Entenda o impacto da LGPD para a gestão de documentos do RH

Por Carlos Alberto Ferraiuolo *

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) tem nova data para entrar em vigor: dezembro de 2020 – anteriormente o prazo era agosto do mesmo ano. A nova lei define como as empresas devem tratar os dados de funcionários e de clientes, garantindo mais privacidade e direitos aos titulares dos dados como acesso, correção, eliminação, portabilidade e revogação de consentimento.

As multas previstas para o descumprimento das normas da LGPD variam de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões por infração.

Mesmo com um pouco mais de prazo, os departamentos de RH não podem “relaxar” na implantação dos projetos de revisão de seus procedimentos internos e contratos para atenderem as novas normas.

Eliana Fialho Herzog, advogada coordenadora do Comitê Especial da LGPD da Federasul (Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul) aconselha o RH a iniciar a adequação à LGPD com a catalogação dos ativos (de dados) mantidos pela empresa, identificando os dados pessoais disponíveis e a real necessidade de guarda e tratamento desses dados, avaliando quais podem ser enquadrados na categoria de sensíveis.

Junto com o desenvolvimento de uma nova Política de Governança e programas de conscientização das novas regras, o processo de catalogação permitirá realizar um mapeamento detalhado dos dados pessoais tratados pela empresa e do seu ciclo de vida., identificando:

– Quais são os dados armazenados atualmente

– Quais são os dados que devem ser legalmente mantidos – para atendimento do eSocial, por exemplo

– Quais são os dados imprescindíveis ao desenvolvimento da atividade laboral – formação, registro profissional, certidões negativas etc.

– Por quanto tempo será necessário manter esses dados armazenados

– Como proteger os dados armazenados

– Quais são os dados disponíveis e que podem ser descartados

– Quais são os dados que devem ser mantidos e dependem de autorização do colaborador titular para armazenamento e tratamento

Avaliando cada etapa dos processos de RH
É com esse conhecimento dos ativos de dados que fazem parte do RH, envolvendo funcionários, candidatos a vagas de emprego e prestadores de serviços, como a empresa responsável pela gestão de documentos, que iremos avaliar como a LGPD afeta cada um dos processos.

Os líderes de RH devem começar avaliando o sistema de armazenamento de currículos no banco de dados da empresa. É preciso garantir que políticas de acesso estejam implantadas e que a infraestrutura de TI conte com soluções de segurança que impeçam o vazamento de informações.

Em segundo lugar, todos os funcionários devem ter conhecimento de quais dados pessoais são necessários para cumprimento de obrigações legais e quais podem ser considerados sensíveis, como informações médicas que podem, inclusive, ser compartilhadas com operadoras de planos de saúde.

Nesse caso, devem ser incluídas cláusulas específicas nos contratos de trabalho onde o funcionário concorda com o tratamento que será dado aos seus dados pessoais para uma determinada finalidade – no caso inclusão no plano de saúde corporativo.

E o contrato entre a empresa e a operadora de saúde também deve ser revisto, de modo a garantir a conformidade com a LGPD. O fornecedor deve incluir as suas obrigações de proteção de dados no contrato para refletir os novos requisitos de segurança.

Mantendo a conformidade na gestão de documentos do RH
A nova Política de Governança precisa contar com regras de acesso aos dados bem definidas. Os funcionários responsáveis pela folha de pagamento, por exemplo, devem ter acesso a quais informações? Quais informações poderão ser consultadas pelos médicos do trabalho?

Essa graduação de escala de acesso pode ser implantada via regras de permissão nas senhas disponibilizadas para acessar o sistema de gestão de documentos.

Além disso, o sistema de gestão de documentos precisa fornecer uma trilha de auditoria segura para cada ação em cada documento, identificando data, funcionário e alterações, garantindo a segurança dos dados.

E, finalmente, não podemos esquecer do elemento humano: nenhuma tecnologia será capaz de impedir que um funcionário perca um arquivo de pessoal em cópia impressa, esqueça um documento na máquina copiadora ou reenvie uma cadeia de e-mail que contenha dados sensíveis em alguma de suas mensagens.

A solução? Treinamento e conscientização de todos os funcionários da empresa e também a implantação de um processo para notificação imediata em caso de suspeita de qualquer violação às normas da LGPD.

 

* Carlos Alberto Ferraiuolo – Diretor de Tecnologia e Inovação da Access



Cinco mitos e verdades sobre baterias e carregadores

Os smartphones já fazem parte do cotidiano da população, mas a pandemia intensificou muito o uso de celular, um aumento de 88%, de acordo com estudo realizado pela Squid.

Para se manter conectado e poder o usar os aparelhos durante todo dia, as pessoas criam alguns hábitos que provocam aumento no consumo de energia e podem danificar o equipamento como manter o carregador na tomada ou deixar o celular a noite toda carregando.

Com intuito de contribuir com os milhões de usuários brasileiros, o responsável pela unidade de negócios da Anker no Brasil, Marcus de Paula Machado, reuniu alguns mitos e verdades sobre carregadores que ajudarão a melhorar o desempenho dos dispositivos, além de trazer dicas de como otimizar seu uso. Acompanhe:

Usar o smartphone enquanto ele carrega danifica a bateria
MITO.  Hoje, as tecnologias de carregamento e bateria são bem mais avançadas e não há mais preocupação em utilizar o aparelho enquanto carrega. Mas utilizar carregador de baixa qualidade ou falsificados podem danificar o dispositivo.

Por isso, escolha sempre marcas conhecidas, produtos com selo do Inmetro e compre em lojas autorizadas.

Você deve carregar um aparelho recém comprado até 100% antes de poder utilizá-lo
MITO. Todos os carregadores e a maioria dos modelos de aparelhos celulares comercializados oficialmente possuem baterias de lítio, as quais funcionam com maior eficiência quando carregadas entre 40% e 80%.

“O tipo de bateria pode ser verificado nas inscrições como Li, Li-Ion, Li-Po na etiqueta do produto ou nos manuais que o acompanham. Tendo em vista que leis que garantem a segurança do transporte de eletrônicos com bateria exigem que estes sejam transportados com 50% de carga, você pode utilizar seu dispositivo assim que tirá-lo da caixa sem problemas”, explica Marcus. 

Deixar o celular carregando depois que ele chegar a 100% estressa a bateria
VERDADE. Como dissemos anteriormente, essas baterias operam melhor quando estão entre 40% e 80% de carga. Contudo, os celulares hoje em dia são inteligentes e possuem um circuito de proteção que corta o carregamento quando o dispositivo está totalmente carregado.

Desconectar o aparelho do carregador antes que ele esteja completamente carregado impacta negativamente na vida útil da bateria
MITO.  O recomendado é justamente o contrário. O Ideal é carregar seu aparelho quando a bateria chegar a 10%, além disso, carregar continuamente sua bateria por um longo período pode estressá-la.

É errado carregar o seu aparelho até 100% e depois usá-lo até 0% para fazer a manutenção da bateria
VERDADE. Novamente, como estamos falando de baterias modernas feitas de lítio, colocá-las nos extremos definitivamente não é a melhor escolha.

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Olos reforça área comercial com dois novos diretores de negócios

A Olos Tecnologia anunciou a chegada de dois diretores de negócio, Maurício Neworal e Maurício Ikeda. Os profissionais atuarão na nova sede da companhia em São Paulo. No cargo, ambos terão visão estratégica do planejamento de crescimento, trabalhando em conjunto para abrir novos mercados, apoiando a área de novos negócios e também a base de clientes.

Bruno Rey, CSO da Olos, evidencia que o objetivo da chegada desses profissionais é explorar novas verticais de negócio e trazer a bagagem e know-how de outros mercados para apoiar a empresa no plano de crescimento no Brasil e no mercado internacional.

“Vamos ampliar e fortalecer a expansão em novas verticais e tornar a Olos uma empresa que atua e diversifica sua solução para qualquer empresa que tenha uma área de atendimento”, explica Rey.

Maurício Neworal é engenheiro elétrico, com MBA em Relações Internacionais e tem 23 anos de experiência no mercado de telecomunicações, soluções de softwares e centrais de atendimento. Ao longo de sua carreira passou por grandes players do setor, atuando como diretor comercial de vendas diretas e indiretas em empresas como Vocalcom e Altitude Software.

Já Maurício Ikeda tem formação em Marketing com ênfase em Gestão de Vendas e experiência no mercado de telecomunicação e relacionamento com cliente. Também passou por empresas como Resolutte, Interaxa, Vocalcom e Altitude Software, atuando como diretor comercial com foco no relacionamento com o cliente.

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Inteligência Contra Ameaças Cibernéticas: profissão está em alta no mercado de trabalho

Cibercrime

As ameaças cibernéticas são uma preocupação constante das empresas. O termo se tornou popular no setor de segurança, já que é um perigo contra a integridade dos dados da companhia. Os cibercriminosos manipulam e destroem sistemas com potencial para danificar organizações, roubar dados sensíveis dos funcionários e clientes, e vazar informações confidenciais.

“Por conta disso, percebemos um crescimento durante os últimos anos pela busca de profissionais de segurança e inteligência cibernética na América Latina, que atuem em defender a organização de tais ataques”, explica Thiago Bordini, Diretor de Inteligência Cibernética.

Pensando nisso, o Instituto Daryus de Ensino Superior Paulista (IDESP) apresenta a primeira pós-graduação em Cyber Threat Intelligence (CTI) no Brasil, que visa suprir a demanda do mercado de trabalho em busca de profissionais capacitados.

O curso, que antes era restrito apenas aos policiais e às forças armadas, tem como objetivo preparar os alunos para o mercado de trabalho e fornecer o entendimento aprofundado sobre os ataques cibernéticos para proteger as empresas.

“Temos muito orgulho de oferecer aos profissionais mais essa pós-graduação. Reunimos os melhores especialistas do mercado para disponibilizar o melhor conteúdo para os alunos”, comemora Nadia Guimarães, COO do Grupo Daryus, referência em consultoria empresarial e educação nas áreas de tecnologia e gestão.

Thiago Bordini possui mais de 20 anos de experiência no mercado de inteligência cibernética e é o coordenador técnico da pós. O corpo docente conta ainda com Ana Moura, Digital Forense do Governo do Estado de São Paulo; Emerson Wendt, delegado de polícia; Marcelo Caiado, assessor-chefe da Assessoria Nacional de Perícias em TIC-MPF; Marcos Tupinambá, coordenador do Laboratório de Crimes Eletrônicos da Polícia Civil; Ricardo Tavares, coordenador técnico da pós-graduação Cyber Security do IDESP; Raniere Romera, Silvana Tavares e Paula Guerra, especialistas em cibersegurança.

“O curso foi elaborado para os profissionais de empresas privadas e públicas, que já atuam ou desejam trabalhar na área. O foco do CTI é ensinar o mindset de inteligência cibernética. Por esse motivo, contamos com os melhores professores da área e o conteúdo apresenta casos reais para os alunos solucionar”, explica Bordini.

Os interessados na pós-graduação em Cyber Threat Intelligence terão carga horária de 180 horas. Dia 20 de março, o IDESP disponibilizará um aulão gratuito para todos os inscritos. “Será uma boa oportunidade para conhecer o curso e verificar se é a melhor escolha para a carreira profissional do aluno”, comenta Nadia. As aulas serão online com transmissões ao vivo. Para a primeira turma, o IDESP está oferecendo uma condição especial do valor total.

Para se inscrever, basta preencher o cadastro neste link.

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Quais os cuidados com os cães no verão?


Gartner anuncia as principais tendências estratégicas de tecnologia para 2022

O Gartner anunciou recentemente quais são as principais tendências estratégicas de tecnologia que as organizações devem explorar em 2022.

“Com os líderes executivos e os Conselhos de Administração buscando gerar crescimento por meio de conexões digitais diretas com os clientes, as prioridades dos Chief Information Officers (CIOs) devem refletir os mesmos imperativos de negócios, que passam por cada uma das principais tendências estratégicas de tecnologia do Gartner para 2022”, diz  David Groombridge, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner.

“Os CIOs devem encontrar soluções que multipliquem a força dos recursos de TI para permitir o crescimento e a inovação, criando também bases técnicas escaláveis e resilientes, cujas capacidades de escalabilidade liberarão dinheiro para investimentos digitais. Esses imperativos formam os três temas das tendências deste ano: confiança na engenharia, mudanças esculpidas e crescimento acelerado.”

As principais tendências estratégicas de tecnologia para 2022 identificadas pelo Gartner são:

– Inteligência Artificial Generativa
Uma das técnicas de Inteligência Artificial mais visíveis e poderosas que chegam ao mercado é a Inteligência Artificial Generativa – com métodos de aprendizado para a máquina, que aprende sobre conteúdos ou objetos a partir de seus dados e as usam para gerar artefatos novos, completamente originais e realistas.

A Inteligência Artificial Generativa pode ser usada para uma série de atividades, como criar códigos de software, facilitar o desenvolvimento de medicamentos e marketing direcionado. Todavia, se usada indevidamente, essa tecnologia pode facilitar golpes, fraudes, desinformação política, identidades forjadas e muito mais. Até 2025, o Gartner prevê que a Inteligência Artificial Generativa responda por 10% de todos os dados produzidos, em detrimento do menos de 1% alcançado hoje.

– Data Fabric (Malha de dados)
O número de dados e blocos de informação aumentaram na última década, enquanto a quantidade de pessoas qualificadas nas equipes de análise de dados tem se mantido constante ou até mesmo diminuiu. Os Data Fabrics – uma integração flexível e resiliente de dados entre plataformas e usuários de negócios – surgiram para simplificar a infraestrutura de integração de dados de uma organização e criar uma arquitetura escalável que reduza a dívida técnica vista na maioria das equipes de Data Analytics devido ao crescente desafio de integração.

O valor real de uma malha de dados é sua capacidade de melhorar a dinamicidade do uso de dados com suas análises incorporadas, reduzindo os esforços de gerenciamento de dados em até 70% e acelerando o tempo de valorização.

– Empresa Distribuída
Com o aumento dos padrões de trabalho remotos e híbridos, as organizações tradicionais centradas em escritórios estão evoluindo para empreendimentos distribuídos, compostos por trabalhadores geograficamente dispersos. “Isso requer que os CIOs façam grandes mudanças técnicas e de serviços para oferecer experiências de trabalho sem atrito, mas há um outro lado dessa moeda: o impacto nos modelos de negócios”, diz Groombridge.

“Para cada empresa, do varejo à educação, o modelo de entrega tem que ser reconfigurado para abraçar os serviços distribuídos. O mundo não achava que eles estariam experimentando roupas em um camarim digital há dois anos”. O Gartner espera que, até 2023, 75% das organizações que exploram benefícios de empresas distribuídas cresçam 25% mais rápido que os concorrentes.

– Plataformas Nativas da Nuvem (CNPs – de Cloud-Native Platform, em inglês)
Para realmente fornecer recursos digitais em todos os lugares, as organizações devem se afastar da conhecida migração de “lift and shift” para plataformas nativas da Nuvem. Essas plataformas usam os principais recursos da computação em Nuvem para fornecer soluções escaláveis e elásticas relacionadas à TI, “como um serviço”, impulsionando a mobilidade para quem usa tecnologias de Internet, proporcionando uma relação tempo/valor mais rápida e com redução de custos.

Por essa razão, o Gartner prevê que as Plataformas Nativas de Nuvem servirão de base para mais de 95% das novas iniciativas digitais até 2025, contra menos de 40% em 2021.

– Sistemas Autônomos
À medida que as empresas crescem, a programação tradicional ou a automação simples acabarão não permitindo a escalabilidade que esses negócios precisarão no futuro. Sistemas autônomos são sistemas físicos ou de software autogerenciadores que aprendem com seus ambientes. Ao contrário de sistemas automatizados, sistemas autônomos podem modificar dinamicamente seus próprios algoritmos sem uma atualização de software externa, permitindo que eles se adaptem rapidamente a novas condições no campo, assim como os humanos podem. 

“O comportamento autônomo já se tornou conhecido a partir de implementações recentes em ambientes complexos de segurança, mas, em longo prazo, se tornará comum em sistemas físicos como robôs, drones, máquinas de fabricação e espaços inteligentes”, estima Groombridge.

– Inteligência de Decisão (DI – de Decision Intelligence, em inglês)
A capacidade de decisão de uma empresa pode ser uma fonte significativa de vantagem competitiva. Com a dinâmica e volatilidade atual, porém, a necessidade de se tomar decisões rápidas está se tornando cada vez mais exigente e difícil. A Inteligência de Decisão é uma disciplina prática usada para melhorar a tomada de decisões, entendendo e projetando explicitamente como as decisões são tomadas, resultados avaliados, gerenciados e melhorados pelo feedback. O Gartner prevê que, nos próximos dois anos, um terço das grandes organizações usarão Decision Intelligence para a tomada de decisões estruturada, para melhorar a vantagem competitiva.

– Aplicações compositivas
No contexto de negócios em constante mudança, a demanda por adaptabilidade dos negócios direciona as organizações para uma arquitetura tecnológica que suporta mudanças rápidas, seguras e eficientes. A arquitetura de aplicações compositivas capacita essa adaptabilidade. O Gartner estima que aqueles que adotarem uma abordagem compositiva superarão a concorrência em 80% na velocidade de implementação de novos recursos.

“Em tempos turbulentos, os princípios comerciais compostáveis ajudam a dominar a mudança acelerada que é essencial para a resiliência e o crescimento dos negócios. Sem ele, os organizadores modernos correm o risco de perder seu bom momento mercado e fidelização de clientes”, avalia o analista.

– Hiperautomação
A hiperautomação permite crescimento acelerado e resiliência nos negócios, identificando e automatizando rapidamente o maior número possível de processos. “A pesquisa do Gartner mostra que as equipes de hiperautomação de alto desempenho se concentram em três prioridades fundamentais: melhorar a qualidade do trabalho, acelerar os processos de negócios e aumentar a agilidade da tomada de decisões”, afirma Groombridge. Os tecnólogos de negócios também apontaram uma média de 4,2 iniciativas de automação no último ano”.  

– Cálculo de melhoria de privacidade (PEC – de Privacy-Enhancing Computation, em inglês)
Além de lidar com o amadurecimento da legislação internacional de privacidade e proteção de dados, os CIOs devem evitar qualquer perda de confiança do cliente resultante de incidentes de perda de privacidade. Portanto, o Gartner espera que 60% das grandes organizações usem uma ou mais técnicas de computação que melhorem a segurança das informações até 2025.

As técnicas de PEC – que protegem informações pessoais e confidenciais em nível de dados, software ou hardware – compartilham, agrupam e analisam dados com segurança, sem comprometer a confidencialidade ou a privacidade. Os casos atuais de uso podem ser levados a muitas verticais, bem como em infraestruturas de Nuvem Pública (por exemplo, ambientes de execução confiáveis).

– Malha de segurança cibernética (CSMA – Cybersecurity Mesh Architecture)
“Os dados estao presentes em muitas das tendências deste ano, mas só são úteis se as empresas puderem confiar nelas”, diz Groombridge. “Hoje, ativos e usuários podem estar em qualquer lugar, o que significa que o perímetro de segurança tradicional se foi. Isso requer uma arquitetura de malha de segurança cibernética (CSMA).” A CSMA ajuda a fornecer uma estrutura de segurança integrada para proteger todos os ativos, independentemente da localização.

Até 2024, organizações que adotam malhas de segurança cibernética para integrar ferramentas de segurança para trabalhar como ecossistema cooperativo reduzirão o impacto financeiro de incidentes individuais de segurança em uma média de 90%. 

– Engenharia de Inteligência Artificial
Os líderes de TI lutam para integrar a Inteligência Artificial dentro de aplicações, perdendo tempo e dinheiro em projetos de Inteligência Artificial que nunca são colocados em produção ou lutando para reter valor das soluções de Inteligência Artificial uma vez lançadas. A Engenharia de Inteligência Artificial é uma abordagem integrada para modelos operacionais de Inteligência Artificial. “Para as equipes de fusão que trabalham com Inteligência Artificial, o verdadeiro diferencial para suas organizações será sua capacidade de aumentar continuamente o valor através de rápidas mudanças de Inteligência Artificial “, afirma Groombridge.

“Até 2025, os 10% das empresas que estabelecerem as melhores práticas de engenharia de Inteligência Artificial gerarão pelo menos três vezes mais valor pelos seus investimentos em Inteligência Artificial do que os 90% das empresas que não o fazem”, diz o analista.

– Experiência Total (TX)
TX é uma estratégia de negócios que combina as disciplinas de experiência do cliente (CX), experiência do funcionário (EX), experiência do usuário (UX) e multiexperiência (MX). O objetivo da TX é promover maior confiança dos clientes e funcionários, satisfação, lealdade e colaboração. O Gartner estima que as organizações aumentarão a receita e o lucro, caso alcancem resultados de TX adaptáveis e resilientes.

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Conheça 5 tendências tecnológicas em nuvem para 2022

Nos últimos anos, as empresas investiram fortemente em Transformação Digital e digitalização de seus processos, com o objetivo de ganhar mais autonomia e rapidez em seus processos. Segundo um levantamento do Gartner, a expectativa é que os investimentos corporativos de TI alcancem US$ 1,8 trilhão em 2025, impulsionados principalmente por Cloud Computing que representará mais de US$ 900 bilhões.

Um dos movimentos mais comuns visto pelo mercado de tecnologia tem sido o reforço do uso de recursos já estabelecidos, como a Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Big Data e tantos outros, em um ambiente em nuvem, o que aumenta muito as expectativas para os próximos anos.

De acordo com Maurício Fernandes, CEO da Dedalus, o mercado está aquecido e se apropriará ainda mais do que já foi conquistado em 2021. “Entender a importância da transformação digital dentro de uma empresa é primordial para que ela se mantenha num patamar competitivo. Independentemente de seu tamanho, as empresas que não se adequarem às tendências tecnológicas correm o risco de ficarem para trás”, diz o executivo.

De olho no mercado, veja abaixo algumas das principais tendências que devem fazer a diferença no ambiente de nuvem para 2022:

Arquiteturas multicloud
Envolve o uso de várias soluções de nuvem e vários fornecedores. A arquitetura multicloud pode ser uma mistura de nuvem pública e privada, ou pode ser composta apenas por soluções de nuvem pública.

As empresas que buscam jornadas de nuvem híbrida e multicloud tiveram maior probabilidade de gerar aumento na receita nos últimos 12 meses, concluiu a pesquisa realizada pela The Harris Poll e patrocinada pela Microsoft que aponta que 83% das empresas que operam em ambientes híbridos e multicloud relataram crescimento da receita, em comparação a apenas 58% de crescimento para os usuários que não utilizam ambientes híbridos ou multicloud.

IoT na gestão inteligente
A Internet das Coisas elevará ainda mais a penetração nos setores produtivos como agro e indústria, saúde e gestão das cidades. O ecossistema de sensores e dispositivos conectados à rede é essencial, por exemplo, para a expansão da automação das linhas de produção em larga escala.

O IoT combinado ao edge computing, machine learning, AI, 5G e softwares de gestão como o DCIM, colaboram de forma decisiva no monitoramento — frequentemente remoto – e manutenção de equipamentos, antecipando problemas e alertando quanto à necessidade de atualizações de máquinas e sistemas;

Plataforma Cloud-Native
As plataformas nativas de Cloud (Cloud-Native) fazem parte de uma tecnologia que também surge como tendência para este ano. O termo surgiu para atender técnicas exigidas por desenvolvedores de software para implementar e manter aplicativos modernos em sua própria estrutura de nuvem. Agora, essa ideia passa a ser disponibilizada a todas as empresas que desejam controlar seu próprio sistema de armazenamento de maneira segura.

Gestão virtualizada de infraestruturas de TI
Também é uma tendência. Ao ser terceirizado, o gerenciamento é profissionalizado e qualificado, reduzindo os custos fixos operacionais das empresas e entregando mais performance ao negócio. Outros setores econômicos, como imobiliário, de construção civil e de turismo também já utilizam ferramentas de virtualização para a promoção de seus produtos e serviços.

Demanda por infraestruturas híbridas
Este amplo panorama revela a imensa necessidade das companhias, cidades e países por infraestruturas de TI que combinem resiliência, disponibilidade e eficiência energética em níveis inéditos na história até aqui. E, até pela complexidade do momento, a solução não pode ser única. Não por acaso, 90% dos negócios adotarão esta estratégia até o final deste ano, segundo relatório da IDC.

Seja para melhorar a performance ou desenvolver novos produtos ou serviços, gerenciar corretamente todos estes novos devices e ferramentas tecnológicas, coletar, processar e analisar imensas cargas de dados, contar com infraestruturas de TI híbrida capazes de dar respostas a desafios tão diversos em complexidade, tamanho e tempo é, portanto, fundamental para preparar empresas e cidades a este futuro que se apressa em chegar.

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everis Brasil tem novo CEO

Com mais de 25 anos de experiência em consultorias de gestão e tecnologia, Ricardo Neves acaba de assumir o cargo de CEO da operação brasileira da everis, consultoria de negócios e TI do grupo NTT Data. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Seu desafio é dar continuidade ao forte crescimento da participação de mercado da operação no País. Sua missão inclui o consistente avanço do valor agregado do portfólio de serviços de transformação digital prestados aos clientes da everis no Brasil.

“Consideramos a entrada de Ricardo Neves em nossa empresa uma conquista, devido a sua ampla experiência em consultoria de negócios e TI, assim como ao seu grande conhecimento de economia e negócios no Brasil, na América Latina, nos Estados Unidos e Europa”, diz Juan Francisco Yáñez, CEO de everis Américas.

Segundo ele, a everis espera que o novo CEO consolide e expanda a forma de atuação da companhia no Brasil, focado na valorização das pessoas, sendo uma grande liderança para os talentos locais.

“Adicionalmente, que atue para que a everis Brasil continue ampliando sua participação de mercado de forma consistente e rentável com foco nas grandes empresas brasileiras e internacionais que operam no País. Esperamos que trabalhe com uma estratégia alinhada a do grupo NTT Data, por meio da oferta de produtos e serviços que atendam aos desafios propostos pelos clientes em termos de eficiência, estratégia digital e novos modelos de negócios”, ressalta Yáñez.

Anteriormente, Neves atuou, por mais de 16 anos, como sócio da PwC Brasil em São Paulo, focado na liderança de grandes programas de transformação de negócios, como definição de estratégias de tecnologia digital e emergente, bem como desenvolvimento de novos ecossistemas de empreendimentos e inovação.

Conduziu também diversos trabalhos de organização e arquitetura de tecnologia da informação, serviços compartilhados e programas de implementação de tecnologia em larga escala na América Latina, EUA e Europa.

Em mais de duas décadas como consultor, Neves ajudou a aperfeiçoar a atuação de TI de empresas dos setores de varejo, bens de consumo, produtos Industriais e tecnologia, contribuindo também para o alinhamento de suas estratégias de negócios à transformação ágil da tecnologia digital e jornadas para a nuvem, visando melhores resultados por meio da implementação de novos modelos de negócios e inovação.

Em sua passagem na PwC, onde iniciou sua carreira como trainee em 1988, Neves participou de vários projetos de implementação de práticas de Financial Management Solutions e de ERP em clientes de diversos segmentos de negócios.

Atuou no escritório de Dallas, EUA, por cinco anos, como consultor sênior e gerente em projetos de desenvolvimento de sistemas diversos. Foi gerente sênior do escritório de São Paulo, no qual participou em vários programas de implantação de ERPs no Brasil e na América Latina, em empresas como a NEC do Brasil, AmBev, Nestlé, dentre outras.

A experiência do executivo inclui também uma passagem na divisão de consultoria da IBM, por quatro anos (de 2002 a 2006), empresa na qual exerceu diversas funções de liderança executiva de práticas e gestão de relacionamento com clientes da IBM Brasil e da IBM América Latina, além de atuar como gestor de uma grande conta global na IBM Bélgica.

“Estou muito empolgado em assumir este novo desafio na everis, uma consultoria cuja atuação no mercado já acompanho há alguns anos. É uma honra iniciar uma nova fase de carreira em uma empresa jovem, ágil, inovadora, focada nos clientes e que tem seus recursos humanos em primeiro lugar. Nesses tempos de mudança nos paradigmas no mundo, acredito que teremos muito a contribuir para a transformação de nossos clientes e da sociedade”, ressalta, Ricardo Neves.

Com uma vasta experiência internacional e habilidades multiculturais Ricardo Neves tem MBA Executivo Global da Duke University (2014), é formado pelo Programa de Gestão Avançada (AMP) da Harvard Business School (2005) e é bacharel em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco no Brasil (1987).

Além disto, ele é Project Manager Professional (PMP) certificado e Certified Outsourcing Professional (COP) e pela Associação Internacional de Profissionais de Terceirização (IAOP).

 

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Mercado de videoconferência na nuvem deve avançar 25% em 2020

Os gastos mundiais em soluções de videoconferência baseadas em nuvem crescerão 24,3%, em 2020. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Estudo feito pelo Gartner conclui que as restrições globais ao trabalho presencial, estimuladas pela pandemia do novo coronavírus, irão expandir a base de usuários finais do sistema.

A expectativa é que os gastos com o mercado global cheguem a US$ 4,1 bilhões, contra os US$ 3,3 bilhões registrados em 2019. O resultado coloca essa área como a segunda categoria de maior crescimento exponencial no mercado de Comunicações Unificadas (Unified Communications ou UC – em inglês), atrás apenas dos gastos com telefonia baseada em Nuvem, que deverá registrar um volume de US$ 16,8 bilhões em 2020.

Ainda assim, o Gartner prevê que os gastos gerais dos usuários finais no mercado de Comunicações Unificadas caiarão 2,7% em 2020, retomando o crescimento em 2021, conforme as iniciativas de telefonia em Nuvem recuperem seu ritmo de expansão.

“Os investimentos em colaboração baseada em Nuvem em outros segmentos impulsionarão a desaceleração do mercado de Comunicações Unificadas como um todo, uma vez que a demanda por trabalho remoto gerada pela pandemia de Covid-19 reforça a necessidade de adoção de conferências virtuais em detrimento do crescimento de outras soluções do mercado de Tecnologia da Informação”, afirma Megan Fernandez, Analista Sênior do Gartner.

Até 2024, a analista aponta que as reuniões presenciais representarão apenas 25% do total de reuniões corporativas, uma queda de 60% em relação às atividades pré-pandemia. Isso se dá pelo aumento do Home Office e pela mudança na demografia da força de trabalho.

Como resultado, há uma demanda maior por acesso conveniente às videoconferências e outras ferramentas de colaboração.

A adoção da telefonia em Nuvem sofrerá com fatores de “Incentivo e Desincentivo” – Em 2020, novos investimentos em telefonia fixa cairão acentuadamente, à medida que a vida útil do sistema de telefonia instalado é ampliada e as prioridades de investimento mudam para a Nuvem.

“A adoção da telefonia em Nuvem viverá um momento de ‘incentivo e desincentivo’ constante, por conta das diferentes pressões do mercado e da realidade das empresas”, diz Megan. “No geral, o mercado será impactado negativamente por organizações que planejavam migrar suas instalações para a Nuvem em curto prazo, mas, por conta da pandemia, agora estenderam a expectativa de vida útil de seus sistemas fixos.”

Por outro lado, a telefonia em Nuvem experimentará um aumento assim que seus benefícios forem reconhecidos, como a facilidade com que este tipo de serviço pode acomodar uma força de trabalho em constante mudança, além de atualizar e expandir os recursos existentes e integrar-se a aplicativos adjacentes.

Assim, o mercado de telefonia em Nuvem deve crescer 8,9% em 2020 e 17,8% em 2021. “Como resultado do trabalho remoto, que responde ao fechamento dos escritórios por causa do COVID-19, haverá algumas mudanças de longo prazo nos padrões de uso das soluções de videoconferência. Prevemos que as políticas estabelecidas para permitir o Home Office e a experiência adquirida com o uso do serviço de conferência durante a pandemia terão um impacto duradouro na adoção de Comunicações Unificadas”, explica a analista do Gartner.

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PODCAST – “Um ano intenso” Assim foi 2020 para a NTT no Brasil e América Latina

Neste podcast com Jefferson Anselmo, vice-presidente sênior da NTT para o Brasil e América Latina, conversamos sobre o primeiro ano da integração da Dimension Data ao portfólio da corporação, que aconteceu em outubro de 2019.

A NTT é uma empresa japonesa global de TIC (TI e Telecomunicações) com mais de 40 mil funcionários, negócios em mais de 200 países e regiões que provê serviços de nos segmentos de varejo, utilities, saúde, finanças e educação.

Conversamos sobre como foi esse primeiro ano de pandemia na região que Anselmo dirige, cibersegurança, LGPD e outros assuntos.

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O futuro do mercado pet é promissor para quem investir em gestão, tecnologia e serviços

São Paulo 12/5/2021 – Para o CEO do Grupo Brasil Pet, Rodrigo Albuquerque, há oportunidades para empreender em pet shop, clínica veterinária, produtos e serviços

A “humanização” dos animais de estimação tem acelerado o crescimento do mercado pet no mundo todo. Segundo uma pesquisa realizada pela Euromonitor, o setor movimenta cerca de R$ 130 bilhões por ano. Há oportunidades para empreender em pet shop, clínica veterinária, produtos e serviços dos mais variados. “No Brasil, mais de 70% do setor é representado pelos micro e pequenos empresários e, por isso, a profissionalização deve ser constante para continuar evoluindo”, afirma Rodrigo Albuquerque, CEO do Grupo Brasil Pet.

Segundo projeções do IPB (Instituto Pet Brasil), o mercado pet brasileiro apresentou crescimento de 13,5% em 2020 em relação aos números de 2019, e um faturamento na ordem de R$ 40,1 bilhões.

Na visão do executivo, o sistema de franchising oferece modelos de negócio estruturados para quem deseja manter-se competitivo no varejo pet. Ele lembra que há 20 anos, não existiam redes de lojas de farmácias. Era um mercado totalmente pulverizado, dominado por farmacêuticos de bairro que tinham uma ou duas unidades. “Esta realidade mudou para melhor, com os investimentos em ferramentas de gestão, tecnologia e, principalmente, na diversificação dos serviços”, afirma Albuquerque.

Essa evolução e transformação no setor de farmácias também estão acontecendo no segmento pet. E a Petland, uma das marcas de franquia de pet shop da Brasil Pet, tem trilhado este caminho com bastante sucesso. Da primeira loja, aberta em maio de 2014, o Grupo tornou-se um hub de soluções para o mercado. Atualmente, também é responsável pelas marcas Dra. Mei (clínica veterinária), Afiliados Petland (programa de gestão para pequenos empresários), 100% Pet, Pet Choice (marca própria), Pet Pay (soluções financeiras) e LogLand (Centro de Distribuição).

“Já somos a maior rede de lojas de bairro do Brasil com percepção de marca forte por parte dos consumidores. Temos CRM integrado com nosso sistema de gestão direcionado ao perfil de cada cliente e uma plataforma totalmente multicanal – venda online integrada com as lojas”, explica Albuquerque. Sem entrar na “guerra de preço”, a empresa tem atingido o maior índice de recorrência do mercado e margens de até 70% num pet shop.

Todavia, o varejo pet brasileiro ainda usufrui muito pouco das inúmeras soluções tecnológicas disponibilizadas por empresas de BI (Business Inteligence) e startups. Isto acontece justamente porque é um segmento que continua muito fragmentado. Como o Programa de Afiliados, criado em abril de 2020, a Brasil Pet está dando a oportunidade aos pequenos lojistas de melhorar a comunicação com seus clientes, por meio de um pacote de benefícios 100% online apoiado em ferramentas de marketing e vendas, conteúdo e gestão. “O que estamos fazendo para quebrar esta barreira tecnológica é oferecer um sistema operacional que ‘converse’ com toda a rede Petland, Dra. Mei e com os lojistas que participam do Programa de Afiliados”, diz o executivo.

Em 2020, a Brasil Pet contabilizou 217 lojas (entre Petland, Dra. Mei e Programa Afiliados), que compõem o faturamento de R$ 181 milhões, das quais 40% das unidades vendidas entraram no segundo semestre. As lojas operam em 22 estados nas principais cidades do país. As perspectivas para 2021 são de crescer 50% e, no médio prazo, atingir 2.500 lojas até 2027.

Website: http://Maisinformações:www.grupobrasilpet.com.br



Desafios dos Recursos Humanos e das HR Techs

São Paulo – SP 2/8/2021 – As empresas têm o desafio de procurar parceiros que ajudem a implantar e desenvolver a tecnologia nos Recursos Humanos. Com a grande mudança tecnológica em todos os cenários, os departamentos de Recursos Humanos das empresas também precisam desta transformação digital. Para isso, eles contam com alguns parceiros conhecidos como HR Techs. E estas, por sua vez, não podem negligenciar o aspecto de gestão de pessoas.

A máxima da MPB “nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia” pode ser aplicada aos Recursos Humanos das corporações. Para uma empresa se manter competitiva é preciso modernizar o setor de Recursos Humanos. As ações que geravam bons resultados no passado, hoje podem ser ineficazes. O clichê “o mundo mudou” nunca foi tão verdadeiro. E o RH precisa saber lidar com as complexidades e incertezas do cenário atual.

O vínculo que as pessoas têm com as organizações hoje é muito mais flexível do que antes. A realidade em que todos trabalhavam presencialmente, nos mesmos horários e regidos com contratos parecidos, é rara de ser encontrada. A padronização deu lugar à customização.

Os benefícios, horário de trabalho, remuneração, local da atividade profissional, gestão, desenvolvimento da carreira são fatores cada vez mais personalizados. É praticamente inviável gerenciar com qualidade, e com custo razoável, esses relacionamentos customizados sem o auxílio de ferramentas digitais, como aplicativos e sistemas.

A tecnologia no RH também auxilia a identificar, buscar e reter os talentos necessários para que a empresa continue gerando resultados. Para que tudo isso seja feito com rapidez e efetividade, o apoio tecnológico é indispensável. HR Techs têm sido uma tendência adotada pelo RH de muitas empresas. O termo HR Tech é a abreviação para Human Resources Technology, em uma tradução direta seria Tecnologia para Recursos Humanos.

A adoção de tecnologias de HR Techs também é fundamental para que as empresas consigam interagir eficientemente com as gerações Y e Z. A geração Y nasceu usando a internet. A geração Z nasceu usando o smartphone. A expectativa desses grupos é que os aplicativos e sistemas nas empresas sejam simples, intuitivos e apresentem a solução que eles precisam.

Para atender esta demanda inadiável, as empresas têm o desafio de procurar parceiros que ajudem a implantar e desenvolver a tecnologia nos Recursos Humanos. Normalmente, os parceiros possuem uma dessas duas características: ou um forte viés tecnológico (como startups) ou experiência em gestão de pessoas.

Os parceiros com ênfase na tecnologia apresentam soluções baratas, rápidas e que representam algo moderno. Algumas dessas soluções, porém, revelam conceitos rasos e desconectados da realidade de gestão de pessoas e da cultura organizacional. Há empresas que recomendam que se façam pesquisas frequentemente, mas não indicam nenhuma solução com o resultado das pesquisas; fazem o diagnóstico, mas não apontam o tratamento.

Já os parceiros tradicionais, com experiência em gestão de pessoas, trazem o conhecimento maior do dia a dia do RH. Geralmente, apresentam maior sensibilidade com questões relacionadas às pessoas e apresentam soluções viáveis. Entretanto, muitas vezes elas são caras e lentas, porque não têm tanto apoio tecnológico e passam a imagem de não serem tão conectadas à modernidade.

“O grande desafio é buscar um aplicativo e/ou um sistema que tenha as vantagens de uma empresa voltada à tecnologia, sem abrir mão das soluções apresentadas pelas empresas com maior experiência em consultoria de RH e gestão pessoas.”, afirma Sandro Infantini, sócio da Arquitetura Humana, empresa especializada em Comportamento, Engajamento e Cultura Organizacional.

As empresas que se manterão competitivas serão aquelas que investirem na tecnologia, sem descuidar das pessoas. A HR Tech ideal investe em “Tech” sem desvalorizar o recurso humano.

Website: http://www.arquiteturahumana.com.br



Paulo Ceschin é novo diretor de Vendas da BMC para Workload e Data Center Automation na AL

A BMC, de soluções de software para o mundo corporativo, contratou Paulo Ceschin como novo diretor de Vendas para a vertical de Workload e DataCenter Automation para América Latina. Baseado no Brasil, o executivo atuará em diversas frentes, incluindo a ampliação e o fortalecimento do ecossistema de canais, bem como o estreitamento do relacionamento com a base de clientes.

Com mais de 15 anos de experiência no mercado de Tecnologia da Informação, Ceschin ocupou a diretoria de Vendas em Mercados Emergentes e Canais em empresas como CA, Ação informática, entre outras. “O mercado brasileiro está em busca de redução de custos e inovação. A BMC tem expertise muito forte em automação, com investimentos massivos para apoiar as empresas em sua transformação digital, com foco em…[MAIS]



Do preço ao atendimento, as vantagens da nuvem Made in Brazil

Por Luiz Fernando Souza *

O Coronavírus pegou de surpresa não só os médicos, os pesquisadores e os governantes, mas também toda a imprensa, os educadores e, ainda, profissionais das mais variadas áreas. Inclusive – diria até “quase principalmente”, embora seja suspeito para falar – da tecnologia, pois, afinal, nós fomos os responsáveis por ajudar a virar a chave do mundo. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Se hoje as empresas conseguem manter seus colaboradores trabalhando seguros em suas casas, se as pessoas conseguem manter contato em tempo real com familiares e amigos, se estudantes de todas as idades podem acompanhar aulas e dar prosseguimento ao ano letivo, se especialistas como psicólogos e fonoaudiólogos conseguem atender remotamente aos seus pacientes, e se as pessoas conseguem comprar um universo de produtos com poucos cliques, tudo isso só se tornou possível graças à tecnologia.

Sei que isso é um lugar-comum, mas é fato que a tecnologia encurtou distâncias, aproximou pessoas, dinamizou as relações entre marcas e clientes e revolucionou, em tempo recorde, tudo o que conhecíamos sobre trabalho, estudo, saúde e consumo.

Uma coisa é certa: o mundo não é mais o mesmo. Agora, o que muita gente não se atentou é que, para que tudo isso fosse possível, a nuvem exerceu um papel fundamental. Quem já estava adiantado no que diz respeito à transformação digital, fazendo uso de cloud computing para armazenar dados e afins, certamente teve menos dificuldade em se adaptar a este novo cenário. Se hoje é possível acessar informações a qualquer hora, em qualquer lugar e com segurança, isso é fruto de um esforço feito por profissionais em TI.

Mas, para que em algum momento a “mágica” fosse possível, houve um trabalho financeiro para fundamentar as decisões.

E é aqui que a conta pode não fechar. Geralmente os provedores “tier 1” (os mais conhecidos no mercado e, por consequência, os mais populares) são norte-americanos, e quando falamos em Estados Unidos, automaticamente temos que considerar preços em dólares.

Como qualquer coisa tarifada em dólar, a nuvem “importada” pode sair bem cara – estimativas de mercado apontam que, com a oscilação da moeda em tempos de COVID-19,  o cliente brasileiro das nuvens norte-americanas percebeu um aumento que pode superar os 50% nos preços, e isso se dá devido às mudanças na taxa de câmbio. Quem opta pela nuvem importada geralmente não se atenta aos custos embutidos.

Se a empresa ou usuário contrata por um meio de um intermediário, como um distribuidor ou um broker, terá seu custo aumentado, pois terá o acréscimo de margem e impostos. É preciso considerar que para cada dólar gasto, ele irá investir R$ 6 (câmbio) e, em cima desses R$ 6, mais R$ 3 (a taxa aplicada é geralmente de 50%), mais R$ 3 (referentes aos custos de operação com o banco, o fluxo financeiro, a mão de obra e o pessoal…), o que pode chegar a R$ 12 por dólar contratado.

Quem lida com TI muitas vezes não imagina o que há por trás da burocracia, e o que num primeiro momento custa US$ 0,02 pode, no final, chegar a US$ 20 mil. Como muitas vezes não há um alinhamento entre o TI e o Financeiro, a empresa acaba assumindo o passivo por não estar fazendo o recolhimento correto dos tributos.

Em resumo: quem aderiu à nuvem para evitar a compra de hardware, mas optou por um produto de fora, será seriamente impactado em algum momento (se já não foi). Isso nos leva a um outro cenário, que é o repensar do uso da nuvem visando a redução de custos, o que ao meu ver é a contramão do ecossistema.

Como quem lida com TI se baseia em referências, geralmente não volta os olhos para os produtos nacionais, justamente porque os produtos estrangeiros têm mais destaque no mercado. Mas o Brasil tem, sim, ótimos produtos. O que falta é conhecimento, por parte do público, dessas soluções, que trazem serviços agregados, tecnologias de ponta e, o melhor, são tarifadas em Reais.

Diferentemente dos provedores locais, as marcas globais geralmente não orientam diretamente o cliente no que diz respeito à escalabilidade – essa responsabilidade, no fim das contas, fica a cargo do broker ou do distribuidor no momento da revenda do serviço, gerando para o cliente duas contas a serem pagas.

Indo mais a fundo, é importante ressaltar que nem todo broker “abre” para o cliente qual nuvem ele está contratando, pois na maioria das vezes, ele representa múltiplas marcas, e só repassa os valores incluindo o seu custo.

Também precisamos considerar que a orientação ao cliente irá variar de acordo com o suporte que ele pagar – em clouds globais, isso geralmente tende a ser de acordo com nível de suporte contratado na hora da aquisição do espaço em nuvem. Por isso, todo cuidado é pouco.

Como a cultura de contratação de nuvem sob demanda vem aumentando no Brasil, é preciso observar os critérios de excelência antes de ir às compras para, então, escolher um bom serviço. Isso, evidentemente, também se aplica ao cloud computing Made in Brazil.

Para quem ainda tem receio, ou mesmo desconhece o nosso potencial, a grande vantagem das empresas baseadas localmente é o serviço de apoio, a baixa latência e a operação de gestão focada no sucesso do cliente.

 

* Luiz Fernando Souza é CBO da Binario Cloud

 

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Alexandre Tunes é novo Country Sales Manager da InterSystems

A InterSystems, líder global em Tecnologia de Informação para Saúde, está reforçando sua operação no Brasil com a nomeação do executivo Alexandre Tunes para o cargo de Country Sales Manager no país.

Alexandre Tunes é engenheiro de telecomunicações com pós-graduação em Gestão e Marketing. Com 20 anos de experiência em empresas de tecnologia da informação, como SAS Institute, SAP e Oracle. Na InterSystems já atuava como gerente de vendas para Data Plataforma.

Na nova função, Tunes se reportará diretamente ao diretor -eral da InterSystems para a América Latina, Carlos Eduardo Nogueira. “As mudanças que estamos anunciando darão ainda mais força para a nossa operação brasileira”, destaca Nogueira.

 

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Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br



Energia elétrica: Quatro dicas para manter o trabalho remoto funcionando de forma segura

Com a situação do coronavírus no Brasil, inúmeras organizações já adotaram o trabalho remoto, conhecido como home office, para manter os funcionários seguros e evitar uma disseminação ainda maior da doença. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Porém, muitos esquecem que com o “escritório em casa” nós precisamos ter preocupações e cuidados semelhantes aos do trabalho convencional. É preciso de uma conexão estável com a internet, para pleno acesso aos arquivos importantes armazenados na nuvem, por exemplo.

Porém, uma prevenção essencial que muitos acabam esquecendo está ligado à rede elétrica. Blecautes ocasionais ou apagões causados pelas quedas de energia são comuns, assim como os picos de energia que podem danificar equipamentos eletrônicos, por fornecerem níveis de voltagem mais altos do que os suportáveis.

Uma opção simples e eficiente para minimizar esse tipo de problema são os equipamentos de proteção de energia, como é os nobreaks e estabilizadores de tensão, que garantem proteção e fornecimento de energia ininterrupto e estável.

“Engana-se quem pensa que esses aparelhos são indicados somente para empresas da área de tecnologia. Qualquer negócio que possua máquinas mais sensíveis à energia pode investir nesses dispositivos, especialmente neste momento de home office”, comenta Pedro Al Shara, engenheiro elétrico e CEO da TS Shara.

Para entender como o nobreak podem ajudar neste momento de trabalho à distância, o especialista explicou algumas das principais funções desse dispositivo:

Evitar a perda de documentos e dados importantes que não foram salvos
Como muitas pessoas estão utilizando redes seguras (o VPN) para acessar à rede privada das empresas, é preciso estar atento com o tráfego de informações e documentos. A maioria dos nobreaks oferece cerca de 15 minutos de energia para aparelhos simples, como notebooks, tenham tempo ideal para salvar arquivos, encerrar processos e desligar tudo de maneira correta no caso de falta de energia.

Assim, você não corre riscos de ter arquivos danificados e nem perde tempo para refazer tarefas que foram interrompidas.

Manter a conexão com a internet
Com o aumento do consumo de internet ao ter tantas pessoas isoladas em suas casas, outro benefício de possuir uma fonte de alimentação de energia reserva é a garantia da conexão à internet, já que os roteadores consomem pouca energia, permitindo que a bateria substituta continue operando por algum tempo. Isso evita a queda de teleconferências e o acesso online, por exemplo.

Evitar aparelhos eletrônicos danificados
O uso das máquinas corporativas para realizar o trabalho remoto, que apresentam mais recursos de segurança para evitar vazamentos de informações, também precisam ser protegidas. Nesse caso, o nobreak funciona como um regulador de tensão, entregando uma energia ‘limpa’ (sem oscilações) para os dispositivos conectados a ele, servindo como uma proteção extra contra uma energia de má qualidade, que pode prejudicar a vida útil dos equipamentos.

Proteger a rede elétrica
Muito mais do que apenas fornecer energia contínua após apagões ou oscilações de energia, o nobreak também é responsável por manter a qualidade da sua rede elétrica, filtrando a eletricidade que chega aos aparelhos eletrônicos, protegendo-os dos distúrbios da rede, evitando a queima, o mau funcionamento ou a redução de sua vida útil.

Já os estabilizadores, como o próprio nome diz, ajudam a estabilizar a tensão caso aconteça alguma alteração na rede elétrica, transformando as tensões altas e baixas em constantes e estáveis.

 

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Qual é o melhor notebook para profissionais de edição de fotos e vídeos?

Por Emerson Salomão *

Com a experiência de customizar notebooks de alta performance para mercados específicos que exigem alto desempenho, seja para análise de imagens, programas de realidade aumentada, automação na cadeia produtiva em alta escala, entre outros, sempre me deparo com a seguinte pergunta: Qual é o melhor notebook para essa ou aquela área? [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Curiosamente, vejo uma movimentação maior no mercado de edição de fotos e vídeos e profissionais interessados em profissionalizar seus negócios.

É um mercado que tem se adaptado nos últimos anos, principalmente pela mudança para o mundo digital. Quem surfou nesta onda e se aperfeiçoou, hoje, está colhendo bons frutos, pois é um mercado com muitas oportunidades.

O sucesso do premiado filmmaker, Guilherme Coelho, referência na área, mostra que a arte de contar histórias com vídeos e eternizar momentos pode ser um negócio de sucesso. Outro fenômeno, o fotógrafo Gilmar Silva, ganha cada vez mais repercussão do seu trabalho e já é considerado uma celebridade no meio.

Fiz questão de citá-los para que sirvam de inspiração para profissionais do ramo. Felizmente tenho visto interessados em tecnologias que farão a diferença nesse segundo semestre do ano, a fase da retomada da economia.

Abaixo, destaco algumas dicas que mostram quais características compõe o melhor notebook para edição de fotos e vídeos. Com essas informações, os profissionais poderão ser mais exigentes na hora de escolher o melhor equipamento para rodar, com agilidade, softwares como, After Effects, Lightroom, Premiere, Photoshop, entre outros.

Confiram abaixo:

O que avaliar na hora de comprar um notebook?
No ato da aquisição de um equipamento a prioridade é avaliar a capacidade da placa de vídeo, processador, armazenamento, entradas e saídas de vídeo e o tipo de tela. Vale levar em consideração também se haverá a necessidade de mobilidade para que o design seja leve e prático para o deslocamento. Já é possível customizar notebooks para atender as variadas necessidades.

O que levar em consideração quando preciso de um bom desempenho?
Para fins de edição de fotos e vídeos, não comprem notebooks com HD. Isso prejudica muito o desempenho dos projetos. Optem sempre por máquinas com SSD (Solid State Drive). Com esse dispositivo, o aumento de desempenho é imediato e significativo.

Considerando a necessidade de renderização, atuar com SSD poderá aumentar a agilidade em até 10x mais do que o HD normal na hora de consolidar imagens, áudios e efeitos.

E sobre a qualidade das imagens?
Sem dúvida a tela Full HD é a mais indicada para reproduzir a imagem e gerar a sensação de realidade, de reavivar aquele momento mágico e inspirar sensações. Para intensificar essa experiência, o ideal é que a taxa de sRGB seja próxima a 100%.

Quais as dicas para os iniciantes?
Essa é um assunto que sempre me questionam, pois existem muitos profissionais que estão começando e que precisam de notebooks de alta performance com um investimento acessível. Para eles, indicamos a seguinte configuração: processador i5 da série H, placa de vídeo com pelo menos 4GB de memória dedicada, 16GB de memória RAM, 500GB de SSD interno, Windows original e sempre atuar com aplicativos originais. Essa configurações garantem entrega com alto nível de qualidade.

E para aquele que trabalha com alta demanda?
Para esses profissionais as máquinas precisam de uma configuração mais potente, cuja os softwares de edição já são pesados, independente da demanda. Com o tempo, o volume de projetos armazenados e a produção de novos trabalhos requerem notebooks com potência avançada.

O ideal são máquinas com processadores i7 da série H, placas de vídeo da linha RTX da NVIDIA, 32GB de memória RAM, armazenamento em SSD do tipo NVME e Windows e aplicativos originais.

O que dizer sobre a manutenção dos notebooks?
Para manter a máquina em boas condições a longo prazo é importante realizar uma limpeza interna e uma manutenção preventiva a cada seis meses ou um ano.

Para concluir, afirmo que, ao contrário do que muitos pensavam, esse mercado não está em extinção devido ao aumento de celulares. É um setor em plena expansão. As publicidades continuam, os casamentos não param de acontecer, as revistas e jornais continuam com as ilustrações, o setor de marketing vem sendo cada vez mais requisito nas empresas e ainda houve uma explosão do canal YouTube que exigem profissionais para cuidar da parte técnica. Além disso, o olhar e a experiência de bons profissionais nunca serão substituídos.

Posso dizer sem medo de errar é que o grande diferencial da atualidade é a agilidade na entrega dos projetos. Otimizar o tempo de trabalho também é um ponto importante  na competitividade, e é nesta hora que máquinas de alta performance entram para colaborar na produtividade.

Quanto melhor a configuração da máquina, mais rápido o profissional conseguirá finalizar projetos e se comprometer com novos. A qualidade dos equipamentos alinhado à criatividade são os ingredientes que desencadearão o sucesso ou o fracasso.

Então, essa é a hora de buscar especialização e dar o primeiro passo para profissionalizar seus estúdios com equipamentos que garantirão projetos de mais qualidade e que, consequentemente, atrairão ainda mais sucesso para os negócios.

 

* Emerson Salomão é fundador da Avell

 

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Websérie explica como a inteligência estratégica da arte marcial chinesa pode ser aplicada no âmbito empresarial

A improvável relação entre o Kung Fu, uma arte marcial milenar, e os negócios empresariais será o tema do episódio da websérie Insight Kingston, que vai ao ar nesta sexta-feira (17), às 18h, no canal do YouTube da Kingston Brasil. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em “Inteligência Estratégica”, o convidado é Léo Imamura, grão-mestre de Kung Fu do sistema Ving Tsun (Wing Chun) pela International Moy Yat Ving Tsun Federation, líder de Moy Yat Ving Tsun Martial Intelligence e fundador e consultor principal da Martial Intelligence Inc.

Entre outros assuntos, Imamura vai explicar como sua empresa, que tem sede nos Estados Unidos, utiliza conceitos de inteligência estratégica da arte marcial chinesa com os executivos e líderes de companhias nacionais e multinacionais.

O programa abordará quatro tipos de estratégias empresariais: de sobrevivência, crescimento, manutenção e desenvolvimento.

Confira a playlist completa da websérie aqui .

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Empresa aposta na digitalização de processos para ganho de produtividade

Crescendo ano a ano e atenta às tendências de mercado, em 2019 a Docile investiu para buscar melhorar a sua experiência na área de Recursos Humanos, tendo em conta que digitalizar é o melhor caminho. Uma mudança que consequentemente traz uma vantagem competitiva para todo o negócio. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“Ter todo o processo manual era um problema para nós. Isso inclui avaliação de desempenho, pesquisa de clima, recrutamento e seleção, etc. Um formato de trabalho que nos tirava agilidade e que nos fazia acumular muitos papéis. Hoje o investimento que realizamos para otimizar os nossos processos está totalmente pago, já que o aumento significativo da nossa produtividade é o nosso principal benefício hoje”, destaca a Gerente de Recursos Humanos da Docile, Anete Diehl Martins.

Por saber que a digitalização de processos é algo essencial para grandes empresas, a companhia encontrou na Senior um apoio para implementar soluções adequadas para suas necessidades.

Hoje a empresa trabalha digitalmente tarefas como fechamento do ponto, gestão de portaria, controle de férias, segurança e medicina, feedbacks, atualização de informações cadastrais, avaliação de competências, remuneração, etc. Um formato de trabalho que dá autonomia aos gestores e também para os colaboradores.

“Um trabalho que estamos realizando a quatro mãos, entendendo o perfil do negócio da Docile e todas as necessidades das pessoas que atuam diariamente neste contexto”, conta o Head da Filial Senior no Rio Grande do Sul, Jeremias Volpi.

Rever processos para ser mais digital
Toda essa conversa sobre ser digital é algo que começou na área de Recursos Humanos da Docile, a partir de feedbacks com clientes e diálogos com setores diversos da empresa. Um trabalho que mexeu com a cultura da companhia, com a revisão de processos e com a educação de todos sobre transformação digital.

O assunto tem ganhado cada dia mais força internamente, gerando inclusive o nascimento de um comitê sobre transformação digital dentro da empresa.

Transformação que impacta a sociedade
Com toda a transformação que a empresa vem passando, é comum que ela esteja voltada cada vez mais práticas digitais, como o preenchimento de interesse em vagas online, e todo o processo de admissão também dentro do ambiente virtual. Ações que chamam atenção das pessoas que entram em contato com a companhia.

“Tem sido um trabalho constante de orientação nossa para essas pessoas, mas também algo que acontece de forma tranquila. Quando os interessados em vagas entram em contato conosco informamos de forma bastante prática quais são os meios de comunicação, e iniciamos os processos online, algo que também se faz necessário neste momento de pandemia Covid-19. Sentimos que estamos trazendo práticas digitais novas para a nossa região, e temos muito orgulho de iniciar esse movimento”, fala a Gerente de RH da Docile.

Mindsight e Plataforma Senior X
Além das soluções de RH, a companhia também aderiu a inovações em alta no mercado de software para gestão, como é o caso da solução Mindsight, que junto com o HCM – solução de gestão de pessoas- oferece um sistema de inteligência artificial e psicologia organizacional para ajudar empresas a selecionar os melhores profissionais.

“Com o uso do HCM e da Mindsight temos conseguido administrar com mais agilidade o alto volume de candidatos para vagas operacionais, além de lidar com mais assertividade as vagas para cargos de gestão, que normalmente exigem perfis específicos de profissionais”, explica a Gerente.

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Pixeon lança nova versão da plataforma de AI para atendimento humanizado em saúde

Cada vez mais, a área de Saúde demanda soluções versáteis e integradas, que proporcionem mobilidade, segurança e facilidade tanto para os profissionais do setor quanto para os pacientes.

Para atender essa nova realidade, a Pixeon criou a Lumia, a nova versão da sua plataforma de Inteligência Artificial desenvolvida para proporcionar um atendimento eficiente e humanizado a pacientes.

Implantada de forma integrada e nativa às diversas soluções da empresa, a Pixeon Lumia automatiza e torna inteligentes os pontos em que o paciente entra em contato com as instituições de saúde.

A plataforma é capaz de oferecer uma jornada de atendimento totalmente digital. Assim, alguém que procura uma clínica para fazer um exame, por exemplo, poderá ter contato com a inteligência artificial ao fazer agendamento, pode ser recepcionado por um robô ao chegar à clínica para fazer o exame e, depois, receber os resultados via WhatsApp enviados pela própria Lumia.

Veja seu funcionamento:

A Inteligência artificial é uma das grandes tendências para o setor da saúde, com benefícios tanto para os pacientes quanto para os profissionais da área. A Pixeon acredita que, por meio de tecnologia, é capaz de contribuir para melhores serviços de saúde, tornar os processos mais eficientes e ao mesmo tempo comprovar a tese de que o atendimento humanizado é factível por meio de tecnologias inovadoras.

“A Lumia foi desenvolvida para ajudar instituições de saúde a alcançarem o próximo nível de eficiência e qualidade no atendimento e na atenção ao paciente. Ela melhora e acelera processos em que a atuação humana é repetitiva e operacional, liberando o profissional da saúde para atuar onde é mais necessário: no cuidado à vida” afirma Armando Buchina, CEO da Pixeon.

A companhia lançará a comercialização da oferta ao mercado no início de setembro no modelo SaaS (software as a service).

IA integrada com robôs
Com o lançamento da Pixeon Lumia, a empresa passa a oferecer também, como parte de sua solução de inteligência artificial para a Saúde, uma linha de robôs que podem ser usados tanto para a recepção de pacientes quanto para o suporte ao atendimento médico em hospitais.

Dentre os recursos, a Lumia incorporada à robôs pode apoiar e assumir processos como televisita, teleconsulta, teletriagem, assistência beira-leito, além de outras possibilidades de monitoramentos e apoio aos profissionais médicos e enfermaria.

Com uma plataforma segura, toda a transmissão é criptografada o que garante a integridade das informações trocadas durante a interação com o robô, que se conecta à prontuários eletrônicos, ficha dos pacientes, protocolos médicos etc.

“No atual momento de desafios e oportunidades, os robôs trazem grandes benefícios, como a possibilidade de comunicação de pacientes com familiares, enfermeiros e médicos de forma remota; e também, para os profissionais, de fazer triagens e análise de exames à distância”, explica Armando Buchina.

A crença de Buchina é tamanha que a Pixeon resolveu doar 5 robôs de telepresença ao Hospital das Clínicas de São Paulo anunciado no último dia 12 de agosto no evento Pixeon Digital Health 2nd Edition, realizado dentro do InovaHC – Distrito.

“Ainda em tempo de pandemia, estes robôs servirão ao propósito de automatizar teletriagem e televisita contribuindo no combate ao COVID-19, mas também passam a atuar em outros setores estratégicos do Hospital de forma continua e permanente após a crise, passando a fazer parte do cotidiano dos profissionais de saúde e pacientes”, completa Buchina.

Os robôs serão oferecidos pela Pixeon em dois modelos inicialmente – um totalmente autônomo, que é um robô humanoide capaz de reconhecer facialmente as pessoas, conectar ao seu prontuário, reconhecer qual o médico em atendimento e fazer conexões para teleconsulta e telemedicina.

O outro modelo é chamado de telepresença, mais utilizado para implementações e uso em processos mais simples, mas garantindo o atendimento e visitas à distância com total interatividade de voz e vídeo online.

“Inovar pela Vida é nosso mote e com esta parceria queremos acelerar a adoção de robôs na área da saúde, em um movimento que perdure e permaneça mesmo depois que essa pandemia acabar, ou seja, em caráter definitivo”, completa Buchina.

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Inscrições para 25 mil bolsas de estudo se encerram nessa quarta

Termina nesta quarta-feira (30/09) o prazo de inscrição para as 25 mil bolsas de estudo gratuitas abertas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo em parceria com a Digital Innovation One.

As vagas para o programa de treinamento são destinadas à área de programação de games e estão disponíveis gratuitamente neste link.

As atividades são disponibilizadas por meio do programa Novotec, em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e o Centro Paula Souza. Durante a ação conjunta, as instituições oferecerão capacitação gratuita aos estudantes do Ensino Médio das escolas estaduais paulistas.

As aulas, que também estão disponíveis aos ex-alunos com até dois anos de formação, buscam qualificar novos talentos para o mercado de trabalho, que estudam ou estudaram na rede estadual de ensino.

O programa ajudará não apenas as empresas a encontrarem profissionais capacitados, como também pode alavancar a inserção de jovens no mercado de trabalho trazendo reflexos positivos para o desenvolvimento socioeconômico e a distribuição de renda no Estado.

Entre as instituições que já se conectaram ao ecossistema da DIO para contratação de talentos estão o Grupo Carrefour (rede varejista e banco da marca), Grupo GFT, Everis, Impulso, Zarp e ART IT.

“Essa é mais uma parceria do programa Novotec para oferecer alternativas de qualificação profissional aos estudantes do ensino médio em um contexto tão adverso quanto o que vivemos hoje”, disse Daniel Barros, coordenador de Ensino Técnico, Tecnológico e Profissionalizante da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo.

Ao longo das 100 horas de duração do bootcamp, os alunos serão capacitados através de projetos práticos de mercado e desafios de código, para poderem atuar como desenvolvedores de software front-end. Ou seja, terão conhecimentos para serem criadores de sites e páginas online que utilizam tecnologias bases da web, como código HTML, CSS e JavaScript.

A ideia é proporcionar a primeira experiência do jovem com o mercado de trabalho e orientá-lo sobre técnicas e projeções de carreiras por meio de mentores profissionais.

Ao final desse programa de treinamento, todos os participantes que concluírem as aulas receberão um certificado. Os alunos que mais se destacarem ficarão disponíveis na plataforma para potenciais convites de entrevistas de emprego disponibilizadas pelas empresas parceiras da startup.

Qualificação profissional
A qualificação profissional é uma das principais ferramentas para diminuir a taxa de desemprego entre os jovens brasileiros. Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada no primeiro semestre deste ano, aponta que a taxa de desocupação da população de 18 a 24 anos foi de 23,8% no 4º trimestre de 2019.

Ou seja, são mais de 3 milhões de jovens sem emprego.

Para o presidente do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo (SEPROSP, filiado à FESESP), Luigi Nese, apoiar as 25 mil bolsas de estudo também é uma forma colaborativa de trazer impactos positivos às empresas do ramo que procuram mão de obra qualificada.

“A educação e formação de profissionais são algumas das nossas prioridades para fortalecer as empresas do setor de tecnologia da informação, fato que contribui diretamente para a competitividade e desenvolvimento socioeconômico. A nossa parceria com a Digital Innovation One e o Novotec impulsiona o nosso compromisso com as empresas de tecnologia”, destacou.

Neste cenário de oportunidades, começar a trabalhar, justamente em um período em que as vagas estão cada vez mais concorridas, pode ser fundamental para muitos estudantes que precisam arcar com gastos estudantis e contribuir com as despesas de casa. Na avaliação de Iglá Generoso, CEO da Digital Innovation One. São inúmeras as famílias que devido a pandemia no novo coronavírus tiveram de encontrar soluções para complementar a renda.

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