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Incidentes cibernéticos duplicam em 2017, segundo relatório

A Online Trust Alliance (OTA), iniciativa da Internet Society (ISOC) divulgou o Relatório de Tendências de Incidentes e Riscos Cibernéticos. A análise anual revela que os incidentes cibernéticos dirigidos às empresas quase duplicaram no último ano – de 82 mil registrados em 2016, para 159,7 mil em 2017. Porém, como a maioria das brechas de segurança não são relatadas, a OTA acredita que o número real do último ano pode exceder os 350 mil. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Foram examinadas as brechas de dados, o ransomware direcionado às empresas, o comprometimento de e-mail corporativo (BEC, sigla em inglês), ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS, sigMSsagui128!!la em inglês) e a aquisição de infraestrutura crítica e sistemas físicos ao longo de um ano. O relatório destaca ainda as preocupações da Internet Society quanto a forma como as falhas de dados em grande escala, as incertezas sobre como os dados são utilizados, o cibercrime e outras ameaças online têm afetado a confiança dos usuários na Internet.

“Sem surpresas, 2017 ficou marcado como o ‘pior ano’ no que tange às brechas de dados e incidentes cibernéticos em todo o mundo”, afirma Jeff Wilbur, diretor da iniciativa OTA na Internet Society. “O aumento dos ciberataques pode ser atribuído a incidência de ransomware e os novos métodos adotados pelos cibercriminosos.”

Segundo a OTA foram registrados 134 mil ataques de ransomware nas empresas, duplicando o número de 2016. Ainda em 2017, outra modalidade de ataque de resgate passou a ser aplicada – o ataque de negação de serviço do resgate (RDoS, sigla em inglês) –, quando os cibercriminosos enviam um e-mail aos proprietários do domínio ameaçando um ataque DDoS, o qual tornará o site inoperável a menos que seja pago um resgate, na maior parte dos casos via Bitcoin. A OTA recomenda que as empresas realizem planejamento proativo para gerenciamento de crises, tenham especialistas em forense e apliquem a lei, além de sugerir que as organizações estejam preparadas com a criação de uma carteira Bitcoin, caso o pagamento de resgate seja considerado necessário para um determinado incidente.

Violações são facilmente evitáveis – Assim como nos últimos anos, a OTA aponta que a maioria das violações poderia ter sido facilmente prevenida. Em 2017, por exemplo, 93% de todos os registros poderiam ter sido evitados com a adoção de medidas simples, como atualização periódica e regular de software, bloqueio de mensagens falsas de e-mail com autenticação e treinamento de pessoal para reconhecimento de ataques de phishing. Dentre as brechas reportadas em 2017, a OTA descobriu que 52% são resultantes da atuação de hackers, 15% da falta de software de segurança apropriado, 11% do roubo de informações de cartões de crédito, 11% pela falta de controles internos impedindo as ações negligentes ou mal-intencionadas dos empregados, e 8% devido aos ataques de phishing.

“As correções regulares de vulnerabilidades de segurança são uma prática recomendada e as ignorar pode acarretar brechas conhecidas, como a da Equifax, uma das mais notáveis em 2017”, adverte Wilbur. “Para 2018 esperamos que as correções sejam ainda mais eficazes, uma vez que vulnerabilidades como Specter e Meltdown, recém-descobertas mostram que quase todos os chips de computadores fabricados nos últimos 20 anos têm brechas fundamentais de segurança”, finaliza.

Metodologia
A OTA chegou às conclusões deste relatório ao rastrear e analisar dados de inteligência de ameaças de múltiplas fontes, as quais incluem, entre outras, a Cybersecurity Ventures, o FBI, a Malwarebytes, o Ponemon Institute, Proofpoint, Risk Based Security, Symantec e Verizon.

Esta é uma prévia para o Dia da Privacidade & Proteção de Dados, comemorado em 28 de janeiro, precursora do décimo Guia Anual de Resposta ao Incidente Cibernético da OTA, que será lançado no próximo mês. O guia fornece às organizações ferramentas para melhorar a proteção de dados, adotar práticas de privacidade responsáveis e ajudar a detectar, mitigar e responder efetivamente a um incidente cibernético.

 

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Hóspedes de pousada se divertem com chinelos da Nissan equipados com dispositivo de estacionamento autônomo (em vídeo)!

Apresentando a última palavra em hospitalidade tradicional japonesa associada à tecnologia de condução autônoma da Nissan, uma pousada no Japão está oferecendo a seus hóspedes atrações extras exclusivas: chinelos, almofadas e mesas com assistente de estacionamento! [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

À primeira vista, o ProPILOT Park Ryokan parece ser uma pousada tradicional japonesa como qualquer outra, conhecida como ryokan. Os chinelos ficam impecavelmente alinhados na entrada, aguardando enquanto os hóspedes tiram os seus sapatos. Já as salas revestidas com tatame são mobiliadas com mesas baixas e almofadas, onde os hóspedes se acomodam às refeições.

Mas o que torna este ryokan especial são os chinelos, mesas e almofadas equipados com uma versão especial da tecnologia ProPILOT Park de estacionamento autônomo da Nissan. Ao apertar de um botão, esses objetos retornam sozinhos para os locais pré-definidos quando não estão sendo utilizados.

Visto pela primeira vez no novíssimo Nissan Leaf lançado no Japão, em outubro de 2017, o sistema ProPILOT detecta objetos localizados no entorno e ajuda o condutor estacionando o veículo automaticamente na vaga selecionada, mediante o acionamento de um botão. A mesma tecnologia está sendo utilizada nos equipamentos exclusivos da pousada ProPILOT Park Ryokan. A demonstração não só entretém os hóspedes, mas também reduz a carga de trabalho da equipe de atendimento.

Veja o vídeo:

 

 

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Twitter e Billboard transmitem ao vivo tapete vermelho e pré-show do Grammy 2018

A Billboard e o Twitter anunciam uma parceria para transmitir ao vivo na plataforma os momentos que antecedem o Grammy Awards 2018. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A programação, produzida pela Billboard, inclui a cobertura completa do pré-show e do tapete vermelho do Grammy Awards 2018 e estará disponível globalmente para qualquer pessoa no Twitter, via desktop e dispositivos conectados, no link . A transmissão será iniciada a partir das 20h (horário de Brasília) de domingo (28), data da premiação.

Com duração de duas horas e meia, o programa contará com entrevistas com alguns dos maiores nomes da música diretamente do tapete vermelho e dos estúdios da Billboard em Nova York, além de uma análise completa do que os espectadores podem esperar dos prêmios deste ano. No evento de 2017, ao transmitir seu pré-show ao vivo no Twitter, a Billboard obteve mais de 5 milhões de telespectadores únicos.

Pela primeira vez, o Twitter também oferecerá aos usuários a opção de receber conteúdos exclusivos do Grammys e que não estarão disponíveis na TV, como fotos dos bastidores, GIFs e vídeos. Para isso, basta curtir ou Retweetar este Tweet da Recording Academy ou Tweetar para @RecordingAcad com a hashtag #GRAMMYsInsider.

Usuários de todo o mundo podem utilizar um emoji especial ao falar sobre o Grammys 2018 no Twitter. A imagem do famoso troféu dado aos músicos será acionada pela hashtag #Grammys e integrará conversas de fãs e celebridades que estiverem acontecendo em tempo real na plataforma.

 

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Caipirinha completa 100 anos em 2018

Com uma das mais belas expressões da cultura brasileira, a Cachaça, é feito um dos coquetéis mais consumidos no Brasil e no mundo. Segundo historiadores, a caipirinha teria tido origem na cidade de Piracicaba, no interior de São Paulo, e estaria completando 100 anos em 2018.  [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

De remédio a coquetel. Histórias indicam que a caipirinha, como é conhecida, teria sido criada a partir de uma receita popular feita com limão, alho e mel e seria indicada para os doentes da gripe espanhola. Como era bastante comum colocar um pouquinho de álcool em todo remédio caseiro, a fim de acelerar o efeito terapêutico, a Cachaça era sempre usada até que, um dia, alguém resolveu tirar o alho e o mel. Depois, acrescentaram umas colheres de açúcar para adoçar a bebida. O gelo veio em seguida.

Já segundo outros historiadores, a caipirinha foi criada por fazendeiros latifundiários na região de Piracicaba como um drinque local para festas e eventos de alto padrão, sendo um reflexo da forte cultura canavieira na região. A caipirinha, em seus primeiros dias, era vista como um substituto local de boa qualidade ao uísques e vinhos importados, sendo a bebida servida frequentemente em coquetéis da alta classe de fazendeiros, vendas de gado e eventos de grande notoriedade.

Com grande popularidade, inúmeras variações dessa bebida são conhecidas. Em algumas regiões, açúcar mascavo é usado ao invés do refinado. Mesmo no Brasil, podem ser encontradas variantes com adoçantes artificiais ou com uma grande variedade de frutas. A caipirinha pode ser produzida de diversas maneiras com os mais variáveis ingredientes, sem ser retirado o limão de sua receita original. No entanto, a adição de outros ingredientes na receita é um tema bastante polêmico.

“Os bartenders usam a criatividade como forma de personalização do drinque. No entanto, com outras frutas que não limão, o coquetel não poderia ser chamado de caipirinha, teoricamente”, explica Alexandre Bertin, presidente da Confraria Paulista da Cachaça.

Outros destilados, como vodca e saquê, também já foram utilizados para preparar novas versões da bebida. Nesses casos, a bebida não pode ser chamada, em hipótese nenhuma, de caipirinha. Para proteger a autenticidade do drinque nacional, considerado um patrimônio brasileiro, o decreto de lei número 4.851 foi assinado em 2003 pelo Governo para garantir a propriedade intelectual sobre as marcas Caipirinha e Cachaça na legislação internacional.

Segundo Bertin, a receita tradicional é diretamente preparada no copo, no qual o limão deve ser levemente macerado com o açúcar, posteriormente acrescentar o gelo e, na sequência, a dose de Cachaça. Deve-se mexer levemente para misturar os sabores. O cocktail trará a acidez do limão, o doce do açúcar e o alcoólico da Cachaça. Uma combinação perfeita e histórica.

Curiosidade: A Caipirinha de Tarsila do Amaral
Segundo a biografia da renomada artista brasileira Tarsila do Amaral, ela era apreciadora da cachaça e da caipirinha. “Quando Tarsila do Amaral morou em Paris, em meados de 1920, ela recebia cachaças enviadas do Brasil, com as quais ela preparava as caipirinhas. Tarsila apresentou a bebida mais brasileira de todas e o coquetel a Pablo Picasso”, conta Mestre Derivan, uma das maiores referências em Cachaça do Brasil.

 

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Banda EVA comanda Grito de Carnaval em bloco de rua nos Jardins, Zona Oeste de SP

Os grandes hits da axé music, como é conhecida a música baiana, vão embalar o Grito de Carnaval dos Jardins, na Zona Oeste de São Paulo. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Isso porque a Banda EVA comandará a quinta edição do bloco “Vem Ni Mim Que Eu Tô Com Tudo”!

Em sua 38ª participação no carnaval brasileiro este ano, o EVA trará à São Paulo repertórios com sucessos recentes, como a nova música ‘Bora Descer’, lançada especialmente para a folia deste ano, além dos grandes clássicos, como ‘Eva’, ‘Beleza Rara’, ‘Me Abraça’, ‘Levada Louca’, ‘Arerê’ e ‘Alô Paixão’, entre outros. A folia do bloco ‘Vem Ni Mim Que Eu Tô Com Tudo’ também trará aos foliões marchinhas tradicionais, fanfarra e samba com o cantor Vini Cohen, e espaço para batidas eletrônicas do DJ Chapeleiro, que mistura elementos da música indiana e samples de programas de TV e vídeo game em seus sets.

O evento será realizado no dia 1 de fevereiro, a partir das 19h, na Rua Canadá, 301 – Jardim América. Os ingressos para o evento, que dão direito a camisas personalizadas e open bar de cerveja podem ser adquiridos na internet (link no final dessa matéria).

Criado em 2013, a partir de brincadeiras entre os funcionários da agência de propaganda Tudo, o ‘Vem Ni Mim Que Eu Tô Com Tudo’ é considerado um dos raros e primeiros blocos corporativos mais bem sucedidos de São Paulo, ou seja, criado nas dependências de uma empresa. O objetivo da agremiação é integrar os colaboradores da Tudo, contribuindo para a melhoria do ambiente de trabalho, e aproximar a agência de sua vizinhança no bairro dos Jardins. A empresa já tinha em seu DNA o hábito de promover festas para celebrar o Carnaval, haja vista que atua no mercado de eventos, e então resolveu oficializar o bloco, com a reordenação do Carnaval de Rua de São Paulo, em 2014.

Outro fator que contribuiu para a criação do bloco ‘Vem Ni Mim Que Eu Tô Com Tudo’ é a relação que o presidente da Tudo, o baiano Mauricio Magalhães, mantém com a história do Carnaval no Brasil e o surgimento do ícone da festa, o trio elétrico. Ele é um dos 13 amigos do Colégio Marista, de Salvador, que resolveram colocar nas ruas o Bloco Eva. O carnaval da cidade, na década de 1970, dava os primeiros passos para a profissionalização e, sem perceber, os amigos estavam surfando uma onda de oportunidades.

O EVA foi criado em 1977 como um grêmio estudantil, depois se tornou bloco carnavalesco em 1980 e também virou banda, a partir de 1993, que acumula quatro gerações de fãs. Ao longo de 38 Carnavais, Magalhães ajudou a projetar a carreira nacional de artistas como Felipe Pezzoni, atual vocalista do EVA, Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Carlinhos Brown, Ricardo Chaves, Durval Lelys, Emanuelle Araújo e Saulo. Magalhães também é fundador do Festival de Verão de Salvador, considerado um dos principais Carnavais fora de época do país, que já atraiu mais de 100 mil pessoas a uma única noite de shows.

SERVIÇO:

Bloco ‘Vem Ni Mim Que Eu Tô com Tudo’

Quando: 01/02, quinta-feira

Endereço: Rua Canadá, 301 – Jardim América

Os ingressos podem ser adquiridos neste link.

Programação:

19h até 20h | Vini Cohen

20h até 21h30 | Banda EVA

21h30 até 02h | DJ Chapeleiro

 

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Professor alerta para os novos desafios da revolução digital

Os poderes transformadores da inteligência artificial, Big Data, Internet das Coisas, tecnologias móveis e blockchain vão gerar uma quarta revolução industrial, de acordo com o coordenador do MBA em Marketing Digital da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Segundo ele, a evolução deve aumentar padrão, expectativa e qualidade de vida. No entanto, ressalta que também pode ter efeitos disruptivos, sobretudo no mercado de trabalho.

“Todo esse processo tem implicações sociais, em organizações e indivíduos. A evolução está ganhando velocidade. Das muitas áreas impactadas, as mais relevantes são sustentabilidade ambiental e empregos e habilidades”, aponta.

Dados do World Economic Forum que mostram que a cada aumento de 1% no PIB global, as emissões de CO² aumentaram aproximadamente 0,5% e o uso estimado de energia da rede bitcoin, que é responsável pela verificação das transações feitas com a criptomoeda, é de 30.14TWh por ano, o que excede o de 19 outros países europeus.

“Isso significa que a rede consome cinco vezes mais eletricidade do que é produzido pelo maior parque eólico da Europa, o London Array. Nos níveis atuais de consumo de eletricidade, cada transação individual de bitcoin usa quase 300KWh de eletricidade – o suficiente para ferver cerca de 36 mil chaleiras cheias de água”, explica.

Em relação ao emprego, estima-se que as perdas globais de empregos devido à digitalização variam de 2 milhões a 2 bilhões de postos até 2030. Segundo o especialista, existe uma grande incerteza, com preocupação também com seu impacto nos salários e nas condições de trabalho.

Ele ainda alerta que os ” Millennials” (geração nascida nos anos 90 e também conhecida como “Geração Y”) possuem uma relação diferente com o “ter”, ao contrário das anteriores. Tal fato explica em parte, o surgimento cada vez maior de empresas de compartilhamento. A falta destes desejos permitirá uma vida mais barata.

“O escritor Yuval Noah Harari – autor do artigo ‘O Significado da Vida em um Mundo sem Trabalho’ – diz que eles serão “inúteis”, pois não produzem e não querem nada. Essa observação pode ser suficiente para mostrar a necessidade de uma possível renda mínima universal que pode se tornar fundamental para garantir a capacidade a estes, que ficarão incapazes de se empregar. Por fim, a popularização dos mecanismos de realidade virtual e aumentada acabará também por intervir no modo de vida desta classe. Então, é muito provável que muitos deles vivam um ambiente paralelo. Ficarão imersos nas redes sociais e na internet, sempre em uma realidade virtual”, observa.

Lado positivo da revolução industrial – Um diferencial competitivo fundamental, tanto para indivíduos, quanto para organizações, será a capacidade de as empresas melhorarem o conhecimento de seus funcionários em áreas lógicas como programação e análise de dados. “Somente desta maneira se criará uma geração de talentos que esteja pronta para os desafios que se apresentarão em praticamente todos os segmentos da economia”, analisa o professor.

Para os governos, o desafio é igualmente urgente. “O aumento da desigualdade com todos os seus impactos e a deflação salarial ou mesmo a agitação social requerem ação imediata para capacitar a força de trabalho, ajustar as questões ambientais e de segurança fomentando a inovação, o empreendedorismo e a otimização do processo de transformação digital”, orienta Miceli.

 

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Iguassu Golf Tour 2018 abre a temporada de golfe em Foz do Iguaçu

O Wish Resort Foz do Iguaçu se prepara para receber mais um campeonato anual de golfe, realizado a partir do próximo dia 27 de janeiro no Iguassu Falls Golf Club, um dos maiores e melhores campos de golfe profissionais do Brasil, com 18 buracos, assinatura do renomado arquiteto americano Erik Larsen e vários níveis de dificuldade, o que o torna atrativo para diversos campeonatos do segmento. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Localizado no completo do Wish Resort, o campo já recebeu diversos campeonatos anuais e distribuiu centenas de prêmios aos ganhadores, como carros 0 km, viagens nacionais e internacionais e muitos outros prêmios.  Para este ano, o torneio será composto igualmente por 12 diferentes etapas nas categorias masculina, feminina e juvenil, além de prêmios especiais para “longest drive” e “nearest to the pin”.

A programação completa inclui jantares temáticos especiais, almoços, premiação e diversos sorteios. O interessante é que todas as etapas já têm datas definidas em calendário (foto), o que facilita a antecedência das inscrições, especialmente para aqueles que são de outras localidades do Brasil.

As inscrições para essa primeira etapa, a Copa Weiku, ainda estão abertas. O valor para sócios é de R$130 e para convidados R$200. Como forma de incentivo, a participação na modalidade juvenil custará R$100. Para se inscrever, basta enviar um e-mail para golf@iguassufallsgolfclub.com.br.

Para mais informações sobre o clube de golfe, consulte o site.

 

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Conheça a nova música de Justin Timberlake, “Say Something”

Depois de anunciar o aguardado lançamento de seu próximo álbum “Man of the Woods” para o dia 2 de fevereiro e liberar duas músicas do projeto, “Filthy” e “Supplies”, o cantor Justin Timberlake acaba de lançar “Say Something”… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…que chega acompanhada de um vídeo com direção do conceituado estúdio La Blogothèque, que já trabalhou com nomes como Alicia Keys, Arcade Fire e Phoenix.

A produção conta com a participação do premiado cantor e compositor Chris Stapleton, que teve algumas de suas músicas interpretadas por grandes nomes, como Adele, Joss Stone, Luke Bryan e Brad Paisley. No vídeo, a câmera acompanha os dois enquanto caminham, trazendo uma identidade visual completamente diferente dos dois primeiros clipes lançados. A canção, com influência country, mostra uma das facetas de Justin no novo projeto.

“Man of the Woods” marca o trabalho mais ambicioso da carreira de Justin, sonoramente e liricamente. Com uma combinação de sons do rock tradicional norte-americano com as modernas influências dos colaboradores Neptunes (Pharrell Williams e Chad Hugo), Cris Stapleton e Alicia Keys, o novo material explora uma narrativa que teve como inspiração a jornada pessoal do cantor, desde suas origens no Memphis até o momento atual, ao lado de sua esposa e filho.

Dois dias após o lançamento do álbum, Timberlake comandará o Pepsi Super Bowl LII Halftime Show no domingo, 4 de fevereiro.

Veja o clipe:

 

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Kawasaki lança poderoso JET SKI SX-R

Nessa época do ano, devido ao calor, muitas pessoas buscam por diversão dentro da água. Seja no rio ou no mar, por mais de 40 anos os Jet Skis da Kawasaki têm sido uma fonte de excitação! [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Atualmente esses Personal Watercrafts ou PWCs evoluíram para máquinas sofisticadas e de alta performance que apresentam as últimas tecnologias em motores e cascos.

Com isso, a Kawasaki trouxe para o mercado o JET SKI SX-R, um modelo que certamente redefine o padrão de potência e dirigibilidade para esta categoria de produtos. Equipado com um motor de 1.498 cm3, 4 tempos, 4 cilindros em linha , o SX-R tem o dobro de potência de seu antecessor com um motor de 2 tempos, e uma boa elasticidade que entrega uma forte aceleração em qualquer rotação.

Essa enorme potência é aproveitada em um casco novo e redesenhado que permite aos usuários utilizarem o corpo inteiro de modo a controlar este novo e excitante modelo. Sua combinação da grande e mesmo assim controlável potência, e sua agilidade oferecem uma experiência sem precedentes a uma grande faixa de usuários.

Disponível nas concessionárias autorizadas Kawasaki Náutica, seu preço sugerido é de R$ 79.990,00

Para mais informações, acesse o site.

 

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Sou Rio Sustentável promove retirada de pichações das pedras do Arpoador

O Sou Rio Sustentável, projeto em defesa do meio ambiente, vai realizar no próximo domingo (28/01) a retirada de pichações das pedras do Arpoador. A equipe do projeto também irá recuperar as cercas de proteção e as áreas de plantas das pedras.. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“São mais de 300 pontos de pichações e mais de 400 m de cerca de proteção. Vamos capinar e limpar todas as áreas de plantas”, afirma Flavio Costaleites, responsável pelo Sou Rio Sustentável.

As atividades contarão mais uma vez com o apoio da Comlurb, que também participou das primeiras ações de limpeza das pedras do Arpoador do Sou Rio Sustentável, realizadas no domingo passado (21/01).

O executivo pretende com o Sou Rio Sustentável reproduzir todos os projetos no Rio de Janeiro como, por exemplo, o Rio sem Guimba. Em terras cariocas, pretende ainda lançar iniciativas para acabar com o descarte de plástico na praia e incentivar ao uso de copos não descartáveis. Além disso, vai ampliar a área de atuação do Sou Rio Sustentável para o cuidado com animais abandonados e limpeza de pichações nas pedras das praias.

“O Sou Rio Sustentável surgiu da necessidade da mobilização da população do Rio de Janeiro em prol da preservação do meio ambiente. Está em nossas mãos a mudança. Pequenas atitudes podem fazer a diferença e juntos podemos mudar a triste realidade e frear a grave destruição que o meio ambiente do Rio de Janeiro vem sofrendo diariamente. Faremos ações permanentes de conscientização e recuperação de áreas degradadas, ajudando a preservar o proteger a natureza da cidade”, esclarece Costaleites.

Como aconteceu nos outros lugares de atuação, o projeto vai financiar parte das ações com a venda de objetos criados por ele como o porta guimba de cigarro de bolso e camisetas do projeto, entre outros, mas também buscará parceria com empresas e contribuições de pessoas.

 

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Indústria 4.0 impulsionará logística e supply chain

Na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial 2018, que ocorre em Davos-Klosters, na Suíça, os representantes empresariais e de governos envolvidos com o comércio internacional sugeriram que o Fórum conduzisse pesquisas para melhorar a visualização das mudanças que a chamada Indústria 4.0 deve trazer aos sistemas logísticos e de supply chain nos próximos anos. O impacto é considerado grande, mas, segundo esses representantes, faltam números confiáveis sobre a real dimensão, desafios e oportunidades.

O comércio internacional e as cadeias de valor globais têm sido críticos tanto para a riqueza das nações como para a redução das tensões geopolíticas. Com isso, a falta de números confiáveis pode trazer problemas que ultrapassam o comércio e atingem a sociedade de uma forma geral. Os representantes querem pelo menos uma grande pesquisa que identificaria como as tecnologias da Quarta Revolução Industrial podem ajudar a facilitar o comércio no futuro, que se mostra instável.

Problemas com imigração e aumento de radicalismos políticos podem reverter a globalização comercial e industrial das décadas passadas e trazer um mundo mais fragmentado. Contudo, mesmo com esse cenário, considerado nebuloso, as tecnologias não dão sinais de desaceleração.

Internet das coisas (IOT), blockchain e inteligência artificial (IA), são apenas algumas delas que prometem revolucionar o comércio internacional. A transformação digital e as tecnologias avançadas que ainda podem surgir têm o potencial de reduzir significativamente os tempos de processamento e o custo dos movimentos transfronteiriços de mercadorias. Seja mais ou menos globalizado, o mundo não deve ficar sem elas nos próximos anos.

Crescimento
A Consultoria Bain tem conduzido estudos dessa magnitude e apresentou uma série de considerações para o futuro durante a reunião do grupo de comércio em Davos. O Trade Tech: A New Age for Trade and Supply Chain Finance aponta exatamente essas tendências sobre a logística e supply chain mundial.

A consultoria espera que novos estudos ampliem a identificação do real potencial real da combinação e interação de várias tecnologias. Provavelmente, será isso que ocorrerá. Algo que se mostra diferente das décadas passadas, quando tecnologias revolucionárias agiam sozinhas nas empresas e na sociedade.

Durante o Fórum, os representantes de logística e supply chain alertaram que a melhoria dos processos e sistemas se mostra mais urgente porque o crescimento do comércio está passando por uma fase de lentidão em comparação com os picos históricos, limitando assim o seu potencial para gerar empregos, oportunidades e crescimento econômico. O uso correto das novidades tecnológicas poderia ajudar a reverter essa situação, impulsionando os ciclos de crescimento sazonais.

Acesse os outros sites da VideoPress

Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br

Juiz decreta falência do jornal Diário de S. Paulo

Juiz decreta a falência do jornal Diário de S. Paulo. Com base na unidade patrimonial entre Diário de S. Paulo, duas editoras e a Cereja Serviços de Mídia, o juiz considerou procedente o pedido de extensão de falência da Minuano para as outras marcas, o que suspendeu as atividades do jornal. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Os leitores e as bancas não receberão a edição de hoje, dia 24 de janeiro de 2018 do Diário de S. Paulo. Isso porque, na manhã desta terça-feira, 23, o prédio da empresa de comunicação foi lacrado por decisão judicial. A decisão é do juiz Marcelo Barbosa Sacramone, da 2ª Vara de Falências de São Paulo.

A extensão de falência a terceiros é prevista no art. 81 da Lei 11.101/05 apenas para sócios de responsabilidade ilimitada. O que acontece no caso envolvendo o Diário de S. Paulo é que a Editoria Minuano – empresa processada – tem 99,99% do seu capital social detido por Nilson Luiz Festa e 0,01% por Editora Fontana que, por sua vez, tem a titularidade de suas quotas detidas em 88,05% pela Cereja Serviços de Mídia, 11,91% pela Minuano e 0,04% por Nilson. A Cereja tem suas quotas detidas em 92,5% pela Minuano e 9% por Luiz Cezar Garcia. O Diário de S. Paulo tem suas cotas detidas pela Minuano e por Luiz Cesar Garcia. O processo mostra que existe grande confusão societária, gerencial e laboral entre as empresas.

O Diário de S. Paulo, por exemplo, era sediado no mesmo local que a Minuano e a Cereja. O estoque de papel da Minuano estava na Editora Fontana, mas era vendido com nota fiscal emitida pelo Diário. A administração financeira de todas as pessoas jurídicas do grupo era realizada pelo mesmo diretor financeiro, sendo que ele movimentava todas as contas bancárias. Além disso, outros funcionários aparecem no processo como prestadores de serviço para as empresas, mesmo sendo contratados apenas em um local.

Diante disso, o juiz concluiu que as empresas têm unidade patrimonial, de gestão, laboral e societária. “O que demonstra que não apenas integravam um único grupo, mas agiam sem qualquer consideração às suas personalidades jurídicas como se fossem uma só e em detrimento dos credores”, explica Marcelo Barbosa Sacramone no texto.

Especificamente sobre o Diário de S. Paulo, a decisão explica que as atividades no impresso estão suspensas por cinco dias, período em que a administradora judicial pode indicar um gestor para a atividade do veículo. Sendo assim, o jornal poderá continuar circulando, já que o juiz considera que a massa falida terá mais benefícios ao alienar um negócio que está na ativa do que um que esteja paralisado.

A reportagem do Portal Comunique-se conversou com o diretor de redação, Guilherme Gomes. O jornalista contou que o prédio foi fechado e lacrado, sendo que os profissionais foram autorizados a entrar apenas para retirar pertences pessoais. Depois disso, todos foram liberados, já que não teve expediente. O comunicador explica que a empresa de comunicação vai acionar a justiça para falar sobre o caso e tentar reverter a situação.

 

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Scooter da Honda ganha nova versão

A Honda apresenta mais uma grande novidade para o seu line-up de motocicletas. Trata-se da linha 2018 do scooter SH 150i que passa a contar também com a versão DLX, em linhas ainda mais exclusivas para os motociclistas que procuram o máximo em eficiência, praticidade, conforto e tecnologia, mas sem abrir mão do design elegante e diferenciado do modelo. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Com três anos de garantia sem limite de quilometragem e mais sete trocas de óleo gratuitas, a inédita versão DLX será disponibilizada na cor Preto Perolizado e preço público sugerido de R$ 12.950,00. Na versão ABS, a novidade fica por conta da nova cor Vermelho Perolizado, além da manutenção do Azul Perolizado com preço público sugerido de R$ 12.450,00.

Apresentada ao público no ano passado, a SH 150i se destaca por possuir um novo conceito e grandes diferenciais como todo conjunto de lanternas e luzes traseiras e dianteiras em LED, Idling Stop, tecnologia que desliga o motor em marcha lenta por até 3 segundos, religando-o automaticamente quando acionado o acelerador, tomada de 12v, rodas de liga leve de 16 polegadas, Smart Key, além de sistema de freios ABS (antitravamento), entre outros itens. Com a introdução da versão DLX, o consumidor passa a ter uma nova opção com visual ainda mais exclusivo.

Conforto, estilo e segurança
Uma de suas principais características é o assoalho plano dos pés que facilita o subir e descer da moto, além de liberar a movimentação das pernas durante a pilotagem. Com a disposição facilitada pelo maior espaço, o modelo possibilita o carregamento de pequenos volumes, facilitados por uma alça de fixação muito útil para bolsas, sacolas e mochilas durante o deslocamento, além de porta objetos com tomada 12V para carregamento de celulares. Sob o assento há espaço graças a um guarda-volume com capacidade para até um capacete fechado.

Outro ponto forte é a ergonomia proporcionada pelo guidão posicionado de forma confortável, independente da estatura do piloto, graças à altura do assento (799mm). Na traseira há espaço e boa comodidade, com destaque para os apoios de pés retrateis que, quando não utilizados, se incorporam à estrutura das carenagens laterais, sem sobressaltos. As alças de apoio também apresentam design exclusivo e refinado, com possibilidade de fixação de bauleto traseiro central.

Um dos principais diferenciais do modelo está em seu pacote tecnológico. Modelo mais completo no segmento, a SH150i incorpora a tecnologia Smart Key (chave presencial), sistema de freios com ABS (antitravamento), rodas de liga leve de 16 polegadas e o Idling Stop, tecnologia que desliga o motor em marcha lenta por até 3 segundos, religando-o automaticamente quando acelerado, promovendo uma pilotagem mais prazerosa além de economia de combustível. O painel de instrumentos é equipado com velocímetro central analógico de fácil leitura, além de indicadores de nível de combustível, temperatura da água, e uma tela digital com relógio, hodômetro, além de consumo, parcial e instantâneo.

Conjunto mecânico confiável
O motor permanece com o propulsor monocilíndrico OHC (Over Head Camshaft) de 149,3 cm³, 4 tempos, com injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection) e arrefecimento a liquido. A potência máxima é de 14,7 cv a 7.750 rpm e o torque máximo de 1,40 kgf.m a 6.250 rpm garantem boas respostas no acelerador. A transmissão é automática do tipo CVT, que não exige trocas de marchas e facilita a pilotagem.

O conjunto de freios (dianteira e traseira), conta com sistema antitravamento ABS, com disco de 240mm. Outras características que favorecem a pilotagem estão no entre eixos mais curto (1.340mm); baixo peso (129kg) e na distância mínima do solo (146mm). A suspensão dianteira é do tipo garfo telescópico, com curso de 100mm. Na traseira, possui sistema com dois amortecedores que possibilitam até 5 ajustes de pré-carga na mola (curso de 95mm), com maior suavidade e conforto na pilotagem.

O modelo estará disponível em toda rede de concessionários à partir de fevereiro.

 

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Você sabe o que é wearable? Conheça as “tecnologias vestíveis”

Por Gabriela Santana*

Você já se perguntou o que é “wearable”? O universo da tecnologia é marcado por novos produtos e conceitos que, vez ou outra, revolucionam todo o mercado e redefinem a forma como as pessoas lidam com os dispositivos eletrônicos. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Especialistas apontam que, nos próximos anos, os wearables serão cada vez mais naturais no nosso dia a dia. Esse será mais um dos motivos para que as empresas tenham uma presença na internet cada vez mais relevante.

Vamos descobrir mais sobre essa tecnologia agora!

O que é wearable?
O termo em inglês significa, literalmente, “vestível”, “que pode ser vestido”. No Brasil, o conceito é chamado também de “tecnologia vestível”. Ou seja: são dispositivos inteligentes que o usuário literalmente veste e usa como se fosse um acessório.

O potencial das tecnologias vestíveis é imensurável. Há inúmeras aplicações que podem ser desenvolvidas tanto na área de consumo, quanto nas áreas da saúde, do trânsito, da economia doméstica, entre outros.

Quais são os dispositivos vestíveis disponíveis no mercado?
Relógios – Cada vez mais populares, os relógios inteligentes já possuem exemplares no mercado: a Apple lançou em 2015 o seu Apple Watch, relógio integrado ao iPhone que traz recursos que vão além de mostrar a hora: o aparelho controla o batimento cardíaco do usuário, controla playlist de músicas e até entende comandos de voz.

Pulseiras – Pulseiras inteligentes estão entre as tecnologias vestíveis mais populares entre os consumidores, especialmente para monitorar as atividades físicas. As pulseiras têm integração com o smartphone e com a nuvem; isso significa que os dados ficam disponíveis para acesso em qualquer lugar, via aplicativo ou site mobile. Entre as mais populares estão a FitBit e a Samsung Gear Fit.

Óculos – O Google foi um dos pioneiros no desenvolvimento de óculos inteligentes. O Google Glass é um projeto experimental da empresa que teve seu desenvolvimento iniciado em 2006 e, em 2012, foi tornado público pela empresa. O propósito do dispositivo é fornecer informações úteis em primeiro plano na visão do usuário, conceito conhecido como realidade aumentada.

Roupas – Esse segmento, até o momento, está um pouco mais distante do mercado final do que os três anteriores. As roupas inteligentes monitoram movimentos, batimentos cardíacos, respiração e outros sinais vitais dos usuários e enviam essas informações em tempo real para computadores e smartphones. Os principais interessados nessa tecnologia são as empresas, que podem monitorar os seus trabalhadores em tempo real e desenvolver políticas mais eficazes de prevenção a doenças. Entretanto, outros setores também estão de olho, como os hospitais e todo o mercado fitness.

Quais são os benefícios dos wearables para o usuário?
Incentivo à prática de atividades físicas – A prática de exercícios tende a se tornar recorrente — e, definitivamente, mais divertida — com o uso de wearables. Obter informações úteis e interessantes sobre a sua caminhada, pedalada ou outro exercício em tempo real, ajuda a mensurar seu desempenho e os benefícios da atividade.

Monitoramento da saúde – A tecnologia vestível não substituirá um profissional da saúde (ou, pelo menos, não na realidade em que vivemos hoje), mas, como nós não podemos ter um enfermeiro ou médico à nossa disposição o tempo inteiro, os wearables nos ajudam a controlar alguns índices, como a frequência cardíaca, a qualidade da respiração e do sono.

Praticidade no uso da tecnologia – O uso da tecnologia tem se tornado cada vez mais prático e amigável com o passar do tempo. Se antes era necessário utilizar um computador de mesa para acessar a internet, hoje ela está disponível em qualquer lugar na palma da nossa mão. O que é o wearable senão o próximo passo nesse sentido?

Integração cada vez maior entre dispositivos – Não basta somente vestir tecnologia inteligente: é fundamental que esses dispositivos conversem entre si, e o mercado caminha nesse sentido! No futuro, todos os seus dispositivos vestíveis estarão sincronizados e alimentarão uns aos outros, armazenando informações na nuvem.

Aquela mensagem de texto que você recebeu no celular já pode ser vista diretamente no seu relógio inteligente, e no futuro os dados sobre seus batimentos cardíacos poderão ser vistos instantaneamente no seus óculos, por exemplo.

*Gabriela Santana é gerente de marketing LATAM da ReachLocal

 

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Grandes empresas vem adotando realidade aumentada para suporte a clientes

O suporte a distância via telefone de problemas no computador, celular, TV a cabo etc. sempre foi um problema tanto para quem faz quanto para quem precisa, pois não é difícil o usuário não entender o que o atendente está pedindo para fazer e isso acaba frustrando ambas as partes.

Esse cenário começa a mudar com a introdução da realidade aumentada no processo, pois facilita o suporte técnico e acelera a solução do caso.

Grandes empresas do mercado vem adotando esse serviço com excelentes resultados de redução de custos e tempo de atendimento e é sobre isso que Rafael Dias Marfim, gerente de marketing e produtos da ConnectCom, fala nesta entrevista.

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Relógio G-Shock resiste a atropelamento e entra no Guiness World Records. Veja o vídeo!

Um relógio da G-Shock, alcançou o recorde mundial ao ser “atropelado” por um caminhão, e continuou funcionando!

Para atingir tal façanha, um G-Shock modelo DW-5600E-1 foi colocado a prova em um teste, em que mesmo após ser atropelado por um veículo com nada menos que 24,9 toneladas, continuaria funcionando! Veja o vídeo:

Como resultado, a marca recebeu o certificado do Guinness World Records.

 

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Mensagens de “bom dia” estão travando a internet na Índia

Há quem não resista a mandar, pela internet, uma bela imagem em GIF com mensagens positivistas de bom dia. Muita gente reclama dessa prática, dizendo que é desnecessária. Alegam que a internet não funciona como o mundo fora dela e não há necessidade disso. Algo que não é argumento suficientemente bom para brecar a demonstração de boa educação. Contudo um novo ponto de vista sobre essa polêmica pode mudar esse ânimo de saudações.

Pesquisadores do Google descobriram que a lentidão na internet da Índia está sendo causada por milhões de mensagens de bom dia que são encaminhadas a partir do nascer do sol naquele país. O grupo estava procurando respostas para travamentos constantes de smartphones indianos e dificuldades com o tráfego. O Google não é uma operadora de telefonia, mas o bom funcionamento da internet é essencial para seus negócios, portanto, a investigação era considerada uma prioridade da empresa naquela região do mundo, bem longe da sede americana.

Assim que tiveram a primeira pista sobre os travamentos e lentidões, não foi difícil encontrar uma prova contundente. O número de pesquisas feitas no buscador da própria marca para “Imagens de Bom Dia” vinha crescendo cada dia mais na Índia. O mesmo ocorreu em redes sociais. No Pinterest, que é um verdadeiro depósito de imagens, a busca por GIFs de bom dia aumentou nove vezes em 2017.

Exemplo de cima
A prática é algo que está varrendo a Índia. Talvez o maior entusiasta das mensagens matinais seja o primeiro-ministro Narendra Modi, diz a reportagem do Wall Street Journal que detectou o problema na internet do país. Ele se levanta às 5 da manhã para praticar yoga e é conhecido por disparar as mensagens de bom dia quando o sol ainda está subindo. No ano passado, ele reclamou publicamente que um grupo de legisladores não respondia os seus cumprimentos.

Para solucionar o problema antes que ele se espalhe pelo mundo, o Google criou o aplicativo Files Go. Ele marca arquivos para possíveis exclusões e também pesquisa conteúdo semelhante para ser deletado ao mesmo tempo. O objetivo é aliviar as conexões e aplicativos para que eles sirvam de comunicação mais eficiente, pelo menos no ponto de vista da empresa.

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Zona Cerealista online lança Cesta Básica Orgânica

Optar por produtos naturais, além de contribuir para o meio ambiente, ajuda na manutenção da saúde e do bem-estar. Pensando nisso, a Zona Cerealista Online lançou a Cesta Básica Orgânica, que contém 8 alimentos presentes na mesa dos brasileiros com o selo Orgânico Brasil e totalmente livres de glúten.

Os produtos que fazem parte da cesta são: [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…Açúcar demerara 1Kg, arroz integral 1Kg, feijão preto 1Kg, óleo de soja prensado a frio 500ml, café 250g, farinha de arroz integral 500g, molho de tomate 585g e farinha de milho Orgânico 500g. Isso dá um total de aproximadamente 5,3Kg em produtos.

De acordo com o proprietário da loja online, Alex Zago, a iniciativa foi idealizada para quem busca a manutenção de hábitos mais saudáveis e também uma estratégia para quem não consegue consumir apenas alimentos 100% orgânicos. “Outro diferencial é conveniência, já que não é fácil achar todos esses produtos orgânicos nos supermercados”, destaca.

A cesta, no valor de R$109,99, tem ganhado muitos adeptos, levando em consideração o custo x benefício. Inúmeras pesquisas indicam que os orgânicos ajudam na prevenção doenças, desde alergias até problemas mais graves, e possuem mais nutrientes em comparação aos alimentos tradicionais, incluindo fibras, proteínas e alguns minerais.

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Jovens dos anos 80 começaram a programar mais cedo do que Millennials

A geração dos Millennials, que está curtindo sua entrada na vida adulta, pode ter nascido com a internet se popularizando e com a explosão dos computadores e celulares conectados. Mas isso não se refletiu em vontade de aprender a programar o mais cedo possível para eles. É o que aponta o relatório “2018 Developer Skills Report”, da comunidade de desenvolvedores de software HackerRank.

A maioria dos 39 mil pesquisados que estão hoje na faixa dos 18 a 24 anos começaram a codificar entre as idades de 16 a 20 (68,2%). Apenas 1,8% tiveram contato com programação entre os 5 e 10 anos de idade. Em contrapartida, as gerações mais velhas começaram mais cedo. Dos que estão hoje entre os 35 anos e 44 anos, 12,2% começaram a codificar entre os 5 e 10 anos de idade.

“Se as crianças dos anos setenta quisessem ver tecnologia inovadora, elas teriam que construir isso sozinhas – não tinham outra escolha”, destaca o relatório. Não havia recursos generalizados para ensinar-lhes como criar software. Quase metade de todos os desenvolvedores (47%) entre as idades de 45 e 54 começaram a codificar antes de terem 16 anos de idade.

Isso mostra um pouco da normalização da tecnologia em nossas vidas. Contudo não interfere muito no mercado de trabalho para esse profissional. De acordo com o estudo, 36% dos que começaram a codificar após os 26 anos são agora desenvolvedores seniores ou mesmo de nível superior, crescendo rapidamente em suas carreiras.

O relatório traz uma série de informações interessantes sobre o cenário para desenvolvedores. Como, por exemplo, 1 em 4 desenvolvedores começou a codificar antes de aprender a dirigir um carro. E a forma de aprender tem evoluído também por conta da tecnologia. A preferência por ser autodidata é grande e os iniciantes preferem hoje recorrer aos vídeos do Youtube do que aos livros.

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Digital workspace e colaboração: a evolução do home office

Rodrigo Coppola*

A forma como nos comunicamos acompanha a transformação tecnológica. O número cada vez maior de dispositivos e ferramentas à disposição contribui para a composição de novas formas de trabalho e comunicação das empresas, que aos poucos aderem a modelos culturais mais colaborativos. Nesse contexto, entram em jogo dois termos que são frequentemente confundidos como sinônimos, mas são conceitualmente diferentes: home office e digital workspace. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Ambos modelos de trabalhos se diferenciam do tradicional, já que não demandam a presença física do colaborador na empresa diariamente. Mas, na prática, enquanto o trabalho remoto é explicado basicamente pela ausência no escritório, a criação de um ambiente digital incita  uma mudança mais profunda nas organizações, baseada na quebra de paradigmas e na utilização de ferramentas que promovam a aproximação, não apenas entre colaboradores, mas também com os clientes.

Esse novo modelo mais flexível pode aumentar desde a qualidade de vida, até a produtividade das pessoas, que deixam de gastar horas no trânsito para chegar ao escritório, mas se comunicam com colegas constantemente de onde quer que estejam. Como exemplo, a pesquisa “The digital workplace: Think, share, do: transform your employee experience” (O ambiente de trabalho digital: pense, compartilhe, faça: transforme a experiência do seu colaborador, em tradução livre), da Deloitte, constatou que organizações com redes sociais internas são 7% mais produtivas do que aquelas que não as possuem.

A necessidade de unir pessoas alocadas em regiões diferentes e formar grupos de trabalho compostos por profissionais de diversas áreas impulsionaram o desenvolvimento de ferramentas que possibilitam a colaboração remota. Plataformas para conversas corporativas em grupo e telas interativas, que permitem debates sobre projetos, compartilhamento de ideias, sugestões de melhorias e envolvimento do cliente ainda nos estágios iniciais do desenho, compõem os chamados digital workspaces e criam dinâmicas flexíveis de comunicação unificada – por  áudio, vídeo e texto -, de maneira instantânea e à distância.

Para alcançar essa evolução do home office, no entanto,  é preciso romper com a visão de liderança matricial, ainda presente nas empresas. Modelos com um único gestor à frente de projetos e áreas de atuação que não conversam entre si podem impedir o desenvolvimento da colaboração horizontal, desvalorizando os benefícios do ambiente de trabalho digital.

O progresso tecnológico permite que pessoas criem e compartilhem experiências enquanto trabalham de casa, de um restaurante, da praia ou de qualquer outro local que estejam.  Resta a cada um de nós sermos, efetivamente, colaboradores dessa nova realidade.

*Rodrigo Coppola é gerente de desenvolvimento de negócios de colaboração para América Latina na Orange Business Services

 

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