Home Blog Page 1878

Restaurant Week completa 10 anos no Brasil e chega a São Paulo no dia 15 de setembro

Conhecida como uma das cidades com maior número de restaurantes na América Latina, São Paulo é famosa por suas diversas opções de gastronomia no Brasil. Criatividade, versatilidade e qualidade são algumas das características do evento que chega a metrópole com os mais especiais restaurantes. Há exatos 10 anos, a Restaurant Week, um dos festivais internacionais mais…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…importantes do mundo, percebeu essa efervescência e desembarcou pela primeira vez no Brasil. Em sua 21ª edição a São Paulo Restaurant Week acontece entre os dias 15 de setembro a 15 de outubro.

O idealizador e responsável geral pelo festival no Brasil, Fernando Reis, celebra a edição de aniversário do evento. “Nos consolidamos como o maior festival de gastronomia do País e estamos muito contentes com essa conquista. Conseguimos democratizar a boa culinária na cidade com preços acessíveis e, assim, também movimentamos o setor”, explica Fernando. A Restaurant Week é um importante evento para o setor de restaurantes que, por sua vez, geram também muitas oportunidades de negócios aos seus proprietários. Segundo Fernando o alto movimento durante o evento acaba conquistando novos clientes aos restaurantes. “Os consumidores aproveitam para experimentar diversos restaurantes e diante de boa comida e atendimento de qualidade, sempre voltam”.

Criatividade e inovação sempre fizeram parte da história da Restaurant Week e dessa vez não seria diferente. Os mais de 200 restaurantes participantes irão surpreender os clientes com o tema “Temperos do Quintal”, proporcionando uma experiência rica em cultura e diversidade que trarão certa lembrança de casa. Nesta edição, o festival irá valorizar ingredientes, pequenos produtores locais e a produção familiar, que são responsáveis pela matéria-prima fundamental na execução de pratos da boa gastronomia. Ervas, especiarias e sementes serão testadas nas mais variadas cozinhas que poderão se aventurar em criar sabores únicos para cada menu.

A 21ª edição da SP Restaurant Week manterá a opção de Menu Premium, com restaurantes de chefs renomados para quem quer vivenciar uma experiência gastronômica ainda mais sofisticada, mas também a preços democráticos. Os valores são fixos, para o Menu Tradicional, o almoço é R$ 41,90 + R$ 1 de doação para projetos sociais da Fundação Cafu, total de R$ 42,90; e no jantar, R$ 54,90 + R$ 1 de doação, total de R$ 55,90. Já para o Menu Premium o almoço sai por R$ 68 + R$ 1 de doação, no total R$ 69; e para o almoço, R$ 89 + R$ 1 de doação, sendo assim, R$ 90 no total.

Para a celebração dos 10 anos de evento no Brasil o evento contará com importantes parceiros que farão toda a diferença. A cervejaria Petra será a oficial do evento com o menu de Cervejas Especiais para harmonizar com os pratos do menu Week. Os restaurantes participantes contarão ainda com uma parceria com a Lipton e oferecerão chás em sachês aos clientes do evento para degustação junto com os cardápios, com a nova linha de chás e infusões quentes. E para maior conforto, a 99 irá oferecer códigos promocionais aos clientes.

Para deixar a data ainda mais marcante, o evento contará com um grande diferencial: Cozinha Show. A ação que acontecerá de 20 a 30 de setembro na Praça de Eventos do Market Place terá como objetivo celebrar os 10 anos da Restaurant Week e também colaborar com a democratização da gastronomia. As aulas práticas acontecerão em três horários: 13h, 16h e 19h de segunda a sábado; 14h30, 17h e 19h aos domingos, com 60 minutos de duração para 80 participantes. As oficinas contarão com chefs renomados e serão gratuitas. Para participar basta de inscrever no site do evento.

Para não perder a oportunidade de conferir toda essa experiência, as reservas podem ser feitas pelo site www.restaurantweek.com.br.  A plataforma é gerenciada pela The Fork, empresa especializada em reservas online do grupo TripAdvisor. Nos restaurantes que oferecem Menu Premium a reserva é obrigatória.  A Restaurant Week conta também com o aplicativo para Android e iOS (Restaurant Week Brasi). Por ambas as plataformas, é possível acessar o serviço sobre todos os restaurantes, os cardápios do festival e também cadastrar lembretes das reservas.

Se consolidando como evento de transformação, não só no setor da gastronomia, mas também na área social, a Restaurant Week mantém a doação de R$ 1 por menu para a Fundação Cafu. Com as doações, o evento contribui para que a Fundação Cafu atenda mais de mil crianças, adolescentes e jovens de baixa renda. A doação é opcional e o valor é acrescido à conta final do cliente.  Outra forma de ajudar é por meio da doação da nota fiscal, sem CPF, para a APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais.

Serviço:
O que: 21ª edição da São Paulo Restaurant Week
Quando: De 15 de setembro a 15 de outubro
Tema: Temperos do Quintal
Valores: 
Menu Week- R$ 41,90 o almoço e R$ 54,90 o jantar
Menu Premium- R$ 68,00 o almoço e R$ 89,00 o jantar
Site: www.restaurantweek.com.br

Prévia de restaurantes participantes da Restaurant Week:

365 Restaurante – Novotel Jaraguá

Abbraccio – Market Place

Al Mare

Alianza Portenha

All Seasons

Almodovar

Amaranto

Amazônia

Antonietta Cucina

Arabia

Attimo

Badebec – Market Place

B.A.R – Bar, Arte e Restaurante

Badaró – D&D

Badaró – Morumbi

Banana Verde

Bananeira

Bar Brahma

Bar do Alemão Familia Steiner – Granja Viana

Bar Léo – Aurora

Bar Léo – Braz Leme

Base Bistrô & Bar

Bistrô Faria Lima

Blú Bistrô

Bolinha

Bologna

Botica

Brado

Branche

Brasa Parrilla

Brasserie Victoria

Brodo Ristorante

C.C Rider Blues & Beer

Ça-va

Café Journal (somente com reservas)

Calle 54 – Itaim Bibi

Calle 54 – Jardins

Calle 54 – Vila Olimpia

Camden House

Cantinho Português

Capim Santo

Casa de Grelhados – Marcos Bassi

Casa Ravioli

Casa Santo Antônio

Cena

Chez Vous

Clos

Cocina Bar y Vino – Consolação

Cocina Bar y Vino – Pinheiros

Corrientes 348 – Higienópolis

Corrientes 348 – Jardim Europa

Corrientes 348 – Jardins

Corrientes 348 – Vila Olimpia

Coco Bambu Café – Market Place

De La Paix

Deck 484

Dialetto

Dibaco – Perdizes

Dibaco – Vila Nova Conceição

Dona Carmela

DoRo Gastronomia

Ecully

Eggs Bistrot

El Punto Gringo

Empório Ravioli

Empório San Martin

Espaço Esmeralda

Farabbud

Farfalla

Felix Bistrot

Figo

Fleming’s

Fonte Leone

Forneria Itália

Forneria JK

Forneria Pátio

Gajos

Garoa

General Prime Burger – Iguatemi Alphaville

General Prime Burger – Itaim Bibi

General Prime Burger – JK Iguatemi

General Prime Burger – Market Place

General Prime Burger – Morumbi Town

General Prime Burger – Tatuapé

Giardino

Hanabi

Hideki

Huaco

HUB Food Art & Lounge

Italy – Market Place

Italy – Oscar Freire

Jacarandá

Jamie’s Italian

Jorge Restaurante

L’Amitié

L’Aperô Bistrot

L’Entrecôte de Paris – Alphaville

L’Entrecôte de Paris – Cidade Jardim

L’Entrecôte de Paris – Higienópolis

L’Entrecôte de Paris – Itaim Bibi

L’Entrecôte de Paris – Jardins

L’Entrecôte de Paris – Market Place

L’Entrecôte de Paris – West Plaza

La Cabaña Parrilla

La Grassa

La Madre Gourmet

La Mar

La Paella

La Pasta & Formaggio – Brooklin Novo

La Pasta & Formaggio – Eldorado

La Pasta Gialla – Itaim Bibi

La Pasta Gialla – Jardins

La Pasta Gialla – Moema

La Pasta Gialla – Morumbi

La Pepa Parrilla

La Pergoletta

La Piadina Cucina Italiana

La Recoleta Parrilla

La Ventana

Lambe-Lambe – Higienópolis

Lambe-Lambe – Shopping Higienópolis

Lar Bianco

Le Bife

Le Fish

Lellis Trattoria

Lilló

Liverpool

Los Molinos

Mamaggiore Bistrô Bar

Mamaggiore Cucina Italiana

Manish – Itaim Bibi

Manish – Pinheiros

Marcel

Mawari – Morumbi

Mawari – Vila Olimpia

Mellão Trattoria

Mercearia do Conde

Mercearia do Francês

Mexicaníssimo – Brooklin

Mexilhão

Mimo

Miss Saigon

MoDi – Morumbi Shopping

MoDi Winebar

Montechiaro

Moocaires

Nacho Libre

Namga

Nello’s – Vila Leopoldina

O Gato que Ri

Obá

Octávio Café

Padaria da Esquina

Paellas Pepe

Pão com Manteiga

Pasta Lavetti – Alto de Pinheiros

Pasta Lavetti – Perdizes

Pasta Nostra

Pé de Manga

Pecorino – Anália Franco

Pecorino – Jardins

Pecorino – São Bernardo do Campo

Pecorino – West Plaza

Philippe Bistrô

Pina

Portucho – Brooklin

Portucho – Vila Olimpia

Quattrino

Randa

Ráscal – Market Place

Rendez-Vous

Restaurante 955

Riviera

Ruaa

Ruella – Mário Ferraz

Ruella – Pinheiros

Saint Germain

Saj – Morumbi

Saj – Pinheiros

Saj – Vila Madalena

San Telmo

Sarrasin – Reserva Obrigatória

Sassá Sushi – Aclimação

Sassá Sushi – Itaim Bibi

Sassá Sushi – Jardins

Sassá Sushi – Vila Leopoldina

Serafina – JK

Seu Bibi

Silo Forneria

Spaghetti Notte

Sympa

Taberna da Esquina

Taka Daru Izakaya

Tantra Mongolian Grill – Granja Viana

Tantra Mongolian Grill – Pinheiros

Tantra Mongolian Grill – Tatuapé

Tantra Mongolian Grill – Vila Olimpia

Tartar & Co

Tartuferia San Paolo – Lorena (somente com reservas)

Tartuferia San Paolo – Oscar Freire (somente com reservas)

TasteIt

Temakeria Makis Place – Verbo Divino

Tian

Tony Roma’s

Torero Valese

Torniamo – Brooklin Novo

Torniamo – Chac. Santo Antônio

Tottori – Alphaville

Tratoria da Vila

Trebbiano

Tulsi Indian Cuisine

Varanda – Jardins

Varanda – JK

Verissimo

Verissimo – Pergamon Hotel

Viareggio

Villa Conté

Villa Di Toscana

Villa Roma – Jardins

Vinarium

Vino!

Vito

Zeffiro

[/read]

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

Governo americano proíbe antivírus Kaspersky

Agências federais dos Estados Unidos estão proibidas de usar o antivírus Kaspersky, uma marca russa. Há três meses, a Administração de Serviços Gerais já havia retirado o produto de sua lista de “indicações confiáveis”. Nessa quarta-feira, 13 de setembro, a secretária da Segurança Interna, Elaine Duke, emitiu nova diretiva, desta vez proibindo taxativamente o uso do programa de computador.

O governo americano cita espionagem da Kaspersky e uma possível ligação da empresa com o serviço secreto russo. Várias agências dos EUA estão investigando essas denúncias e uma possível eleições presidenciais norte-americanas em 2016, que elegeram Donald Trump.

A empresa Kaspersky afirmou, em comunicado oficial, que está decepcionada com a decisão e a diretiva do Departamento de Segurança Interna americano (o Homeland Security – DHS) e afirmou que “não tem qualquer relação não ética ou ligações com qualquer governo, incluindo o da Rússia”.

Interferência
A diretiva do DHS é em tom áspero e diz claramente quais são as acusações. “O Departamento está preocupado com os vínculos entre certos funcionários da Kaspersky e as agências de inteligência e governamentais russas, além dos requisitos da lei russa que permitem às agências de inteligência russas permitir assistência da Kaspersky e interceptar as comunicações que transitem nas redes do país”.

“O risco de que o governo russo, independentemente de atuar sozinho ou em colaboração com a Kaspersky, possa aproveitar o acesso fornecido pelos produtos da marca para comprometer os sistemas federais de informações e dados, implica diretamente a segurança nacional dos EUA”.

Apesar do tom acusatório. As evidências dessa acusação são nebulosas. Há rumores, muitos deles inflamados por meios de comunicação ligados ao presidente Trump, mas nenhum deles comprovados.

O comunicado do DHS deixa uma espécie de porta aberta para a Kaspersky provar sua inocência. Oportunidade que a empresa agradeceu na própria comunicação oficial. “Agradecemos a oportunidade de fornecer informações adicionais à agência para confirmar que essas alegações são completamente infundadas.”

No começo do mês, a Best Buy, um dos maiores varejos dos EUA retirou os produtos Kaspersky das prateleiras, citando apenas opções de negócio.

Acesse os outros sites da VideoPress

Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br

Holding de TI abre mais de 30 vagas de trabalho em Florianópolis

O Grupo Nexxera abriu novas vagas de trabalhos para a sede da companhia em Florianópolis. As funções são para diversos departamentos e exigem diferentes níveis de conhecimentos específicos. Entre os benefícios…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…oferecidos pelo Grupo Nexxera estão: o programa, Nexxera Ativa – que promove hábitos de vida saudáveis, através da prática de exercícios funcionais e avaliação física, orientados por profissionais capacitados; e a oportunidade para trabalho como voluntário através do programa Voluntários Nexx.

Todas as vagas abertas também destinadas a pessoas com necessidades especiais.

Mesmo que as vagas abertas não se encaixem ao perfil, porém o candidato deseja trabalhar no Grupo Nexxera, são aceitos currículos que são armazenados em um banco de dados e são selecionados através de recrutamento ativo. Os cargos possuem mais de uma vaga aberta para contratação.

Os cargos com vagas abertas pelo Grupo Nexxera são:

  • Analista de Sistemas Front-end Angular JS
  • Analista de Sistemas Back-end DotNet
  • Analista de Sistemas Back-end Python
  • Tester
  • Operador de Implantação
  • Analista de Departamento Pessoal
  • Financeiro – Assistente Contas a Receber I
  • Controladoria
  • Analista Financeiro
  • Analista de Marketing de Produto

Algumas vagas são para início imediato, para se inscrever no processo seletivo ou ter mais informações, acesse o site: http://www.nexxera.com/seja-nexxera.html.

[/read]

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

Pinterest ultrapassa 200 milhões de usuários ativos mensais

O Pinterest anuncia que mais de 200 milhões de pessoas usam o aplicativo todo mês, um crescimento de aproximadamente 40% ano após ano. Para celebrar essa ocasião, o Pinterest também anuncia…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…que vai iniciar os testes de um dos recursos mais pedidos pelos usuários de Pins: subpastas.

Pinterest é um aplicativo de descobertas visuais. O Pinterest passou essa marca histórica duas vezes e meia mais rápido do que quando conquistou os seus 100 milhões de usuários e com uma base de Pinners – como são chamados os usuários da plataforma – mais diversificada que nunca:

  • Mais de 75% das signups são de fora dos Estados Unidos
  • Mais de 50% dos usuários são de fora dos Estados Unidos
  • As signups de homens estão crescendo três vezes mais rápido que as de mulheres
  • Usuários ativos homens têm crescido mais de 50% ano a ano

Não se trata apenas do número de pessoas que estão usando o Pinterest, mas também como eles estão usando o aplicativo para encontrar ideias:

  • O engajamento no aplicativo permanece forte, com impressões crescendo em 50% ano a ano.
  • A busca no Pinterest continua a crescer 45% ano a ano, especialmente no celular, onde aproximadamente 85% das buscas acontecem. Fora dos Estados Unidos, as buscas cresceram 75% no ano.
  • O crescimento de busca por celular está excedendo o crescimento de usuário em 32%  fora dos Estados Unidos, e 13% em todo mundo.
  • 98% dos Pinners compartilham como eles estão tentando novas coisas que encontram no Pinterest, comparado com a média de somente 71% em plataformas de mídia social (Estudo da Nielsen, em maio de 2017)

Na busca do Pinterest para adicionar mais 100 milhões de usuários, o feedback da sua base atual é muito importante. Por isso, o Pinterest inicia os testes de subpastas, ou seja boards dentro de boards, para ajudar os Pinners a organizarem as ideias que gostariam de experimentar. Por exemplo, se você tem um board de estilo de outono, logo será possível que você organize os Pins em seções de sapatos, casacos, camisetas e outros. O Pinterest também introduziu recentemente o zoom – outra ferramenta muito solicitada -, e ainda tem muito mais por vir.

Dados locais sobre o Brasil:
Crescimento: o número de usuários ativos mensais quase dobrou no último ano.

  • Engajamento: 5,3 milhões de ideias são salvas por dia no Brasil, um crescimento de 68% no últimos 12 meses.
  • Busca: o número de buscas mensais no Brasil mais que dobrou nos últimos 12 meses.
  • 19 milhões de visitantes únicos mensais no Brasil, segundo a comScore

[/read]

 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Você pode estar conversando com um robô sem perceber

* Por Carlos Alberto D’Avila

Que a inteligência artificial está em alta não dá para negar. Basta uma breve navegada na web, nos principais veículos de comunicação, sejam direcionados ou não a área de tecnologia, para se deparar com mais uma novidade desse segmento. Cada vez mais real e presente na nossa rotina, desconstruindo aquela ideia antiga de robôs humanoides andando por aí, grandes companhias estão mostrando que criar robôs pode ser simples. E eficaz.

O título desse artigo não é por acaso: se você parar e analisar, talvez no último autoatendimento que realizou, buscando respostas sobre determinada empresa na página dela na internet, tenha se rendido ao chat que de repente surgiu no canto da tela.

O atendente, com eficiência e rapidez, perguntou se poderia ajudar, seguindo a conversa com opções para resolver seu problema, sugerindo caminhos que iriam facilitar a resolução da dúvida, quem sabe ofertando novos produtos e condições e encerrando o papo cordialmente.

Você já parou para pensar que do outro lado da telinha não havia ninguém senão um robô? Um bot desenvolvido especialmente para interagir, por meio de escrita ou voz, e resolver o problema de um cliente? Eles estão mais presentes do que percebemos e já não se restringem a grandes marcas, como IBM, Google ou Fabebook.

Diferente daquelas típicas gravações de secretárias eletrônicas, os chatbots reduzem os custos das empresas com o atendimento, agilizando as demandas através de uma pesquisa rápida em um imenso banco de dados. Entendem o contexto de uma pergunta, mesmo em linguagem informal, trazem novas opções para o consumidor e podem, inclusive, interpretar sentimentos através das expressões do interlocutor durante chamadas de vídeo.

Barato
Mais do que isso, se tornaram uma opção de reinvenção do modus operandi de grandes e médias empresas. Equipes enxutas e focadas em assuntos estratégicos, enquanto os bots tomam conta do trabalho operacional. A inteligência artificial não é apenas o boom da vez, mas a tecnologia que chegou para dar às empresas uma possibilidade de interação com o consumidor de forma barata, prática e rápida, enquanto suas pessoas se dedicam à melhoria dos processos.

* diretor da Ellevo

Acesse os outros sites da VideoPress

Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br

Smartphone deve ser campeão de vendas na Black Friday,  segundo pesquisa

Pesquisa realizada pelo Zoom aponta que, mais uma vez, os smartphones serão os líderes de vendas da Black Friday 2017. O levantamento entrevistou 15 mil pessoas e identificou que 56% pretende comprar smartphones no evento, 10% a mais que no ano passado. Entre os smartphones, o Moto G5, da Motorola, é o modelo mais visado, com 27% das intenções de compra, seguido de perto pelo Samsung Galaxy J7 Prime, que possui 26%. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Segundo o levantamento, a maioria das pessoas (52%) pretende gastar mais de R$ 1000 na Black Friday 2017. Em comparação ao levantamento do ano passado, esse número cresceu dois pontos percentuais. Além disso, o evento ainda é considerado uma boa oportunidade para os consumidores economizarem nos presentes de natal: 67% dos entrevistados pretendem aproveitar a Black Friday para antecipar as compras.

No que se refere ao comportamento do consumidor no momento das compras, 83% acredita que os descontos na Black Friday são melhores em lojas online do que nas lojas físicas. No entanto, apesar de 62% das intenções de compra estarem direcionadas ao e-commerce, uma parcela significativa (37%) dos entrevistados também considera as lojas físicas como uma boa opção.

“Com o passar dos anos, o evento no Brasil tem amadurecido e conquistado, cada vez mais, a confiança dos consumidores. A data já está mais consolidada também entre os varejistas. Apesar do momento de crise ainda ser uma realidade no país, o evento pode ser a oportunidade para os brasileiros comprarem os produtos que precisam com preços mais agressivos”, analisa Thiago Flores, diretor executivo do Zoom.

[/read]

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

11% usam serviços das fintechs, mas só 4% sabem o que são essas startups

As fintechs, startups que criam novos produtos e – principalmente – serviços para o mercado financeiro, estão na moda. Esses empreendimentos usam tecnologias atuais para melhorar a experiência dos clientes e inovar processos internos das companhias do setor. Muitos consumidores já usam a modernidade dessas startups, mas poucos sabem disso ou sequer conseguem definir o que é uma fintech. Uma pesquisa da Cantarino Brasileiro, empresa especializada em comunicação e marketing de relacionamento para o setor financeiro detectou esses cenários e mais comportamentos desse segmento.

Foram realizadas 392 entrevistas na cidade de São Paulo (SP), entre os dias 28 de agosto e 4 de setembro de 2017. Desse total, 52% são mulheres e 48% homens, sendo 6% da classe A, 31% da B e 63% da classe C. De acordo com o levantamento, 10% dos entrevistados sabiam o que é uma fintech; 11% usam os serviços das startups financeiras, mas só 4% desse total sabiam o que é uma fintech.

“A pesquisa mostra que existe uma grande oportunidade para o crescimento deste mercado. Para isto, é preciso educar o consumidor sobre o que são as fintechs, já que muitos utilizam sem conhecer as vantagens, regulamentação e garantias. São Paulo concentra o maior número de fintechs da América Latina e as sedes dos principais bancos privados; por isso, atrai o maior volume de investimentos. Queremos com este trabalho consolidar São Paulo como hub de fintechs da região”, afirma João Pedro Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro e responsável pela pesquisa.

De acordo com o estudo, os jovens são os que mais utilizam os serviços das fintechs: 21% entre 16 e 24 anos e 17% entre 25 e 34 anos. As startups mais requisitadas pelo consumidor são as de investimentos e cartões de crédito. Também são os jovens os principais usuários de cartões de créditos das fintechs: 17% entre 16 e 24 anos e 13% entre 25 e 34 anos.

“As melhores taxas e a economia são os principais critérios para a escolha de uma instituição financeira pelo público jovem – 52% entre 16 e 24 anos e 54% entre 25 e 34 anos. Na era digital e da mobilidade, o acesso mais barato a novas tecnologias, aliado à redução de burocracia e à oferta de um serviço mais personalizado e dinâmico, acabam impulsionando o segmento das fintechs”, enfatiza Cantarino.

Cenário
Um mapeamento do mercado de fintechs no Brasil, realizado pelo Finnovation, em conjunto com o Finnovista e o BID, mostra que o Brasil é o maior mercado de fintechs da América Latina com 219 startups divididas em 16 segmentos, na frente do México (158 startups), Colômbia (77 startups), Argentina (60 startups) e Chile (56 startups). A maioria está na área de pagamentos (31%).

Das fintechs mapeadas, 54% estão em São Paulo, 10% no Rio de Janeiro, 8% em Belo Horizonte e 6% em Porto Alegre. O levantamento também apurou o estágio de maturidade das startups: 16% em estágio inicial, 23% já tiveram um produto lançado, 26% estão prontas para escalar e 35% já encontram-se em pleno crescimento.

 

Acesse os outros sites da VideoPress

Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br

Como o uso da internet das coisas pelo consumidor afeta as redes

* Por Jessica Epley

Muitas vezes, quando as pessoas ouvem o termo internet das coisas (IoT), ou elas não fazem ideia do que seja, ou pensam em comerciais como o da Amazon, com o pai ligando o sistema de sprinkler para se livrar de visitas indesejadas. Geralmente definida como a conexão de objetos normais à internet para que possam enviar e receber dados, a IoT é um conceito relativamente novo, mas está se tornando cada vez mais importante para as vidas de muitos consumidores.

Embora a maioria das discussões sobre IoT se concentre em dispositivos inteligentes, muitos consumidores estão mais interessados em como esses dispositivos podem atender às suas necessidades específicas, como poupar tempo, acessar informações importantes e tornar suas vidas mais eficientes. Com os consumidores dependendo cada vez mais da IoT (muitas vezes sem nem mesmo perceberem), a convergência de rede passa a ter uma função fundamental para ajudar as empresas a atenderem às suas exigências da internet das coisas.

Tecnologias que poupam tempo
De acordo com a Gartner, os consumidores terão mais de 26 bilhões de dispositivos de IoT até 2020. Muitas pessoas adotarão a tecnologia pois desejam automatizar os processos para poupar tempo. Isso permite que eles se concentrem no que é importante para eles, como suas famílias, trabalhos e lazer. O novo comercial da Mercedes-Benz é um dos melhores exemplos que eu tenho visto de como famílias modernas integram dispositivos com IoT em suas vidas normais para poupar tempo e priorizar atividades importantes.

Embora dispositivos com IoT possam aumentar a produtividade, eles são tão bons quanto a infraestrutura de rede na qual funcionam. O desafio para as operadoras é garantir que as redes sejam convergentes, para que dispositivos com IoT possam funcionar com velocidade e eficiência.

Acesso a informações em tempo real
Outro motivo porque espera-se que o setor de IoT gere aproximadamente US$ 11 trilhões para a economia global até 2025 é que os consumidores se tornaram dependentes da capacidade de acessar informações a qualquer momento.

O acesso constante a informações em tempo real será um importante motivo para que os consumidores invistam na IoT. Analistas da Cisco estimam que até 2020, a quantidade total de dados da IoT será de cerca de 600 zettabytes por ano, 275 vezes mais alta do que o tráfego atual de dados sendo enviado de data centers para dispositivos de usuários finais.

A transferência desses dados depende das redes e, ainda mais importante, da qualidade da rede. Conforme a IoT se torna mais valiosa para acessar informações, o valor de uma rede de qualidade também aumentará, portanto, a convergência de rede terá uma função importante no fornecimento rápido de informações para os consumidores.

Aumento de eficiência
Muitos dispositivos de internet das coisas atuais concentram-se no aumento da eficiência, como o termostato Nest, que adapta automaticamente a temperatura de uma casa para aumentar a produtividade e reduzir os gastos de energia. Mas os consumidores não querem somente que esses dispositivos forneçam resultados, eles também querem que sua experiência com esses dispositivos seja eficiente. Em vez de terem que configurar dois ou três sistemas para um dispositivo funcionar, eles querem uma plataforma consolidada que seja fácil de instalar, usar e aproveitar os benefícios.

Assim como os consumidores contam com a eficiência de seus dispositivos com internet das coisas, os dispositivos com IoT contam com a eficiência convergente da infraestrutura de rede na qual funcionam. Para aumentar a eficiência de sua infraestrutura, as operadoras estão se concentrando em como convergir suas redes.

Avanços na tecnologia de dispositivos com IoT ainda são relativamente novos. Os consumidores ainda tentam descobrir como querem integrar esses dispositivos em suas vidas. Este é o momento ideal para as empresas de telecomunicações se concentrarem na melhor forma de lucrar no futuro deste setor em expansão. As redes convergentes terão uma função fundamental para garantir que os consumidores possam utilizar a tecnologia de IoT em sua totalidade para desfrutar um estilo de vida cada vez mais digital.

*  especialista em desenvolvimento de conteúdo da CommScope

 

Acesse os outros sites da VideoPress

Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br

Empreendedor americano promete aumentar receita de empresa brasileira se ela dividir lucro com colaboradores

Neil Patel, que já ajudou corporações como Amazon, Google, General Motors, NBC e Viacom a gerarem receitas com estratégias digitais, lança desafio para ajudar empresa brasileira sem nenhum custo

Apesar de estar prevista na Constituição Federal – no artigo 1º da Lei 1.982-77 de 2000 – a participação nos lucros e resultados não é obrigatória para as empresas estabelecidas no Brasil. Mas a partir do momento que a PLR é oferecida como um benefício, este deve ser garantido.

No entanto, devido à crise econômica, muitas empresas cortaram este benefício ou declinaram a instauração do pagamento por questões…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…estratégicas. Pensando nisso, o americano Neil Patel – empreendedor digital famoso por potencializar os lucros de gigantes como Amazon, Google e GM – lança um desafio para as empresas brasileiras: se ele conseguir aumentar a receita de uma corporação, quer que a mesma divida uma parte dos lucros obtidos com seus colaboradores.

O objetivo é mostrar para as micro e pequenas empresas que, ao abrirem a participação de lucros e resultados para os funcionários, problemas crônicos empresariais, como alta rotatividade, desmotivação e queda em produção podem ser extintos.

“Em geral, as pequenas e médias empresas já não conseguem pagar aos seus colaboradores aquilo que eles merecem, por questões que envolvem os próprios custos da operação, margem de lucro menor em relação às grandes corporações, entre outros motivos. Com a crise, esse cenário tende a piorar. Por isso decidi lançar esse desafio, para incentivar empresários brasileiros a dividirem seus lucros com seu time, à medida em que vêem esse lucro crescer”, explica Patel, que está com seu escritório ativo no Brasil há dois anos.

Política salarial nas PMEs
Atualmente, de acordo com pesquisa realizada pela FecomércioSP em 2016, das 1.647 empresas de comércio no país, mais de 96% são pequenas e médias, sendo responsáveis por 53,5% dos empregos no país. Já em termos de salário, o cenário fica um pouco mais ‘nublado’: a remuneração paga pelas micro e pequenas é 28,8% menor em relação às grandes empresas, o que leva o estudo a se aprofundar ainda mais no assunto ao identificar que os empregados das PMEs geram uma receita anual 49% abaixo da média, projetando-as com menos competitividade.

E foram algumas pesquisas feitas internamente nas empresas brasileiras para as quais Patel prestou consultoria que o incentivaram a criar o desafio: verificou-se que as pequenas e médias empresas não gratificam seus funcionários da forma correta, em comparação com multinacionais e empresas de grande porte.

“Entendo que o Brasil é um país difícil para o empresário, principalmente por conta de fatores que envolvem burocracia e tributos. Porém, quando falamos de um modelo de benefício em que o funcionário tem participação nos lucros e resultados dentro da empresa, estes obstáculos podem ser facilmente superados”, avalia o empresário.

Como funciona o Desafio do Patel?
Para entrar nesse desafio, o único requisito exigido é que a empresa seja brasileira e devidamente registrada no país. O cadastro pode ser realizado na página www.neilpatel.com/br/desafio/, até o dia 24 de setembro.

[/read]

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

Autoteste para detecção de HIV chega às lojas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo

Produto pode ser adquirido nas lojas físicas ou delivery das marcas

A Drogarias Pacheco e a Drogaria São Paulo – marcas que formam o Grupo DPSP – passam a comercializar o primeiro autoteste para HIV do Brasil. O teste Action foi desenvolvido…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…pela empresa OrangeLife e identifica em apenas 20 minutos, com precisão de 99,9%, a presença dos anticorpos associados ao vírus no organismo.

O kit do Action conta com um dispositivo de teste, líquido reagente, lanceta específica para furar dedos, sachê de álcool e tubo para coleta de sangue. O produto é uma solução para quem busca privacidade ao suspeitar de infecção e favorece para o diagnóstico precoce.

Veja a aplicação do autoteste neste link

[/read]

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Ford testa a comunicação de carros autônomos com pedestres, ciclistas e outros veículos com “motorista invisível”

A Ford realiza uma pesquisa em parceria com o Virginia Tech Transportation Institute, dos EUA, para desenvolver um sistema que permita a comunicação dos futuros carros autônomos com pedestres, ciclistas e motoristas. Hoje, basta um gesto do motorista para o pedestre entender que pode atravessar a rua, mas para reconhecer a intenção do veículo autônomo será preciso criar um novo código de sinais. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

“Entender como os veículos autônomos impactam o mundo e os desafios de não ter um motorista humano é essencial para criarmos a experiência certa no futuro”, diz John Shutko, especialista técnico em fator humano da Ford. “Encontrar um modo de substituir o aceno de cabeça ou de mão é fundamental para garantir a operação segura e eficiente dos veículos autônomos nas ruas.”

O objetivo da pesquisa é estudar os meios mais eficientes para viabilizar a comunicação entre os carros autônomos e outros usuários. Uma das propostas consideradas foi uma tela com texto, mas isso exigiria que todas as pessoas falassem a mesma língua. O uso de símbolos também foi descartado, porque historicamente têm um baixo nível de reconhecimento entre as pessoas. No final, os pesquisadores decidiram usar sinais luminosos, que já são adotados universalmente para indicar direção e frenagem, criando um novo código visual para comunicar quando um carro está operando no modo autônomo, se vai mudar de direção ou partir depois de uma parada.

Teste nas ruas
Como veículo de teste, a Ford equipou uma van Transit Connect com uma barra de luzes no para-brisa e seis câmeras de alta definição com visão 360 graus para registrar a reação das pessoas nas ruas. Para completar a simulação de carro autônomo, os pesquisadores desenvolveram uma capa de banco que deixa o motorista “invisível”, criando a ilusão de que o carro anda sozinho. A equipe, então, testou três padrões de luzes de sinalização do veículo:

– Cedendo a passagem: duas luzes brancas se movem de um lado para o outro para indicar que o veículo vai parar completamente;

– Direção autônoma ativa: uma luz branca indica que o veículo está rodando em modo autônomo; e

– Dando a partida: uma luz branca piscando rapidamente indica que o carro vai sair da imobilidade.

A van de teste da Ford rodou cerca de 2.900 km durante o mês de agosto, simulando a direção autônoma em ruas no norte do estado da Virgínia – que tem trânsito intenso de carros e pedestres. A reação das pessoas foi registrada em mais de 150 horas de vídeo, incluindo encontros com pedestres, ciclistas e outros motoristas.

As luzes de sinalização do veículo foram acionadas mais de 1.650 vezes em diversos locais, como cruzamentos, estacionamentos, garagens e pistas de aeroporto. Esses dados serão usados para entender como as pessoas mudam seu comportamento diante dos sinais de um carro autônomo.

“Esse trabalho é importante não só para os fabricantes e usuários de veículos, mas para todos que venham a andar ou dirigir perto de um veículo autônomo no futuro”, diz Andy Schaudt, diretor de projetos do Centro de Sistemas de Veículos Automatizados do Virginia Tech Transportation Institute. “Temos orgulho de apoiar a Ford no desenvolvimento dessa importante pesquisa.”

Padrão para a indústria
A Ford já trabalha com várias organizações do setor para criar um padrão na indústria, incluindo a International Organization for Standardization e a SAE International. Um código visual comum, que a maioria das pessoas entenda em todos os veículos autônomos e lugares, ajudará a garantir uma integração segura dos carros autônomos aos sistemas atuais de transporte. A Ford reconhece, também, a necessidade de um sistema de comunicação para pessoas cegas ou com deficiência visual e iniciou um projeto de pesquisa específico para isso.

“A preparação para o futuro dos carros autônomos exige que todos trabalhemos juntos”, diz Shutko. “Por isso estamos desenvolvendo e defendendo uma solução padronizada, que possa ser adotada pela indústria e aplicada a todos os veículos autônomos”.[/read]

 

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

Transformação digital entusiasma clientes a comprarem mais

Quem já teve uma experiência ruim com alguma empresa sabe que o desapontamento causado influencia na próxima compra ou aquisição de serviço. No entanto, parece que algumas empresas simplesmente ignoram os pedidos de melhoria de seus consumidores e continuam a trabalhar do mesmo jeito. Um relatório da consultoria Capgemini detectou essa lacuna entre o modo como as organizações e os clientes percebem a qualidade da experiência digital do usuário. O estudo feito com 3 mil consumidores e 450 executivos mostra ainda uma íntima ligação entre a chamada transformação digital e o aumento da satisfação e – consequentemente – dos gastos pelos clientes.

O estudo The Disconnected Customer: What digital customer experience leaders teach us about reconnecting with customers” (“O cliente desconectado: o que os líderes em experiência digital do usuário nos ensinam sobre se reconectar com clientes”, revela que 8 em cada 10 clientes pagariam por uma experiência de compras melhor.

Mas há muito trabalho a ser feito ainda. Enquanto 75% das companhias acreditam estar focadas no cliente (“customer centric”), apenas 30% dos consumidores concordaram. Frustrados com empresas que não ouvem seus comentários ou não recompensam sua fidelidade, a maioria dos clientes se mostra disposta a aumentar seus gastos com outra organização em troca de uma experiência melhor (81%).

O desafio parece maior porque as empresas não entendem o novo modelo de negócio, criado em tecnologias novas, completamente fora do espectro da TI (tecnologia da informação) do século passado. Quase um terço das empresas (31%) afirmaram enfrentar um grande desafio ao acompanhar o cenário tecnológico em rápida evolução, assim como as expectativas digitais dos consumidores.

Banho de realidade
O relatório, que analisou o comportamento de 3,3 mil consumidores na Alemanha, Austrália, China, Estados Unidos, França, Holanda, Índia e no Reino Unido, traz um choque de realidade para as grandes corporações, em relação aos seus esforços em oferecer melhores experiências aos clientes por meio de canais digitais.

Não apenas há uma grande desconexão entre empresas e consumidores sobre o que representa o foco no cliente (“customer centricity”), mas também sobre a melhoria da experiência do usuário. Para avaliar a satisfação do consumidor, a Capgemini usou o modelo Net Promoter ScoreSM (NPS), que é padrão no setor – um índice que varia de menos 100 a mais 100 para medir a disposição dos clientes em recomendar produtos ou serviços de uma empresa. E 90% das companhias entrevistadas acreditavam que seu NPS tivesse aumentado em 5 pontos nos últimos três anos – no entanto, somente a metade dos consumidores concordou (54%).

Empresas de serviços públicos e de produtos de consumo têm a menor sintonia com seus clientes
O relatório também destacou diferenças significativas entre as indústrias. As empresas de serviços de Internet e seus clientes estão quase na mesma sintonia e, assim, definem o padrão para outras organizações. Por outro lado, as instituições de serviços públicos e companhias de produtos de consumo têm um longo caminho a percorrer para atender às expectativas dos consumidores.

Consumidores estão prontos para recompensar
Apenas três em cada dez das 125 organizações identificadas no estudo estão correspondendo às expectativas dos seus clientes. Para os 70% restantes, as recompensas por oferecer uma experiência melhor são altas, pois 8 em cada 10 usuários (81%) indicam estar dispostos a gastar mais com uma empresa que lhes proporcione uma experiência melhor – e 1 em cada 10 (9%) clientes poderia aumentar seus gastos em mais de 50%. Os consumidores na Índia (98%) e na China (95%) são mais propensos a recompensar boas experiências com o aumento dos gastos, enquanto na Alemanha (61%) e na Holanda (72%) estão os menos prováveis.

Para os usuários, a boa experiência nos canais digitais é fundamental para atender às suas expectativas. O Instituto de Transformação Digital da Capgemini avaliou as organizações em 80 diferentes atributos de experiência digital – desde a capacidade de visualizar e editar dados pessoais até a de personalizar produtos e serviços em dispositivos móveis – e, assim, criou seu Índice de Experiência Digital do Cliente (DCX). Assim, quanto mais atributos digitais uma organização implementou – e quão mais avançados são esses atributos –, maior será seu índice DCX. Quando confrontada a falta de vontade dos consumidores em gastar mais com o NPS, a Capgemini descobriu que, para cada aumento de ponto único no índice DCX, o cliente se dispõe a gastar 0,6% a mais com uma organização e, consequentemente, seu NPS também aumenta em quase 5 pontos.

O relatório aponta que o índice DCX está fortemente correlacionado ao NPS de uma empresa (com um coeficiente de correlação de 0,73). O estudo também descobriu que as dez empresas com o índice DCX mais alto viram os preços de suas ações subirem 16% ao ano nos últimos cinco anos, enquanto as dez maiores empresas observaram um aumento médio dos preços de suas ações em cerca de 6%.

Empresas que vinculam operações de negócios com a experiência do cliente colhem mais benefícios
As companhias que conectam estreitamente suas operações comerciais com a experiência do cliente (6%) desfrutam de uma vantagem de 14 pontos no NPS em relação às empresas cujas operações comerciais não estão integradas com a experiência do usuário (33%). Corporações com um vínculo ainda mais próximo observaram o dobro de seu NPS (12 pontos) nos últimos três anos.

“O meio digital possibilitou novas formas de engajar os clientes, mas também está gerando novos comportamentos e criando novas expectativas. Está claro que muitas organizações estão lutando para acompanhar o ritmo das mudanças. Como nossa pesquisa revela, a experiência é o novo campo de batalha e a forma como você se conectará com o usuário determinará como vencerá. As organizações que conectarem firmemente suas operações de negócios com a experiência do usuário obterão benefícios, tanto em termos da experiência em si quanto na fidelidade de seus clientes”, diz Pierre-Yves Glever, líder global de Experiência Digital do Cliente na Capgemini.

O ritmo das mudanças
Menos de duas entre 10 organizações (19%) estão atendendo às expectativas dos consumidores. Para aquelas que não estão, os desafios são tanto organizacionais quanto técnicos. O cenário tecnológico em rápida evolução (56%) e o aumento das expectativas dos clientes (57%) foram citados como os principais desafios de TI, ainda maiores do que integrar plataformas diferentes (38%) ou de disponibilizar uma interface de usuário pobre (32%). Isso indica que, embora muitas organizações tenham adotado as noções básicas do digital, a implacável evolução da tecnologia é o maior problema para eles.

As empresas também citam a falta de orçamentos dedicados à experiência do cliente (41%) e a falta de apropriação da experiência digital do cliente (35%) por uma área interna claramente definida, sugerindo que muitas organizações ainda não priorizam o digital como meio de impulsionar competitividade e crescimento.

Acesse os outros sites da VideoPress

Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br

PES 2018 tem recurso exclusivo para quem usa GeForce GTX

Fãs de Pro Evolution Soccer 2018 que gostam de compartilhar seus golaços com os amigos agora terão a oportunidade de pausar uma partida a qualquer momento e escolher o melhor ângulo possível para capturar uma foto! Graças a tecnologia NVIDIA Ansel, que permite que o jogador veja as imagens de câmera livres e diferentes das oferecidas pelo game. Além disso, é possível também incluir filtros e compartilhar em poucos cliques no Facebook, imgur e outros sites. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O PES 2018 melhorou as mecânicas de drible, controle de bola e sistemas de velocidade dos atletas para oferecer controles e movimentos da bola mais realistas; além disso os modos online permitem agora partidas de 2 a 3 jogadores por time.

Mesmo com a irmã menor (uma GeForce GTX 1050) da família de placas de vídeo da NVIDIA é possível uma experiência visual em configuração “alta” rodando em resolução Full HD 1080p com 60 FPS constantes. Veja a tabela abaixo os requerimentos para rodar o jogo de forma ideal em diferentes resoluções:

Quer saber mais da tecnologia Ansel? Veja o vídeo abaixo!

 

[/read]

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

Cinco aplicativos para aproveitar melhor o Rock in Rio 2017

O Rio de Janeiro está em contagem regressiva para receber mais uma edição de um dos maiores festivais musicais da América Latina, o Rock in Rio, que acontece em sete dias (15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro) e que este ano também estreia em novo endereço, o Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. E claro que em meio aos shows do Maroon 5, Justin Timberlake, Aerosmith, Bon Jovi, Guns N’ Roses, Red Hot Chili Peppers, entre outros, dá tempo de…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…fazer novas amizades, conhecer um pouco mais de seus ídolos e postar muitas fotos!

Cinco aplicativos podem ajudar os frequentadores do festival a curtir ao máximo os shows:

Wappa
Para chegar de forma segura ao evento, o aplicativo de chamada de táxi Wappa, que conta com mais de 90 mil profissionais cadastrados na plataforma, oferece comodidade ao usuário e já estima o preço da corrida, da origem até o destino, evitando surpresas na hora de fechar a conta. O app tem versões gratuitas para Android e iOS e permite pagar com dinheiro e cartões de crédito e débito direto para o taxista. Possui ainda as categorias Mulher e Acessível, que proporcionam um atendimento ainda mais personalizado para os clientes.

Aplicativo oficial do Rock in Rio
Disponibiliza os horários de todas as atrações e informações sobre todos os palcos. Permite criar uma agenda personalizada e compartilhá-la com os amigos. Além disso, há mapas, dicas de alimentação e, durante o evento, os usuários receberão informações, em tempo real, de tudo o que está rolando na Cidade do Rock. Gratuito para Android e iOS.

Poppin
Que tal encontrar um par que também tenha o mesmo gosto musical que você? Isso é possível! O Poppin é um aplicativo de relacionamento que conecta pessoas que estarão nos mesmos eventos. Ao se cadastrar no aplicativo, o usuário interage só com quem confirmou presença nos mesmos eventos em que ele pretende ir. Desta maneira, o app consegue levar os matches do mundo virtual para o real, gerando 90 vezes mais encontros do que as outras ferramentas concorrentes. Está disponível para Android e iOS, gratuito.

Shazam
Até mesmo os fãs mais fiéis podem esquecer o repertório completo do seu ídolo. Caso aconteça com você, o Shazam reconhece o áudio e mostra o nome da música que está tocando, além de identificar o autor e o álbum. Gratuito para Android e iOS.

Battery Doctor
Não dá para correr o risco de ficar sem celular para falar com os amigos ou registrar e compartilhar os melhores momentos do Rock in Rio. Por isso, é fundamental otimizar a bateria do smartphone. O Battery Doctor é um aplicativo gratuito, disponível para Android e iOS, que ajuda a gerenciar o consumo da bateria, totalmente traduzido para o português.

[/read]

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

O crescimento da economia sob demanda

*Por Daniel Tutida

As receitas globais da economia sob demanda podem ultrapassar a casa dos US$ 330 bilhões até 2025, de acordo com especialistas espalhados pelo mundo. Para quem não está familiarizado com o termo, economia sob demanda, também chamada de economia on demand, é o serviço…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…personalizado e feito na hora.

Curiosamente, essa economia surgiu junto com a internet. Ou seja, antes dessa tecnologia, os serviços, produtos e até mesmo o conteúdo eram impostos para os consumidores. Agora eles tomaram o controle da situação e buscam aquilo que desejam consumir, na hora que querem ou quando precisam.

Talvez o que muitos não sabem é que empresas como Uber, Amazon e Fedex sofrem ações trabalhistas por não terem uma legislação que regulamente as atividades que exercem. O motivo? As leis não evoluem na mesma velocidade que a tecnologia e, por isso, essas empresas não se encaixam nas mesmas diretrizes que trabalhadores contratados ou freelancers.

Agora que pegamos a ideia, podemos falar sobre os dados. De acordo com pesquisa realizada pelo Workmarket e KRC Research, cerca de 96% das empresas entrevistadas terceirizam seus funcionários e eles representam toda a sua força de trabalho. Um em cada quatro negócios líderes no mercado não sabem quantos terceirizados engajam sua empresa. É por causa dessa falta de informação que um em cada cinco diretores financeiros não acessam os dados dos terceirizados. Informações como pagamento, tempo e atendimento são essenciais para a avaliação de conformidade. Os diretores acreditam que se tivessem esses dados seriam mais produtivos e lucrativos.

Outros dados interessantes da pesquisa:
– 24% dos líderes empresariais gerenciam os terceirizados manualmente ou por meio de planilhas (criando lacunas de conformidade, risco humano e riscos de classificação de trabalhadores);

– 44% das empresas usam um sistema de gerenciamento de fornecedores para gerenciar os terceirizados. O software não foi projetado para lidar com freelancers, mas automatiza o abastecimento, o cumprimento e o pagamento de requisição para declaração de trabalho e trabalhadores independentes;

– 11% das empresas usam um software de gerenciamento de freelancers que permite realizar todas as etapas em sua gestão;

– 48% dos líderes empresariais acreditam que quando os terceirizados saem da empresa, seus negócios ficam expostos a uma série de riscos. A principal razão das companhias contratarem freelancers e terceirizados é poder simplificar seus serviços e aumentar sua produtividade;

– 71% dos líderes empresariais acreditam que terceirizados e trabalhadores independentes especializados podem ser mais habilidosos que os funcionários contratados pela empresa.

– Metade dos entrevistados observaram também que a natureza econômica dos terceirizados e independentes torna-os mais valiosos. Os terceirizados são a chave para a produtividade?

Muitos empresários procuram encontrar um equilíbrio entre os funcionários contratados e terceirizados, mas quando o assunto é produtividade, 83% dos entrevistados acreditam que os terceirizados são mais ou tão produtivos quanto os contratados pelas empresas. Seguindo esse raciocínio, temos os seguintes dados:

– 82% dos correspondentes afirmaram que a produtividade é um dos principais indicadores de sucesso financeiro ou falha na minha empresa;

– 77% dos correspondentes afirmaram que sabem quantos terceirizados estão trabalhando em sua empresa;

– 76% dos correspondentes afirmaram que os níveis de produtividade dependem unicamente de funcionários capazes de completar tarefas específicas;

– 72% dos correspondentes afirmaram que o aumento de mão de obra especializada disponível e a demanda está aumentando a produtividade da empresa;

– 82% dos correspondentes afirmaram que os terceirizados são trabalhadores especializados e podem ser mais qualificados do que empregados contratados;

– 68% dos correspondentes afirmaram que a falta de trabalhadores especializados levará a uma diminuição de produtividade na empresa;

– 50% dos correspondentes afirmaram que a natureza econômica dos terceirizados faz que eles sejam mais valiosos que funcionários contratados.

Enquanto 83% dos líderes acreditam que terceirizados são considerados mais ou igualmente produtivos quanto funcionários contratados, apenas 25% deles pensam em aumentar sua força de trabalho com profissionais terceirizados ou freelancers nos próximos três anos.

Agora, com esses dados em mente, você pode entender como as empresas estão formulando suas estratégias em torno da força de trabalho, produtividade empresarial e gerenciamento dos talentos on demand. Essas informações podem ajudar a construir seus negócios. Tenha um ponto de partida para pensar em ferramentas, tecnologias e estratégias que podem ser usadas para melhorar sua força de trabalho e produtividade para impulsionar o sucesso dos seus negócios.

Daniel Tutida é CMO & Co-Founder da EuNerd, plataforma que gerencia e conecta profissionais de TI a empresas, diminuindo em até 40% dos custos e otimizando a rotina de trabalho de funcionários com serviços de suporte OnDemand.

[/read]

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

O que as empresas devem fazer para avançar em analytics?

O grande volume de informações hoje disponíveis no mundo dos negócios (Big Data) e a análise avançada de dados (Advanced Analytics) são realidades que determinarão o futuro das corporações. Quanto mais adiantadas estiverem nestas áreas, mais elas conseguirão adquirir vantagens competitivas no mercado. Já as que ficarem para trás correm o risco de se tornar irrelevantes com o passar do tempo. Segundo a McKinsey, os CEOs têm de estar à frente das estratégias de Analytics para acelerar processos de transformação corporativa e assegurar a alocação inteligente dos investimentos na área.

A boa notícia é que isso já está começando a acontecer. Pesquisa da consultoria aponta que mais da metade dos CEOs se considera a principal liderança de Analytics em suas corporações – e esta proporção tem crescido sistematicamente.

Após ouvir mais de 300 executivos de grandes empresas globais, a McKinsey montou um quadro com nove recomendações de melhores práticas para avançar na adoção desta tecnologia. Confira.

1. Crie novas oportunidades e busque a transformação
Primeiramente, reserve um tempo para se concentrar no longo prazo. Avalie o que outras empresas estão fazendo e procure entender como satisfazer de forma efetiva as necessidades dos clientes via novos modelos operacionais. Em segundo lugar, volte-se a seus próprios dados – analise seu valor, o que os distingue e como podem ser combinados. Por fim, avalie seu modelo de negócio e como transformá-lo.

2. Gere valor para seu negócio
Identifique quais funções ou partes de sua cadeia de valor têm maior potencial. Então, encontre novas possibilidades de aplicação de dados. Finalmente, decida as prioridades, considerando seu impacto econômico, aderência ao negócio, viabilidade e velocidade de adoção.

3. Não se perca; saiba o que fazer com os dados
Conecte as estratégias de dados e de analytics. Coloque em andamento processos e práticas de governança. Adote boas práticas de dados e metadados. Crie processos automáticos de reconciliação que constantemente verifiquem se novos dados atendem a padrões de qualidade. Para obter novos insights, conecte diferentes conjuntos de dados, potencialmente em um repositório centralizado (data lake). Resista à tentação da complexidade.

4. Democratize o acesso e a propriedade dos dados
Crie uma governança de dados eficaz. Abrace os princípios duais da propriedade empresarial e amplo acesso. Explique aos funcionários que a responsabilidade pelos dados é de toda a firma, e não apenas de determinadas áreas. Crie plataformas de apuração de dados, como portais de autoatendimento baseados na web, que permitam às equipes extrair informações facilmente.

5. Transforme a cultura organizacional
As pessoas somente aderem a mudanças quando entendem e sentem que são parte delas. Ainda que algumas políticas específicas possam ser desenhadas para preparar determinados profissionais, procure estabelecer programas amplos de disseminação de conhecimento e implementação de uma cultura dirigida por dados.

6. Aprenda a usar e valorizar as métricas
Crie um painel que possa ser acessado pelos profissionais com todos os indicadores e “feeds” de dados automatizados mais importantes (dashboard) – de modo que se torne fácil acompanhar o desempenho da empresa. Ensine seus funcionários a confiar nestas métricas e a entender que elas formam importante subsídio para tomada de decisão.

7. Desenhe a melhor estrutura para apoiar a tomada de decisão
Os CEOs precisam avaliar como se dão os processos de tomada de decisão de suas empresas – se são centralizados ou espalhados nas unidades de negócio – para, então, implementar os modelos organizacionais analíticos que possam alavancar seu potencial.

8. Ajude seus experts a serem ainda melhores
Identifique seus especialistas em dados, como estatísticos e econometristas, e desenhe programas para que eles possam ampliar suas habilidades. Lance mão de princípios de aprendizagem para adultos, como treinamento on-the-job e cursos de atualização on-line. Considere oferecer certificações formais para os que concluírem com sucesso esses cursos.

9. Crie um cultura de dados em sua empresa
Forneça as ferramentas, a tecnologia e a capacidade de processamento necessárias para que as equipes possam descobrir novos padrões, identificar correlações e realizar análises. Procure também criar condições propícias para que os times abandonem antigas práticas que não funcionam mais, e adotem novas soluções. O erro não pode ser tratado como algo vergonhoso, mas sim com parte fundamental deste processo constante de inovação. Tudo isso faz parte da construção de uma cultura em que dados, e não suposições, são usados para enfrentar os problemas e onde as pessoas se sentem confortáveis com mudanças constantes.

 

Acesse os outros sites da VideoPress

Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br

5 motivos para pensar, hoje, na Black Friday

Quem compra ou vende pela internet, já sabe que a Black Friday é a data mais aquecida do ano para o comércio eletrônico. Em 2016, o evento gerou R$ 1,9 bilhão de faturamento apenas entre 0h e 23h59 da sexta-feira, 25 de novembro, segundo a Ebit. No ano passado, foram…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…mais de 2,92 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 653, 13% superior ao de 2015.

Se seguir a linha ascendente, neste ano, a Black Friday pode ser ainda melhor. E para aproveitar todas essas possibilidades, as lojas virtuais precisam começar a se preparar o quanto antes. Para auxiliar os empreendedores online a deixarem sua operação no ponto para a data, a Rakuten Digital Commerce preparou uma lista com 5 dicas do que levar em conta na hora de se planejar.

1 – Estoque Preparado
Planejar bem o estoque para atender a demanda elevada com a Black Friday é um ponto-chave para qualquer e-commerce que participa da data com campanhas promocionais. Para ter sucesso no período, esse trabalho precisa ser reforçado o quanto antes. Faça um levantamento do seu histórico de vendas relacionadas à data, considerando a evolução ao longo dos anos.

Leve em conta também as tendências de compra do seu consumidor e como elas podem impactar seu portfólio. Lembre-se, ainda, que o seu investimento em comunicação e marketing tem relação direta com o tráfego no seu site. É natural que o aumento da promoção resulte num volume maior de visitantes e de pedidos na loja virtual. Se seus produtos são importados, é essencial preservar uma margem de, no mínimo, dois meses para que a mercadoria chegue em segurança ao país.

Aliado às previsões de estoque, fortaleça o relacionamento com seus fornecedores. Este é o momento de se aproximar ainda mais daqueles que confia. São eles que poderão atendê-lo, inclusive, em situações emergenciais dentro das condições que o seu e-commerce precisa. E caso necessite trocar algum fornecedor, ainda terá tempo de procurar e fechar com outro parceiro que se encaixe melhor nas suas necessidades.

2 – Plataforma a Postos
A performance de uma loja virtual na Black Friday tem tudo a ver com a plataforma de e-commerce que a marca utiliza. Afinal, é ela que garantirá a estabilidade e a escalabilidade necessárias para que a operação do período seja vencedora. Por isso, ter o parceiro certo nessa hora é fundamental.

Se a loja virtual está insatisfeita com a plataforma utilizada, pode ser o momento de analisar a mudança para outro parceiro que garanta a segurança necessária. O processo de migração de plataforma pode levar em torno de 90 dias. Por isso, caso seu e-commerce se encaixe nesse cenário, não hesite em agir rapidamente. Vale ressaltar que a transição compreende várias etapas que exigem entrega e dedicação, tanto da fornecedora de tecnologia quanto do lojista, para avançar.

3 – User Experience
User Experience não é só um termo da moda, há a importância da relação entre a experiência do consumidor pelas páginas de uma loja virtual e a sua conversão em vendas. Por isso, priorizar esse elemento é uma decisão inteligente e que gera os melhores resultados. Coloque-se no lugar do seu comprador durante a Black Friday. Ele será bombardeado por dezenas de promoções de diversas marcas, visitará incontáveis sites em busca dos melhores descontos e, provavelmente, enfrentará muitos obstáculos até fechar sua compra.

Para ser a loja virtual escolhida pelo usuário, é preciso desenhar o melhor caminho desde a busca até o checkout. Estamos falando de analisar o layout do seu e-commerce, checando se a posição de cada elemento é a mais intuitiva possível. E mais: teste a usabilidade e a navegabilidade das suas páginas e defina as mudanças necessárias.Outro ponto essencial é que milhares de potenciais consumidores passarão a sexta-feira do evento fora de suas casas. Ou seja, muitos navegarão, principalmente, pelo smartphone.

Em 2016, a Ebit monitorou que cerca de 20% das compras online na Black Friday foram via dispositivos móveis. Esteja atento a esse movimento. “O lojista precisa se perguntar como está a experiência mobile do seu site.Se a resposta não for favorável, é necessário investir esforços para melhorá-la para garantir mais compradores passando pelo funil de vendas do seu e-commerce. Cada mudança precisa ser alinhada com a sua plataforma, considerando queajustes ou novos recursos podem levar dias, semanas ou meses para serem concluídos e testados, dependendo do projeto do lojista”, explica Luis Pelizon, Diretor da Rakuten Digital Commerce.

4 – Integração com Marketplaces
Os marketplaces são fortes canais de vendas, principalmente em datas importantes do calendário anual de e-commerce, como é o caso da Black Friday. Esses shoppings online investem pesado em comunicação e marketing para o período e sua loja pode se beneficiar dessa divulgação. Ou seja, ter mais uma plataforma de venda expondo seus produtos, com menos esforço em promoção. É o melhor cenário, certo? A integração com marketplaces leva, em média, dois meses, portanto, se você considera esta uma boa oportunidade para a sua marca, precisa se apressar.

5 – Customer Experience
O consumidor precisa estar no centro da estratégia de qualquer e-commerce. E é disso que se trata o conceito de Customer Experience ou apenas CX: aproximar o relacionamento com o consumidor ao que ele espera e, claro, surpreendê-lo positivamente sempre que possível. Assim, muito mais que oferecer canais de atendimento, como 0800, e-mail ou chat, as lojas virtuais que investem em uma estratégia focada em CX escutam seus compradores e desenham processos personalizados de acordo com seu público-alvo.

Digamos que uma loja virtual de games, por exemplo, não tenha o melhor resultado com seus consumidores por telefone, mas consiga estabelecer uma conexão única pelas redes sociais. Esse, provavelmente, será um canal essencial para melhorar o atendimento, a satisfação e o engajamento com o cliente. Tudo passa pelo conhecimento da sua audiência. E quando falamos de uma data de pico de demanda, como é a Black Friday, esse ponto é ainda mais crítico.

Segundo Pelizon, a marca deve estudar seus canais de atendimento, planejar suas ações, como a implantação de novos canais e prever a possível contratação de pessoal para o período de acordo com a sua necessidade. “Importante também alinhar a comunicação dos seus valores e processos com todos os setores da empresa. Afinal, a experiência do consumidor se dá em diferentes pontos do funil de vendas e todas as áreas precisam estar preparadas”.

[/read]

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

 

Linx contrata diretora jurídica

A Linx, de software de gestão empresarial, presente no Brasil e em mais de 7 países da América Latina anunciou a contratação de uma nova diretora jurídica. Mara Vitta está assumindo o cargo na companhia que tem feito movimentos de crescimento para ganhar mercado nos últimos meses.

A executiva irá conduzir, entre outras atividades, os assuntos de governança corporativa, suporte legal de negociações estratégicas e a simplificação das rotinas legais da Linx.

Formada em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com especialização em Contratos e Direito Empresarial, Mara traz à Linx mais de 15 anos de experiência em escritórios de renome e empresas de capital aberto, como Machado Associados, CSU CardSystem, Sonae Sierra Brasil e International Meal Company.

Jornada de compras para o final de ano começa em outubro

Quando o assunto são as compras de final de ano, a antecipação tem sido a palavra de ordem para os consumidores brasileiros que fazem suas aquisições pela Internet. De acordo com o estudo Criteo Shopper Story 2017, da Criteo, de marketing para e-commerce, as pessoas começam a pesquisar os presentes mais caros (como televisores e videogames) em outubro e as conversões iniciam em novembro.

A Black Friday tem papel importante nessa antecipação. Importada dos Estados Unidos, a data vem ganhando cada vez mais representatividade no Brasil. De 2012 para 2016, as vendas aumentaram quase cinco vezes, atingindo um crescimento de 465%.

“Tudo o que sempre foi verdade absoluta sobre sazonalidade do varejo está começando a mudar, pois agora os consumidores compram quando bem entendem. As marcas e as lojas precisam estar lá com seus produtos durante toda a sinuosa jornada de compra, que para muitas pessoas começa em outubro”, comenta Alessander Firmino, diretor da Criteo para América Latina e Brasil.

Dados da empresa ainda revelam que o uso de dispositivos móveis é cada vez maior nas transações pela Internet. No quarto trimestre do ano passado, 24% de todas as compras online do País foram concluídas no ambiente mobile. E os consumidores esperam ter a mesma experiência que têm no computador em seus tablets e smartphones.

“Os varejistas precisam traçar estratégias que foquem no consumidor e não apenas no canal ou dispositivo. Em média, a jornada de compra é 1,5 vez mais longa do que o visto em análises que consideram apenas um device”, explica Firmino.

A jornada até a compra
O estudo Criteo Shopper Story 2017 analisou o comportamento de mil consumidores omnichannel do Brasil para entender melhor suas influências e motivações. A pesquisa abrange as palavras mais buscadas na Internet e também milhões de carrinhos de compra dentro de uma rede que conta com mais de 15 mil anunciantes, incluindo os principais varejistas do Brasil, além de marcas de segmentos variados, como eletrônicos, moda, artigos esportivos e eletrodomésticos. Mais descobertas seguem abaixo:

As pessoas usam a internet para pesquisar produtos que compram na loja física (webrooming). Por outro lado, muitos clientes na loja física fecham a compra online (showrooming). De acordo com a pesquisa, 80% dos consumidores omnichannel agem das duas formas.

O e-commerce brasileiro vem ficando mais competitivo graças à expertise cada vez maior dos grandes anunciantes e ao aumento da concorrência online. Agora com mais escolhas, os consumidores fazem compras em vários sites, comparando disponibilidade, opções de frete e informações do produto, além dos preços. O cross-shopping é especialmente comum na categoria “Eletroeletrônicos”, na qual 47% dizem visitar regularmente vários sites para fazer comparações.

A pesquisa revela ainda que antes da conversão, as pessoas costumam manter o carrinho de compras online cheio. Essa prática é mais forte na categoria “Roupas”. Neste caso, um terço dos consumidores inclui itens no carrinho, mas não conclui o pedido na hora.

Acesse os outros sites da VideoPress

Portal Vida Moderna – www.vidamoderna.com.br

Radar Nacional – www.radarnacional.com.br

O iPhone está com as horas contadas? Apple indica que sim

O lançamento da Apple realizado dia 12 de setembro teve dois fatos marcantes que podem ter passado batidos do público e é isso que vou abordar aqui.

O primeiro, e que pode ser considerado uma surpresa, foi o lançamento do… [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

iPhone 8, um salto na evolução natural dos smartphones da Apple.

As versões anteriores sempre foram aos pequenos saltos na nomenclatura: o primeiro foi o iPhone 3, há exatos 10 anos, em 2007, seguido pelo 3S, aí veio o 4, que evoluiu para o 4S, chegou o 5, que foi desdobrado no 5S e 5C, mudou de design no 6, surgiu o 6S e veio o 7.

E agora ela lança o iPhone 8, sem meio termo para o 7. Ao mesmo tempo ela lança um iPhone poderosíssimo em termos de processamento de dados, câmera e armazenamento, design arrojado, tipo tela com borda infinita, grande e muito elegante, assim como seu preço, que não chega nem a mil dólares. Custa, nos Estados Unidos, a partir de 999 dólares.

No Brasil existem dúvidas se ele chegará por aqui, mas se chegar deve custar entre seis e sete mil reais. É o iPhone X (pronuncia-se “ÉCS”) ou 10, em comemoração aos 10 anos de lançamento do primeiro smartphone.

O segundo fato marcante foi o lançamento do Apple Watch 3, que ganha liberdade em relação ao iPhone, pois tem um chip de celular e o usuário pode fazer e receber ligações a partir dele através do fone de ouvido sem fio.

E é aí que a coisa pega: a evolução de smartphone em geral começa a ficar estagnada e pouco atrativa para os consumidores. Afinal, qual a justificativa para se pagar dois, três, quatro mil reais por um smartphone que faz muito pouco ou quase nada a mais em relação aos últimos modelos?

Eu mesmo tenho seis smartphones topo de linha, que os fabricantes me mandam até mesmo antes dos lançamentos, e de uns dois anos para cá as diferenças entre cada um deles são mínimas e praticamente não existem.

Mas voltando ao relógio da Apple, ele realmente é uma evolução sem precedentes de um smartphone, pois ele ficará o tempo todo colado ao corpo do usuário – é um dispositivo wearable ou, em português vestível.

Terá múltiplas funções o tempo todo, desde informar as horas, fazer medições constantes do batimento cardíaco com alertas imediatos caso haja alguma alteração significativa, avisar sobre compromissos, mensagens, e-mail, Facebook e o que mais for inventado em termos de redes sociais.

E agora, de quebra, também atende e faz chamadas telefônicas.

Mas o smartphone como conhecemos hoje está com os dias contados. ou melhor, com as horas contadas. Pode ser que ele vire um dispositivo de suporte ao relógio, o que é mais provável, mas devido à tela maior e mais confortável.

Diante disso, fique certo de que a Apple já está desenvolvendo a evolução do relógio e este evento pode ter sido um dos últimos em que um smartphone da empresa da maçã foi lançado.

E ela vem comprovar uma frase bastante utilizada em negócios de tecnologia: “Se um produto acabou de entrar na loja para venda, está obsoleto”.

E se você quiser assistir ao vídeo completo (em inglês) desses lançamentos, clique aqui. Nele você vai poder ver na íntegra a transmissão que fizemos ao vivo, direto de Cupertino, na Califórnia, cidade sede da Apple.

[/read]

INSCREVA-SE NO CANAL DO YOUTUBE DO VIDA MODERNA

ÚLTIMOS 10 PODCASTS

Últimas Notícias

Translate »