Um olhar além dos números

Por Carlênio Castelo Branco *

Uma das formas mais eficazes de mostrar a eficiência da nossa empresa para o mercado é de fato apresentar o que fazemos, como fazemos e os resultados que trazemos. No entanto, em um cenário atípico como este que vivemos hoje, é inevitável repensarmos sobre nossas vitórias, inclusive para que possamos ter um olhar cada vez mais otimista para o futuro.

Dentro da realidade da empresa onde atuo hoje, lidamos diariamente com mais de 12 mil clientes, de segmentos, portes e realidades diferentes. Players de peso no mercado que confirmam a importância do nosso trabalho no cenário de negócios.

Mas, em dias de crise, isso significa muito mais do que contratos fechados. Foi pensando sobre isso que cheguei a esta pergunta: quanto a sua empresa tem sido essencial para que outros negócios se mantenham em pé diante de uma crise?

A tecnologia está ganhando ainda mais relevância neste contexto, afinal, muitas companhias estão operando à distância neste momento, lidando com colaboradores, contratações, novos projetos, e tudo que em um período normal faríamos em um ambiente físico – juntos, lado a lado.

Com inovação estamos conseguindo atender necessidades essenciais com uma excelência que tem feito muitas empresas a mudar inclusive a sua cultura.

Sem falar no e-commerce. O mercado online cresce mês a mês, e junto a ele a experiência do cliente segue no radar do marketing e da logística, que não podem falhar neste momento tão importante para todos nós.

Nós da área de inovação ganhamos espaço, mas não é só isso. Uma empresa se torna mesmo essencial a partir de um raciocínio que vê além dos números, e que enxerga as “dores” de seus clientes com o entendimento de que períodos negativos também possuem começo, meio e fim.

Independente do seu serviço e atuação, é preciso criar uma flexibilidade e uma inteligência para usar cenários negativos para atender necessidades e fortalecer relacionamentos.

Por aqui nesses mais de dez anos, o relacionamento e a parceria sempre foram ferramentas que fizeram parte do nosso crescimento. Foi por meio desta receita que atingimos e superamos as nossas metas ano a ano. Com base nesta experiência convido você a quebrar paradigmas, com um olhar que não desvia dos números, mas que sempre pode ir muito além deles.

* Carlênio Castelo Branco é CEO da Senior Sistemas

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5G, IoT e OT desafiam o profissional brasileiro de TI a se reinventar em 2022

Por Luis Arís *

Em 2022, os profissionais brasileiros de TI e Infraestrutura estarão, mais do que nunca, num intenso processo de transformação. Com seu passe cada vez mais valorizado – pesquisa da Softex de julho de 2021 mostra que o Brasil terá um déficit de 408 mil profissionais até o final deste ano – , essa categoria tem tido de antecipar várias ondas de inovações, entregando novos skills e conhecimentos técnicos às organizações onde atua. O grande desafio imposto por esse avanço ao profissional de TI é a contínua busca de integração entre pessoas, ambientes e tecnologias que ou são disruptivas ou, antes, operavam de forma isolada.

A chegada da rede 5G – a nuvem das nuvens – torna esse quadro ainda mais complexo. Uma de suas bases é o Edge Computing, com um papel cada vez mais estratégico no suporte a aplicações IoT em todas as verticais da economia. A meta é diminuir a latência de modo a reduzir em milissegundos a velocidade de resposta de aplicações críticas para as empresas e para a economia brasileira como um todo.

Complexidade das nuvens e dos data centers aumenta
A transformação da infraestrutura de rede exige que o gestor de TI conquiste visibilidade e controle sobre nuvens baseadas em data centers que vão de soluções modulares até os grandes data centers centrais.  O desafio só aumenta: trata-se de equacionar simultaneamente a nuvem privada, pública e híbrida, centralizada (Cloud) ou nas bordas (Edge), e o perfil de data center mais adequado para cada um desses formatos.

Nesse contexto, a falta de profissionais também se faz sentir: pesquisa divulgada em janeiro de 2021 pelo Uptime Institute revela que, em todo o mundo e até 2025, o segmento demandará 300 mil novos profissionais. 50% dos 1100 líderes de TI e de data center entrevistados para esse estudo disseram enfrentar dificuldade para contratar candidatos qualificados, 38% a mais do que o identificado em 2020.

Uma análise mais detalhada de um único setor da economia – a indústria – ressalta ainda mais o perfil do profissional brasileiro que as organizações estão buscando em 2022. Estudo da Delloite divulgado em novembro de 2020 mostra que a falta de integração entre os ambientes e os times de TI e OT é um grande desafio. Isso é comprovado pela vulnerabilidade das organizações OT a ataques cibernéticos – segundo esse relatório, 90% das indústrias norte-americanas sofreram invasões que exploravam as brechas criadas pela falta de visibilidade sobre todos os ambientes digitais da empresa.

Integração entre OT e TI
O mesmo documento da Delloite mostra que, nos últimos 10 anos, a bandeira da Indústria 4.0 passou a exigir que as empresas se modificassem para integrar o chão de fábrica à área de TI.

Essa jornada é complexa. O chão de fábrica continua dependendo de protocolos e tecnologias muito especializados – é o caso de dispositivos IIoT (Industrial Internet of Things) com protocolos como SCADA, Modbus TCP ou OPC UA. No modelo IIoT, dados são gerados por sensores, dispositivos e maquinaria conectada. Esses dados ajudam o gestor a identificar tendências, antecipando insights sobre o que se passa no chão de fábrica e facilitando a tomada preditiva de decisões.

Para se chegar a resultados como estes, é necessário contar com um novo perfil de profissionais – pessoas que, além de conhecer em profundidade os meandros da OT e da TI, consigam compartilhar visões e ações.

Falta de componentes e problemas de logística
E, por fim, outro fator pressiona o profissional de TI brasileiro em 2022: a falta de componentes e appliances físicos para todo tipo de infraestrutura de TI. Estudo divulgado pela ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) em junho de 2021 mostra que 73% de seus associados estavam enfrentando dificuldades na aquisição de componentes.

Além da indisponibilidade de dispositivos digitais, a crise mundial de logística criada pela COVID-19 segue atrasando entregas e deixa ainda mais precários todos os tipos de infraestrutura de TI e de redes. Qualquer manutenção ou troca de componentes, por exemplo, pode deflagar uma crise na organização.

Como, então, lidar com esses desafios?
Uma estratégia possível é utilizar plataformas de monitoramento “White Label” baseadas em sensores que coletam medidas sobre o status de cada um dos elementos que constituem a rede, de roteadores a Controladores Lógicos Programáveis e UPS, de aplicações a processos de gestão.  O grande diferencial dessa tecnologia é recolher bilhões de dados gerados por milhares ou milhões de componentes físicos e lógicos e, a partir daí, em tempo real, construir uma análise preditiva e com alarmes sobre o comportamento do ambiente digital.

Trata-se de uma geração de software que se reinventa sem cessar, abraçando e analisando os mais diversos protocolos e gerando dashboards que vão da visão macro a mais granular. Sua missão é ampliar o controle do profissional de TI sobre redes 5G, data centers de Edge e Cloud Computing, IoT, IIoT e OT e, desse modo, suportar a continuidade dos negócios digitais.

Maturidade digital
Nos dois últimos anos, o dinamismo da economia digital brasileira foi tal que, primeiramente, aconteceu a expansão da superfície computacional e, só num segundo momento, e em alguns casos, a maturidade veio.
2022, no entanto, será um divisor de águas.

A heterogeneidade da TI explodirá e exigirá que os profissionais estejam vários passos à frente do próximo desafio digital. A boa notícia é que a busca pelo domínio sobre tecnologias díspares e em constante transformação já é uma realidade para o novo profissional de TI. São pessoas abertas para o outro, com o desejo de aprender diferentes linguagens e criar pontes entre inovações disruptivas e ambientes que, antes, existiam em silos. Quem trilhar esse duplo caminho de integração – entre pessoas e entre tecnologias – avançará em sua carreira e suportará o crescimento do Brasil em 2022.

* Luis Arís é Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Paessler LATAM

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Mitos e verdades sobre o refrigerador side by side da Samsung, com três portas


Atenção: Empresa alerta para ameaças distribuídas em Java

A Forcepoint, por meio de seu braço de pesquisas, o X-Labs, tem acompanhado campanhas emergentes de distribuição de malware que utilizam a plataforma Java. Os downloaders de Java são uma ameaça conhecida há um bom tempo, mas há pelo menos um recurso inexplorado da plataforma que ajuda a automatizar o download e a execução de malware: o Java Network Launch Protocol (JNLP).

Ele foi concebido para ser um mecanismo simples para iniciar aplicativos Java remotos clicando duas vezes no equivalente a um arquivo Windows Link. Atualmente, está sendo aproveitado como uma nova maneira de executar automaticamente arquivos Java maliciosos.

O que é JNPL?
O Java Network Launch Protocol ou Java Web Start – como os programadores costumam se referir a ele – é um protocolo que usa a linguagem de marcação XML. Ele foi projetado com o único propósito de iniciar aplicativos Java automaticamente de um local remoto.

Para que isso funcione, o arquivo JNLP deve conter um endereço de host e um caminho do pacote de aplicativo Java (JAR) de destino a ser baixado e executado. Depois que o usuário clica duas vezes em um arquivo JNLP, o Java tenta acessar o host descrito na estrutura XML, baixar o pacote JAR especificado e, se for bem-sucedido, executá-lo. O único pré-requisito é a existência do Java Runtime Environment (JRE) no PC local. 

“É bastante óbvio que essa funcionalidade oferece uma oportunidade atraente para automatizar o download e a execução de um arquivo malicioso”, afirma Luiz Faro, diretor de engenharia de sistemas da Forcepoint para América Latina.

As campanhas de spam mal-intencionados que utilizam um anexo JNLP – no estado em que se encontra ou dentro de um arquivo ZIP – começaram a aparecer nas últimas semanas. O X-Labs identificou mensagens que parecem vir do INPS (Istituto Nazionale della Previdenza Sociale), que é a principal entidade do sistema público de aposentadoria da Itália.

Curiosamente, o site do INPS foi alvo de ataques no início de 2020, quando os cidadãos italianos começaram a se inscrever para receber benefícios; mas desta vez o órgão está sendo usado como isca, tamanha é a relevância da organização. Neste caso em específico, o malware encontrado é um cavalo de Tróia bancário, baseado na família de malware Gozi.

É sedutor que as pessoas verifiquem seu saldo e solicitem um reembolso abrindo o anexo, afinal, o logotipo do INPS está incluído. No entanto, olhando mais de perto o endereço do remetente, o corpo da mensagem escrita de maneira desajeitada e o anexo, torna-se fácil perceber que é suspeito. Abrir o anexo JNLP em um editor de texto revela claramente o endereço C2 do primeiro estágio.

Embora este exemplo específico de malware em uma ferramenta de lançamento de Java seja direcionado apenas a endereços IP italianos (acessar qualquer lugar que não seja um endereço IP italiano fará com que o servidor ignore a solicitação), a técnica não se limita a esta geografia. É natural que os cibercriminosos continuem a evoluir este ataque, logo podemos esperar ver diferentes iscas usando as mesmas técnicas JNLP para baixar malware.

É recomendável bloquear anexos de arquivo JNLP no nível do gateway para evitar a execução indesejada junto com suas consequências. Ter a funcionalidade de inicialização automática em aplicativos ou plataformas populares não significa necessariamente que eles são seguros para uso ou foram criados com a segurança em mente. Provavelmente, eles simplesmente não foram explorados por cibercriminosos ainda.

Neste link é possível verificar se o Java está instalado em sua máquina. 

“Se fizer a verificação, vale a pena denunciar para sua equipe de TI em caso positivo. Temos alertado sobre a natureza vulnerável do Java desde pelo menos 2013. É muito importante ter cuidado, como de costume, ao não clicar duas vezes em anexos de e-mail não solicitado”, orienta Faro. 

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Evelin Wanke é a nova diretora de Vendas da Epson

Neste mês de dezembro, a Epson do Brasil anunciou que Evelin Wanke, ex-gerente de Negócios da empresa, foi promovida à diretora de Vendas.

Na Epson há quase 10 anos, ela foi responsável pelo desenvolvimento de novos mercados com grande foco nos segmentos de Comunicação Visual e Têxtil.

Com dezesseis anos de experiência no mercado de Comunicação Visual e dez anos de experiência nos mercados de Sublimação, Proofing, Fotografia e CAD, Evelin gerenciou o departamento de Impressoras de Grandes Formatos na Epson do Brasil e esteve à frente de grandes projetos, que resultaram em um crescimento médio de 60% ao ano durante este período. Também liderou a implementação do Solutions Center, primeiro centro de soluções da América Latina, voltado experimentação de tecnologias no setor têxtil.

É graduada em Engenharia de Materiais, com pós-gradução em Gestão e Engenharia de Produtos pela USP e atuou anteriormente na 3M do Brasil como engenheira especialista no mercado de Comunicação Visual e Arquitetura.

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Ex-DXC comandará Pré-Vendas da Qlik para a América Latina

A Qlik, de data analytics, anuncia Cesar Ripari como novo diretor de pré-vendas para a América Latina. O executivo será responsável por toda a equipe de gerentes e consultores de arquitetura de soluções, que atua junto aos parceiros Qlik no desenvolvimento de estratégias de analytics para os prospects da companhia.

“Há cerca de um ano, a Qlik deixou de atuar como uma empresa de produtos independentes e passou a trabalhar como uma plataforma completa de Business Intelligence. Essa mudança torna o pré-vendas ainda mais estratégico, já que sua capacidade consultiva passa a ser ainda mais necessária”, aponta Cesar. “A meta, agora, é nos aproximarmos cada vez mais dos nossos parceiros, para capacitá-los e apoiá-los tecnicamente dentro desse novo contexto”, acrescenta.

Formado em ciência da Computação pela Universidade São Caetano do Sul, pós-graduado em Administração Financeira pela FEI e mestre em Business Management pela UFRJ, o executivo tem passagens por empresas como DXC, Software AG e BMC.

Movimentações internacionais
Antes, o responsável pelo setor era Caíque Zaniolo, gerente de arquitetura de soluções para América Latina. O executivo deixou a posição para se juntar ao time norte-americano da Qlik como gerente global de produtos para Analytics. “A nova posição vem com o desafio de buscar inovações dentro de nossas soluções já existentes”, explica Caíque. “A ideia é aproveitar os oito anos de experiência que tenho na Qlik e a proximidade com os clientes e com o mercado latino-americano para encontrar novas oportunidades de melhorar, cada vez mais, nossa plataforma”, completa.

Com a saída do executivo e a chegada do novo diretor para a América Latina, a companhia decidiu criar uma posição totalmente focada no Brasil. Alexandre Zacarias, na Qlik desde 2014, assume o cargo de gerente de arquitetura de soluções para o Brasil.

“Nossa equipe entende as necessidades dos prospects da Qlik e traça, junto aos parceiros, as melhores estratégias para inserir essas companhias dentro da nova Economia Analítica”, conta Zacarias. “Com a chegada do Cesar Ripari, vamos trabalhar juntos para nos aproximarmos ainda mais dos parceiros locais e dar foco na expansão de nossa plataforma em todo o Brasil”, conclui.

Acesse os outros sites da VideoPress

Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br



Como mitigar os riscos às informações pessoais inerentes à telemedicina?

Por Luiz Faro *

A pandemia do Covid-19 trouxe às nossas vidas um serviço que, a princípio, parecia que levaria muito mais tempo para chegar: a telemedicina. A adoção generalizada de novos aplicativos de mensagens e videoconferência baseados em nuvem abriu as possibilidades de cuidados de saúde dessa forma.

Mas a telemedicina pode representar um risco para a privacidade do paciente?

A telemedicina proporciona inúmeros benefícios aos pacientes e prestadores, como: economia de tempo e custo, melhor acesso ao atendimento e maiores taxas de satisfação do paciente. No entanto, nem tudo é perfeito nessa nova dinâmica de consultas.

Como todos os pregos que se destacam, acabam levando marteladas, não poderia ser diferente com teleconsultas. Todos os caçadores de vulnerabilidades do mundo vão em busca das fragilidades nas ferramentas mais usadas do momento porque são nelas que eles podem obter os maiores ganhos.

É preciso pensar em alguns pontos como o sigilo médico X paciente. Por exemplo, não há nada hoje que impeça um médico de gravar uma consulta e, uma vez gravada, este arquivo vira um dado sensível, afinal ninguém quer que o conteúdo de uma consulta, seja ela psicológica ou de rotina, vire público.

Se um atleta conversa com seu fisioterapeuta sobre uma lesão crônica, esta informação pode interferir diretamente no valor do seu passe. Se a ficha médica de um candidato a algum cargo público cai nas mãos de um criminoso, ela pode virar uma arma política.  

Mas não são apenas as pessoas públicas que podem perder com este tipo de vazamento. Imagine uma terapia online onde um funcionário desabafe sobre seu chefe ou seus colegas de trabalho ao psicólogo. Esta conversa pode ser utilizada como extorção por algum criminoso.

Esses novos protocolos de atenção à saúde geram grandes volumes de novos tipos de dados: desde o momento do agendamento, durante a consulta e no prontuário do paciente ou no registro das consultas digitais. Com isso, aumentam os riscos de segurança cibernética.

Para mitigá-los, as organizações devem garantir que os médicos registrem e tratem os dados dos pacientes corretamente, escolhendo aplicativos que suportem criptografia de ponta a ponta, bem como outras proteções de privacidade.

As atuais arquiteturas de cibersegurança possuem mecanismos para detectar ataques comuns em sistemas de telemedicina, como códigos maliciosos projetados para comprometer sistemas, vazamentos para a Internet de dados armazenados de pacientes, bem como a criptografia desses dados, deixando os serviços de saúde por tempo indeterminado. As equipes de segurança devem estabelecer políticas de prevenção de perda de dados (DLP), bem como procedimentos para monitorar a atividade do usuário.

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) entrou em vigor no Brasil. Na Saúde ainda pode (e deve) passar por mudanças, mas os profissionais da área devem estar atentos para adequar seus processos e culturas internas de forma a garantir a segurança de dados de seus paciente.

Planos para expandir a cobertura e implementar serviços de última geração, como o 5G, permitem a proteção de rede, prevenção de ameaças e sistemas de criptografia para links necessários para reduzir os níveis de risco em relação à transmissão de dados críticos entre sistemas de telemedicina.

Outro desafio (não menos importante) que a telemedicina traz à tona é a verificação de assinaturas digitais para receituários médicos. A cadeia de segurança nesse processo está devidamente preparada para este momento?

Lembrando que receituário médico é alvo de falsificações há muito tempo, desde a receita física, em papel. Será que as farmácias estão prontas para garantir a legalidade das receitas ou garantir que em casos específicos de medicamentos controlados, tais documentos foram utilizados apenas uma vez? Os funcionários da farmácia estão treinados e preparados para isso?  

A verdade é que o Covid-19 mudou tudo em muito pouco tempo e não houve um tempo de preparo e maturação deste tipo de processo. Por isso, todos os profissionais da saúde, desde médicos, enfermeiros, até farmacêuticos, devem ser suportados por sistemas seguros do início ao fim da jornada.

* Luiz Faro é diretor de engenharia de sistemas da Forcepoint para América Latina

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O futuro dos ERPs: o que podemos fazer de diferente?

Por Jander Martins *

À medida que a tecnologia se desenvolve, vamos aprendendo com ela. Ao longo da minha trajetória de mais 35 anos na indústria de softwares, tive a oportunidade de desenvolver sistemas de tudo quanto é jeito. Lá atrás, bem antes da internet, não tínhamos uma direção certa, então desenvolvíamos todo tipo de programa.

Criamos desde sistemas de controle de produção aos embriões daquilo que hoje se chamam ERPs. Tudo isso utilizando as tecnologias da época, tudo feito em mainframe, quando o conceito de client server nem existia. Mas, como ninguém tinha tecnologia, a demanda era absurdamente grande. Faltavam programadores. Faltava gente especializada.

Quando os grandes ERPs chegaram ao Brasil, traziam a proposta de integrar sistemas em uma única plataforma, a fim de atender as empresas de maneira eficiente. Os computadores mudaram muito  rápido, exatamente como está acontecendo agora.

Com o surgimento da microcomputação, o computador foi para dentro de casa. A tecnologia saiu de um mercado que, até então, estava na mão dos governos e grandes empresas, e chegou às pessoas. E as pessoas, logicamente, começaram a criar novos mecanismos.

Retomo esse cenário de ebulição em 2019 por acreditar que estamos vivendo algo semelhante. Já faltam técnicos para atender às demandas de uma intensa transformação. A ideia de integração começou a revelar problemas. Enquanto os grandes ERPs seguem buscando ser solução “para tudo”, não avançam em vário aspectos. A conexão fiscal, por exemplo, não foi resolvida pelos ERPs. A conexão bancária também não.

Quando olho para o passado, vejo uma enorme relação com o que já estamos vendo e com o que veremos ainda mais no futuro. É que esse modo tradicional de fazer ERPs, que apelidei de “monolítico”, não é flexível e não é fácil integrá-lo a novas tecnologias. Não se consegue, hoje, conectar um sistema de gestão ao Facebook, ao Instagram ou ao Twitter.

Mas as redes sociais já representam novas formas de fazer vendas, de comprar e de interagir.  São essas novas formas que vão obrigar os ERPs a mudar, é indiscutível.

Naturalmente, não é possível prever o futuro, mas olhar o passado nos ajudar a compreender a possível direção. A revolução dos últimos tempos foi a internet, que transformou a comunicação. Antes, era preciso comunicar por carta, por telegrama… A internet permitiu novos modos de distribuição de insumos, tornou possível exibir na rede um vídeo, um blog.

Também mudou verdadeiramente a forma como os sistemas são feitos. Além disso, formou milhões de empreendedores que surgiram com as novas possibilidades.

Quando a comunicação via internet migra para o celular, tudo muda novamente. Transformam-se, mais uma vez, os modos como compramos e como vendemos. Como um ERP monolítico vai conversar com as tecnologias novas? Ele precisa ser quebrado em pedaços, precisa assumir novas formas de “falar”.

A demanda é por inovação. Porém, daqui por diante, inovação de verdade será fazer o mesmo de forma muito diferente. Na prática, isso já está acontecendo. A essência de se transportar, por exemplo, continua sendo ir de um lugar a outro. O modo diferente é o Uber.

Logo, é preciso inovar observando as transformações atuais. O que o mercado quer e como faremos diferença? O Instagram tende a se transformar em uma das plataformas de vendas mais populares do mundo. E os ERPs, infelizmente, ainda não estão prontos para isso. É preciso perceber o novo comportamento do consumidor para que consigamos atendê-lo.

Por outro lado, inovar tornou-se mais fácil. De casa, o programador cria o sistema e o torna acessível ao mundo. Os milhões de empreendedores que estão criando soluções terão uma exigência em comum: conexão. Portanto, os produtos do futuro terão de ser conectáveis. E baseados em microsserviços, em funções que possam realizar com máxima eficiência.

É a nossa cultura que está mudando. O celular virou uma plataforma para tudo. Se nós não embarcarmos nesses novos mecanismos, ficaremos para trás. Estamos lidando com um acesso nunca dantes visto a insumos e conhecimento. Há muita facilidade para desenvolver soluções baratas. Via Amazon ou Market Place, vende-se para o mundo todo.

O desenvolvedor de ERP tem que perceber, agora, que o cliente dele é seu concorrente no futuro. Magazine Luiza, por exemplo, tem 400 desenvolvedores de tecnologia dentro de casa. Amazon não é mais um varejo, é uma empresa de tecnologia. Ou seja, o cliente vai construir o core dele internamente e nós, desenvolvedores, precisamos oferecer soluções não possam surgir por lá. Senão, vamos vender para quem?

O caminho, parece-me, é a especialização. Ser muito bom em um determinado segmento será cada vez mais necessário. A lógica não é mais ser um grande ERP que “faz tudo”. O ERP do futuro vai criar microsserviços muito bem feitos. Estamos criando, por exemplo, um template tributário omnichannel, que se conecta a qualquer ERP e a qualquer máquina de vendas ou a qualquer sistema de adquirência. Essa é a criação diferenciada, criar o que ninguém tem.

Não vamos inventar uma nova lâmpada. Vamos criar aquilo que, nesse contexto de mudança, conseguiremos entregar com muita eficiência. E vamos poder, enfim, estar conectados ao que faz parte desse novo ecossistema. O ERP na nuvem já é um forma mais flexível de lidar com a gestão, por permitir conexão.

A pergunta é: como vamos dar conta de inteligência artificial, data science, internet das coisas, redes sociais, reconhecimento facial…? Já estamos lidando com lojas totalmente informatizadas, onde compra-se sem falar com ninguém. Se o banco não resolve o problema via WhatsApp, surge um novo modelo que resolve, e o cliente sai do banco. O Nubank cresce porque permite que se abra uma conta em dois minutos. Líderes de mercado estão deixando de sê-lo muito rápido.

A necessidade de reinvenção atingiu todos os segmentos. Precisamos estar cientes e caminhar para o negócio do futuro, conectado e especializado. A liderança sempre vai existir, e as grandes seguirão comprando as menores, mas nem sempre saberão dirigi-las.

É preciso assimilar essa nova cultura. O consumidor do futuro é alguém mais familiarizado com um tablet do que com um livro. Uma criança já compra um game usando o cartão de crédito do pai. Temos que estar presentes nisso. A disrupção não está surgindo dentro dos grandes ERPs, mas fora deles.

Quando eu era criança, existia um médico da família, que consultava e medicava todo mundo. Hoje, vamos a diversos especialistas. A mesma pessoa é atendida por dez médicos, e esses médicos não concorrem entre si. Os ERPs vão passar por algo parecido.

Não há outra saída senão a reinvenção.

 

* Jander Martins, fundador e CEO da Nexaa



Gerando Falcões conta com Amazon Web Services para acelerar sua transformação digital

A Gerando Falcões está migrando seus workloads (fluxos de dados) para a nuvem da Amazon Web Services (AWS), com o objetivo de expandir sua capacidade de armazenamento e estrutura de dados. A colaboração permitirá que a rede aprimore o uso da tecnologia e avance em sua agenda de transformação digital.

Os recursos oferecidos pela AWS, por meio de créditos para utilização em seus serviços de computação em nuvem, serão utilizados pela Gerando Falcões para armazenamento, coleta, extração e transformação de cargas de dados, além de possibilitar o trabalho com grande volume de dados – conjuntos que, por serem muito grandes, não podem ser processados por sistemas tradicionais.

Além dos créditos disponíveis para modernizar a infraestrutura tecnológica da Gerando Falcões, a AWS também oferecerá, ao longo do ano, uma série de conteúdos técnicos sobre computação em nuvem, ministrados por especialistas da AWS, com o objetivo de auxiliar na preparação e capacitação das pessoas que participam dos projetos da instituição.

Tornar a estrutura dos componentes de dados (arquitetura) da organização mais robusta permitirá que a Gerando Falcões aplique as melhores práticas de mercado e se alinhe tecnologicamente com empresas de grande porte. A mudança tem como principal objetivo aumentar o impacto da missão de transformar a pobreza da favela em peça de museu, antes de Marte ser colonizado. Como uma ONG orientada a dados, todo o ecossistema envolvido nos projetos da Gerando Falcões terá acesso aos dados, de forma ágil e inteligente, para tomar decisões no dia a dia.

“Estamos crescendo aceleradamente, engajando cada vez mais pessoas na nossa missão. A colaboração com a AWS reforça o comprometimento e o engajamento da empresa com seu objetivo social. Com ela, poderemos aprimorar nosso uso de tecnologia e computação em nuvem, além de possibilitar coleta e análises de dados mais precisas nas favelas. Desta forma, nosso time de inteligência pode agir para ampliarmos o impacto social”, comemora Cristian Amaya, Gerente de Data e Analytics da Gerando Falcões.

“Fazer parte da transformação digital da Gerando Falcões é de extrema importância para a AWS. 2021 marca os dez anos desde a chegada da AWS ao Brasil, e ficamos muito felizes de ajudar governos, empresas e instituições a desenvolver, por meio da nuvem, soluções disruptivas que beneficiem a sociedade”, afirma Paulo Cunha, Gerente Geral para Setor Público da AWS no Brasil.



5G no Brasil: assunto urgente ou uma realidade ainda distante?

Por André Gatti *

Em meados de 2019 havia grande expectativa de que o leilão de licenças das frequências para a tecnologia 5G seria realizado em março de 2020, mas o que ocorreu não foi exatamente isso. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Somente no mês de fevereiro a Anatel submeteu a consulta pública a proposta de edital para o leilão do 5G. Com isso, a expectativa agora é que o leilão se dê no fim deste ano ou até mesmo em 2021.

Apesar desse cronograma mais demorado, parece haver consenso no mercado de que realmente existem alguns pontos importantes a ser resolvidos para que o leilão seja bem-sucedido.

Um deles, que parece ter sido endereçado no edital submetido a consulta pública pela Anatel, é a previsão de leilão de blocos regionalizados, reservando espectro para prestadores de pequeno porte (PPPs) e também para possíveis novos entrantes.

Isso permitirá que a tecnologia 5G chegue mais rapidamente a regiões que não seriam atendidas inicialmente pelas grandes operadoras, as quais, naturalmente, devem focar investimentos iniciais nas áreas mais populosas e rentáveis.

Outro ponto que não está diretamente ligado ao leilão, mas tende a afetar o volume de investimentos das operadoras no 5G, é a possibilidade da migração do modelo de concessão para o modelo de autorização pelas operadoras de telefonia fixa, pois isso pode liberar investimentos em fibra, essenciais para a infraestrutura de transporte do 5G.

Nesse ponto, foi aprovado em 2019 o PLC 79, que ainda precisa ser regulamentado, incluindo a definição de como serão calculados os valores dos bens reversíveis.

O edital da Anatel também trata de um tema polêmico ao citar que a “utilização da faixa de 3,5 GHz por sistemas móveis terrestres implica potencial interferência dos sinais de TV aberta e gratuita recebida por meio de sinais de satélites, fazendo-se necessária a adoção de medidas para seu tratamento”.

A resolução dessa questão é essencial para a liberação de espectro para o leilão, mas existem divergências em relação ao número de domicílios que seriam afetados, qual a melhor estratégia para tratar o problema e os custos envolvidos.

A quantidade de domicílios que utilizam a TV aberta por satélite varia entre regiões (áreas com menor cobertura da TV aberta dependem mais do satélite), não existem controles por parte das emissoras de TV ou do Estado sobre quem utiliza antenas parabólicas para recepção dos canais via satélite (as antenas são compradas livremente no mercado) e existem domícilios que também têm o sinal de TV via DTH (ou seja, TV paga via satélite).

Por isso a dificuldade de calcular a quantidade de domicílios que seriam realmente afetados, embora estimativas mais recentes apontem para cerca de 3 milhões.

Quanto à solução a ser adotada, foram feitos progressos importantes em testes recentes e se constatou a possibilidade da utilização de filtros para mitigar as interferências do 5G na TV aberta por satélite, evitando a necessidade de migração do sinal de TV para outra banda de satélite, a banda Ku, o que significaria a necessidade de um equipamento novo para os usuários da TV aberta via satélite.

De qualquer forma, o edital prevê que os custos para solução desse problema sejam pagos pelas empresas vencedoras do leilão do 5G.

As operadoras também aguardam com grande expectativa uma definição sobre a legislação para instalação de antenas, que, atualmente, é de responsabilidade dos municípios e vista como uma grande barreira para o 5G, que exigirá um número muito maior de antenas do que o utilizado pelas tecnologias atuais.

Uma alternativa em análise é a do silêncio positivo, que nada mais é do que, na ausência de resposta para uma solicitação de licenciamento de antena, as operadoras poderiam iniciar a instalação em caráter provisório. Também se discute a necessidade de licenças para pequenas antenas, que podem ter papel importante no 5G.

Além de todas essas questões, as operadoras ainda tentam influenciar o governo para que o leilão não tenha caráter arrecadatório, onerando o valor das licenças, mas exista um foco maior em contrapartidas de investimentos e de cobertura por parte dos vencedores.

Por todos esses fatores, o leilão vai demorar mais do que o previsto para ser realizado. As operadoras também já declararam publicamente que não pretendem fazer uma corrida por causa do 5G, e, em anúncios recentes de algumas operadoras sobre o plano de investimentos, não foram indicadas variações significativas para 2020 por causa do 5G.

A pergunta que fica é: o que as operadoras devem fazer para se preparar para quando esse momento chegar?

Apesar de ainda não existirem modelos de negócio muito claros para monetização do 5G, é fato que essa tecnologia permitirá a criação de aplicações com os mais diversos requisitos de conectividade, incluindo velocidade e latência, e também será o viabilizador para o IoT.

O conceito de network slicing (fatiamento de rede) também permitirá a priorização de serviços na rede, de acordo com a característica de cada serviço. Mesmo sabendo que, inicialmente, o 5G deve atender a demandas específicas de algumas indústrias, todas as operadoras já têm feito testes relacionados ao 5G.

Além dos testes tecnológicos, é essencial que as operadoras utilizem esse tempo para planejar modelos de negócio que possam monetizar seus investimentos. Aquelas que deixarem para avaliar o potencial da tecnologia somente após a aquisição de licenças certamente estarão atrasadas em relação a suas concorrentes.

O momento é de avaliar as novas possibilidades de serviços e parcerias que serão viabilizados com o 5G.

Finalmente, as operadoras precisam também planejar os impactos que o 5G trará para seu ambiente de TI, pois o time-to-market será importante para recuperar investimentos que não devem ser baixos.

* André Gatti é diretor de Telecomunicações, Mídia e Tecnologia da Cognizant no Brasil

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Renata Oliva Battiferro é a nova diretora de Relações com Investidores da Positivo Tecnologia

A Positivo Tecnologia anuncia a chegada de Renata Oliva à diretoria de Relações com Investidores. A executiva contribuirá com o objetivo da área de estreitar ainda mais o relacionamento da empresa com acionistas, investidores, órgãos regulatórios, além de agentes que integram a comunidade financeira nacional e internacional.

Renata tem passagens por empresas como Unibanco, Comgás, Smiles, CSU CardSystem e, mais recentemente, na Track & Field, onde trabalhou como Head de RI. Ela também é membro do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI).

Na Positivo Tecnologia, Renata será responsável por transmitir informações sobre a empresa ao mercado com base nos princípios da transparência e boas práticas de governança corporativa.

“A chegada da Renata faz parte da nossa estratégia de fortalecer cada vez mais o relacionamento com o mercado, em um momento em que estamos diversificando nossos negócios e aprimorando a compreensão assim como o acompanhamento dos principais indicadores da Companhia”, diz Caio Gonçalves de Moraes, vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da Positivo Tecnologia.

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Quais os cuidados com os cães no verão?


PODCAST – Três brasileiros vencem o torneio internacional da InterSystems Developers Community

Três brasileiros vencem o concurso internacional
da InterSystems Developers Community

Neste Podcast conversei com Henry Hamon Pereira, Henrique Gonçalves Dias e Renato Banzai, três brasileiros que venceram seguidamente um torneio internacional de programadores e desenvolvedores de software da empresa InterSystems, o “IRIS Online Programming Contest 2020“.

Este torneio terá etapas mensais até novembro de 2020, sendo cada mês com um desafio diferente e os brasileiros, para literalmente espanto global, venceram as três primeiras etapas.

Conversei também com Rochael Ribeiro Filho, Sales Engineer da empresa que, se não é o “técnico” da comunidade de programadores da InterSystems aqui no Brasil, é o maior incentivador e está extremamente orgulhoso dos talentosos garotos.

Para saber detalhes dessas conquistas contadas pelos próprios protagonistas, ouça agora o Podcast, deixe seus parabéns para eles nos comentários e compartilhe nas suas redes sociais.




Paulo Torres é o novo COO da Logicalis Brasil

Com a missão de liderar e impulsionar a operação brasileira da Logicalis, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, Paulo Torres assume a posição de COO – Chief Operations Officer. O objetivo é promover a evolução dos processos, ferramentas e automação da companhia no País.

O executivo ingressou na Logicalis em 2012 para liderar a área de Serviços de TI, passando a ser responsável pela unidade na América Latina em 2017. Durante sua trajetória na empresa, foi responsável por organizar e estruturar as equipes e os processos, aprimorando a qualidade e unificando o atendimento aos clientes não só no País, mas em toda a região.

Na nova posição, Paulo será responsável por todas as operações da empresa, como serviços profissionais e gerenciados e toda cadeia de suprimentos.

Formado em Ciências da Computação pelo Instituto Municipal de Ensino Superior (IMES) antes de ingressar na Logicalis, o executivo atuou em grandes empresas, como EDS (atual HPE), Telefônica, Global Crossing (atual Lumen), entre outras. Dentre suas especialidades, além da vasta experiência em tecnologia, estão gestão financeira e de pessoas.

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Quais os cuidados com os cães no verão?


Pesquisa do Gartner alerta que apenas parte dos profissionais de TI têm intenção de permanecer em seus empregos atuais

De acordo com a mais recente pesquisa do Gartner, empresa de pesquisa e aconselhamento para empresas, os trabalhadores de Tecnologia da Informação estão mais inclinados a deixar seus empregos do que os funcionários que exercem outras funções. O estudo indica uma intenção 10,2% menor de permanecer em suas posições em relação aos números de funcionários que não são da área de TI – essa é a menor entre todas as funções corporativas.  

Globalmente, apenas 29,1% de trabalhadores de TI do mundo têm intenção de permanecer em seus empregos atuais. A média é menor quando analisamos os números da Ásia (19,6%), Austrália e Nova Zelândia (23,6%) e América Latina (26,9%). Mesmo na Europa, a região com melhor desempenho, apenas quatro em dez funcionários de TI (38,8%) possuem intenção de permanecer nas empresas que os empregam atualmente.

Para preparar a pesquisa, o Gartner entrevistou 18.000 profissionais de todo o mundo no quarto trimestre de 2021, incluindo 1.755 funcionários do setor de tecnologia. As respostas foram coletadas em 40 países e em 15 línguas diferentes.  

“Embora a retenção de talentos seja uma preocupação comum para os líderes de C-Level, os Chief Information Officers (CIOs) estão no epicentro da questão, com uma grande parte de sua força de trabalho em risco”, diz Graham Waller, Vice-Presidente e Analista do Gartner. “Já existem empresas de TI implementando novas políticas de retorno ao escritório apenas para enfrentar demissões em massa, revertendo o curso de suas ações. Os CIOs provavelmente terão que defender mais flexibilidade no desenho do novo formato de trabalho do que o resto de suas organizações, pois os funcionários de TI são os mais propensos a sair de seus empregos, diante da maior demanda do mercado e maior interesse pelo trabalho remoto do que outros funcionários.” 

O desafio de retenção de talentos de TI varia de acordo com a faixa etária e a região. Por exemplo, trabalhadores de TI com menos de 30 anos relatam duas vezes e meia menos probabilidade de permanecer do que aqueles com mais de 50 anos. 

Os dados mostram que políticas de trabalho mais flexíveis e centradas no ser humano podem reduzir o atrito e aumentar o desempenho. Em uma pesquisa do Gartner em 2021, feita com 3.000 funcionários de uma ampla variedade de setores, funções e geografias, 65% dos funcionários de TI disseram que a possibilidade de trabalhar de forma remota ou híbrida afetariam suas decisões de permanecer na organização. 

Analistas do Gartner indicam que os CIOs devem usar uma abordagem orientada por dados para identificar os trabalhadores que estão em maior risco, e quais são os mais valiosos, para propor adaptações nas políticas de trabalho híbridas para manter suas equipes engajadas e com alto desempenho. 

Um modelo de trabalho centrado no ser humano pode melhorar a atração e retenção de talentos, assim como os resultados dos negócios. Para alcançar estes sucessos, o Gartner aconselha os líderes a repensarem suposições desatualizadas sobre o trabalho e que são desnecessariamente limitantes, incluindo: 

– Horário de trabalho — As empresas progressistas estão capacitando pessoas e equipes para decidir quando fazem seu melhor trabalho, sendo pioneiras em novos horários e com a semana de quatro dias. 

– Uso do escritório — A pandemia quebrou o mito de que os funcionários só podem trabalhar de verdade em um escritório onde os gerentes possam vê-los. A maioria das organizações agora está planejando um futuro híbrido, com processos que reconheçam que os funcionários podem ser produtivos no trabalho remoto, como para a execução de tarefas que exijam maior foco, por exemplo, enquanto o escritório se torna mais adequado apenas para certas atividades de trabalho, como conexão humana e colaboração. 

– Reuniões — A cultura das reuniões começou na década de 1950, quando as pessoas tinham que se reunir fisicamente para tomar decisões. Agora, as ferramentas de colaboração assíncrona e síncrona permitem a tomada de decisão distribuída, colaboração e criatividade. “Os CIOs que adotam um design de trabalho centrado no ser humano irão contratar, reter e superar aqueles que retornam aos paradigmas de trabalho da era industrial”, diz o analista do Gartner. 

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Mitos e verdades sobre o refrigerador side by side da Samsung, com três portas


PODCAST – O Brasil está perigosamente atrasado em ciência de dados

O Brasil está perigosamente
atrasado em ciência de dados

Diego Senise é cofundador e diretor de Data Tech da ILUMEO Data Science Company, que presta serviço de consultoria e desenvolvimento de projetos que visam extrair dos altos volumes de dados das empresas informações que vão ajuda-las a tornar seus negócios mais estratégicos e lucrativos.

A importância desse negócio é tanta, que a frase “Dados são o novo petróleo”, criada por Clive Humby, um matemático londrino especializado em ciência de dados, em tempos de Covid-19 ganhou um novo patamar e nunca foi tão real.

Que a pandemia escancarou globalmente a fragilidade do real conhecimento dos dados sobre o número de infectados para facilitar o combate ao coronavírus, principalmente no Brasil, ninguém pode negar.

Segundo Senise, ainda é um mercado que carece muito de profissionais capazes de extrair dos big datas espalhados pelo mundo informações consistentes que irão realmente mudar os negócios e ajudar a sociedade.

E o cenário no Brasil não é animador, pois além de termos uma formação deficiente em cientistas de dados, os que se sobressaem estão sendo contratados por empresas do exterior e, acredite, sem terem que sair do Brasil, mas ganhando em dólares.

Para entender o que está acontecendo, ouça agora este Podcast, deixe seu comentário e compartilhe em suas redes sociais.

 



Evento discutirá como a infraestrutura pode ser fator chave para a recuperação econômica do Brasil

Amanhã, às 14h, será transmitido ao vivo o webinar “Infraestrutura: desafios e oportunidades para a recuperação econômica do Brasil”, produzido e organizado pela M&A Community, fórum que aborda o mercado de investimentos, fusões e aquisições em todo o mundo.

Os participantes debaterão sobre como a infraestrutura pode ser fator chave para a recuperação econômica do Brasil.

Nos últimos anos, tem havido uma proliferação de projetos de privatização, concessões e parcerias público-privadas (PPP) que demonstram claramente o crescente interesse do Estado pela infraestrutura nacional. A iniciativa privada – tanto nacional quanto internacional – também começa a mostrar apetite por projetos devidamente estruturados.

“Este webinar tem como objetivo abordar a recente evolução na estruturação de projetos, melhoria da governança no programa de concessões e avanço na participação do setor privado na área de infraestrutura. Além disso, será discutida a importância da retomada de crescimento, o papel dos investimentos em infraestrutura e necessidade de modernização dos marcos regulatórios, oportunidades e dificuldades do gasto público”, afirma Lina Alejandra Giraldo, gerente de marketing da M&A Community na América Latina.

Os participantes serão Venilton Tadini presidente executivo da ABDIB – Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base, Fabio Abrahão diretor de infraestrutura, concessões e PPP do BNDES, Elias de Souza, sócio da Delloite e Thiago Costa Monteiro Caldeira, Secretário de Coordenação de Transportes do PPI – Programa de Parcerias de Investimentos.

Perguntas e respostas moderadas pela patrocinadora do evento, a iDeals Solutions. A participação no evento é gratuita.

Serviço

Evento: Webinar “Infraestrutura: desafios e oportunidades para a recuperação econômica do Brasil”

Data: 24/02/2021

Horário: 14h (Brasília)

Idioma: Português

Inscrição: gratuita neste link

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Quais os cuidados com os cães no verão?


Katia Neves assume diretoria de Marketing da InterSystems para a região da América Latina

Neste momento em que a empresa se posiciona como uma das principais fornecedoras de plataforma de dados unificada e fundamental para promover a transformação digital, Katia se propõe a gerenciar novos projetos de marketing, orientar o grupo de Desenvolvimento de Negócios com foco em geração e qualificação de leads, dar suporte ao time de vendas, programar campanhas e planejar participação da InterSystems em eventos expressivos, além de intensificar o Marketing baseado na Web.

Graduada em Administração e Marketing, Katia Neves cursou ainda Gestão de Marketing no Insper e especializações na ESPM e FAAP. Tem longa carreira profissional, que teve início na área de Alianças e Canais da Oracle do Brasil, assumindo novos cargos América Latina, onde permaneceu por mais de 17 anos.

Na Oracle, desenvolveu várias funções no segmento de parcerias e marketing, até assumir a diretoria de desenvolvimento de negócios. Posteriormente, foi responsável pela área de capacitação e programa de canais e vendas do SAS na América Latina.

 



Flávia Pini é a nova CEO da FX Retail Analytics

A FX Retail Analytics, empresa especializada em monitoramento de fluxo para o varejo, anuncia a elevação de cargo de Flávia Pini. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A profissional assume como nova CEO e vai ser a responsável pelo planejamento, coordenação e execução da nova estratégia de negócios da companhia,  mentoreada pela HiPartners Capital & Work, grupo que investe em soluções disruptivas para o varejo, no qual a empresa também faz parte.

Formada em Publicidade e Propaganda é também especialista em Estratégias de Marketing Digital pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). São mais de treze anos de experiência no mercado, com atuação nas áreas comercial, comunicação e marketing.

Atualmente é articulista de portais como E-commerce Brasil e Startupi, colocando em foco assuntos que englobam o ecossistema da Transformação Digital do Varejo e suas experiências vivenciadas através de recém visitas à China e Vale do Silício.

Flávia começou a carreira em 2007 no mercado financeiro. Atuou também na GEO Eventos, plataforma de eventos das Organizações Globo, entre 2011 e 2012. Assumiu como sócia e advisor da venture building HiPartners Capital & Work em 2012 e, desde então, atuava nas diretorias das demais empresas investidas pelo grupo.

A chegada da nova CEO coincide com o novo posicionamento da FX Retail Analytics ao mercado. Mais do que uma fornecedora de dados sobre fluxo de visitantes, agora a empresa oferece novos produtos baseados em inteligência artificial, com insights preditivos que visam melhorar a gestão, reduzir perdas, aumentar a eficiência e potencializar ganhos reais de receita.

“O fluxo já era um indicador indispensável para qualquer medição de performance do varejo, mas tê-lo combinado com mais dados através de algoritmos sofisticados e atrelados à inteligência artificial faz da FX uma companhia vital para qualquer varejista. Estou extremamente feliz em estar à frente de uma empresa com tanta relevância na solução que fornece”, comenta a nova CEO.

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Coronavírus: sua área de TI está preparada para enfrentar o desafio do trabalho remoto?

Por Srilekha Sankaran *

Após o surto global do COVID-19, houve um aumento constante no número de organizações que empregam planos proativos de contingência praticamente da noite para o dia para fortalecer sua preparação para a pandemia controlável, como retirar eventos de assinatura, restringir viagens de negócios e educar seus funcionários sobre o impacto do novo coronavírus. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Embora isso pareça fácil e reconfortante no papel, tudo se resume a como as organizações vão sustentar a produtividade do trabalho em momentos como esse. O ônus inevitavelmente recai sobre as equipes de TI para estabelecer e implementar estratégias sólidas para orquestrar um local de trabalho virtual sincronizado.

Essa mudança vem acompanhada de fatores cruciais que as equipes de TI terão que levar em consideração com os trabalhos em casa.

Estabelecendo uma base sólida para um local de trabalho virtual sólido
Este é o primeiro grande passo que envolve as organizações, permitindo que suas equipes de TI construam uma base eficaz e infalível para um local de trabalho remoto.

Isso inclui fazer um balanço dos ativos da empresa, criptografar metodicamente os locais, dispositivos e aplicativos móveis, além de fornecer acesso a dados corporativos e canais de colaboração, como por meio de uma VPN (rede virtual privada virtual) segura.

Agora é a hora das organizações adotarem uma estratégia unificada de gerenciamento de endpoints em nuvem e implantarem soluções de suporte para ajudar os administradores de TI a configurar remotamente, corrigir, atualizar e gerenciar dispositivos de terminais.

Essas soluções dão aos funcionários a liberdade de trabalhar remotamente, sem tempo de inatividade e latência de aplicaçōes e redes, além de permitir que os administradores de TI resolvam imediatamente e remotamente quaisquer problemas de desempenho.

Um local de trabalho remoto deve incluir ferramentas de comunicação e colaboração digital para aumentar a produtividade. Idealmente, isso inclui suporte para comunicações unificadas e mensagens instantâneas, fóruns organizacionais, conferências de negócios e gerenciamento de conteúdo rico.

Embora o trabalho remoto possa inicialmente parecer bastante desafiador para aqueles que ainda não o experimentaram, é necessário que as organizações invistam em ferramentas mais imersivas para sua força de trabalho como forma de contribuir para que se sintam mais engajados com seus colegas e tarefas, o que ajuda a manter a produtividade .

Limitar o acesso não autorizado a dados corporativos
As ameaças internas são obrigatórias nas listas de verificação das organizações que se preparam para proteger sua infraestrutura.

Usuários privilegiados, como administradores de dados, normalmente têm acesso completo aos dados de sua organização e, quando é exigida uma situação de trabalho em casa, esse pessoal precisa enfrentar o desafio adicional de fornecer acesso granular aos recursos corporativos.

Geralmente, há uma falta de informações contextuais sobre usuários e solicitantes de dados, o que é um fator significativo a ser considerado antes de conceder privilégios de dados.

É aqui que uma estratégia de gerenciamento de acesso privilegiado (PAM) desempenha um papel essencial na manutenção da integridade dos dados. A implementação de protocolos de autenticação, criptografia automatizada de senha, auditoria e relatórios regulares podem ajudar as empresas a manter a segurança dos dados.

As empresas devem considerar a implantação de soluções inteligentes de PAM baseadas na nuvem, que podem reduzir a dificuldade de otimizar os fluxos de trabalho, bem como fornecer e remover o acesso aos dados corporativos com base nas funções prescritas.

Além disso, essas soluções devem fornecer insights acionáveis para manter a conformidade com os padrões regulamentares, e fornecer autenticação de dois fatores que as organizações podem aplicar para reforçar seu processo de gerenciamento de acesso – tudo isso pode ser executado remotamente.

Evitando ataques cibernéticos
Uma pandemia global pode apresentar uma oportunidade ideal para os cibercriminosos realizarem suas ações.

É crucial que as equipes de TI empreguem boas práticas e soluções de segurança para garantir que esses ambientes virtuais permaneçam em conformidade ao longo do curso, evitando assim os encargos financeiros desnecessários em forma de multas pesadas devido à não conformidade.

Os cibercriminosos estão constantemente mudando suas estratégias de ataque, por isso é vital detectar e antecipar ataques antes que eles aconteçam. Isso significa que as organizações devem garantir uma combinação saudável de estratégias e controles proativos e reativos de segurança cibernética, antes de serem remotos.

Uma estratégia proativa geralmente envolve avaliar incidentes e fortalecer pontos potencialmente vulneráveis antes que eles sejam explorados por hackers. Isso implica avaliações contínuas de risco; políticas rigorosas de gerenciamento de acesso para aplicativos de negócios, recuperação de desastres, teste de vulnerabilidade e mais.

Da mesma forma, as empresas podem dedicar algum tempo para educar seus funcionários sobre as melhores práticas de segurança cibernética, como impedir emails maliciosos, arquivos de spam e estarem cientes dos sinais de alerta de um possível ataque cibernético.

O controle de um ataque cibernético também envolve o emprego de soluções de segurança reativas que podem garantir o gerenciamento simplificado de incidentes e um processo de continuidade de negócios para monitoramento e mitigação de ameaças em tempo real.

Outros recursos reativos devem incluir correções oportunas de software e hardware, monitoramento contínuo de eventos, auditoria de segurança e conformidade em tempo real e muito mais.

Com procedimentos, controles e soluções de segurança bem pensados, as empresas terão melhores chances de antecipar e conter desastres e riscos caso sejam adotadas políticas de trabalho remoto.

Ainda é muito cedo para decidir se o COVID-19 irá ou não transformar a maneira como as equipes de TI funcionam.

No entanto, as organizações podem percorrer uma milha extra para garantir a preparação geral da TI – criando uma infraestrutura sólida com perímetros de segurança impenetráveis e controles sólidos de gerenciamento de tecnologias – para que os funcionários possam de forma rápida e fácil fazer a transição do trabalho no local para o trabalho remoto, com gargalos e restrições operacionais insignificantes ou nulas.

 

* Srilekha Sankaran é consultora de produtos na ManageEngine

 

 

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Plataforma de chatbots cresce 332% desde fevereiro

chatbot

O estado de distanciamento social imposto pelas autoridades como resposta ao avanço do Coronavírus já começa a causar diversos problemas de ordem econômica. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A maioria das empresas foi obrigada a paralisar suas operações sem um plano de continuidade de negócios, o que por consequência causou impacto nas vendas e no faturamento. Nem todos os gestores tiveram tempo hábil para planejar a melhor maneira de garantir a produtividade de seus times trabalhando remotamente.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que a pandemia possa acabar com até 25 milhões de empregos em todo o mundo. Ao mesmo tempo em que as pessoas devem evitar a circulação para diminuir a velocidade de propagação do vírus, as empresas buscam maneiras de se manterem produtivas e continuar gerando receitas e mantendo empregos.

Para garantir eficiência diante deste dilema, as companhias podem adotar o que a tecnologia oferece de melhor atualmente. Assistentes virtuais podem garantir a manutenção da operação da sua empresa mesmo durante a crise.

“As possibilidades que a Inteligência Artificial traz para os negócios são praticamente infinitas. Para um cenário como o desta crise que vivemos, em particular, chatbots podem executar funções simples que garantam a operação de uma companhia enquanto os colaboradores executam remotamente o que pode ser feito de casa”, afirma Rodrigo Scotti, CEO da Nama.

Desde fevereiro deste ano, a companhia registrou aumento de 332% no consumo de sua plataforma. “Cada chamada em nossa API significa uma interação com robô. Além desse crescimento expressivo, estamos prevendo um aumento de até 8x na demanda até o fim da pandemia”, afirma Scotti.

Entre as áreas de uma empresa que podem ser beneficiadas pela adoção de chatbots e inteligência artificial, Scotti destaca:

– RH – Como um dos setores que mais obteve demandas com esta crise, a área dos recursos humanos provavelmente será sobrecarregada com dúvidas dos colaboradores sobre férias coletivas, política de banco de horas durante o home office, etc.

Todas estas perguntas podem ser respondidas por um assistente virtual, que além de reduzir o tempo de espera pelas respostas, ajudará o time de RH a focar em outras demandas. Além disso, os chatbots podem ser usados como plataforma conversacional para manter os funcionários engajados com a empresa, dando dicas sobre motivação , produtividade durante o período de isolamento, entre outras.

– Atendimento aos clientes – O serviço de atendimento ao consumidor não pode parar durante a crise. Em alguns setores em especial como por exemplo o e-commerce, o período de confinamento pode trazer uma demanda além da capacidade da equipe de atendimento aos consumidores. Um chatbot pode assumir atendimentos específicos como dúvidas sobre rastreio de pedidos, devoluções, etc.

Enquanto isso, o time de atendimento fica focado nos casos que requerem mais atenção e contato direto com os clientes. Com um pouco de criatividade, um chatbot pode ser usado como uma ferramenta diferenciada de relacionamento com clientes, seja sugerindo dicas de atividades ou dando orientações para o recebimento seguro de produtos. Há muitas oportunidades para estabelecer com clientes interações atenciosas e gentis de maneira automatizada.

– Geração de leads – Diante da necessidade de redução de equipe para cortar custos, contar com um chatbot pode ser o diferencial para não perder nenhum lead. A ferramenta pode ser ativada para ser o primeiro contato de uma pessoa com a empresa para tirar dúvidas, fazer simulações de orçamento e colher os dados do cliente.

Dessa forma, o time de vendas terá um processo automatizado de coleta de informações necessárias para a realização da venda.

– Comunicação com parceiros – As negociações B2B também podem contar com o benefício de chatbots neste cenário, uma vez que diversas dúvidas tem surgido a respeito da continuidade da prestação de serviços, como entregas ou a disponibilidade de produtos em estoque.

Nesse sentido, um chatbot pode ser usado para estabelecer um canal permanente de comunicação com parceiros, com o objetivo de mantê-los informados sobre quaisquer mudanças operacionais – como alterações em horários de funcionamento, status de entregas ou na disponibilidade de estoques – que sua empresa teve que adotar durante a pandemia.

Essa é uma maneira de aumentar as chances de sua empresa manter o nível de serviço mais próximo do esperado e de fidelizar seus clientes em meio a uma crise global sem precedentes.

 

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Google identifica 18 milhões de mensagens diárias de malware e phising

O Google Cloud identificou no Brasil um crescimento no volume de malware, phishing e e-mails com spam, o que também vem acontecendo na Índia e no Reino Unido. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em abril, o Gmail chegou a contabilizar globalmente 18 milhões de mensagens diárias com malware ou phishing e mais de 240 milhões de e-mails de spam que usavam a COVID-19 para chamar a atenção.

Em informe ao mercado, a companhia diz que está trabalhando para reforçar ainda mais a segurança de suas ferramentas. Embora o Gmail bloqueie mais de 99,9% das tentativas de spam, phishing e malware que chegam aos usuários, por conta das novas proteções que utilizam inteligência artificial, anunciadas no começo do ano, a empresa desenvolveu um sistema proativo para monitorar golpes relacionados ao coronavírus.

Segundo a empresa, as proteções ajudam a reagir rapidamente contra ameaças relacionadas ao coronavírus, com ajustes ágeis à medida em que outros perigos apareçam. Conforme novas ameaças são descobertas, elas são acrescentadas à infraestrutura do Navegação Segura (Safe Browsing).

Dessa forma, qualquer pessoa que use essa API do Google Cloud poderá automaticamente bloquear tentativas de ataque.

O G Suite possui por padrão controles avançados de phishing e malware. Segundo Neil Kumaran, Product Manager, Gmail Security, “a segurança é uma norma fundamental de todos os produtos Google Cloud. Nossos modelos de combate a golpes vasculham sinais de segurança em anexos, links e imagens externas, sempre com o objetivo de continuar bloqueando novas ameaças”, afirma.

Mesmo com as próprias ferramentas para assegurar suas plataformas, como por exemplo as do Gmail, os e-mails em geral fazem parte de uma rede gigante e complexa.

Por isso, o Google Cloud trabalha para garantir não só a própria segurança, mas para contribuir com a de todos, participando do desenvolvimento de padrões como DMARC (Autenticação, Registro e Conformidade baseados em Domínio, em inglês) e MTA-STS (Segurança Severa para Transporte de Agente de Transferência de Mensagem), além de trabalhar com tecnologias de código aberto – como Safe Browsing e TensorFlow.

Segundo Kumaran, a empresa colabora também com grupos de trabalho, nos quais trocam ajuda e melhores práticas com vários integrantes do setor. “Há anos o Google apoia e contribui com o consórcio M3AAWG (Grupo de Trabalho contra Abuso via Mensagem, Malware e Aparelhos Móveis), que age para combater malware, spam, phishing e outras formas de exploração digital”, conta o executivo.

No Brasil, diante da crescente popularidade dos serviços de streaming, o Google identificou diversos ataques de phishing apontando para esses serviços, como pedidos para atualização de dados de pagamento. Outras mensagens sugerem que o cartão de crédito da pessoas está sendo bloqueado, como estratégia de recorrer ao medo para ludibriar o usuário, pois a mensagem sugere que a pessoa poderá pagar uma multa caso não responda.

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