F5 adquirirá a Volterra por US$ 440 milhões

A F5 e a Volterra anunciaram um acordo definitivo sob o qual a F5 adquirirá todas as ações emitidas e a emitir da empresa privada Volterra por aproximadamente US$ 440 milhões em dinheiro e aproximadamente US$ 60 milhões em remuneração diferida e compensação por incentivos não concedidos presumidos, para fundadores e funcionários.

Com a adição da plataforma tecnológica da Volterra, a F5 está criando uma plataforma edge construída para empresas e provedores de serviços, que terá prioridade para a segurança e será app-driven com escala ilimitada.

“As atuais soluções edge são simplesmente inadequadas para os atuais clientes empresariais. É tempo de nos libertarmos de sistemas edge fechados que só perpetuam a dor de desenvolver, executar e dar segurança a apps”, disse François Locoh-Donou, Presidente e CEO da F5.

“Com a Volterra, nós fazemos progredir nossa visão de Aplicações Adaptativas com uma plataforma Edge 2.0 que resolve a complexa realidade multinuvem confrontada pelos clientes empresariais. Nossa plataforma criará uma solução SaaS que resolve os problemas mais críticos dos nossos clientes. O sucesso da transformação de software da F5 nos colocou em uma posição de entregar no potencial do Edge 2.0 e redefinir a nossa posição competitiva”.

“Estou empolgado por trabalhar em contato direto com François e a equipe da F5 para ajudá-los a ser pioneiros na evolução do edge para entregar experiências de aplicações mais adaptativas e dinâmicas para todos os nossos clientes”, disse Ankur Singla, Fundador e CEO da Volterra. “Com a nossa plataforma, estenderemos ao edge a liderança da F5 em segurança de aplicações, expandindo assim nossa penetração combinada no segmento de mais rápido crescimento do mercado total atingível da F5, de USD 28 bilhões em 2023.”

A Volterra permite uma nova plataforma Edge 2.0 open edge, que transformará a posição de liderança da F5 em segurança e distribuição de aplicações empresariais, atacando os desafios inerentes com soluções edge de primeira geração. A plataforma Edge 2.0 da F5 terá as seguintes características:

– Prioridade para a segurança: Entregando segurança líder da indústria em vez de segurança commodity acrescentada a uma CDN ou nuvem.

– App-driven: Fornecendo entrega de apps universal, “desenvolva uma vez, implemente globalmente”. Este edge definido por software, baseado em containers padrão da indústria e APIs, elimina a complexidade da multinuvem.

– Ilimitada em escala: O Edge 2.0 liberta os apps da “prisão da CDN” das plataformas edge fechadas, executando todos os serviços em qualquer servidor, em todas as nuvens e data centers.

As diretorias da F5 e da Volterra aprovaram a transação, que está sujeita a aprovações regulatórias e outras condições habituais de concretização do negócio. Espera-se que a transação se concretize no primeiro trimestre do ano-calendário 2021.

Na concretização da transação, Ankur Singla e a equipe de liderança da Volterra ocuparão cargos elevados na F5. A Volterra permanecerá em sua atual sede em Santa Clara.

Resultados preliminares do primeiro trimestre do ano fiscal 2021
A F5 liberou também uma previsão dos resultados financeiros do seu primeiro trimestre do ano fiscal 2021. Com base nas informações disponíveis no momento, a empresa estima os resultados abaixo para o trimestre encerrado em 31 de dezembro de 2020.

– Receita GAAP e não-GAAP entre USD 623 e USD 626 milhões, representando um crescimento de aproximadamente 10% em relação ao período do ano anterior

– Crescimento da receita GAAP e não-GAAP referente a software de aproximadamente 68% e 70%, respectivamente

– Crescimento da receita de sistemas de aproximadamente 5%

– Crescimento da receita GAAP e não-GAAP referente a produtos entre aproximadamente 22% e 23%

– Crescimento da receita serviços globais pouco acima de zero

– EPS não-GAAP acima do topo de sua orientação anterior de USD 2.26 a USD 2.381

“Estamos em vias de apresentar o nosso melhor resultado trimestral desde que embarcamos em nossa transformação, com um crescimento das receitas de aproximadamente 10% impulsionado por uma forte demanda contínua de software, juntamente com resiliência em nosso negócio de sistemas”, acrescentou Locoh-Donou.

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Medidas de saúde, econômicas e tecnológicas devem alavancar o transporte de cargas no Brasil

Curitiba – PR 27/1/2021 – O principal objetivo da logística de suprimentos é reduzir os custos de produção e comercialização, considerando desde as cargas que serão transportadasEmpresários do setor portuário e do agronegócio desenvolveram um sistema eletrônico de gestão e cotação de frete que oferece uma economia de até 30% nos custos com o transporte de cargas para todo o Brasil.

A inclusão dos profissionais do transporte no grupo prioritário da campanha nacional de vacinação contra a covid-19 e a notícia de que os pneus para transporte de cargas entrarão no Brasil sem pagar Imposto de Importação – decidida pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), com o objetivo de reduzir os custos operacionais do transporte rodoviário de cargas – demostram a relevância do setor para o país.

A redução de impostos passa a valer já nos próximos dias com a publicação no Diário Oficial da União. Já o cronograma de vacinação está sendo definido pelo Ministério da Saúde. A Confederação Nacional de Transporte (CNT) colocou à disposição do Governo Federal as 157 unidades operacionais do SEST SENAT como pontos de vacinação. 

Importância – As medidas têm como objetivo a manutenção da economia, uma vez que as redes logísticas integradas auxiliam no fortalecimento dos níveis de comércio em todo o mundo e protegem as fontes de sustento dos cidadãos.

“Por serem considerados essenciais para o desenvolvimento do Brasil, o Ministério da Saúde atendeu a reivindicação da Confederação Nacional de Transporte (CNT). Esse é um reconhecimento da importância do trabalho que vem sendo desempenhado pelo setor, essencial para a manutenção das atividades de todo o país”, afirma o presidente da CNT, Vander Costa, em entrevista recente.

O transporte pelas estradas é o modal mais utilizado no país. Consequentemente, devido às condições das rodovias brasileiras, os custos logísticos representam 12,1% do PIB – segundo estudo realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPEAD/UFRJ) – e podem comprometer até metade do orçamento das transportadoras.

Para que se tenha ideia, a logística no agronegócio se firmou como um diferencial competitivo de peso.

Segundo o empresário Valdécio Bombonatto, que tem mais de 30 anos de atuação no setor de logística portuária, um dos maiores desafios do agronegócio é fazer a gestão dos insumos necessários para a produção agrícola e agropecuária, com eficiência e economia. “O principal objetivo da logística de suprimentos é reduzir os custos de produção e comercialização, considerando desde as cargas que serão transportadas até os prazos exigidos pelas empresas agropecuárias para manter a produtividade em alta”, afirma Valdécio.

Conforme estudos do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica (Gite) da Embrapa, se o Brasil solucionasse os problemas no escoamento de produtos do agronegócio, produtores teriam um ganho 35% superior ao atual.

Evolução tecnológica – Pensando neste mercado, empresários do setor portuário e do agronegócio desenvolveram um sistema eletrônico de gestão e cotação de frete que oferece uma economia de até 30% nos custos com o transporte de cargas para todo o Brasil.

A plataforma FastFrete possibilita a realização de cotações e a integração entre embarcadores e transportadoras – principais atores no cenário da logística brasileira. Ao todo  são mais de  300 transportadoras cadastradas para grãos e granel em todo o país.

“O mercado de transportes e logística está atravessando uma rápida revolução tecnológica – especialmente neste momento em que estamos vivendo – que está conectando toda cadeia, do motorista de caminhão aos transportadores e embarcadores, da indústria ao varejo”, conta o diretor comercial da FastFrete, João Bombonatto Neto .

Ele ressalta que, por meio da tecnologia, empresas e profissionais da estrada obtêm maior eficiência no planejamento das viagens e redução de custos.

Segundo a NTC & Logística, o Brasil tem cerca de 2 milhões de caminhões em atividade com uma ociosidade de 60%, o que resulta num excesso de 300.000 caminhões nas estradas.

Novidade  – O próximo passo da Fastfrete agora é lançar o aplicativo para o caminhoneiro.“Conectados, os caminhões trocam dados em tempo real com as transportadoras e entre si sobre riscos potenciais, como eventos meteorológicos, roubos, interrupções de rotas, motoristas com comportamentos de direção perigosa ou trechos com alto índice de acidentes”, menciona o diretor operacional da Fastfrete, Paulo Henrique Tonello.

Como funciona – Acessando www.fastfrete.com.br  ou baixando o aplicativo FastFrete os usuários realizam o cadastro da carga a ser transportada e inserem os dados que serão utilizados pela plataforma para operacionalizar a cotação. As transportadoras recebem um aviso de cadastro por email e mensagem de texto, gerando um maior número de propostas feitas. Ao término da cotação, levará a carga o transportador com a proposta de menor valor de frete.

Além da praticidade, economia e agilidade, a FastFrete apresenta a opção de acompanhamento de todos os lances em tempo real, informações sobre a quantidade de cargas aprovadas fretadas por transportadoras e o custo de frete.

Website: http://www.fastfrete.com.br 



Busca por talentos em tecnologia: A escassez de perfil sênior, rotatividade e aumento de salários

A escassez de talentos em TI na região preocupa todas as empresas. Particularmente no Brasil, a Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) alertou que a indústria de tecnologia no Brasil vai criar mais de 1,3 milhão de empregos, com cerca de 48 mil vagas que, se não forem preenchidas, resultarão em prejuízos de US$ 28 bilhões para as empresas locais.

“No nosso caso particular, a situação é agravada porque as nossas necessidades são de perfis seniores e que têm um nível de inglês muito bom, já que trabalhamos para cobrir o mercado dos Estados Unidos” comenta Javier Minsky, CEO da Virtualmind, empresa de tecnologia com presença global.

Outra barreira é a crescente competição entre empresas, que lutam para oferecer benefícios sedutores para seus candidatos. “Nossa proposta inclui trabalho 100% remoto e remuneração em dólares americanos, o que é muito competitivo no mercado, atividades recreativas, horários flexíveis, plano de treinamento, cursos em plataformas online, plano de certificação, aulas de inglês e reconhecimento por tempo de atividade na empresa”, diz Fernando Judzon, COO da Virtualmind. Apesar dos benefícios atraentes, encontrar o talento certo não é tão fácil.

A competição entre as empresas para ser o melhor empregador continua. Existem muitas companhias que trabalham nos atrativos de sua marca de empregador com boas cartas de apresentação, como a inclusão nos rankings do Great Place to Work, uma certificação que a Virtualmind também possui.

Boca a boca e redes sociais, como Twitter ou LinkedIn, também podem servir como publicidade para fazer com que os candidatos as escolham. Além disso, outra iniciativa interessante é um Plano de Referências, que visa reconhecer os membros do Virtualmind que indicam um potencial candidato que, depois de passar pela etapa seletiva, acaba por ser contratado.

Outra ameaça ao preenchimento de vagas é a alta rotatividade. Em países da região essa taxa pode chegar a 30%. Isso somente pode ser atenuado por ofertas atraentes ao lado de projetos desafiadores e tecnologias de ponta, mas acima de tudo, com atenção constante ao bem-estar das pessoas por meio de pesquisas de clima e políticas consistentes para melhorar o dia a dia dos colaboradores. “Procuramos com nossos clientes criar a melhor equipe, de forma a cumprir todos os objetivos”, enfatiza Minsky.

Nós tivemos a oportunidade de bater um papo com Fernando Judzon, COO da Virtualmind, e o executivo deu uma visão a sua sobre o mercado e interesses da empresa no país. Acompanhe:

Adriano – Em um mercado tão concorrido, como conseguir atrair e reter os melhores talentos? Qual a maior dificuldade?
Fernando – Em um mercado tão competitivo, acreditamos que a estabilidade e a cultura da empresa são dois fatores importantes a serem oferecidos aos nossos candidatos. Na Virtualmind não estamos apenas focados no bem-estar de nossos Virtualminders, mas também temos uma equipe de People Care que está constantemente trabalhando para melhorar os benefícios e oportunidades de nossos candidatos. Buscamos que as pessoas se sintam desafiadas, com projetos que tenham características que proporcionem crescimento e a possibilidade de buscar novos horizontes quando as metas vão sendo alcançadas. Nada disso seria possível sem clientes alinhados aos nossos valores, cultura e demandas.

Adriano – Como a Virtualmind busca oferecer aos candidatos as melhores oportunidades para atrair os melhores talentos?
Fernando – Na Virtualmind, buscamos sempre incorporar projetos desafiadores e clientes de alto nível aos quais nossos colaboradores possam demonstrar suas habilidades em novos desafios. Diante de uma mudança de interesses por parte do candidato, seja por estar em busca de novos desafios ou mudanças em sua carreira, trabalhamos para poder oferecer oportunidades para que a pessoa se sinta mais uma vez desafiada e satisfeita com o papel que ele ocupa.

Adriano – Com o trabalho 100% remoto, qual a metodologia para se avaliar o grau de senioridade do candidato?
Fernando – Temos um processo de recrutamento exigente no qual, em uma primeira instância conhecemos o candidato e fazemos uma primeira avaliação da senioridade. Já com o candidato dentro da equipe, essa avaliação é feita com o progresso que ele mesmo tem nos desafios que está enfrentando, nos objetivos que está cumprindo, sempre de acordo com as expectativas do projeto. Procuramos que os objetivos e metas sejam claros. Também a comunicação fluente permite avaliar adequadamente a produtividade e senioridade da pessoa em questão.

Adriano – Como a empresa vê os talentos brasileiros?
Fernando – Dentre os talentos brasileiros destacamos o seu comprometimento, estão sempre motivados e dispostos a contribuir com sua experiência pessoal nos projetos de nossa empresa. O fato de nossos projetos serem todos dos Estados Unidos gera muito entusiasmo. Isso também permite ter a experiência de trabalhar com colegas muito experientes de diferentes latitudes.

Adriano – Estamos em um momento econômico delicado por conta da pandemia. Com isso, qual a expectativa da empresa para o Brasil?
Fernando – Nossa expectativa é continuar crescendo e nos desenvolvendo no Brasil. Não só temos muitas oportunidades de crescimento no país, mas também obtivemos resultados muito bons nesse mercado.

Adriano – Como a empresa está programando sua expansão no país?
Fernando – Buscamos ser reconhecidos pelos valores e cultura da Virtualmind no Brasil. Que os candidatos escolham a Virtualmind por causa das oportunidades, desafios e compromisso com o trabalho. Atualmente contamos com um Plano de Referências, que visa reconhecer os membros do Virtualmind que indicam um potencial candidato que, após se candidatar a uma das buscas ativas, entre na equipe para trabalhar. Nossos focos de recrutamento têm o Brasil como prioridade.

A Virtualmind conta 20 vagas disponíveis no Brasil, em busca de profissionais para apoiar na ampliação da atuação no país. A empresa possui um grande número de colaboradores com mais de 5 anos de atividades na empresa, o que é raro no setor e evidencia o compromisso da Virtualmind com as pessoas e seu desenvolvimento.

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Quais os cuidados com os cães no verão?



Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação em Nuvem e 5G serão as tecnologias mais importantes para 2022, mostra pesquisa

novas tecnologias

Inteligência Artificial (IA), Machine Learning, Computação na Nuvem e 5G serão as tecnologias mais importantes para o ano que vem, na opinião de líderes globais de tecnologia dos Estados Unidos, Reino Unido, China, Índia e Brasil. Este é o resultado da pesquisa O Impacto da Tecnologia em 2022 e Além: um Estudo Global do IEEE, realizado entre os dias 8 e 20 outubro de 2021.

O estudo envolveu 350 diretores de tecnologia, diretores de informação e diretores de TI. Um em cada cinco especialistas (21%) apontaram a IA e Machine Learning como os principais destaques tecnológicos para 2022. Computação na nuvem (20%) e a banda 5G (17%) também foram citadas. E 95% deles concordam – incluindo 66% que concordam fortemente – que a IA conduzirá a maior parte da inovação em quase todos os setores da indústria nos próximos 5 anos.

Para Filipe Torres, membro do IEEE, a Inteligência Artificial é uma área considerada nova e com muito ainda a ser descoberta. “É o setor da tecnologia que está mais em alta no mundo hoje, devido às diversas aplicações. No Brasil, vejo que IA pode ser aplicada na área de saúde e educação, impactando treinamentos, classificações, metodologias e simulações dessas áreas.”

Pesquisa no Brasil
Os líderes brasileiros em TI, entrevistados pelo IEEE, acreditam que o setor de serviços financeiros (54%), seguido por entretenimento (48%) e manufatura (44%) foram as três áreas mais impactadas pela tecnologia em 2021. Para 64% deles, o crescimento tecnológico será incontrolável nos próximos anos. E 48% acreditam que, nos próximos 10 anos, metade ou mais do que é feito por humanos será aprimorado por robôs.

Banda 5G
Uma das tecnologias mais citadas na pesquisa foi a banda 5G, que deve chegar ao Brasil em meados no ano que vem. Quando perguntados quais das seguintes áreas o 5G mais beneficiará no próximo ano, os líderes de tecnologia apontaram:

– telemedicina, incluindo cirurgia remota e transmissões de registros de saúde (24%)
– ensino e educação em distância (20%)
– comunicações pessoais e profissionais do dia a dia (15%)
– entretenimento, esportes e transmissão de eventos ao vivo (14%)
– fabricação e montagem (13%)
– transporte e controle de tráfego (7%)
– redução de carbono e eficiência energética (5%)
– agricultura (2%)

Dispositivos conectados
Como resultado da mudança para o trabalho híbrido e a pandemia, mais da metade (51%) dos entrevistados afirmam que o número de dispositivos conectados aos seus negócios – como smartphones, tablets, sensores, robôs, veículos e drones –, aumentou até 1,5 vezes. Para 42% dos entrevistados o número de dispositivos aumentou mais de 1,5 vezes. 

No entanto, as perspectivas divergem globalmente quando perguntados sobre o gerenciamento destes dispositivos: 78% na Índia, 64% no Brasil e 63% nos EUA concordam que o crescimento dos dispositivos será incontrolável, enquanto uma grande parcela na China (87%) e pouco mais da metade (52%) no Reino Unido discordam. 

Para saber mais sobre o estudo e o impacto da tecnologia em 2022, visite o site.

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Mitos e verdades sobre o refrigerador side by side da Samsung, com três portas


De nerd a empresário que fatura mais de R$ 400 milhões/ano

gilmar_1440x717Nesta entrevista Gilmar Batistela, CEO Global da Resource IT, fala sobre seu perfil e caminhada profissional desde 1979, ainda estudante, quando começou a programar nas linguagens de programação Fortran e Assembler.

Batistela se considerava um nerd e, quando trabalhava na antiga VASP – a extinta Viação Aérea São Paulo – entre 1982 e 1986, “…eu levava planilhas para analisar durante os feriados de Natal, quando ia visitar meus pais no interior de São Paulo”, relembra.

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Da VASP foi trabalhar na São Paulo Alpargatas – onde descobriu sua veia de negócios – e em 1991 entrou no Unibanco. Lá criou a Resource IT para prestar serviço à instituição financeira e foi a partir daí que a transformou em uma das maiores e mais bem sucedidas empresas de serviços de tecnologia brasileira.

Hoje é um dos empresários brasileiros de TI mais bem sucedidos, sem investidores, com faturamento superior a R$ 400 milhões/ano e presente em outros países da América Latina e Estados Unidos.

Porém, tem fortes planos para trazer investidores para que a empresa mude de patamar.

Veja agora a entrevista e conheça detalhes da caminhada profissional do executivo.

 

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GFT abre vagas para estagiários da área da computação

A GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, anuncia a abertura de vinte vagas de estágio, distribuídas entre os centros de desenvolvimento de Sorocaba e Alphaville, para jovens talentos da área da computação.

A iniciativa, denominada START, está em sua sexta edição e visa o desenvolvimento progressivo dos estagiários, que ao longo do estágio irão passar pelas várias fases dos processos de negócios, além de contar com programas de desenvolvimento, treinamentos formais, palestras, entre outras práticas que auxiliarão em sua formação e adequação aos valores corporativos da GFT. “Esta estratégia visa formar um profissional preparado para enfrentar os diversos desafios do mundo corporativo”, afirma Marco Santos, managing director Latam da GFT.

Para concorrer a uma das vagas o candidato deve ter formação prevista entre julho de 2018 e julho de 2019 nos cursos de Ciências ou Engenharia da Computação, Sistemas da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Tecnologia da Informação, entre outros correlatos. Outro requisito é ter disponibilidade para trabalhar 30 horas semanais e um bom nível de inglês é desejável.

O processo de seleção será composto por dinâmicas de grupo e uma entrevista individual com a Comissão de Estágio START. As inscrições estão abertas até 06 de janeiro de 2017 e para concorrer a uma das vagas é necessário fazer a inscrição por meio da página do programa www.gft.com/start-brazil

Benefícios
Os benefícios que GFT Brasil oferece aos STARTERS incluem bolsa-auxílio, vale alimentação ou refeição, vale transporte, seguro de vida em grupo, assistência médica e odontológica e curso de inglês para ajudá-los a melhorar o conhecimento e comunicação no idioma. Eles também contarão com um horário flexível a fim a não interferir com o horário das aulas.

Para os melhores STARTERS, ainda há possibilidade de efetivação. “É uma grande oportunidade para o desenvolvimento de jovens em início de carreira, que além de terem à sua disposição toda a estrutura de uma empresa multinacional, incluindo um plano de carreira com acompanhamento individual e diversos benefícios também poderão tornar-se integrantes do time de projetos digitais em clientes nacionais e internacionais da indústria financeira”, finaliza Santos.

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Brasileira de TI, Resource anuncia novo CEO para comandar expansão internacional

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI, anuncia a contratação de um novo CEO e plano global de crescimento. A partir de 10 de janeiro de 2017, Paulo Marcelo assume a posição e será responsável pelas operações no Brasil e no exterior. O fundador da Resource, Gilmar Batistela, passará a atuar como chairman, com foco na estratégia de internacionalização da companhia, inovação e aquisições, trabalhando de forma sincronizada com o novo CEO.

“Estamos muito felizes em ter Paulo Marcelo no comando de nossa organização, somando seu conhecimento de cerca de 30 anos na área de tecnologia”, afirma Batistela. Com o anúncio, a Resource inicia uma nova fase de sua bem-sucedida trajetória de 25 anos de mercado. “Seremos a maior integradora de transformação digital do Brasil”, diz Paulo Marcelo. Segundo o executivo, graças à presença no Vale do Silício (EUA), os últimos três anos foram estratégicos para a Resource se preparar para a ampliação do portfólio de novas soluções, incluindo aceleradores digitais ideais para impulsionarem as empresas a atingirem mais produtividade e competitividade.

“Somos uma companhia que constrói todas as camadas de relacionamento e que tem acompanhado as tendências de mercado”, diz Gilmar Batistela. Segundo o chairman, “enquanto a grande maioria dos prestadores de serviços de TI no Brasil ainda estão focados apenas em ofertas que demandam mão de obra intensa, nos diferenciamos cada vez mais como um fornecedor estratégico de inteligência, preparado para auxiliar nossos clientes a adaptarem seus negócios para o novo mundo digital”.

A Resource atua muito além do modelo TI Bimodal, com uso de soluções digitais prontas e semi-prontas que aceleram os negócios de empresas de todos os segmentos do mercado, em especial nos setores financeiro, de saúde, varejo e bens de consumo. “O Brasil precisa de tecnologias de ponta para recuperar sua posição de destaque na economia mundial”, afirma o novo CEO, lembrando que, enquanto o mercado de TI ficará com taxas de crescimento de cerca de 5%, a Resource atuará em áreas com potencial de expansão de mais de dois dígitos.

Além de sempre antecipar tendências, a Resource oferece solidez tecnológica e serviços end-to-end. Atua desde o entendimento das necessidades, até a entrega de soluções e de aplicativos que ajudem os clientes a incrementarem seus negócios. “Não oferecemos apenas um produto, mas sim uma consultoria completa para ajudar as empresas a se destacarem no cenário digital, com novas soluções e modelos de negócios ainda mais rápidos e integrados”, diz Batistela.

O Plano Global de Crescimento da Resource para os próximos cinco anos prevê uma série de atividades. A empresa terá um modelo de governança ainda mais estruturado, que contempla a renovação de seu conselho consultivo de administração para os padrões de uma companhia de porte internacional, visando uma futura abertura de capital. A empresa, que sempre atuou com recursos do próprio fundador, estuda novas possibilidades de crescimento com apoio de parceiros estratégicos e de fundos de investimento que agreguem valor à sua operação, alavancando seus negócios.

“Estamos nos preparando para ingressar na Bolsa de Valores em três anos e, com isso, sermos uma das primeiras integradoras brasileiras de soluções digitais a ter capital aberto”, comemora Batistela. “O objetivo é preparar a Resource para um novo ciclo de crescimento que prevê dobrar o faturamento em três anos e atingir cerca de R$ 1 bilhão de receita anual até 2021”, diz Gilmar Batistela.

Os planos de expansão incluem, ainda, diversas ações para ampliar a presença da Resource no Brasil e no exterior. Ao longo de sua trajetória a empresa já adquiriu dez companhias para complementar sua estrutura. Em 2017 reiniciará o plano de aquisições, visando impulsionar suas operações no mercado internacional, bem como identificar oportunidades no mercado brasileiro. “Vamos intensificar nossas operações internacionais nos próximos três anos, com destaque para a América do Norte e América Latina, regiões com características de alavancagem para um novo patamar de mercado”, explica Batistela.

A empresa, que já atua em cinco países, acaba de abrir seu terceiro escritório nos Estados Unidos (Texas) e iniciar suas operações no México, a segunda maior economia da América Latina e uma das 15 maiores do mundo. A presença em solo norte-americano começou em 2000 por Miami (Flórida). Em 2014, a Resource inaugurou um centro de inovação no Vale do Silício (Califórnia – EUA) visando trazer as últimas tendências em tecnologia aos seus clientes. Nos últimos três anos o fundador da companhia esteve pessoalmente envolvido no processo de internacionalização e, com esse novo ciclo, espera aproximar ainda mais a Resource de startups no Vale do Silício, identificando soluções inovadoras para futuras aquisições.

“Somos uma empresa genuinamente brasileira e que será cada vez mais global, sempre mantendo o DNA de atendimento personalizado aos clientes fortemente alinhado ao nosso posicionamento de sermos sempre closer, faster and better”, reforça o chairman.

Todas essas iniciativas contribuíram significativamente para o posicionamento da Resource como uma empresa mais inovadora, com portfólio de serviços que inclui ofertas dos maiores fornecedores de software do mundo, como SAP, IBM, Salesforce e Oracle. “A economia brasileira dá sinais de aquecimento e estamos prontos para acelerar e crescer no Brasil e em demais países com soluções novas, comercializadas em escala e feitas sob medida para cada segmento de indústria, que vão auxiliar nossos clientes a serem ainda mais produtivos e agilizarem seus negócios”, diz Batistela.

Novo comando
A partir de 10 de janeiro, Paulo Marcelo será CEO da Resource. Com cerca de 30 anos de vivência no mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), tem sólida experiência em Planejamento Estratégico, Desenvolvimento de Negócios e Gestão de Demonstrativo de Lucros e Perdas (P&L). Antes de ingressar na Resource, o executivo foi Presidente da Capgemini no Brasil por três anos.

“A Resource é uma das empresas mais diferenciadas do mercado e estou muito animado em liderar seu crescimento para os próximos anos”, diz Paulo Marcelo. Formado em Ciências da Computação pela UFBA, tem Pós-Graduação em Administração de Empresas pela FGV-SP e Mestrado em Engenharia de Computadores e Software pela IPT-USP. Possui também diversos cursos no exterior de especialização em universidades renomadas como Harvard e Wharton/Insead.

Com sua experiência multidisciplinar, liderou projetos em áreas variadas incluindo aplicações, serviços de infraestrutura e integração de soluções para grandes empresas de diversos setores, com destaque para o setor financeiro.

Currículo
Paulo Marcelo é reconhecido pelo mercado de TI e atua como palestrante de importantes eventos no Brasil. Ao longo dos últimos anos, tem contribuído para o desenvolvimento do setor de tecnologia no País, atuando como Vice-Presidente da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) e como membro do Grupo de CEOs da Câmara Americana de Comércio.

Iniciou sua carreira como consultor, tendo atuado depois como executivo e CIO de diversas empresas brasileiras e como fundador e acionista da UNITECH. Em 2007, depois de fundir sua companhia com a BRAXIS, passou a comandar a Diretoria de Vendas da CPM Braxis. No começo de 2009, foi nomeado Vice-Presidente de Indústria Cluster e contribuiu para o crescimento acelerado da companhia durante três anos. Como membro do Comitê Executivo da CPM Braxis, apoiou as aquisições pelo Grupo Capgemini (2010) e a parceria estratégica com a Caixa Econômica Federal (2012). Foi líder de Serviços Financeiros por dois anos antes de ser nomeado Presidente da Capgemini em 2014, quando iniciou o Programa de Transformação do Brasil e a integração da subsidiária local com as operações internacionais da empresa.

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Oracle do Brasil anuncia novo presidente

A Oracle do Brasil anuncia que Rodrigo Galvão é o novo presidente da empresa no País. O executivo, que está na empresa há mais de 15 anos, assume a operação do Brasil, reportando-se a Luiz Meisler, vice-presidente Executivo da Oracle América Latina.

Galvão iniciou sua carreira na Oracle em 2002, como trainee da área financeira. Desde então, ocupou posições na área de Vendas, como gerente e diretor, até ser vice-presidente em 2015. Desde 2016, liderou a área de Vendas e Inovação em Cloud.

Em seu novo desafio à frente da liderança da empresa no Brasil, Galvão terá, entre diversas prioridades, a missão de continuar a destacar a presença da Oracle no mercado e contribuir para a transformação digital dos clientes. Além disso, ele e o time seguirão o caminho a fim de apoiar os clientes a acelerarem a modernização dos seus processos de negócios com simplicidade e inovação.

“A nomeação de Rodrigo Galvão é a prova de um desenvolvimento sólido de carreira. Seu perfil elevará ainda mais a contribuição da Oracle ao mercado brasileiro com uma nova visão de modernidade e criatividade”, afirma Luiz Meisler.

Galvão é bacharel em Business Administration pela PUC-SP e possui dois Masters em Business Administration pela Michigan University e pela IESE Business School.

 

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Só para mulheres: inscrições para curso de programação da CA

Dando sequência à série de iniciativas para promover a formação de mulheres em tecnologia, a iniciativa PrograMaria e a CA Technologies lançam mais uma ação focada no público feminino. As inscrições para o curso de formação “Eu progr{amo}” vão até 9 de julho. A carga horária será dividida em 12 aulas, entre os dias 08 de agosto e 19 de setembro, totalizando 40 horas de formação.

O curso é destinado a pessoas com pouco ou nenhum conhecimento prévio em linguagens de programação e que querem usar a tecnologia como ferramenta no dia a dia. Será uma introdução a conceitos básicos de HTML, lógica, JQuery, JavaScript e CSS, capacitando as estudantes a programar sites. As 25 vagas disponíveis são destinadas ao público feminino e para concorrer, basta ter interesse pelo universo da programação. O curso será oferecido no SENAI do bairro de Santa Cecília, todas às terças e quintas, das 19h às 22h.

Patrocinado pela CA Technologies, uma das maiores fornecedoras de tecnologia corporativa do mundo, serão oferecidas bolsas de estudos às solicitantes que não puderem pagar o valor de inscrição. Esta é a terceira edição do curso de formação, que já formou 63 mulheres e recebeu mais de 1,6 mil inscrições no total.

O êxito de inscrições nas edições passadas comprova que as mulheres precisam apenas de incentivos para entrar no mercado de trabalho de tecnologia. “É fundamental remover as barreiras que separam as mulheres da tecnologia, não só porque o mercado carece de profissionais qualificados, mas principalmente porque o futuro está sendo escrito em linhas de código. A sociedade precisa que as mulheres também sejam protagonistas desse futuro”, afirma Iana Chan, fundadora da PrograMaria.

Representatividade
Apesar de serem maioria na população e no Ensino Superior, o Censo IBGE 2010 mostrou que as mulheres brasileiras representam apenas 22% das turmas de Ciências da Computação e, é claro, a falta de representatividade na educação continua no mercado de trabalho. De acordo com o levantamento Stack Overflow Developer Survey, edição 2017, as mulheres representam menos de 8% dos desenvolvedores no mundo.

A carência de mulheres no setor é uma estatística que a CA Technologies pretende fazer sua parte para mudar. “Acreditamos que é nosso dever estabelecer um ambiente de trabalho que promova a diversidade, igualdade de gênero e inclusão de minorias. E para que nossa empresa reflita essa visão é necessário apoiar causas como esta. Queremos ver a transformação no mercado acontecer”, afirma Alexandre Scaglia, diretor de comunicação e responsabilidade social da CA Technologies na América Latina.

 



Linx tem vagas abertas em São Paulo

A Linx, de software de gestão em varejo, tem 25 oportunidades de trabalho nas áreas técnica, administrativa, financeira e comercial, todas para a cidade de São Paulo.

No total são 8 oportunidades na área técnica, para os seguintes cargos: Especialista em Infraestrutura, Analista Sênior Desenvolvedor .Net, Analista Pleno de Infraestrutura, Analista Júnior de Infraestrutura, Analista Pleno Desenvolvedor .Net, Analista Pleno de Treinamento, Analista Júnior em Suporte de Sistemas e Analista TR de Teste.

Em relação à escolaridade, para vagas de assistentes e auxiliares a Linx solicita 2º grau completo; para os analistas Júnior a Linx pede que o candidato esteja em curso superior ou que seja recém-formado; para analistas Pleno e Sênior, a empresa solicita curso superior completo. Já para cargos de gerência, é recomendável estar cursando pós-graduação ou MBA.

Os interessados devem acessar o site da Linx, em Vagas, (https://www.linx.com.br/carreiras), onde é possível ver mais detalhes sobre as oportunidades de trabalho disponíveis, além de fazer a inscrição para as vagas.



Paula Paschoal é nova diretora-geral do PayPal Brasil

O PayPal Brasil anuncia a promoção de Paula Paschoal ao cargo de diretora geral – função que Mario Mello, diretor-geral do PayPal para a América Latina, acumulava desde maio de 2014. Em sua nova posição, Paula será responsável pela expansão dos negócios locais e pelo relacionamento com as autoridades regulatórias, trabalhando em estreita colaboração com a matriz em San Jose, nos Estados Unidos, para troca de práticas globais.

Desde dezembro de 2015, a executiva ocupava a diretoria Comercial do PayPal no Brasil, liderando o atendimento a grandes contas, além da área de SMB. Antes disso, desde julho de 2010, Paula foi diretora de Vendas e Desenvolvimento de Negócios, período em que alcançou resultados expressivos na conquista de novos clientes e na expansão de parcerias já estabelecidas.

Durante quase sete anos no PayPal, Paula adquiriu significativa experiência global, conduziu habilmente suas equipes e teve papel fundamental na realização de transações que colocaram a companhia em um patamar de excelência no mercado. Formada em Administração de Empresas pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), foi, anteriormente, head do site Fnac.com.br.

A promoção de Paula Paschoal evidencia a valorização das mulheres no PayPal Brasil, que em seu escritório conta com 50% dos cargos de liderança em diretoria ocupados por executivas. “É muito motivador fazer parte do time de uma empresa que realmente incentiva a igualdade de gêneros e valoriza o papel das mulheres em todo o mundo. O sucesso da companhia é resultado também da maneira como engrandece a dedicação de cada pessoa, sempre respeitando a individualidade de cada um e a diversidade de pensamento do grupo”, comenta Paula Paschoal.

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OLX tem vagas abertas no RJ e SP

A OLX contratou mais de 100 novos colaboradores nos seis primeiros meses de 2017 e já começa o segundo semestre com mais de 50 vagas abertas para os escritórios de São Paulo e Rio de Janeiro. Demonstrando a importância da área de tecnologia para os negócios da empresa, o setor tem destaque entre as oportunidades, com mais da metade das vagas anunciadas. Só no primeiro semestre, 24 pessoas foram contratadas para os times de Tecnologia e Produto.

“Temos um plano de expansão sustentável que inclui mais de 40 vagas em tecnologia, big data e produto para o 2º semestre. Esperamos fechar o ano com cerca de 150 profissionais nessas áreas”, afirma Simone Grossmann, Chief Human Resource Officer da OLX Brasil. Independentemente das vagas em aberto, a OLX está sempre de olho no mercado, atenta aos talentos, e mantém uma busca constante por bons desenvolvedores, engenheiros e cientistas de dados, designers, gerentes de produto e de engenharia.

Além de tecnologia, outras áreas possuem vagas abertas na empresa. “Há previsão de crescimento em todas ás áreas da OLX, como Administrativo, Financeiro e Marketing”, diz Simone. A executiva ressalta que a empresa busca profissionais que prezam trabalhar com autonomia, que gostam de desafios, pensam de forma inovadora e estejam alinhados com o propósito da OLX de aproximar brasileiros para transformar itens em felicidade.

Os candidatos podem enviar currículos para as vagas pelos link vagas.com/OLX e no perfil da empresa no Linkedin www.linkedin.com/company/olx-brasil.

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Veeam nomeia Jorge Ribkin como country manager

A Veeam Software tem novo country manager no país para cuidar das estratégias de atuação e expansãoa da companhia. Jorge Ribkin, assumiu o cargo essa semana e cuidará de um dos maiores maiores mercados da da empresa. “A cada ano, a Veeam tem dobrado o número de clientes no Brasil, e a expectativa é manter essa mesma taxa de crescimento nos próximos três anos”, disse Jorge Ribkin.

Atualmente, a empresa possui mais de 1.700 clientes no país e tem mantido um crescimento médio na receita local de 85% ao ano desde o início de sua operação no Brasil em 2012. Globalmente, a Veeam registrou uma receita de US$ 607 milhões em 2016 e tem planos agressivos de se tornar uma empresa de US$ 1 bilhão até 2018.

Nesta nova fase de expansão local, a Veeam tem como principais objetivos consolidar sua presença no segmento Commercial e ampliar seus negócios no segmento Enterprise. Para isso, continuará a investir no time local com a contratação de profissionais com histórico de gestão de relacionamento em contas de grande porte. A filial em São Paulo será transferida para um escritório maior e deve ganhar mais dois profissionais ainda este ano. Além disso, a empresa pretende adicionar grandes parceiros e integradores à sua rede nacional de revendedores e distribuidores, e investir na ampliação de alianças com parceiros tecnológicos globais, mantendo sempre um alinhamento local.

Currículo
Com 26 anos de experiência na área de tecnologia e telecomunicações, Jorge Ribkin atuou como gerente e diretor nas áreas de negócios e vendas em empresas como Telemar, Citrix, Sterling Commerce e Autonomy. Antes de entrar para a Veeam, foi country manager da Commvault no Brasil por cinco anos, tendo ajudado a estabelecer a empresa no país.

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everis apresenta novo conceito para as agências bancárias com tecnologias digitais na CIAB Febraban

A everis apresentou um novo conceito para agências bancárias no CIAB Febraban, com tecnologias digitais. A proposta do Phygital é de integrar tecnologias digitais aos espaços físicos, com o ambicioso objetivo de transformar agências bancárias em locais mais intuitivos, inteligentes e personalizados. Esta nova dimensão da experiência do cliente provém da disseminação das tecnologias móveis: clientes conectados – onde estiverem, com aplicações personalizadas, passam a buscar a mesma experiência nos ambientes físicos.

Já existem agências-conceito experimentando recursos como lounges, coworking, cafeterias, atendimento por robôs, consultores por videoconferência, quiosques de autoatendimento, mesas digitais e painéis com controle gestual. Mas, o Phygital utiliza sensores e atuadores apoiados por inteligência artificial (IA), além da integração com os canais digitais, para atrair, engajar e atender os clientes de forma mais automatizada, cruzando dados sobre o fluxo de pessoas e os interesses individuais.

Eli Rodrigues, gerente de experiência digital na everis, explica que o Phygital engloba diversas tecnologias para criar oportunidades de negócios ao longo do tempo que uma pessoa permanecer na agência bancária. Por meio de dados analíticos, é possível reavaliar o layout da agência, construir novas ofertas baseadas no comportamento e até decidir quem deve atender cada cliente.

“A partir daí, abre-se um leque de possibilidades. O cliente passa a ser chamado pelo nome e pode usar seu tempo de espera para conhecer sobre criptomoedas ou abrir sua carteira digital, por exemplo.”

A IA oferece apenas produtos que o cliente tenha interesse e possa adquirir. As possibilidades chegam ao ponto de proporcionar a compra um carro, uma casa, um barco ou qualquer produto físico que necessite de apoio bancário, sem sair da agência, por meio de um marketplace virtual. O cliente pode avaliar o produto em seus diversos aspectos e fazer a aquisição com o apoio de seu gerente, para tratar do financiamento.

No estande da everis no evento, os visitantes puderam conhecer algumas dessas soluções, como mapeamento e rastreamento do ambiente físico, análise de fluxo de pessoas, análise de sentimentos, entre outras.

 



Unisys nomeia dois VPs para duas operações na América Latina

Companhia anuncia novos VPs de vendas para as verticais de Commercial
e de serviços financeiros com o intuito de expandir as operações da região

A Unisys anuncia a nomeação de Marcus Luz como novo vice-presidente de vendas para a vertical de Commercial na América Latina.

Companhia anuncia novos VPs de vendas para as verticais de Commercial e de serviços financeiros com o intuito de expandir as operações da região
Foto: Divulgação

Marcus fica baseado em São Paulo e tem sob sua responsabilidade a missão de expandir os negócios da companhia no mercado latino-americano, além de impulsionar as oportunidades na atual base de clientes, estabelecer boas práticas de planejamento e gestão integrada de contas envolvendo diferentes áreas da companhia.

“É com muita satisfação que chego à Unisys em um momento positivo e estratégico da companhia. Encaro essa oportunidade como um grande desafio para incrementar os negócios da companhia com os atuais clientes e expandir as ofertas para novos públicos. Muitas empresas ainda precisam se aprimorar no processo de transformação digital, o que nos mostra um mercado com grande potencial de crescimento”, afirma Marcus.

Marcus Luz tem mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento de negócios e liderança em vendas na indústria de tecnologia da informação e telecomunicações. Construiu uma carreira de destaque na Cisco, empresa na qual exerceu diferentes funções executivas no Brasil, em outros países da América Latina e na matriz da companhia nos EUA. Marcus é graduado em engenharia eletrônica pela Universidade de São Paulo (USP) e possui diversos cursos nas áreas de gestão, liderança e tecnologia.

Com a nova contratação, Andre Almeida, atual líder da vertical de Commercial para a região, passa a exercer a função de vice-presidente de vendas para América Latina, com foco na aquisição de novos negócios, nas verticais de Commercial e serviços financeiros.

 Companhia anuncia novos VPs de vendas para as verticais de Commercial e de serviços financeiros com o intuito de expandir as operações da região
Foto: Divulgação

“Como parte desse importante momento de expansão da Unisys na região, passo a concentrar meus esforços na aquisição de novos clientes para que a Unisys amplie sua base e, ao mesmo tempo, diversifique seu portfólio de soluções verticais e horizontais. Queremos alavancar novos projetos, que nos tragam boa lucratividade, garantindo assim um crescimento relevante e sustentado”, comenta Andre.

Andre Almeida ingressou na Unisys em janeiro de 2013 como diretor de contas para o Brasil e, desde agosto de 2015, lidera a vertical de Commercial para a América Latina. O executivo tem mais de 20 anos de experiência na indústria de tecnologia, com passagens por grandes empresas do setor, como IBM e Atos.

É graduado em processamento de dados pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pós-graduado pela Universidade Cândido Mendes, possui MBA em gestão estratégica de serviços pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e especialização em estratégia organizacional pela Universidade de Stanford. O executivo também participou de diversos cursos de formação da área de TI no Brasil e no exterior.



Neobpo renova seu website com foco na experiência dos clientes

A Neobpo anunciou a renovação do seu website. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A empresa, que vivencia um processo de transformação digital, realizou as mudanças em seu portal para otimizar a experiência dos clientes durante a navegação e, ao mesmo tempo, demonstrar como os negócios podem se tornar eficientes na Era Digital.

“O foco da Neobpo é sempre trazer as melhores soluções digitais para os nossos clientes. Agora, o nosso novo website conta com uma área de blog, que manterá o nosso público informado sobre assuntos relacionados à transformação digital e, também, ao mercado de tecnologia. Levamos a nossa expertise em customer experience para o novo website, gerando navegações intuitivas, e tornando muito mais fácil encontrar soluções de tecnologia para a cada área de atuação”, declara Bruno Consul, Chief Digital Officer da Neobpo.

Recentemente, a Neobpo realizou o evento Startup Day, onde apresentou seus novos objetivos e contou sobre a transformação de mentalidade que a empresa está vivendo. De acordo com Fernanda Grolla, Diretora de Novos Negócios e Marketing, essa nova mentalidade guiou o processo de renovação do website.

“Nossa cultura de inovação é centrada no cliente e orientada por pessoas. E isso demanda um website intuitivo, que guie a todos na busca de insights e na definição das melhores estratégias. Agora, ficou muito mais fácil para os nossos clientes escolher e implementar as soluções certas, em uma jornada simples e de forma personalizada”, afirma.

O novo website pode ser conferido aqui.

 

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Empresa alerta para Shadow IT, ameaça digital após a pandemia

Em um contexto em que o trabalho remoto se espalha rapidamente, as empresas tem procurado ferramentas tecnológicas que favorecem a colaboração. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Isso inclui aquelas baseadas em software, hardware, aplicativos e/ou serviços em nuvem que, embora não sejam proibidos, também não são fornecidos pela empresa; Eles estão “na sombra” da área de TI, e são o começo do conceito “Shadow IT”.

Através de diversas pesquisas de mercado, sabe-se que pelo menos metade dos colaboradores utilizam em seus dispositivos aplicativos que não foram distribuídos por suas equipes de TI, logo, uma proporção similar de dados das companhias são armazenados em nuvens não gerenciadas pelo departamento de tecnologia.

A Forcepoint compartilhou alguns dados que nos ajudam a entender, conhecer e gerenciar o risco desse fenômeno. Isso se baseia em sua experiência na implementação de programas de proteção de dados e usuários com seus clientes globalmente e em diferentes setores:

– Para cada aplicativo em nuvem autorizado, existem pelo menos oito que não são. Se, em média, uma organização usa cinco aplicativos em nuvem, encontramos 40 aplicativos desconhecidos ou não autorizados pela organização;

– Não é economicamente viável replicar ou implementar os controles de segurança existentes nas organizações, em um novo perímetro em torno do colaborador ou do trabalho remoto;

– Sabe-se que ataques e violações de segurança bem-sucedidos são derivados de falhas na implementação dos controles apropriados para esses ambientes;

– No ambiente atual, uma tempestade perfeita foi criada em termos de novos riscos para as organizações que devem ser avaliadas o mais rápido possível e usar arquiteturas do tipo SASE para implementar e integrar os controles sensíveis e de proteção de dados apropriados;

– As motivações que levam os funcionários a implementar essas ferramentas devem ser identificadas e analisadas sem informar a área de TI ou mesmo evitar controles de segurança;

– É essencial que os funcionários recebam treinamento de segurança constante. O fator humano é o elo mais fraco da cadeia de segurança cibernética; portanto, é essencial educar para evitar ataques.

“Embora essa infraestrutura ou serviços não autorizados tenham a intenção de otimizar os processos de negócios ou fornecer suporte para a execução de algumas ações, eles representam um risco para a organização. O que é recomendado é realizar análises periódicas para identificar os pontos de Shadow IT, avaliar a necessidade dessas ferramentas não autorizadas, eliminá-los ou substituí-los por tecnologia valorizada e fornecida pela área de tecnologia da informação, com os devidos controles de configuração e segurança com base nas melhores práticas e alinhadas com o apetite de risco da organização”, comenta Luiz Faro, diretor de engenharia para América Latina da Forcepoint.

Shadow IT representa um risco tanto para as informações confidenciais quanto para os dados confidenciais que a empresa gerencia e pode levar a organização a ser penalizada, multada, desacreditada pela marca e perda de confiança de seus clientes e parceiros de negócios.

 

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MediaTek lança Dimensity 720, chipset 5G para smartphones intermediários

A MediaTek acaba de lançar o Dimensity 720, seu mais recente SoC (sistema em um chip, da sigla em inglês) 5G. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O Dimensity 720 junta-se à família de chipsets 5G da MediaTek, que inclui vários modelos, como o Dimensity 1000 (para smartphones 5G topo de linha) e as séries Dimensity 800 e 700, que tem como foco dispositivos 5G mais acessíveis.

“O Dimensity 720 estabelece um novo padrão, oferecendo experiências e tecnologia 5G mais abrangentes a dispositivos acessíveis aos consumidores do mercado de volume”, explica o Yenchi Lee, gerente da unidade de negócios de comunicação sem fio da MediaTek.

Desenvolvido com arquitetura de 7nm, o Dimensity 720 integra o modem 5G com a maior eficiência energética da sua classe. Ele foi criado com a tecnologia 5G UltraSave da MediaTek, que usa a inteligência de reconhecimento de rede e de conteúdo para gerenciar o modo de operação do modem em tempo real e prolongar a duração da bateria.

O chipset também integra recursos avançados de multimídia, conectividade e imagem, para uma melhor experiência geral do usuário.

O Dimensity 720 é voltado para fornecer uma experiência premium em velocidades 5G para dispositivos de nível intermediário com recursos que incluem:

– Suporte a telas de 90Hz;

– Aprimoramento dos recursos de streaming de vídeo com a reprodução MiraVision HDR10+, que suporta uma variedade de recursos de vídeo como remapeamento de faixa dinâmica;

– Opções flexíveis de configuração de câmera com suporte para câmeras duplas de até 64MP ou 20MP + 16MP, além de uma variedade de aprimoramentos com inteligência artificial alimentados pela APU (Unidade de processamento de IA) integrada;

– Despertador de voz integrado (VoW) para minimizar o consumo de energia dos assistentes de voz sempre ativos, com microfone duplo e supressão de ruído, para que os assistentes inteligentes possam ouvir os usuários com maior clareza, mesmo em ambientes com muito ruído.

O chipset possui dois grandes núcleos Arm Cortex-A76 operando a 2 GHz (sua CPU possui oito núcleos). O Dimensity 720 também inclui uma GPU ARM Mali G57, memória LPDDR4X rápida e armazenamento em flash universal (UFS) 2.2 para obter altas velocidades de leitura/gravação.

Ele suporta as mais recentes tecnologias de conectividade, para fornecer aos usuários a melhor conexão possível. O chipset também suporta redes sub-6GHz standalone (SA) e non-Standalone (NSA).

Para mais informações e especificações, visite a página de soluções MediaTek Dimensity 5G.

 

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LGPD: o diabo está nos detalhes

Por Francisco Camargo *

É inegável a validade e a necessidade de proteção dos dados pessoais. O princípio é que o cidadão é proprietário dos seus dados e, como é normal, para utilizar a propriedade de alguém, precisamos obter sua permissão.

Cansamos de ouvir que empresas e organizações dos mais diversos segmentos obtiveram informações sensíveis dos clientes / usuários brasileiros vazadas.

A questão já estava bastante regulada por várias leis, como a Lei 12.965 –  Marco Civil da Internet,  a Lei 13.188 – Lei de Imprensa, a Lei 8.078 – Código do Consumidor, a Lei 9.279 – Propriedade Intelectual, o Código Civil, o Código Penal e outras, e agora surgiu a nova Lei Geral de Proteção de Dados, que visa compatibilizar o arcabouço legal brasileiro com o GDPR europeu.

No entanto, os impactos que a LGPD pode trazer para as empresas brasileiras, em especial as startups, as micro, pequenas e médias empresas, muito vulneráveis quanto às penalidades e prejuízos à imagem da marca pode ser muito grande.

Vale ressaltar que a LGPD afeta diretamente as empresas do setor de Tecnologia da Informação, mas se irradia para todos os setores empresariais e também para o terceiro setor (entidades de classe, ONGs, associações, fundações).

Pela experiência e observação, podemos delinear dois grupos de entes econômicos: um que já teve seus dados vazados e outro que ainda terá seus dados vazados.

Fazendo aqui o papel de advogado do diabo, evidenciando obviamente a legitimidade e relevância da Lei, temos um cenário perigoso para desenvolvedores de tecnologia nacional, decorrência da responsabilidade solidária, juridicamente aplicável à LGPD.

Fazendo um exercício de imaginação, um grande varejista nacional de comércio eletrônico sofre uma invasão de cibercriminosos e dados pessoais de dez mil de seus clientes vazam. Conforme manda a Lei, a empresa comunica imediatamente à ANPD – Agência Nacional de Proteção de Dados, bem como notifica todos os envolvidos, orientando-os a trocar suas senhas e eventualmente cancelar seus cartões de crédito.

À despeito de tomar as providencias como reza a LGPD, confirmar que nenhum dos seus clientes foi prejudicado, a ANPD, ainda assim, multa a empresa de e-commerce em 50 milhões de reais.

Para se defender, o e-commerce contrata uma das mais importantes consultorias do país, que identifica que o incidente aconteceu porque houve um problema com a atualização do software ERP, fornecido por uma empresa média, brasileira, de tecnologia.

Essa empresa, por sua vez, é obrigada a contratar outra consultoria de alto nível para se defender, que confirma que o vazamento ocorreu, devido a uma vulnerabilidade do software de ERP, porem que ele não estava devidamente atualizado com a última versão, que havia resolvido essa vulnerabilidade.

O responsável pela manutenção do software na empresa de e-commerce é uma pequena empresa de consultoria, devidamente certificada pelo fabricante, e que seria a responsável pela falta de atualização.

No frigir dos ovos, todos os envolvidos saem chamuscados, além dos severos danos à imagem das marcas, a varejista é multada em 50 milhões de reais por ter infringido a LGPD.

Exige indenização da empresa de TI porque o vazamento aconteceu por conta de uma vulnerabilidade de seus softwares, que por sua vez, responsabiliza a consultoria, cancela a autorização para prestar serviços no seu software e que evidentemente acaba não tendo recursos para arcar com a multa e acaba pedindo falência.

Este é um exercício de futurologia que certamente vai se tornar realidade, só não sabemos quando. Não tenho dúvidas disso e, para o bem da nossa crescente e importante indústria de software, esses impactos precisariam ser equacionados, para não tornar a vida das MPMEs de tecnologia impossível no Brasil.

Olhando o que acontece na Europa, o volume de multas aplicados por lá, com a General Data Protection Regulation (GDPR), é bilionário e pode ser acompanhado pelo site Enforcement Tracker.

As maiores punições pecuniárias aconteceram na Inglaterra e na França. De acordo com o Information Commissioner (ICO), em julho de 2019, a British Airways foi multada em 204 milhões de euros por seus parâmetros técnicos e organizacionais serem insuficientes para garantir a segurança da informação (Art. 32 GDPR).

No mesmo mês, a Marriott International, Inc. teve que desembolsar 110 milhões de euros, pelo mesmo motivo.

A Autoridade Francesa de Proteção de Dados (CNIL) multou o Google, no início de 2019, em 50 milhões de euros. O motivo foi a não observância dos artigos 13, 14 e 6 da GDPR: considerou que sua base jurídica era insuficiente para o processamento de dados privados dos seus usuários.

Este ano, as maiores multas foram aplicadas ao Google, TIM, Austrian Post, Wind Ter e Deutsch Wohnen.

Fonte: https://dataprivacymanager.net/5-biggest-gdpr-fines-so-far-2020/

E os dados sobre vulnerabilidades não são nada favoráveis. Estudo da Barracuda Networks, identificou que 46% das organizações sofreram recentemente algum tipo de incidente de segurança, e 51% identificaram aumento no número de phishing, armadilha, enviada por e-mail, que objetiva roubar dados pessoais.

O pior de tudo é que muitas dessas brechas acontecem dentro da própria empresa. De acordo com o Global Data Risk Report, feito pela Varonis, em média, todos os funcionários das 785 organizações de diversos segmentos e tamanhos analisadas pelo estudo, tiveram acesso a 17 milhões de arquivos e 1,21 milhão de pastas. 53% das empresas encontraram mais de 1 mil arquivos confidenciais acessíveis a todos os colaboradores.

Na média, essas companhias encontraram mais de meio milhão (534.465) de arquivos sensíveis, contendo informações de cartão de crédito, registros de saúde ou informações pessoais sujeitas a regulamentações como GDPR, HIPAA e PCI. Arquivos e pastas expostos estão acessíveis a todos os funcionários e possivelmente a criminosos.

A desatualização de cadastros é outro problema: 53% dos dados dos empregados dessas empresas estavam desatualizados e 58% delas encontraram mais de um milhar de contas de empregados desatualizadas.

Essas contas, que poderiam acessar arquivos importantes, também são conhecidas como “usuários fantasmas” pois são contas habilitadas, que parecem inativas e que geralmente pertenciam a ex-empregados, que não estão mais na organização.

Com tantas vulnerabilidades e tantas penalidades, a pergunta que fazemos é, no fim das contas quem vai pagar o pato?

* Francisco Camargo é presidente do Conselho Deliberativo da ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software

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Angola Cables lança IP Premium voltado para plataformas de jogos

A Angola Cables, anunciou um produto que deverá agitar o mercado gamer. Ele vai melhorar significativamente a experiência dos jogadores brasileiros quando acessarem plataformas em qualquer lugar do planeta, como Sony, Xbox, RIOT, Valve, Tencent, Highwinds, Blizzard.

Trata-se de um serviço IP cuja configuração de engenharia aponta diretamente para os maiores pontos de tráfego de gaming no mundo, selecionando automaticamente as melhores rotas entre os usuários e os provedores onde estão hospedados, seja para stream, upload e download dos games.

Isto significa oferecer aos gamers de todo o Hemisfério Sul, a oportunidade de competir com melhor qualidade de ligação, ou seja, melhor ping, latência mais baixa, aumentando suas chances de sucesso contra jogadores de outras partes do mundo.

O IP_Gamer, como é chamado o novo serviço, permite ao provedor se beneficiar de ligações estratégicas prioritárias e diretas (peering/PNI) para os principais servidores de gaming (gaming nodes) na Europa, na América do Norte e na Ásia, além de uma redução significativa de latência pela utilização da rede da Angola Cables, que para os usuários brasileiros será até 10% menor, além de uma conectividade com maior qualidade e eficiência de tráfego.

Estas vantagens serão percebidas para o usuário final cujos provedores de internet estiverem conectados diretamente à rede da Angola Cables, o quais conseguirão jogar sem atrasos na conectividade, resultando em uma melhor experiência geral de jogo.

Assim, os Provedores de Internet poderão incorporar o IP_Gamer no seu portfólio de produtos e capitalizar as vantagens desta solução para fidelizar o consumidor final e atrair novos clientes.

“Este novo serviço resulta de muitas horas de pesquisa e desenvolvimento, um trabalho de engenharia para garantir uma solução única, de baixa latência, robusta e segura, de forma a encontrar vantagens tanto para o Provedor de Internet como para o Gamer, cujo resultado geral vai impulsionar ainda mais o mercado de games na região”, explica António Nunes, CEO Global da Angola Cables.

O IP_Gamer foi customizado por área geográfica, sendo que foram feitos testes de performance da rede, replicando a experiencia dos usuários locais em seus jogos de maior preferência e destinos de jogo, para otimizar o nosso trabalho de reengenharia de roteamento alavancado também pela hiperconnectividade do nosso Data Center AngoNAP.

“Apesar de ser um produto corporativo, destinado aos ISPs (Provedores de Serviços de Internet), o objetivo é apresentar esta opção de alto valor agregado para os usuários de jogos online, pois se trata de um serviço premium que nos diferencia dentro de um segmento que está se tornando commodity, diz António Nunes.

O mercado de games movimentou, em todo o mundo, cerca de US$ 152.1 bilhões em 2019. Para este ano, a expectativa é chegar a um faturamento de US$ 159 bilhões, o que representa um crescimento e torno de +9,3% em relação ao ano anterior. Até 2023, estima-se que este mercado ultrapasse a cifra dos US$ 200 bilhões em receitas.

A América Latina deve ter o segundo maior crescimento de Gaming no mundo, com +10,3%, e faturamento de US$ 6 bilhões, seguida pela África e Oriente Médio, que deverão registrar os maiores crescimentos do setor no ano, em +14,5%, e um faturamento de US$ 5,5 bilhões, segundo dados da Newzoo.

Em todo o planeta, estima-se que 2,7 bilhões de pessoas sejam “gamers”, nas mais diversas categorias.

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