiver quatro vagas, aí sim algum cliente poderá usar o seu estacionamento. Tem um imóvel de dois andares? Para obter o alvará, precisará ter uma rampa de acesso – algo que dificilmente cabe em alguma edificação – ou um elevador, com a premissa de que se você não tiver um, vai discriminar potenciais funcionários ou clientes.

Competição
Tem funcionários? Terá que comprar um relógio ponto homologado, que também é exclusivamente fornecido por algumas empresas e custando milhares de reais. E para que serve? Para que cada funcionário bote seu dedo para entrar e sair da firma, mesmo que ele não tenha horário fixo, possa eventualmente trabalhar de casa e queira almoçar em 30 minutos para poder aproveitar o dia. E se não seguir regras estritas de horário, o empregador corre o risco de tomar uma multa.

A lista inteira de coisas sem sentido daria um artigo muito próximo do tamanho da Bíblia, mas acredito que tenha deixado claro meu ponto de vista. Agora, como alguém com todas essas obrigações vai competir com uma empresa americana, criar um produto superior, disputar espaço no mercado brasileiro com ela, e ainda ganhar lá fora? A chance, se não é zero, é quase nula.

Temos que rever o que queremos para nós e nossos filhos pois, se desejamos ser uma sociedade avançada – talvez até de primeiro mundo algum dia – teremos que mudar completamente a cultura intervencionista do nosso estado, ao risco de, em poucas décadas, ficarmos tão distantes do resto da humanidade que seremos vistos como aborígenes lá fora.

* CEO da Asaas

 

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Cuidado com as falsas vantagens em jogos para celular

Os jogos desenvolvidos para dispositivos móveis têm se tornado uma febre em todo o mundo nos últimos anos. Influenciados por sucessos como o Pokemon Go, a expectativa é que este mercado supere o tradicional modelo de jogos para consoles até 2018, segundo relatório da DigitalCaps Game. No Brasil, o uso de smartphones para jogar já é uma realidade, sendo esta a plataforma ideal para quase 83% das pessoas, segundo estudo das empresas Blend New Research e Sioux, 26 pontos percentuais à frente de consoles e 11 pontos a mais do que em PCs.

O perigo desse sucesso é que, aproveitando-se do grande número de lançamentos e de sua popularidade, tem sido cada vez maior o número de casos de falsos sites e aplicativos que prometem vantagens em diversos jogos disponíveis para celulares.

Dentre as vantagens prometidas está a possibilidade de ter acesso a moedas adicionais para melhorar a atuação nos jogos sem pagar nada por isso. Para tal, pede-se que o usuário baixe um app “gerador” do benefício e siga o passo a passo que lhe é solicitado.

Alegando a necessidade de checar se o usuário é real e não um robô – funcionalidade nomeada “verificação humana” –, as armadilhas pedem que, para desbloquear os recursos e recebê-los em sua conta nos jogos, as vítimas realizem o download de outros aplicativos. Ao seguir as orientações, os usuários baixam apps que podem estar infectados e deixam o aparelho vulnerável a outros tipos de crimes ou prejuízo financeiro. Além disso, têm seu celular registrado em serviços de SMS pagos.

“O alto nível de sofisticação desse tipo de golpe impressiona. Para que os usuários acreditem que se trata de uma oportunidade verídica, os hackers utilizam até mesmo tutoriais em canais no Youtube e redes sociais, com o passo a passo sobre como prosseguir para ter acesso às vantagens. Desta maneira, eles conseguem convencer e, consequentemente, infectar uma maior quantidade de pessoas”, comenta Emílio Simoni, gerente de segurança da PSafe.

Entre os brasileiros mais atraídos por esse tipo de ataque digital estão os paulistas, com mais de 15 mil pessoas que tentaram acessar a armadilha, mas foram impedidas de ser infectadas pelo app PSafe DFNDR. Os mineiros aparecem em segundo lugar, somando aproximadamente 10 mil ataques, seguido dos cariocas (9 mil).

As iscas
Para evitar que os dados sejam expostos a esses criminosos, a PSafe recomenda evitar o download do jogo por fontes não-oficiais. Além disso, a empresa reforça a importância de utilizar um bom antivírus capaz de escanear regularmente o celular, impedindo a ação de hackers. Caso o usuário tenha caído no golpe, a companhia orienta entrar em contato com operadora e cancelar serviço de SMS pago.

De acordo com o time de segurança da PSafe, empresa líder em segurança e performance mobile Android no Brasil, em apenas um mês, mais de 150 mil usuários foram impedidos, pelo app DFNDR, de cair em golpes que prometiam recursos adicionais para populares jogos como Clash Royale, Clash of Clans, Pokémon Go e Candy Crush.

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Quatro dicas para férias com cibersegurança

As férias são momentos de diversão e, muitas vezes, de viagens para curtir a família e os amigos. Se você vai ficar no Brasil ou passear pelo mundo, é muito provável que você vai levar um notebook (se você for uma daquelas pessoas que não consegue ficar longe do trabalho), ou ao menos o seu smartphone. Talvez você queira verificar e-mails no seu telefone usando a rede Wi-Fi pública do hotel, ou mesmo as crianças queiram brincar com um jogo online no seu notebook.

Porém, se você não tiver feito uma boa “higiene” de cibersegurança, você pode estar aberto a todos os tipos de problemas ligados à conectividade com entretenimento, e não apenas você, mas outras pessoas também.

Aqui está a dura realidade: se você não garantiu a proteção dos seus dispositivos conectados, você poderá cooperar com um problema de cibersegurança. As ameaças de malware como o vírus WannaCry ou o recente Petya se espalham rapidamente porque operam usando uma vulnerabilidade de software que os cibercriminosos sabem que a maioria das organizações e dos indivíduos não se importaram e deixaram de corrigir.

Pense nos ciberataques como se fossem vírus ou bactérias. Antes que as pessoas soubessem a causa das doenças, a higiene pessoal era muito diferente. Os cirurgiões não lavavam as mãos antes de operar; nem os cozinheiros antes de preparar uma refeição. As doenças se espalhavam rapidamente entre as pessoas. Quando a ciência médica começou a entender o papel dos organismos microscópicos nas doenças e como a higiene básica poderia impedir sua disseminação, as pessoas começaram a lavar as mãos regularmente. A doença deixou de se espalhar tão facilmente. Resumindo, os ciberataques são possíveis porque as pessoas não estão adotando uma boa higiene tecnológica.

Uma palavrinha sobre o celular: a ameaça tipo malware é mais frequente em desktops e notebooks, mas os cibercriminosos não se esqueceram do celular – e você também não deveria. Os consumidores estão acostumados a pensar em cibersegurança para proteger seus computadores, mas tendem a se esquecer que possuem um poderoso computador em suas mãos. Os smartphones também apresentam vulnerabilidades de segurança; então não deixe de praticar as recomendações abaixo.

Abaixo, temos quatro elementos de cibersegurança sobre os quais você pode assumir o controle para aumentar consideravelmente a probabilidade de manter seus dados e dispositivos seguros.

1. Pratique boa higiene na rede Wi-Fi
A rede Wi-Fi pública está cheia de perigos. Suas comunicações online podem ser interceptadas de várias maneiras. Um dos ataques é o man-in-the-middle (homem intermediário). Nesse cenário, alguém em local público, por exemplo, uma lanchonete, nomeia seu dispositivo como “WiFi Lanchonete X”. Quando você se conecta a ele, ele conecta seu dispositivo à internet e depois captura todo o tráfego entre você e os sites que você visita, por exemplo, uma compra online. Então ele tem seus detalhes de pagamento, endereço, informações de login, etc.

Para evitar a intercepção de seus dados confidenciais, use sempre um provedor de rede privada virtual (VPN) seguro e confiável em qualquer rede de Wi-Fi aberta. Se você se conecta em locais públicos com frequência, existem vários serviços de baixo custo ou gratuitos que garantem conexão sempre protegida.

Outra prática recomendada é garantir conexão segura ou criptografada sempre que estiver online em um local público ou quando estiver fazendo uma transação financeira ou privada. Veja a barra de endereço no seu navegador e verifique se o endereço começa com https://, e não http://, o que significa que as transações estão protegidas usando criptografia SSL. É importante ativar a criptografia SSL, mas ela só funciona em comunicações seguras em trânsito.

Outra dica: Desative o recurso de conexão Wi-Fi automática em seu dispositivo. Caso contrário, se você se conectar a um ponto de acesso mal-intencionado, seu dispositivo pode lembrar dele e se conectar automaticamente a ele quando estiver disponível.

2. Crie senhas fortes
O que mais possibilita invadir as contas das pessoas é que, geralmente, elas usam a mesma senha em suas várias contas. Então, pare de fazer isso. No mundo rápido e sempre conectado da atualidade, pode ser cansativo usar 50 senhas diferentes, únicas e fortes, mas isso não precisar ser tão chato. Existem serviços como o LastPass, que ajudam a gerenciar todas as suas senhas. Você só precisa se lembrar de uma senha mestra única. Essa tecnologia também cria automaticamente senhas fortes aleatórias para cada aplicativo que você precisar acessar e armazena todas elas em um formato criptografado. Baseada na segurança que utiliza senhas únicas está a abordagem de autenticação de dois fatores, que é discutida no próximo item.

3. Use autenticação de dois fatores
Cada vez mais aplicativos estão exigindo dois ou mais fatores na autenticação de seus usuários. Não lute contra esse sistema, adote-o. Você pode pensar: “Que chato isso” quando o sistema pedir uma segunda comprovação da sua identidade, mas isso não se compara à dor de cabeça causada pelo vírus que pede resgate ou roubo de identidade. Sim, leva mais tempo para que um código de segurança seja exibido em seu smartphone e, em seguida, para você inserir esse código, mas esse curto tempo de espera mantém você, suas contas online e seus dados pessoais seguros.

4. Encontre vírus e malware
Instale software antivírus e anti-malware, mantenha-o atualizado e execute-o regularmente. Porém, faça sua lição de casa primeiro. Existem produtos que fingem ser ferramentas de segurança, mas são malwares disfarçados – uma armadilha inteligente e irônica. Como nenhum software é 100% eficaz, realize uma verificação regular, por exemplo, uma vez por mês deve ser suficiente, e use uma segunda ou terceira solução de segurança que faça uma varredura no seu dispositivo ou rede. A maioria dos softwares anti-malware vem com um firewall; não esqueça de habilitar esta proteção adicional.

Não deixe que os bandidos acabem com suas férias divertidas. Lembre-se: você é responsável por sua própria cibersegurança; ninguém mais vai fazer isso por você. Tome as providências necessárias antes de partir para as férias e permaneça atento durante toda a viagem. O uso de bom senso e boa higiene online ajuda a evitar desastres digitais.

Colaborou Anthony Giandomenico, Estrategista Sênior de Segurança da Fortinet

 

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Linx tem vagas abertas em São Paulo

A Linx, de software de gestão em varejo, tem 25 oportunidades de trabalho nas áreas técnica, administrativa, financeira e comercial, todas para a cidade de São Paulo.

No total são 8 oportunidades na área técnica, para os seguintes cargos: Especialista em Infraestrutura, Analista Sênior Desenvolvedor .Net, Analista Pleno de Infraestrutura, Analista Júnior de Infraestrutura, Analista Pleno Desenvolvedor .Net, Analista Pleno de Treinamento, Analista Júnior em Suporte de Sistemas e Analista TR de Teste.

Em relação à escolaridade, para vagas de assistentes e auxiliares a Linx solicita 2º grau completo; para os analistas Júnior a Linx pede que o candidato esteja em curso superior ou que seja recém-formado; para analistas Pleno e Sênior, a empresa solicita curso superior completo. Já para cargos de gerência, é recomendável estar cursando pós-graduação ou MBA.

Os interessados devem acessar o site da Linx, em Vagas, (https://www.linx.com.br/carreiras), onde é possível ver mais detalhes sobre as oportunidades de trabalho disponíveis, além de fazer a inscrição para as vagas.

Rússia mostra uniforme da guerra do futuro

Sombrio, assustador, capaz de intimidar qualquer inimigo e um sinal claro de que as guerras do futuro serão tudo aquilo que a ficção científica previu. Assim é o novo uniforme das forças armadas russas, apresentado essa semana pelo TsNIIMash (sigla em russo para o Instituto Central de Pesquisa de Máquinas e Equipamentos) um órgão de pesquisas ligado à Aeronáutica.

Todo em tons negros e cinzas, a vestimenta é uma proteção e uma arma ao mesmo tempo. Ela é, na verdade, um exoesqueleto disfarçado. Esse esqueleto robô é capaz de dar mais força aos soldados durante o combate ou nas caminhadas com suprimentos e munição nas costas. O capacete – que muitos lembraram das tropas do Império, do filme Star Wars – é feito para proteger completamente o crânio do soldado e o visor projeta dados sobre o campo de batalha.

O traje-equipamento das forças russas foi mostrado no evento “10 Tecnologias do Futuro para a Rússia”, uma feira de ciência dentro do encontro sobre prototipagem alta complexidade e cibernética, promovidos pelo Ministério da Educação e Ciência e do Ministério da Indústria e Comércio da Federação Russa – devidamente destacado no noticiário local. A apresentação impressionou a todos e há vídeos na internet sobre o uniforme. Contudo, não foram divulgados outros detalhes de como funciona o aparato em cada um de seus avanços.

Algumas especulações apontam que o exoesqueleto é feito em titânio, um metal leve e resistente, muito usado em ligas para reforço de outros materiais. O funcionamento do visor é outro mistério. Existe a possibilidade de ele ter diversos tipos de câmeras que podem “enxergar” no escuro ou “ver” calor e movimentos. O capacete é suficientemente grosso para supor que existam diversos sensores lá.

Alguns deles poderiam inclusive dar a situação física do soldado, com medições sobre sua saúde, desempenho e mesmo aconselhar táticas de combate.

As Forças Armadas russas esperam produzir o traje nos próximos anos, dentro de um programa de uso da robótica nas tropas e domínio das armas portáteis e equipamentos militares de alta tecnologia.

 

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Banda larga é fundamental para brasileiros. TV por assinatura e fone fixo: dispensáveis

Os consumidores consideram-se dependentes da internet banda larga dentro de casa, mas não possuem a mesma ligação com TV aberta e telefone fixo. Os resultados do estudo Telecom da consultoria CVA Solutions, que ouviu mais de 4 mil pessoas em todo o Brasil, no último mês de maio, mostram que o comportamento do consumidor está mudando e isso pode afetar a oferta dos chamados pacotes “combo”.

O brasileiro está conectado e adorando a banda larga, com 92% usando para navegar e pagar contas, 67% para assistir filmes e 56% para trabalhar em home office, em vários tipos de telas: celular, notebook, desktop, tablet e smart TV.

Atualmente 67,3% das pessoas já assistem filmes pela Internet Banda Larga, sendo que 36,2% já o fazem pelo Netflix. Pelo Youtube já são 24,5%, número quase igual ao de quem assiste filmes pela TV aberta (25,2%). Mas ainda 85,1% dizem assistir filmes por canais pagos da TV por Assinatura.

Entre os 7.004 entrevistados, 4.639 tem TV por assinatura, 2.270 têm Netflix, mas desses, 576 têm Netflix e não têm TV por Assinatura. Destes 576, 48% cancelaram recentemente a assinatura de TV para ficar somente com o serviço de streaming e 52% nunca foram usuários de TV por assinatura.

Os consumidores estão insatisfeitos com sua TV por assinatura e o fone fixo, principalmente em relação aos custos. E dentro da atual recessão econômica o serviço já vem sendo cortado. Indagados sobre o que pretendem fazer nos próximos seis meses, 6,3% do total responderam que pretendem cancelar a assinatura e manter ou contratar serviços como o do Netflix. E outros 3,4% disseram que vão cancelar e usar apenas a TV aberta.

No caso do Telefone Fixo continua aumentando o número de pessoas que estão cortando o serviço: mais de 26% já tiveram, mas não têm mais telefone fixo.

Mudança de comportamento
A maneira de assistir TV, principalmente a filmes está mudando muito. Tanto que o número de pessoas que usam uma Smart TV (conectada à Internet) aumentou de 27,8%, em 2016, para 35%, em 2017.

Apesar de apontarem problemas e continuarem querendo mudar de operadora, os consumidores estão um pouco mais satisfeitos com esses serviços e deram notas melhores às operadoras do que nos anos anteriores. Mas diante da recessão econômica, os cortes são inevitáveis e os combos de três produtos vêm diminuindo. Ao mesmo tempo, existe um aumento de pessoas que buscam o combo de quatro produtos, incluindo telefone celular.

Para o sócio-diretor da CVA Solutions, Sandro Cimatti, os combos com quatro produtos ainda são um bom caminho estratégico para as operadoras, como forma de manter os clientes de TV por Assinatura e de Telefone Fixo e expandir a base de clientes. “A internet banda larga é o produto que está sustentando a existência dos combos, mas quando se integra o telefone celular ao pacote, as operadoras podem crescer em número de clientes e fazer o Cross Sell (venda cruzada, ou crescimento dentro da própria base de clientes). Este movimento pode ameaçar as operadoras que são fortes apenas em telefonia celular e fracas nos demais produtos ”, observa Cimatti.

Fonte: Portal VOIT

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Britânica Boldon James prepara avanço no Brasil com primeiros parceiros

A Boldon James, empresa de origem britânica de soluções de classificação de dados e segurança de mensagens, escolheu os primeiros parceiros brasileiros para impulsionar a sua atuação no mercado local a partir da oferta de tecnologias que garantem a classificação, proteção e gerenciamento de informações empresariais existentes em diversas aplicações da rede corporativa, cloud ou mobile.

O acordo foi firmado com as brasileiras Apura, Net Connection, EZ-Security e B&A – Brasiliano y Asociados. Gestão de Riscos para fortalecer a ofertas de tecnologias para a Data Classification e Segurança da Informação envolvendo e-mails, documentos e arquivos em todos as extensões, atendendo aos principais padrões regulatórios da indústria global: SOX (Sarbanes Oxley), HIPAA Compliance, ISO 27001, PCI, Public Services Network, Export Control Compliance, Data Protection Act (DPA) entre outras.

O Data Classification envolve a combinação entre tecnologias se segurança para que possam trabalhar corretamente e envolve a classificação de dados que provê a informação contextual para políticas de criptografia, DLP (Prevenção e proteção contra a perda de dados), governança de dados, funções de archiving. Combina também camadas locais da rede corporativa com os padrões regulatórios, além das demais políticas de transparência da informação pública, de proteção e privacidade dos dados do usuário.

Segundo Jaime Muñoz, diretor da Boldon James para América Latina, o mercado brasileiro vem se destacando na estratégia de expansão mundial da companhia com clientes multinacionais com forte presença no Brasil e que conseguiram elevar a sua capacidade de proteção dos dados em um cenário global de explosão do Big Data e de forte ameaça volátil constante.

“As organizações buscam proteger suas informações críticas, sendo que um dos maiores riscos é a perda acidental de dados dentro da própria organização. A Classificação de Dados é uma abordagem para gerenciar informações vitais envolvendo as pessoas em estratégias de proteção e garantir que todas as tecnologias de proteção de dados funcionem melhor. Com ela, as organizações empresariais podem avançar no atendimento ao compliance a partir de um ecossistema tecnologicamente muito mais eficaz na proteção dos dados”, explica o executivo.

Os parceiros brasileiros da Boldon James atuarão para ajudar os clientes na gestão segura da enorme quantidade de dados críticos de diversas origens e, geralmente, guardados em uma grande infinidade de locais. O foco será ajudar as empresas locais a classificar e proteger os dados empresariais de maneira desestruturada. “As informações também ficam perdidas por diversos outros motivos: um deles é porque os funcionários trocam de departamentos ou trabalham de casa, o que dificulta a localização das informações. Não podemos deixar de destacar que muitos dados podem ser perdidos ou esquecidos, o que nos remete à necessidade de organizar isso tudo para que nenhuma atividade empresarial seja prejudicada”, afirma o executivo.

Carro-chefe
A companhia tem o Classifier Foundation Suite como seu carro chefe e que oferece um conjunto de recursos para a classificação de e-mails, documentos dos pacotes MS Office e IBM Notes, classificador de arquivos diversos de outras extensões e que fornece aos usuários funcionalidades avançadas para classificações de dados mantidos no Windows File Store.

Jaime Muñoz também conta que a escolha dos parceiros brasileiros considerou a capacidade das empresas em entregar projetos avançados e ajustados às necessidades e características do cliente em todos os ramos de atividades, desde a manufatura até o setor de Defesa e Aeroespacial.

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Os líderes empresariais entenderam o impacto da inteligência artificial?

* Por K. Ananth Krishnan

É difícil abrir um jornal ou revista sem ler algo sobre Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês). As discussões incluem desde quem tem preocupações sobre questões como emprego e segurança até aqueles que acham que a AI promete grandes saltos de produtividade e, em muitos casos, a solução para alguns dos desafios mais difíceis enfrentados pelo mundo, como as alterações climáticas.

A realidade do impacto da AI é, no entanto, um pouco diferente. Como uma das principais empresas de consultoria de tecnologia do mundo, nós da Tata Consultancy Service (TCS) estamos profundamente interessados no impacto dessa tecnologia emergente e temos feito grandes investimentos para compreender o que está em jogo — as oportunidades e os desafios, os líderes e os seguidores.

Algumas empresas estão puxando a fila e fazendo grandes investimentos em TI. A gigante da tecnologia, Apple está realizando apostas por meio da Emotient, sua recente aquisição de AI para reconhecimento facial, com o propósito de melhorar a reação a anúncios. A Shell, outra gigante no setor de petróleo e gás, lançou um assistente virtual online para responder às dúvidas dos clientes. Outras empresas estão “esperando para ver” enquanto avaliam onde terão o maior retorno. De qualquer forma, nosso Estudo de Tendências Globais, para o qual foram entrevistados quase mil dos maiores tomadores de decisão em todo o mundo, de treze setores industriais diferentes, descobriu que há uma crença avassaladora na AI.

Mais de quatro em cada cinco empresas (87%) encaram a AI como “essencial”, e quase metade a veem como uma tecnologia “transformadora”. Isso foi especialmente declarado na Europa e na América do Norte, regiões que têm sido líderes no investimento nessa área nos últimos anos, com o gasto médio atingindo 73 milhões e 80 milhões de dólares na Europa e nos EUA, respectivamente.

Os compromissos financeiros com a AI devem crescer consideravelmente, com 7% dos líderes empresariais que planejavam investir, no mínimo, 250 milhões de dólares em 2016 e mais outros 2% já destinando 1 bilhão de dólares à AI por volta de 2020. Esse apetite pelo investimento em AI e a apreciação de seu impacto têm uma influência importante sobre as futuras decisões de negócios em quatro áreas principais:

Em primeiro lugar, as empresas que investirem agora obterão uma vantagem. Os líderes em AI que estão fazendo os maiores compromissos têm potencial para ultrapassar os demais, tamanho o impacto transformador dessa tecnologia.

Isso é importante porque muitos acreditam que estamos em um ponto de inflexão para a tecnologia, que começará muito rapidamente a afetar a forma como as coisas são feitas, bem como a produtividade e a eficiência das organizações que fizeram os investimentos. A vantagem comparativa será aguda.

O impacto
Em segundo lugar, embora as empresas reconheçam o valor, ainda há uma grande falta de compreensão sobre onde a AI está tendo o maior impacto e alguma confusão sobre onde investir. Nosso estudo descobriu que o usuário mais frequente da AI, atualmente, é o departamento de TI, com mais de dois terços (68%) das empresas usando a AI nessa área. No entanto, quando se perguntou sobre previsões futuras, os líderes empresariais viram crescimento em quase todos os setores de uma operação comercial. Até 2020, as empresas preveem que o impacto da AI se expandirá em proporções iguais para áreas como pesquisa e desenvolvimento, produção, operações corporativas, planejamento estratégico, recursos humanos, distribuição, compras e departamentos jurídicos.

A amplitude do impacto, ao que parece, não deixará quase nenhuma área operacional intocada. Isso representa, ao mesmo tempo, uma oportunidade enorme e um assustador processo de tomada de decisão para os líderes empresariais. Entretanto, uma coisa está clara: a previsão é de que os níveis de investimento vão decolar e ficar parado não é uma opção.

Em terceiro lugar, nosso estudo aponta para o potencial de consequências não intencionais igualmente importantes que os líderes e a sociedade em geral precisarão enfrentar e resolver. A fundação da Parceria de AI (em inglês, ‘AI Partnership’) no início deste ano – uma colaboração entre gigantes da tecnologia como Facebook, IBM, Google, Amazon e Microsoft, dedicada ao avanço da compreensão pública sobre o setor e à elaboração de normas para futuros pesquisadores seguirem – demonstra o grau de seriedade com que a comunidade de tecnologia está encarando isso.

Todavia, enquanto o setor de tecnologia está fazendo avanços positivos para construir a compreensão e criar quadros de colaboração sobre questões como a ética das tecnologias cognitivas, é a própria comunidade de negócios que precisa correr atrás.

Talvez uma das maiores preocupações seja o impacto que a AI poderia ter sobre os empregos, no entanto, o estudo da TCS aponta que esse receio pode ser exagerado. Por exemplo, entrevistamos uma série de empresas em nosso estudo, incluindo a Associated Press, que usou a AI para automatizar a redação de mais de três mil artigos curtos sobre divulgação de resultados trimestrais. A rede de notícias não perdeu nenhum posto de trabalho. Em vez disso, seu sistema liberou a equipe para trabalhar em artigos mais interessantes e reflexivos, de posse de conhecimentos mais profundos. Além disso, novos postos de trabalho foram criados para gerenciar a tecnologia de AI e manter os dados limpos.

Visão e receios
Seria hipocrisia afirmar que não há questões importantes a resolver, especialmente no que diz respeito ao impacto sobre os empregos. Mas nosso estudo parece indicar uma avaliação relativamente otimista: os líderes empresariais identificam uma influência positiva, com maior geração de valor e funções mais envolventes, além de postos de trabalho inteiramente novos. Não podemos ser complacentes, mas as expectativas dos líderes empresariais reveladas em nosso estudo rebatem alguns dos pressupostos negativos que as pessoas têm sobre essa área.

A quarta área em que a AI possui um grande impacto é a maneira como as próprias funções de TI operam. A AI é apenas uma entre as muitas áreas da tecnologia que estão transformando os negócios — desde a Internet das Coisas até o Big Data e os aplicativos móveis. Trabalhando com organizações de todos os tamanhos vemos cada vez mais a necessidade de encontrar uma maneira de integrar essas partes móveis. Apesar de não haver uma solução fácil, tenho a firme convicção que uma boa parte da resposta está na criação de um núcleo digital robusto, com as bases a partir das quais soluções digitais e aplicações possam ser construídas.

Isso inclui tudo: desde sistemas prontos para um mundo digital até aplicações de última geração, e desde uma abordagem que prioriza a nuvem até uma sólida segurança. Trata-se de igualmente preparar o local de trabalho e assegurar que a organização conte com as pessoas e habilidades certas.

Todos nós temos a responsabilidade de pensar sobre as oportunidades e encontrar soluções para os desafios. De minha parte, eu acredito que todos nós teremos grandes ganhos no futuro se abraçarmos esse novo paradigma da maneira certa.

* K. Ananth Krishnan é executive vice president and chief Technology Officer da Tata Consultancy Services (TCS)

 

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