Como tornar a logística inteligente pós-pandemia reduzindo custos e aumentando a lucratividade

Por Fabrício Santos *

Os custos logísticos são determinados pelos gastos com transporte, estoque, armazenagem e serviços administrativos.

Somados, eles comprometem mais de 12% do PIB do País, de acordo com a Confederação Nacional de Transportes (CNT).Considerando que, diante da pandemia do Coronavírus, o faturamento do e-commerce brasileiro em abril cresceu 81% na comparação com o mesmo período do ano passado, é possível presumir que os gastos logísticos também aumentaram a partir da maior adoção dessa modalidade de vendas.

Os dados acima fazem parte do estudo da Compre&Confie, que também registrou 24,5 milhões de compras on-line, quase o dobro da quantidade registrada em abril de 2019. Em meio a este crescimento, tornou-se imprescindível garantir a eficiência das entregas, aliada à redução dos custos da operação.

Apesar de vivermos um período de busca por digitalização de processos, sobretudo após a pandemia, que está forçando as empresas a reverem seus processos logísticos para suprir o aumento da demanda com comodidade e segurança, o setor logístico ainda é considerado conservador. Por isso, o primeiro passo para a redução de custos logísticos é a mudança de mentalidade.

A logística de 20 ou 30 anos, ainda que satisfatória para algumas organizações, não é uma prática efetiva para os dias de hoje. Atualmente, o cliente está mais exigente no que tange à conveniência, visibilidade, interação e segurança.

Portanto, é necessária uma logística otimizada, que preconiza uma gestão com softwares, cujo uso trará também redução de custos e, consequentemente, mais lucro.Agora que já sabemos as razões para a mudança de pensamento na adesão de uma logística digital, vamos às dicas para diminuir os gastos, controlando fatores que podem interferir no custo logístico de uma organização.

1 — Tenha visibilidade de seus produtos para uma gestão eficaz e ágil:  dentro dos centros de distribuição, a gestão inteligente dos produtos é essencial para corroborar com processos eficientes de separação e reduzir perdas e avarias. Um sistema de gerenciamento de armazém fornece um mapa dos estoques, trazendo visibilidade dos itens e ajudando a ganhar agilidade na montagem dos pedidos, além de evitar erros e retrabalhos. Com o sistema, ganha-se também mais tempo para o preparo de pedidos, aumentando a qualidade e confiabilidade desse processo.

2 — Alcance a competitividade e garanta um cliente satisfeito com uma malha de entrega inteligente: reduzir o tempo percorrido entre a expedição e o recebimento pelo cliente ajuda a diminuir os custos logísticos. Quanto menor for o tempo, menor será o custo. Para controlar esse fator, um sistema de gerenciamento de transportes planeja rotas de entrega com eficiência, sempre visando o menor custo e maior agilidade para atendimento dos clientes.

3 — Faça o controle de indicadores para melhorar o desempenho da logística de transporte: gastos externos correspondem a 60% dos custos logísticos e são compostos por pedágios, pessoas, combustíveis e caminhões (veículos, manutenção, combustível e pneus).

Por isso, é importante ter estes indicadores controlados. Com um sistema de gestão de entrega, que fica entre os sistemas de gestão empresarial (ERP) e o de gerenciamento de transporte (TMS), é possível rastrear velocidade, fretes, gestão de entrega em tempo real e controle da frota.É perceptível que a logística atual está mais relacionada a uma nova forma de gestão do que de inserção de métodos e ferramentas.

Empresas de qualquer porte devem elaborar um plano de logística estratégico para definir a maneira como desejam atender seus clientes, reduzir custos e aumentar a lucratividade. Colocar este novo modelo de gestão em prática requer uma mudança de mentalidade na forma como os processos logísticos são administrados. Entendendo isso, a implementação de sistemas é um passo inevitável e, quando bem coordenado, acertado.

 

* Fabrício Santos é especialista em Logística da MáximaTech e da onBlox

 

 

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MediaTek realiza primeiro teste mundial de satélite 5G

A MediaTek anuncia a ampliação dos limites das comunicações por satélite de IoT 5G, com a realização de um bem-sucedido teste em campo de transferência de dados via satélite Alphasat L-band, da Inmarsat, em órbita geoestacionária (GEO) a 35.000 quilômetros acima da linha do Equador.

Os resultados do teste de campo de IoT da MediaTek contribuirão para o trabalho de padronização Rel-17, para o 3rd Generation Partnership Project (3GPP) em rede não terrestre (NTN), que faz parte da iniciativa global de definição dos padrões 5G para novos casos de uso e de serviços.

A nova tecnologia NB-IoT do satélite 5G abre novos caminhos para uma cobertura de IoT verdadeiramente global. O teste, que teve sucesso, estabelece a base para redes híbridas de satélite e celular para permitir novos serviços 5G IoT onipresentes em uma escala global.

“A colaboração da MediaTek com a Inmarsat irá acelerar os esforços da indústria para convergir as redes de celular e satélite na era do 5G”, afirma Ho-Chi Hwang, gerente geral de design de sistemas de comunicação da MediaTek.

O teste foi realizado em uma estação base localizada no Fucino Space Center, na Itália, e desenvolvida pelo Taiwan Institute of Information Industry. O dispositivo de teste, construído com o chipset NB-IoT habilitado para satélite da MediaTek, estava localizado no norte da Itália.

Testes bem-sucedidos podem fornecer evidências da viabilidade de novos padrões globais e do potencial de mercado aberto do uso de um único dispositivo para conectar redes de satélite e celulares.

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Fator humano deve ser protegido na nova ordem de cibersegurança

Pela primeira vez CIOs e CISOs foram obrigados a deixar suas rígidas restrições de segurança empresarial. Enquanto a nuvem e a transformação digital criaram rachaduras na base tradicional de segurança, a crise gerada pela pandemia a desmontou completamente, introduzindo os riscos de segurança do ambiente de home office, que é mais difícil de gerenciar.

Os maiores desafios de segurança não são propriamente os ataques de phishing, malware ou ransomware, mas sim pessoas.

A pandemia demonstrou como nunca o papel que o pessoal desempenha na luta contra ameaças, vulnerabilidades, vazamento de informações e crimes cibernéticos em geral.

Com um aumento contínuo nos dispositivos de ponta usados nas organizações, vem um aumento nas vulnerabilidades na borda das redes que os hackers podem explorar. Portanto é vital que as empresas garantam que a segurança dos dispositivos de ponta seja mantida.

“Antigamente dizia-se que o elo mais fraco da cadeia de segurança era o ser humano. Hoje, não há mais perímetro, portanto o fator humano tornou-se o principal elo desta cadeia e isso precisa ser levado em consideração nas estratégias”, afirma Felipe Canale, country Manager da Forcepoint no Brasil.

Milhões de funcionários hoje se conectam às suas empresas de qualquer lugar e em qualquer dispositivo. Eles devem usar os recursos e protocolos de suas organizações; acessar bancos de dados e aplicativos; têm permissões específicas e aproveitam a nuvem.

O problema é monitorar o comportamento de centenas (senão milhares) de pessoas fora do perímetro tradicional.

Um relatório recente do IC3 afirma que as três ameaças à segurança cibernética que causaram o maior impacto econômico este ano têm como origem a engenharia social, ou seja, são golpes que visam a pessoa e, por meio dela, invadir contas e/ou dispositivos.

Em 2019, a Online Trust Alliance estimou que 95% de todas as violações de segurança cibernética poderiam ter sido facilmente evitadas, usando abordagens simples e de bom senso.

“Com um aumento contínuo nos dispositivos de ponta usados nas organizações, vem um aumento nas vulnerabilidades na borda das redes que os hackers podem explorar. Como tal, é vital que as empresas garantam que a segurança dos dispositivos de ponta seja mantida”, conclui Canale.

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Pixeon lança nova versão da plataforma de AI para atendimento humanizado em saúde

Cada vez mais, a área de Saúde demanda soluções versáteis e integradas, que proporcionem mobilidade, segurança e facilidade tanto para os profissionais do setor quanto para os pacientes.

Para atender essa nova realidade, a Pixeon criou a Lumia, a nova versão da sua plataforma de Inteligência Artificial desenvolvida para proporcionar um atendimento eficiente e humanizado a pacientes.

Implantada de forma integrada e nativa às diversas soluções da empresa, a Pixeon Lumia automatiza e torna inteligentes os pontos em que o paciente entra em contato com as instituições de saúde.

A plataforma é capaz de oferecer uma jornada de atendimento totalmente digital. Assim, alguém que procura uma clínica para fazer um exame, por exemplo, poderá ter contato com a inteligência artificial ao fazer agendamento, pode ser recepcionado por um robô ao chegar à clínica para fazer o exame e, depois, receber os resultados via WhatsApp enviados pela própria Lumia.

Veja seu funcionamento:

A Inteligência artificial é uma das grandes tendências para o setor da saúde, com benefícios tanto para os pacientes quanto para os profissionais da área. A Pixeon acredita que, por meio de tecnologia, é capaz de contribuir para melhores serviços de saúde, tornar os processos mais eficientes e ao mesmo tempo comprovar a tese de que o atendimento humanizado é factível por meio de tecnologias inovadoras.

“A Lumia foi desenvolvida para ajudar instituições de saúde a alcançarem o próximo nível de eficiência e qualidade no atendimento e na atenção ao paciente. Ela melhora e acelera processos em que a atuação humana é repetitiva e operacional, liberando o profissional da saúde para atuar onde é mais necessário: no cuidado à vida” afirma Armando Buchina, CEO da Pixeon.

A companhia lançará a comercialização da oferta ao mercado no início de setembro no modelo SaaS (software as a service).

IA integrada com robôs
Com o lançamento da Pixeon Lumia, a empresa passa a oferecer também, como parte de sua solução de inteligência artificial para a Saúde, uma linha de robôs que podem ser usados tanto para a recepção de pacientes quanto para o suporte ao atendimento médico em hospitais.

Dentre os recursos, a Lumia incorporada à robôs pode apoiar e assumir processos como televisita, teleconsulta, teletriagem, assistência beira-leito, além de outras possibilidades de monitoramentos e apoio aos profissionais médicos e enfermaria.

Com uma plataforma segura, toda a transmissão é criptografada o que garante a integridade das informações trocadas durante a interação com o robô, que se conecta à prontuários eletrônicos, ficha dos pacientes, protocolos médicos etc.

“No atual momento de desafios e oportunidades, os robôs trazem grandes benefícios, como a possibilidade de comunicação de pacientes com familiares, enfermeiros e médicos de forma remota; e também, para os profissionais, de fazer triagens e análise de exames à distância”, explica Armando Buchina.

A crença de Buchina é tamanha que a Pixeon resolveu doar 5 robôs de telepresença ao Hospital das Clínicas de São Paulo anunciado no último dia 12 de agosto no evento Pixeon Digital Health 2nd Edition, realizado dentro do InovaHC – Distrito.

“Ainda em tempo de pandemia, estes robôs servirão ao propósito de automatizar teletriagem e televisita contribuindo no combate ao COVID-19, mas também passam a atuar em outros setores estratégicos do Hospital de forma continua e permanente após a crise, passando a fazer parte do cotidiano dos profissionais de saúde e pacientes”, completa Buchina.

Os robôs serão oferecidos pela Pixeon em dois modelos inicialmente – um totalmente autônomo, que é um robô humanoide capaz de reconhecer facialmente as pessoas, conectar ao seu prontuário, reconhecer qual o médico em atendimento e fazer conexões para teleconsulta e telemedicina.

O outro modelo é chamado de telepresença, mais utilizado para implementações e uso em processos mais simples, mas garantindo o atendimento e visitas à distância com total interatividade de voz e vídeo online.

“Inovar pela Vida é nosso mote e com esta parceria queremos acelerar a adoção de robôs na área da saúde, em um movimento que perdure e permaneça mesmo depois que essa pandemia acabar, ou seja, em caráter definitivo”, completa Buchina.

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LGPD: o diabo está nos detalhes

Por Francisco Camargo *

É inegável a validade e a necessidade de proteção dos dados pessoais. O princípio é que o cidadão é proprietário dos seus dados e, como é normal, para utilizar a propriedade de alguém, precisamos obter sua permissão.

Cansamos de ouvir que empresas e organizações dos mais diversos segmentos obtiveram informações sensíveis dos clientes / usuários brasileiros vazadas.

A questão já estava bastante regulada por várias leis, como a Lei 12.965 –  Marco Civil da Internet,  a Lei 13.188 – Lei de Imprensa, a Lei 8.078 – Código do Consumidor, a Lei 9.279 – Propriedade Intelectual, o Código Civil, o Código Penal e outras, e agora surgiu a nova Lei Geral de Proteção de Dados, que visa compatibilizar o arcabouço legal brasileiro com o GDPR europeu.

No entanto, os impactos que a LGPD pode trazer para as empresas brasileiras, em especial as startups, as micro, pequenas e médias empresas, muito vulneráveis quanto às penalidades e prejuízos à imagem da marca pode ser muito grande.

Vale ressaltar que a LGPD afeta diretamente as empresas do setor de Tecnologia da Informação, mas se irradia para todos os setores empresariais e também para o terceiro setor (entidades de classe, ONGs, associações, fundações).

Pela experiência e observação, podemos delinear dois grupos de entes econômicos: um que já teve seus dados vazados e outro que ainda terá seus dados vazados.

Fazendo aqui o papel de advogado do diabo, evidenciando obviamente a legitimidade e relevância da Lei, temos um cenário perigoso para desenvolvedores de tecnologia nacional, decorrência da responsabilidade solidária, juridicamente aplicável à LGPD.

Fazendo um exercício de imaginação, um grande varejista nacional de comércio eletrônico sofre uma invasão de cibercriminosos e dados pessoais de dez mil de seus clientes vazam. Conforme manda a Lei, a empresa comunica imediatamente à ANPD – Agência Nacional de Proteção de Dados, bem como notifica todos os envolvidos, orientando-os a trocar suas senhas e eventualmente cancelar seus cartões de crédito.

À despeito de tomar as providencias como reza a LGPD, confirmar que nenhum dos seus clientes foi prejudicado, a ANPD, ainda assim, multa a empresa de e-commerce em 50 milhões de reais.

Para se defender, o e-commerce contrata uma das mais importantes consultorias do país, que identifica que o incidente aconteceu porque houve um problema com a atualização do software ERP, fornecido por uma empresa média, brasileira, de tecnologia.

Essa empresa, por sua vez, é obrigada a contratar outra consultoria de alto nível para se defender, que confirma que o vazamento ocorreu, devido a uma vulnerabilidade do software de ERP, porem que ele não estava devidamente atualizado com a última versão, que havia resolvido essa vulnerabilidade.

O responsável pela manutenção do software na empresa de e-commerce é uma pequena empresa de consultoria, devidamente certificada pelo fabricante, e que seria a responsável pela falta de atualização.

No frigir dos ovos, todos os envolvidos saem chamuscados, além dos severos danos à imagem das marcas, a varejista é multada em 50 milhões de reais por ter infringido a LGPD.

Exige indenização da empresa de TI porque o vazamento aconteceu por conta de uma vulnerabilidade de seus softwares, que por sua vez, responsabiliza a consultoria, cancela a autorização para prestar serviços no seu software e que evidentemente acaba não tendo recursos para arcar com a multa e acaba pedindo falência.

Este é um exercício de futurologia que certamente vai se tornar realidade, só não sabemos quando. Não tenho dúvidas disso e, para o bem da nossa crescente e importante indústria de software, esses impactos precisariam ser equacionados, para não tornar a vida das MPMEs de tecnologia impossível no Brasil.

Olhando o que acontece na Europa, o volume de multas aplicados por lá, com a General Data Protection Regulation (GDPR), é bilionário e pode ser acompanhado pelo site Enforcement Tracker.

As maiores punições pecuniárias aconteceram na Inglaterra e na França. De acordo com o Information Commissioner (ICO), em julho de 2019, a British Airways foi multada em 204 milhões de euros por seus parâmetros técnicos e organizacionais serem insuficientes para garantir a segurança da informação (Art. 32 GDPR).

No mesmo mês, a Marriott International, Inc. teve que desembolsar 110 milhões de euros, pelo mesmo motivo.

A Autoridade Francesa de Proteção de Dados (CNIL) multou o Google, no início de 2019, em 50 milhões de euros. O motivo foi a não observância dos artigos 13, 14 e 6 da GDPR: considerou que sua base jurídica era insuficiente para o processamento de dados privados dos seus usuários.

Este ano, as maiores multas foram aplicadas ao Google, TIM, Austrian Post, Wind Ter e Deutsch Wohnen.

Fonte: https://dataprivacymanager.net/5-biggest-gdpr-fines-so-far-2020/

E os dados sobre vulnerabilidades não são nada favoráveis. Estudo da Barracuda Networks, identificou que 46% das organizações sofreram recentemente algum tipo de incidente de segurança, e 51% identificaram aumento no número de phishing, armadilha, enviada por e-mail, que objetiva roubar dados pessoais.

O pior de tudo é que muitas dessas brechas acontecem dentro da própria empresa. De acordo com o Global Data Risk Report, feito pela Varonis, em média, todos os funcionários das 785 organizações de diversos segmentos e tamanhos analisadas pelo estudo, tiveram acesso a 17 milhões de arquivos e 1,21 milhão de pastas. 53% das empresas encontraram mais de 1 mil arquivos confidenciais acessíveis a todos os colaboradores.

Na média, essas companhias encontraram mais de meio milhão (534.465) de arquivos sensíveis, contendo informações de cartão de crédito, registros de saúde ou informações pessoais sujeitas a regulamentações como GDPR, HIPAA e PCI. Arquivos e pastas expostos estão acessíveis a todos os funcionários e possivelmente a criminosos.

A desatualização de cadastros é outro problema: 53% dos dados dos empregados dessas empresas estavam desatualizados e 58% delas encontraram mais de um milhar de contas de empregados desatualizadas.

Essas contas, que poderiam acessar arquivos importantes, também são conhecidas como “usuários fantasmas” pois são contas habilitadas, que parecem inativas e que geralmente pertenciam a ex-empregados, que não estão mais na organização.

Com tantas vulnerabilidades e tantas penalidades, a pergunta que fazemos é, no fim das contas quem vai pagar o pato?

* Francisco Camargo é presidente do Conselho Deliberativo da ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software

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Os novos desafios de cibersegurança apontam para a nuvem

Por Felipe Canale *

Não é segredo para ninguém que as pessoas ampliaram ainda mais os limites geográficos de seus locais de trabalho por conta da pandemia do novo coronavírus.

Esse era um movimento natural e contínuo, mas que foi apressado quando as empresas começaram a liberar todos os seus funcionários para trabalharem em casa, na segurança de seus lares.

Obviamente isso impacta diretamente o controle das informações confidenciais dos negócios, o que acelerou a adoção do modelo SASE (Secure Access Service Edge – SASE), proposto pelo Gartner em 2019.

SASE nada mais é que um conceito, um modelo emergente de arquitetura de segurança e redes, que recomenda convergir capacidades de redes e segurança em um serviço unificado e nativo da nuvem, o que torna mais fácil e menos caro para as empresas conectar pessoas e escritórios com segurança no mundo inteiro.

Com organizações cada vez mais distribuídas, manter dispositivos em todos os locais ou usar produtos diferentes para trabalhadores remotos cria inúmeras brechas de segurança, além de custar muito e sobrecarregar os recursos de TI.

Soluções baseadas em SASE fornecem um método tudo-em-um para entregar segurança avançada para web, redes e aplicativos como um serviço na nuvem.

A necessidade do SASE, que é essencialmente uma inversão dos padrões de projeto de pilha de segurança e redes tradicionais, emergiu com a evolução da transformação digital. Os dados dos negócios estão rapidamente migrando para a nuvem, o que muda como os profissionais se conectam com eles.

Isso por si só já inviabiliza as abordagens antigas de segurança. Essa evolução no acesso a redes e à nuvem requer uma nova abordagem para segurança da informação, que possa funcionar em todos os lugares onde os usuários precisam acessar e interagir com dados.

As equipes de rede agora têm novas oportunidades para aprimorar o desempenho, consolidar o número de dispositivos que têm implementados e permitir que as equipes de segurança possam reconquistar a visibilidade e o controle dos dados em nível dos usuários.

O modelo SASE foi projetado para ajudar os líderes de segurança e gestão de riscos a abordar as mudanças geradas pela transformação digital e oferecer aos líderes de segurança e TI uma forma de reduzir a complexidade em seus ambientes, garantindo segurança e conectividade para as equipes.

O caminho para a segurança é a nuvem!

* Felipe Canale é Country Manager da Forcepoint no Brasil

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Angola Cables lança IP Premium voltado para plataformas de jogos

A Angola Cables, anunciou um produto que deverá agitar o mercado gamer. Ele vai melhorar significativamente a experiência dos jogadores brasileiros quando acessarem plataformas em qualquer lugar do planeta, como Sony, Xbox, RIOT, Valve, Tencent, Highwinds, Blizzard.

Trata-se de um serviço IP cuja configuração de engenharia aponta diretamente para os maiores pontos de tráfego de gaming no mundo, selecionando automaticamente as melhores rotas entre os usuários e os provedores onde estão hospedados, seja para stream, upload e download dos games.

Isto significa oferecer aos gamers de todo o Hemisfério Sul, a oportunidade de competir com melhor qualidade de ligação, ou seja, melhor ping, latência mais baixa, aumentando suas chances de sucesso contra jogadores de outras partes do mundo.

O IP_Gamer, como é chamado o novo serviço, permite ao provedor se beneficiar de ligações estratégicas prioritárias e diretas (peering/PNI) para os principais servidores de gaming (gaming nodes) na Europa, na América do Norte e na Ásia, além de uma redução significativa de latência pela utilização da rede da Angola Cables, que para os usuários brasileiros será até 10% menor, além de uma conectividade com maior qualidade e eficiência de tráfego.

Estas vantagens serão percebidas para o usuário final cujos provedores de internet estiverem conectados diretamente à rede da Angola Cables, o quais conseguirão jogar sem atrasos na conectividade, resultando em uma melhor experiência geral de jogo.

Assim, os Provedores de Internet poderão incorporar o IP_Gamer no seu portfólio de produtos e capitalizar as vantagens desta solução para fidelizar o consumidor final e atrair novos clientes.

“Este novo serviço resulta de muitas horas de pesquisa e desenvolvimento, um trabalho de engenharia para garantir uma solução única, de baixa latência, robusta e segura, de forma a encontrar vantagens tanto para o Provedor de Internet como para o Gamer, cujo resultado geral vai impulsionar ainda mais o mercado de games na região”, explica António Nunes, CEO Global da Angola Cables.

O IP_Gamer foi customizado por área geográfica, sendo que foram feitos testes de performance da rede, replicando a experiencia dos usuários locais em seus jogos de maior preferência e destinos de jogo, para otimizar o nosso trabalho de reengenharia de roteamento alavancado também pela hiperconnectividade do nosso Data Center AngoNAP.

“Apesar de ser um produto corporativo, destinado aos ISPs (Provedores de Serviços de Internet), o objetivo é apresentar esta opção de alto valor agregado para os usuários de jogos online, pois se trata de um serviço premium que nos diferencia dentro de um segmento que está se tornando commodity, diz António Nunes.

O mercado de games movimentou, em todo o mundo, cerca de US$ 152.1 bilhões em 2019. Para este ano, a expectativa é chegar a um faturamento de US$ 159 bilhões, o que representa um crescimento e torno de +9,3% em relação ao ano anterior. Até 2023, estima-se que este mercado ultrapasse a cifra dos US$ 200 bilhões em receitas.

A América Latina deve ter o segundo maior crescimento de Gaming no mundo, com +10,3%, e faturamento de US$ 6 bilhões, seguida pela África e Oriente Médio, que deverão registrar os maiores crescimentos do setor no ano, em +14,5%, e um faturamento de US$ 5,5 bilhões, segundo dados da Newzoo.

Em todo o planeta, estima-se que 2,7 bilhões de pessoas sejam “gamers”, nas mais diversas categorias.

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PODCAST – Empresa de qualquer tamanho está enquadrada na LGPD. Entenda.

Neste Podcast conversei com Fabio Iamada, Diretor Administrativo e de Marketing da Orys, empresa brasileira de gestão, qualidade e integração de dados e falamos sobre LGPD, a Lei Geral de Proteção de Dados que foi aprovada pelo Senado e que deve começar a ser aplicada efetivamente em agosto de 2021.

Segundo Iamada, ela vale para qualquer tamanho de empresa e de qualquer setor da economia e a maioria delas ainda nem sequer iniciou o processo de adequação à nova lei, o que provavelmente irá gerar para elas um problema sério no futuro.

Além disso simplesmente ficar de acordo com a nova lei não basta, pois toda cadeia comercial e de relacionamento de qualquer empresa será afetada, já que os dados não são mais dela e sim de cada pessoa ou consumidor.

Para começar a entender o impacto efetivo da LGPD no mercado ouça agora o Podcast, deixe seu comentário e compartilhe em suas redes sociais.

PARA ACESSAR TODOS OS PODCASTS CLIQUE AQUI



Veja 5 dicas para quem quer abrir a primeira empresa

Abrir uma empresa e ser dono do próprio negócio é o sonho de muitos brasileiros.

Para alguns, significa a libertação de uma rotina em um emprego que não agrada mais, para outros, é a oportunidade de colocar em prática as habilidades.

Você pode trazer um produto que já existe, mas precisa convencer os consumidores de que vale a pena comprar com a sua empresa, mesmo ela sendo nova.

Claro que, o primeiro passo para ter sucesso nesta empreitada é inovar no mercado. Se você tem o sonho de abrir seu primeiro negócio, veja dicas para realizá-lo.

Saiba quanto pode investir
Uma empresa não nasce sem um investimento, mesmo que pequeno. Por mais que você não tenha em seus planos o objetivo de abrir uma sede física, saiba que vai ter gastos para dar início ao seu sonho.

Assim, coloque no papel o quanto poderá investir em sua empresa. Por mais que seja pouco dinheiro, saiba que é possível, sim, abrir um negócio. Além de considerar o que você poupou, veja se existe a chance de obter um empréstimo com o banco.

Descobriu qual é o valor máximo que pode ser aplicado na empresa? Anote esta informação e veja se é realmente o momento de iniciá-la.

Conheça o ramo em que deseja atuar
Qual é a sua ideia? Você vai vender doces e bolos? Trabalhará com serviços de marketing digital? Veja que as duas ideias são diferentes: uma envolve um produto e a outra um serviço.

Depois que definir o que quer vender, comece a pesquisar mais sobre esse ramo. Como está o mercado de alimentos ou serviços de marketing? Há demanda para um produto específico?

Tente responder o máximo de perguntas e tirar todas as dúvidas sobre o segmento escolhido.

Faça uma pesquisa de mercado
Já conheceu melhor como funciona o mercado em que você deseja atuar? Agora, é hora de saber as expectativas do seu público-alvo. A pesquisa de mercado visa entender a aceitação de um produto ou serviço.

Além disso, é a oportunidade que você tem de saber o que pode trazer de diferente. Imagine que sua ideia é abrir um salão de beleza no seu bairro. Você pode entrevistar os moradores da região. Feito isso, nas pesquisas, você observa que os homens gostariam de encontrar serviços para eles em um salão da região.

Aí está uma oportunidade de negócio que pode ser abraçada. Além do público feminino, você pode pensar no que seria interessante trazer para os homens que frequentarão seu salão.

Estude seus concorrentes
Quem são seus principais concorrentes? Aqui, você precisa conhecer os diretos e os indiretos. Os primeiros são aqueles têm uma empresa que trabalha exatamente com os mesmos produtos e serviços que você, muitas vezes, atendendo a mesma região.

Os indiretos podem ser empresas que oferecem um dos seus produtos ou serviços, incluindo negócios maiores, que têm um foco diferenciado. Sabendo quais são os concorrentes, é hora de entender como eles trabalham para conquistar o público: o que funciona, o que não funciona e o que pode ser melhorado.

Tenha um plano de negócios
O plano de negócios vai ajudar você a entender se sua empresa seria viável ou não, e se este é o momento certo de investir nela. Nada mais é do que um planejamento que vai englobar muito das dicas anteriores.

É como se sua empresa fosse construída primeiro no papel, para depois virar realidade. Pode ser necessário mudar algumas coisas, mas não tenha medo de fazê-lo.

O principal objetivo é entender para onde você vai e onde quer chegar ao abrir a sua empresa. Essas cinco dicas vão ser muito úteis para quem se sente pronto para realizar o sonho de ser dono do próprio negócio. Então, pode segui-las sem medo.



Cogent firma parceira com ODATA para estender sua rede no Brasil

Com uma das mais modernas infraestruturas de data center da América Latina, a ODATA é a nova parceira da Cogent no Brasil. 

Top 5 no Backbone Networks e especialista em promover produtos com alta velocidade de banda de internet e transporte ethernet, o ponto de presença (POP), no DC SP01 permitirá que os clientes da ODATA se beneficiem da extensa rede internacional da Cogent, que se estende pela América do Norte, Europa, Ásia, Austrália e África por mais de 92.000 km de fibra interurbana.

Todo seu tamanho se reflete na dimensão da sua equipe com mais de mil colaboradores ao redor do mundo, que suportam mais de 88.100 conexões.

Além disso, a nova parceira da ODATA conta com uma das maiores redes de IP existentes, possibilitando aos consumidores ofertas de grandes capacidades a preços competitivos, além de aumentar o potencial para atrair clientes cross-border e um PoP dedicado, extremamente importante e, muitas vezes, referência para medir tamanho ou taxa de crescimento.

“Ficamos felizes com a escolha da ODATA para essa parceria. Afinal, existe uma grande sinergia entre os serviços ofertados pela Cogent com o nosso modelo de negócio. Estamos observando uma crescente demanda por serviços de Cloud Privada, Híbrida e acesso a clouds públicas por conta do aumento de utilização dos serviços citados e, consequentemente, do volume de tráfego de dados, comenta Ricardo Alário, CEO da ODATA.

“Temos o prazer de fornecer serviços de Internet aos clientes da ODATA”, disse Vincent Teissier, Diretor de Marketing (CMO) da Cogent Communications. “Conforme a demanda por acesso à Internet se expande e o mundo se torna cada vez mais interconectado, a Cogent espera fornecer banda de alta qualidade e alto desempenho para atender às suas necessidades.”

Alário também cita a importância de contar com um data center como o SP01. “Nosso prédio conta com uma estrutura e localização diferenciada para os nossos parceiros e a chegada da Cogent mostra isso. Estamos buscando inovação a cada dia para oferecer o melhor aos nossos clientes, seja em tecnologia ou em opções de negócios”, finaliza.

Data center ODATA se destacam pela eficiência
Construídos para abrigar infraestruturas robustas, suportando racks de alta densidade, projeto personalizados e conectividade, a ODATA é uma empresa Brasileira, especializada na prestação de serviços de colocation A empresa está focada na construção e operação de data centers em um modelo pure-colocation e carrier-neutral.

Seus Data Centers se destacam entre os mais avançados de toda a América Latina. Ao todo são 4 data centers, localizados em Barueri, Santana do Parnaíba, Hortolândia, no interior de São Paulo e em Bogotá, na Colômbia. 

Todas as instalações são gerenciadas por sistemas integrados e contam com diversas camadas de automação. Assim, proporcionam ao cliente final segurança e a visão total de seu ambiente de TI.

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Neobpo divulga 245 novas oportunidades de emprego

A Neobpo abriu 245 vagas para profissionais de contact center neste mês de setembro. Segundo Ana Alice Limongi, diretora de desenvolvimento humano e organizacional da empresa, a abertura das vagas visa suportar a estratégia de crescimento da empresa.

“Trata-se de um grande indicador do nosso potencial e dos nossos esforços para manter o ritmo normal das atividades. Mesmo com o isolamento provocado pela pandemia, seguimos contratando, expandindo operações, renovando contratos e prospectando novos clientes”, declara.

As oportunidades estão distribuídas em seis cidades brasileiras onde a empresa mantém operações: Jaboatão dos Guararapes/PE; Mogi das Cruzes/SP; Rio de Janeiro/RJ; Santos/SP; São José dos Campos/SP; e São Paulo.

Para participar do processo seletivo da Neobpo, basta acessar a plataforma de recrutamento da empresa no site, preencher o formulário e enviar os documentos solicitados.

É necessário ter idade mínima de 18 anos e conhecimentos em informática básica (tais como digitação e preenchimento de dados no sistema). O número de vagas está sujeito a alteração, sem aviso prévio.

Após a contratação, a Neobpo oferece como benefícios além do salário, vale alimentação ou refeição, convênio médico e odontológico, vale transporte e auxílio creche/babá. A empresa possui ainda parcerias de estudos com diversas faculdades e cursos de inglês, para auxiliar no desenvolvimento profissional de seus colaboradores.

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Intel anuncia seu processador Core de 11ª Geração

A Intel acaba de dar início a uma nova era de performance de laptops com o lançamento de sua nova geração de processadores móveis.

Os novos processadores Intel Core de 11ª Geração com gráficos Xe Tiger Lake são voltados para laptops finos e leves, com capacidades superiores de produtividade, colaboração, criação, gaming e entretenimento, com sistemas operacionais Windows e ChromeOS.

Usando a nova tecnologia de processo SuperFin da Intel, os processadores aumentam a eficiência energética do laptop, garantindo mais desempenho e capacidade de resposta de ponta e execução de frequências significativamente mais altas em comparação com as gerações anteriores.

Mais de 150 designs baseados nos processadores devem chegar ao mercado, incluindo produtos de fabricantes parceiros como Acer, Asus, Dell, Dynabook, HP, Lenovo, LG, MSI, Razer, Samsung e outros.

A Intel também lançou o novo selo de plataforma Intel Evo para os laptops aprovados pelas especificações e KEIs da segunda edição do seu programa de inovação Projeto Athena.

Os dispositivos verificados com o selo Intel Evo são os melhores laptops do mercado para quem gosta colocar a mão na massa. Mais de 20 modelos verificados devem chegar ao mercado ainda esse ano.

“Os processadores Intel® Core™ de 11ª Geração com gráficos Intel® Iris® Xe são um passo significativo à frente em termos da performance dos processadores no mundo real. São os melhores processadores que já fizemos”, afirma Gregory Bryant, vice-presidente executivo da Intel e diretor geral do Client Computing Group.

Apresentando o Intel Evo
O novo selo de plataforma Intel Evo indica os melhores laptops, desenvolvidos para que o usuário possa executar todas as suas tarefas, onde quer que esteja. Os laptops aprovados seguem as especificações e indicadores de experiência-chave (KEIs) da segunda edição do programa de inovação Projeto Athena, de acordo com uma metodologia intensa de testes que comprovam o elevado nível das experiências de laptop.

A metodologia de teste e medição exclusiva da Intel fornece uma prévia de como um laptop se comportará no dia a dia. Somente os modelos de laptops que atendem ou superam os objetivos e especificações KEI são avaliados para uso do selo Intel Evo. Os objetivos KEI representam padrões mínimos e incluem:

– Poder de resposta consistente quando usando a bateria;

– Ativação quando suspenso inferior a 1 segundo;

– 9 ou mais horas de duração da bateria em uso de mundo real em sistemas com displays FHD

– Duração de até 4 horas depois de menos de 30 minutos de carga em sistemas com displays FHD

As plataformas contam com conectividade de cabo universal Thunderbolt 4 integrada e Intel Wi-Fi 6 (Gig+), bem como áudio, webcam e display premium em fatores de forma finos e leves para a melhor experiência

Os processadores ainda oferecem ma ampla gama de recursos integrados com CPU otimizada, GPU, aceleração de inteligência artificial (IA), otimização de software e recursos de plataforma que maximizam o desempenho no mundo real nos aplicativos e recursos que as pessoas mais usam.

Desempenho gráfico
Os novos gráficos Intel Iris Xe tem desempenho 90% superior ao de outros gráficos usados nesse segmento, além de até 96 EUs e 16MB de cache L3. Segundo a Intel, é possível jogar jogos mais pesados, como Bordelands e Far Cry na resolução Full HD (1080p) sem a necessidade de uma placa gráfica dedicada.

Ao todo são nove novos processadores, que vão do Core i3 até o Core i7, com consumo energético que varia de 7 a 28 watts. O modelo mais poderoso pode atingir a frequência turbo de 4,8 GHz.

Eles estarão no mercado nos próximos lançamentos das marcas citadas anteriormente.

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Grupo HEINEKEN anuncia criação de vice-presidência de Digital & Tecnologia no Brasil

O Grupo HEINEKEN no Brasil, anuncia a criação de uma vice-presidência de Digital & Tecnologia a partir de 1º de setembro.

A movimentação está alinhada à estratégia global da empresa, que em 2019 lançou uma quinta prioridade de negócio, focada em conexões digitais. A área será liderada pelo executivo Celso Bica, atual diretor de TI da companhia.

Há um ano na HEINEKEN, EINECelso deu início à jornada de transformação tecnológica da empresa, traduzindo as necessidades e objetivos de negócio em processos e ferramentas modernas, de forma cada vez mais ágil.

Antes de integrar o time da cervejaria, o executivo acumulou experiências nas áreas de Tecnologia da Informação, Inovação e Estratégia em grandes empresas do setor de consumo, como Unilever e Coty.

Sob a liderança de Celso Bica, a nova vice-presidência de D&T terá como missão acelerar a transformação digital do Grupo HEINEKEN no Brasil, buscando as melhores formas de capturar e acelerar todo o valor que a tecnologia e os dados podem trazer para consumidores, clientes e colaboradores, sempre colocando as pessoas no centro das decisões.

“O mundo está mudando rapidamente, com enormes oportunidades para a indústria de bebidas e para o Grupo HEINEKEN. Todos esperam uma experiência digital perfeita ao interagir com nossas marcas e nossa companhia. Esse movimento global, também realizado aqui no país, reforça a ambição de nos tornarmos a cervejaria mais conectada do mundo. Sou grato pela oportunidade de liderar essa transformação e esse time no Brasil”, comenta Bica.



O MDM como a fundação da sua empresa

Por Rodrigo Boschetti *

O que é o MDM?
O gerenciamento de dados mestres (MDM) é o processo de coleta, gerenciamento, priorização e publicação de dados de acordo com as estratégias de vendas, marketing e negócios de uma empresa.

MDM garante que as informações essenciais estejam completas no tempo certo para canais como e-commerce, ERP, sites, aplicativos sempre atualizadas e disponíveis.

Trata-se de uma linguagem lógica orientada por critérios que vinculam todos os seus dados críticos em um único ambiente. Esta solução pode incluir informações sobre produtos, clientes, fornecedores e funcionários, além de outras fontes de informações essenciais aos seus negócios que podem estar duplicadas em diferentes locais.

A adoção do MDM permite que empresas criem hubs únicos de dados com funcionalidades muito mais sofisticadas do que os depositórios convencionais (planilhas, por exemplo).

Onde estão os seus dados?
Pense comigo: seus dados hoje estão em quantas centrais de informação flutuando em diferentes nuvens no mercado? Serasa, bancos, redes de varejo, provedores de email, operadoras de telefonia e TV a cabo, aplicativos de entregas, prefeituras, governos, sistemas de saúde, investimentos, provedores de streaming – apenas para citar algumas…

Mas estas informações espalhadas podem ser organizadas de maneira lógica e uniforme, não só para se referir as pessoas, mas também para se relacionar a produtos, serviços e empresas de maneira singular. E organizar estes dados pode não só evitar, mas também resolver uma série de problemas e, em última análise, diminuir perda de tempo e energia e gerar novas fontes de capital.

MDM no DNA de uma empresa
Uma operação grande de varejo online por exemplo: da chegada de uma nova linha de produtos em um centro de distribuição até o momento em que ele se torna disponível à venda pode se levar até um mês no processo todo. Um produto sem grandes atributos tecnológicos como uma chuteira profissional: ao chegar a um CD (centro de distribuição) ela precisa ser desembalada, conferida, medida, precisa ter suas cores, modelos e tamanhos registradas, depois segue para ser fotografada, ter sua modelagem em 3D desenvolvida pelo departamento de arte da companhia.

Em seguida o produto segue para um setor de marketing para ter sua descrição escrita, preço estipulado, promoção atribuída. Depois seu registro segue para departamento fiscal que irá definir seu SKU (uma espécie de número de registro único de produto), pensar em seus os impostos e tributações e custos incididos em seu transporte e pré-definir seus diferentes prazos e custos de entrega. Lembre-se que estamos falando aqui da oferta de um par de chuteiras… Agora imagine esse processo com produtos de diferentes cores, tamanhos, modelos, matérias primas, acessórios, níveis de qualidade para usuários amadores e profissionais, modelos femininos, infantis etc… Uma operação normal esse processo pode leva até um mês. Um MDM bem afinado pode reduzir esse tempo para poucos dias.

Time to Marketplaces
Não é raro ver um marketplace de médio porte disponibilizar produtos idênticos com preços, prazos de entrega, tipos de parcelamentos totalmente diferentes. O consumidor não gosta de perder tempo garimpando pela melhor oferta em um mesmo site de varejo. O MDM consegue identificar produtos iguais e apontar a melhor oferta de acordo com cada cliente. Assertividade no atendimento online pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso neste nosso mercado supercompetitivo.

Além de solucionar problemas o MDM também pode transformar-se numa nova fonte de receita. Com o big data e a inteligência artificial cada vez mais acessíveis, o uso inteligente dos dados traz benefícios ao se alinhar com tendências de consumo nas situações adversas que passamos.

Empresas de diferentes setores enfrentam desafios relacionados ao gerenciamento de dados de negócios. Portanto, os dados corporativos podem ser um recurso inexplorado que pode potencialmente gerar valor e trazer lucro a diversas operações.

* Rodrigo Boschetti Lunardelli é Executivos de Vendas da Stibo Systems no Brasil

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CommScope anuncia parceria com o Google para a oferta do Orion Wifi em locais públicos

A CommScope anunciou uma parceria com a Area 120 (divisão do Google para o desenvolvimento de novos projetos) para o lançamento do Orion Wi-Fi, uma plataforma projetada para oferecer roaming privado e seguro para os clientes, enquanto ajuda locais públicos a acabar com as chamadas zonas mortas de telefonia celular, colaborando para aumentar a monetização de suas redes.

O controlador RUCKUS SmartZone do Orion Wi-Fi do Google permite às operadoras oferecerem uma experiência segura e estável ao conectar seus assinantes às redes Wi-Fi em locais públicos.

“O offload Wi-Fi da Operadora em locais públicos pode ser frustrante para os consumidores e ainda mais para os administradores e proprietários destes locais, uma vez que precisam negociar as taxas na tentativa de reduzir custos de roaming entre as operadoras”, afirma Ben Cardwell, vice-presidente sênior da CommScope para área de redes públicas.

“O desenvolvimento desta nova plataforma para offload Wi-Fi com o Google ajuda a criar as conexões duradouras que a CommScope sempre forneceu aos consumidores, ao mesmo tempo que permite às empresas monetizarem e protegerem suas redes”, finaliza o executivo.

O RUCKUS oferece suporte ao Hotspot 2.0, permitindo que os dispositivos detectem automaticamente e se conectem à rede Wi-Fi. Além disso, fornece segurança avançada e suporte para RadSec.

“O Orion Wi-Fi significa mais conectividade para os consumidores, mais opções para as operadoras, maior receita e visitantes mais felizes para os proprietários de redes Wi-Fi”, afirma Raj Gajwani, diretor da Area 120, do Google.

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Transformação Digital, a grande aliada do home office

Por Bruno Consul *

Quando falamos em transformação digital, é preciso considerar que não basta, apenas, investir em inovação tecnológica. É preciso, e com muita urgência, promover uma mudança de mindset.

Pode até parecer óbvio e soar batido o que eu estou dizendo, mas posso comprovar na prática que não há outro caminho efetivo que não este. Transformação digital é sobre cultura e como integrar novas tecnologias em cenários diferentes. É sobre agilidade. É sobre entender de fato a interface homem-máquina para ganhar eficiência.

Tomemos o exemplo da China. O país, que é considerado um dos berços da inovação tecnológica mundial, também dita as tendências – muito do que acontece no país asiático reflete diretamente em outros continentes, e isso acaba por nos dar uma ideia do que vem por aí para os próximos anos.

Você deve estar se perguntando: “e daí?”.

Bom, para se ter uma ideia, a corrida pela liderança no segmento tecnológico é tão levada a sério pelo governo chinês que o país pretende investir US$ 1,4 trilhão em um período de seis anos. Mais precisamente em projetos de redes sem fio e inteligência artificial.

Você deve estar novamente se perguntando: “certo, mas… e daí?”

Vamos considerar o cenário da pandemia, e como o home office foi tão importante para transformar a mentalidade das empresas, que correram para migrar rumo ao ambiente digital, e sem deixar de lado as suas respectivas atividades. Sem as redes sem fio e sem a inteligência artificial, o teletrabalho seria inviável, não é mesmo? E sabe de onde veio uma das tecnologias usadas massivamente nos últimos tempos, e que tornou tudo isso possível?

Bom, acho que você já sabe a resposta. Agora, pense em como o consumo de produtos e serviços via internet aumentou nos últimos tempos, e em como as empresas sofreram, num primeiro momento, para se adaptar e, principalmente, dar conta de todas as demandas e dúvidas dos consumidores, principalmente aquelas que são tão frequentes.

O fato é que a introdução de chatbots para garantir essa primeira interação entre os vendedores online e os webconsumidores se tornou muito popular. E, mesmo com a retomada parcial das atividades, muitos estabelecimentos ainda seguem fechados, e para prosseguirem com suas operações, as empresas estão insistindo nos chatbots para suprir as demandas dos clientes.

Trata-se de um caminho sem volta. Trazendo este contexto para o Brasil, e analisando como essa tendência também se consolidou por aqui, cito uma pesquisa da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP) em parceria com a Fundação do Instituto de Administração (FIA).

O estudo demonstrou que, entre 1.566 profissionais trabalhando a distância, 70% desejam continuar no regime de home office. Ainda de acordo com o mesmo relatório, 71% enxergam o trabalho em casa como uma possibilidade de aumentar a produtividade, precisão e qualidade.

Entretanto, o trabalho remoto impôs um outro desafio, que é o de manter as equipes devidamente integradas. Mas, para isso, é importante investir nas ferramentas corretas.

Robôs são capazes de otimizar as interações com os consumidores durante o processo de atendimento, permitindo diálogos humanizados e próximos aos da linguagem natural.

Em resumo, a combinação inteligência artificial + computação em nuvem + big data resulta em alta performance no atendimento. É a inovação no home office, apoiada na transformação digital, o que dá impulso e fôlego às organizações.

* Bruno Consul é Chief Digital Officer da Neobpo

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Cinco mitos e verdades sobre baterias e carregadores

Os smartphones já fazem parte do cotidiano da população, mas a pandemia intensificou muito o uso de celular, um aumento de 88%, de acordo com estudo realizado pela Squid.

Para se manter conectado e poder o usar os aparelhos durante todo dia, as pessoas criam alguns hábitos que provocam aumento no consumo de energia e podem danificar o equipamento como manter o carregador na tomada ou deixar o celular a noite toda carregando.

Com intuito de contribuir com os milhões de usuários brasileiros, o responsável pela unidade de negócios da Anker no Brasil, Marcus de Paula Machado, reuniu alguns mitos e verdades sobre carregadores que ajudarão a melhorar o desempenho dos dispositivos, além de trazer dicas de como otimizar seu uso. Acompanhe:

Usar o smartphone enquanto ele carrega danifica a bateria
MITO.  Hoje, as tecnologias de carregamento e bateria são bem mais avançadas e não há mais preocupação em utilizar o aparelho enquanto carrega. Mas utilizar carregador de baixa qualidade ou falsificados podem danificar o dispositivo.

Por isso, escolha sempre marcas conhecidas, produtos com selo do Inmetro e compre em lojas autorizadas.

Você deve carregar um aparelho recém comprado até 100% antes de poder utilizá-lo
MITO. Todos os carregadores e a maioria dos modelos de aparelhos celulares comercializados oficialmente possuem baterias de lítio, as quais funcionam com maior eficiência quando carregadas entre 40% e 80%.

“O tipo de bateria pode ser verificado nas inscrições como Li, Li-Ion, Li-Po na etiqueta do produto ou nos manuais que o acompanham. Tendo em vista que leis que garantem a segurança do transporte de eletrônicos com bateria exigem que estes sejam transportados com 50% de carga, você pode utilizar seu dispositivo assim que tirá-lo da caixa sem problemas”, explica Marcus. 

Deixar o celular carregando depois que ele chegar a 100% estressa a bateria
VERDADE. Como dissemos anteriormente, essas baterias operam melhor quando estão entre 40% e 80% de carga. Contudo, os celulares hoje em dia são inteligentes e possuem um circuito de proteção que corta o carregamento quando o dispositivo está totalmente carregado.

Desconectar o aparelho do carregador antes que ele esteja completamente carregado impacta negativamente na vida útil da bateria
MITO.  O recomendado é justamente o contrário. O Ideal é carregar seu aparelho quando a bateria chegar a 10%, além disso, carregar continuamente sua bateria por um longo período pode estressá-la.

É errado carregar o seu aparelho até 100% e depois usá-lo até 0% para fazer a manutenção da bateria
VERDADE. Novamente, como estamos falando de baterias modernas feitas de lítio, colocá-las nos extremos definitivamente não é a melhor escolha.

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Flexdoc Nomeia Virgílio Rocca para a Diretoria Regional

A Flexdoc acaba de nomear o executivo Virgílio Rocca para a recém-criada Diretoria Regional Sul – Sudeste. Virgílio Rocca tem 20 anos de atuação em vendas, marketing e desenvolvimento de mercado para tecnologias voltadas à transformação digital e à automação de processos de negócios.

Ao longo dos últimos anos, ocupou postos como a diretoria da área de Serviços de Processos Cognitivos da IBM para a América Latina.

Além disso, conduziu e participou de diversas ondas de renovação de processos bancários e financeiros, ocupando posições-chave em influenciadores da indústria como Procomp, Wincor-Nixdorf, Xerox e HP.

“A experiência do Virgílio em áreas de ponta da computação vai ajudar a Flexdoc nesse momento de eclosão de um grande leque de demandas abrangendo praticamente todas as áreas da indústria”, comenta Eduardo Borém, Diretor Comercial da empresa.

Na visão de Virgílio Rocca, sua entrada na Flexdoc coincide com uma conjuntura em que a digitalização dos negócios sofreu uma alavancagem inédita e inesperada, por conta da pandemia.

“Se antes a preocupação com tópicos como onboarding digital estava circunscrita aos bancos, hoje interessa também às redes de varejo físico ou online, à cadeia de suprimento da indústria e até a áreas antes pouco cogitadas, como RH, hotelaria e saúde”, conclui Rocca.

Virgílio Rocca ficará à frente das operações no Sul-Sudeste a partir do novo escritório que a Flexdoc está inaugurando em São Paulo.

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Recrutamento & seleção: solução HCM para gestão de pessoas ganha ferramenta de fit cultural

A cultura organizacional tem um impacto direto em alguns dos principais indicadores de sucesso da área de Recursos Humanos, como por exemplo: turnover, satisfação e motivação.

Empresas que conseguem construir culturas fortes e positivas conquistam resultados acima da média do mercado na área de gestão de pessoas. Além de promover ganhos internos, fatores culturais podem se tornar fonte de vantagem competitiva para organizações, impactando diretamente na produtividade e na satisfação dos seus clientes.

Para os colaboradores, entender a cultura da sua empresa também pode auxiliar no protagonismo, na construção de carreira e na satisfação profissional.

Atendendo a esta preocupação, hoje a ferramenta de testes da Mindsight – o Mindmatch – está integrada a solução de gestão de pessoas da Senior, o HCM. Com a novidade é possível fazer todo o processo de recrutamento e seleção no formato digital – desde a atração até a triagem dos candidatos.

A solução oferece teste de fit cultural, para medir a aderência do candidato com a cultura da empresa, e também usa algoritmos de inteligência artificial para prever o match do candidato com a posição, apontando a probabilidade de performance.

“O HCM da Senior é uma solução ampla e robusta que visa atender as várias demandas de transformação dos RHs, contemplando toda a jornada do colaborador. Neste caminho, um dos principais desafios é fornecer dados confiáveis para a tomada de decisão de pessoas. É com este objetivo que passamos a trabalhar de forma integrada com a Mindsight, para democratizar e levar a ciência de dados para a tomada de decisão de gente”, explica Ricardo Kremer, Head de Produto HCM na Senior Sistemas.

Entenda a importância do fit cultural em um teste de 7 minutos
A startup realizou um estudo com 158 empresas, clientes da companhia, e constatou que existem 8 tipos de culturas organizacionais. Com isso a empresa definiu que as organizações podem ser: Pragmática, Colaborativa, Estável, Criativa, Ágil, Executora, Consolidada e Comprometida.

Com esse conhecimento em mãos, as empresas desenvolveram um teste online gratuito para que qualquer profissional do mercado possa conhecer mais da cultura da sua empresa. Este é um primeiro passo importante para o conhecimento da cultura da sua empresa. Faça o teste neste link.

“Queremos ajudar as empresas a entenderem melhor sua cultura organizacional por meio de uma ferramenta desenvolvida com fundamentação científica. Por esta razão nosso teste tem como base duas metodologias, o Organizational Culture Profile (OCP) e o Competing Value Framework (CVF)”, explica Thaylan Toth, CEO da Mindsight.

Tendo utilizado essas duas metodologias para fundamentar o estudo, os oito tipos de cultura foram traçados por diferentes características, entre elas estão foco em metas, segurança, atenção a detalhes, ambiente calmo, informalidade e agilidade.

Na devolutiva do teste é indicado com qual dos 8 tipos de cultura a organização mais se parece. Cada tipo de cultura contém uma imagem correspondente, gráficos, palavras-chave e descrição sobre o funcionamento do ambiente.

Por que investir em tecnologia para gestão de pessoas?
Há diversas vantagens do uso de tecnologias como o HCM para gestão de pessoas, visto que os colaboradores de uma empresa são os principais responsáveis pelo sucesso da organização.

Ele atua dentro do conceito de People Analytics, que tem como objetivo melhorar a qualidade da tomada de decisão sobre a gestão de RH – antecipando tendências e aprimorando estratégias.

Entre os principais benefícios do uso da tecnologia HCM estão: aumento da produtividade dos colaboradores, redução de custos, facilidade para comunicação entre os times, além de trabalhar a questão da experiência positiva do colaborador com a empresa.

Como a análise cultural pode ser estratégica
A preocupação com fit cultural já vem de tempos. Um estudo feito em 2005 por membros da Universidade de Iowa revelou que funcionários mais satisfeitos no trabalho eram mais propensos a permanecer na organização e demonstravam desempenho superior aos menos satisfeitos. Ou seja, sem fit cultural o turnover precoce é uma questão inevitável.

Os benefícios de um recrutamento baseado no fit cultural garantem precisão nas contratações, aumento da produtividade, melhor retenção de talentos e diminuição de turnover.

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5G DSS: a transição para a quinta geração da internet

Com os atrasos decorrentes da pandemia do novo coronavírus, a previsão para implementação das primeiras redes de internet móvel 5G ficou para o primeiro trimestre de 2021.

Essa é a previsão para a realização do leilão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) onde serão negociadas as faixas de frequência destinadas ao uso do 5G.

Porém, as grandes operadoras de planos de celular já anunciaram a implementação do 5G em algumas cidades ainda esse ano, antes do leilão da Anatel. A explicação para isso é que esse 5G disponibilizado de forma antecipada pelas operadoras é, na verdade, uma tecnologia intermediária entre o 4G e o 5G, chamada de 5G DSS (Compartilhamento Dinâmico de Espectro, da sigla em inglês). O 5G DSS utiliza a mesma faixa de frequência que o 4G, e é por isso que sua implantação não depende do leilão.

O 5G DSS está longe de entregar a performance tão esperada pelo 5G. Um estudo recente da Open Signal mostrou que, nos Estados Unidos, o 5G “puro” tem performance até 10x maior que o 5G DSS.

Enquanto as operadoras T-Mobile e AT&T estão operando com 5G DSS de baixa frequência e entregando cerca de 60 MB/s, a Verizon, que opera com 5G “puro” de altíssimas frequências, conseguiu uma média de quase 500 MB/s.

No Brasil a rede 5G DSS está operando em média frequência e testes mostram que é possível conseguir velocidades de download no máximo 4x maiores que as velocidades medidas em rede 4G no mesmo ponto, em lugares restritos.

Quanto maior a frequência da rede, maior é a performance, porém menor é o alcance e penetração (capacidade de ultrapassar paredes e outros obstáculos físicos). Portanto, será comum observar quedas de performance do 5G dentro de casa ou do escritório, e serão necessárias muito mais torres emissoras de sinal do que no 4G para a mesma cobertura de uma área.

O leilão da Anatel será o ponto de partida para a implementação do 5G real no país. Somente a partir daí será possível explorar essa nova tecnologia em toda a sua capacidade.

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