Startup oferece 20 mil bolsas de estudos gratuitas em cursos de programação para computação em nuvem

Para atender ao aumento da demanda de novos profissionais na área de Tecnologia da Informação (TI) motivado pelo crescimento dos investimentos das empresas em sistemas de computação em nuvem, a Microsoft fechou um apoio com a Digital Innovation One, que irá oferecer 20 mil bolsas de estudo gratuitas aos interessados em se qualificar nesse segmento. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Os cursos online gratuitos vão ensinar conceitos de programação para computação em nuvem, especialmente sobre a plataforma Microsoft Azure.

Os interessados em conquistar uma das bolsas gratuitas para os cursos online devem clicar aqui a partir desta quarta-feira (01) para realizar a inscrição gratuita. As vagas são limitadas.

O lançamento dos cursos aconteceu no último dia 20 de junho no DIO PRO Summit, evento gratuito que reúne toda comunidade de desenvolvedores de software da Digital Innovation One. A iniciativa entre a empresa gigante da informática e a startup brasileira acontece em meio ao crescimento acelerado da procura por serviços online nos últimos meses, sobretudo, em razão da quarentena devido à pandemia do novo coronavírus.

A crescente demanda por compras online, educação a distância, vídeo conferências, pagamentos de contas através de aplicativos, entre outros serviços na internet exige que empresas ampliem rapidamente a capacidade de atendimento dos seus sistemas e, consequentemente, os seus serviços em nuvem. Esse movimento abre novas oportunidades para profissionais de TI qualificados.

Os desenvolvedores de software capacitados no curso e que se sobressaírem nos programas educacionais da plataforma poderão receber convites para processos seletivos de trabalho em empresas parceiras. As bolsas de estudo da parceria abrangem o cursos Microsoft Azure e Microsoft Azure Functions.

Os inscritos aprenderão ainda sobre a aplicabilidade da tecnologia através das linguagens de programação C#, JavaScript, Node.js e Java. Os participantes também terão acesso a mentorias com colaboradores especialistas dos programas da Microsoft através de sessões programadas ao vivo na internet.

“A Microsoft tem como missão empoderar todas as pessoas e organizações do planeta para alcançar mais e um dos grandes pilares deste trabalho é a capacitação profissional. Queremos apoiar o desenvolvimento do ecossistema de inovação e ficamos muito entusiasmados em proporcionar este treinamento com a Digital Innovation One”, afirma Cynthia Zanoni, head de Cloud & AI Developer Relations na Microsoft.

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Brasil Game Show de 2020 é oficialmente adiada
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



Diebold Nixdorf anuncia novo Diretor de Serviços

A Diebold Nixdorf anuncia Vitor Borges como novo Diretor de Serviços da empresa no Brasil. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Com mais de 20 anos de experiência nas áreas de suporte e atendimento aos clientes, o executivo assume o cargo com o objetivo de expandir as ações de suporte preditivo do programa AllConnect Data Engine e ampliar o portfólio de Managed Services para a gestão estratégica de toda a operação de caixas eletrônicos.

“Estou muito animado e confiante para essa nova etapa de minha carreira. A Diebold Nixdorf é uma empresa muito tradicional e inovadora no mercado global, e tenho certeza de que poderei contribuir para otimizar cada vez mais os serviços de nossa companhia no atendimento aos clientes”, diz o executivo, destacando que uma de suas metas é ampliar as ofertas e recursos de suporte proativo à disposição dos principais bancos e operadores financeiros do País.

Borges soma passagens por organizações como HP e Lexmark, onde ocupou cargos como Gerente de Operações para América Latina e Head geral de Serviços no Brasil. “Durante minha carreira, trabalhei em diversos setores e mercados, sendo responsável por entender as demandas de clientes das áreas financeira, manufatura, telecomunicações e muito mais”, afirma.

Para Elias Rogério da Silva, Country Manager da Diebold Nixdorf no Brasil, a chegada de Borges representa mais um passo para reforçar os diferenciais da companhia junto aos clientes. “Temos um compromisso constante em oferecer as melhores soluções ao mercado, com tecnologias inovadoras, como é o caso da nova geração de terminais automatizados, e serviços diferenciados”, diz.

“Nesse contexto, a contratação de Vitor Borges é uma grande notícia, pois nos ajudará a maximizar as entregas no mercado nacional, com novas opções de suporte proativo e de alto valor agregado”.

Vale destacar que a expectativa da companhia é que a área de Serviços amplie gradualmente as ações de Managed Services, implementando novos serviços de gerenciamento de caixas eletrônicos e dispositivos ao portfólio da empresa no Brasil. “Há um grande campo de evolução nesse sentido, e acredito que temos as soluções certas para simplificar a rotina de manutenção, gestão e logística das empresas do setor financeiro”, enfatiza Borges.

Para esse desafio, o novo diretor da área de Serviços ressalta sua trajetória e a conquista de sólidos conhecimentos em campos como  a estruturação técnica de projetos de suporte, atuando diretamente em todas as etapas de definição estratégica e de entrega das ações operacionais, do processo de pré-vendas até a implementação das iniciativas no dia a dia dos usuários. “Estamos prontos para crescer e levar nossos diferenciais mais longe. A Diebold Nixdorf está no caminho certo para agregar mais inteligência e rentabilidade às companhias desse mercado”, afirma.

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Brasil Game Show de 2020 é oficialmente adiada
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



Pierre Barrial é o novo CEO e Presidente Global da IDEMIA

O Grupo IDEMIA anuncia Pierre Barrial como Presidente e CEO a partir de 1° de julho de 2020. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O executivo que ocupava esta posição, Yann Delabrière, retornará para o posto estratégico de Presidente do Conselho de Administração, a partir da mesma data. Função na qual continuará a implementar um robusto planejamento de gestão e de governança da empresa em nível global.

Pierre Barrial possui mais de 25 anos de experiência em empresas de tecnologia multinacionais e multiculturais, nos setores público e privado. Antes de ocupar o cargo de Presidente e CEO, Pierre Barrial liderava a divisão de Secure Enterprise Transactions (SET) da IDEMIA, responsável pelos negócios de conectividade, pagamentos e identidade para grandes corporações no setor privado.

Antes deste cargo, o executivo foi gestor global das unidades de negócio Mobile Operators e Financial Institutions, que desde fevereiro deste ano foram incorporadas a divisão SET.

Matthew Cole também foi nomeado CEO da divisão SET, substituindo Pierre Barrial. Matthew Cole traz uma vasta experiência neste segmento, tendo sido Presidente da Cubic Transportation Systems, líder mundial de pagamentos conectados e sem contato no setor de transportes. O executivo ficará locado nos EUA e também fará parte do Comitê Executivo do Grupo IDEMIA.

“Após um plano de sucessão cuidadosamente preparado, escolhemos um executivo de classe mundial, Pierre Barrial, para presidir o Grupo IDEMIA. A IDEMIA é uma empresa com notável resiliência. Os fundamentos do nosso negócio são fortes e pavimentam com bom presságio o futuro. Em nome do Conselho de Admistração desejo a Pierre o melhor em sua nova posição”, declarou Yann Delabrière.

“Sinto uma imensa honra e felicidade em ter sido escolhido para as funções de Presidente e CEO do Grupo IDEMIA. A IDEMIA possui uma equipe extremamente comprometida de 15.000 funcionários em todo o mundo e, juntos, continuaremos a servir nossos clientes, independentemente das circunstâncias. Também tenho orgulho de liderar uma empresa cujo objetivo, desde a sua criação, é tornar o mundo um lugar mais seguro. Hoje, a identidade e a segurança são ativos de suma importância num mundo cada vez mais digital”, acrescentou Pierre Barrial.

“Estou emocionado e orgulhoso de me juntar à IDEMIA como CEO da divisão SET. Planejo trabalhar lado a lado com minhas equipes e a gerência sênior do Grupo IDEMIA para, conjuntamente, desenvolvermos as estratégias de crescimento”, conclui Matthew Cole.

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Brasil Game Show de 2020 é oficialmente adiada
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



Qual é o melhor notebook para profissionais de edição de fotos e vídeos?

Por Emerson Salomão *

Com a experiência de customizar notebooks de alta performance para mercados específicos que exigem alto desempenho, seja para análise de imagens, programas de realidade aumentada, automação na cadeia produtiva em alta escala, entre outros, sempre me deparo com a seguinte pergunta: Qual é o melhor notebook para essa ou aquela área? [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Curiosamente, vejo uma movimentação maior no mercado de edição de fotos e vídeos e profissionais interessados em profissionalizar seus negócios.

É um mercado que tem se adaptado nos últimos anos, principalmente pela mudança para o mundo digital. Quem surfou nesta onda e se aperfeiçoou, hoje, está colhendo bons frutos, pois é um mercado com muitas oportunidades.

O sucesso do premiado filmmaker, Guilherme Coelho, referência na área, mostra que a arte de contar histórias com vídeos e eternizar momentos pode ser um negócio de sucesso. Outro fenômeno, o fotógrafo Gilmar Silva, ganha cada vez mais repercussão do seu trabalho e já é considerado uma celebridade no meio.

Fiz questão de citá-los para que sirvam de inspiração para profissionais do ramo. Felizmente tenho visto interessados em tecnologias que farão a diferença nesse segundo semestre do ano, a fase da retomada da economia.

Abaixo, destaco algumas dicas que mostram quais características compõe o melhor notebook para edição de fotos e vídeos. Com essas informações, os profissionais poderão ser mais exigentes na hora de escolher o melhor equipamento para rodar, com agilidade, softwares como, After Effects, Lightroom, Premiere, Photoshop, entre outros.

Confiram abaixo:

O que avaliar na hora de comprar um notebook?
No ato da aquisição de um equipamento a prioridade é avaliar a capacidade da placa de vídeo, processador, armazenamento, entradas e saídas de vídeo e o tipo de tela. Vale levar em consideração também se haverá a necessidade de mobilidade para que o design seja leve e prático para o deslocamento. Já é possível customizar notebooks para atender as variadas necessidades.

O que levar em consideração quando preciso de um bom desempenho?
Para fins de edição de fotos e vídeos, não comprem notebooks com HD. Isso prejudica muito o desempenho dos projetos. Optem sempre por máquinas com SSD (Solid State Drive). Com esse dispositivo, o aumento de desempenho é imediato e significativo.

Considerando a necessidade de renderização, atuar com SSD poderá aumentar a agilidade em até 10x mais do que o HD normal na hora de consolidar imagens, áudios e efeitos.

E sobre a qualidade das imagens?
Sem dúvida a tela Full HD é a mais indicada para reproduzir a imagem e gerar a sensação de realidade, de reavivar aquele momento mágico e inspirar sensações. Para intensificar essa experiência, o ideal é que a taxa de sRGB seja próxima a 100%.

Quais as dicas para os iniciantes?
Essa é um assunto que sempre me questionam, pois existem muitos profissionais que estão começando e que precisam de notebooks de alta performance com um investimento acessível. Para eles, indicamos a seguinte configuração: processador i5 da série H, placa de vídeo com pelo menos 4GB de memória dedicada, 16GB de memória RAM, 500GB de SSD interno, Windows original e sempre atuar com aplicativos originais. Essa configurações garantem entrega com alto nível de qualidade.

E para aquele que trabalha com alta demanda?
Para esses profissionais as máquinas precisam de uma configuração mais potente, cuja os softwares de edição já são pesados, independente da demanda. Com o tempo, o volume de projetos armazenados e a produção de novos trabalhos requerem notebooks com potência avançada.

O ideal são máquinas com processadores i7 da série H, placas de vídeo da linha RTX da NVIDIA, 32GB de memória RAM, armazenamento em SSD do tipo NVME e Windows e aplicativos originais.

O que dizer sobre a manutenção dos notebooks?
Para manter a máquina em boas condições a longo prazo é importante realizar uma limpeza interna e uma manutenção preventiva a cada seis meses ou um ano.

Para concluir, afirmo que, ao contrário do que muitos pensavam, esse mercado não está em extinção devido ao aumento de celulares. É um setor em plena expansão. As publicidades continuam, os casamentos não param de acontecer, as revistas e jornais continuam com as ilustrações, o setor de marketing vem sendo cada vez mais requisito nas empresas e ainda houve uma explosão do canal YouTube que exigem profissionais para cuidar da parte técnica. Além disso, o olhar e a experiência de bons profissionais nunca serão substituídos.

Posso dizer sem medo de errar é que o grande diferencial da atualidade é a agilidade na entrega dos projetos. Otimizar o tempo de trabalho também é um ponto importante  na competitividade, e é nesta hora que máquinas de alta performance entram para colaborar na produtividade.

Quanto melhor a configuração da máquina, mais rápido o profissional conseguirá finalizar projetos e se comprometer com novos. A qualidade dos equipamentos alinhado à criatividade são os ingredientes que desencadearão o sucesso ou o fracasso.

Então, essa é a hora de buscar especialização e dar o primeiro passo para profissionalizar seus estúdios com equipamentos que garantirão projetos de mais qualidade e que, consequentemente, atrairão ainda mais sucesso para os negócios.

 

* Emerson Salomão é fundador da Avell

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Brasil Game Show de 2020 é oficialmente adiada
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



PODCAST – Pandemia, Home Office e Segurança Digital: a realidade nunca antes imaginada

Pandemia, Home Office e Segurança Digital:
a realidade nunca antes imaginada

Neste Podcast conversei com Claudio Bannwart, Country Manager para o Brasil da empresa de segurança da informação Check Point, que fala sobre a operação de guerra que foi necessária para colocar milhares de funcionários em home office num curto espaço de tempo devido à pandemia.

“Um cliente ligou para mim em uma segunda-feira quando começou o confinamento e disse: Precisamos colocar 100 mil funcionários em home office em duas semanas”, contou Bannwart.

Além disso, muitos problemas de segurança digital que estavam equacionados nas empresas passaram a não valer mais, pois as condições de segurança contra hackers, fishing, malware, invasões etc. dos usuários praticamente não existiam e tiveram que ser instaladas e configuradas de maneira muito rápida, porém com consistência.

Para saber como tudo isso e muito mais foi e ainda está sendo administrado ouça agora o Podcast, deixe seu comentário e compartilhe em suas redes sociais.




Google abre inscrições para seu programa de bolsas de pesquisas para a América Latina em 2020

A pandemia causada pelo coronavírus impôs desafios sem precedentes e uma nova realidade ao mundo todo. Neste cenário, a ciência e a tecnologia têm sido cruciais no enfrentamento e no desenvolvimento de soluções para a crise global decorrente COVID-19. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Parte fundamental desse processo, os projetos de pesquisa acadêmica desenvolvidos por professores e estudantes universitários da região, tornam-se mais relevantes do que nunca.

O Google está anunciando a abertura das inscrições para a oitava edição do Latin American Research Awards (LARA), seu programa de bolsas de pesquisas para a América Latina. Para a edição deste ano, uma seção especial foi criada para projetos que buscam estudar e encontrar melhores soluções tecnológicas para o combate e a diminuição dos efeitos da COVID-19.

Visto o potencial da América Latina como um grande polo de inovação, o Google quer ajudar a incentivar a pesquisa em diversas áreas e buscar projetos que sejam também relevantes localmente.

Este ano, o LARA distribuirá R$ 2,5 milhões de reais para projetos de estudantes de mestrado ou doutorado e também a seus orientadores acadêmicos. As inscrições estarão abertas até o dia 30 de julho de 2020 e as instruções podem ser encontradas neste site.

Conheça os campos de pesquisa contemplados:

– Saúde/COVID-19
– Geo/Maps;
– Interação entre humanos e computadores;
– Recuperação, extração e organização de informações (incluindo gráficos de semântica);
– Internet das Coisas (incluindo cidades inteligentes);
– Machine learning (aprendizado de máquinas ) e data mining (mineração de dados);
– Dispositivos móveis;
– Processamento natural de línguas;
– Interfaces físicas e experiências imersivas;
– Privacidade;

Outros tópicos relacionados a pesquisas na web.

Desde o surgimento do LARA em 2013, em parceria com as universidades locais, o objetivo do Google tem sido fortalecer a conexão da pesquisa com a economia e a sociedade em geral e aumentar a circulação do conhecimento. Durante esse período, mais de 3,5 milhões de dólares foram destinados a mais de 120 projetos de universidades da região.

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Brasil Game Show de 2020 é oficialmente adiada
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



Varejista, é a hora de proclamar a sua própria Independência Digital

Por Claudio Roca *

Há algumas décadas, para se montar uma operação varejista bem sucedida eram necessários, entre outras coisas, algum capital, tino comercial, um ótimo ponto, bons produtos e serviços, além de muitos tijolos, cimento e massa corrida. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Colocar uma operação de varejo no ar era, de longe, muito mais difícil e diferente de nossa atual e mais confortável realidade tecnológica.

Muitos anos de varejo se passaram e, ainda naquele tempo, já viviam-se alguns processos de inovação compatíveis com o momento.

As lojas de rua, por exemplo, foram pouco a pouco perdendo sua independência e um importante espaço para os grandes shoppings — os “marketplaces” da época que, de maneira física, passaram a facilitar a vida das pessoas de uma determinada região, reunindo toda as suas necessidades de consumo em um único local.

A ascensão dos preparados
Em seu primeiro grande “boom” nos anos 90, a internet, sob uma ótica comercial, foi vista como uma grande oportunidade para a criação de um novo canal de vendas diretas ao consumidor.

Quem não se lembra do conceito “On Demand” criado pela IBM e reconhecido como um dos primeiros movimentos orientados à transformação digital?

Acertando em cheio e agradando aos simpatizantes do desenvolvimento sustentável, a interessante promessa naquele momento era o da criação de uma nova versão digital de negócios já existentes, os chamados “e-Business”, pela própria IBM.

O conceito demonstrou-se oportuno, porém limitado a algumas poucas empresas realmente preparadas para tal transformação.

As que possuíam um viés mais tecnológico ou melhor se prepararam, criaram diferentes soluções próprias e respostas de mercado, tirando proveito dessa oportunidade e inicializando a sua independência digital.

Vale lembrar que, quem não se preparou, depende até hoje da utilização de serviços oferecidos por empresas terceiras intermediadoras que estavam melhor preparadas na época. Fato este que permitiu o surgimento de alguns gigantes tecnológicos, oferecendo diferentes serviços digitais também para a cadeia varejista, a exemplo dos grandes marketplaces que temos no país e pelo mundo a fora.

Estes, não limitando-se a questões de infraestrutura tecnológica, desenvolveram-se também em outras competências necessárias para a sua independência no novo varejo digital — “trust by design”, tecnologia da informação, logística e marketing digital foram aprimorados, chegando a uma efetividade operacional ímpar, independentemente de suas atuais pequenas margens de contribuição.

O mercado das intermediações digitais
Com enorme crescimento nas últimas duas décadas, as operações mais preparadas, passaram a oferecer sua efetividade ao mercado concorrente. Obtendo em troca um “cut” das vendas de seus oponentes menos preparados, consolidaram assim o conceito dos ‘marketplaces digitais’.

Em tempos de surgimento da primeira empresa privada da história a alcançar um trilhão de dólares em valor de mercado (Apple Inc. em 2018), outras operações foram igualmente bem sucedidas repetindo a metodologia da intermediação efetiva.

A Microsoft dominou seu mercado atingindo a marca de mais de 900 milhões de dispositivos rodando seu sistema operacional, o Google conquistou uma enorme fatia da verba de publicidade mundial antes investida em veículos ditos mais tradicionais e a própria Apple, que intermediou desenvolvedores de aplicativos e consumidores criando uma das primeiras e mais lucrativas “app stores” do mundo.

Temos ainda, alguns interessantes exemplos tupiniquins que também chacoalharam seus mercados.

O Buscapé, que intermediou precocemente o mercado digital do e-commerce brasileiro, gerando tráfego e efetividade a grandes e pequenos varejistas desde junho de 1999, a Easy Táxi, precursora brasileira na intermediação de corridas de táxis e o iFood intermediando as vendas e os serviços de delivery do mercado de restaurantes, entre muitos outros possíveis exemplos.

A importante conclusão aqui, é que coletar e aprender com os dados de seus mercados, permitiu que essas operações tirassem proveito das ineficiências de seus segmentos.

Assim entenderam como atuar de forma mais independente e eficiente que seus concorrentes, passando também a oferecer e a abrir seus serviços a todo o ecossistema, inclusive aos seus competidores.

A democratização das tecnologias
Devido a constante ‘comoditização’ da tecnologia, as barreiras para a evolução tecnológica das empresas tornaram-se cada vez menores, e uma revolução na democratização das mesmas começou a acontecer em todo o universo digital.

Há 21 anos, a tecnologia que construiu o primeiro site de e-commerce expressivo do Brasil, o Submarino, custou mais de 1 milhão de dólares, sendo que hoje, por conta desta mesma ‘comoditização’, pode-se comprar tecnologia infinitamente superior por módicos 10 dólares.

Estamos vivendo agora uma nova era, onde a independência destas intermediações, não somente é possível como também necessária.

O desequilíbrio causado pelo abuso de alguns players do mercado digital varejista que, não somente começaram a intermediar as vendas de seus clientes como também passaram a tentar se apropriar de outros momentos das cadeias produtivas, tornaram esta, uma relação tóxica e insustentável para muitos de seus supostos aliados.

Seduzidos pelo conhecimento adquirido, muitos destes players passaram a atuar em outras etapas adicionais à venda como, na segurança e infraestrutura, nos meios de pagamento, na logística e entrega e, em alguns casos mais extremos, na criação de marcas próprias nos mesmos segmentos de seus parceiros, a exemplo de plataformas de ‘delivery’ que criaram suas próprias cozinhas ou até mesmo a Amazon que domina hoje 1/3 do mercado online global de pilhas por meio de sua marca própria.

Alguém sabe melhor do que ela, como, quando, por quanto e quantas pilhas serão vendidas no próximo par de horas?

A Independência Digital
Independência ou morte! Quando em 7 de setembro de 1822, as margens do Riacho do Ipiranga, D. Pedro I proferiu esta famosa frase, já profetizava a iminente necessidade de independência que o varejo viveria quase dois séculos depois.

Posicionar a presença digital de seu negócio, sua divulgação e suas vendas de forma 100% dependente de terceiros intermediadores, parece trazer a, médio e longo prazos, a morte financeira de sua operação, ainda mais em tempos de consumidores cada vez mais digitais.

Se observamos sua nova jornada mais digital e os dados gerados por seus novos comportamentos de consumo, estes mesmos consumidores, indicaram e continuarão indicando as constantes necessidade de aprimoramento dos canais varejistas — a exemplo da atual “guerra” pelas lideranças nos diferentes nichos de ‘delivery’.

Vale ainda lembrar que, assim como diferentes consultorias globais já constataram, o real potencial dos serviços de entrega só será descoberto quando as startups deste mercado esgotarem os subsídios dados ao consumidor por meio do dinheiro de seus investidores.

Não caberia aqui a oportunidade de nossa autorreflexão quanto a importância da independência do mercado varejista na geração de seus próprios canais de vendas diretas e de seus serviços de entrega?

Como “nasci” como uma operação física de tijolos, cimento e massa corrida devo insistir em uma baixa auto-estima digital e continuar terceirizando as tendências “irrevogáveis” de meu mercado às novas empresas do setor ou devo buscar a minha independência digital?

Os questionamentos são inúmeros, mas o novo comportamento já está aí, uma infinidade de atuais estatísticas demonstram que cerca de 97% de todas as compras do varejo físico são precedidas por uma busca em diferentes canais digitais.

Independente digital ou não, afinal, quem você deseja ser? O Dono de seu negócio ou o fornecedor de seu concorrente?

* Claudio Roca é diretor-geral da NerdMonster Digital Retail

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Brasil Game Show de 2020 é oficialmente adiada
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



PODCAST – Lady Sophie e Mr. Polymath, uma dupla brasileira que ganhou o mundo

Lady Sophie e Mr. Polymath, uma
dupla brasileira que ganhou o mundo

Neste Podcast eu e Alexandre Winetzki, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Stefanini, conversamos sobre Inteligência Artificial (IA), a internacionalmente conhecida Sophie e seu companheiro Polymath, o mais recente bot da empresa.

Segundo Alex, Polymath é o estado da arte em tecnologias de processamento de linguagem natural. O sistema é treinado em poucos segundos por meio da digitação de uma URL e após esse processo a ferramenta passa a ler sites e todos os links conectados a ela, criando uma base de dados robusta e fácil de usar.

Com o crescimento da demanda por soluções de IA, existe uma corrida global por sistemas que realmente aprendam e sejam capazes de tomar decisões relevantes com pouco treinamento. Diferente da tecnologia de Machine Learning, que precisa de milhares de dados específicos para que o sistema seja capaz de distingui-los. Segundo a Stefanini, “a solução é capaz de responder às demandas de maneira rápida e eficiente.”

Para conhecer detalhes dessa dupla brasileira de bots, ouça agora o Podcast, deixe seu comentário e compartilhe em suas redes sociais.

Últimos PODCASTS



Como entender e aproveitar as transformações digitais do “novo mundo”

Por Patrícia Pessoa *

Fala-se muito sobre as mudanças de hábito e de convivência social pelas quais as pessoas estão sendo submetidas nesse novo cenário global. Mas as empresas e marcas também têm muito a aprender e evoluir neste período. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Missões, valores e mensagens de compromisso precisam sair do papel e serem convertidas em ações. Processos precisam ser alterados e novas práticas adotadas. A transformação é iminente e requer reações rápidas.

Nesses primeiros meses de uma nova sociedade, temos visto muitas companhias anteciparem e acelerarem processos de digitalização. Medidas que só foram tomadas para evitar prejuízos ainda maiores, e não de forma preventiva, planejada, como deveria ser o ideal.

E até quem já estava mais inserido ao mundo conectado precisou se reinventar, preenchendo antigas lacunas com soluções mais práticas.

De repente, um ambiente totalmente digital, que dialogava apenas com quem já estava conectado, se viu diante de milhões de novos usuários, que raramente exploravam conteúdos online e que agora dependem deles, tanto para o lazer e o entretenimento quanto para estudar, trabalhar e consumir.

Será preciso entender e aprender a conversar com essa fatia da sociedade, oferecendo plataformas e recursos mais acessíveis.

O desafio é enorme e essas mudanças não podem ser encaradas como algo pontual. Muitas delas serão definitivas. O crescimento das vendas online escancara essa transformação.

É fácil encontrar, diariamente, diversos dados e notícias sobre como esse mercado reagiu rápido para captar as necessidades dos consumidores, entregar facilidades e ter como resultado números recorde de desempenho.

A tendência é que cada vez mais gente se refugie no e-commerce enquanto a rotina que conhecíamos não puder ser retomada. E até quando a normalidade, na medida do possível, for alcançada, alguns novos hábitos já estarão estabelecidos.

Priorizar a internet para realizar uma compra vai deixar de ser uma atitude restrita a millennials, a jovens, para se tornar uma mentalidade cada vez mais abrangente, para todas as faixas etárias.

Caberá às empresas encontrar a melhor forma de se adaptar a essa mudança. E o atual momento é o ideal para conseguir se posicionar ao lado do consumidor. É hora de buscar uma sintonia mais real e sincera, que se aproxime de uma figura acolhedora, que oferece benefícios diante das necessidades.

O consumidor quer mais do que uma simples promoção. Ele procura dicas, sugestões, tutoriais, referências… Então é preciso mapear toda essa demanda antes de criar qualquer ação e, assim, conseguir entregar algo mais assertivo no mercado, que converse com o consumidor, que gere proximidade.

Ainda há tempo de se planejar e mudar, mas é preciso ser rápido, estratégico e empático.

* Patrícia Pessoa é diretora de marketing da divisão de consumer electronics da Samsung Brasil

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Brasil Game Show de 2020 é oficialmente adiada
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



Pesquisa apresenta dados sobre incidentes de segurança cibernética em nuvem

De acordo com a The State of Cloud Security 2020, pesquisa global da Sophos, quase três quartos (70%) das organizações passaram por incidente na nuvem de segurança pública no ano passado. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Essa lista inclui ransomware e malware (50%), dados expostos (29%), contas comprometidas (25%) e cryptojacking (17%). As organizações que utilizam ambientes com multi-cloud têm mais de 50% mais chances de sofrer um incidente de segurança na nuvem do que aquelas que utilizam uma apenas uma.

Os europeus sofreram a menor porcentagem de incidentes de segurança na nuvem, um indicador de que a conformidade com as diretrizes do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) está ajudando a proteger as organizações de serem comprometidas. A Índia, por outro lado, foi a pior, com 93% das organizações atingidas por um ataque no ano passado.

“O ransomware, sem surpresa, é um dos crimes cibernéticos mais relatados na nuvem pública. Os ataques mais bem-sucedidos incluem dados na nuvem pública, de acordo como relatório State of Ransomware 2020,  os criminosos estão mudando os métodos para atingir os ambientes em nuvem que prejudicam a infraestrutura necessária e aumentam a probabilidade de pagamento”, afirma Chester Wisniewski, principal pesquisador da Sophos.

“O recente aumento no trabalho remoto fornece, mais do que nunca, uma motivação extra para desabilitar a infraestrutura de nuvem, por isso é preocupante que muitas organizações ainda não compreendam a responsabilidade de proteger dados e cargas de trabalho on-cloud. A segurança de nuvem é uma responsabilidade compartilhada e as organizações precisam gerenciar e monitorar cuidadosamente os ambientes na nuvem para permanecer um passo à frente de determinados invasores”, aponta Chester.

A porta aberta sem intenção: como os invasores entram
A exposição acidental continua atormentando as organizações, com configurações incorretas exploradas em 66% dos ataques relatados. Detalhadas no Relatório de Ameaças SophosLabs 2020, as configurações incorretas geram a maioria dos incidentes e são muito comuns, dadas as complexidades de gerenciamento de nuvem.

Além disso, 33% das organizações relatam que os cibercriminosos obtiveram acesso por meio de credenciais de conta de provedor de nuvem roubadas. Apesar disso, apenas um quarto das organizações afirmam que gerenciar o acesso às contas em nuvem é uma das principais áreas de preocupação. Dados da Sophos Cloud Optix, uma ferramenta de gerenciamento de postura de segurança na nuvem, revela que 91% das contas possuem funções de gerenciamento de identidade e acesso com privilégios excessivos e 98% têm a autenticação multifator desativada em suas contas de provedor de nuvem.

O lado bom
Quase todos os entrevistados (96%) admitem se preocupar com o atual nível de segurança na nuvem, um sinal encorajador que aponta a importância desse cuidado. Apropriadamente, o “vazamento de dados” está no topo da lista de preocupações de segurança para quase metade dos entrevistados (44%); identificar e responder a incidentes de segurança está em segundo (41%).

Apesar desses pontos positivos, ainda não houve reconhecimento de um ponto importante: apenas um em cada quatro entrevistados vê a falta de conhecimento da equipe como uma das principais preocupações.

No Brasil, qual é o cenário?
A pesquisa ‘The State of Cloud Security’ da Sophos foi realizada com 3.521 empresas que fazem uso de nuvem pública, em 26 países diferentes. No Brasil, a pesquisa considerou 136 companhias, que levaram a constatações locais interessantes:

– 68% das organizações estão utilizando a nuvem pública;

– 79% das empresas brasileiras presentes na pesquisa sofreram algum incidente de segurança na nuvem pública nos últimos 12 meses;

– 99% das empresas estão preocupadas com o nível atual de segurança na nuvem;

– 69% sofreram violação por conta de alguma configuração incorreta de segurança;

– 29% tiveram suas credenciais de conta em nuvem roubadas;

– Detecção e Resposta é a principal preocupação de segurança na nuvem.

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Brasil Game Show de 2020 é oficialmente adiada
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



O futuro do trabalho – o bom, o ruim e o desconhecido

Por Jared Spataro *

Nos últimos quatro meses, o trabalho mudou drasticamente. Mas essas mudanças vão persistir no futuro? [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Nosso segundo relatório Índice das Tendências de Trabalho explora essa ideia combinando insights de três fontes: tendências sobre como nossos clientes usam nossas ferramentas; achados da pesquisa de Harris Poll com mais de dois mil trabalhadores remotos em seis países; e conclusões de mais de 30 projetos de pesquisa por meio da Microsoft que procuraram entender a experiência dos trabalhadores remotos atualmente via enquetes, entrevistas, estudos diários, grupos focais, e estudos do cérebro humano.

Nosso objetivo com essa pesquisa é descobrir os bons e maus aspectos do trabalho remoto para que possamos acelerar o desenvolvimento de produtos nas áreas certas, antecipar como o trabalho irá mudar no futuro e ajudar nossos clientes a prosperar nesse novo mundo do trabalho. Leia nossas principais descobertas.

Ondas cerebrais revelam – fadiga de reunião remota é real
Um ponto negativo do trabalho remoto comumente discutido é que pode parecer mais desafiador ou cansativo do que pessoalmente. Pesquisadores do nosso Laboratório de Fatores Humanos recentemente se propuseram a entender esse fenômeno. As reuniões remotas de trabalho e vídeo realmente sobrecarregam nosso cérebro mais do que o trabalho pessoal? A ciência do cérebro sugere que sim.

Colaboração remota é mais difícil, mas a transição de volta para o pessoal tão difícil quanto
Em um estudo, a equipe pediu a 13 duplas para completar tarefas semelhantes juntas – uma vez pessoalmente e outra remotamente. Os participantes usavam um dispositivo EEG (Eletroencefalograma) que monitorava as alterações nas ondas cerebrais. O estudo descobriu que colaboração remota é mais desafiante mentalmente do que a feita pessoalmente.

Especificamente, os padrões de ondas cerebrais associados ao estresse e excesso de trabalho eram muito maiores quando a colaboração era remota do que presencial. Mas eles descobriram algo inesperado também: se a dupla trabalhasse junto primeiro remotamente, suas ondas cerebrais sugeriam que era mais difícil para eles trabalharem juntos pessoalmente depois.

Parece que a conexão social e as estratégias de trabalho criadas ao trabalhar pessoalmente são transferidas para um ambiente remoto, mas o contrário é falso. Esse estudo forneceu dois aprendizados importantes. Em um mundo que está caminhando para um trabalho mais remoto, as pessoas consideram o trabalho remoto mais desafiante mentalmente.

Mas também, à medida que as pessoas retornam ao trabalho pessoal mais frequente à medida que a pandemia diminui, pode parecer mais difícil do que antes da COVID-19.

Videoconferências levam à fadiga
Um segundo estudo constatou que os indicadores de ondas cerebrais associados ao excesso de trabalho e estresse são significativamente mais altos em videoconferências do que em trabalhos que não são realizados em reuniões como escrever e-mails. Além disso, devido aos altos níveis de concentração sustentada, a fadiga começa a se estabelecer em 30-40 minutos em uma reunião.

Olhando para os dias cheios de videoconferências, o estresse começa a se estabelecer em cerca de duas horas no dia. A pesquisa sugere vários fatores que levam a esse sentimento de fadiga: ter que se concentrar continuamente na tela para extrair as informações relevantes e permanecer engajado; mensagens não verbais reduzidas que ajudam a ler a sala ou a saber de quem é a vez de falar; e compartilhamento de tela com pouca visão das pessoas com as quais você está interagindo.

Para ajudar com isso, nós recomendamos fazer intervalos regulares a cada duas horas para permitir que o seu cérebro recarregue, limitar conferências a 30 minutos, ou conciliar longas reuniões com pequenos intervalos quando possível.

A pandemia pode ter mudado a cultura organizacional para sempre
Em toda nossa pesquisa, um dos temas mais consistentes foi que essa circunstância única acelerou a mistura de trabalho e vida – o que poderia suavizar a dinâmica do local de trabalho para sempre.

Mais da metade dos pais que pesquisamos (54%) disse que está sendo difícil equilibrar as demandas domésticas enquanto trabalha em casa. Esse fardo foi sentido mais fortemente pelos millenials – que atualmente são a maior geração na força de trabalho dos EUA – e pelos novos participantes da força de trabalho, a geração Z.

Isso pode ser porque esse grupo provavelmente está encarregado de cuidar de crianças mais novas ou compartilhar espaços de trabalho com colegas de quarto enquanto gerencia um emprego em período integral.

Embora equilibrar os cuidados com as crianças com o trabalho remoto possa ser temporário, isso pode mudar a maneira como nos sentimos em relação a nossos colegas de trabalho a longo prazo. 62% das pessoas pesquisadas disseram que se sentem mais empáticas com os colegas agora que têm uma visão melhor da vida em casa. Esse sentimento foi especialmente pronunciado na China e no México, onde 91% e 65% dos pesquisados se sentiram mais empáticos, respectivamente.

“Nós aceitamos o trabalho de casa como estilo de vida. Na minha empresa, eles disseram que você pode dedicar tempo durante o dia para lidar com as crianças e se conectar mais tarde. Eu sinto um alívio por entenderem o impacto que isso tem, ter seus filhos em casa” – Information Professional (Profissional da era Informação)

Em alguns casos, a mudança para um trabalho mais remoto também está tornando o trabalho mais inclusivo. Mais da metade (52%) das pessoas pesquisadas sentiram-se mais valorizadas ou incluídas como colaborador remoto nas reuniões porque todo mundo está agora na mesma sala virtual. Esse sentimento foi mais fortemente mantido por pessoas na China (65%) e Alemanha (57%).

Vimos também que os chats em reuniões se tornaram um canal para mais pessoas compartilharem sua perspectiva. Especificamente, as mensagens do chat nas reuniões do Teams aumentaram mais de 10 vezes, de 1 de março a 1 de junho.

O horário de trabalho das 9 às 5 pode estar desaparecendo
Em nosso último relatório, vimos, de 1 a 31 de março, que o tempo médio entre o primeiro e o último uso do Teams de nossos clientes aumentou em mais de uma hora. Nesse relatório, nós exploramos esse conceito ainda mais – o horário das 9h às 17h e semana de trabalho de cinco dias estão desaparecendo? Os dados sugerem que sim. No Teams, as pessoas estão trabalhando mais frequentemente nos períodos da manhã e da noite, mas também nos fins de semana.

Os chats do Teams das 8h às 9h e das 18h às 20h cresceram mais do que qualquer outra hora do dia – entre 15% e 23%. O trabalho no fim de semana também está aumentando – os chats do Teams aos sábados e domingos aumentaram mais de 200%.

Vemos essa mistura de trabalho e vida como uma tendência duradoura no local de trabalho, com potencial para a tecnologia ajudar a aliviar alguns dos desafios que vêm com ela. Você verá que continuamos inovando nas áreas de análise organizacional e bem-estar dos funcionários em um futuro próximo.

Escritórios físicos não desaparecerão no futuro do trabalho
Muitos trabalhadores em todo o mundo passaram os últimos quatro meses trabalhando remotamente pelo menos em período parcial. Como as equipes se ajustaram a esse normal, muitos estão se perguntando – os escritórios físicos desaparecerão no futuro do trabalho? Nossa pesquisa indica que o trabalho provavelmente será uma mistura fluida de colaboração pessoal e remota.

Por exemplo, 82% dos gestores pesquisados espera ter políticas de trabalho em casa mais flexíveis pós-pandemia. Enquanto isso, 71% dos funcionários e gestores relataram o desejo de continuar trabalhando em casa pelo menos em período parcial. Também ouvimos sentimentos semelhantes em nosso grupo focal.

Ainda assim, nossa pesquisa descobriu vários pontos negativos associados ao trabalho em casa. Quase 60% das pessoas pesquisadas se sente menos conectado aos colegas desde que trabalham remotamente com mais frequência. Na China, esse número subiu para 70%.

Além disso, apenas 35% dos entrevistados em um estudo têm um escritório dedicado em casa. E apenas 5% das pessoas que pesquisamos em nossa Harris Poll vivem sozinhas. Portanto, não é surpresa que distrações, problemas de conexão e falta de ambientes de trabalho ergonômicos tenham sido observados ao longo de nossa pesquisa como alguns dos principais pontos negativos do trabalho remoto.

Isso indica que, embora o futuro do trabalho seja mais remoto do que nunca, o espaço físico do escritório – que traz benefícios como conexão, espaços de trabalho ergonômicos e oportunidades para conexão social e vínculo de equipe – provavelmente continuará sendo uma parte essencial do futuro do trabalho.

Conclusão
Ao todo, essa mudança global para o trabalho remoto criou oportunidades e desafios para o futuro das nossas forças de trabalho. Do lado positivo, a circunstância única de trabalhar e aprender em casa como uma família criou mais empatia entre colegas de equipe e mudou a percepção de gestores e funcionários que o trabalho pode ser feito remotamente. Também tornou o trabalho mais inclusivo para colaboradores remotos.

Do lado desafiador, um trabalho mais remoto pode levar a horas de trabalho prolongadas, fadiga de reuniões e conexões pessoais perdidas, como conversas espontâneas nos corredores, que podem unir uma equipe e facilitar a colaboração. E a falta de espaços de trabalho em casa conectados e confortáveis continua sendo um desafio à produtividade para a maioria de nós.

 

* Jared Spataro é Vice Presidente Corporativo, Microsoft 365

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Brasil Game Show de 2020 é oficialmente adiada
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



Empresa alerta para Shadow IT, ameaça digital após a pandemia

Em um contexto em que o trabalho remoto se espalha rapidamente, as empresas tem procurado ferramentas tecnológicas que favorecem a colaboração. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Isso inclui aquelas baseadas em software, hardware, aplicativos e/ou serviços em nuvem que, embora não sejam proibidos, também não são fornecidos pela empresa; Eles estão “na sombra” da área de TI, e são o começo do conceito “Shadow IT”.

Através de diversas pesquisas de mercado, sabe-se que pelo menos metade dos colaboradores utilizam em seus dispositivos aplicativos que não foram distribuídos por suas equipes de TI, logo, uma proporção similar de dados das companhias são armazenados em nuvens não gerenciadas pelo departamento de tecnologia.

A Forcepoint compartilhou alguns dados que nos ajudam a entender, conhecer e gerenciar o risco desse fenômeno. Isso se baseia em sua experiência na implementação de programas de proteção de dados e usuários com seus clientes globalmente e em diferentes setores:

– Para cada aplicativo em nuvem autorizado, existem pelo menos oito que não são. Se, em média, uma organização usa cinco aplicativos em nuvem, encontramos 40 aplicativos desconhecidos ou não autorizados pela organização;

– Não é economicamente viável replicar ou implementar os controles de segurança existentes nas organizações, em um novo perímetro em torno do colaborador ou do trabalho remoto;

– Sabe-se que ataques e violações de segurança bem-sucedidos são derivados de falhas na implementação dos controles apropriados para esses ambientes;

– No ambiente atual, uma tempestade perfeita foi criada em termos de novos riscos para as organizações que devem ser avaliadas o mais rápido possível e usar arquiteturas do tipo SASE para implementar e integrar os controles sensíveis e de proteção de dados apropriados;

– As motivações que levam os funcionários a implementar essas ferramentas devem ser identificadas e analisadas sem informar a área de TI ou mesmo evitar controles de segurança;

– É essencial que os funcionários recebam treinamento de segurança constante. O fator humano é o elo mais fraco da cadeia de segurança cibernética; portanto, é essencial educar para evitar ataques.

“Embora essa infraestrutura ou serviços não autorizados tenham a intenção de otimizar os processos de negócios ou fornecer suporte para a execução de algumas ações, eles representam um risco para a organização. O que é recomendado é realizar análises periódicas para identificar os pontos de Shadow IT, avaliar a necessidade dessas ferramentas não autorizadas, eliminá-los ou substituí-los por tecnologia valorizada e fornecida pela área de tecnologia da informação, com os devidos controles de configuração e segurança com base nas melhores práticas e alinhadas com o apetite de risco da organização”, comenta Luiz Faro, diretor de engenharia para América Latina da Forcepoint.

Shadow IT representa um risco tanto para as informações confidenciais quanto para os dados confidenciais que a empresa gerencia e pode levar a organização a ser penalizada, multada, desacreditada pela marca e perda de confiança de seus clientes e parceiros de negócios.

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Brasil Game Show de 2020 é oficialmente adiada
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



SAP nomeia Cristina Palmaka como presidente regional da empresa para América Latina e Caribe

A SAP nomeou Cristina Palmaka como nova presidente da SAP para América Latina e Caribe (LAC). [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A executiva vai substituir Claudio Muruzabal, que se tornará presidente da SAP para a parte sul da região EMEA, que compreende as regiões sul da Europa, Oriente Médio e África, e também se manterá conectado a clientes e parceiros da SAP como chairman para América Latina e Caribe.

“Claudio Muruzabal contribuiu para que coisas excepcionais acontecessem na região da América Latina e Caribe – para nossos clientes, parceiros e a própria SAP”, afirma Adaire Fox-Martin, membro do conselho executivo da SAP e diretora da organização Customer Success, destacando que a liderança do executivo está fundamentada no desenvolvimento de equipes diversificadas e relacionamentos sólidos, capazes de produzir resultados valiosos e experiências excepcionais para os clientes.

“Estou muito satisfeita em poder contar com Cristina, uma de nossas executivas de mais alto desempenho, para liderar nossos negócios na América Latina, dando sequência à sua trajetória de muito sucesso como presidente da SAP Brasil. O impacto que Cristina tem produzido em nossos negócios no Brasil possui um enorme alcance, e espero ter agora sua marca inspiradora de liderança e engajamento em toda a região”, completa Fox-Martin.

Cristina Palmaka assumirá a nova função como presidente da SAP para América Latina e Caribe a partir de 1º de agosto. Cristina comanda a SAP Brasil desde 2013, depois de ter ocupado vários importantes cargos executivos em grandes empresas de tecnologia no mercado brasileiro. Durante seu trabalho na SAP Brasil, transformou a subsidiária brasileira em uma das que apresentaram melhores resultados mundialmente, sempre com foco no trabalho em equipe e desenvolvimento.

É uma grande defensora da diversidade e da inclusão no local de trabalho, tendo recebido importantes prêmios e sido nomeada pela revista Forbes como uma das principais CEOs no Brasil. Recebeu vários reconhecimentos como líder de TI e influenciadora na área de tecnologia voltada para empresas e crescimento econômico.

Sob a liderança de Cristina, a SAP Brasil conquistou uma certificação EDGE para Igualdade de Gênero e foi destacada em vários rankings que cobrem temas de local de trabalho e diversidade. Cristina seguirá supervisionando as operações da SAP Brasil até que um substituto seja nomeado.

“É uma grande honra assumir a função de presidente da SAP LAC e me juntar a uma equipe de 5 mil funcionários na América Latina e Caribe. Espero poder apoiar nossos 48.500 clientes na região, proporcionado uma excelente experiência, independentemente das circunstâncias”, afirma Cristina Palmaka. “Também quero poder ampliar o impressionante legado que Claudio deixou, com sólidas relações, profunda expertise e confiança. E, finalmente, espero ansiosa por esta nova fase, na qual poderemos continuar contando com seu valioso apoio como chairman para SAP LAC”, conclui a executiva.

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Reinventando a cadeia de suprimentos para um futuro sustentável com impressão 3D
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



PODCAST – Na pandemia trabalho remoto requer estratégia, disciplina e bom senso


Na pandemia trabalho remoto requer
estratégia, disciplina e bom senso

Neste Podcast conversei com Vanessa D`Angelo, Head de Marketing para a América Latina da LogMeIn, a empresa que é a desenvolvedora do GoToMeeting e outros produtos de colaboração remota, segurança e suporte remoto.

A clareza com que ela discorre sobre qualquer assunto impressiona e por isso a conversa com ela sempre é muito gostosa, cheia de informações valiosas, e nesta não foi diferente. Falamos sobre pandemia, trabalho remoto, questões do dia a dia que passaram a existir de uma hora para outra e que transformaram a vida de todos em um curtíssimo espaço de tempo.

Vanessa tem uma visão muito clara do atual momento profissional em que estamos vivendo e não é à toa que lidera uma grande equipe na América Latina. Dona de uma personalidade forte que externa elegantemente, é muito bem humorada e com ela não tem tempo feio. Se aparecer algo novo ou tiver que mudar uma estratégia para melhor, pode acreditar que ela vai fazer acontecer.

Mesmo quando o assunto leva a boas rizadas, a seriedade do conteúdo é evidente e prende a atenção de quem está ouvindo. E além de tudo que tratamos, ela ainda dá algumas dicas de como agir e se posicionar no tão falado Home Office, que ela já praticava antes da pandemia aparecer no radar da China.

Ouça agora o Podcast, deixe seu comentário e compartilhe nas suas redes sociais.



Zoom lança o “Zoom For Home”

O Zoom anunciou o Zoom for Home, uma nova categoria de experiências de software e dispositivos de hardware para auxiliar o trabalho remoto. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em um momento em que os empregadores estão tentando entender como será o “novo normal” para o trabalho, o Zoom for Home melhora a experiência dos colaboradores para se conectarem remotamente e serem produtivos.

O futuro do trabalho será um híbrido de experiência virtual e pessoal. Em um estudo recente da IBM, 81% dos entrevistados – contra 75%, em abril – indicaram que desejam continuar trabalhando remotamente pelo menos uma parte do tempo. Mais da metade – 61% – gostaria que essa se tornasse sua principal maneira de trabalhar.

As grandes empresas ao redor do mundo já indicaram que não preveem um retorno às formas de trabalho pré-COVID. Além disso, de acordo com um estudo recente da Morning Consult, quase metade dos adultos capazes de trabalhar remotamente acredita que as reuniões virtuais são pelo menos tão eficazes quanto as reuniões presenciais.

O Zoom for Home atende às necessidades do presente e o novo normal das forças de trabalho híbridas.

Zoom for Home – DTEN ME
O Zoom fez parceria com a DTEN para criar um espaço de trabalho imersivo e produtivo. Os recursos do dispositivo multifuncional de 27 polegadas incluem: três câmeras grandes angulares incorporadas para vídeo de alta resolução; um conjunto de 8 microfones para áudio cristalino em reuniões e telefonemas; e, uma tela sensível ao toque com resposta ultra-rápida para compartilhamento de tela interativo, quadro branco, anotação e ideação.

A configuração é simples: o Zoom for Home – DTEN ME funciona imediatamente e se conecta a qualquer pessoa com uma licença do Zoom Meeting.

O Zoom for Home também é compatível com todos os aparelhos Zoom Rooms, incluindo outras soluções de hardware da Neat e Poly, permitindo que os usuários selecionem o hardware necessário para criar a melhor experiência de comunicação work-from-home em espaços como a sala de estar.

Principais Recursos do Zoom for Home:

– Aprimore a experiência do Zoom – Faça login em um dispositivo compatível com Zoom for Home com uma conta de usuário Zoom para criar experiências imersivas no escritório sem licenças adicionais (o Zoom for Home está disponível com todas as licenças do Zoom Meeting, incluindo a básica);

– Sempre pronto – inicie reuniões facilmente, faça e receba telefonemas e colabore virtualmente com o compartilhamento e anotação de conteúdo;

– Personalização – sincronize com o calendário, o status, as configurações de reunião e o telefone do usuário para uma experiência integrada de comunicação unificada video-first;

– Opções flexíveis de gerenciamento – O Zoom para dispositivos domésticos pode ser configurado para ser gerenciado remotamente pela TI a partir do Portal de Administração ou autogerenciado pelo usuário final;

– Design do Zoom for Home – Garante que o hardware seja uma solução construída para esta finalidade e com preços acessíveis para a configuração de escritório doméstico.

“Depois de experimentar o trabalho remoto nos últimos meses, ficou claro que precisávamos inovar em uma nova categoria dedicada aos trabalhadores remotos”, declara Eric S. Yuan, CEO do Zoom. “Estou muito orgulhoso pela equipe, por continuar pensando fora da caixa e provar que o Zoom é a melhor plataforma de comunicações unificadas que pode atender às necessidades de todos os tipos de usuários”.

“Com os empregadores e funcionários tentando entender como será o futuro do trabalho, é importante que as pessoas se sintam preparadas para o sucesso”, afirma Rich Costello, analista de pesquisa sênior da IDC. “Há três meses, era garantir que os funcionários tivessem a configuração ergonômica correta. Agora, passamos à fase de garantir que os funcionários tenham os dispositivos certos para permitir melhor produtividade”. A categoria Zoom for Home é uma forma poderosa de as empresas oferecerem ferramentas que auxiliam seus colaboradores que trabalham de casa no engajamento, na conexão e na colaboração.”

O Zoom for Home – DTEN ME já está disponível para pré-venda por US$ 599 (USD), com entrega prevista para agosto de 2020.

Para mais informações, acesse o site.

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Reinventando a cadeia de suprimentos para um futuro sustentável com impressão 3D
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



Websérie explica como a inteligência estratégica da arte marcial chinesa pode ser aplicada no âmbito empresarial

A improvável relação entre o Kung Fu, uma arte marcial milenar, e os negócios empresariais será o tema do episódio da websérie Insight Kingston, que vai ao ar nesta sexta-feira (17), às 18h, no canal do YouTube da Kingston Brasil. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em “Inteligência Estratégica”, o convidado é Léo Imamura, grão-mestre de Kung Fu do sistema Ving Tsun (Wing Chun) pela International Moy Yat Ving Tsun Federation, líder de Moy Yat Ving Tsun Martial Intelligence e fundador e consultor principal da Martial Intelligence Inc.

Entre outros assuntos, Imamura vai explicar como sua empresa, que tem sede nos Estados Unidos, utiliza conceitos de inteligência estratégica da arte marcial chinesa com os executivos e líderes de companhias nacionais e multinacionais.

O programa abordará quatro tipos de estratégias empresariais: de sobrevivência, crescimento, manutenção e desenvolvimento.

Confira a playlist completa da websérie aqui .

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Reinventando a cadeia de suprimentos para um futuro sustentável com impressão 3D
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



Pesquisa mostra que admissões cresceram 36% em junho, melhor registro durante a pandemia

O mês de junho começou mais animador para quem está em busca de emprego. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Um levantamento feito pela empresa de tecnologia para RH Pontomais mostrou que o número de novos colaboradores cadastrados na plataforma de ponto digital cresceu 36% em todo o país, se comparado ao mês de maio.

Numa base de dados com mais de 10 mil empresas cadastradas e 300 mil funcionários ativos, os setores que registraram maior aumento de contratação foram varejo com 133,5% de novos colaboradores, agronegócio com 105,2% e telecomunicações com 57,8%.

No setor transporte (50,2%), RH (43,9%) e construção (37,3%) também houve aumento de admissões, mostrando um movimento de recuperação da crise ocasionada pela quarentena do coronavírus. A Pontomais, que é líder em registro de ponto digital no Brasil e América Latina, contabilizou no fim de junho o maior registro de admissões durante a quarentena.

Novos empregos, novas exigências
Mesmo com a crise econômica gerada devido à pandemia, a reabertura gradual e as novas tendências de mercado fizeram surgir oportunidades de trabalho. Por conta disso, os profissionais devem estar atentos às necessidades que o momento exige, isso inclui se preparar e adequar suas qualificações e habilidades para o novo momento.

Segundo a psicóloga Aline Santos, responsável pelo recrutamento na Pontomais, os profissionais devem se preparar da forma correta para garantir uma vaga. Um dos erros comuns apontados pela especialista – e que tem aparecido muito durante a pandemia – está logo na descrição: não citar o objetivo de trabalho na empresa para qual está se candidatando.

“É importante para o recrutador entender qual é o cargo que esse candidato deseja. Não adianta o profissional citar diversos cargos como objetivo, porque isso pode demonstrar que ele não tem foco e que para ele qualquer vaga estaria valendo a pena”, explica.

Outra informação importante que o candidato não pode deixar de ficar atento é no que está exposto nas redes sociais. Muitos acreditam que a internet é uma terra sem lei, mas é justamente no meio online onde ocorrem os erros mais graves.

A reformulação do currículo deve ser feita e revisada com frequência. Para cada vaga que a pessoa for se candidatar, é importante que ela se lembre de olhar o currículo com muito cuidado e até mesmo direcionar suas qualificações principais e experiências que têm mais a ver com a vaga.

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Reinventando a cadeia de suprimentos para um futuro sustentável com impressão 3D
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



Os gigantes digitais e o novo cenário dos insumos agrícolas

Por Cintia Leitão de Souza *

Um novo cenário vem se configurando no mercado de venda e distribuição de insumos agrícolas no país. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Já há alguns anos, o movimento de fusões e aquisições está aquecido e assistimos à concentração de importantes players como Dow/Dupont, ChemChina/Syngenta e Bayer/Monsanto.

Entretanto, é importante ressaltar que o mesmo cenário vem se configurando internamente no agronegócio brasileiro, seja por movimentos destas grandes multinacionais, ou por empresas que se juntam para ganhar forças na acirrada competição de vendas de insumos no mercado interno, ou ainda, por aquisições de fundos de investimentos independentes ou empresas estrangeiras.

O Brasil vive um boom de investimentos de players que desejam uma posição de destaque no mercado brasileiro. Afinal, é aqui onde o agro tende a crescer e atender grande parte da demanda mundial por alimentos.

Um caderno publicado no início do ano pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), autoridade antitruste nacional, aponta que o órgão recebeu mais de 300 notificações de atos de concentração (AC) específicos ao segmento de comercialização de insumos agrícolas desde meados dos anos 90.

Considerando o universo apenas da venda de insumos agrícolas diante da gigante cadeia do agro, este número é muito relevante. Dados do mesmo estudo apontam que este mercado tem uma grande tendência de concentração em virtude dos altos investimentos em inovação, pesquisa e desenvolvimento, principalmente em biotecnologia.

E que esta concentração se justificaria pelo alto investimento em capital fixo que exige, em contrapartida, um alto retorno financeiro.

O mercado de insumos agrícolas é responsável por 3,5% do PIB nacional, porém estima-se que o “desempenho em termos de comércio internacional tem resultado líquido negativo: os saldos positivos das balanças comerciais de sementes e máquinas e implementos agrícolas são superados pelos resultados negativos encontrados nos segmentos de defensivos e fertilizantes” aponta o estudo (CADE, 2020). Razão da tendência à concentração.

Afinal, o que movimenta de fato os interesses, investimentos e movimentos relacionados aos insumos agrícolas?

Sem sombra de dúvida a resposta está nas informações preciosas que vêm do campo. São elas que determinam os volumes de importação e fabricação de agroquímicos e balizam todas as relações comerciais dentro deste ecossistema.

É com base no perfil, hábitos de consumos e comportamento dos agricultores que as empresas do setor se movimentam e investem. Tem mais poder competitivo quem detém mais informações sobre as safras e as tendências que ocorrerão com e dentro delas.

Esta é uma briga antiga dentro do agronegócio: o que pensa o agricultor, como ele compra e o que o faz optar por esta ou aquela empresa?

Para aqueles que não estão tão habituados com a composição desta dinâmica, o segmento se moldou ao longo dos últimos vinte anos (mesmo período citado pelo estudo do CADE) pelas relações de dependência comercial entre a indústria, canais de distribuição e agricultores. Nesta ordem.

Os canais de distribuição detinham o relacionamento com os agricultores em função do atendimento direto e da prestação de serviços ofertadas a eles. A indústria por sua vez, ditava as regras aos canais e davam as cartas do jogo através de programas de relacionamento, pagamento de rebates e financiamento de grande parte de movimentação das vendas.

Mas o cenário veio mudando com a adoção de tecnologias (principalmente biotecnologias) e com a independência financeira dos agricultores com maiores níveis de produtividade e rentabilidade. Estes, por sua vez, começaram a questionar de quem e quando comprar.

E o poder trocou de mãos. Os altos volumes da indústria nas revendas não foram se sustentando e a relação de dominância esmoreceu.

Agricultores brasileiros e inovação
Os agricultores brasileiros estão, reconhecidamente, entre os mais tecnificados e inovadores do mundo porque possuem o perfil empreendedor. Desbravaram não apenas áreas inexploradas do território nacional, mas também transformaram estas terras e testaram inovações.

Esta aptidão pelo desconhecido e pela inovação, contribuíram para alçar o país ao posto de líder mundial do no cultivo da soja. E não é só sobre a soja, os números do agronegócio são indiscutivelmente pujantes, quase todas as commodities ocupam as primeiras posições globais.

Empreendedores de um lado, eram considerados tradicionalistas ou tinham certa insegurança por moldar novos modelos de negócio, por outro. Houve uma certa incredulidade em relação a ceder a tantas ofertas de tecnologia para gestão e adotar processos com prática.

Eles aderiam às tecnologias de leitura de níveis de umidade e fertilidade de solo, às leituras de variações de clima, mas ainda refletiam sobre tomar decisões centradas em dados. O novo momento impulsionou todos ao digital. E o digital convenceu no primeiro momento em que mostrou trazer mais dinheiro.

Os dados não apenas impulsionam os negócios e as lavouras, mas melhoram a performance e a rentabilidade. E assim o agro tem se transformado em digital.

Fazendo um paralelo ao nosso de tema, o agricultor tecnificado, com dados integrados em toda a “porteira para dentro” é o sonho de todas as empresas ligadas à comercialização de insumos agrícolas. Informações valiosíssimas. O que ocorre, porém, é que, com dinheiro no bolso e informações nas mãos, o agricultor se tornou independente e muito mais exigente.

Ele compra de quem oferta mais (e aqui não falamos de preço), mas sim de quem oferta mais valor ao negócio dele. Desta forma as relações de interdependência entre a indústria e os canais de distribuição começaram a ruir.

Cada vez mais é cada um por si, e os agricultores dando as cartas do jogo a todos. O poder na mesa de negociação trocou de mãos e o agricultor decide o mix de produtos que compra, de quem e quando o faz.

Assim não causa estranheza os recentes anúncios de grandes empresas de agroquímicos embarcando no desenvolvimento de tecnologias e oferta de serviços digitais. Estão mudando o core dos negócios? Muito provavelmente, não.

É que, apenas através da oferta destes serviços diferenciados é que vão conseguir entregar maior valor e informação aos negócios dos agricultores e, em contrapartida, usufruir deste conteúdo para tomada de decisões.

Esta é a nova configuração do agronegócio nacional. Muito ainda há por vir se entrarmos no mérito das discussões e análises de que os agricultores não gostam ou, não gostariam, de compartilhar suas informações com outrem. Levará mais, quem ofertar mais.

Abre-se uma corrida contra o tempo, pela liderança e diferenciação neste mercado. Partem nesta jornada de tecnologias e estratégias de serviços a indústria de insumos, revendas e cooperativas agropecuárias.

Algumas ampliam ou inauguram lojas próprias, outras prestam serviços de BI (business Intelligence), outras vendem os produtos aplicados e ainda há as que desenvolvem o e-commerce para que o agricultor não precise mais deixar sua fazenda ou delegar as decisões aos gerentes que recebiam as visitas dos consultores a campo.

Chats, ferramentas de CRM, tablets, IoT, são algumas das novas ferramentas que chegam ao campo. E não são apenas elas, com elas vêm os novos perfis, cada vez mais pessoas que entendam e tenham vivência do mercado e de tecnologias. É possível que se monitore tudo e que se tomem todas as decisões à distância.

Esta é uma boa briga, enquanto o mercado de insumos agrícolas briga para saber quem oferta mais, quem ganha é o campo e o digital.

 

* Cintia Leitão de Souza é Head do Segmento de Agronegócio da Senior Sistemas

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Reinventando a cadeia de suprimentos para um futuro sustentável com impressão 3D
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



Conheça os 6 maiores mitos sobre Bitcoin

Segundo uma recente pesquisa da ConsenSys, o Brasil registra, no mundo todo, o maior domínio de buscas pela palavra “Bitcoin” (88%) em relação a “Ethereum” (4%), “Criptomoedas” (1%) e “Blockchain” (7%).

Além de o dado representar um forte indício do interesse brasileiro por este mercado, ele ainda serve de estímulo para que as pessoas tenham acesso a uma educação financeira correta sobre o assunto.

De fato, a falta de conhecimento pode afastar as pessoas desse tipo de investimento e contribuir para disseminar informações incorretas. Para desfazer mal entendidos e tirar as dúvidas sobre o assunto, Daniel Coquieri, que é COO da BitcoinTrade, explica abaixo os 6 principais mitos sobre Bitcoin.

Acompanhe:

Bitcoin não é rastreável
As transações com Bitcoins podem sim ser rastreadas. As técnicas para isso são as mesmas usadas para rastrear um e-mail ou outras informações digitais. Em todo caso, quem investe em Bitcoin em algum momento vai querer transformar suas criptos em moedas tradicionais, como dólar ou real.

Para isso, a pessoa precisará ter uma conta em uma exchange (onde serão exigidos dados pessoais) e ainda terá de declarar este criptoativo para a Receita Federal.

Bitcoin é ilegal
Apesar de ainda não existir uma regulação específica para criptomoedas no Brasil, é incorreto dizer que a operação com Bitcoins é ilegal. A moeda pode ser inclusive usada como pagamento de vários produtos e serviços (como viagens, imóveis, jóias, diárias em hotels, ingressos para shows, roupas, entre outros) e ainda deve ser declarada no Imposto de Renda.

Certamente, nem todos os estabelecimentos aceitam compras com Bitcoins, mas esta é uma tendência que tem ganhado cada vez mais a atenção do comércio.

Bitcoin é baseado em mera especulação
Assim como um metal precioso, o Bitcoin também é finito, pois sabemos que ele é limitado a 21 milhões de unidades. Não é à toa que a criptomoeda é chamada de “ouro digital”.

Por isso mesmo, o valor do Bitcoin está vinculado a esta oferta e pode ainda sofrer alterações com base em fatores que não apenas especulação, como planos de regular a moeda digital, comentários de políticos sobre o assunto e a chegada de novos criptoativos no mercado, entre outros.

É necessário ter o valor inteiro de um Bitcoin para começar a investir
Na verdade, é possível começar a investir em porções pequenas de um Bitcoin. Cada corretora do mercado estipula o valor mínimo para realização de aplicações. Nesse sentido, geralmente é possível começar investindo com valores pequenos, de R$50 a R$100, que irá permitir que o usuário compre algumas frações de Bitcoin.

Investir em Bitcoin não é seguro
O Bitcoin funciona com base na tecnologia do blockchain, que é uma cadeia de blocos de informações na qual as transações são compiladas de forma criptografada, como em um “livro contábil” que registra os valores que são enviados e recebidos. Dessa maneira, esses dados ficam armazenados em várias “bibliotecas” diferentes, fazendo com que seja muito difícil apagá-las.

Para acessar um bloco, é necessário decifrar seu algoritmo e também o do bloco anterior, que precisaria do antecedente e assim em diante. O blockchain ainda é público, o que significa que todas as pessoas podem ter acesso às transações e também auditá-las.

A segurança da Rede Bitcoin ainda pode ser confirmada pelo fato de nunca ter sido hackeada desde sua criação, em 2009. Dados do blockchain ainda permitem afirmar que, atualmente, a criptomoeda é oito vezes mais poderosa em termos de segurança do que no final de 2017, quando o Bitcoin foi cotado em torno de US$ 20 mil.

Bitcoin é um esquema de pirâmide
Em um esquema de pirâmide, não há nenhum ativo envolvido e o dinheiro se acumula de acordo com a entrada de novos membros, que sustentam os ganhos dos mais antigos. O Bitcoin, por sua vez, funciona em uma lógica bem diferente.

Trata-se de uma moeda virtual, com estoque finito com cotação altamente volátil, e que pode ser comprada e vendida, do mesmo modo que outras moedas no mundo.

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA



Como processos que eram mais burocráticos hoje podem ser feitos de forma simples

Ninguém gosta da parte burocrática para resolver e executar certos processos administrativos. Geralmente, atividades como averiguar o estoque de uma loja, por exemplo, demandam tempo e recursos. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Ainda bem que, hoje, alguns desses processos foram dinamizados e podem ser cumpridos de maneira muito mais fácil.

O avanço da tecnologia permitiu que algumas dessas tarefas pudessem ser feitas de maneira remota ou online.

Dessa forma, não é mais necessário que a pessoa vá presencialmente em uma empresa para realizar o controle de notas fiscais emitidas naquele mês ou gerir o estoque de recursos, por exemplo.

No entanto, por que investir nesse tipo de transformação dos processos? Em suma, a possibilidade de executá-los online faz com que o funcionário ou a empresa precise gastar menos tempo e recursos para realizar as mesmas atividades. Assim, eles ocorrem de forma mais rápida, eficiente e segura. Confira alguns exemplos a seguir.

Batida de ponto
Com muita gente trabalhando em casa durante o período da pandemia, muitas empresas precisaram se adaptar para controlar o início e o término dos turnos dos funcionários. Eis que, hoje, é possível fazer o controle de ponto dos empregados pelos próprios celulares deles.

O aplicativo PontoTel permite que o funcionário registre o horário de entrada, saída e pausa para o almoço, de forma totalmente segura. Para isso, ele deve abrir o app e clicar na opção de bater o ponto. Depois, ele será direcionado para uma tela em que precisará digitar a sua senha pessoal, que é intransferível.

O sistema irá pedir a confirmação da identidade do funcionário, como medida de segurança. Dada a validação, basta escolher qual marcação o empregado deseja realizar — entrada, almoço ou saída. Por fim, o aplicativo pede para atestar a marcação por registro de foto ou voz, registrando o ponto após isso.

Gestão de contratos e notas
O controle de contratos e notas fiscais de forma virtual ajudou a reduzir os custos de muitos empreendedores. A transferência desse processo para o meio virtual colaborou com a diminuição do gasto com o armazenamento dos papéis, além da redução das chances de extravio dos documentos.

Agora, com o uso de softwares especializados, como o e-Doc, é possível administrar o processo relacionado aos documentos eletrônicos de maneira rápida e dinâmica. Assim, fica mais fácil armazenar e receber todos os arquivos fiscais recebidos pela empresa, assim como a validação em órgãos autorizadores.

Estoque virtual
A gestão de armazenamento é uma parte fundamental para qualquer empresa. Assim, o estoque virtual é um mecanismo eficiente, que permite registrar a entrada e a saída de mercadorias de uma loja em seu sistema. Ou seja, tudo que é comercializado na instituição é lançado no sistema de forma automatizada.

Isso permite que o gestor tenha uma visão ampla das compras e das vendas realizadas pela empresa, facilitando a compreensão de quais são os próximos passos que devem ser feitos. O estoque virtual também permite que exista mais organização nesse controle, assim como ajuda na redução de despesas de um negócio.

Customer Relationship Management (CRM)
A Customer Relationship Management, conhecida pela sigla CRM, é uma solução virtual que oferece mecanismos virtuais de diálogo com os consumidores de uma loja. Por meio de várias funcionalidades, ela permite maior facilidade e praticidade para a gestão do relacionamento com a clientela.

Por meio da CRM, você consegue captar, desde o primeiro contato, dados dos consumidores, o que facilita na hora de construir um histórico e um perfil para cada um. Isso torna mais fácil o momento de pensar em estratégias para identificar as preferências e as necessidades deles, personalizando o atendimento individual.

 

[/read]
 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Veja também
Reinventando a cadeia de suprimentos para um futuro sustentável com impressão 3D
LG apresenta novo Monitor UltraWide Gamer
Ensino universitário e mercado de trabalho: mind the gap



ÚLTIMOS 10 PODCASTS

Últimas Notícias

Translate »