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Smartphone Moto Z 2 Play é oficialmente lançado no Brasil

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Após muitos boatos e especulações, o nova geração do flagship Moto Z Play foi lançado no Brasil. Ele chegou com design mais fino, leve e com melhor performance. Corpo de metal, tela Super AMOLED Full HD de 5,5″ e bateria MENOR (redução de 3500 mAh para 3000 mAh). Em contrapartida, ele tem 4 GB de RAM (1GB a mais que o anterior) e 64GB de espaço interno.

Moto Snaps

A melhor notícia foi a compatibilidade com os já existentes módulos chamados de Moto Snaps. Com eles, é possível acoplar na parte traseira do aparelho (com o uso de ímãs nas extremidades) acessórios para aumentar a autonomia de bateria, ou um mini projetor, capaz de executar um vídeo em uma tela de até 70″, ou até mesmo ter a experiência de uma câmera com um zoom óptico de 10X. Segundo a fabricante, a plataforma dos Moto Snaps segue crescendo, reforçando o compromisso da Motorola com a tecnologia modular e oferecendo novas possibilidades para o seu smartphone.

Mais fino, leve e rápido

Seu processador é um Snapdragon 626, um octa-core de 2.2 GHz, combinado com 4 GB de memória RAM, um pequeno upgrade em relação ao processador anterior. Seus 64 GB de memória de armazenamento interno são expansíveis (por meio de cartões microSD) até 2 TB. Ah, o conector USB também foi atualizado, sendo agora o USB-C.

Câmeras

A câmera frontal permanece a mesma, com 5 megapixels com lente de ângulo aberto de 85º, porém a traseira recebeu melhorias. Agora conta com 12 megapixels e abertura maior, de f/1.7 permite tirar fotos mais brilhantes e nítidas, mesmo em ambientes com pouca luz, com a combinação de duas tecnologias: Dual Autofocus Pixel e o foco laser, que oferece um alcance três vezes maior do que sua geração anterior. Além disso, ela também possui flash duplo com balanceamento de cores (CCT) para selfies em cores mais naturais em qualquer tipo de luminosidade.

O Moto Z2 Play oferece as Experiências Moto, desenvolvidas para facilitar o seu dia a dia. A funcionalidade Tela Noturna ajustará automaticamente sua tela à noite, reduzindo a luz azul que pode interferir no seu sono. A funcionalidade Moto Voz foi aperfeiçoada, com o comando “Me mostra”. Com ele você pode apenas fazer perguntas para checar o tempo, atualizações no calendário ou para abrir um aplicativo sem ter de tocar no celular.

O sensor de impressão digital foi redesenhado, e agora é multifunção com a Navegação em um Toque, que facilita a utilização de seu Moto Z2 Play e proporciona mais espaço na tela.

Mais Snaps: infinitas possibilidades

A família já conta com: caixa de som JBL SoundBoost; projetor Moto Insta-Share, para compartilhar apresentações, vídeos e fotos em uma tela de até 70 polegadas; Hasselblad True Zoom que permite tirar fotos com zoom óptico de 10x; Moto Snap GRID Power Pack, com 2.200 mAh extras para não ficar sem bateria; e as Moto Style Shells, capas para personalizar o aparelho de acordo com o seu estilo. A maior novidade é o Moto GamePad. Ele permite que você transforme seu Moto Z em um console de jogos! Utilize os dois joysticks analógicos, D-pad (botão direcional) e quatro botões de ação para uma verdadeira experiência de jogo, onde quer que esteja.

Também foi apresentada uma nova versão de Power Pack, mais fino e leve, capaz de adicionar algumas boras horas de uso sem comprometer o design.

Disponibilidade e Preços

Disponível nas cores Platinum, Ouro e agora também em Azul Topázio, o Moto Z2 Play estará disponível no Brasil, a partir de hoje, com preço sugerido a partir de R$ 1.999 na versão básica, sem Moto Mods. As edições acompanhadas com Power Pack ou com o JBL SoundBoost.chegam ao mercado com preço sugerido de R$ 2.199 cada. O Moto Z2 Play também estará disponível nas edições especiais Moto Insta-Share Projector ou Hasselblad True Zoom, ambas com preço de R$ 2.699.

Nova CEO da GFT quer expansão internacional com “Nova TI”

A Chief Operating Officer (COO) da GFT, Marika Lulay, foi nomeada como CEO da GFT Technologies SE e assume a responsabilidade da empresa a partir de 31 de maio. O foco principal da executiva será a estratégia de crescimento da empresa, que reside na expansão internacional. Marika também guiará a companhia para conquistar clientes em tecnologias que começam a despontar como a “nova TI”. Entre elas, blockchain, projetos na nuvem, inteligência artificial e manufatura conectada (indústria 4.0).

A GFT planeja aumentar a receita do grupo para 800 milhões de euros até 2020. Para atingir esse objetivo, Marika planeja fortalecer a colaboração internacional entre todas as unidades operacionais da empresa. Como parte de uma iniciativa chamada Roadmap 2020, a empresa irá gerar crescimento orgânico e inorgânico. Haverá aquisições direcionadas, especialmente na América do Norte e na América do Sul a fim de impulsionar a inovação e expandir a presença da empresa nessas regiões.

Marika Lulay sucede Ulrich Dietz, que agora assume o Conselho de Administração, após 30 anos à frente da companhia de TI especializada no setor financeiro. “O sucesso dos últimos anos confirma que estamos seguindo a estratégia correta, não apenas para consolidar nossa posição como uma especialista líder e inovadora da indústria, mas também para impulsionar o crescimento internacional em todos os mercados”, afirma ela.

Um Conselho Executivo do Grupo foi integrado à estrutura administrativa da GFT para reforçar a presença internacional da empresa e fortalecer a colaboração. O novo conselho é formado por Marika Lulay, Dr Jochen Ruetz, Alfio Puglisi, que é managing director da GFT Itália, e Carlos Eres, managing director da GFT Espanha. O objetivo do novo Conselho Executivo do Grupo é aumentar o escopo do corporate management e estabelecer uma perspectiva mais internacional.

Dentro das responsabilidades das quatro divisões da empresa – Estratégia e Mercados (Marika Lulay), Desenvolvimento de Negócios Globais (Alfio Puglisi), Delivery Global e Inovação (Carlos Eres) e Serviços Corporativos (Dr. Jochen Ruetz), os membros do Conselho Executivo do Grupo devem avançar com a estratégia de negócios global.

Tecnologias de foco
Os principais bancos internacionais e companhias de seguros procuram a GFT por sua competência em TI e em serviços de consultoria para solucionar diversos e complexos desafios de negócios. Sob a liderança da nova CEO, áreas serão adicionadas ao portfólio existente, destacando os campos de blockchain, migração na nuvem, inteligência artificial e indústria 4.0. Em particular, as tecnologias blockchain e as aplicações derivadas e relacionadas a elas são uma grande oportunidade para os bancos oferecerem aos clientes novos e inovadores serviços, além de trabalhar recentes modelos de negócio.

A GFT opera uma incubadora blockchain no Reino Unido para testar uma variedade de cenários de aplicação e já embarcou no primeiro projeto colaborativo com o Royal Bank of Scotland. Em cloud, a empresa reforçará a mensagem de que essa é uma maneira acessível e eficiente para estabelecer um novo cenário de TI.

A companhia também aposta na inteligência artificial para transformar o setor bancário e de seguros ao longo da próxima década. O setor de bancos de varejo tem acesso a grandes quantidades de dados não estruturados, tais como as informações de clientes, que atualmente não estão sendo usadas corretamente e, ao usar métodos bancários cognitivos baseados em sistemas de autoaprendizagem, esses dados podem ser processados e organizados para gerar hipóteses, ponderadas com suas probabilidades, que ajudam na tomada de decisão.

As interfaces de pagamento também estão se tornando cada vez mais importantes no campo da manufatura conectada. A Indústria 4.0 significa que todos os setores da indústria agora têm que oferecer processamento de transações financeiras orientado ao cliente. O potencial oferecido por este mercado é enorme. A GFT irá trabalhar para integrar transações financeiras na cadeia de suprimentos de indústrias tradicionais no futuro. Isso também fortalecerá o foco da empresa no setor manufatureiro, permitindo assim que a GFT acesse novos grupos de clientes.

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Transformação digital é estratégica para o crescimento econômico, diz MCTIC

A era digital pode contribuir para alavancar o desenvolvimento do país, mas, para isso, é preciso definir estratégias de atuação por meio das políticas públicas. A afirmação é da diretora de Políticas e Programas Setoriais em Tecnologias da Informação e Comunicação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Miriam Wimmer, que participou, nesta segunda-feira (29), do “Workshop Educação na Era Digital: contribuições para a Estratégia Digital Brasileira (EDB)”.

Segundo ela, o governo deve definir um “norte comum” a todas as esferas e tratar a transformação digital como estratégica para o crescimento econômico. “A educação é um dos eixos centrais. Os desafios nas salas de aulas, desde a relação com os conteúdos, material didático, conectividade, são novos. Com esse evento, queremos ajudar a apontar os caminhos. Queremos ter um documento bastante rico apontando os desafios que temos e quais são as medidas que podem ser tomadas para superá-los”, afirmou Wimmer.

De acordo com o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Rossieli Soares da Silva, a conectividade nas escolas brasileiras ainda é muito baixa. “A média de escolas que têm alguma conexão é de 60%, mas a qualidade da conectividade é baixa, o que não permite que seja utilizada para fins pedagógicos. O grande desafio é uma conexão de alta qualidade que permita aos alunos usar a internet e outras ferramentas digitais. Recentemente, fizemos uma pesquisa e 67% das escolas disseram que o grande desafio para o uso de tecnologias é a qualidade da conexão e a manutenção da rede.”

Segundo Rossieli, o MEC está construindo uma agenda para aumentar as áreas com infraestrutura de banda larga..

No Distrito Federal, a meta é melhorar a infraestrutura das redes de internet em todas as escolas públicas até 2018. “Localmente, o governo do Distrito Federal tem trabalhado em levar mais fibra óptica às escolas. Estamos mapeando as cerca de 700 escolas urbanas e rurais do Distrito Federal para melhorar a conectividade até o próximo ano. Já ligamos 16 escolas com alta conectividade, com velocidade de 100 megabytes. Temos também um plano de capacitação dos professores com o foco na inserção digital no ensino”, afirmou o subsecretário de Educação do Distrito Federal, Marcelo Ataíde.

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Resource anuncia executivo para liderar Transformação Digital com foco em Bancos Públicos

Alex Vieira assume a nova unidade que oferecerá soluções digitais para Canais,
Meios de Pagamentos e Integração de Plataformas por meio de Fintechs para instituições financeiras

Desde que assumiu como CEO da Resource há poucos meses, o executivo Paulo Marcelo tem como meta ampliar a atuação da empresa para setores que considera estratégico e essencial.

O primeiro passo nessa direção foi dado hoje, 1º de junho, ao anunciar Alex Vieira, ex-Capgemini, como Vice-Presidente de Serviços Financeiros da empresa. Com 30 anos de experiência no mercado de TIC e mais de uma década de especialização no atendimento a bancos e setor público, o novo VP comandará também a expansão da Resource em Brasília (DF) para ampliar os negócios da empresa na região.

Sobre a contratação, Paulo Marcelo a justifica ao dizer que “nosso objetivo é entregar resultados efetivos por meio de pessoas e soluções digitais que contribuam para um melhor posicionamento e uma maior eficiência das instituições financeiras públicas”.

Segundo o novo executivo, os bancos públicos têm grandes desafios de negócios, principalmente na ampliação de novos canais digitais, incluindo maior mobilidade, facilidade de uso de meios de pagamentos e a personalização de serviços. “Nossa equipe está preparada para oferecer soluções rápidas, por meio de aceleradores, garantindo a adequada customização para cada banco público brasileiro”, diz Vieira.

Entrevista exclusiva
Veja a entrevista exclusiva do executivo


Caso não consiga ver o Player de vídeo, CLIQUE AQUI

O executivo destaca também que a unidade fará um trabalho coordenado com Fintechs e conectada com o Centro de Inovação da Resource no Vale do Silício (situada na Califórnia-EUA), para acelerar a oferta de soluções digitais para as instituições financeiras públicas que têm o desafio de atrair e reter um volume maior de clientes por meio da melhoria do nível de serviços. “Vamos suportar as instituições financeiras públicas do Brasil nos seus processos de Transformação Digital”, reforça Vieira.

Perfil
O novo VP é formado em Engenharia Eletrônica pela UFPB, pós-graduado em Sistemas Digitais pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e possui MBA em Consultoria de TI pela Universidade de Salvador (UNIFACS). Foi professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal da Paraíba e da Bahia. Atua no mercado de TI e Telecomunicações há mais de 30 anos, tendo sido fundador da Open Line Telemática, sócio da Unitech e atuado como executivo da CPM Braxis e Vice-Presidente da Capgemini.

Jornal Gazeta do Povo passa a ser 100% digital

Modern computer media devices concept: desktop monitor, office laptop, tablet PC and black glossy touchscreen smartphone with internet web business news on screen isolated on white background

O tradicional jornal A Gazeta do Povo, de circulação diária, terá sua última edição impressa hoje, dia 31. De acordo com o seu novo projeto de jornalismo, a partir de amanhã o jornal passa a ser feito essencialmente para plataformas móveis, conforme o conceito de mobile first, e tem como diretriz o jornalismo de impacto.

Com um reforço de seis novos âncoras – entre eles Ricardo Amorim, Rodrigo Constantino, Teco Medina, Leandro Narloch, Alexandre Borges e Lúcio Vaz – para reforçar seu time editorial, o assinante será o novo foco de resultado.

No novo modelo editorial, não só o consumo, mas a produção da notícia será preferencialmente a partir de celulares. O novo publicador permite ao jornalista postar direto do celular, mas a preferência será sempre para o dispositivo que for mais eficiente para cada situação. Os jornalistas da Gazeta escreverão suas matérias e as publicarão na plataforma digital do jornal a partir de seus dispositivos móveis, invertendo a lógica de consumo de conteúdo geralmente utilizada pelos veículos jornalísticos na Internet: o site originalmente construído para celular será responsivo para a tela do computador.

Na plataforma, os leitores terão acesso a noticiário, análises, colunas e blogs direcionados por geolocalização, de acordo com suas praças de interesse – Curitiba, Paraná ou qualquer lugar do Brasil. O jornal também implementará uma iniciativa inovadora de experiência social, em que seus assinantes poderão ver quais foram os conteúdos acessados por seus amigos do Facebook e como eles reagiram.

Segundo Leonardo Mendes Jr., diretor de redação da Gazeta, a nova plataforma foi desenhada para aumentar expressivamente a velocidade de carregamento de seus conteúdos, diminuindo o consumo de dados e facilitando a experiência do leitor. “A aprovação do público ao novo projeto da Gazeta foi imediata e, em alguns aspectos, acima das nossas expectativas. Tomamos a decisão correta, pois estamos indo para onde nosso leitor já está”, complementa. “Em abril, o jornal atingiu o segundo maior índice de audiência da história da Gazeta do Povo na plataforma digital, e o maior do ano de 2017, com mais de 9,1 milhões de browsers únicos. Esse indicador demonstra o sucesso do novo formato proposto”, conclui.

Redação mobile

Na nova estrutura, o conteúdo estará dividido em sessões voltadas para a compreensão de comportamentos e tendências. São elas: República, Nova Economia, Livre Iniciativa, Educação, Justiça e Direito, Ideias, Política Paraná, Curitiba, Esportes, Guia, Bom Gourmet, Haus, Viver Bem, Bessa, Automóveis e impresso semanal Irinêo Baptista Neto.

Do ponto de vista de negócios, a presença dos novos âncoras representaram, no período de 10 de abril à 21 de maio, mais de um milhão de acessos ao conteúdo de algum ancora na Gazeta do Povo. Esta estratégia também possibilitou a um incremento na venda de assinaturas pela internet que já está 80% superior ao realizado em abril 2017.

Visibilidade nacional e forte presença local

Com a virada de chave, a Gazeta do Povo passa a ter uma visibilidade mais ampla; além de fortalecer a sua presença local. Afinal, nos meses de abril e maio 2017, o acesso fora de Curitiba, representou 77% do total da audiência da Gazeta.

Gazeta do Povo Semana

A partir de sábado (3 de junho), passa a circular a Gazeta do Povo semanal, uma nova publicação, em formato de revista que terá 64 páginas de conteúdo, será impressa em papel de qualidade superior, com páginas grampeadas, e será recheada de conteúdos locais, nacionais e globais tratados de forma aprofundada, com análise e opinião. Além desta edição semanal, mensalmente serão publicadas as revistas Haus e Bom Gourmet.

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Criador do Android anuncia o Essential Phone

Três anos após a sua saída da gigante americana Google, Andy Rubin, considerado o “pai” do Android, anunciou hoje (30) seus primeiros equipamentos. O que mais chamou a atenção é o Essential Phone PH-1, um smartphone poderoso, com design minimalista que chega para enfrentar os melhores celulares do mercado.

Construído em titânio e cerâmica, muito mais resistentes que a combinação de plástico/vidro/metal normalmente utilizados, o aparelho tem tela grande, com 5,71 polegadas (protegida por Corning Gorilla Glass 5) e resolução de 2560 x 1312 pixels (QHD), que chama a atenção por quase não ter bordas laterais nem superior! Isso faz com que ele seja menor do que parece. Assim com o iPhone 7, este equipamento também já não vem com entrada de 3,5mm sendo usada a interface USB tipo C para o uso de fones com fio.

Leve, com apenas 185g, está na média de seus concorrentes diretos, como o Samsung Galaxy S8 e o LG G6. Por dentro o hardware não vai desapontar: processador topo de linha Snapdragon 835 (Um Octa-core 2.45GHz Quad + 1.9GHz Quad, com GPU Adreno 540), 4 GB de RAM e 128 GB para armazenamento. Sua bateria promete boa autonomia, com 3040 mAh.

Câmeras

O Essential possui câmera traseira dupla, com duas lentes de 13 megapixels cada, e abertura f/1.85, a mais fina do mundo já embutida em um smartphone. Ela combina dois sensores, um colorido e outro monocromático que, segundo Andy, é capaz de capturar 200% mais luminosidade do que um aparelho tradicional. Com isso, suas fotos serão mais vivas e fieis. Para as selfies, a câmera frontal possui 8 megapixels e abertura f/2.20. Em ambas as câmeras, é possível gravar vídeos em 4K.

Sistema modular 

Conhecido nos aparelhos Moto Z, o sistema modular com pontos magnéticos na traseira do aparelho não são uma nova tecnologia, mas o Essential promete novidades. A parte de trás do modelo apresenta dois pequenos pontos magnéticos que servem justamente para o encaixe de acessórios. O primeiro apresentado é uma câmera 360°, a menor do mundo, que pode ser facilmente encaixada a fim de aumentar as possibilidades de captura de imagens e vídeos.

Segundo a fabricante, a inovação se dá por conta do conector magnético permitir a transferência de dados sem fio entre o aparelho e o acessório. Resumindo, não há uma conexão física específica para que o Essential se torne capaz de enxergar por meio da câmera, garantindo assim um aparelho facilmente atualizável e “à prova do futuro”, nas palavras da própria empresa.

Outro acessório que dispensa conexões físicas é um dock para recarga via indução magnética. Basta colocar o aparelho sobre a base para que ele comece a recarregar de forma instantânea.

Cores

O Essential Phone está disponível inicialmente nas cores Preto Lunar e Branco Puro, e deverá ser disponibilizado nas cores Cinza Estelar e Profundezas do Oceano (verde).

Preço e disponibilidade

O aparelho estará à venda inicialmente apenas nos Estados Unidos, com o modelo básico saindo por US$ 699. O modelo com o módulo de câmera 360° será vendido por um valor promocional de US$ 749 (o  preço original do combo é US$ 898).

Para mais informações, acesse o site do fabricante.

Segue abaixo as especificações do Essential PH-1:

  • Tela: CGS/LTPS de 5,71 polegadas proteção Gorilla Glass 5
  • Resolução de tela: QHD (2560×1312 pixels)
  • Sistema operacional: Android 7.1 (Nougat)
  • Processador Qualcomm Snapdragon 835 com CPU Kyro 280 octa-core (2,45 GHz quad-core + 1,9 GHz quad-core) de 64-bit
  • GPU: Adreno 540
  • Memória RAM: 4 GB
  • Armazenamento interno: 128 GB
  • Câmera traseira: dupla com 13 megapixels dual RGB + 13 megapixels monocromática, f/1.85
  • Câmera frontal: 8 megapixels, f/2.20
  • Conectividade: USB-C, Bluetooth 5.0, NFC, GPS/GLONASS
  • Bateria: 3040 mAh
  • Peso: 185 g
  • Dimensões: 71,1 mm de largura x 141,4 mm de altura x 7,8 mm de espessura

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HyperX lança no Brasil o seu primeiro mouse para gamers

A HyperX, divisão da Kingston focada em produtos de alta performance para gamers e entusiastas anuncia o lançamento no Brasil  do seu primeiro modelo de mouse, o HyperX Pulsefire FPS, voltado para melhorar o desempenho dos jogadores durante partidas de tiro em primeira pessoa.

O mouse conta com sensor PixArt 3310 para rastreamento preciso e botões com switches Omron, que oferecem alta velocidade de resposta e resistem a até 20 milhões de cliques em cada botão. Ele foi o vencedor da edição 2017 do prestigiado prêmio Red Dot Design pelo seu design.

Com formato ergonômico e leve, facilita o encaixe da mão e fornece quatro predefinições de resolução (400, 800, 1600 e 3200 DPIs), que podem ser alternadas com o simples toque de um botão e atendem a maioria dos jogadores de FPS. O mouse é bem leve, com apenas 95g, tem laterais antiderrapantes e seis botões. Por fim, o Pulsefire FPS tem com um cabo trançado flexível e mouse skates grandes que proporcionam deslizamento suave e eficiente.

“Estamos muito felizes em lançar nosso primeiro mouse com a qualidade, conforto e alto desempenho característicos da HyperX. Completar nossa linha de periféricos gamers com mais um produto elaborado, desenvolvido e 100% testado em nossa fábrica é um orgulho e dará real vantagem competitiva para os jogadores de FPS”, diz Paulo Vizaco, diretor executivo da Kingston/HyperX no Brasil.

A partir de hoje (30), o produto será vendido com exclusividade por 60 dias na KaBuM! pelo preço sugerido de R$ 349,90. Tem garantia de 12 meses, suporte técnico local gratuito e a confiabilidade da marca HyperX. Para mais informações, visite o site do fabricante.

Especificações do HyperX Pulsefire FPS:

Ergonomia: Destro

Sensor: PixArt PMW3310

Resolução: 400/800/1600/3200 DPI

Velocidade: 130ips

Aceleração: 30g

Botões: 6

Switches das teclas: Omron

Durabilidade das teclas: Até 20 milhões de cliques

Retroiluminação de cor única: vermelha

Tipo de conexão: USB 2.0

Taxa de songadem: 1000Hz

Formato de dados USB: 16 bits/axis

Tipo de cabo: Trançado

Peso (sem cabo): 95g

Peso (com cabo): 120g

Comprimento do cabo: 127,54mm

Dimensões: Altura – 41.91mm

Largura – 71.07mm

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Kodak Alaris tem nova estrutura de liderança

A executiva Vanilda Grando, que ficava baseada no Brasil, acaba de assumir a posição de diretora para a América. A movimentação da executiva ocorreu pelo seu know how ter contribuído fortemente com a evolução da empresa. Na nova posição ela passa a liderar os Estados Unidos, Canadá e também a América Latina, sob a gestão de Cassio Vaquero (vice-presidente global de vendas).

Os ajustes nas estruturas de liderança para a América representam uma nova maneira de lidar com as diferentes regiões deste continente alinhadas a objetivos em comum: o posicionamento de marca, estratégias e mensagem padrão para o contínuo sucesso do negócio.

A movimentação executiva demandou a mudança de Vanilda Grando para Rochester, NY, EUA, local onde está instalada a sede da marca. Com esta alteração, Paulo Fernandes, assume a posição de diretor de negócios para a América Latina e permanece no Brasil como porta-voz da marca, se reportando à Vanilda Grando.

Neste início, o executivo acumulará as responsabilidades da posição anterior como Gerente Regional de produtos e soluções para LAR até que o cargo antigo seja preenchido por um novo profissional de TI.

Novo conceito
Além da movimentação de executivos, a marca acaba de comunicar o novo conceito Alaris IN2 Ecosystem, de soluções integradas para a gestão de informação corporativa.

Para Paulo Fernandes, o objetivo inicial é fortalecer internamente o conceito Alaris IN2 Ecosystem, para que seja disseminada o mais rápido possível ao mercado a atuação consultiva da marca no país. “O objetivo é crescer o negócio de Information Management na região, direcionando a equipe de vendas para entregar de forma bem-sucedida nossa proposta de valor e o novo conceito “Alaris IN2 Ecosystem”, que inclui soluções de Software, Hardware e Serviços, para maximizar as oportunidades de negócios e o apoio aos nossos parceiros e clientes”, conclui o novo diretor.

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Inteligência Artificial: Sistemas inteligentes já estão presentes na vida cotidiana

Considerada obra de ficção há pouco tempo, a Inteligência Artificial está cada vez mais presente na vida das pessoas. Com capacidade para processar bilhões de informações e transformá-las em dados estruturados, a ferramenta já é usada para detecção do melhor diagnóstico de saúde, em buscas na internet, no combate ao terrorismo, na previsão de demanda para garantir que não falte produtos nas lojas, entre outras aplicações.

Veja a seguir uma lista exemplos do uso da ferramenta no cotidiano:

1- Previsão de demanda de produtos – A Inteligência Artificial determina a quantidade e mix ideal de reposição para cada produto, em cada loja ou elo da cadeia logística. Com isso, o consumidor sempre encontra o produto no ponto de venda e a indústria e o varejo reduzem perdas com estoques acima da demanda.

2- Smart Cars (carro inteligente) – A Inteligência Artificial é a base da internet das coisas. Com o sistema inteligente, os carros são capazes de identificar os padrões de comportamento e os interesses dos donos. Assim, o veículo ajusta sozinho a temperatura e as posições da direção e dos espelhos, sintoniza a rádio preferida etc. Em vez de avisar da necessidade de troca do óleo, o automóvel vai consultar a agenda do motorista, ligar para o posto preferido e programar a troca. Se for um carro sem motorista, ele pode ir até sozinho. A IBM perguntou a altos executivos de empresas quando eles entendem que a tecnologia estará em funcionamento – 74% responderam em 2025.

3 –  Reconhecimento Facial – Permite encontrar um rosto em meio à multidão. Ferramenta em uso pelas agencias de combate ao terrorismo.

4- Data Security (segurança de dados na internet) – A tecnologia ajuda a detectar 325.000 novos virus (malware) todos os dias. O internauta navega e paga as compras com segurança.

5- Financial Trading (Mercado Financeiro) – O sistema prevê os movimentos do mercado de ações.  Um gigantesco volume de dados é analisado de forma tão veloz que a capacidade humana dos analistas não consegue acompanhar.

6- Saúde – A Inteligência Artificial é utilizada para entender os fatores de risco da diabetes – estão em operação algoritmos capazes de prever o risco de hospitalização em pacientes com a doença. A tecnologia também ajuda na prevenção do câncer de mama – com análise das mamografias foi possível detectar em 52% das mulheres a alta probabilidade de contrair a doença com um ano de antecedência do surgimento dos primeiros sintomas, segundo estudo do estudo do Computer Assisted Diagnosis (CAD).

7- Personalização do marketing – Permite que produto pesquisado em uma loja online apareça magicamente em várias páginas da próxima navegação do internauta.

8- Prevenção de fraude – A Inteligência Artificial está cada vez mais precisa na detecção de potencial de fraude em diversos campos de negócio. O PayPal, por exemplo, usa a ferramenta para prevenir lavagem de dinheiro em seu sistema de pagamento.

9- Recomendações – A ferramenta analisa o comportamento de compra e interesses do internauta e compara com milhares de outros consumidores para identificar qual será sua próxima compra ou o filme que irá assistir. E surpreende com um convite antecipado ou mais informações sobre o produto desejado.

10- Google – O site de busca é o case mais famoso de uso de inteligência artificial. Todos os dias, milhões de pessoas fazem diversas consultas.

11- Natural Language Processing (NLP) – Os algoritmos de linguagem natural ajudam os sistemas de call center na identificação de rotas rápidas para fornecer a informação que o cliente precisa. É o final dos menus intermináveis até chegar ao objetivo do consumidor.

* Colaborou Bento Ribeiro, sócio-fundador da Tevec, empresa pioneira no uso da inteligência artificial para previsão de comportamento de demanda de produtos

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PROTESTE é contra a limitação da franquia da internet e defende consumidor contra a Claro, Net, OI, Tim e Vivo

Na última terça-feira (23), a PROTESTE, Associação de Consumidores, participou de Audiência Pública na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, defendendo o consumidor contra as empresas de telefonia: Claro, Net, Oi, Tim e Vivo, que querem limitar a internet, prejudicando diversas pessoas que dependem desse serviço. A Audiência Pública foi convocada pelo Deputado Celso Russomanno para discutir o Projeto de Lei 7182/2017 que veda a implementação da franquia limitada de consumo nos planos de banda larga de internet fixa.

A audiência foi presidida pelo presidente da comissão, Deputado Rodrigo Martins (PSDB-PI) e teve a participação de outros parlamentares.

Henrique Lian, diretor de Relações Institucionais da PROTESTE, destacou que a limitação do acesso à rede pelos fornecedores é ilegal porque contraria o Marco Civil da Internet. A lei, estabelece que o acesso à Internet é fator de cidadania; assegura que não haja a suspensão da conexão, salvo por débito do usuário do serviço; e, consagra o princípio da neutralidade da rede.

Desde 2015, quando as empresas passaram a cortar  o acesso à Internet, após o consumidor ter utilizado a franquia de dados contratada (primeiro na Internet móvel e depois na fixa), a associação tem lutado contra esse tipo de conduta, tanto que moveu uma Ação Civil Pública em face da Claro, Oi, Net, Tim e Vivo para impedir que seus direitos sejam desrespeitados e mobilizando o consumidor na campanha denominada “Diga não ao bloqueio da sua Internet fixa”, que contou com a participação de mais de 160 mil consumidores.

A associação informa que continuará lutando pelos direitos dos usuários, manifestando em todos os fóruns de discussão, contrariedade a limitação do uso da rede e aos bloqueios ilegalmente efetuados pelos fornecedores do serviço.

Direct.One oferece geração de documentos validados juridicamente via Blockchain

A tecnologia de Blockchain tornou possível a validação dos registros das transações da criptomoeda Bitcoin. Apesar de ter ficado conhecida como a tecnologia que viabilizou o processo eletrônico irrefutável de geração de consenso e confiabilidade das transações digitais, sabemos que sua utilidade vai muito além. A Direct.One, empresa de plataforma SaaS – Software como Serviço, responsável pela geração, entrega e análise de milhões de documentos transacionais das maiores seguradoras do mercado, acredita que a tecnologia de Blockchain está repercutindo uma capacidade enorme de disrupção em várias indústrias, com destaque aos mercados de serviços financeiros e seguros, por serem pautados basicamente em informações, compartilhamento e contratos.

Aquilo que a Internet representa para as comunicações, o Blockchain vai representar para os negócios e as seguradoras devem estar preparadas para uma grande ruptura de mercado nos próximos anos.

“Uma vez inserido um registro na rede de Blockchain, nenhum usuário pode mais apagá-lo ou modificá-lo. Então, agregamos validação jurídica, como ICP e Carimbo do Tempo, na rede Ethereum Blockchain. Agora, os documentos e as confirmações de entrega e leitura das mensagens passam a ser a prova de fraudes e contestações”, destaca Fernando Wosniak Steler, CEO e fundador da Direct.One.

A busca pela confiança é a principal questão que a estrutura de Blockchain pretende resolver. Só podemos confiar em algo em que exista consenso. Uma estrutura de transação comercial que todos podem confiar e que evita gastos duplos, falsificação e adulteração de dados, aliados a uma contabilização aberta e transparente é a solução que os mercados, em conjunto com órgãos reguladores, sempre perseguem. Por essa razão, que o Blockchain é algo disruptivo, pois vai mexer com todas as formas de se fazer negócios digitais, quer seja localmente ou globalmente.

Probatórios
Para dar validade jurídica nacional ao processo de Blockchain, a Direct.One desenvolveu um sistema baseado tanto na Medida Provisória No 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, texto que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira ou ICP-Brasil, bem como na Resolução CNSP 294, difundida pela SUSEP com as regras para comercialização e formalização de seguros por Meios Remotos. Para isso, agregou-se três itens probatórios para gerar consenso nos documentos emitidos pela empresa: Assinatura Digital com Chave Pública e Privada ICP-Brasil; Carimbo do Tempo com Data e Hora Legal fornecida pelo Observatório Nacional; e agora, passou a registrar também nos “ledgers” da Ethereum Network as informações não sigilosas dos contratos para gerar consenso e sistema antifraude.

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Cloud Computing e Atualização de Sistemas: boas respostas para restringir ataques de vírus

O recente ataque do ransomware “WannaCry”, que ocorreu há algumas semanas, aumentou consideravelmente a preocupação das pessoas com a segurança no ambiente online e mostrou o risco de manter operações rodando sobre sistemas desatualizados ou descontinuados. Mais de 200 mil computadores em 150 países foram vítimas de um ransomware, um tipo de malware (ou software malicioso) que restringe o acesso ao sistema infectado e cobra um resgate para que seja restabelecido.

O acontecimento trouxe uma reflexão importante: junto com os benefícios da nossa migração para um mundo digital, evoluem também os tipos de crimes praticados nesse ambiente. Além de termos de nos preocupar com problemas do nosso cotidiano, hoje também precisamos pensar sobre a segurança dos nossos bens digitais como dados bancários, arquivos pessoais e corporativos, entre outros.

Em relação ao “WannaCry”, o mundo teve sorte dessa vez: houve tempo hábil para a Microsoft reescrever do zero os patches para os serviços de rede SMBv3 (a vulnerabilidade que permitiu o alastramento). Além disso, um analista da NCA (National Crime Agency da Inglaterra) encontrou uma solução “paliativa” em tempo recorde que possibilitou restringir a expansão do ransomware.

Nessa onda de ameaças, muitos especialistas estão se perguntando: O que poderia ter sido feito para evitar isso? Ou, no mínimo: O que podemos fazer agora para reduzir nossa exposição a esse tipo de ataque?

Caso os sistemas corporativos das empresas atingidas estivessem todos baseados em cloud computing e com suas infraestruturas on-premisse atualizadas, as correções de segurança teriam sido executadas automaticamente e as informações e operações das respectivas companhias provavelmente estariam protegidas. E está aí a grande vantagem de uma operação em nuvem: os clientes podem contar com softwares e hardware sempre atualizados, não apenas na camada de sistema operacional, mas em todas as camadas de rede até a aplicação.

Enquanto equipes de TI mundo afora continuam em alerta e os especialistas se aprofundam na caça aos cibercriminosos, diversos gestores de tecnologia têm aproveitado o momento para combater definitivamente um dos principais pontos de vulnerabilidade: sistemas desatualizados e descontinuados nas organizações.

As empresas precisam ter a consciência que devem investir na manutenção da TI para evitar que os riscos sejam potencializados e, a partir disso, buscar a melhor solução que atenda suas necessidades e as mantenham seguras contra as ameaças.

A todo momento estamos enfrentando novos ataques cibernéticos, cada vez mais elaborados e perigosos. Para evitar ser a próxima vítima, o recado é claro: mantenha os sistemas da sua empresa sempre atualizados nas últimas versões de hardware e software antes que apareça a próxima ameaça. Além disso, pense em acelerar a migração do seu sistema para um Cloud que ofereça manutenção preditiva, acabando com os potenciais riscos antes que eles realmente ocorram.

Colaborou Gustavo Jota, gerente de produto de Performance Corporativa da Senior

 

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Na Indústria 4.0 robôs podem ser hackeados

Os robôs industriais estão presentes em todos os lugares. Estimativas sugerem que serão 1,3 milhões deles nas fábricas em nível global até 2018, para a realização de diversas tarefas em inúmeros setores da indústria. O conceito de Indústria 4.0 envolve a automação de fábricas inteligentes e, com base em uma nova onda de inovação, poderá transformar a sociedade de maneira similar às primeiras máquinas a vapor no final do século XVIII.

O problema, como a Trend Micro revelou no relatório Demonstrating Industrial Robot Attacks in Today’s Smart Factories (Demonstração dos Ataques à Robôs Industriais nas Fábricas Inteligentes de Hoje), é que à medida que estes sistemas se tornam mais inteligentes e interconectados, a superfície de ataque também cresce. Os serviços de web permitem que softwares ou dispositivos externos interajam com o controlador robótico por solicitações HTTP, enquanto as novas API’s possibilitam que indivíduos controlem os robôs por meio de aplicativos para smartphone. Até mesmo lojas de aplicativos para robôs começaram a surgir.

​Os softwares que compõem estes sistemas são ultrapassados e embasados em sistemas operacionais vulneráveis e bibliotecas como o Linux 2.6. Às vezes, elas têm como base livrarias criptografadas que são obsoletas ou violadas, e apresentam autenticação ruim com credenciais padrões e imutáveis.

Alguns robôs industriais ainda são acessíveis diretamente por Internet pública para manutenção e monitoramento remotos. Segundo a pesquisa da Trend Micro, os EUA lideram o mundo com o maior volume de máquinas expostas à Internet desta maneira. Alguns até fornecem acesso irrestrito utilizando credenciais anônimas.

Além disso, os sistemas robóticos são projetados para interação cada vez mais próxima com os humanos. Isso levanta a possibilidade do aumento de danos físicos aos operadores dos robôs, caso funcionários de uma fábrica resolvam interferir no funcionamento destas máquinas.

O estudo ainda sugere um caminho avançado para um futuro mais seguro para a 4ª Revolução Industrial.

União para proteção
Os robôs formam um elemento cada vez mais crítico para as indústrias de manufatura. O relatório detalha cenários diversos de ameaças, incluindo danos físicos, sabotagem por ransomware e até mesmo extrafiltração de dados confidenciais da rede da fábrica.

Para que os riscos de ameaças deste tipo sejam mitigados, deve haver a participação de todas as partes interessadas, incluindo os fornecedores padrões de cibersegurança, desenvolvedores de software, vendedores, e defensores de rede. No entanto, isto vai muito além de apenas melhorar a qualidade de softwares incorporados, ou seja, existe um longo caminho a ser percorrido. Relatórios como o material desenvolvido pela Trend Micro, são apenas o pontapé inicial no processo e desenvolvimento de um Indústria 4.0 mais segura.

 

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Stefanini oferece Robotic Process Automation (RPA) atrelada a BPO

A transformação digital vem cultivando profundas mudanças no modelo de negócios e arquitetura de processos das organizações. Os projetos de Business Process Outsourcing (BPO), ou terceirização de processos de negócios da Stefanini, têm sido uma das apostas da empresa para ganhar produtividade, eficiência e automatizar processos.

Além disso, em momentos de instabilidade econômica, quando as empresas precisam reduzir custos e ganhar produtividade, as soluções de terceirização se apresentam como uma tendência, pois permitem que seus gestores se concentrem nas decisões estratégicas de negócio.

Diante desse contexto, a multinacional brasileira acelera a transformação digital de seus clientes por meio de uma oferta integrada que consiste em RPA (Robotic Process Automation) atrelada ao BPO da Stefanini, que possui alto nível de automação, incluindo soluções de robotização, analytics e inteligência artificial.

O RPA diz respeito a uma inteligência artificial, normalmente em forma de software, aliada a uma máquina que é capaz de realizar tarefas de maneira automática. No caso de automação, os robôs são as máquinas controladas por essa inteligência artificial, que envia informações sobre as tarefas a serem realizadas. O uso de RPA permite que o próprio robô – nesse caso, o software – se adapte a novas necessidades e situações.
De acordo com Alexandre Vomero, diretor de BPO Latam da Stefanini, essa oferta integrada ajuda os clientes a transformarem seus negócios de forma ágil, eficiente, além de reduzir custos significativos. “Desenhamos essa solução justamente com o intuito de tornar possível a cultura da inovação no ambiente corporativo, permitindo que as pessoas busquem alternativas out-of-the-box, reinventando processos que agregam valor ao negócio”, afirma o executivo.

O RPA preserva o trabalho humano de tarefas repetitivas por meio de interações automatizadas em vários sistemas. Já os robôs funcionam com a infraestrutura de TI existentes e não requerem instalação ou infraestrutura específica. Entre os principais benefícios estão rápido desenvolvimento e implementação, eliminação de erro humano, altamente escalável – robôs adicionais podem ser implantados rapidamente, além de funcionar 24 horas, sete dias por semana, ininterruptamente.

Sophie: uma nova maneira de pensar e trabalhar
Uma das apostas da Stefanini em relação à robotização é a assistente virtual Sophie, que tem a capacidade de aumentar o trabalho do conhecimento com automação inteligente, totalmente integrada com uma ampla gama de serviços de negócios e TI.

A Sophie é composta por um conjunto de softwares, sistemas e processos, que permitem acelerar e melhorar o desempenho de sistemas que interagem com o consumidor ou usuário, seja por meio de voz ou texto.
A oferta consiste na capacidade de entrega flexível em nuvem ou no local, incluindo a disposição de interação multicanal do usuário final como redes sociais, web, bate-papo, Microsoft Lync, entre outros.

“O uso de RPA é uma tendência que permitirá realocar a capacidade humana para decisões que exigem alto nível de complexidade, criando novas oportunidades de mercado”, diz. “O principal objetivo é a robotização de tarefas simples, de modo a garantir produtividade e eficiência nas empresas, ou seja, tudo que não precisar de decisão analítica, será possível utilizar os robôs”, conclui o executivo.

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SONDA anuncia novo vice-presidente da unidade de Plataformas

Reginaldo Ladvig assume o comando da vice-presidência da unidade de Plataformas da SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de Tecnologia da Informação. Dentre as atribuições, o executivo ficará responsável por promover atuações conjuntas com as outras linhas de negócio da integradora para elevar o volume de ofertas unificadas da companhia.

No que tange aos desafios neste primeiro momento, Ladvig tem a missão de ampliar o market share da SONDA no mercado de rede e comunicação, estreitando ainda mais o relacionamento com a sua base de clientes e sem esquecer de garantir o cumprimento dos objetivos junto aos parceiros e fabricantes da companhia. “As mudanças previstas na unidade já foram iniciadas por meio da criação de novas ofertas e de treinamentos do time de força de vendas. Assim como a intensificação das vendas cross com as outras áreas de negócios da SONDA”, conta Ladvig.

Experiência
Reginaldo tem 24 anos de experiência na área de TI e teve passagens pela CPqD e PromonLogicais. É formado em Ciência da Computação pela Unicamp, em Gerenciamento de Projeto pela George Washington University, além de possuir MBA executivo pelo Insper.

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Ferramentas de bloqueio a conteúdo impróprio são prejudiciais aos usuários

Em 2020, o tráfego internacional da Internet corresponderá a 95 vezes o volume total registrado em 2005. A quantidade de dispositivos conectados às redes IP será três vezes maior do que a população mundial em 2020.

No entanto, há certos conteúdos na Internet que tomadores de decisões políticas, legisladores e órgãos de regulamentação em todo o mundo desejam bloquear. Sejam conteúdos que promovam atividades ilegais, violem a legislação nacional em certas questões – como a propriedade intelectual, por exemplo –, ou porque considerem o bloqueio imprescindível para a proteção da segurança nacional.

A Internet Society, entidade global que promove uma Internet aberta, livre e interoperável, elaborou um informativo sobre as ferramentas atuais de bloqueio de conteúdos da Internet, utilizadas pelos governos para combater atividades ilegais ou impróprias. O objetivo do estudo é compreender, do ponto de vista técnico, a eficácia e os efeitos secundários de cada uma destas ferramentas.

No documento intitulado “Perspectivas sobre o bloqueio de conteúdo da Internet“, a entidade conclui que, em geral, o uso de bloqueio da Internet em relação a conteúdos ilegais e/ou impróprios é pouco eficiente e tende a causar danos colaterais não intencionais para os usuários.

“Com exceção a assuntos relacionados à pornografia infantil, há pouco consenso internacional sobre o que constitui conteúdo inapropriado, na perspectiva das políticas públicas. Por isso, do ponto de vista técnico, nós pedimos que os tomadores de decisões políticas pensem duas vezes antes de adotarem estas medidas, e os convidamos a priorizar suas respostas, focando principalmente em medidas alternativas que ataquem o problema em sua origem e que minimizem o impacto negativo nos usuários finais”, afirma Sebastian Bellagamba, Diretor da Internet Society para a América Latina e o Caribe.

Técnicas
O estudo descreve as cinco técnicas mais comuns de bloqueio de conteúdo da Internet, seus efeitos, suas falhas e as formas de evitá-lo, do ponto de vista dos usuários e das organizações. Para ter acesso ao quadro que resume estas técnicas, clique aqui ou veja na imagem abaixo.

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Eu esperava pelo ciberataque

* Por César Schmitzhaus

Conheço e trabalho com segurança em sistemas de computação há mais de 15 anos. Ao longo desse tempo, já estive dos dois lado do balcão: fui cliente de empresas que prestavam serviços de manutenção de redes e proteção de dados e ofereci meu conhecimento para tornar os ambientes virtuais mais seguros e eficientes — hoje trabalho em uma empresa que integra soluções baseadas em cloud. O que pude ver ao longo desse tempo me fez analisar com frieza o episódio do ciberataque dos últimos dias, apesar de não ter me deixado indiferente.

Estou acostumado a ver que a maior parte das pessoas — sejam elas físicas ou jurídicas — não dá a devida importância para a segurança das suas informações digitais. No caso dos usuários comuns, os descuidos vão desde a abertura de um e-mail que parece ter sido enviado pela Receita Federal contendo um link contaminado (técnica conhecida como phishing) até a instalação de softwares piratas. Eles podem ser um simples pacote de aplicativos de escritório até um sistema operacional inteiro, que quando não são originais, deixam de receber as últimas atualizações que fecham eventuais brechas de segurança. Mas esses comportamentos negligentes, carregados de uma perigosíssima pseudo-certeza de que nada vai acontecer, não são restritos aos utilizadores não corporativos.

São justamente as empresas, que mais deveriam se preocupar com a saúde dos seus dados e sistemas, que ignoram a necessidade de um bom trabalho preventivo de TI. É só olhar o levantamento feito pela consultoria Gartner no primeiro trimestre deste ano, que diz que os investimentos em segurança de tecnologia da informação, na maioria delas, é de apenas 1% do orçamento total da área — que por sua vez, corresponde a, no máximo, 6% de todo o volume disponível para investimentos nas organizações. O ideal seria que os valores aplicados fossem pelo menos 20 vezes maior que isso! Não sei se por falta de interesse dos empresários ou excesso de confiança dos CIOs, as medidas profiláticas em computação ainda são uma tarefa secundária, e feitas “quando a equipe de infraestrutura tem um tempinho”.

Soluções e custo
Diante desse cenário, não é surpreendente que uma ameaça virtual global se espalhe da forma como vimos, rápida e indiscriminadamente. O que precisamos, em definitivo, é conscientizar os usuários e gestores de TI para que eles entendam os riscos que correm e cerquem-se de proteção. Há soluções bastante importantes que já fazem parte dos próprios sistemas operacionais, além de camadas de proteção em tempo real, atualizadas constantemente, disponíveis na modalidade Software como Serviço (SaaS, na sigla em inglês). Os custos são uma fração do que pagávamos no passado para uma solução completa que ocupava espaço em disco, rodava offline e era pouco eficiente. Os criminosos digitais já entenderam que estamos em um momento crucial do uso da tecnologia. O problema é que: acho que só eles perceberam isso.

diretor de tecnologia da Teltec Solutions

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Empresas deixam funcionários acessarem arquivos que não deveriam

As empresas funcionam com um alto grau de exposição de arquivos corporativos sensíveis. E isso compromete a segurança digital e o próprio negócio. Cerca de 47% das empresas têm, no mínimo, 1.000 arquivos sensíveis abertos a todos os seus funcionários. Entre eles, 22% têm acesso a mais de 12 mil documentos que não deveriam estar expostos a todos. Além disso, cerca de 24,4 milhões de pastas têm permissões únicas, aumentando a complexidade e tornando mais difícil a implementação de um modelo de privilégios mínimos e a conformidade com padrões da indústria.

Os dados aparecem no Data Risk Report, estudo da Varonis, empresa fornecedora de soluções de software que protegem dados de ameaças internas e ataques cibernéticos, e foi realizado em 12 países. O relatório ainda mostra que média de 20% das pastas estão abertas a todos os funcionários em cada uma das empresas pesquisadas.

Por meio de sua Data Security Platform (DSP), a Varonis conduziu mais de mil risk assessments para clientes e potenciais clientes em um subconjunto de seus arquivos. Esse processo oferece uma série de insights sobre os riscos associados aos dados corporativos, indica onde informações sensíveis estão localizadas, revela áreas superexpostas e de alto risco, e faz recomendações para melhorar a postura de segurança em relação aos dados.

Ao todo, o estudo analisou 236,5 milhões de pastas contendo 2,8 bilhões de arquivos, correspondendo a um total de 3,79 petabytes de dados analisados. Deste número, 48.054.198 pastas tinham a todos os grupos da empresa a grupos que garantiam acesso a todos os dados da organização.

Desprotegidos
O estudo identificou alguns casos arriscados. Em um banco 80% dos 245.575 arquivos sensíveis de estavam acessíveis a todos os funcionários. Em outra instituição financeira, 11,6 milhões de pastas tinham permissões únicas, dificultando os esforços na redução do acesso a arquivos sensíveis.

Sem reduzir o acesso global de grupos de usuários, isolar arquivos sensíveis e descartar dados obsoletos – que estavam presentes em 71% das pastas, correspondendo a quase 2 petabytes de dados –, as empresas acabam expostas a violações de dados, ameaças internas e ataques de ransowmare críticos.

Um estudo recente do Instituto Ponemon, encomendado pela Varonis, revelou que 62% dos usuários finais dizem ter acesso a dados da empresa a que provavelmente não deveriam ter, e um estudo da Forrester Consulting, também patrocinado pela Varonis, mostrou que 59% das empresas não contam com um modelo de permissionamento para restringir o acesso a dados sensíveis.

“Durante as violações de dados, os arquivos são o principal alvo dos cibercriminosos porque carregam os ativos mais valiosos. Os dados geralmente estão vulneráveis ao mau uso pelos funcionários ou aos hackers que conseguem ultrapassar a proteção do perímetro”, explica o vice-presidente da Varonis para a América Latina, Carlos Rodrigues.

“Enquanto as organizações continuarem focando na sua defesa externa e na perseguição das ameaças, seus dados vão continuar sem nenhum monitoramento, acessíveis a todos e, consequentemente, vulneráveis”, afirma o executivo da Varonis.

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Redes Mesh podem ser alternativa para aumentar mobilidade nas empresas

Cresce cada vez o volume de estratégias de mobilidade na cultura das empresas. Serão cerca de 4,6 bilhões de usuários de serviços móveis até 2020, de acordo com estudo da GSMA, o que está fazendo com as corporações busquem soluções em tecnologia para ampliar a flexibilidade e aumentar a produtividade de suas operações. Dados da Anatel indicam que até fevereiro de 2017 o Brasil contava com 242,9 milhões de celulares, uma densidade de 117,34 celulares a cada 100 habitantes.

Mas, mesmo com o aumento considerável do número de adeptos, a expansão da mobilidade encontra um grande obstáculo: a falta de infraestrutura. Não é novidade que a qualidade da malha de rede no país é precária, mas, mesmo assim, as companhias precisam buscar alternativas para atender demandas de conectividade, tendência que ganha cada vez mais força no mercado, tanto por parte dos colaboradores, quanto dos clientes.

Dagoberto Freitas, é especialista em redes de internet e sócio da TI-GO, parceira de valor agregado (VAP) de fabricantes de soluções thin computing e VDI, vê as redes mesh como alternativas acessíveis e que entregam velocidade e qualidade a custos baixos. Segundo ele, a tecnologia é mais estável, segura e ideal para locais onde haja grande circulação de pessoas.

“Com este cenário precário de rede brasileiro, as empresas são obrigadas a investir em alternativas para mobilidade. As redes mesh garantem desempenho e segurança no tráfego de voz e dados que uma rede sem fio convencional, além de serem bem mais flexíveis, podendo realocar e ajustar a quantidade de banda de acordo com o número de usuários no local”, afirma Freitas.

A Teleco, consultoria especializada em telecomunicações revela em pesquisa feita em 2016 a abertura do mindset das empresas para a conectividade. Segundo o estudo realizado com mais de 400 companhias, hoje, mais de 70% das empresas com mais de cem empregados já utilizam celulares e smartphones corporativos.

A tecnologia é versátil e pode ser também catalisadora de projetos inovadores como as cidades digitais. Sua capacidade de cobrir grandes áreas e a alta densidade, é propícia à iniciativas no setor público também. Além disso, uma rede mesh permite a comunicação entre os pontos de acesso (roaming) reduzindo as áreas de sombra e se auto ajustando de acordo com o fluxo de usuários simultâneos e com a capacidade da rede.

“A economia está cada vez mais digital e novos usos estão sendo agregados às rotinas. Todos querem e precisam ficar conectados o tempo todo e com as ferramentas de trabalho disponíveis. Mas, para isso, é necessária uma conectividade eficiente, pois se não a mobilidade pode se tornar um grande problema”, avalia Freitas.

Redes Mesh
As Redes Mesh têm maior desempenho e segurança no tráfego de voz e dados que uma rede sem fio convencional. A implantação do produto é feita de forma simples, a partir de um primeiro ponto de acesso configurado e cabeado à internet, basta colocar os demais aparelhos em uma tomada de rede elétrica e tirar uma foto do QR Code (que fica na parte de trás do equipamento) com o dispositivo que será utilizado (Android, iOS ou PC) que a rede é detectada automaticamente.

A tecnologia automatiza o gerenciamento da rede de acordo com número de usuários, é uma alternativa segura, abrangente e até 30% mais econômica em relação aos produtos tradicionais wireless disponíveis no mercado.

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TecnoMultimídia InfoComm Brasil mostrou novidades de áudio e vídeo em São Paulo

A TecnoMultimídia InfoComm Brasil aconteceu nessa semana em São Paulo, e apresentou para os profissionais da área o ambiente ideal para quem buscava se atualizar sobre as novas tecnologias do setor. A feira reuniu os principais fabricantes mundiais, assim como distribuidores regionais, nacionais e as mais importantes empresas integradoras no São Paulo Expo. Voltada ao mercado de sistemas de áudio, vídeo, automação residencial, digital signage e comunicações unificadas,

Os visitantes puderam conferir muitas soluções de automação residencial e comercial, além de projetores residenciais, profissionais e sistemas de áudio. Marcas como a Casio e Epson apresentaram novos projetores 4K, inclusive de curta distância (podendo estar até a 13cm da parede!) em primeira mão para o Brasil. A BenQ apresentou uma linha completa de projetores para home cinema, o primeiro no mundo com a tecnologia DLP (Processamento Digital da Luz) e que pode ser desenvolvido sob medida para ambientes residenciais. Mas para quem busca projeções para grandes áreas, eventos e de vídeo mapping, o grande destaque da Epson foi a linha profissional Epson Pro L, que incorpora uma fonte de luz laser para uma incrível qualidade de imagem, durabilidade e confiabilidade.

No campo de apresentações, a tecnologia a laser ainda é a que oferece melhor custo x benefício, segurança e durabilidade. O crescimento da utilização da DLP (Digital Light Processing), que é uma tecnologia que utiliza espelhos microscópicos para a geração de imagens, mostra que o Brasil acompanha os mercados líderes, e está sempre aberto a adotar novas tecnologias. Os grandes eventos mundiais como as Olimpíadas e a Copa do Mundo abriram espaço para o vídeo mapping, que consiste em projetar vídeos em superfícies irregulares. “Mundialmente falando, o Brasil está no mesmo patamar que os grandes consumidores”, explica Gabriel Gonçalves, gerente regional da Epson.

“Com a chegada dos projetores Laser de alta luminosidade, abre-se mercado para instalações permanentes em novas aplicações com custos mais atrativos. O mapping se torna uma inovadora ferramenta para em mídia exterior (Digital Out of Home) e instrumento de revitalização de áreas da cidade, desenvolvendo novos artistas digitais (cultura), novas áreas para turismo e entretenimento, sem intervir na estrutura física de prédios ou monumento históricos”, conclui.

A feira também apresentou diversas opções para o ambiente corporativo. AKramer mostra o VIA GO, que permite conexão instantânea para iniciar apresentações com a mais alta qualidade, e o VIA AWARE, que pode exibir até seis telas de usuário em uma principal ou até 12 telas em dois monitores, dependendo do hardware. Além de possibilitar a interação e colaboração entre salas e escritórios, seja em prédios, cidades ou países diferentes, essa tecnologia também pode ser utilizada na área educacional, já que os alunos com acesso remoto podem facilmente participar da turma e colaborar em tempo real com videoconferências e aplicativos de escritório de terceiros.

Serviço

TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2017

Data e horário: de 23 a 25 de maio (de terça-feira a quinta-feira), das 13h às 20h

Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – Vila Água Funda  –  São Paulo/SP

Para mais informações acesse o website do evento.

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