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O que a arquitetura de dados pode fazer pelo Varejo?

* Por Mauricio de Paula

O mundo como conhecemos hoje vem assistindo a uma explosão de dados sem precedentes. De acordo com o IDC, o volume de dados gerados até 2020 será de 40 zettabytes (1 zettabyte é equivalente a um bilhão de terabytes), o que representa um crescimento de 50 vezes em relação a 2010. Tão impressionante quanto esse aumento é a mudança na forma com que esses dados estão sendo gerados, pois cada vez mais eles vêm de fontes não estruturadas, como sensores, e-mails, mídias sociais, GPS, vídeos, etc. Ainda segundo o IDC, 90% de todos os dados criados na próxima década surgirão de maneira não estruturada, sem modelos pré-definidos ou organização.

Em meio a esse cenário, ocorreu recentemente, no início de agosto deste ano, mais uma edição do Singularity University Global Summit, em São Francisco – USA, evento que trata sobre o futuro dos negócios, da tecnologia e da humanidade. Alguns dados interessantes extraídos após 3 dias de evento:

– Em 2010, 1,8 bilhão de pessoas estavam conectadas à internet. Em 2017 são 3 bilhões. Entre 2022 e 2025, será o mundo inteiro.

– As ferramentas do nosso tempo são big data e inteligência artificial, sob suas variadas formas.

– Em 2020, 85% das interações com clientes serão por meio de máquinas. E essa será uma das formas de se diferenciar dos concorrentes.

– Existem 2,6 bilhões de smartphones no mundo. E nove vezes mais dados foram gerados somente nos últimos dois anos.

Mas o que isso tudo tem a ver com o Varejo? Bem, antes de mais nada é preciso dizer que dados por si só não exercem nenhuma função estratégica para as corporações se não forem transformados em informações que, por sua vez, gerem conhecimento de negócio e impactem diretamente processos decisórios capazes de criar valor para as organizações. Em um setor altamente dinâmico e competitivo como o Varejo, esse conhecimento – sobre as necessidades do cliente, sobre as operações, sobre a dinâmica dos preços, sobre o volume dos estoques, sobre a eficiência logística e sobre a concorrência, entre muitos outros – pode ser a linha que separa sucesso de fracasso, vencedores de perdedores, crescimento de encerramento das atividades.

Ou seja, é crítico que as empresas de Varejo criem mecanismos para explorar seus dados de modo assertivo, rápido e inteligente. E mecanismo não representa apenas tecnologia, mas também processos e pessoas capacitadas para lidar com essa nova realidade digital.

Como solucionar este desafio? A resposta é arquitetura! Por definição, arquitetura é a arte e técnica de organizar espaços e criar ambientes para abrigar os diversos tipos de atividades humanas. Em termos mais práticos podemos dizer que ela trata destacadamente da organização do espaço e de seus elementos. E o que isso tem a ver com dados, tecnologias, processos e pessoas?

Estabelecer uma arquitetura de dados significa colocar os influenciadores e decisores corporativos em uma plataforma única, em que as decisões se baseiem em análises de fatos e estatísticas atualizadas continuamente e dinamicamente, na velocidade que o ambiente de negócios atual exige, afinal o comportamento dos clientes está mudando a toda hora, os concorrentes estão criando ações continuamente, e por aí vai. Dado que tudo isso é cada vez mais presente que futuro, como se preparar, então?

Organizar
Bem, parte da resposta está no que chamamos de Arquitetura Unificada de Dados, da sigla UDA (Unified Data Architecture – em inglês). Ela nada mais é do que uma forma de organização que procura combinar capacidades de análise por uma infinidade de tipos de dados, encontrando as respostas acionáveis para as perguntas certas, sendo uma ferramenta disponível no tempo certo para as pessoas adequadas.

Imagine um varejista que conseguisse aprender e reagir em tempo real às interações de seus clientes via mídias sociais, que pudesse estabelecer um contato realmente personalizado nos diversos canais de atendimento, que conhecesse os hábitos de consumo de maneira realmente individualizada de cada cliente e pudesse propor ações diferenciadas, não para o grupo de consumidores A ou B, mas especialmente para a Cláudia, a Maria, o João, etc… Imaginou? Pois é esse o grau de maturidade que, os clientes, esperam que as empresas atinjam rapidamente para de fato os engajar e torna-los embaixadores de suas marcas.

Lembre-se: seus clientes, operações e mercado estarão gerando dados ininterruptamente. O que você vai fazer com eles? A onda do e-commerce já passou, o consumidor hiperconectado hoje espera pelo novo “e-“, que deixou de ser “eletronic” e passou a ser “everywhere”. O mundo é omichannel e seu cliente espera o mesmo de você. Bem-vindo à era da arquitetura unificada de dados. Pode apostar: ela será condição para o sucesso dos negócios nesta era digital. Vai ficar de fora?

* senior Business Consultant da Teradata C&LA

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Conheça o novo mouse gamer da Dazz: Black Tiger

A Dazz lança o Mouse Gamer Black Tiger para atender jogadores que desejam garantir os melhores resultados durante as partidas. O lançamento destaca-se por oferecer aceleração 8G, tempo de resposta de 2ms e resolução configurável de até 2.400 dpi. Ele também conta com…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…sensor Avago 3050 e uma pegada considerada Real Ambidestro, oferecendo a mesma ergonomia para destros e canhotos. Outros atrativos são o design ergonômico e impactante e a garantia de 2 anos.

O Mouse Gamer Black Tiger possui conexão USB 2.0, sensor ótico infravermelho 3.5G e é compatível com Windows 7, Vista, XP e Mac OS9.0. O preço sugerido é de R$ 44,90 (valor médio para o consumidor e válido até o final de outubro de 2017).

Ficha Técnica

Mouse Gamer Black Tiger (Código: 624628)

• Conexão USB 2.0

• Sensor ótico infravermelho 3.5G

• Aceleração 8G

• Tempo de resposta 2ms

• Velocidade de resposta 150HZ/s

• Resolução até 2400 DPI

• Velocidade de rastreamento 30”/s

• Compatível com Windows 7/vista/XP e Mac OS9.0

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Serviços de cloud do Google chegam ao Brasil, cobrados em reais

O Google inaugurou na terça-feira, 19 de setembro, seu primeiro centro de dados no Brasil, primeiro também na América do Sul. A empresa quer crescer como provedora de computação na nuvem para clientes que estão migrando a TI tradicional para cloud, um mercado competitivo que conta com Amazon e Microsoft como grandes players e mais algumas marcas de TI como IBM e Oracle avançando a passos largos. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Os serviços do Google Cloud Platform (GCP) serão cobrados em reais, o que deve facilitar os negócios locais tanto para grandes clientes como empresas de porte médio e pequeno que tinham dificuldade em negociar com moeda estrangeira. A empresa afirma que a estrutura inaugurada tem capacidade para diminuir a latência (tempo que os dados levam para trafegar entre um ponto e outro) entre 80% e 95%. Quem comprava cloud do Google dependia da velocidade entre o Brasil e o centro americano na Carolina do Sul.

A estratégia de crescimento não deve ter complicações. O Google já é um dos maiores provedores de cloud para empresas no mundo e em agosto de 2016 tirou vários serviços do Beta (fase de testes) e passou a oferecê-los de forma oficial. A companhia também comprou várias startups nos últimos anos para fortalecer sua estratégia. Além de cloud, a empresa prepara-se para ser um provedor de serviços que envolvam analytics e inteligência artificial nos próximos anos.

Investimentos
O Google não revelou a capacidade do centro de cloud, o que também não tem tanta importância já que ele está conectado com outros 11 ambientes do mesmo tipo espalhados pelo mundo e a tecnologia de hoje permite comutar capacidades para expandir o quanto for necessário.

A empresa investiu cerca de US$ 30 bilhões nos últimos três anos para ser um dos players de cloud no mundo. No Brasil, a empresa afirma que já conquistou clientes para sua nuvem, eles podem ser conferidos no site oficial. Na internet, o Google também preparou uma página com a descrição dos serviços, em português, e alguns tutoriais das ofertas.

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Brasileiros apoiam dispositivos IoT para alerta de emergências, rastreamento de bagagem, meio de pagamento e monitoramento da saúde

Pesquisa global demonstra que os brasileiros estão entre os que mais apoiam o IoT e estão entusiasmados com os benefícios do uso de dispositivos conectados

A pesquisa Unisys Security Index™ 2017 aponta que os brasileiros estão entre aqueles que mais apoiam a Internet das Coisas (Internet of Things, em inglês) para tornar seu dia mais fácil e mais produtivo. Dos mais de 1.000 brasileiros que participaram do estudo, 92% é favorável…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…à implementação de um botão de emergência em celulares e relógios inteligentes (smartwatches, em inglês) para alertar a polícia sobre sua localização em caso de uma emergência. Apenas dois dos 13 países pesquisados registraram um apoio maior a essa aplicação – Colômbia e Filipinas empataram com um percentual de 94%.

Sobre o uso de dispositivos conectados, como sensores utilizados para localizar bagagens nos aeroportos, 88% dos consumidores brasileiros registraram apoio – acima da média global de aceitação, que é de 74%. A Colômbia apresentou uma grande aprovação da iniciativa (91%), a maior entre os países da América Latina, seguida por Brasil (88%), México (86%) e Argentina (81%).

O estudo Unisys Security Index 2017 mostra que existe um interesse na utilização de dispositivos conectados por IoT e aplicativos sem nenhum impacto financeiro. Os apps que têm relação com dinheiro, ou que estão sendo monitorados por terceiros, são vistos com desconfiança. Os entrevistados apresentaram baixa confiança em dispositivos de IoT que utilizam seus dados financeiros e indicaram forte preocupação com o compartilhamento de suas informações privadas, apontando a necessidade de controlar quando e quem pode utilizá-las.

Em âmbito global, 46% desaprovaram a adoção de aplicativos que realizam pagamentos em relógios inteligentes, os chamados smartwatches, e apenas 36% indicaram apoio. No entanto, os brasileiros parecem menos preocupadas com a confidencialidade dos seus dados, apenas 28% deles não apoiam essa utilização.

Em comparação com outros países pesquisados, os brasileiros (51%) são os que mais apoiam o uso de aplicativos de bancos ou empresas de cartão de crédito para efetuar compras utilizando relógios inteligentes. Um número muito menor de consumidores na Nova Zelândia (27%), Países Baixos (22%) e Bélgica (21%) apoiaram essa aplicação da IoT.

O uso de dispositivos portáteis (wearables) pelas seguradoras de saúde para identificar o comportamento do segurado foi o aplicativo IoT mais impopular identificado na pesquisa, apenas 33% dos consumidores apoiam globalmente a iniciativa e 53% reprovam. Entre os países da América Latina, apenas os brasileiros apresentaram um resultado diferente, com 50% de apoio ao uso de dispositivos fitness para envio de dados às seguradoras de plano de saúde.

“As previsões indicam que, em 2020, o mundo terá 50 bilhões de equipamentos conectados, que necessitarão de infraestrutura, políticas públicas e regulamentação, mas, acima de tudo, segurança que garanta a privacidade dos dados. Os brasileiros, porque são favoráveis à implementação de novas tecnologias, têm uma ótima oportunidade para se destacar na evolução da IoT. Mas, para isso, é preciso enfrentar o desafio de abordar riscos de segurança cibernética e preocupações de privacidade”, afirma Leonardo Carissimi, diretor de soluções de segurança da Unisys para América Latina.

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Polícia desarticula fraude em moeda virtual falsa no Brasil

Um esquema de pirâmide em moeda virtual foi desarticulado pela Polícia Civil do Distrito Federal, na manhã desta quinta-feira, 21 de setembro. A operação batizada de Patrik prendeu 13 pessoas em Goiânia e DF que enganavam investidores que pretendiam lucro rápido na onda das bitcoins e demais criptomoedas.

As investigações apontam que o esquema movimentou mais de R$ 250 milhões de 40 mil investidores incautos que acreditaram na existência da Kriptacoin. Mais três empresas que faziam a intermediação são investigadas, entre elas uma chamada Wall Street Corporate e outra chamada Kriptacoin.

Entre os crimes cometidos estão lavagem de dinheiro, organização criminosa, falsificação de documentos e pirâmide financeira. A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), do MPDFT informou que as fraudes foram feitas por meio de laranjas, com nomes e documentos falsos. A desfaçatez era tanta que até nomes de pessoas famosas como cantores e jogadores de futebol foram envolvidos em propagandas para atrair investidores incautos e desinformados.

Moedas e não-moedas
Moedas virtuais, as chamadas criptomoedas, existem e têm gerado interesses diversos tanto por investidores como por empresas. Bancos querem usar o esquema de cadeias de blocos (blockchain) que fazem ela funcionar para inovar seus processos financeiros. Nos últimos anos, pessoas têm movimentado moedas como bitcoin, ethereum e litecoin e mais uma dúzia delas são lançadas todo ano como forma de captar investimento de risco (ofertas iniciais de moedas ICOs, semelhantes aos IPOs de empresas na bolsa de valores).

Como essa novidade não é entendida por muitos, criminosos aproveitam a boa-fé das pessoas para enganar. A Kriptacoin sequer chegou a existir. Recentemente no Peru, um esquema semelhante foi desarmado em outra moeda virtual falsa. Chile e Suiça também desbarataram esquemas de pirâmide de moedas falsas.

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Google próximo de comprar negócio de celulares da HTC

A Alphabet, holding que detém o Google, está próxima de comprar o negócio de celulares da taiwanesa HTC. A possível negociação foi adiantada pela agência noticiosa de negócios Bloomberg, que afirma ter conversado com uma pessoa que participa das conversas entre as empresas. A especulação sobre o negócio vem ocorrendo fortemente desde o começo do mês. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A compra pode ser mais do que um boato ocasional. As ações da HTC terão negociação suspensa a partir de 21 de setembro, quinta-feira, de acordo com comunicado enviado ao mercado que cita um fato novo e anúncio pendente de aprovação e de grande interesse para acionistas.

O site VentureBeat, especializado em tecnologia, diz ter recebido uma cópia de um memorando interno de convocação do board para uma reunião extra na quinta-feira. Há boatos de que houve um acordo para trocas de ações entre as companhias nas últimas horas.

A HTC tem mantido abertas as portas de negociação para vários setores. O objetivo, conforme executivos têm comumente falado, é trazer investidor ou capital novo para impulsionar a empresa em mercados estratégicos. Entre as unidades que estariam à mesa, está a de realidade virtual que possui o visor Vive, e a de fones de ouvido.

A proximidade entre as duas empresas é grande. A HTC foi a fabricante do primeiro celular do Google, o Dream, e é uma das prováveis manufaturas do novo Pixel 2, a ser anunciado no próximo mês. Os smartphones da marca taiwanesa costumam ganhar elogios e apresentam, em geral, características que agradam aos usuários. Mas a empresa falha constantemente no marketing e os lançamentos parecem nunca alcançar o patamar que merecem.

Dúvidas
Apesar das peças que se juntam na notícia divulgada pela Bloomberg. Há alguma desconfiança sobre o possível negócio. O mercado de celulares, mesmo considerando os poderosos smartphones atuais, anda patinando no mundo inteiro e, excetuando-se Apple e Samsung, há pouca chance de marcas conseguirem grandes lucros nos próximos anos. O segmento caminha para o mesmo destino dos PCs de mesa, que não acabou, mas está sem avanços.

O mercado também não é o mais favorável para agregar-se um negócio de fabricação. No ramo dos celulares, assim como em quase toda tecnologia digital de hoje, está valendo mais manter um fabricante como OEM e gerenciar a marca e o relacionamento com usuários.

Boato ou não, o final dessa história deve ser conhecido amanhã ou, no máximo, até o final da semana, com a HTC divulgando nota oficial ao mercado após sua reunião agendada.

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Volvo revela novo XC40 em loja de design escandinavo em Milão, na Itália

Novo SUV compacto premium completa linha de utilitários esportivos da fabricante sueca e deve chegar ao Brasil no primeiro semestre de 2018

A Volvo Cars está desafiando a forma como os novos veículos são tradicionalmente revelados com o lançamento do XC40, seu novo modelo compacto premium. Ao invés de apresentar o novo utilitário esportivo em um grande salão internacional de automóveis, a Volvo Cars se voltou para a capital mundial da moda, Milão, na Itália para fazer…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…o lançamento do XC40 numa exclusiva loja de design escandinavo, que será inaugurada nesta data no coração da cidade italiana.

O novo espaço contará com 40 das mais interessantes marcas do design escandinavo contemporâneo, incluindo Teenage Engineering, POC, Front, Monica Förster e John Sterner, entre outros.

Cada marca será representada com um item cuidadosamente selecionado, abrangendo desde moda escandinava até design de interiores, acessórios e tecnologia e, é neste contexto, que a Volvo Cars apresentará seu Novo XC40, que será revelado para uma audiência global pela primeira vez. Todos os produtos estarão disponíveis para compra na loja, incluindo o carro.

Sendo o modelo mais expressivo no portfólio da Volvo Cars, o XC40 traz individualidade e diversão ao segmento. O lançamento do modelo reflete o desejo da fabricante sueca de romper as convenções da indústria automobilística.

O espaço 80 Horas em Milão da Volvo Cars abre suas portas para convidados em 21 de setembro, e permanecerá aberto ao público por três dias durante a Semana da Moda de Milão.

Novo XC40 completa gama de SUVs da marca
Com a chegada do Novo XC40 ao seu portfólio, pela primeira vez em sua história a Volvo Cars vai oferecer três novos utilitários esportivos globais voltados ao segmento que cresce mais rapidamente no mercado automotivo. Esse posicionamento prepara a marca para o caminho de um maior crescimento em vendas e rentabilidade.

O novo XC40 é o primeiro modelo a utilizar a nova plataforma modular de veículos compactos da Volvo Cars (Compact Modular Arquitecture). Ela será a base de todos os futuros veículos da série 40, incluindo carros totalmente eletrificados. Co-desenvolvida dentro da Geely, a CMA proporciona à fabricante a economia de escala necessária para esse segmento.

“O XC40 é a nossa primeira entrada no segmento de SUVs compactos, ampliando a oferta da Volvo e movendo-a em uma nova direção”, disse Håkan Samuelsson, presidente e CEO. “Trata-se de um novo modelo inovador, criativo e distintivo da nossa linha de produtos. Por isso, é natural revela-lo aqui em Milão, um hotspot europeu quando o assunto é moda, arte, design e estilo de vida”.

Em termos de inovação, o XC40 traz as premiadas tecnologias de segurança, conectividade e infoentretenimento conhecidas dos veículos da série 90 e 60, tornando-o um dos melhores e mais equipados SUVs compactos do segmento premium. Os recursos de segurança e assistência ao motorista no XC40 incluem, por exemplo, a última geração do City Safety, Cross Traffic Alert com freio automático e câmera 360º que auxilia o condutor em estacionamentos ou áreas estreitas.

O XC40 também oferece uma abordagem radicalmente nova para os porta-objetos. O engenhoso design de interiores oferece espaço de armazenamento mais funcional nas portas e sob os assentos, espaço especial para smartphones (com carregamento indutivo), um gancho para sacolas pequenas e uma lixeira removível no túnel do console central.

Na Europa, o XC40 estará disponível nas motorizações D4 (diesel) e T5 (propulsor Drive-E de quatro cilindros). As versões híbrida e elétrica chegarão depois. O novo SUV compacto também será o primeiro Volvo com o novo motor de 3 cilindros.

A produção do novo XC40 começará em novembro na fábrica de Ghent, na Bélgica, e seu lançamento no Brasil deverá ocorrer no primeiro semestre de 2018.

Inovação digital
Ao mesmo tempo que apresenta o XC40, a Volvo Cars reinventa a forma tradicional de propriedade de automóveis com o novo serviço de assinatura “Care by Volvo”. Disponível primeiramente no novo SUV, faz com que o fato de o motorista ser dono do carro seja tão fácil como ter um telefone.

Uma assinatura mensal de taxa fixa faz parecer que adiantamentos, negociação de preços e diferentes valores locais fiquem no passado. Dependendo da disponibilidade regional, a Care by Volvo também incluirá acesso a uma variedade de serviços de atendimento digital, como abastecimento de combustível, limpeza, serviço de transporte e entrega de comércio eletrônico para o carro. O XC40 com o Care by Volvo está disponível para pedidos online em mercados específicos. Ainda não há previsão de ser oferecido aqui no Brasil.

Os proprietários do XC40 também serão os primeiros clientes da Volvo que poderão compartilhar seu carro com amigos e familiares via aplicativo do Volvo on Call, por meio de uma nova tecnologia de chave digital. O compartilhamento de automóveis será padrão para os clientes do Care by Volvo.

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Esqueça os empregos em fábricas do futuro, diz CEO do Alibaba

O fundador e chairman do Alibaba, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e de origem chinesa, fez duro discurso ontem, 20 de setembro, durante o Bloomberg Global Business Forum, em Nova York. “Nos últimos 200 anos, os empregos estavam nas fábricas. Mas hoje – por causa da inteligência artificial e robôs – elas não são mais o principal motor de criação de empregos”, disse. De acordo com a visão do executivo, as vagas estarão no setor de serviços.

Os poderosos da tecnologia costumam fazer previsões. Muitas delas falham pela própria evolução da tecnologia, outras se mostram verdadeiras anos adiante. Recentemente, o fundador e CEO da Tesla, Elon Musk, também arriscou um futurismo sobre a 3a. Guerra Mundial. Coincidentemene havia receio da inteligência artificial (IA) nele.

Jack Ma foi tão catastrófico, ele mostra receio sobre o futuro do emprego mas também aponta otimismo. “A inteligência artificial eliminará empregos, mas criará muitos outros”. E em uma frase mais alentadora, disse que “os seres-humanos precisam ter autoconfiança (…) nós temos sabedoria, as máquinas não têm sabedoria”.

E Ma sabe do que está falando. A China será uma das potências robóticas do futuro, segundo várias projeções de mercado. A visão do chefe do Alibaba confere também com recentes estudos sobre a eliminação do trabalho por máquinas inteligentes. Um relatório da consultoria PWC focado na Grã-Bretanha mostra que 30% dos empregos estão em sério risco com a chegada de robôs e IA. E algumas empresas já vivem essa realidade. Os armazéns da Amazon contam com 45 mil robôs e há um vídeo impressionante sobre eles em suas rotinas diárias.

Revoluções
Apesar de se mostrar um entusiasta em quase todo o discurso, Ma deixou escorregar grande preocupação no final. “Estou otimista – positivo – para o futuro da tecnologia”, disse ele. “Mas também temos que ser muito, muito cuidadosos. A primeira revolução tecnológica causou a Primeira Guerra Mundial. Segunda revolução tecnológica causou a Segunda Guerra Mundial. Agora estamos na terceira revolução tecnológica. A III Guerra Mundial deveria ser contra a pobreza, doenças e poluições ambientais ”.

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Realidade Virtual deve gerar USD 150 Bi até 2020

Durante o evento Autodesk University Brasil (AU Brasil), realizado nesta semana, em São Paulo, foram demonstradas diversas aplicações da realidade virtual que irão impactar o mercado brasileiro nos próximos anos. A VZ Lab, braço de produção de conteúdo de realidade virtual e aumentada da produtora Vetor Zero, demonstrou alguns de seus projetos como o importante e premiado caso da aplicação desta tecnologia para distrair crianças durante vacinação, no laboratório Hermes Pardini. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Para Eliza Flores, fundadora do VZ Lab, há um enorme potencial global para este mercado, que deverá gerar 150 bilhões de dólares até 2020, de acordo com a consultoria DigiCapital. O VZ Lab hoje atende a projetos globais desde o Brasil, combinando o conhecimento de animação digital que o pioneirismo da Vetor Zero domina há décadas. A produtora é usuária de ferramentas Autodesk em quase todos os seus projetos.

Eliza também destacou outras evidências deste mercado no panorama global. De acordo com a executiva já existem mais de 1400 startups, no mundo, focadas em produção de conteúdo de realidade virtual e aumentada. Além disso, no ano passado foram vendidos 89 milhões de óculos para realidade virtual, a maioria para ser usado com smartphones. Em 2025, esse número deverá chegar a 500 milhões.

“Entendemos que o futuro do conteúdo digital está na adoção de interfaces imersivas nos próximos 5 a 10 anos. Várias indústrias já estão adotando a realidade virtual e aumentada como ferramentas. Por exemplo: marketing e comunicação, varejo, engenharia e educação”, conclui Eliza.

Para Rodrigo Assaf, especialista técnico da área de Mídia e Entretenimento da Autodesk, conteúdo imersivo é um caminho sem volta uma vez que cada vez mais as pessoas anseiam por experiências para tomar uma decisão de compra ou adquirir conhecimento, por exemplo.

Sylvio Mode, diretor da Autodesk Brasil, que fez o discurso de abertura do evento, informou que a empresa cresceu 30% no Brasil, em 2017, em comparação com o ano passado. “Além do nosso crescimento, vimos também que nossos clientes cresceram”. Ele atribui que boa parte deste resultado vem da troca do modelo de vendas para o de assinatura. O diretor também enfatizou que a Autodesk dá acesso gratuito às suas soluções para mais de 680 mil educadores em todo o mundo.

Segundo ele, os números globais de 2017 também foram bastante positivos, o faturamento global da empresa foi de U$ 2,1 bi. Completado pouco mais de um ano do novo modelo de assinatura, a empresa conta com uma carteira de mais de 3 milhões de assinaturas, com índice de renovação alto. Ele destacou que o Brasil tem um grande potencial de crescimento e a empresa continua apostando neste mercado.

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Google compra divisão de celulares da HTC por US$ 1,1 bi

O Google oficializou, no final desta quarta-feira, 20 de setembro, a compra da divisão de celulares da HTC, conforme as especulações que vinham tomando conta do mercado. Por US4 1,1 bilhão, parte do time da taiwanesa HTC será integrada ao negócio de smartphones da titã de tecnologia e internet.

O acordo era esperado. As ações da HTC estavam paralisadas na Bolsa de Valores de Taiwan, esperando um comunicado oficial e havia uma reunião marcada no board da empresa para definir o futuro da divisão de celulares. O executivo de hardware do Google, Rick Osterloh, disse em um comunicado: “estes futuros colegas Googlers são pessoas incríveis com as quais já trabalhamos com dedicação na linha de smartphones Pixel”, acrescentando que o acordo inclui uma licença não exclusiva para a propriedade intelectual da HTC.

Não é a primeira tentativa do Google entrar no modelo de software-hardware próprios de smartphones, uma estratégia consagrada pela Apple. A companhia havia comprado a Motorola, em 2011, por US$ 12,5 bilhões. Na época, a estratégia foi considerada essencial para deslanchar os planos de ser uma concorrente de igual para igual com a Apple. Mas, apenas três anos depois, a Motorola foi repassada para a Lenovo por US$ 2,91 bilhões.

Por isso, a nova tentativa é vista com desconfiança. Não está claro o que vai ocorrer com a compra. É bem verdade que os smartphones da HTC estão mais encaixados com a demanda atual do que os da Motorola estavam na época. Os features da marca agradam os usuários e os designers e engenheiros mostram que entendem do que fazem.

IoT
O mundo da internet das coisas (IoT) também está mais desenvolvido e o fruto dessa união deve ir além dos smartphones. Em 2016, o Google contratou o ex-diretor de operações da Motorola, para torná-lo o chefe total de hardware. Pouco tempo depois, o smartphone Pixel saiu. O aparelho é todo construído com ideias diretas do Google. Logo em seguida, vieram o dispositivo de realidade virtual Daydream e o assistente de casa inteligente Google Home.

A empresa também dá passos concretos para entrar no mundo dos chips. No começo de 2017 contratou Manu Gulati, que era designer-chefe de chips na Apple. Esse segmento, no mobile, mudou no decorrer dos anos e tem domínio de quem usa a arquitetura ARM. Possui marcas como Samsung, Qualcomm e Huawei, além de mais algumas, cada uma com características próprias. Um chip Google garantiria o aprimoramento de funções exclusivas.

Está claro que a empresa quer dominar os chips, o sistema operacional e os aparelhos para com isso fechar o círculo que já possui nas buscas e serviços baseados na internet. Desta trinca planejada, somente o hardware vinha tropeçando. A HTC é mais uma tentativa de reestabelecer o direcionamento dessa estratégia.

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5 apps gratuitos que todo empreendedor deve ter em seu smartphone

Businessman checks the financial analysis

Confira cinco aplicativos que ajudam o empreendedor desde o gerenciamento de tarefas até a otimização de processos

Ter um negócio próprio não é tarefa fácil, ainda mais quando se é um pequeno empresário. Muitos precisam conciliar diversas funções, tornando-se responsáveis, por exemplo, pela gerência, contabilidade e comunicação da empresa. A boa notícia é que, com a tecnologia, aplicativos podem…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…ajudar o empreendedor a tomar decisões mais ágeis e trazem mais praticidade e eficiência para os processos do dia a dia.

Confira, abaixo, cinco aplicativos que podem ser aliados dos empreendedores na gestão de seus negócios.

Slack – Se comunique
O aplicativo de comunicação de equipes permite troca de mensagens de texto e voz, além de envio de vídeos e documentos. Com o Slack é possível criar grupos de conversas para comunicação entre pessoas envolvidas em um mesmo projeto, reduzindo a troca de e-mails entre elas. Todas as conversas e arquivos enviados ficam armazenados no sistema e podem ser encontrados facilmente por meio de seu mecanismo de busca. O app está disponível apenas em inglês, em versões para iOS e Android.

Evernote – Anote tudo
É um aplicativo que possibilita que os empreendedores criem e armazenem notas de diversos assuntos, em formatos de texto, áudio e foto. Também permite adicionar links, listas de verificação, tabelas e anexos às notas produzidas. Todas as informações podem ser acessadas pelo computador, celular ou website e compartilhadas com qualquer pessoa. A plataforma possui quatro opções de plano e conta com versões para iOS e Android.

VExpenses – Chega de recibos de papel
O VExpenses é um aplicativo que facilita a gestão de reembolsos de viagens e despesas corporativas ao possibilitar o cadastro de gastos e inclusão em relatórios pelo próprio celular. Com a tecnologia, é possível fazer análises, limitar despesas,â?¯visualizar de forma rápida o gasto médio dos funcionários e controlar o cartão corporativo. Outra vantagem é aumentar a produtividade – com o uso do app, é possível reduzir em 88% o tempo gasto pela empresa com estas tarefas. O app tem disponibilidade para Android e iOS e pode ser baixado gratuitamente.

Primer – Invista na capacitação
O Google lançou um aplicativo para iOS e Android com aulas gratuitas de marketing digital para empreendedores que estão começando um negócio. O programa traz lições diárias sobre diversos temas e novas aulas são adicionadas semanalmente. Além disso, o app permite que o usuário faça o download do conteúdo e estude mesmo quando estiver sem acesso à internet.

LinkedIn – Se relacione
Networking é fundamental para todos os profissionais, principalmente para quem é empreendedor. O app do LinkedIn permite o acesso à sua rede profissional, além de possibilitar postar novidades, conversar em grupos de interesses empresariais similares e acompanhar o seu mercado de atuação. Disponível para iOS, Android e Windows Phone.

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Sony lança smartphone Xperia XZ1 no Brasil

A Sony Mobile anunciou o lançamento de um novo smartphone para compor seu portfólio brasileiro,  o  Xperia XZ1. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Com tela de 5,2” HDR, processador Snapdragon 835, 4GB de RAM e 64GB de espaço de armazenamento interno, o foco principal do lançamento é sua câmera, Motion Eye, de 19MP de resolução e uma nova tecnologia para dispositivos móveis com digitalização 3D.  Ele combina o design clássico da marca com uma experiência de som premium por conta da tecnologia Hi-Res Audio.

Disponível em três cores – preto, azul e rosé – é possível capturar vídeos em câmera lenta, de até 960 quadros por segundo. Além disso, a nova captura preditiva permanece um passo à frente e inicia automaticamente o armazenamento de imagens quando detecta movimento ou até mesmo um sorriso antes de pressionar o botão do obturador. Assim, é possível encontrar o momento em que o usuário teria perdido dentro de uma seleção de até quatro imagens. Outra novidade é a câmera selfie com 13MP com um sensor de 1/3″ e um flash para que se obtenha fotos com qualidade em qualquer condição de luz.

Mas a principal novidade é o 3D Creator, um algoritmo da própria da Sony, para a digitalização rápida e fácil de objetos 3D, oferecendo novas possibilidades criativas. Pela primeira vez em um smartphone, é possível capturar objetos e pessoas em 3D com alta qualidade em apenas um minuto usando os quatro modos de escaneamento: cabeça, facial, alimentos e forma livre.

Cada modo tem seus próprios guias personalizados para facilidade de uso e, após o término do escaneamento do objeto, existem várias opções divertidas de uso, como compartilhar com os amigos em aplicativos de mensagens, usando adesivos 3D ou fazer o upload para um app 3D, como o Sketchfab, pelo qual é possível criar um avatar para inserir nas opções de efeitos de realidade aumentada da câmera. Além disso, é possível enviar a digitalização para uma impressora 3D para torná-la uma lembrança eterna. Dentro do aplicativo 3D Creator, o usuário também pode escolher o botão “localizar mais”, o que leva ainda mais possibilidades por meio do Google Play, para explorar um ecossistema 3D cada vez maior.

A tela, protegida por Gorilla Glass 5 utiliza a tecnologia da TV BRAVIA da Sony, com maiores níveis de cor e contraste, incorporando HDR (High Dynamic Range) em sua tela Full HD de 5,2″. Outras tecnologias, incluindo o display TRILUMINOS™ para smartphone, o X-Reality™ para smartphone e Dynamic Contrast Enhancer, trabalham juntos para fornecer imagens ainda melhores.

A experiência de áudio da Sony, por meio do Hi-Resolution Audio, permite que o usuário aproveite todas as nuances e detalhes em uma faixa como se estivesse com o artista presente. Com o DSEE HX da Sony, é possível também desfrutar de mais músicas em Hi-Resolution, já que a tecnologia promove o upscaling do conteúdo. Aproveite suas músicas e vídeos com ou sem fones de ouvido usando os alto-falantes estéreo avançados com S-Force Front Surround, que trazem 50% mais de pressão de som do que os modelos Xperia anteriores. Além disso, a tecnologia de cancelamento de ruído digital (DNC) embarcada reduz o ruído exterior em até 98%.

O aparelho  ainda é resistente à água, à prova de poeira, e possui sensor de impressão digital integrado. Sua conexão USB é 3.1 e outro recurso bacana é a possibilidade de jogar os jogos de PlayStation 4 usando o Remote Play. Sua bateria é de 2.700mAh, e a tecnologia Smart Stamina trabalha com antecedência para mantê-lo ligado, estimando o tempo que a bateria atual durará com base em como o usuário normalmente usa seu smartphone. Ainda, se o aparelho identificar que vai acabar a bateria, ele irá solicitar que o consumidor ative o modo Stamina que reduz o consumo de energia para que a bateria simplesmente dure mais tempo.

Dicas para aproveitar melhor o 3D CREATOR
– realizar o processo em ambientes fechados, sem grandes reflexos e incidência direta de sol ou de luz que pode causa sombra

– é importante que o objeto não tenha brilho

– evitar pessoas em movimento atrás do objeto escaneado

– o objeto precisa estar parado durante todo o processo que leva cerca de 1 minuto para ser finalizado

O próprio aplicativo descreve o passo a passo de utilização.

Preço e disponibilidade
O aparelho chega ao mercado em meados de outubro, por R$3.799,00.

Especificações
– Câmera principal de 19MP

– Bateria 2.700 mAh

– 4GB de RAM

– Memória interna de 64GB, expansível até 256GB

– Google Android Oreo

– 156 g

– SteadyShot™ com modo Ativo inteligente (estabilidade de cinco eixos)

– Gravação em 4K

– Sensor de impressão digital no botão liga/desliga

– Reprodução remota do PS4

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[TESTE] SSD Crucial MX300 de (incríveis) 2TB

Hoje o teste será com uma unidade SSD da Crucial, a MX300 de generosos 2TB de capacidade! [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Olá SSD!

Antes de começar efetivamente a análise é preciso ressaltar um ponto positivo, além do espaço ENORME em uma unidade desse tipo: Podemos afirmar que a unidade possui realmente 2TB, e não “2000GB” como geralmente vemos unidades de armazenamento comuns (os tradicionais HDs). E o motivo é simples, 1TB de capacidade = 1024GB! Ou seja, 2TB equivale a 2048GB, então a unidade MX300 até ultrapassa um pouco a capacidade.

O que vem na caixa
Na caixa vem o SSD, um espaçador para que ele possa ser preso em uma baia de 9,5mm no gabinete e a licença do software ACRONIS, para clonagem de disco. É só baixar, instalar e registrar.

Conteúdo básico

O SSD
O exterior da unidade segue o padrão de outras unidades de SSD, de 2,5 polegadas e apenas sete milímetros de espessura, com corpo em alumínio (que ajuda na dissipação do calor) e o adesivo MX300 na parte de cima. No verso um adesivo branco que lista informações sobre a unidade, incluindo sua capacidade.

Frente do SSD (ao fundo a caixa e o adaptador)

Toda a linha MX300 possui alguns pontos ligeiramente diferentes de outros SSDs do mercado devido ao uso de chips NAND de 384GB o invés dos mais comuns de 256GB. isso significa apenas que a placa terá menos chips, pois eles são de maior capacidade, e o desempenho será similar. A Crucial utiliza a criptografia baseada em hardware AES de 256 bits e a tecnologia RAIN para proteção de dados, e a unidade usa a Proteção Térmica Adaptativa para evitar o superaquecimento da unidade e reduzir o consumo de energia. A controladora da unidade é da Marvell.

Parte de baixo do SSD

Instalação
A instalação também é padrão, conectamos o cabo SATA em uma porta SATA 6Gb do PC, para aproveitarmos o máximo de desempenho da unidade, e o cabo de energia.

Conectores

Testes
Aqui a brincadeira começou! Normalmente o que mais chama a atenção de uma unidade de SSD é sua velocidade, muito superior a um HD convencional, e a MX300 não decepcionou, atingindo valores bem próximos aos indicados pelo fabricante e, em média, cerca de quatro vezes mais rápido que um HD.

Embora os resultados de benchmarks sintéticos sejam importantes para identificar os principais pontos fortes e fracos de uma unidade, o desempenho nesses testes nem sempre se traduz diretamente em situações do mundo real. Como nosso foco aqui não é técnico e sim o usuário final, realizei testes comuns, como instalação de programas pesados, transferência de grandes pacotes de arquivos e execução de diversas tarefas simultâneas, a fim de fazer a unidade trabalhar de verdade. Esses valores são medidos em IOPS (operações por segundo), MB/s (nesses casos quanto maior o número, melhor) e com tempos de latência (quanto menor a latência, melhor).

O primeiro teste foi a reprodução de um vídeo em resolução Full HD em dois reprodutores diferentes, por um período de cinco minutos: O MX300 não engasgou em nenhum momento e manteve a média de 320,5 MB/s, 6,647 IOPS e uma latência de 1,126ms, resultados na média para a unidade.

O próximo teste simula a atividade do disco de uma estação de trabalho, como em um escritório. Executei o Windows 7 juntamente com o Office 2010, navegação na web usando o Chrome e o Firefox com pelo menos quatro abas abertas em cada um deles, editando arquivos no Word e Excel, visualizando PDFs no Adobe Reader, executando Skype e ouvindo música online. De novo a unidade não teve problemas e executou todas as atividades de maneira correta, sem travamentos, com resultados de produtividade medianos, com desempenho de 160.2 MB/s, 4.513 IOPS e uma latência de 1.714ms.

O último teste de vida real foi simular a atividade do disco durante um jogo. Esta simulação exige bastante da unidade, com mais de 90% de operações de leitura. Executei três jogos, o The Witcher, Need for Speed e um jogo de golfe online, todos baixados e instalados no SSD. Aqui o desempenho ficou um pouco abaixo do que se esperava mas ainda assim cumpriu sua tarefa, com 369.7 MB/s, 7.994 IOPS e uma latência de 1.012ms.

Conclusão
A unidade da Crucial MX300 oferece muito espaço e um desempenho que vai surpreender, especialmente quem está migrando de um HD para um SSD. Quem já possui um SSD não vai ficar muito impressionado com sua performance, mas sim pelo tamanho oferecido. Não significa que ela seja ruim, muito pelo contrário, mas está na média de seus concorrentes. Deve-se ter em mente que a unidade não foi criada para ser a mais rápida de todas, e sim ter um desempenho eficiente e seguro.

Em cargas de trabalho diferentes o SSD manteve um bom desempenho, não sofrendo mesmo com muitas atividades simultâneas.

Agora seu maior problema é o alto preço. Os SSDs ainda tem um custo elevado, e a unidade testada está muito acima da média de tamanho encontrado no mercado atualmente. Enquanto uma unidade mais comum, de cerca de 120GB, custa em torno de R$ 300,00, o MX300 de 2TB atinge R$ 3.499,00. A tendência é que esse valor caia com o tempo.

Resumo

Prós
– Muito espaço

– Proteção Térmica

– Criptografia AES 256

– Simplicidade de instalação e uso

Contras
– Preço

Preço e disponibilidade
O preço sugerido da unidade de 2TB é de R$ 3.499,00 e ela está disponível em diversos distribuidores e lojas online.

Especificações completas do SSD Crucial MX300 2050GB
Formato: SSD interno de 2,5 polegadas

Capacidade total: 2.050GB

Interface: SATA 6.0Gb/s

Velocidade de leitura: 530MB/s

Velocidade de gravação: 510MB/s

Leitura máxima 4K Random: até 92,000 IOPS

Escrita máxima 4K Random: até 83,000 IOPS

Garantia de 1,5 milhão de horas de uso

Altura da unidade: 7 mm

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Futuro do transporte: carros autônomos voadores mais próximos da realidade

A Udacity, Universidade do Vale do Silício, anuncia primeiro curso de carro autônomo voador no mundo. Primeira turma tem início em 2018

Os carros autônomos ainda nem tomaram conta das ruas e já estão chegando no céu. A velocidade com que a tecnologia tem caminhado é, muitas vezes, surpreendente. A Udacity, conhecida como a Universidade do Vale do Silício, fundada por Sebastian Thrun, uma das maiores autoridades em robótica e inteligência artificial do mundo, tem como missão acompanhar essa velocidade e, por isso, está anunciando…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…o primeiro curso de carro autônomo voador no mundo.

Muitas empresas já estão investindo fortemente nessa tecnologia. Foi divulgado recentemente que a Toyota planeja estrear seu carro voador na Olimpíadas de 2020. Um artigo do The Economist também abordou o assunto, ao falar sobre “táxis autônomos voadores”, observando que as empresas, incluindo a Airbus, Uber e Kitty Hawk, estão trabalhando nessa tecnologia.

“Estou convencido de que, no futuro, a maioria do transporte acontecerá pelo ar. Em poucos anos, carros voadores serão um dos assuntos mais quentes no mundo”, anuncia Thrun. O objetivo deste novo Nanodegree – como são chamados os cursos da Udacity – é formar a geração de profissionais que  construirá o transporte de amanhã.

O currículo do curso está sendo desenvolvido com grandes referências na área aeroespacial, dentre eles Nicholas Roy, fundador do Project Wing do Google X e Professor de Aeronáutica e Astronáutica do MIT. Raffaello D’Andrea, Angela Schoellig, e o próprio Sebastian Thrun são outros nomes envolvidos. A primeira turma tem início em 2018.

Carros autônomos para todos
Enquanto os carros autônomos voadores estão em fase de pesquisa e desenvolvimento de protótipos, os carros autônomos terrestres já estão sendo construídos no mundo todo. Visando diminuir a barreira de entrada de novos profissionais neste segmento, a Udacity também anunciou um segundo curso na área: o Nanodegree Introdução a Carros Autônomos. Ele permite que qualquer pessoa com experiência de programação mínima vivencie as emoções de construir os carros do futuro.

No mundo, a Udacity já possui mais de 10 mil estudantes na área de carros autônomos. Destes, 60 já conseguiram um emprego em grandes companhias como BMW, NVIDIA, Lockheed e Bosch.

Alexandre Nogueira é um dos brasileiros a realizar esse programa e avalia que a complexidade do tema não deve ser um impeditivo para alguém iniciar seus estudos na área. “A mistura da teoria com a prática do curso foi muito enriquecedora. Com isso, a Udacity conseguiu tornar algo que parece tão complexo, como um carro autônomo, em algo simples”, afirma.

A inscrição para o Nanodegree Introdução a Carros Autônomos já está aberta e pode ser feita no site br.udacity.com/course/intro-to-self-driving-car-nanodegree–nd113/.

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Lenovo Brasil tem novo diretor de Data Center

A Lenovo anuncia a promoção de Leonardo Camara como novo diretor de Data Center no Brasil. O executivo, que há pouco mais de um ano ocupava o cargo de gerente sênior de vendas para Canais dentro da companhia, passa a ser responsável pela gestão das operações de Data Center no país.

Na nova posição, irá liderar o planejamento de vendas, canais, produto e fabricação local do portfólio de DCG (Data Center Group). “É com entusiasmo que começo esse novo desafio e tenho muita confiança no potencial da Lenovo para crescer dentro do setor de Data Center no Brasil”, explica Camara. “Temos o que é preciso para se destacar nesse segmento competitivo, com um portfólio completo e uma equipe excelente”.

Camara é formado em engenharia elétrica pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI). Atuou por mais de 16 anos na HP, onde passou por diferentes áreas dentro do setor de Enterprise da empresa, incluindo gerente de negócios para Integradores de Sistemas.

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Viagens corporativas movimentam turismo no Brasil

Somente na rede Encontre sua Viagem, este segmento deverá ter um aumento de 30% das vendas de passagens ainda em 2017, comparado com o ano passado

Empresários do setor de turismo e hotelaria estão otimistas com a retomada do segmento de negócios em 2017. É que nos últimos dois anos este segmento teve queda média de 0,5%. O motivo…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…não poderia ser outro: crise na economia brasileira que refletiu em todos os setores.

Com a retomada da economia, mesmo que ainda de forma muito lenta, a expectativa em nível nacional é que esta fatia no turismo impulsione uma reação das corporações brasileiras que diminuíram os gastos no período.

De acordo com a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (ABRACORP), o setor registrou crescimento de 23,1% no aéreo internacional em comparação com o mesmo período do ano passado somente no primeiro trimestre de 2017. Incluindo o aéreo nacional, o faturamento total das empresas associadas teve aumento de 10,2%. Somente as viagens corporativas para o exterior registraram faturamento de R$ 876,2 milhões, com destaque para a rota Brasil-Estados Unidos.

Segundo o diretor executivo da rede Encontre sua Viagem, Henrique Mol, a demanda por este segmento no país já está sendo sentida com a retomada do crescimento nas vendas. “O mercado corporativo vem aumentando no decorrer dos meses, principalmente comparando com 2016, devido o reflexo da melhora na economia e perspectivas das empresas e empresários.  Um item interessante é também a necessidade das empresas na redução de custos, contratando as Agências de Viagens com este real objetivo. Empresas no turismo com maior volume de vendas proporciona normalmente melhores acordos comerciais com as empresas, algo que gera reflexo positivo, inclusive na rede de franquias Encontre sua Viagem, visto seu atual tamanho”, avalia o empresário.

Impacto no setor de turismo
O empresário salienta ainda que o setor corporativo é extremamente importante para a economia do turismo. Há destinos que as viagens corporativas representam quase a totalidade do movimento, como por exemplo, São Paulo e Belo Horizonte, entre as capitais.

“Neste sentido, a área de prestadores de serviços e construção civil é um dos mais importantes ramos para impulsionar o segmento”, destaca Mol, que acredita que em 2017 o aumento nas vendas será de 30%, em comparação com o ano passado, somente neste segmento para a rede Encontre sua Viagem.

Na rede de franquias mais de 95% das viagens corporativas ocorrem dentro do Brasil, concentrando principalmente nas maiores capitais. Entre os destinos com maior volume em viagens de negócios e convenções estão São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e Recife.

De acordo com o Ministério do Turismo (MTur), entre 2011 e 2015, o segmento corporativo respondeu por 20,2% da entrada de pessoas do exterior no País, sendo superado apenas por visitas de lazer (51,3%) e visitas a parentes ou amigos (25,2%). Mas, de acordo com os dados do MTur, as viagens de negócios e eventos foram as que geraram as maiores receitas per capita/dia (US$ 82,48 contra US$ 56,26 do total).

Negócio rentável
Os franqueados da rede Encontre Sua Viagem podem também se tornar especializados neste tipo de segmento que voltou a crescer no País.

A partir de R$ 5 mil de investimento é possível ter seu modelo de negócio home office. O home office possui diversas modalidades que podem variar a taxa de franquia, chegando ao máximo de R$20 mil. A escolha fica a critério do franqueado. O lucro líquido mensal é a partir de R$5 mil, e o prazo de retorno estipulado entre 3 a 12 meses.

“Abrir o próprio negócio é o sonho de grande parte dos brasileiros, mas muitos não arriscam por medo de perder dinheiro e enfrentar alguns desafios que podem ou não dar certo. Nosso negócio vem recebendo uma boa aceitação pelo fato de suprir essas necessidades, além do investidor aplicar pouco dinheiro, nós damos respaldo com nosso suporte e know-how. Até mesmo quem nunca teve a experiência de gestão pode adquirir a franquia porque oferecemos conhecimento em diversos setores, como administrativo, de franquias e turismo. Ou seja, o investidor recebe embasamento para dar início a sua operação”, explicou.

Para quem busca uma estrutura maior, a empresa oferece ainda a modalidade de negócio Loja. Neste, o investimento é de R$40 mil (taxa de franquia + capital de giro + taxa de instalação), lucro líquido de R$14 mil e o prazo de retorno de 12 a 24 meses.

Com a melhora do setor, a rede de franquias tem boas expectativas para atrair novos franqueados. A meta é atingir 600 unidades até o final deste ano.

Henrique dá a dica para aqueles que querem investir neste setor: “Pessoas com perfil comercial e facilidade de relacionamento tem resultados muito interessantes no nosso mercado. É um segmento que possibilita o empreendedor iniciar com pouco capital, aproveitando ao máximo seu ciclo de relacionamento”, conclui.

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Brasileiros criam drone para monitorar espécies ameaçadas

“Dronequi” é o apelido do primeiro drone das Américas desenvolvido para observação e detecção de muriquis-do-norte (brachyteles hypoxanthus), maior primata do Brasil, espécie que beira a extinção. O equipamento é pioneiro em vários aspectos e representa uma revolução no segmento de voo aéreo não tripulado e também no monitoramento de espécies, pois conta com visão dupla: uma câmera colorida em altíssima resolução e outra com…[read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

…visão termal, que é sensível ao calor emitido por seres vivos mesmo em ambientes de difícil visibilidade, como florestas, por exemplo.

Inovador, o Dronequi também chama a atenção por sua configuração. Com 8 kg, 90 cm de diâmetro e capacidade de voo de até 15 minutos, o equipamento amplia o alcance e a visão de biólogos que antes dependiam apenas de binóculos para acompanhar os muriquis.

De acordo com o biólogo e idealizador do projeto, Fabiano Melo, professor da Universidade Federal de Viçosa, membro do MIB (Muriqui Instituto de Biodiversidade) e da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, o drone traz o melhor da tecnologia para a conservação da natureza. “Antes, nosso método era entrar na mata e contar os macacos individualmente. Agora, com o drone, temos uma câmera colorida de altíssima resolução e outra sensível ao calor registrando exatamente a mesma cena, o que nos auxilia a localizar e contabilizar os animais em novos grupos e, principalmente, indivíduos isolados”, comemora Fabiano, que também é consultor voluntário da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

As imagens geradas pelo Dronequi são compiladas pelo software Murilabs, que sincroniza a visão das duas câmeras, aliando as informações do GPS do equipamento, para determinar a posição exata dos macacos. Com um sistema de inteligência artificial será possível treinar o software para descartar a detecção de outras espécies de animais.

“Desenvolvemos um algoritmo inovador e exclusivo para esse projeto, que consegue, automaticamente, detectar um muriqui-do-norte na imagem térmica com base no calor gerado pelo animal e no seu padrão de movimentação, mesmo que ele esteja camuflado nas copas das árvores, habitat natural da espécie”, conta Marcos Costa, engenheiro mecatrônico e diretor de sistemas embarcados da Storm Security, empresa responsável pelo desenvolvimento do Dronequi.

Além de monitorar muriquis, o equipamento poderá ser usado para diversos fins, como localização e resgate de pessoas, por exemplo, explica o engenheiro de software, Marcos Lima. “O software tem capacidade de aprendizado e certamente vai elevar o nível da análise de dados gerados pelo drone. Esse é só o começo da utilização desse tipo de tecnologia”, avalia.

O projeto, 100% brasileiro, é fruto de uma parceria entre a equipe da Storm Security, com biólogos da ONG MIB e apoio da Fundação Grupo Boticário de Conservação da Natureza. O projeto também conta com a parceria da Reserva do Ibitipoca e da Fundação Biodiversitas.

Soluções para a espécie
A espécie do muriqui-do-norte conta com apenas 900 indivíduos na natureza e é considerada como “criticamente em perigo” pela mais recente lista divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente. A classificação está atrás somente da “extinta da natureza”.

Na Mata Atlântica, habitat natural da espécie, as fêmeas têm o costume de migrar entre os grupos, diferente dos machos que permanecem a vida inteira em um mesmo bando. Com essa migração, as fêmeas acabam muitas vezes ficando perdidas em pequenos fragmentos da mata e o drone vai auxiliar também neste momento: encontrando animais isolados e minimizando o risco de perdê-los.

Fonte: Portal VOIT

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Google próximo de comprar negócio de celulares da HTC

A Alphabet, holding que detém o Google, está próxima de comprar o negócio de celulares da taiwanesa HTC. A possível negociação foi adiantada pela agência noticiosa de negócios Bloomberg, que afirma ter conversado com uma pessoa que participa das conversas entre as empresas. A especulação sobre o negócio vem ocorrendo fortemente desde o começo do mês.

A compra pode ser mais do que um boato ocasional. As ações da HTC terão negociação suspensa a partir de 21 de setembro, quinta-feira, de acordo com comunicado enviado ao mercado que cita um fato novo e anúncio pendente de aprovação e de grande interesse para acionistas.

O site VentureBeat, especializado em tecnologia, diz ter recebido uma cópia de um memorando interno de convocação do board para uma reunião extra na quinta-feira. Há boatos de que houve um acordo para trocas de ações entre as companhias nas últimas horas.

A HTC tem mantido abertas as portas de negociação para vários setores. O objetivo, conforme executivos têm comumente falado, é trazer investidor ou capital novo para impulsionar a empresa em mercados estratégicos. Entre as unidades que estariam à mesa, está a de realidade virtual que possui o visor Vive, e a de fones de ouvido.

A proximidade entre as duas empresas é grande. A HTC foi a fabricante do primeiro celular do Google, o Dream, e é uma das prováveis manufaturas do novo Pixel 2, a ser anunciado no próximo mês. Os smartphones da marca taiwanesa costumam ganhar elogios e apresentam, em geral, características que agradam aos usuários. Mas a empresa falha constantemente no marketing e os lançamentos parecem nunca alcançar o patamar que merecem.

Dúvidas
Apesar das peças que se juntam na notícia divulgada pela Bloomberg. Há alguma desconfiança sobre o possível negócio. O mercado de celulares, mesmo considerando os poderosos smartphones atuais, anda patinando no mundo inteiro e, excetuando-se Apple e Samsung, há pouca chance de marcas conseguirem grandes lucros nos próximos anos. O segmento caminha para o mesmo destino dos PCs de mesa, que não acabou, mas está sem avanços.

O mercado também não é o mais favorável para agregar-se um negócio de fabricação. No ramo dos celulares, assim como em quase toda tecnologia digital de hoje, está valendo mais manter um fabricante como OEM e gerenciar a marca e o relacionamento com usuários.

Boato ou não, o final dessa história deve ser conhecido amanhã ou, no máximo, até o final da semana, com a HTC divulgando nota oficial ao mercado após sua reunião agendada.

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Crianças do Instituto do Câncer de Porto Alegre se divertem com super cães

Crédito: Bruno Inokawa

Ação beneficente promovida pela DogHero foi realizada no dia 16

Em mais uma missão solidária, a Liga DogHero, formada por cães-anfitriões da DogHero , aplicativo de hospedagem domiciliar de pets, encantou crianças e adolescentes do Instituto do Câncer Infantil, em Porto Alegre (RS), com um show de carinho, malabarismos, piruetas e dancinhas. A segunda edição da ação foi realizada no dia 16 de setembro e teve como objetivo levar para perto das crianças um tipo de amor, muito valioso, a que elas têm pouco acesso durante o tratamento contra a doença: o dos cachorros.

“A DogHero é uma comunidade de heróis que ajuda e traz tranquilidade aos pais de cachorro quando eles precisam viajar. Mas nesse dia o foco foi outro: os cães dos heróis DogHero que ajudaram – levando muito carinho e alegria às crianças”, afirma Eduardo Baer, cofundador da DogHero.

Buda, maltês, com o superpoder Em-patinha atômica; o golden retriever Cooper e o seu poder Companhia Telepática; Jingles, vira-lata com o Olhar Biônico e Mel, cocker spaniel, com o poder da Superlambida emocionaram as crianças e suas famílias. Os pacientes puderam brincar com os cãezinhos e deixar, naquele dia, a rotina do tratamento mais leve.

Após uma rigorosa seleção, acompanhamento de psicólogo, adestrador e testes, a Liga DogHero realizou o primeiro evento em 4 de março deste ano no Asilo Padre Cacique. As duas edições, produzidas em conjunto com a agência Smile Flame, responsável por projetos como Bota no Mundo e Skate no Asilo, proporcionaram sorrisos, sensações de aconchego e felicidade aos velhinhos e às crianças que precisam tanto de atenção.

“Com essa ação pudemos provar mais uma vez que humanos e cachorros são melhores juntos, e que estamos aqui para promover esses encontros felizes”, diz Fernando Gadotti, cofundador da DogHero.

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Toshiba venderá negócio de chips para consórcio por US$ 18 bi

A japonesa Toshiba Corp. irá se desfazer da unidade de chips de memória que possui. Por US$ 18 bilhões, o negócio será comprado por um consórcio liderado pela Bain Capital, um fundo de investimento internacional com sede nos EUA. O conselho de administração da fabricante divulgou nota para a Bolsa de Tóquio nesta quarta-feira, 20 de setembro, e pôs fim a uma série de especulações sobre a venda que vinham tomando conta do mercado e apontavam outros possíveis compradores, entre eles a Western Digital.

O destino da venda da segunda maior fabricante de chips de memória NAND foi decidida em uma reunião na quarta-feira, no início do dia, relata o serviço noticioso de negócios Reuters. A oferta da Bain Capital acabou ficando a mais concreta. Autoridades americanas que cuidam de leis antitruste estavam vendo dificuldades na união com a Western Digital por uma concentração excessiva de mercado.

O acordo ainda não foi assinado. Mas isso deve ocorrer nas próximas semanas.

Dificuldades
A Toshiba tem enfrentado uma série de problemas administrativos e crises financeiras. A empresa chegou a apresentar resultados de balanço não auditados no primeiro trimestre de 2017 e isso colocou as ações da empresa sob supervisão na bolsa de Tóquio e com sérias ameaças de serem retiradas do mercado.

Antes, um escândalo contábil obrigou a empresa a reformular seu board administrativo, demitir funcionários e repensar suas práticas de governança. A crise quase levou a naufrágio a confiança dos consumidores em qualquer outro produto eletrônico japonês.

O negócio com a Bain deve ser um passo importante para normalizar a situação e recolocar a Toshiba na rota de estabilização administrativa e financeira.

A Bain Capital comprou a Bue Coat, de segurança digital, em 2015.

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