Google identifica 18 milhões de mensagens diárias de malware e phising

O Google Cloud identificou no Brasil um crescimento no volume de malware, phishing e e-mails com spam, o que também vem acontecendo na Índia e no Reino Unido. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em abril, o Gmail chegou a contabilizar globalmente 18 milhões de mensagens diárias com malware ou phishing e mais de 240 milhões de e-mails de spam que usavam a COVID-19 para chamar a atenção.

Em informe ao mercado, a companhia diz que está trabalhando para reforçar ainda mais a segurança de suas ferramentas. Embora o Gmail bloqueie mais de 99,9% das tentativas de spam, phishing e malware que chegam aos usuários, por conta das novas proteções que utilizam inteligência artificial, anunciadas no começo do ano, a empresa desenvolveu um sistema proativo para monitorar golpes relacionados ao coronavírus.

Segundo a empresa, as proteções ajudam a reagir rapidamente contra ameaças relacionadas ao coronavírus, com ajustes ágeis à medida em que outros perigos apareçam. Conforme novas ameaças são descobertas, elas são acrescentadas à infraestrutura do Navegação Segura (Safe Browsing).

Dessa forma, qualquer pessoa que use essa API do Google Cloud poderá automaticamente bloquear tentativas de ataque.

O G Suite possui por padrão controles avançados de phishing e malware. Segundo Neil Kumaran, Product Manager, Gmail Security, “a segurança é uma norma fundamental de todos os produtos Google Cloud. Nossos modelos de combate a golpes vasculham sinais de segurança em anexos, links e imagens externas, sempre com o objetivo de continuar bloqueando novas ameaças”, afirma.

Mesmo com as próprias ferramentas para assegurar suas plataformas, como por exemplo as do Gmail, os e-mails em geral fazem parte de uma rede gigante e complexa.

Por isso, o Google Cloud trabalha para garantir não só a própria segurança, mas para contribuir com a de todos, participando do desenvolvimento de padrões como DMARC (Autenticação, Registro e Conformidade baseados em Domínio, em inglês) e MTA-STS (Segurança Severa para Transporte de Agente de Transferência de Mensagem), além de trabalhar com tecnologias de código aberto – como Safe Browsing e TensorFlow.

Segundo Kumaran, a empresa colabora também com grupos de trabalho, nos quais trocam ajuda e melhores práticas com vários integrantes do setor. “Há anos o Google apoia e contribui com o consórcio M3AAWG (Grupo de Trabalho contra Abuso via Mensagem, Malware e Aparelhos Móveis), que age para combater malware, spam, phishing e outras formas de exploração digital”, conta o executivo.

No Brasil, diante da crescente popularidade dos serviços de streaming, o Google identificou diversos ataques de phishing apontando para esses serviços, como pedidos para atualização de dados de pagamento. Outras mensagens sugerem que o cartão de crédito da pessoas está sendo bloqueado, como estratégia de recorrer ao medo para ludibriar o usuário, pois a mensagem sugere que a pessoa poderá pagar uma multa caso não responda.

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Veja 5 dicas para reduzir custos empresariais com uso da tecnologia

Mesmo com inúmeras tecnologias disponíveis no mercado para automatizar processos tradicionais, muitas empresas ainda se veem diante de dúvidas acerca da verdadeira efetividade de migrar para o digital. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Isso devido a fatores como receio pela readaptação, tradicionalismo e incertezas quanto aos gastos que terão com plataformas digitais e softwares. No entanto, poucos sabem que a escolha pela tecnologia pode gerar redução de custos e não aumentá-los, como se pensa.

“Em primeiro lugar, é necessário entender que a tecnologia não é uma substituta do trabalho humano. Pelo contrário, a automatização minimiza falhas e ajuda a estender a capacidade produtiva humana, uma vez que elimina tarefas repetitivas e manuais que resultam em desperdício de tempo e dinheiro. Assim, o grande objetivo é disponibilizar mais tempo para tarefas estratégicas, o que proporciona uma expressiva redução de custos”, explica Henrique Flôres, cofundador da Contraktor.

Para auxiliar as empresas na adesão à tecnologia e migração para o digital, listamos 5 dicas importantes que podem ser aplicadas de forma simples:

Automação: aplique em tudo o que você puder – A inserção de novas tecnologias em empresas tem aumentado e resultado em economia de tempo e de custos. Quanto menos processos manuais as elas têm, mais economizam. Por exemplo, muitas horas e muito dinheiro são gastos na gestão de contratos em papel nas organizações.

Isso é um ponto importante que precisa ser analisado e substituído nas companhias por uma opção tecnológica. Utilizando os meios digitais, é possível reduzir também os custos com materiais físicos para propagandas, impressões de documentos, formulários, entre outros.

Reduza o tempo – O uso de tecnologias auxiliam na priorização de tarefas, fazendo com que os funcionários foquem e utilizem seu tempo em atividades que trarão resultados e impactarão na receita da empresa. Por isso, o ideal é substituir a maior parte dos processos físicos por meios digitais. Assim, pilares como gestão de documentos, comunicação e finanças tornam-se mais rápidos e eficazes.

Digitalize o RH – Nessa dica, podemos destacar inúmeras vertentes do RH para digitalização. Desde plataformas para seleção de talentos até o treinamento e gestão de pessoas. As tecnologias para o departamento pessoal fornecem muito mais objetividade nos processos, trazendo mais estratégia na hora de selecionar novos colaboradores.

Tudo isso garante uma expressiva melhoria na qualidade dos produtos e serviços disponibilizados.

Utilize ferramentas de monitoramento – As ferramentas de monitoramento são úteis para saber o quanto a gestão da empresa vem evoluindo. Com isso, a companhia tem um suporte tecnológico para poder compreender quais são os projetos mais lucrativos e onde pode enxugar mais custos.

Também é possível apostar em plataformas de dashboard, que permitem uma visão geral de todos os dados da organização, o que auxilia na tomada de decisões assertivas. Além das plataformas de monitoramento, existem os sistemas específicos para cada operação, que oferecem a funcionalidade de monitoramento, que permitem monitorar todos os estágios de um documento, desde o momento de sua criação até o vencimento.

Invista em softwares de assinatura eletrônica – Toda empresa lida com documentos, pois precisa formalizar vendas, acordos, compra de insumos, entre outras coisas. Essa dica serve para qualquer porte de empresa, com qualquer volume de documentos. Isso porque é preciso encarar a quantidade de documentos como algo proporcional ao tamanho do negócio.

Um empreendimento médio, por exemplo, não terá a mesma demanda de contratos que uma companhia de grande porte, mas, proporcionalmente aos lucros, ambas têm impactos semelhantes. O que importa nesse caso é escolher o software para gestão de documentos mais adequado para o volume da empresa.

 

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Check Point anuncia solução para proteger dispositivos e sistemas de IoT contra ciberataques avançados

A Check Point acaba de lançar uma solução de segurança para a Internet das Coisas (IoT), que oferece proteção aos diferentes dispositivos e redes IoT em edifícios e cidades inteligentes, na área da saúde, em ambientes industriais e de infraestruturas críticas contra todo o tipo de ciberameaças avançadas de sexta geração. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A solução Check Point IoT Protect provê recursos de prevenção de ameaças e gerenciamento de segurança para bloquear até mesmo os ciberataques desconhecidos, tanto na rede como nos dispositivos usando ferramentas de inteligência de ameaças e sistemas de segurança inovadores específicos para IoT.

A maioria das empresas dos setores de comércio e serviços, industrial, da saúde e de serviços públicos têm implementado soluções de IoT e de tecnologia operacional (OT), o que tem aumentado significativamente o risco de ciberataques. Muitos dispositivos de IoT têm vulnerabilidades e não podem ser corrigidos ou usam protocolos de comunicação inseguros.

Além disso, as empresas contam com diferentes tipos de equipamentos provenientes de múltiplos fornecedores, com muitos dispositivos de sombra conectados a redes sem autorização e que não são gerenciados, portanto, as organizações têm visibilidade e controle limitados dos dispositivos e dos riscos associados.

Uma recente pesquisa global da empresa destacou esses problemas: 90% dos entrevistados indicaram que suas empresas têm dispositivos “shadow IoT” (dispositivos IoT não gerenciados oficialmente pela equipe de TI) em suas redes, enquanto 44% declararam que menos da metade dos seus equipamentos estavam conectados sem o conhecimento dos responsáveis do departamento de TI ou de segurança.

Apenas 11% dos entrevistados afirmaram ter implementado completamente uma solução de segurança para dispositivos IoT, e 52% não têm qualquer ferramenta de segurança para as infraestruturas IoT já implementadas.

Como resultado, 67% das empresas e 82% das empresas do setor da saúde sofreram incidentes relacionados com a Internet das Coisas. A tendência de crescimento de ataques contra dispositivos e sistemas de IoT, combinados com a mudança para trabalho remoto, ou teletrabalho, imposto pela pandemia da COVID-19, exigem a mais avançada e completa rede de segurança que possa reconhecer os dispositivos IoT vulneráveis, aplicar a proteção adequada e impedir ciberameaças mais evasivas.

Neste sentido, a solução da Check Point oferece prevenção a ameaças e ferramentas de gestão que permitem bloquear inclusive ataques desconhecidos que, até agora, têm sido dirigidos contra as redes e dispositivos IoT graças à utilização de inteligência de ameaças e serviços de segurança específicos para este tipo de ambientes.

“O aumento do número de dispositivos conectados à Internet continua crescendo e alcançará os 41,6 bilhões até 2025. Os cibercriminosos estão direcionando os seus ataques aos equipamentos de IoT em todos os setores, acelerando o status da cibersegurança na lista de prioridades das empresas. Devido ao enorme volume e variedade de tipos de dispositivos IoT, as empresas precisam de uma forma simples para implementar a estratégia de segurança necessária”, destaca Robyn Westervelt, diretora de pesquisas da área Security & Trust da IDC. “A solução de segurança IoT Protect da Check Point utiliza a automação e a inteligência de ameaças para que a avaliação de riscos dos dispositivos, a segmentação da rede e a prevenção sejam fáceis de serem implementados, ao mesmo tempo que proporciona proteção contra os ciberataques mais sofisticados.”

A solução IoT Protect  provê gerenciamento de segurança e políticas de rede com a linha de gateways de segurança da empresa, bem como os nanoagentes de proteção IoT, que proporcionam uma rápida defesa no próprio dispositivo.

O sistema integra-se às principais plataformas de detecção de dispositivos de IoT do setor de saúde, indústria, escritórios e edifícios inteligentes para proteger centenas de milhares de dispositivos de IoT. Esta nova solução tem as seguintes características:

– Visibilidade completa dos dispositivos e análise dos seus riscos: identifica e classifica cada equipamento IoT em qualquer rede por meio da sua integração com os principais mecanismos de busca, a fim de expor os principais riscos como senhas fracas, programas obsoletos e vulnerabilidades conhecidas.

– Mitigação de vulnerabilidades e prevenção de ameaças Zero Trust, incluindo dispositivos desatualizados e vulneráveis: todos os dispositivos de IoT podem ser “virtualmente corrigidos” (virtual patching) para resolver as falhas de segurança, incluindo aqueles com firmware desatualizado ou sistemas operacionais legados.

O sistema conta com 60 serviços de segurança específicos para a Internet das Coisas com os quais é possível identificar e interromper o acesso não autorizado e o tráfego de e para os dispositivos e servidores, bem como prevenir todos os ataques de malware direcionados à rede IoT. Este nanoagente do IoT Defense também pode ser incorporado nos dispositivos para oferecer uma prevenção integrada Zero Trust.

– Segmentação e gestão da rede de Zero Trust: esta solução utiliza e aplica regras de segurança muito precisas em todos os níveis da rede IoT, baseadas nos atributos, riscos e protocolos dos dispositivos, e permite o gerenciamento holístico de políticas de segurança num único painel de controle para as redes de TI e de IoT.

“Desde câmaras IP até os elevadores inteligentes, dispositivos médicos e controladores industriais, muitos dispositivos de IoT são intrinsecamente vulneráveis e fáceis de serem invadidos. Mas, proteger estas redes de dispositivos em constante crescimento é um grande desafio devido à sua diversidade, o que significa que as próprias empresas ficam extremamente vulneráveis a ataques”, afirma Itai Greenberg, vice presidente de gerenciamento de produtos da Check Point.

Para saber mais detalhes sobre a solução, acesse o site.

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Intel anuncia seu processador Core de 11ª Geração

A Intel acaba de dar início a uma nova era de performance de laptops com o lançamento de sua nova geração de processadores móveis.

Os novos processadores Intel Core de 11ª Geração com gráficos Xe Tiger Lake são voltados para laptops finos e leves, com capacidades superiores de produtividade, colaboração, criação, gaming e entretenimento, com sistemas operacionais Windows e ChromeOS.

Usando a nova tecnologia de processo SuperFin da Intel, os processadores aumentam a eficiência energética do laptop, garantindo mais desempenho e capacidade de resposta de ponta e execução de frequências significativamente mais altas em comparação com as gerações anteriores.

Mais de 150 designs baseados nos processadores devem chegar ao mercado, incluindo produtos de fabricantes parceiros como Acer, Asus, Dell, Dynabook, HP, Lenovo, LG, MSI, Razer, Samsung e outros.

A Intel também lançou o novo selo de plataforma Intel Evo para os laptops aprovados pelas especificações e KEIs da segunda edição do seu programa de inovação Projeto Athena.

Os dispositivos verificados com o selo Intel Evo são os melhores laptops do mercado para quem gosta colocar a mão na massa. Mais de 20 modelos verificados devem chegar ao mercado ainda esse ano.

“Os processadores Intel® Core™ de 11ª Geração com gráficos Intel® Iris® Xe são um passo significativo à frente em termos da performance dos processadores no mundo real. São os melhores processadores que já fizemos”, afirma Gregory Bryant, vice-presidente executivo da Intel e diretor geral do Client Computing Group.

Apresentando o Intel Evo
O novo selo de plataforma Intel Evo indica os melhores laptops, desenvolvidos para que o usuário possa executar todas as suas tarefas, onde quer que esteja. Os laptops aprovados seguem as especificações e indicadores de experiência-chave (KEIs) da segunda edição do programa de inovação Projeto Athena, de acordo com uma metodologia intensa de testes que comprovam o elevado nível das experiências de laptop.

A metodologia de teste e medição exclusiva da Intel fornece uma prévia de como um laptop se comportará no dia a dia. Somente os modelos de laptops que atendem ou superam os objetivos e especificações KEI são avaliados para uso do selo Intel Evo. Os objetivos KEI representam padrões mínimos e incluem:

– Poder de resposta consistente quando usando a bateria;

– Ativação quando suspenso inferior a 1 segundo;

– 9 ou mais horas de duração da bateria em uso de mundo real em sistemas com displays FHD

– Duração de até 4 horas depois de menos de 30 minutos de carga em sistemas com displays FHD

As plataformas contam com conectividade de cabo universal Thunderbolt 4 integrada e Intel Wi-Fi 6 (Gig+), bem como áudio, webcam e display premium em fatores de forma finos e leves para a melhor experiência

Os processadores ainda oferecem ma ampla gama de recursos integrados com CPU otimizada, GPU, aceleração de inteligência artificial (IA), otimização de software e recursos de plataforma que maximizam o desempenho no mundo real nos aplicativos e recursos que as pessoas mais usam.

Desempenho gráfico
Os novos gráficos Intel Iris Xe tem desempenho 90% superior ao de outros gráficos usados nesse segmento, além de até 96 EUs e 16MB de cache L3. Segundo a Intel, é possível jogar jogos mais pesados, como Bordelands e Far Cry na resolução Full HD (1080p) sem a necessidade de uma placa gráfica dedicada.

Ao todo são nove novos processadores, que vão do Core i3 até o Core i7, com consumo energético que varia de 7 a 28 watts. O modelo mais poderoso pode atingir a frequência turbo de 4,8 GHz.

Eles estarão no mercado nos próximos lançamentos das marcas citadas anteriormente.

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SASE, o novo ‘Big Data’ que encara os desafios de segurança impostos pela transformação digital

Por Wagner Tadeu *

A arquitetura SASE (Secure Access Service Edge) é um conceito proposto pelo Gartner em 2019, que move a rede de TI e a segurança para a nuvem. As plataformas baseadas nesta arquitetura têm como premissa fornecer conectividade abrangente e tecnologias de segurança. Obviamente a pandemia acelerou a adoção deste modelo de arquitetura pois as empresas precisaram oferecer a seus colaboradores um ambiente seguro para o trabalho remoto.

No começo dos anos 2000, outro conceito foi lançado e rapidamente virou tendência não só na área de TI, como nos negócios de uma maneira geral: o Big Data. Quando os pesquisadores lançaram este termo, poucos podiam imaginar o que esta concepção representaria para o Mundo atual e nós sabemos muito bem que a gestão de dados é uma chave fundamental para qualquer negócio prosperar atualmente.

Talvez o SASE seja o novo Big Data, pois diante do cenário que vivemos, fica praticamente impossível imaginar um negócio prosperando sem viabilizar uma arquitetura de segurança e conectividade baseada na nuvem. Segundo o Gartner, até 2024, pelo menos 40% das empresas terão estratégias explícitas para adotar este modelo. Algumas companhias já estão optando por mover aplicativos e dados para garantir benefícios clássicos da nuvem, como flexibilidade, escalabilidade ou acesso independente de localização.

Grandes fornecedores de software também estão impulsionando essa tendência, interrompendo gradualmente o suporte para suas soluções locais, muitas vezes deixando as empresas sem escolha a não ser usar suas ofertas de nuvem. A tendência para a nuvem agora é irreversível e continuará a crescer no futuro.  Muitos fornecedores já começaram a desenvolver produtos e soluções para oferecer suporte a arquiteturas baseadas em SASE para se preparar para o futuro.

A arquitetura SASE oferece suporte ao número cada vez maior de usuários que acessam aplicativos em nuvem de fora da rede corporativa como funcionários que trabalham em home office, ou aqueles que viajam ou trabalham em filiais sem seus próprios data centers. Toda essa força de trabalho pode ser conectada diretamente à nuvem por meio de uma arquitetura SASE.

A Covid-19 mostrou como as conexões rápidas e seguras são importantes para os funcionários que trabalham remotamente – e essa tendência continuará nos próximos anos. Muitos dos problemas causados pela pandemia definirão o futuro. Uma delas é que é provável que mais e mais pessoas trabalhem fora de sua sede corporativa.

Além destas características de trabalho remoto o período no qual vivemos também demanda uma super atenção aos dados pois diversos locais do Mundo estão lançando legislações específicas para a proteção dos mesmos. Inspiradas pela GDPR na Europa, as nações vão aos poucos implementando seus próprios conjuntos de leis para garantir a segurança das informações dos usuários.

Com o SASE, os dados que fluem do data center da sede da empresa para o escritório local não precisam mais passar por precauções de segurança. Desempenho fraco, latências altas e encerramento de conexões agora são coisas do passado. Para que isso seja possível, os fornecedores de segurança devem fornecer tecnologia comprovada com um histórico de distribuição de sucesso. Esta tecnologia deve ser continuamente desenvolvida e atualizada para garantir sua eficácia contra as mais diversas ameaças que o novo perímetro impõe.

* Wagner Tadeu é vice presidente da Forcepoint para América Latina

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Dell anuncia soluções de suporte e segurança para impulsionar a evolução da TI

A Dell Technologies anuncia novos recursos e aprimoramentos para os serviços de suporte e soluções de segurança focados no portfólio de computadores corporativos. As novidades tem o objetivo de melhorar as experiências fornecidas pelos gestores de TI, tornando-as mais modernas, inteligentes e seguras para os colaboradores. Para isso, a atualização do ProSupport Suite para PCs adicionou recursos baseados em inteligência artificial com uma abordagem de suporte proativo e preditivo sempre disponível, a fim de deixar o atendimento de TI mais fácil e personalizável.

Com as novas ofertas de segurança de endpoint, os PCs comerciais mais seguros da indústria ficam ainda mais protegidos com ofertas de verificação de segurança e proteções adicionais pelo sistema operacional. A novidade reflete a tendência mundial de se fazer qualquer coisa de qualquer lugar, pela qual os PCs passaram a ser mais do que somente uma ferramenta: se tornaram o ponto chave de conexão para trabalho e comunicação do dia a dia, passando a ser um portal para colaboração e produtividade profissional.

A rápida mudança para trabalho remoto, o aumento no uso de aplicativos de nuvem e as novas maneiras de atender às necessidades de produtividade dos funcionários criaram novos vetores de ameaças no endpoint. Qualquer tipo de negócio se tornou um alvo, independentemente de localização, setor ou tamanho, pois as ameaças estão cada vez mais sofisticadas e difíceis de serem detectadas. Estudos recentes sugerem que 44% das organizações passaram por pelo menos um ataque em nível de hardware ou BIOS nos últimos 12 meses. Para que uma estratégia de segurança de endpoint seja efetiva, ela deve levar em consideração toda a superfície do ataque, incluindo hardware e software da cadeia de fornecimento.

Com os recursos Dell Trusted Device, os PCs corporativos da Dell protegem os equipamentos de toda a cadeia de fornecimento e o ciclo de vida dos dispositivos. Esse pacote abrangente, de soluções de segurança que cobrem acima e abaixo do sistema operacional (SO), utilizam inteligência e ajudam as empresas a prevenir, detectar e responder a ameaças rapidamente, com melhorias no tempo para detecção (MTTD) e tempo para resposta (MTTR).

“A abordagem para os serviços de suporte de TI da Dell Technologies é construída sobre bases orientadas por inteligência artificial, adaptativas e sempre disponíveis, levando em consideração a realidade de hoje e as necessidades futuras dos clientes”, afirma Fabio Francisco, Gerente de Portfolio de Serviços da Dell Technologies na América Latina.

“O papel da TI nunca foi tão importante. Ainda que a missão continue a mesma – manter a produtividade de todos e os sistemas funcionando – a logística por trás disso ficou muito mais complicada, especialmente com o aumento constante de dados e oportunidades na borda. No final do dia, os novos recursos tratam de ajudar os líderes de TI a enxergar e se manter sempre adiante, garantindo às suas equipes ao redor do mundo o melhor cenário para que continuem colaborando e inovando sem entraves” completa o gestor.

A Dell Technologies reafirma sua posição de liderança com novos recursos de segurança do ProSupport Suite para PCs, que incluem o Dell Trusted Device Security Information e Event Management (SIEM) Integration trazendo aos clientes a visibilidade total de eventos críticos de segurança abaixo do SO por meio de painéis do seu portal Tech Direct – permitindo, assim, uma análise abrangente do status de segurança da organização.

De acordo com uma pesquisa recente da Forrester Consulting, 70% das empresas planejam aumentar seus investimentos em trabalho remoto no próximo ano. Com o ProSupport Suite para PCs, os gerentes de TI passam a ser capazes de personalizar e automatizar o modo como oferecem suporte aos colaboradores, além de otimizar as funções dos computadores. Entre os recursos disponíveis estão:

– Ferramentas de gerenciamento de TI personalizável: Com o novo catálogo atualizado de recursos de gerenciamento e implementação, o ProSupport Suite para PC é o primeiro serviço de suporte que garante aos gerentes de TI a autonomia de atualizar BIOS Dell, drivers, firmwares e aplicativos de modo automático e remoto, e personalizar a forma como essas atualizações são agrupadas e gerenciadas.

– Informações acionáveis e sob medida sobre o parque de PCs em um só lugar: Pela primeira vez, os gerentes de TI podem ver todo o cenário em uma única tela, compilando a integridade dos PCs aos funcionários, a experiência com aplicativos e as pontuações de segurança de toda sua frota de PCs Dell em um lugar só. Desta forma, eles podem usar essas pontuações ao longo do tempo para entender as tendências de desempenho e também tomar ações imediatas quando necessário, aproveitando recomendações sob medida e métricas de utilização fornecidas pelo software de suporte de serviços, baseado em inteligência artificial, da Dell Technologies.

– Fluxos de trabalho personalizáveis e remotos: Usando um manual de regras personalizadas para definir e orquestrar os fluxos de trabalho remoto em escala, os profissionais de TI também conseguem predeterminar quem recebe atualizações automaticamente e como elas são administradas.

– Recursos do ProSupport Suite para PCs disponíveis para parceiros e seus clientes: Os canais parceiros da Dell também podem utilizar o escopo completo do portal Dell, bem como ferramentas e suporte orientado por IA dentro do ProSupport Suite para PCs para fornecer serviços aos seus clientes. Além disso, podem ver e gerenciar a experiência de suporte para mais de uma organização usando o SupportAssist no TechDirect, tendo também a opção de utilizar a expertise dos especialistas da Dell Technologies para superar desafios de seus clientes em um modelo caso a caso ou em toda a frota.

Disponibilidade
Os novos recursos do ProSupport Suite para PCs já estão disponíveis diretamente e por meio de parceiros no mundo todo.

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Mitos e verdades sobre o refrigerador side by side da Samsung, com três portas


Relatório mostra qual a melhor operadora de serviços de telefonia móvel do país

As indústrias de todo o mundo estão avaliando o risco e a recompensa de como abrir negócios com segurança novamente; e no setor de telecomunicações, onde os serviços de Internet se tornaram uma necessidade durante essa pandemia. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A avaliação se concentra em saber se é um bom momento para investir em tecnologias novamente, se é sensato adquirir ou fundir novos negócios e se as operadoras se reuniram ou aquém de suas metas financeiras.

Essas questões são visíveis no Brasil, pois as operadoras orientam os planos iniciais para melhorar as ofertas móveis, concentrando-se em se a banda larga fixa precisa de mais trabalho. No Relatório de Estado Móvel 2020, a Tutela Technologies avaliou 21 bilhões de registros em Áreas de Cobertura Comum em todo o Brasil, incluindo mais de 220 milhões de testes de velocidade e 2,8 bilhões de testes de latência, coletados entre 1 de novembro de 2019 e 30 de abril de 2020.

O estudo constatou qual operadora ofereceu a seus usuários o mais alto desempenho do país, classificado como “Qualidade Excelente e Consistente”, com 72,2% dos testes atingindo o nível “Excelente”. A empresa usa essa classificação para representar um grupo de serviços de maior intensidade de uso, incluindo streaming de vídeo em 1080p, chamadas de vídeo em HD ou jogos para celular.

Os principais resultados do relatório são:

– A Claro dominou em quatro das cinco métricas nas Áreas de Cobertura Comum do Brasil, incluindo o maior percentual de “Qualidade Excelente e Consistente” em 72,2%;

– A TIM teve a melhor latência no Brasil, com um resultado unidirecional de 19,2 ms, e a segunda melhor velocidade de upload, com apenas 1,1 Mbps separando a operadora do primeiro lugar, alcançado pela Claro;

– As bandas de 1800 Mhz e 2600 Mhz LTE são amplamente utilizadas pelas quatro operadoras no Brasil, sendo a Oi a única operadora com uma divisão de quase 50/50 do espectro;

– A Oi pode não ter recebido nenhum prêmio dessa vez, mas a operadora não ficou muito atrás na métrica “Qualidade Consistente Principal”, apenas 6% atrás da Claro e 2,5 Mbps atrás da Claro na velocidade de upload, mostrando que ela pode acelerar o processo para seus usuários nas tarefas mais simples de uso da Internet.

Leandro Demarchi, diretor de vendas da Tutela na América Latina e no Sul da Europa, disse: “Todas as quatro operadoras no Brasil continuam nos mostrando excelentes resultados. É muito encorajador ver que, em um momento como este, em que a conectividade nunca foi tão importante, os assinantes no Brasil têm um grupo tão forte de operadoras para escolher”.

“Embora a Claro tenha dominado em quatro das cinco métricas testadas, a concorrência acirrada de empresas como TIM e Vivo mostra as ofertas competitivas disponíveis no país. Estamos ansiosos para ver o que este país poderia fazer com a utilização da tecnologia 5G em um futuro próximo”, finalizou.

 

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O futuro do trabalho – o bom, o ruim e o desconhecido

Por Jared Spataro *

Nos últimos quatro meses, o trabalho mudou drasticamente. Mas essas mudanças vão persistir no futuro? [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Nosso segundo relatório Índice das Tendências de Trabalho explora essa ideia combinando insights de três fontes: tendências sobre como nossos clientes usam nossas ferramentas; achados da pesquisa de Harris Poll com mais de dois mil trabalhadores remotos em seis países; e conclusões de mais de 30 projetos de pesquisa por meio da Microsoft que procuraram entender a experiência dos trabalhadores remotos atualmente via enquetes, entrevistas, estudos diários, grupos focais, e estudos do cérebro humano.

Nosso objetivo com essa pesquisa é descobrir os bons e maus aspectos do trabalho remoto para que possamos acelerar o desenvolvimento de produtos nas áreas certas, antecipar como o trabalho irá mudar no futuro e ajudar nossos clientes a prosperar nesse novo mundo do trabalho. Leia nossas principais descobertas.

Ondas cerebrais revelam – fadiga de reunião remota é real
Um ponto negativo do trabalho remoto comumente discutido é que pode parecer mais desafiador ou cansativo do que pessoalmente. Pesquisadores do nosso Laboratório de Fatores Humanos recentemente se propuseram a entender esse fenômeno. As reuniões remotas de trabalho e vídeo realmente sobrecarregam nosso cérebro mais do que o trabalho pessoal? A ciência do cérebro sugere que sim.

Colaboração remota é mais difícil, mas a transição de volta para o pessoal tão difícil quanto
Em um estudo, a equipe pediu a 13 duplas para completar tarefas semelhantes juntas – uma vez pessoalmente e outra remotamente. Os participantes usavam um dispositivo EEG (Eletroencefalograma) que monitorava as alterações nas ondas cerebrais. O estudo descobriu que colaboração remota é mais desafiante mentalmente do que a feita pessoalmente.

Especificamente, os padrões de ondas cerebrais associados ao estresse e excesso de trabalho eram muito maiores quando a colaboração era remota do que presencial. Mas eles descobriram algo inesperado também: se a dupla trabalhasse junto primeiro remotamente, suas ondas cerebrais sugeriam que era mais difícil para eles trabalharem juntos pessoalmente depois.

Parece que a conexão social e as estratégias de trabalho criadas ao trabalhar pessoalmente são transferidas para um ambiente remoto, mas o contrário é falso. Esse estudo forneceu dois aprendizados importantes. Em um mundo que está caminhando para um trabalho mais remoto, as pessoas consideram o trabalho remoto mais desafiante mentalmente.

Mas também, à medida que as pessoas retornam ao trabalho pessoal mais frequente à medida que a pandemia diminui, pode parecer mais difícil do que antes da COVID-19.

Videoconferências levam à fadiga
Um segundo estudo constatou que os indicadores de ondas cerebrais associados ao excesso de trabalho e estresse são significativamente mais altos em videoconferências do que em trabalhos que não são realizados em reuniões como escrever e-mails. Além disso, devido aos altos níveis de concentração sustentada, a fadiga começa a se estabelecer em 30-40 minutos em uma reunião.

Olhando para os dias cheios de videoconferências, o estresse começa a se estabelecer em cerca de duas horas no dia. A pesquisa sugere vários fatores que levam a esse sentimento de fadiga: ter que se concentrar continuamente na tela para extrair as informações relevantes e permanecer engajado; mensagens não verbais reduzidas que ajudam a ler a sala ou a saber de quem é a vez de falar; e compartilhamento de tela com pouca visão das pessoas com as quais você está interagindo.

Para ajudar com isso, nós recomendamos fazer intervalos regulares a cada duas horas para permitir que o seu cérebro recarregue, limitar conferências a 30 minutos, ou conciliar longas reuniões com pequenos intervalos quando possível.

A pandemia pode ter mudado a cultura organizacional para sempre
Em toda nossa pesquisa, um dos temas mais consistentes foi que essa circunstância única acelerou a mistura de trabalho e vida – o que poderia suavizar a dinâmica do local de trabalho para sempre.

Mais da metade dos pais que pesquisamos (54%) disse que está sendo difícil equilibrar as demandas domésticas enquanto trabalha em casa. Esse fardo foi sentido mais fortemente pelos millenials – que atualmente são a maior geração na força de trabalho dos EUA – e pelos novos participantes da força de trabalho, a geração Z.

Isso pode ser porque esse grupo provavelmente está encarregado de cuidar de crianças mais novas ou compartilhar espaços de trabalho com colegas de quarto enquanto gerencia um emprego em período integral.

Embora equilibrar os cuidados com as crianças com o trabalho remoto possa ser temporário, isso pode mudar a maneira como nos sentimos em relação a nossos colegas de trabalho a longo prazo. 62% das pessoas pesquisadas disseram que se sentem mais empáticas com os colegas agora que têm uma visão melhor da vida em casa. Esse sentimento foi especialmente pronunciado na China e no México, onde 91% e 65% dos pesquisados se sentiram mais empáticos, respectivamente.

“Nós aceitamos o trabalho de casa como estilo de vida. Na minha empresa, eles disseram que você pode dedicar tempo durante o dia para lidar com as crianças e se conectar mais tarde. Eu sinto um alívio por entenderem o impacto que isso tem, ter seus filhos em casa” – Information Professional (Profissional da era Informação)

Em alguns casos, a mudança para um trabalho mais remoto também está tornando o trabalho mais inclusivo. Mais da metade (52%) das pessoas pesquisadas sentiram-se mais valorizadas ou incluídas como colaborador remoto nas reuniões porque todo mundo está agora na mesma sala virtual. Esse sentimento foi mais fortemente mantido por pessoas na China (65%) e Alemanha (57%).

Vimos também que os chats em reuniões se tornaram um canal para mais pessoas compartilharem sua perspectiva. Especificamente, as mensagens do chat nas reuniões do Teams aumentaram mais de 10 vezes, de 1 de março a 1 de junho.

O horário de trabalho das 9 às 5 pode estar desaparecendo
Em nosso último relatório, vimos, de 1 a 31 de março, que o tempo médio entre o primeiro e o último uso do Teams de nossos clientes aumentou em mais de uma hora. Nesse relatório, nós exploramos esse conceito ainda mais – o horário das 9h às 17h e semana de trabalho de cinco dias estão desaparecendo? Os dados sugerem que sim. No Teams, as pessoas estão trabalhando mais frequentemente nos períodos da manhã e da noite, mas também nos fins de semana.

Os chats do Teams das 8h às 9h e das 18h às 20h cresceram mais do que qualquer outra hora do dia – entre 15% e 23%. O trabalho no fim de semana também está aumentando – os chats do Teams aos sábados e domingos aumentaram mais de 200%.

Vemos essa mistura de trabalho e vida como uma tendência duradoura no local de trabalho, com potencial para a tecnologia ajudar a aliviar alguns dos desafios que vêm com ela. Você verá que continuamos inovando nas áreas de análise organizacional e bem-estar dos funcionários em um futuro próximo.

Escritórios físicos não desaparecerão no futuro do trabalho
Muitos trabalhadores em todo o mundo passaram os últimos quatro meses trabalhando remotamente pelo menos em período parcial. Como as equipes se ajustaram a esse normal, muitos estão se perguntando – os escritórios físicos desaparecerão no futuro do trabalho? Nossa pesquisa indica que o trabalho provavelmente será uma mistura fluida de colaboração pessoal e remota.

Por exemplo, 82% dos gestores pesquisados espera ter políticas de trabalho em casa mais flexíveis pós-pandemia. Enquanto isso, 71% dos funcionários e gestores relataram o desejo de continuar trabalhando em casa pelo menos em período parcial. Também ouvimos sentimentos semelhantes em nosso grupo focal.

Ainda assim, nossa pesquisa descobriu vários pontos negativos associados ao trabalho em casa. Quase 60% das pessoas pesquisadas se sente menos conectado aos colegas desde que trabalham remotamente com mais frequência. Na China, esse número subiu para 70%.

Além disso, apenas 35% dos entrevistados em um estudo têm um escritório dedicado em casa. E apenas 5% das pessoas que pesquisamos em nossa Harris Poll vivem sozinhas. Portanto, não é surpresa que distrações, problemas de conexão e falta de ambientes de trabalho ergonômicos tenham sido observados ao longo de nossa pesquisa como alguns dos principais pontos negativos do trabalho remoto.

Isso indica que, embora o futuro do trabalho seja mais remoto do que nunca, o espaço físico do escritório – que traz benefícios como conexão, espaços de trabalho ergonômicos e oportunidades para conexão social e vínculo de equipe – provavelmente continuará sendo uma parte essencial do futuro do trabalho.

Conclusão
Ao todo, essa mudança global para o trabalho remoto criou oportunidades e desafios para o futuro das nossas forças de trabalho. Do lado positivo, a circunstância única de trabalhar e aprender em casa como uma família criou mais empatia entre colegas de equipe e mudou a percepção de gestores e funcionários que o trabalho pode ser feito remotamente. Também tornou o trabalho mais inclusivo para colaboradores remotos.

Do lado desafiador, um trabalho mais remoto pode levar a horas de trabalho prolongadas, fadiga de reuniões e conexões pessoais perdidas, como conversas espontâneas nos corredores, que podem unir uma equipe e facilitar a colaboração. E a falta de espaços de trabalho em casa conectados e confortáveis continua sendo um desafio à produtividade para a maioria de nós.

 

* Jared Spataro é Vice Presidente Corporativo, Microsoft 365

 

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Como processos que eram mais burocráticos hoje podem ser feitos de forma simples

Ninguém gosta da parte burocrática para resolver e executar certos processos administrativos. Geralmente, atividades como averiguar o estoque de uma loja, por exemplo, demandam tempo e recursos. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Ainda bem que, hoje, alguns desses processos foram dinamizados e podem ser cumpridos de maneira muito mais fácil.

O avanço da tecnologia permitiu que algumas dessas tarefas pudessem ser feitas de maneira remota ou online.

Dessa forma, não é mais necessário que a pessoa vá presencialmente em uma empresa para realizar o controle de notas fiscais emitidas naquele mês ou gerir o estoque de recursos, por exemplo.

No entanto, por que investir nesse tipo de transformação dos processos? Em suma, a possibilidade de executá-los online faz com que o funcionário ou a empresa precise gastar menos tempo e recursos para realizar as mesmas atividades. Assim, eles ocorrem de forma mais rápida, eficiente e segura. Confira alguns exemplos a seguir.

Batida de ponto
Com muita gente trabalhando em casa durante o período da pandemia, muitas empresas precisaram se adaptar para controlar o início e o término dos turnos dos funcionários. Eis que, hoje, é possível fazer o controle de ponto dos empregados pelos próprios celulares deles.

O aplicativo PontoTel permite que o funcionário registre o horário de entrada, saída e pausa para o almoço, de forma totalmente segura. Para isso, ele deve abrir o app e clicar na opção de bater o ponto. Depois, ele será direcionado para uma tela em que precisará digitar a sua senha pessoal, que é intransferível.

O sistema irá pedir a confirmação da identidade do funcionário, como medida de segurança. Dada a validação, basta escolher qual marcação o empregado deseja realizar — entrada, almoço ou saída. Por fim, o aplicativo pede para atestar a marcação por registro de foto ou voz, registrando o ponto após isso.

Gestão de contratos e notas
O controle de contratos e notas fiscais de forma virtual ajudou a reduzir os custos de muitos empreendedores. A transferência desse processo para o meio virtual colaborou com a diminuição do gasto com o armazenamento dos papéis, além da redução das chances de extravio dos documentos.

Agora, com o uso de softwares especializados, como o e-Doc, é possível administrar o processo relacionado aos documentos eletrônicos de maneira rápida e dinâmica. Assim, fica mais fácil armazenar e receber todos os arquivos fiscais recebidos pela empresa, assim como a validação em órgãos autorizadores.

Estoque virtual
A gestão de armazenamento é uma parte fundamental para qualquer empresa. Assim, o estoque virtual é um mecanismo eficiente, que permite registrar a entrada e a saída de mercadorias de uma loja em seu sistema. Ou seja, tudo que é comercializado na instituição é lançado no sistema de forma automatizada.

Isso permite que o gestor tenha uma visão ampla das compras e das vendas realizadas pela empresa, facilitando a compreensão de quais são os próximos passos que devem ser feitos. O estoque virtual também permite que exista mais organização nesse controle, assim como ajuda na redução de despesas de um negócio.

Customer Relationship Management (CRM)
A Customer Relationship Management, conhecida pela sigla CRM, é uma solução virtual que oferece mecanismos virtuais de diálogo com os consumidores de uma loja. Por meio de várias funcionalidades, ela permite maior facilidade e praticidade para a gestão do relacionamento com a clientela.

Por meio da CRM, você consegue captar, desde o primeiro contato, dados dos consumidores, o que facilita na hora de construir um histórico e um perfil para cada um. Isso torna mais fácil o momento de pensar em estratégias para identificar as preferências e as necessidades deles, personalizando o atendimento individual.

 

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Etermax cria diretoria de Análise de Dados e nomeia Sebastián Machado Malbrán como Chief Data Officer

A etermax nomeou Sebastián Machado Malbrán para a função de Chief Data Officer (CDO) da nova diretoria de Análise de Dados. Com as mudanças, a etermax busca fortalecer suas outras três unidades de negócios – etermax Gaming, flame by etermax e etermax AI Labs, que contarão com estudos mais profundos sobre o comportamento dos usuários e suas marcas para oferecer os melhores produtos a diferentes perfis.

“No cenário corporativo atual, é fundamental basear as decisões de negócios em dados e não em opiniões. Pensando nisso, elevamos a área de Data Analytics ao nível de diretoria e escolhermos Sebastián para liderar nossa estratégia de dados”, explicou Simón Selva, Chief Operations Officer da etermax .

“Com mais de onze anos liderando o mercado de jogos mobile, 700 milhões de downloads e 150 milhões de usuários anuais, o cuidado, a organização e o aproveitamento das informações se tornou ainda mais relevante para etermax”, disse Machado Malbrán. Para expandir e fortalecer a atuação em Data Analytics e formar uma equipe multidisciplinar, nos próximos meses serão contratados analistas de dados, engenheiros, entre outros profissionais.

Machado Malbrán se junta à etermax em um ambicioso plano de expansão. Este ano, a etermax já lançou seis jogos por sua unidade Gaming, adquiriu uma empresa de publicidade digital para fortalecer suas habilidades em AdTech, abriu um escritório em Mendoza (Argentina) e planeja um crescimento de 45%.

“É um orgulho fazer parte de uma equipe que contagia com seu DNA inovador. Procuro contribuir com minha perspectiva analítica e estratégica em um contexto onde é necessário aprender a conviver com a incerteza, questionar nossas estratégias e medir resultados sem medo de errar, pois estamos em constante movimento”, afirmou o CDO.

Engenheiro industrial formado pelo Instituto Tecnológico de Buenos Aires, Machado Malbrán desenvolveu uma ampla carreira no mundo da tecnologia e dos dados, tanto como empreendedor quanto em empresas de ponta ligadas à indústria digital. Já atuou em diversos setores, como e-commerce, telecomunicações, software e turismo.

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Confira 5 dicas para o RH estar adequado à LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor no Brasil em 18 de setembro de 2020. Ela tem como objetivo proteger o consumidor do compartilhamento de dados sem autorização e conhecimento prévio e garantir a confidencialidade das informações a fim de evitar fraudes e a comercialização destes dados entre empresas.

Apesar do longo prazo de adequação, segundo pesquisa realizada pela Akamai Technologies, 64% das empresas brasileiras ainda não estão aptas para atender às normas exigidas pela LGPD. Pensando nisto, Ronaldo Bahia, CEO e fundador da JobConvo listou cinco dicas fundamentais para o RH da empresa estar devidamente adequado à Lei.

“É importante para as empresas estarem devidamente preparadas para a Lei, quem não se adequar poderá sofrer consequências severas, como multa de até 4% da receita anual da empresa”, explica.

Confira!

1 – Departamento para tratamento de dados
Toda empresa que coleta dados de seus clientes e fornecedores pela internet, deverá criar um departamento específico para o armazenamento e processamento das informações do usuário;

2 – Políticas de segurança de dados
É fundamental revisitar todas as políticas de segurança de dados da empresa, uma vez que para se adequar às exigências da LGPD é necessário incorporar novos processos e sistemas que garantam a confidencialidade das informações;

3 – Sistemas de segurança
A criação de novos mecanismos de defesa, a fim de proteger os dados dos clientes e da empresa de possíveis ataques hackers ajuda a garantir a segurança das informações armazenadas no banco de dados da empresa;

4 – Testes de segurança
O RH é uma das áreas que mais poderá sofrer sanções embasadas na LGPD, em caso de inadequação das normas. Por isso, é importante realizar testes que simulam ataques e invasões hackers ao sistema, de qualquer natureza, a fim de garantir a eficácia do software e a proteção das informações;

5 – Embasamento jurídico
Existem escritórios de advocacia especializados em LGPD e crimes de internet, que podem ser importantes no processo de adequação e adaptação à LGPD, uma vez que estes podem dar diretrizes corretas a fim de prevenir possíveis aplicações de multas no futuro.

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AOC anuncia lançamento de periféricos gamers no Brasil

A AOC aposta no lançamento da sua linha de periféricos gamers no Brasil. Entre as novidades, estão: teclados mecânicos AGK700 e GK500, mouses AGM700 e GM500 e mousepad AMM700.

“A AOC já é uma marca bem conhecida na comunidade gamer, e agora podemos oferecer uma experiência completa com os periféricos. Enxergamos um potencial enorme e, com certeza, nossos produtos vão satisfazer e suprir as necessidades desse nicho”, afirma Eduardo Brunoro, chief sales officer (CSO) do Grupo TPV.

Conheça mais dos produtos:

Teclado Agon AGK700
Desenvolvido com o padrão brasileiro ABNT2, o teclado gamer é um teclado mecânico equipado com switches Cherry MX Blue, que proporciona precisão e confiabilidade com o retorno imponente, tanto tátil quanto sonoro, para os jogos que precisam de maior força de atuação.

Trata-se de um teclado extremamente durável, com suporte para 50 milhões de acionamentos, para otimizar o desempenho por um longo período e acabamento em alumínio anodizado, o mesmo usado na aviação e na Marinha.

O produto conta ainda com teclas para macro e mídia e ajuste RGB 100% dedicadas, que permitem personalizar diferentes efeitos de iluminação e sincronizar o RGB com outros dispositivos da marca.

Conta com uma porta USB “passthrough”, para que o gamer possa adicionar potência para carregar celular, conectar mouse ou transferir dados, além de possuir memória de bordo, que possibilita levar para qualquer lugar até cinco perfis de jogos ou players. O produto conta ainda com suporte de pulso magnético, com acabamento de couro em uma superfície acolchoada e confortável. 

Seu preço sugerido é de R$ 1.199,00.

Teclado GK500
O AOC GK500 é um teclado gamer mecânico equipado com switches Outemo Blue com resposta tátil e audível para alta performance. O produto também possui padrão brasileiro ABNT2 e memória de bordo para levar as configurações a qualquer lugar.

Com iluminação RGB customizável, conta com 16,8 milhões de cores e um pacote de efeitos para escolher. Além disso, o GK500 conta com suporte magnético para o pulso e ergonomia, o que garante conforto ao jogador, e também é extremamente resistente.

Outros destaques do teclado são: praticamente todos os botões são totalmente programáveis, apresenta máximo desempenho, digitação perfeita e sincronização RGB entre dispositivos AOC, ou seja, personaliza as luzes e sincroniza o efeito com outros dispositivos.

Seu preço sugerido é de R$ 499,00.

Mouse Agon AGM700
Com o renomado sensor Pixart 3389 de 16.000 DPI, proporcionando incrível precisão e fidelidade de rastreio, o mouse gamer AOC Agon AGM700 conta com oito botões programáveis para macros, um dos quais é o exclusivo botão Sniper, que permite trazer o DPI para o nível mais baixo, somente enquanto pressionado.

A ideia é que, quando o jogador precisar de velocidade, utilize o DPI intermediário de preferência. Uma vez que o inimigo seja avistado – quando é necessário ter precisão para mover a mira –, basta pressionar de novo o botão, para que o DPI seja reduzido instantaneamente.

O modelo também conta com sistema de ajuste de peso, com cinco módulos de 5g, que permite aumentar o peso original de 5g em 5g, até um aumento total de 25g. Assim, se ajusta tanto aos gamers que preferem mouses mais leves quanto aos que curtem um periférico mais pesado.

Conta ainda, é claro, com iluminação RGB customizável e sincronizável com outros produtos AOC, que garante imersão em qualquer jogo, e três perfis de memória de bordo programáveis. Dessa forma, os gamers podem salvar uma variedade de preferências diretamente no dispositivo e usá-las em qualquer PC, sem precisar instalar softwares ou fazer login.

Vale ressaltar que ambos os mouses possuem switches Omron com durabilidade de 50 milhões de acionamentos, para maratonas de games sem fim.

Seu preço sugerido é de R$ 349,00.

Mouse GM500
O mouse gamer AOC GM500 possui design completamente ambidestro, tanto para os botões principais quanto para os botões de macro e DPI, e pode ser usado imediatamente com programações de macros pré-definidas, ou pode ser totalmente configurado. Os oito botões podem ser vinculados para ativar comandos nos jogos e elevar a performance a níveis inimagináveis. Ainda é possível configurar, via software, a mesma funcionalidade do botão Sniper, citado anteriormente.

O sensor Pixart 3325 proporciona rastreamento fluido e ágil sem aceleração do hardware, ou seja, essa tecnologia oferece precisão e velocidade aos movimentos e desempenho superior em qualquer jogo. Também é possível aproveitar a troca de DPI on-the-fly, para combinar instantaneamente a velocidade do mouse às demandas de jogo.

O produto também permite a configuração de cores RGB com até cinco efeitos de iluminação, sincronização RGB entre diferentes dispositivos e memória de bordo, para o gamer levar suas configurações personalizadas a qualquer lugar.

Seu preço sugerido é de R$ 199,00.

Mousepad AMM700
O mousepad gamer Agon AMM700 possui superfície rígida e microtexturizada. As superfícies rígidas proporcionam uma força de atrito muito menor com o mouse, o que permite que os periféricos deslizem com muito mais facilidade e velocidade. O fato de essa mesma superfície ser ainda microtexturizada proporciona fidelidade impecável de rastreio com os sensores do mouse. A superfície rígida também proporciona um plano muito mais rente e uniforme, a fim de possibilitar que, mesmo em superfícies inconsistentes por baixo do mousepad, o mouse não sinta grandes gaps e variações em sua navegação.

Além da melhor performance possível no quesito superfície, o mousepad é RGB, com até quatro efeitos de iluminação e mais de 16,8 milhões de cores disponíveis, que dão o toque final no setup perfeito.

Seu preço sugerido é de R$ 249,00.

Todos os modelos anunciados possuem cabo USB trançado e conector banhado a ouro, para maior resistência e velocidade de transmissão de dados. Além disso, todos são compatíveis com o exclusivo software AOC G-Tools, que permite a programação de macros, gestão de perfis para diferentes tipos de jogos e jogadores, personalização RGB e sincronização RGB entre diferentes dispositivos.

Ou seja, é possível manter o mouse, teclado e mousepad com os mesmos efeitos e configuração de iluminação RGB simultaneamente. O software G-Tools pode ser baixado gratuitamente no site da AOC.

Todos os produtos já estão disponíveis para venda nos principais e-commerces. Para mais informações acesse o site.

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Lenovo Brasil anuncia Ricardo Bloj como novo presidente

A fabricante de computadores Lenovo tem novo presidente para a operação do Brasil. Ricardo Bloj assume a posição após 14 meses como COO (Chief Operating Officer) da companhia, onde foi responsável pelas operações gerais da empresa, inclusive comandando a planta de Indaiatuba.

Com mais de 25 anos de experiência no setor de TI, Bloj é engenheiro formado pelo Instituto Mauá de Tecnologia e já passou por grandes empresas do setor como IBM, Solectron do Brasil, Quanta do Brasil e Itautec. Também atuou em startups do mercado e foi durante 12 anos membro do conselho de administração do Instituto de Pesquisas Eldorado.

“É com enorme satisfação que recebo essa responsabilidade de assumir as operações da Lenovo no Brasil, como presidente da empresa. Além de uma infraestrutura de ponta, temos um time excelente para atingir os objetivos e enfrentar os desafios do mercado de tecnologia, tanto na área de PCs quanto em soluções de Data Center”, afirma o novo presidente.

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Ela dá uma aula sobre como deve ser um profissional de vendas

Vera Thomaz é uma executiva de vendas daquelas que vendem gelo no Alasca, areia no deserto ou seja lá o que precisar ser vendido.

Fez sua carreira como a principal executiva no Brasil da antiga Plantronics, fornecedora americana de headsets para o mercado corporativo, que hoje é Poly e já é uma das marcas que a executiva vai distribuir em seu novo desafio, a direção comercial da distribuidora UNENTEL.

Pegue essa Carona Moderna com a gente, que está muito divertida e é praticamente um coaching de vendas, deixe seu LIKE, seu comentário e assine o canal.

#Jeep #GalaxyS10 #hellomoto

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Stefanini lança programa de trainee e estágio 2018

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, abriu as inscrições para o programa de Trainee e Estágio – Potenciais Stefanini 2018. Serão disponibilizadas 14 vagas no total para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. Para participar do processo seletivo, os interessados devem fazer as inscrições até o dia 31 de Outubro, no link:  https://stefanini.com/potenciais/.

Para as vagas de Trainees, os jovens precisam ter concluído o curso de graduação entre Dezembro de 2015 e Dezembro de 2017 nas seguintes áreas: Administração de Empresas, Engenharias, Tecnologia da Informação, Economia, Marketing, Comunicação, Comércio Exterior, Psicologia, Estatística e Direito. Já para as vagas de Estágios, os estudantes precisam estar cursando o último ou antepenúltimo ano da faculdade em um dos cursos acima . O processo seletivo será composto de seis etapas:

  • Inscrições: processo de cadastro on-line;
  • Teste online: prova de raciocínio lógico em inglês;
  • Game online: realização de teste por meio de um jogo composto por etapas interativas (individual, duplas e grupos) para aderência às competências;
  • Escape room: realização do game presencial em grupo, em que os candidatos deverão decifrar um desafio enigmático em 30 minutos;
  • Comitê com gestores: etapa presencial em São Paulo com os gestores do programa e seus respectivos desafios;
  • Entrevista final: última entrevista presencial em São Paulo para seleção dos aprovados.

“O programa Potenciais da Stefanini é totalmente diferente do que existe no mercado hoje em dia. O candidato recebe um projeto em que desenvolve desde estratégia até sua execução”, diz a diretora de RH da Stefanini Brasil e América Latina, Cíntia Bortotto. De acordo com a executiva, “buscamos jovens que realmente pensem ‘fora da caixa’ e que não tenham medo de arriscar e colocar suas ideias em prática – com muita criatividade e inovação”.

Programa de Trainees
O programa de Estágio tem o ciclo de um ano e o de Trainee de dois anos. Os jovens serão alocados em uma área específica, desenvolvendo projetos diferenciados e inovadores. Também contam com um gestor da sua área de atuação, mentor e um gestor de RH que o acompanharão neste período de aprendizado dentro da Stefanini.

Ao final do processo, conforme a performance, o estagiário terá a possibilidade de ingressar no programa de Trainees. Já a pessoa que atuou como Trainee terá a chance de assumir uma posição estratégica, também baseada em performance. A Stefanini oferece salário compatível com o mercado e benefícios como vale refeição, vale transporte, seguro de vida e assistência médica.

Também há vagas do Programa Potenciais 2018 para a Stefanini no Chile, Peru e Argentina, sendo que os brasileiros podem concorrer. Os interessados pelas vagas internacionais deverão se inscrever no site: https://stefanini.com/potenciais/es.

 

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Jovens dos anos 80 começaram a programar mais cedo do que Millennials

A geração dos Millennials, que está curtindo sua entrada na vida adulta, pode ter nascido com a internet se popularizando e com a explosão dos computadores e celulares conectados. Mas isso não se refletiu em vontade de aprender a programar o mais cedo possível para eles. É o que aponta o relatório “2018 Developer Skills Report”, da comunidade de desenvolvedores de software HackerRank.

A maioria dos 39 mil pesquisados que estão hoje na faixa dos 18 a 24 anos começaram a codificar entre as idades de 16 a 20 (68,2%). Apenas 1,8% tiveram contato com programação entre os 5 e 10 anos de idade. Em contrapartida, as gerações mais velhas começaram mais cedo. Dos que estão hoje entre os 35 anos e 44 anos, 12,2% começaram a codificar entre os 5 e 10 anos de idade.

“Se as crianças dos anos setenta quisessem ver tecnologia inovadora, elas teriam que construir isso sozinhas – não tinham outra escolha”, destaca o relatório. Não havia recursos generalizados para ensinar-lhes como criar software. Quase metade de todos os desenvolvedores (47%) entre as idades de 45 e 54 começaram a codificar antes de terem 16 anos de idade.

Isso mostra um pouco da normalização da tecnologia em nossas vidas. Contudo não interfere muito no mercado de trabalho para esse profissional. De acordo com o estudo, 36% dos que começaram a codificar após os 26 anos são agora desenvolvedores seniores ou mesmo de nível superior, crescendo rapidamente em suas carreiras.

O relatório traz uma série de informações interessantes sobre o cenário para desenvolvedores. Como, por exemplo, 1 em 4 desenvolvedores começou a codificar antes de aprender a dirigir um carro. E a forma de aprender tem evoluído também por conta da tecnologia. A preferência por ser autodidata é grande e os iniciantes preferem hoje recorrer aos vídeos do Youtube do que aos livros.

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PODCAST – Pandemia, Home Office e Segurança Digital: a realidade nunca antes imaginada

Pandemia, Home Office e Segurança Digital:
a realidade nunca antes imaginada

Neste Podcast conversei com Claudio Bannwart, Country Manager para o Brasil da empresa de segurança da informação Check Point, que fala sobre a operação de guerra que foi necessária para colocar milhares de funcionários em home office num curto espaço de tempo devido à pandemia.

“Um cliente ligou para mim em uma segunda-feira quando começou o confinamento e disse: Precisamos colocar 100 mil funcionários em home office em duas semanas”, contou Bannwart.

Além disso, muitos problemas de segurança digital que estavam equacionados nas empresas passaram a não valer mais, pois as condições de segurança contra hackers, fishing, malware, invasões etc. dos usuários praticamente não existiam e tiveram que ser instaladas e configuradas de maneira muito rápida, porém com consistência.

Para saber como tudo isso e muito mais foi e ainda está sendo administrado ouça agora o Podcast, deixe seu comentário e compartilhe em suas redes sociais.




Startup de educação lança cinco cursos EaD sobre educação corporativa

Campinas, SP 15/3/2022 – Localizada no Parque Tecnológico da Unicamp, empresa disponibiliza certificações nas áreas de Lean, excelência operacional, tecnologia e carreira e liderança [200 caracteres]

A educação corporativa é fundamental para o desenvolvimento de competências e habilidades dentro das organizações, em especial para atingir as metas institucionais e fortalecer a cultura do aprendizado contínuo. Programas de capacitação, treinamentos e consultorias são algumas das estratégias que as empresas adotam para se manterem competitivas no mercado, ganhando destaque pela excelência na prestação de serviços e por seus produtos.

Mas, além de empresas, profissionais também podem ser beneficiados diretamente pela educação corporativa. Uma vez que ela possibilita atualização em relação às principais demandas de mercado, qualquer pessoa interessada em proporcionar o próprio desenvolvimento profissional pode realizar capacitações na área. A relevância deste tipo de educação se evidencia pelo seu valor como capital intelectual em um modelo de sociedade informacional como a atual.

Pensando em proporcionar uma experiência educacional única, pautada em conhecimentos sólidos e linguagem simples, a startup FM2S Educação e Consultoria, está lançando durante o mês do consumidor cinco cursos na área de educação corporativa. As certificações são sobre Lean, excelência operacional, tecnologia e carreira e liderança e estão abertas ao público geral, por tempo limitado.

Na área de formação Lean foram disponibilizados dois cursos. Design Thinking, com o objetivo de capacitar o cursista a ter uma visão inovadora sobre a resolução de problemas e melhoria de processos, e SMED – Setup rápido, uma capacitação que visa reduzir o tempo de setup de uma máquina, fazendo com que o equipamento leve menos tempo para ser ligado.

Com foco em desenvolver a carreira e liderança, o curso de Gestão do Tempo visa aperfeiçoar a gestão do tempo no ambiente corporativo, ensinando o estudante a organizar as demandas e tarefas com eficácia. Em um novo formato de ensino EaD na plataforma da FM2S, o laboratório Introdução à Linguagem Python é uma capacitação que está sendo lançada no mês de março e que possui formato prático, pois trata-se de um laboratório online. O cursista, ao fazer o exercício, imediatamente receberá o feedback sobre o código elaborado, informando se ele funciona corretamente ou não.

Na área de excelência operacional a empresa lançará no dia 22 de março o curso Tratamento de Não Conformidades (TNC), no qual o aluno irá aprender a identificar os tipos e classificar as várias não conformidades que acontecem nos processos, com base nas diretrizes das principais normas, aprimorando processos e promovendo a melhoria contínua com eficácia.

Os cursos Design Think, SMED, Gestão do Tempo e Introdução à Linguagem Python fazem parte do programa de assinaturas da empresa, e estão sendo disponibilizadas ao público, até 31 de março, garantindo certificação aos alunos que concluírem o treinamento e acesso por 1 ano à plataforma EaD. Já a capacitação Tratamento de Não Conformidades é exclusiva para assinantes. Autônomo, estudante, funcionário de uma empresa consolidada ou emergente, trainee, estagiário e outros, essa pode ser uma oportunidade de investir no aperfeiçoamento profissional.

Para saber mais sobre os cursos disponíveis da FM2S, basta acessar os canais:

Assinatura: https://ead.fm2s.com.br/plano/assinatura-fm2s/

Cursos: https://ead.fm2s.com.br/cursos/

Blog: https://www.fm2s.com.br/blog/

Website: https://www.fm2s.com.br



Mulheres somam 22,5% dos cargos de liderança em TI

São Paulo, SP 21/3/2022 – Pesquisa revela aumento no número de mulheres líderes na área de tecnologia, porém em ritmo lento.

A Forbes noticiou recentemente que a consultoria Robert Half em parceria com o Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) divulgou uma pesquisa que mede e compara a motivação de homens e mulheres em todos os níveis hierárquicos quanto ao alcance de cargos de liderança. 

O resultado mostrou que a média das respostas são praticamente iguais, mostrando que ambos os sexos têm as mesmas ambições e medos, ou seja, com isso, sabe-se que a pouca quantidade de mulheres em cargos de liderança não é resultado da falta de motivação. Então, o que explica a discrepante diferença entre homens e mulheres em cargos de liderança?

É sabido que algumas profissões e cargos têm mais presença masculina e vice-versa. Geralmente, mulheres são mais vistas em áreas ligadas ao cuidado, enquanto os homens ficam com as partes que exigem força ou operações matemáticas como nas áreas de engenharia e tecnologia. A prova disso está na publicação das Estatísticas de Gênero feita pelo IBGE que mostra a proporção de mulheres entre os matriculados em cursos de graduação. 

O levantamento aponta que a área com maior predominância feminina é a de Bem-Estar com 88% das matrículas compostas por mulheres enquanto as áreas com menor representatividade feminina são respectivamente Engenharia e profissões correlatas com 21,6% e Computação e Tecnologias da Informação com 13,3%. 

A área tech ainda prevalece como um universo majoritariamente masculino. Mesmo depois do crescimento de vagas relacionadas ao setor de TI após a pandemia, ainda é possível ver o abismo que há entre homens e mulheres. Gisele Zambrano, Product Owner da empresa Vsoft, afirma: “Existem empresas que prezam pela igualdade, mas infelizmente existem pessoas que não seguem o mesmo pensamento. Vejo o mercado de tecnologia muito eclético, mas que ainda precisa quebrar paradigmas”.

Se em cargos ocupados por mulheres há um déficit a ser combatido, quando afunila-se para cargos de liderança, a situação acirra-se ainda mais. Estatística divulgada pela Statista mostra que no período entre 2015 e 2021, o número de mulheres em cargos de diretoria em escala global foi de 12,5% para 22,5%, um aumento de 10%. O aumento pode parecer expressivo, no entanto mostra que a diferença entre homens e mulheres segue significativa. 

Felizmente, algumas empresas de tecnologia estão enxergando esse cenário, seja através de oportunidades, direcionando vagas para mulheres, ou as promovendo a cargos de liderança. Um ponto importante a ser destacado é que não adianta receber mulheres se o ambiente de trabalho permanece o mesmo. É necessário que a mudança parta de dentro para fora, para que assim, outras mulheres se sintam confortáveis em ingressar no mercado tecnológico. Ana Rodrigues é uma das mulheres que atuam em empresas de tecnologia e possui cargo de líder. Ana iniciou suas atividades na empresa Vsoft como estagiária e em 2021 tornou-se a CFO da empresa e afirma que “o setor vem mudando ao longo do tempo, porém ainda é uma área onde vemos muitos homens, em todos os níveis”.

Website: https://www.vsoft.com.br/



Entenda o impacto da LGPD para a gestão de documentos do RH

Por Carlos Alberto Ferraiuolo *

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) tem nova data para entrar em vigor: dezembro de 2020 – anteriormente o prazo era agosto do mesmo ano. A nova lei define como as empresas devem tratar os dados de funcionários e de clientes, garantindo mais privacidade e direitos aos titulares dos dados como acesso, correção, eliminação, portabilidade e revogação de consentimento.

As multas previstas para o descumprimento das normas da LGPD variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões por infração.

Mesmo com um pouco mais de prazo, os departamentos de RH não podem “relaxar” na implantação dos projetos de revisão de seus procedimentos internos e contratos para atenderem as novas normas.

Eliana Fialho Herzog, advogada coordenadora do Comitê Especial da LGPD da Federasul (Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul) aconselha o RH a iniciar a adequação à LGPD com a catalogação dos ativos (de dados) mantidos pela empresa, identificando os dados pessoais disponíveis e a real necessidade de guarda e tratamento desses dados, avaliando quais podem ser enquadrados na categoria de sensíveis.

Junto com o desenvolvimento de uma nova Política de Governança e programas de conscientização das novas regras, o processo de catalogação permitirá realizar um mapeamento detalhado dos dados pessoais tratados pela empresa e do seu ciclo de vida., identificando:

– Quais são os dados armazenados atualmente

– Quais são os dados que devem ser legalmente mantidos – para atendimento do eSocial, por exemplo

– Quais são os dados imprescindíveis ao desenvolvimento da atividade laboral – formação, registro profissional, certidões negativas etc.

– Por quanto tempo será necessário manter esses dados armazenados

– Como proteger os dados armazenados

– Quais são os dados disponíveis e que podem ser descartados

– Quais são os dados que devem ser mantidos e dependem de autorização do colaborador titular para armazenamento e tratamento

Avaliando cada etapa dos processos de RH
É com esse conhecimento dos ativos de dados que fazem parte do RH, envolvendo funcionários, candidatos a vagas de emprego e prestadores de serviços, como a empresa responsável pela gestão de documentos, que iremos avaliar como a LGPD afeta cada um dos processos.

Os líderes de RH devem começar avaliando o sistema de armazenamento de currículos no banco de dados da empresa. É preciso garantir que políticas de acesso estejam implantadas e que a infraestrutura de TI conte com soluções de segurança que impeçam o vazamento de informações.

Em segundo lugar, todos os funcionários devem ter conhecimento de quais dados pessoais são necessários para cumprimento de obrigações legais e quais podem ser considerados sensíveis, como informações médicas que podem, inclusive, ser compartilhadas com operadoras de planos de saúde.

Nesse caso, devem ser incluídas cláusulas específicas nos contratos de trabalho onde o funcionário concorda com o tratamento que será dado aos seus dados pessoais para uma determinada finalidade – no caso inclusão no plano de saúde corporativo.

E o contrato entre a empresa e a operadora de saúde também deve ser revisto, de modo a garantir a conformidade com a LGPD. O fornecedor deve incluir as suas obrigações de proteção de dados no contrato para refletir os novos requisitos de segurança.

Mantendo a conformidade na gestão de documentos do RH
A nova Política de Governança precisa contar com regras de acesso aos dados bem definidas. Os funcionários responsáveis pela folha de pagamento, por exemplo, devem ter acesso a quais informações? Quais informações poderão ser consultadas pelos médicos do trabalho?

Essa graduação de escala de acesso pode ser implantada via regras de permissão nas senhas disponibilizadas para acessar o sistema de gestão de documentos.

Além disso, o sistema de gestão de documentos precisa fornecer uma trilha de auditoria segura para cada ação em cada documento, identificando data, funcionário e alterações, garantindo a segurança dos dados.

E, finalmente, não podemos esquecer do elemento humano: nenhuma tecnologia será capaz de impedir que um funcionário perca um arquivo de pessoal em cópia impressa, esqueça um documento na máquina copiadora ou reenvie uma cadeia de e-mail que contenha dados sensíveis em alguma de suas mensagens.

A solução? Treinamento e conscientização de todos os funcionários da empresa e também a implantação de um processo para notificação imediata em caso de suspeita de qualquer violação às normas da LGPD.

 

* Carlos Alberto Ferraiuolo – Diretor de Tecnologia e Inovação da Access



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