Google 15 anos de Brasil: uma história de talento, conquistas e compromisso

Por Berthier Ribeiro-Neto e Fabio Coelho *

Quando fez sua oferta de ações públicas, em 2004, o Google ainda não tinha presença física no Brasil, mas já estávamos presentes na vida das pessoas. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Era o auge da rede social Orkut e os brasileiros representavam cerca de dois terços dos usuários. Na época, a popularidade do Gmail fez com que nosso serviço gratuito de e-mails logo ganhasse uma versão em português. Enquanto isso, a Busca se tornava cada vez mais relevante no cotidiano.

Em 20 de julho de 2005, há exatos 15 anos, essa história ganhou um capítulo local que aumentou nosso compromisso com os brasileiros e também levou a nossa brasileirisse para dentro do Google.

Valorizando o talento nacional
Nesse dia, o Google oficializou a compra da Akwan Information Technologies, uma empresa brasileira que fornecia serviços de busca e que, assim como o Google, foi criada por acadêmicos, mais precisamente, por professores e estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte.

Além de fazer pesquisa de ponta, o objetivo da Akwan era desenvolver um buscador 100% nacional, o Todobr.

Pouca gente sabe, mas o processo de compra começou no ano anterior, quando o Google estava em busca de novos negócios para adquirir e um brasileiro que já trabalhava na empresa, Luiz André Barroso, hoje vice-presidente de engenharia, sugeriu uma visita a Belo Horizonte para conhecer a Akwan e sua equipe de 12 engenheiros especializados em tecnologia de busca.

Em pouco tempo, o trabalho do time de especialistas brasileiros ganhou reconhecimento da nossa sede em Mountain View e, em novembro de 2006, foi inaugurado em Belo Horizonte o primeiro Centro de Pesquisas e Desenvolvimento do Google Inc. na América Latina.

Hoje, o “escritório de BH” reúne 181 profissionais — 174 são engenheiros, incluindo profissionais vindo de países como Peru, Argentina, Colômbia, Venezuela e Índia. Além de ser uma referência em desenvolvimento de algoritmos para a Busca, esse time é responsável por outros projetos importantes, como o Family Link, aplicativo que ajuda famílias a criarem hábitos digitais saudáveis em seu dia a dia, e tecnologias de combate a ataques de phishing e spam.

Durante este momento desafiador que enfrentamos com a pandemia, os engenheiros de Belo Horizonte foram fundamentais para o desenvolvimento do painel informativo da Busca sobre a COVID-19, que é usado no mundo todo com dados oficiais da Organização Mundial da Saúde e também do Ministério da Saúde, no caso do Brasil.

Como já falamos, o painel sobre COVID-19 faz parte de diversas iniciativas focadas em apoiar o país a atravessar este período difícil.

Excelência em negócios
Alguns meses depois da aquisição da Akwan, o Google abriu seu escritório de negócios em São Paulo, um dos primeiros da América Latina. Na época, Sergey Brin, co-fundador do Google junto com Larry Page, contou ao jornal Folha de S.Paulo que o Brasil não podia ser ignorado e que o país era um dos maiores mercados mundiais em termos de tráfego no buscador.

Assim como os engenheiros de Belo Horizonte, nosso time de vendas rapidamente se provou capaz de entregar resultados, inovação, criatividade e ajudar clientes na adoção de novas tecnologias. Logo depois da chegada do Orkut, em 2005, o Google também passou a exibir anúncios dentro da rede social, impulsionando a conexão entre marcas e consumidores.

Anos depois, a rede social ganharia um formato de anúncio gráfico na home e, por conta do grande número de usuários brasileiros, passaria a ser gerida pelo Google Brasil em 2008.

Nos anos seguintes, fomos aumentando nossa relevância. Abrimos espaços importantes como o Campus de São Paulo do Google for Startups e o Google Partner Plex São Paulo, ambiente para discutir estratégias, desafios e oportunidades de negócios com clientes e parceiros.

Hoje, o time é formado por gerentes de contas, analistas, engenheiros de inovação comercial, gerentes de parcerias e muitos outros profissionais que transformaram o escritório de São Paulo em uma referência global quando o assunto é usar as nossas ferramentas para gerar novos negócios, ajudando empresas de todos os tamanhos e tipos a explorar o potencial do digital.

Foco nos brasileiros
Nossa trajetória também é marcada por um esforço por priorizar o usuário brasileiro. Em 2007, lançamos a versão local do Google Maps e o Centro de Engenharia de BH foi o responsável pela adaptação do serviço.

No mesmo ano, também lançamos a versão em português do YouTube. Dois anos depois, chegaram ao Brasil os primeiros telefones Android, nosso sistema operacional móvel. Em 2010, o Google Street View foi lançado por aqui. A partir daquele dia, quem acessava o Google Maps podia passear virtualmente por 51 cidades brasileiras. O país foi o primeiro da América Latina a ser contemplado pelo serviço.

Em 2014, recebemos o primeiro hardware do Google, o Chromecast, a tempo de assistir à Copa do Mundo daquele ano. Na mesma época, lançamos o Street View dos 12 estádios que sediaram os jogos.

Também incorporamos os grandes momentos da cultura brasileira, seja em nossos Doodles em homenagem ao país, seus festejos e personalidades da música e da literatura, bem como na preservação da memória nacional, a exemplo da visita virtual ao Museu Nacional, no Rio de Janeiro, com imagens captadas antes do incêndio em 2018, e da maior coleção já reunida sobre o pintor Cândido Portinari – ambas disponíveis no Google Arts & Culture.

Hoje, o Brasil figura entre os top cinco na nossa lista de nove produtos do Google com mais de um bilhão de usuários: Busca, Android, Chrome, YouTube, Maps, Play Store, Fotos, Drive e Gmail. Ao todo, já somos mais de 1.100 funcionários trabalhando nas diferentes instalações do Google no país, que incluem também o o YouTube Space, no Rio de Janeiro.

Compromisso com o Brasil
Com o objetivo de entender como essa jornada de 15 anos impactou a vida dos brasileiros, pedimos à empresa de pesquisa Kantar que entrevistasse 1.100 pessoas on-line por todo o país para avaliar o antes e depois da rotina dos brasileiros em relação a mais de vinte de nossos produtos.

De acordo com a pesquisa inédita, 81% dos entrevistados acreditam que o Google contribuiu positivamente para a sociedade e que nossos produtos ajudaram a melhorar a vida dos brasileiros em diferentes áreas, em especial no estudo e trabalho.

Além disso, também acabamos de lançar a versão mais recente do nosso Relatório de Impacto Econômico, mostrando que em 2019 as nossas ferramentas de Busca e publicidade – além do YouTube e do Google Play, incluídos pela primeira vez no estudo – ajudaram a movimentar R$ 51 bilhões em atividade econômica no Brasil. No total, mais de 188 mil empresas, publishers, ONGs, criadores e desenvolvedores no país se beneficiaram de nossas ferramentas.

Seguimos firmes em nosso compromisso com o Brasil, trabalhando com o objetivo de ajudar os brasileiros em seu cotidiano por meio da tecnologia, democratizando o acesso à informação e ao entretenimento, apoiando pequenas e grandes empresas, levando educação e treinamento para todas as regiões do país e auxiliando cada um em suas tarefas diárias.

Que venham os próximos 15 anos! #15AnosGoogleBrasil

* Berthier Ribeiro-Neto é Diretor de Engenharia do Google na América Latina, e Fabio Coelho, Presidente do Google Brasil

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Empresa aposta na digitalização de processos para ganho de produtividade

Crescendo ano a ano e atenta às tendências de mercado, em 2019 a Docile investiu para buscar melhorar a sua experiência na área de Recursos Humanos, tendo em conta que digitalizar é o melhor caminho. Uma mudança que consequentemente traz uma vantagem competitiva para todo o negócio. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“Ter todo o processo manual era um problema para nós. Isso inclui avaliação de desempenho, pesquisa de clima, recrutamento e seleção, etc. Um formato de trabalho que nos tirava agilidade e que nos fazia acumular muitos papéis. Hoje o investimento que realizamos para otimizar os nossos processos está totalmente pago, já que o aumento significativo da nossa produtividade é o nosso principal benefício hoje”, destaca a Gerente de Recursos Humanos da Docile, Anete Diehl Martins.

Por saber que a digitalização de processos é algo essencial para grandes empresas, a companhia encontrou na Senior um apoio para implementar soluções adequadas para suas necessidades.

Hoje a empresa trabalha digitalmente tarefas como fechamento do ponto, gestão de portaria, controle de férias, segurança e medicina, feedbacks, atualização de informações cadastrais, avaliação de competências, remuneração, etc. Um formato de trabalho que dá autonomia aos gestores e também para os colaboradores.

“Um trabalho que estamos realizando a quatro mãos, entendendo o perfil do negócio da Docile e todas as necessidades das pessoas que atuam diariamente neste contexto”, conta o Head da Filial Senior no Rio Grande do Sul, Jeremias Volpi.

Rever processos para ser mais digital
Toda essa conversa sobre ser digital é algo que começou na área de Recursos Humanos da Docile, a partir de feedbacks com clientes e diálogos com setores diversos da empresa. Um trabalho que mexeu com a cultura da companhia, com a revisão de processos e com a educação de todos sobre transformação digital.

O assunto tem ganhado cada dia mais força internamente, gerando inclusive o nascimento de um comitê sobre transformação digital dentro da empresa.

Transformação que impacta a sociedade
Com toda a transformação que a empresa vem passando, é comum que ela esteja voltada cada vez mais práticas digitais, como o preenchimento de interesse em vagas online, e todo o processo de admissão também dentro do ambiente virtual. Ações que chamam atenção das pessoas que entram em contato com a companhia.

“Tem sido um trabalho constante de orientação nossa para essas pessoas, mas também algo que acontece de forma tranquila. Quando os interessados em vagas entram em contato conosco informamos de forma bastante prática quais são os meios de comunicação, e iniciamos os processos online, algo que também se faz necessário neste momento de pandemia Covid-19. Sentimos que estamos trazendo práticas digitais novas para a nossa região, e temos muito orgulho de iniciar esse movimento”, fala a Gerente de RH da Docile.

Mindsight e Plataforma Senior X
Além das soluções de RH, a companhia também aderiu a inovações em alta no mercado de software para gestão, como é o caso da solução Mindsight, que junto com o HCM – solução de gestão de pessoas- oferece um sistema de inteligência artificial e psicologia organizacional para ajudar empresas a selecionar os melhores profissionais.

“Com o uso do HCM e da Mindsight temos conseguido administrar com mais agilidade o alto volume de candidatos para vagas operacionais, além de lidar com mais assertividade as vagas para cargos de gestão, que normalmente exigem perfis específicos de profissionais”, explica a Gerente.

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MediaTek lança Dimensity 720, chipset 5G para smartphones intermediários

A MediaTek acaba de lançar o Dimensity 720, seu mais recente SoC (sistema em um chip, da sigla em inglês) 5G. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O Dimensity 720 junta-se à família de chipsets 5G da MediaTek, que inclui vários modelos, como o Dimensity 1000 (para smartphones 5G topo de linha) e as séries Dimensity 800 e 700, que tem como foco dispositivos 5G mais acessíveis.

“O Dimensity 720 estabelece um novo padrão, oferecendo experiências e tecnologia 5G mais abrangentes a dispositivos acessíveis aos consumidores do mercado de volume”, explica o Yenchi Lee, gerente da unidade de negócios de comunicação sem fio da MediaTek.

Desenvolvido com arquitetura de 7nm, o Dimensity 720 integra o modem 5G com a maior eficiência energética da sua classe. Ele foi criado com a tecnologia 5G UltraSave da MediaTek, que usa a inteligência de reconhecimento de rede e de conteúdo para gerenciar o modo de operação do modem em tempo real e prolongar a duração da bateria.

O chipset também integra recursos avançados de multimídia, conectividade e imagem, para uma melhor experiência geral do usuário.

O Dimensity 720 é voltado para fornecer uma experiência premium em velocidades 5G para dispositivos de nível intermediário com recursos que incluem:

– Suporte a telas de 90Hz;

– Aprimoramento dos recursos de streaming de vídeo com a reprodução MiraVision HDR10+, que suporta uma variedade de recursos de vídeo como remapeamento de faixa dinâmica;

– Opções flexíveis de configuração de câmera com suporte para câmeras duplas de até 64MP ou 20MP + 16MP, além de uma variedade de aprimoramentos com inteligência artificial alimentados pela APU (Unidade de processamento de IA) integrada;

– Despertador de voz integrado (VoW) para minimizar o consumo de energia dos assistentes de voz sempre ativos, com microfone duplo e supressão de ruído, para que os assistentes inteligentes possam ouvir os usuários com maior clareza, mesmo em ambientes com muito ruído.

O chipset possui dois grandes núcleos Arm Cortex-A76 operando a 2 GHz (sua CPU possui oito núcleos). O Dimensity 720 também inclui uma GPU ARM Mali G57, memória LPDDR4X rápida e armazenamento em flash universal (UFS) 2.2 para obter altas velocidades de leitura/gravação.

Ele suporta as mais recentes tecnologias de conectividade, para fornecer aos usuários a melhor conexão possível. O chipset também suporta redes sub-6GHz standalone (SA) e non-Standalone (NSA).

Para mais informações e especificações, visite a página de soluções MediaTek Dimensity 5G.

 

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Três brasileiros vencem o concurso internacional de tecnologia da InterSystems Developers Community

Três brasileiros vencem o concurso internacional
da InterSystems Developers Community

Neste Vídeo conversei com Henry Hamon Pereira, Henrique Gonçalves Dias e Renato Banzai, três brasileiros que venceram seguidamente um torneio internacional de programadores e desenvolvedores de software da empresa InterSystems, o “IRIS Online Programming Contest 2020“.

Este torneio terá etapas mensais até novembro de 2020, sendo cada mês com um desafio diferente e os brasileiros, para literalmente espanto global, venceram as três primeiras etapas.



Conversei também com Rochael Ribeiro Filho, Sales Engineer da empresa que, se não é o “técnico” da comunidade de programadores da InterSystems aqui no Brasil, é o maior incentivador e está extremamente orgulhoso dos talentosos garotos.

Para saber detalhes dessas conquistas contadas pelos próprios protagonistas, veja agora o vídeo, deixe seus parabéns para eles nos comentários e compartilhe nas suas redes sociais.



BGS Day ocorrerá dia 31 de julho com superlive de 8 horas e atrações internacionais

Convidados internacionais, influenciadores, cosplayers, gameplays, jogos, unboxing de acessórios, lançamentos, promoções e muito mais. Tudo do universo dos games e tudo online. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Este ano, os milhares de visitantes da Brasil Game Show não estarão fisicamente reunidos no Expo Center Norte, mas poderão participar de uma superlive e entrar no clima da maior feira de games da América Latina.

A programação do BGS Day começa na sexta-feira, 31 de julho, a partir das 13h, com a participação do produtor musical Shota Nakama, criador da Video Game Orchestra, e de Charles Martinet, dublador de Mario, famoso personagem da Nintendo, entre outras atrações que serão reveladas nos próximos dias.

O BGS Day será transmitido pelos canais oficiais da Brasil Game Show no YouTube, Twitch e Facebook.

“Nossa intenção é manter a interação com os fãs durante o ano, minimizar a distância entre o público e a indústria e, por algumas horas, sintonizar toda a comunidade gamer numa corrente positiva, animada e disposta a se divertir, ainda que virtualmente”, explica Marcelo Tavares, fundador e CEO da Brasil Game Show.

Convidados internacionais, BGS Talks e eSports
O produtor musical Shota Nakama e Charles Martinet, o carismático dublador de Mario, estão entre as atrações do primeiro BGS Day.

Já conhecido do público brasileiro após participar de duas edições do evento, o criador da Video Game Orchestra, que mistura hits dos games, banda de rock e orquestra, vai revelar curiosidades de sua trajetória, enquanto Martinet participará do BGS Talks, painel com grandes nomes da indústria que a BGS promove desde 2017.

Na superlive também vai rolar um bate-papo sobre esportes eletrônicos e tudo o que rola no cenário competitivo.

Cosplayers
Para quem está com saudades de incorporar o personagem favorito do universo dos games, o BGS Day terá atrações especiais voltadas aos cosplayers.

BGS Indie
Estúdios independentes sempre têm vez na BGS e no BGS Day não será diferente. Durante a superlive, o jornalista Cleber Marques, do Warpzone, receberá o os fundadores do OxeLiz Games Studio, o casal Elizabete (a Liz de OxeLiz) e Edilson Vasconcelos de Melo Jr., para um bate-papo sobre os desafios do desenvolvimento de jogos independentes e sobre INhabited Stations, game de simulação de cidades e sociedades.

Todas as informações do BGS Day estarão disponíveis no site da Brasil Game Show.

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Com home office, quase metade dos celulares corporativos baixaram aplicativos de jogos

A adoção do isolamento social contra a pandemia provocada pelo novo coronavírus acabou por impulsionar a disseminação do trabalho remoto.

Em levantamento realizado pela Navita entre seus clientes, foi apurado desvios de finalidade no uso de celulares corporativos. De acordo com a empresa, em 46,54% dos aparelhos foram baixados jogos, 13,89% foram utilizados para assistir a filmes em streaming e 8,99% receberam aplicativos de produtividade.

Os celulares corporativos normalmente são utilizados por equipes de campo, como as de vendedores, e que agora permanecem em casa. Para Wally Niz, Diretor de Marketing da Navita, os trabalhadores podem estar mais ociosos e estão deixando os aparelhos com os filhos, o que explicaria o índice de jogos baixados e também o de streaming.

Normalmente os clientes já instalam ferramentas que impedem downloads indevidos nos celulares. “Mas nem todos. Agora, em época de pandemia e quarentena, estamos sendo chamados a fazê-lo”, afirma Niz.

No levantamento, chama a atenção para o fato de os aplicativos de produtividade estarem em alta. Ficaram em terceiro lugar, tendo sido baixados em 8,99% dos aparelhos. “As pessoas estão com medo de perder o emprego (receosas pela instabilidade do mercado) e estão trabalhando mais por estarem um pouco mais ociosas em casa. E esses aplicativos podem ajudá-las a melhorar a própria performance”, diz.

Em quarto lugar, estão aplicativos de comunicação, em 7,39%. Em quinto lugar, estão aplicativos de e-learning. Ou seja, os usuários aproveitam o período para se aperfeiçoarem, investindo em cursos – talvez até pensando na fase pós-pandemia.

Aplicativos de compras e entregas também foram baixados, justamente porque as pessoas estão em casa, com restrições de circularem. Em sétimo lugar, estão os aplicativos de redes sociais.

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Check Point anuncia solução para proteger dispositivos e sistemas de IoT contra ciberataques avançados

A Check Point acaba de lançar uma solução de segurança para a Internet das Coisas (IoT), que oferece proteção aos diferentes dispositivos e redes IoT em edifícios e cidades inteligentes, na área da saúde, em ambientes industriais e de infraestruturas críticas contra todo o tipo de ciberameaças avançadas de sexta geração. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A solução Check Point IoT Protect provê recursos de prevenção de ameaças e gerenciamento de segurança para bloquear até mesmo os ciberataques desconhecidos, tanto na rede como nos dispositivos usando ferramentas de inteligência de ameaças e sistemas de segurança inovadores específicos para IoT.

A maioria das empresas dos setores de comércio e serviços, industrial, da saúde e de serviços públicos têm implementado soluções de IoT e de tecnologia operacional (OT), o que tem aumentado significativamente o risco de ciberataques. Muitos dispositivos de IoT têm vulnerabilidades e não podem ser corrigidos ou usam protocolos de comunicação inseguros.

Além disso, as empresas contam com diferentes tipos de equipamentos provenientes de múltiplos fornecedores, com muitos dispositivos de sombra conectados a redes sem autorização e que não são gerenciados, portanto, as organizações têm visibilidade e controle limitados dos dispositivos e dos riscos associados.

Uma recente pesquisa global da empresa destacou esses problemas: 90% dos entrevistados indicaram que suas empresas têm dispositivos “shadow IoT” (dispositivos IoT não gerenciados oficialmente pela equipe de TI) em suas redes, enquanto 44% declararam que menos da metade dos seus equipamentos estavam conectados sem o conhecimento dos responsáveis do departamento de TI ou de segurança.

Apenas 11% dos entrevistados afirmaram ter implementado completamente uma solução de segurança para dispositivos IoT, e 52% não têm qualquer ferramenta de segurança para as infraestruturas IoT já implementadas.

Como resultado, 67% das empresas e 82% das empresas do setor da saúde sofreram incidentes relacionados com a Internet das Coisas. A tendência de crescimento de ataques contra dispositivos e sistemas de IoT, combinados com a mudança para trabalho remoto, ou teletrabalho, imposto pela pandemia da COVID-19, exigem a mais avançada e completa rede de segurança que possa reconhecer os dispositivos IoT vulneráveis, aplicar a proteção adequada e impedir ciberameaças mais evasivas.

Neste sentido, a solução da Check Point oferece prevenção a ameaças e ferramentas de gestão que permitem bloquear inclusive ataques desconhecidos que, até agora, têm sido dirigidos contra as redes e dispositivos IoT graças à utilização de inteligência de ameaças e serviços de segurança específicos para este tipo de ambientes.

“O aumento do número de dispositivos conectados à Internet continua crescendo e alcançará os 41,6 bilhões até 2025. Os cibercriminosos estão direcionando os seus ataques aos equipamentos de IoT em todos os setores, acelerando o status da cibersegurança na lista de prioridades das empresas. Devido ao enorme volume e variedade de tipos de dispositivos IoT, as empresas precisam de uma forma simples para implementar a estratégia de segurança necessária”, destaca Robyn Westervelt, diretora de pesquisas da área Security & Trust da IDC. “A solução de segurança IoT Protect da Check Point utiliza a automação e a inteligência de ameaças para que a avaliação de riscos dos dispositivos, a segmentação da rede e a prevenção sejam fáceis de serem implementados, ao mesmo tempo que proporciona proteção contra os ciberataques mais sofisticados.”

A solução IoT Protect  provê gerenciamento de segurança e políticas de rede com a linha de gateways de segurança da empresa, bem como os nanoagentes de proteção IoT, que proporcionam uma rápida defesa no próprio dispositivo.

O sistema integra-se às principais plataformas de detecção de dispositivos de IoT do setor de saúde, indústria, escritórios e edifícios inteligentes para proteger centenas de milhares de dispositivos de IoT. Esta nova solução tem as seguintes características:

– Visibilidade completa dos dispositivos e análise dos seus riscos: identifica e classifica cada equipamento IoT em qualquer rede por meio da sua integração com os principais mecanismos de busca, a fim de expor os principais riscos como senhas fracas, programas obsoletos e vulnerabilidades conhecidas.

– Mitigação de vulnerabilidades e prevenção de ameaças Zero Trust, incluindo dispositivos desatualizados e vulneráveis: todos os dispositivos de IoT podem ser “virtualmente corrigidos” (virtual patching) para resolver as falhas de segurança, incluindo aqueles com firmware desatualizado ou sistemas operacionais legados.

O sistema conta com 60 serviços de segurança específicos para a Internet das Coisas com os quais é possível identificar e interromper o acesso não autorizado e o tráfego de e para os dispositivos e servidores, bem como prevenir todos os ataques de malware direcionados à rede IoT. Este nanoagente do IoT Defense também pode ser incorporado nos dispositivos para oferecer uma prevenção integrada Zero Trust.

– Segmentação e gestão da rede de Zero Trust: esta solução utiliza e aplica regras de segurança muito precisas em todos os níveis da rede IoT, baseadas nos atributos, riscos e protocolos dos dispositivos, e permite o gerenciamento holístico de políticas de segurança num único painel de controle para as redes de TI e de IoT.

“Desde câmaras IP até os elevadores inteligentes, dispositivos médicos e controladores industriais, muitos dispositivos de IoT são intrinsecamente vulneráveis e fáceis de serem invadidos. Mas, proteger estas redes de dispositivos em constante crescimento é um grande desafio devido à sua diversidade, o que significa que as próprias empresas ficam extremamente vulneráveis a ataques”, afirma Itai Greenberg, vice presidente de gerenciamento de produtos da Check Point.

Para saber mais detalhes sobre a solução, acesse o site.

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Veja cinco passos para uma empresa ficar pronta para a LGPD

A nova Lei Geral de Proteção de Dados, que deveria entrar em vigor nesse mês de agosto, em função da Pandemia, foi transferida para maio de 2021. Com isso, as empresas ganham mais tempo para definir as estratégias, implementar os processos necessários e superar os desafios. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“Segundo o Índice LGPD ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software), cerca 60% das empresas brasileiras não estão prontas para a LGPD. Dado o tamanho do país, há uma grande necessidade de ação em relação a dados uniformes. As empresas devem aproveitar a oportunidade de implementar a LGPD o mais rápido possível, com a ajuda de sistemas digitalizados, o que pode lhes proporcionar uma importante vantagem competitiva, inclusive para manter negócios com empresas da União Europeia, onde já foi implementada a GDPR”, Jens Bothe, especialista em segurança do Grupo OTRS.

Com isso, veja cinco recomendações para ajudar as empresas a se adequar as normas:

 Comece pequeno
A maioria das grandes empresas possui processos já definidos e as chamadas equipes de defesa cibernética em uso. No entanto, muitas pequenas e médias empresas ainda precisam elaborar suas estratégias.

Para isso, é aconselhável começar “pequeno”: criar um Gabinete de Comunicação de Incidentes de Segurança é útil e é fundamental dedicar uma pessoa ou equipe de contato responsável por eventos relacionados à segurança. Isso pode criar documentação centralizada que mantém todos cientes do que está acontecendo.

Consulte especialistas experientes
As empresas nem sempre têm tempo para verificar todos os regulamentos para determinar se são relevantes para seus negócios. Portanto, não hesite em consultar especialistas externos experientes com perguntas sobre diretrizes e padrões aceitos.

Defina claramente os processos de segurança de TI
É importante que todas as empresas estabeleçam processos e responsabilidades claros para lidar com eventos relacionados à segurança. As seguintes perguntas devem estar entre as consideradas:

– Como você define um incidente de segurança?
– Quando exatamente um incidente precisa ser relatado?
– Quais dados ou processos devem ser protegidos?
– Qual é o impacto potencial do incidente?
– Quem deve ou pode ser informado de um incidente?
– Em que ordem e em que prazo a comunicação deve ocorrer?

Crie processos digitais centralizados
Para documentar os eventos de segurança e as etapas correspondentes tomadas para mitigar a situação de maneira segura, estão disponíveis sistemas que agem como a espinha dorsal técnica dos processos de segurança de TI, suportam a comunicação relacionada a incidentes e armazenam a documentação em caso de auditorias posteriores.

Eles possibilitam definir processos específicos para cenários de ameaças, conceder aos usuários acesso baseado em função e habilitar a comunicação criptografada entre usuários claramente autenticados, para que os ataques sejam tratados rapidamente e a documentação adequada seja capturada.

Enxergue a segurança de TI como um processo contínuo
Uma vez estabelecidos, os processos de segurança de TI se tornam uma parte cotidiana de suas atividades de negócios. No entanto, deve-se considerar que os regulamentos, processos e requisitos podem mudar repetidamente.

É por isso que as empresas devem se manter atualizadas. Se você deseja desenvolver seu know-how de segurança e desenvolver uma equipe de segurança de TI em sua organização, deve se conectar com outros agentes de segurança e ficar a par das mudanças no setor.

“Nem todas as empresas estão preparadas para isso”, diz Luciano Alves de Oliveira, Diretor Geral da OTRS Brasil. “O Covid-19, por exemplo, foi o tema mais explorado para ataques cibernéticos durante o primeiro semestre de 2020, que atingiram organizações em todos os setores de atividade, incluindo governos, indústria, saúde, prestadores de serviços, infraestruturas críticas e consumidores. Na América Latina, durante o primeiro trimestre, foram registradas mais de 9,7 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, sendo 1,6 bilhão somente no Brasil”.

“O número coincide com o aumento exponencial de profissionais que adotaram o home office nos últimos meses. A LGPD responde a isso e exige relatórios oportunos de incidentes de segurança. É por isso que é essencial que as empresas registrem os incidentes de TI e documentando-os legalmente”, complementa Oliveira.

 

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DNIT e Autodesk assinam acordo de colaboração técnica em BIM

A Autodesk Brasil e o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) assinaram no dia 31 de julho um acordo de colaboração técnica para promover mútua cooperação e promover ações para fomento à implantação de melhorias na gestão de projetos e de obras públicas, por meio da utilização do BIM (Modelagem da Informação da Construção). [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Hoje o DNIT tem 56 mil quilômetros de estradas e rodovias, 28 mil km de ferrovias e hidrovias para gerenciar, ampliar e melhorar.

“O BIM é um dos objetivos estratégicos do órgão, que participa do Comitê de Implementação do BIM do governo federal e do Ministério de Infraestrutura, como forma de prover à população brasileira um processo melhorado para conectar este país que tem uma diversidades enorme de desafios de mobilidade”, afirma Pedro Soethe.

Soethe é o líder do time técnico da Autodesk Brasil e irá trabalhar diretamente com a equipe da Diretoria de Planejamento e Pesquisa da DNIT com o objetivo de promover um cronograma de ações para os próximos 2 anos, que irão culminar no cumprimento das metas estabelecidas no acordo.

A cooperação visa assegurar a implementação efetiva do BIM, baseada em três pilares: Politica (Pessoas), Processos e Tecnologia. Sendo assim, as instituições definiram as metas abaixo para para atingir estes objetivos:

– Elaboração de Guia de Projetos de estradas usando o BIM

– Operação assistida para projetos de infraestrutura rodoviária

– Estruturação de templates, relatórios e objetos paramétricos

– Realização de eventos técnicas (Workshops)

– Apresentação dos resultados para a população

O documento foi assinado entre o Diretor de Planejamento e Pesquisa, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello e o presidente da Autodesk Brasil, Sylvio Mode. Este acordo traz todo o conhecimento de implementação do BIM que a Autodesk tem no Brasil e no mundo entre diversas instituições, públicas e privadas.

O BIM é uma metodologia de projetos e construção na indústria de engenharia civil e arquitetura que tem representado nos últimos anos um expressivo crescimento na sua adoção e desenvolvimento, pois é uma das grandes inovações no setor para aumentar a sua produtividade, qualidade dos projetos e construção e economia.

Os dados não mentem em relação ao sucesso da aplicação desta metodologia. Para se ter uma ideia, o governo do Reino Unido tornou o BIM mandatório em 2016 e desde então tem tido economia de 20% nos custos de obra além de maior transparência e controle sobre obras licitadas e contratadas.

Vale lembrar que a Autodesk Brasil tem ajudado instituições privadas e governos na esfera municipal, estadual, e em alguns órgãos federais, já há uma década, na adoção da metodologia, como forma de garantir melhor nível de eficiência e transparência no gerenciamento de obras civis.

Pela experiência de quem já adotou a metodologia, o BIM permite redução de até 20% nos custos de uma construção, do projeto à manutenção pós obra, o que é estratégico tanto na elaboração de projetos quanto no acompanhamento e fiscalização dando mais transparência ao processo.

O Brasil prepara-se para adotar a metodologia BIM (Building Information Modeling) como pre-requisito à contratação de obras de infraestrutura federais a partir de 2021, de acordo com o decreto nº 10.306, assinado em 2 de Abril de 2020.

 

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Microsoft nomeia Fabio Scopeta como novo Gerente Geral de Customer Success para América Latina

A Microsoft anuncia Fabio Scopeta como novo Gerente Geral de Customer Success para América Latina com o objetivo de liderar uma experiência integrada e simplificada para os clientes em toda a região. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Fabio retorna à América Latina após dois anos liderando equipes globais, como parte da área de Commercial Software Engineering (CSE) da Microsoft, estabelecendo parcerias com algumas das maiores corporações e organizações sem fins lucrativos no mundo para enfrentar e solucionar seus mais importantes desafios técnicos.

“Estou muito feliz e motivado em voltar para a América Latina e ter a oportunidade de compartilhar minha experiência e conhecimento para apoiar nossos clientes em toda a região para inovarem, transformarem e maximizarem o valor e os benefícios de seus investimentos em tecnologias de nuvem. Também é uma honra liderar uma das maiores e mais talentosas organizações técnicas da América Latina”, disse Scopeta sobre sua nova função.

Fabio começou sua carreira na Microsoft como Diretor Sênior de Inovação e Parcerias, e Líder de IA para América Latina, focado em acelerar a transformação digital em vários setores. Após um ano nessa posição, tornou-se Head of Software Engineering e CTO para LATAM, com foco em ajudar clientes e parceiros a desenvolver produtos, serviços e plataformas bem-sucedidas que os diferenciassem no mercado.

Nos últimos 20 anos, liderou organizações focadas em engenharia de software, gerenciamento de produtos, vendas e marketing, ecossistema de plataformas e serviços. Antes de ingressar na Microsoft, liderou organizações técnicas e de negócios na IBM, como Watson Platform, Watson Health e Software Development Lab.

Fabio conhece muito bem o mercado latino-americano e é apaixonado pelas áreas técnicas de Dados e IA. Ele continua focado em aprender, tanto no trabalho quanto na UC Berkley, onde está atualmente realizando o mestrado em Ciências de Dados. Fabio é engajado em programas de Diversidade e Inclusão, tendo sido líder do grupo de trabalho de D&I e embaixador da comunidade latina na área de CSE – Commercial Software Enginnering da Microsoft.

Fabio é formado em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo com MBA pela Fundação Getúlio Vargas/UCI. Foi reconhecido com diversos prêmios em sua carreira, como o prêmio 100 Pessoas Mais Influentes na Saúde do Grupo Mídia.

 

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Como a tecnologia abre caminhos para uma nova realidade

Por Kauê Melo *

Rotinas e métodos foram alterados de maneira intensa e sem tempo para processos de adaptação, de planejamento. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Soluções para muitas das perguntas geradas neste momento só foram encontradas com todas essas transformações já em andamento e para muita gente seriam apenas medidas provisórias para um momento de exceção. Mas o que ganha cada vez mais força é uma tendência de mutação geral da vida que conhecíamos.

Vemos que não são poucas as empresas – inclusive gigantes em seus setores – que já anunciaram o home office como regime permanente para o futuro. Alguns hábitos que pareciam apenas emergenciais caminham para se tornarem protocolos definitivos. Essa nova realidade exigirá que o mundo preze mais pela saúde, pela segurança e pelo bem-estar das pessoas.

Tais transformações vão afetar todas as esferas da sociedade. O transporte público será outro, o comércio será outro e, consequentemente, a vida corporativa será outra. A começar pela preocupação com a densidade espacial, que deve nos deixar acostumados a regras e equipamentos que controlam a quantidade de pessoas nos ambientes.

Na Alemanha, por exemplo, supermercados, farmácias, restaurantes e shoppings já possuem sistemas que gerenciam a quantidade de pessoas dentro dos estabelecimentos e, ao mesmo tempo, fazem uso das mesmas tecnologias e plataformas para manter engajados, atentos e impactados os consumidores e clientes que estejam em espera.

Medidas voltadas para saúde e segurança também tendem a ser mais rigorosas, como a verificação de temperatura ou a instalação de sistemas de reconhecimento facial nas entradas de ambientes corporativos ou estabelecimentos comerciais, como já se vê em hospitais e bibliotecas na Coreia do Sul.

Mais do que nunca, tecnologia e inovação servirão como ferramentas para os atuais processos de transformação dos ambientes corporativos. Na rotina de empresas, reuniões e serviços podem seguir prioritariamente virtuais, exigindo que os processos de digitalização ou modernização sejam acelerados.

Em locais onde as rotinas de escritórios já começaram a ser retomadas, as telas grandes e que oferecem recursos de conectividade passaram a ser comuns, em uma tentativa de aumentar a imersão e interação dos participantes e proporcionar uma noção maior de realidade.

Isso será visto de forma mais massiva com novos recursos de infraestrutura e em serviços como saúde e educação. E já há também exemplos em prática, como os governos de alguns países que estão ampliando estruturas de Videowall para reforçar a segurança e monitoramento em grandes cidades.

Esse passo rumo ao futuro já foi dado em diferentes lugares do mundo com soluções baseadas em produtos tecnológicos que encurtam distâncias, otimizam tarefas e trazem benefícios para a sociedade em geral.

O fato é que o momento é muito propício para que outras soluções inovadoras sejam criadas e implantadas; até porque as mudanças que nos trouxeram até aqui são inéditas para todos e ainda não se sabe qual o melhor caminho a ser seguido, mas – certamente – este caminho passa pela tecnologia.

* Kauê Melo é Diretor da Divisão de B2B e Monitores da Samsung Brasil

 

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Veja 5 dicas para quem quer trabalhar com tecnologia ainda em 2020

novas tecnologias

Quando se fala em trabalhar com tecnologia, o que pode vir à mente é uma formação acadêmica em TI ou áreas afins. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Sem dúvida, a graduação é uma etapa importante, mas para especialistas não é algo crucial para que um profissional de tecnologia seja contratado.

Pensando nisso, reunimos, juntamente com Fabio Camara, 5 dicas os principais requisitos para quem quer trabalhar com tecnologia ainda em 2020. Confira as dicas:

Soft skills estão ganhando cada vez mais importância
Soft skills são competências de aptidão e personalidade, que não são exatamente adquiridas pelo currículo, e sim pelo perfil. Estas habilidades são fundamentais no futuro para criar processos, produtos e sistemas com uma boa experiência do usuário.

“O currículo a gente adapta, aprende, mas a personalidade não. É necessário que o candidato saiba se relacionar com times e entenda que pessoas são mais importantes que processos”, explica Fabio.

Adaptabilidade para trabalhar em diversos cenários
O isolamento social colocou mais de 600 colaboradores da empresa para trabalhar em home office por tempo indeterminado. Novos hábitos de check-up, sistemas de gestão e até contratação foram criados. “O candidato precisa se preparar para mostrar em uma seleção remota o mesmo que mostraria presencialmente. Assim como entender que trabalhar em casa não é férias, as responsabilidades são as mesmas”.

Líderes precisam ser acessíveis e, efetivamente, líderes
Se seu objetivo é aplicar para um cargo de liderança em tecnologia, atenção à liderança. Empresas não podem colocar seus líderes e diretores em um pedestal inacessível para o restante dos funcionários. “Se as pessoas não têm acesso a quem lidera a visão da empresa, como irão pensar e conduzir projetos? Ser líder é ser acessível”.

Estilo de vida alinhado com seus objetivos
Ninguém chega ao sucesso tendo comportamentos inadequados. É necessário exercitar a diplomacia. Os líderes são excelentes negociadores e diplomáticos. Exemplo: o que faz a bolsa de valores cair ou subir? A relação de confiança no mercado e nas pessoas. “O mercado funciona baseado numa psicologia de relação de confiança e assim deve pensar o profissional”.

Pessoas e cultura x cultura e pessoas
A tecnologia não é o grande fator que impulsiona a transformação, a inovação e as mudanças estratégicas na empresa, diz o executivo.  Quem impulsiona a mudança é a cultura e os profissionais inseridos nela. “A cultura deve favorecer pessoas que têm vontade de aprender e curiosidade fora do seu campo de atuação. São estas pessoas que vão enxergar o que ninguém vê. Esse profissional se encaixa muito bem no setor de tecnologia”, explica.

 

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Além do compartilhamento de arquivos: desafios da segurança cibernética no trabalho remoto

Por Francisco Larez *

No momento em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o mundo estava vivendo uma pandemia pelo novo coronavírus e, a partir disso, governos tiveram que adotar medidas restritivas para reduzir o risco de contágio, empresas de todos os setores rapidamente precisaram rever e adaptar suas dinâmicas de operação às medidas de distanciamento social. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Embora muitos gestores possam ter considerado, de início, as políticas de home office um pouco precipitadas, o fato é que o fenômeno do work from home não só contribuiu para a segurança dos funcionários e o achatamento da  curva de contágio, como veio para ficar, uma vez que grande parte do futuro do trabalho será feito em casa.

A despeito de muitas empresas terem evitado ou adiado, por anos, estabelecer procedimentos para uma operação remota, a pandemia mostrou que essa questão deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma realidade.

E ela é bem vista pelos trabalhadores, como indica uma pesquisa feita recentemente pela Fundação Dom Cabral (FDC) e a consultoria e auditoria Grant Thornton, que ouviu 705 profissionais de 18 estados brasileiros e constatou que 54% deles querem continuar em home office após a pandemia. Quase 40% perceberam que a produtividade em casa é semelhante àquela do trabalho presencial, apontou o estudo.

Em contrapartida, quando as pessoas estão em casa, podem optar por usar seus próprios dispositivos, aplicativos ou serviços para enviar e receber dados confidenciais – o que, potencialmente, pode abrir brechas de segurança.

As alternativas gratuitas clássicas disponíveis em telefones celulares não permitem que as equipes de TI saibam exatamente onde estão os arquivos, com consequências que vão além do controle interno e representam riscos relacionados à proteção de dados.

Se existe um aprendizado claro da Covid-19, no campo do trabalho, é que as empresas devem fazer o necessário para que os funcionários possam realizar suas atividades em casa com segurança e eficiência.

A colaboração é ainda mais importante quando os profissionais estão isolados: as equipes de TI precisam garantir que todos tenham as mesmas ferramentas e serviços que teriam se estivessem no escritório.

Grandes empresas de setores como saúde ou finanças são rotineiramente auditadas para esses problemas, e outros setores também começam a ser cobertos por legislação específica. Nesse sentido, o emprego remoto pode complicar a vida das equipes de TI, que trabalham para cumprir os protocolos de conformidade em termos de proteção de dados.

Nesse sentido, a transferência gerenciada de arquivos (MFT) permite o compartilhamento de dados sem interromper a dinâmica de trabalho colaborativo, possibilitando aos usuários trabalhar remotamente e com segurança.

Outro desafio é a autenticação. Como muitos dos aplicativos e serviços estão na nuvem, os usuários podem exercer suas atividades remotamente sem perder recursos para realizar seu trabalho. Nesse sentido, o Logon único (SSO) possibilita a autenticação adequada de funcionários remotos, permitindo que escolham o dispositivo ao qual querem se conectar.

Com as ferramentas certas, dificuldades inerentes ao trabalho remoto podem ser solucionadas, mesmo as mais complicadas. Soluções como o MFT e o SSO permitem que as equipes de TI cumpram os protocolos de segurança de dados, possibilitando aos funcionários executar suas funções com eficiência e sem colocar em risco os dados das empresas.

* Francisco Larez é diretor regional de vendas da Progress

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Hospital das Clínicas recebe doação de cinco robôs de Tele Presença para apoio ao atendimento de pacientes de Covid-19

O Hospital das Clínicas de São Paulo recebeu ontem (12) cinco robôs que permitirão aos médicos do hospital fazer atendimento aos pacientes de COVID-19 mesmo à distância, usando recursos de telepresença. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Os robôs, doados pela empresa de tecnologia Pixeon durante a 2ª edição do evento Pixeon Digital Health, estarão em cinco áreas diferentes do HC, e também serão utilizados para visitas virtuais de familiares aos pacientes internados.

Com segurança e distanciamento, os robôs permitem a assistência aos pacientes melhorando a condição do atendimento e também a percepção do paciente em relação à proximidade, já que via robôs, a taxa efetiva de vistas aumenta.

“A adoção destes robôs proporciona mais visitas aos pacientes infectados, o que é benéfico, pois causa efeito psicológico favorável à recuperação”, afirma Armando Buchina, CEO da Pixeon.

A doação reforça a estratégia da empresa de oferecer a hospitais e clínicas tecnologias que permitam aos pacientes uma jornada de saúde cada vez mais digital, mas sem deixar de lado o aspecto humano, tão importante em qualquer tratamento.

 

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Veja 5 dicas para reduzir custos empresariais com uso da tecnologia

Mesmo com inúmeras tecnologias disponíveis no mercado para automatizar processos tradicionais, muitas empresas ainda se veem diante de dúvidas acerca da verdadeira efetividade de migrar para o digital. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Isso devido a fatores como receio pela readaptação, tradicionalismo e incertezas quanto aos gastos que terão com plataformas digitais e softwares. No entanto, poucos sabem que a escolha pela tecnologia pode gerar redução de custos e não aumentá-los, como se pensa.

“Em primeiro lugar, é necessário entender que a tecnologia não é uma substituta do trabalho humano. Pelo contrário, a automatização minimiza falhas e ajuda a estender a capacidade produtiva humana, uma vez que elimina tarefas repetitivas e manuais que resultam em desperdício de tempo e dinheiro. Assim, o grande objetivo é disponibilizar mais tempo para tarefas estratégicas, o que proporciona uma expressiva redução de custos”, explica Henrique Flôres, cofundador da Contraktor.

Para auxiliar as empresas na adesão à tecnologia e migração para o digital, listamos 5 dicas importantes que podem ser aplicadas de forma simples:

Automação: aplique em tudo o que você puder – A inserção de novas tecnologias em empresas tem aumentado e resultado em economia de tempo e de custos. Quanto menos processos manuais as elas têm, mais economizam. Por exemplo, muitas horas e muito dinheiro são gastos na gestão de contratos em papel nas organizações.

Isso é um ponto importante que precisa ser analisado e substituído nas companhias por uma opção tecnológica. Utilizando os meios digitais, é possível reduzir também os custos com materiais físicos para propagandas, impressões de documentos, formulários, entre outros.

Reduza o tempo – O uso de tecnologias auxiliam na priorização de tarefas, fazendo com que os funcionários foquem e utilizem seu tempo em atividades que trarão resultados e impactarão na receita da empresa. Por isso, o ideal é substituir a maior parte dos processos físicos por meios digitais. Assim, pilares como gestão de documentos, comunicação e finanças tornam-se mais rápidos e eficazes.

Digitalize o RH – Nessa dica, podemos destacar inúmeras vertentes do RH para digitalização. Desde plataformas para seleção de talentos até o treinamento e gestão de pessoas. As tecnologias para o departamento pessoal fornecem muito mais objetividade nos processos, trazendo mais estratégia na hora de selecionar novos colaboradores.

Tudo isso garante uma expressiva melhoria na qualidade dos produtos e serviços disponibilizados.

Utilize ferramentas de monitoramento – As ferramentas de monitoramento são úteis para saber o quanto a gestão da empresa vem evoluindo. Com isso, a companhia tem um suporte tecnológico para poder compreender quais são os projetos mais lucrativos e onde pode enxugar mais custos.

Também é possível apostar em plataformas de dashboard, que permitem uma visão geral de todos os dados da organização, o que auxilia na tomada de decisões assertivas. Além das plataformas de monitoramento, existem os sistemas específicos para cada operação, que oferecem a funcionalidade de monitoramento, que permitem monitorar todos os estágios de um documento, desde o momento de sua criação até o vencimento.

Invista em softwares de assinatura eletrônica – Toda empresa lida com documentos, pois precisa formalizar vendas, acordos, compra de insumos, entre outras coisas. Essa dica serve para qualquer porte de empresa, com qualquer volume de documentos. Isso porque é preciso encarar a quantidade de documentos como algo proporcional ao tamanho do negócio.

Um empreendimento médio, por exemplo, não terá a mesma demanda de contratos que uma companhia de grande porte, mas, proporcionalmente aos lucros, ambas têm impactos semelhantes. O que importa nesse caso é escolher o software para gestão de documentos mais adequado para o volume da empresa.

 

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Saiba como aumentar a produtividade trabalhando em casa

Você já se perguntou como se trabalha em casa? [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Também chamado de trabalho remoto ou teletrabalho, trabalhar em casa se tornou uma maneira popular de os trabalhadores desfrutarem de maior flexibilidade e de os empregadores reduzirem custos.

Mas, apesar das vantagens de trabalhar em casa, ainda existem dificuldades, como distração e isolamento, a serem superados (talvez com algumas de nossas dicas abaixo).

A tecnologia é a resposta perfeita para trabalhar em casa. As ferramentas digitais nos conectam em todas as facetas de nossas vidas, por isso, não é surpresa que elas estejam mudando a maneira como trabalhamos. O que antes era uma ligação telefônica de longa distância muito cara, agora é um bate-papo por vídeo grátis.

E o processo dolorosamente lento de envio de um pacote por correio foi totalmente substituído por armazenamento e mensagens instantaneamente compartilháveis na nuvem. Agora podemos trabalhar com qualquer pessoa em qualquer lugar em tempo real.

E se com a pandemia você precisou se adaptar ao home office, nós reunimos, com a Viewsonic, algumas dicas de como aumentar a produtividade em casa.

Acompanhe:

ADICIONE UM MONITOR EXTRA Segundo alguns estudos, a adição de um monitor extra pode aumentar a produtividade em até 30%. Pare de alternar entre guias e dê a si mesmo mais “espaço na área de trabalho” para executar as tarefas.

FAÇA PAUSAS FREQUENTES Ao trabalhar de casa, é fácil se envolver nas tarefas e permanecer sentado por longos períodos de tempo. Lembre-se de se levantar e se espreguiçar, beber água e passar algum tempo longe do telefone ou do computador. Se necessário, dá até para ajustar um cronômetro para se lembrar de fazer pausas.

NÃO TRABALHE NA CAMA Embora usar pijama seja uma prática perfeitamente aceitável ao trabalhar de casa (desde que você não esteja na frente de uma câmera), trabalhar na cama não é. Trabalhar cercado por travesseiros macios não é propício à produtividade.

FAÇA LISTAS. MANTENHA REGISTROS Embora os empregadores tenham visibilidade do que você está fazendo quando está no escritório, eles perdem essa visibilidade quando você trabalha de casa. Certifique-se de acompanhar suas tarefas e atribuições quando estiver trabalhando de casa.

VERIFIQUE SE SEUS EQUIPAMENTOS SÃO ERGONÔMICOS Esteja trabalhando no escritório ou em casa, é importante garantir que seus equipamentos sejam ergonômicos para não pressionar as costas ao digitar ou esticar o pescoço para olhar para a tela. Certifique-se de digitar confortavelmente com as costas retas e ver a tela sem se inclinar para frente.

PLANEJE-SE CONTRA DISTRAÇÕES Distrações vão acontecer. Planeje-se contra elas, bloqueando o tempo para se concentrar onde você não pode ser perturbado. Informe os seus entes queridos que “trabalhar de casa” significa que você precisa estar no trabalho, e não lavando a roupa ou buscando as crianças na escola.

COMUNIQUE-SE BASTANTE Quando as equipes são separadas, a comunicação tende a diminuir. Comunique-se bastante para que todos estejam alinhados.

CRIE UM ESPAÇO DEDICADO Seu cérebro é ótimo em criar padrões. Crie um espaço dedicado para o seu escritório em casa para que o seu cérebro o reconheça como um local de trabalho, e somente de trabalho.

ADQUIRA FONES DE OUVIDO COM CANCELAMENTO DE RUÍDO Se seus filhos estão em casa e você precisa se concentrar, considere investir em fones de ouvido com cancelamento de ruído. Pode confiar.

NÃO TRABALHE DEMAIS Ao trabalhar de casa, é fácil sentir-se como se estivesse de plantão 24 horas por dia, sete dias por semana. Quando terminar o trabalho e chegar a hora de bater o ponto, desconecte-se e passe um tempo com seus entes queridos.

 

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Fortnite é banido da App Store e do Google Play Store

Fortnite, um dos jogos de batalha mais conhecidos da atualidade, foi removido da App Store da Apple e do Google Play Store. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em resumo: a Epic Games, desenvolvedora do jogo, lançou uma forma de pagamento direta no iOS e no Android para evitar a “fatia” que precisa pagar à Apple e ao Google. Assim, aqueles que comprarem direto com ela ganham um desconto de 20% em relação a quem adquire pelas lojas mobile tradicionais.

Com isso, o download foi banido faz alguns dias pelas empresas pois, segundo as gigantes, o recurso da desenvolvedora vai contra as diretrizes de suas lojas, que informa que qualquer aplicativo digital precisa usar os próprios sistemas de pagamento da Apple e do Google.

Ao disponibilizar a nova opção, a desenvolvedora ficaria com todo o lucro das transações.

Como resposta ao bloqueio, a Epic Games lançou uma campanha que levanta a hashtag “#FreeFortnite” no Twitter e redes sociais. Em nota oficial, a desenvolvedora criticou o bloqueio do jogo na loja e as taxas aplicadas pela mesma e convocou o público para apoiar a ação que chamou de “luta contra @AppStore”.

“Atualmente, não há como economizar se os jogadores usam as opções de pagamento de Apple e Google, nas quais Apple e Google ficam com a elevada taxa de 30% em todos os pagamentos”, ressaltou a companhia em nota oficial.

O Fortnite é um dos games mais populares do mundo e está disponível para baixar no PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e em celulares Apple e Android. De acordo com dados do SensorTower, só no iOS o jogo fatura US$ 30 milhões mensais. Ou seja, 30% desse valor para a Apple é cerca de US$ 10 milhões.

A nova opção de pagamento direto da desenvolvedora faz parte do “Fortnite mega drop”, ação que deu descontos permanentes para os V-Bucks, moeda digital do game. Basicamente, ao comprar V-Bucks pela loja oficial, o jogador teria duas opções: o novo pagamento direto e o pagamento pelo loja digital. No entanto, o pagamento direto contaria com um preço reduzido, enquanto na loja oficial o V-Bucks custaria o mesmo preço de sempre.

Por conta da remoção, a desenvolvedora entrou com um processo na justiça de São Francisco, alegando que a dona da App Store estaria com postura anti-competitiva. O argumento da Epic é de que a gigante não pratica a mesma taxa em programas no macOS, em que desenvolvedores podem oferecer produtos com apenas 3% de taxa, ou seja, um décimo do cobrado na App Store.

A movimentação jurídica ainda indica o posicionamento da Epic, quando ela aponta que não quer compensações financeiras no caso. “A Epic não busca nem mesmo um tratamento favorável para si mesma, como uma companhia única. Pelo contrário, está buscando um alívio injuntivo que permita a competição justa nestes dois mercados, que afetam centenas de milhões de consumidores e dezenas de milhares, se não mais, de desenvolvedores terceiros”, completou a empresa.

Em resposta, tanto a Apple quanto o Google informaram que buscarão conversar com a Epic para tentar resolver a situação e colocar o Fortnite novamente em suas plataformas.

 

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Marketing em tempos de máscara e álcool gel

Por Nicolas Marchon *

O relacionamento entre marcas e consumidores já passava por ampla transformação antes do novo coronavírus. Inegavelmente, no entanto, a pandemia acentua e consolida tendências de maneira categórica e provavelmente irreversível. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O primeiro e mais evidente impacto é o digital, no amplo sentido que o termo representa. Embora o nível de maturidade varie de acordo com o segmento e a TV ainda oriente boa parte das narrativas dominantes, tudo está mais “digital” agora do que há alguns meses, ainda que por necessidade.

Empresas e instituições se vêem obrigadas a acompanhar uma nova dinâmica tanto interna (setores como atendimento ao cliente atuando remotamente do dia para a noite), quanto externamente, onde a estratégia de marketing digital muitas vezes concentra todos os mecanismos de interação com o consumidor.

O marketing digital como departamento é transitório e provavelmente vai migrar do mais importante ao inexistente. Faz cada vez menos sentido a distinção off/on, uma vez que todas as funções de marketing são ou possuem componentes majoritariamente digitais. Não escapam nem mesmo os eventos, classicamente um exemplo do offline.

O cenário atual ressignificou clássicos modelos do mundo dos negócios, como o “B2B ou B2C” para fortalecer estratégias de relacionamento entre pessoas. 

O H2H (human to human) se faz necessário, especialmente em segmentos que passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros com mais intensidade nos últimos meses, como empresas da área da saúde, ciência e biotecnologia, fabricantes de respiradores e farmacêuticas. Mais do que nunca, a melhor estratégia atende pelo nome de empatia.

Comunicar nunca foi tão importante e complexo, inclusive para empresas que não cultivavam o hábito de se relacionar diretamente com o consumidor final, mas que concordam que pessoas estão no centro de tudo. A abundância de informação em uma crescente quantidade de canais exige das marcas relevância, frequência e muita, muita criatividade, para se manterem ativas nas mentes das pessoas, especialmente quando tomadas por pautas tão dominantes como a pandemia.

Se sobra pouco espaço para falar de qualquer-outro-assunto, independentemente do mercado de atuação, como e o que comunicar?

Estruturar cada canal para cada assunto e público-alvo e ser assertivo contrasta com a necessidade de se manter onipresente de certa forma. É impreterível permitir a interação dos clientes como e quando eles quiserem e, portanto, o omnichannel precisa deixar de ser apenas uma aspiração. Roupagens de marketing de conteúdo em abordagens com fins comerciais ficam expostas e portanto, ele, o conteúdo, torna-se o pilar mais importante da estratégia.

A expectativa do consumidor é evidente e comprovada por estudos realizados durante a pandemia: os brasileiros esperam que as marcas sejam úteis, práticas, realistas, e liderem mudanças.

Ainda mais atual, talvez pela natureza agnóstica da COVID-19, acentuou-se a preocupação social. A identificação passa agora também pela afinidade de valores. Como a marca tem se engajado com causas sociais, defendido a bandeira da diversidade e inclusão, atuado de maneira sustentável e, mais recentemente: o que ela tem feito pela sociedade em meio à pandemia? Mais do que as palavras, atitudes revelam a real natureza das marcas e despertam o reconhecimento.

O ciclo de marketing mudou e faz tempo. Deixou de ser linear e fez nossos funis se materializarem de variadas formas. Na atual conjuntura, é essencial compreender que a conversão definitivamente abandona o aspecto de interruptor (liga/desliga) e passa a ser a jornada em si, na qual qualquer possibilidade de interação é uma oportunidade ímpar de nutrição.

Afinal, a própria jornada já consolidou o entendimento que a venda está longe de ser o final do funil, podendo na realidade ser apenas o início para o próximo, ainda mais complexo: a fidelização.

Se encantar o cliente já era um mantra do marketing, o caminho se tornou mais desafiador. Qualidade por produtos ou serviços já não satisfazem e há expectativa por experiências verdadeiramente transformadoras.

Por fim, e não menos importante, o papel do consumidor, em meio a ou talvez em consequência de tudo isso, também é outro. Além de toda revolução comportamental e do expressivo aumento de exigências, ele está absolutamente mais instruído e potencialmente influente.

Não há como prever o que irá viralizar amanhã e, portanto, as marcas precisam estar preparadas para tudo: confirmar seu posicionamento, se retratar e assumir eventual deslize e ocasionalmente acolher inesperado protagonismo.

A coletiva preocupação com a pandemia e cuidados com a saúde em geral, a adoção de um novo vocabulário popular que inclui testagem e padrão-ouro e a descoberta de um novo alfabeto com RT-PCR, IgM e IgG nos aproximaram de públicos não antes vislumbrados. Foi preciso adaptar e adotar o H2H horizontalmente, uma vez que das personas ao cliente interno, tudo mudou.

Assim, as estratégias de marketing digital e relações públicas tornaram-se tão cruciais como dinâmicas, os planos pré-pandemia, repensados, a agenda de mídia, reorganizada e toda a estratégia, adaptada.

Ciclos mais curtos de planejamento. Valores da marca em prática. Conteúdo valioso. Empatia e humildade. Máscara e álcool gel.

 

* Nicolas Marchon é executivo sênior de marketing para a América Latina da Thermo Fisher Scientific

 

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PODCAST – Treinamento profissional durante a pandemia não pode parar

Neste Podcast conversei com Sandra Cristina Domingos, coordenadora de atendimento corporativo do Senac São Paulo, e falamos como os treinamentos profissionais estão sendo administrados durante a pandemia, pois eles não podem parar.

Ela também dá algumas dicas para o pessoal de RH – Recursos Humanos – das empresas para que possam administrar de maneira eficiente à distância os colaboradores das empresas, o que teve que ser feito para adaptar a nova realidade, quais cursos estão sendo mais procurados e quais treinamentos devem se destacar no médio e longo prazo, e outras questões importantes.

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PODCAST – Sob o comando de um jovem de 28 anos a Unentel Distribuição deve crescer mais de 100% em 2020

Neste Podcast conversei com Frederico Passos, um jovem de 28 anos que ocupa o cargo de vice presidente executivo na Unentel Distribuição, empresa baiana com matriz em Salvador e filiais em vários estados, que atua no segmento de tecnologia.

Falamos sobre a estratégia adotada pela empresa sob seu comando para enfrentar a pandemia, que deve resultar em um crescimento superior a 100% neste ano.

Além disso, conversamos sobre reeducação do mercado corporativo com os novos métodos de trabalho e as consequentes dúvidas do home-office, outros assuntos e, lógico, qual foi a trajetória acadêmica e profissional do execuivo até chegar onde está.

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