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Pesquisa mostra que brasileiro costuma planejar viagem com pouco tempo de antecedência

Aviao

Passagem, hospedagem, traslados, ingressos, passeios. Planejar uma viagem não é uma tarefa fácil e demanda bastante tempo de pesquisa, principalmente para quem prefere escolher cada uma dessas etapas. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A Decolar realizou um levantamento e constatou que o velho ditado “brasileiro deixa tudo para a última hora” pode ser encarado como “meia verdade”.

Segundo a pesquisa, quando o brasileiro pretende viajar para destinos internacionais, o fechamento da viagem acontece com 72 dias de antecedência, em média. Esse tempo cai para 31 dias quando a viagem é para destinos nacionais.

“Sabemos que às vezes planejar uma viagem pode não ser algo simples. E para isso, existem agências facilitadoras, onde os clientes podem montar seus pacotes escolhendo o voo e o hotel que desejam, conseguindo resolver tudo de uma vez e ainda economizando até 50%”, afirma Alexandre Moshe, diretor-geral da Decolar.

“Em um universo ideal, o fechamento dos detalhes principais de uma viagem deveria acontecer com cerca de 6 meses de antecedência. Além disso, quanto antes o viajante definir o destino e o roteiro, maiores são as chances dele encontrar boas ofertas e melhores preços”, diz o executivo.

Já com relação ao tempo de descanso, outro dado interessante do levantamento mostra que a média de permanência dos brasileiros em cidades do país é de 4 dias, enquanto nos destinos internacionais é de 15 dias.

Porém, não é tudo que o brasileiro deixa para a última hora e boa parte dos viajantes já costumam seguir para sua viagem com seus passeios garantidos. Esse comportamento fica claro quando olhamos a busca por ingressos de atrações em destinos nacionais, que aumentou 16% no comparativo de 2017 com 2018.

No mesmo comparativo, porém para destinos internacionais, o crescimento foi ainda mais expressivo e chegou a 26%.

“Além de demonstrar que o viajante está mais ciente que corre o risco de chegar no lugar e não conseguir entrar no museu que queria, por exemplo, comprar passeios, ingressos ou qualquer outra experiência com antecedência por meio de agências evita filas, permite que o valor seja pago em reais e ainda possibilita o parcelamento. Dessa forma, o viajante tem maior poder de compra no destino”, explica o diretor.

 

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