Mercado de smartphones tem queda recorde de 20%

O mercado global de smartphones sofreu sua maior contração anual de todos os tempos durante o primeiro trimestre, por conta dos efeitos da pandemia do Covid-19. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Segundo o Gartner, os embarques caíram de 374,9 milhões de unidades no primeiro trimestre de 2019 para 299,1 milhões, com medidas de bloqueio e incerteza econômica que levaram ao colapso da demanda, pois os consumidores pararam de gastar em produtos não essenciais.

O analista de pesquisa Anshul Gupta disse que a pandemia causou o “pior declínio de todos os tempos” nos embarques de smartphones, observando que os fornecedores chineses e a Apple foram “severamente impactados” pelo fechamento de fábricas na China.

Além disso, foi observado que três dos cinco principais fornecedores sofreram declínios de dois dígitos: a Samsung liderou a lista com 55,3 milhões de unidades vendidas, mas isso foi 22,7% menor que no primeiro trimestre de 2019; A Huawei ficou em segundo lugar, com 42,4 milhões de unidades, uma queda de 27,3%; enquanto as remessas da Oppo, quinto colocado, caíram 19,1%, para 23,9 milhões.

Os embarques da Apple em terceiro lugar caíram 8,2%, para 40,9 milhões, enquanto a Xiaomi aumentou em quarto lugar os embarques, 1,4%, para 27,8 milhões, devido à forte demanda por dispositivos Redmi da submarca.

O Gartner disse que a Samsung sofreu devido a um “canal online ineficiente” e ao fechamento de lojas.

Ele também sugeriu à Huawei um “ano desafiador”, pois era “improvável” atrair novos compradores nos mercados internacionais devido à falta de serviços do Google, apesar dos esforços para desenvolver seu ecossistema Huawei Mobile Service.

 

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O crédito sumiu para as pequenas empresas

Por Felipe Avelar *

Não há como negar o impacto desastroso da pandemia na economia. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Mas a burocracia e a falta de agilidade do governo na liberação do crédito têm se mostrado quase tão nocivas para as pequenas empresas quanto o covid-19. Mais de 90% dos pequenos empresários não conseguem crédito, segundo levantamento realizado recentemente pelo Simpi (Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo).

A pandemia do covid-19 provocou um grande impacto na economia mundial. E atingiu particularmente os pequenos negócios, que são essenciais para países como Brasil.

Para se ter uma ideia do tamanho e da importância do setor, os micro e pequenos empreendedores respondem por 99% das empresas do país, gerando mais da metade dos empregos com carteira assinada no Brasil. Os dados são do Sebrae, entidade que também identificou uma queda de 90% no faturamento dos pequenos negócios em abril, por conta da pandemia.

De acordo com projeções da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), considerando os impactos da atual crise na economia, em um cenário moderado, devemos ter uma retração de vendas de pelo menos R$ 115 bilhões, número que chega a R$ 138 bilhões em um cenário mais pessimista.

Diante dessa perspectiva tão assustadora, com muito menos dinheiro circulando, uma ação se torna mais do que urgente: a oferta de crédito para os micro e pequenos empreendedores.

Só assim as empresas poderão ter um pouco de fôlego para lidar com fatores como a forte queda na procura por produtos e serviços causada pela quarentena e o isolamento social. Mas o que esses guerreiros empreendedores têm encontrado na hora que buscam crédito? Escassez, taxas de juros altas, excesso de exigências e, principalmente, desinformação…

Nas últimas semanas o governo tem anunciado a liberação de recursos por meio de novas linhas de crédito. Mas, na prática, isso tem se mostrado, até o momento, mais retórica do que fato. Isso porque esse dinheiro simplesmente não está chegando ao micro e pequeno empreendedor brasileiro.

Nossos governantes precisam combater a burocracia e a lentidão e entender a gravidade do momento. Não se trata de uma crise qualquer. Em um momento como este precisamos de agilidade na liberação de recursos e que efetivamente esses valores cheguem às mãos dos pequenos negócios!

Caso contrário, esses financiamentos só estarão disponíveis quando milhares de empreendedores já tiverem ido à falência (e com eles milhões de empregos).

Esses recursos são como verdadeiros salva-vidas em meio à tempestade econômica que o cenário de pandemia mergulhou as pequenas e médias empresas. Eles precisam de fôlego para se reestruturarem e assim evitarem mais demissões.

 

* Felipe Avelar é CEO da Finplace 

 

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Futurecom 2020 realiza eventos digitais que movimentam grandes setores da economia

Foi dada a largada para a 22ª edição do Futurecom, evento de tecnologia, telecomunicações e transformação digital da América Latina. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Ele será realizado entre os dias 27 e 29 de outubro, no São Paulo Expo. E para fomentar os networkings digitais que movimentam os setores envolvidos, a organização do evento tem promovido desde o mês de abril eventos online, que priorizam conteúdos relacionados às tecnologias, soluções inovadoras e avanços tecnológicos que transformam os ecossistemas de negócios.

Por meio do programa Futurecom LiveCast, que contempla a realização de lives e webinars semanalmente, Hermano Pinto, diretor do Futurecom, debate com convidados de vários setores os desafios para os próximos meses, bem como as transformações que a tecnologia promove nas relações do mercado entre telcos, corporações e stakeholders interessados em aumentar ainda mais o engajamento com o público-alvo.

O Futurecom 2020 já prepara outras novidades. Nos meses de junho e julho serão realizados eventos dentro do projeto Futurecom Digital Summit, com a participação de vários players do mercado de telecomunicações, tecnologia, agronegócios, indústria 4.0, entre outros. As participações serão totalmente gratuitas e os eventos serão veiculados pelo site do Futurecom.

Até o momento, o Futurecom LiveCast já realizou cinco lives no Instagram, quatro webinars e uma reunião temática reunindo um total de mais de 2.500 pessoas inscritas e 1.571 participantes. No período de 8 de abril a 28 de maio, já foram geradas mais de 13 horas de conteúdo relevantes, com seis podcasts linkados no Spotify e no Google Podcasts.

Nada mais relevante em tempos de trabalho remoto do que a Conectividade, tema amplamente debatido por Paulo Cesar Teixeira, CEO da Claro Brasil, e Hermano Pinto. Na ocasião, ambos conversaram sobre os diversos questionamentos dos tomadores de decisão em relação aos rumos dos negócios.

Como a conectividade, um serviço essencial no período de isolamento, será conduzida após a retomada, as mudanças que ocorreram e as principais tendências e oportunidades para a conectividade no mundo pós-isolamento.

O Futurecom é um evento de Tecnologia e Transformação Digital e a cada edição tem priorizado a inovação, os temas regulatórios, as soluções de conectividade, os desafios disruptivos e muito mais, incluindo novos palcos e trilhas de conhecimento para os setores de Meios de Pagamento e Identificação Digital, Governo, Poder Judiciário, Segurança da Informação, empreendedorismo, entre outros, todos em destaque nos espaços Future Congress, Future Payment, Future Gov, Future Jud, Arena Futurecom e Future Tech.

 

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Relatório mostra qual a melhor operadora de serviços de telefonia móvel do país

As indústrias de todo o mundo estão avaliando o risco e a recompensa de como abrir negócios com segurança novamente; e no setor de telecomunicações, onde os serviços de Internet se tornaram uma necessidade durante essa pandemia. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A avaliação se concentra em saber se é um bom momento para investir em tecnologias novamente, se é sensato adquirir ou fundir novos negócios e se as operadoras se reuniram ou aquém de suas metas financeiras.

Essas questões são visíveis no Brasil, pois as operadoras orientam os planos iniciais para melhorar as ofertas móveis, concentrando-se em se a banda larga fixa precisa de mais trabalho. No Relatório de Estado Móvel 2020, a Tutela Technologies avaliou 21 bilhões de registros em Áreas de Cobertura Comum em todo o Brasil, incluindo mais de 220 milhões de testes de velocidade e 2,8 bilhões de testes de latência, coletados entre 1 de novembro de 2019 e 30 de abril de 2020.

O estudo constatou qual operadora ofereceu a seus usuários o mais alto desempenho do país, classificado como “Qualidade Excelente e Consistente”, com 72,2% dos testes atingindo o nível “Excelente”. A empresa usa essa classificação para representar um grupo de serviços de maior intensidade de uso, incluindo streaming de vídeo em 1080p, chamadas de vídeo em HD ou jogos para celular.

Os principais resultados do relatório são:

– A Claro dominou em quatro das cinco métricas nas Áreas de Cobertura Comum do Brasil, incluindo o maior percentual de “Qualidade Excelente e Consistente” em 72,2%;

– A TIM teve a melhor latência no Brasil, com um resultado unidirecional de 19,2 ms, e a segunda melhor velocidade de upload, com apenas 1,1 Mbps separando a operadora do primeiro lugar, alcançado pela Claro;

– As bandas de 1800 Mhz e 2600 Mhz LTE são amplamente utilizadas pelas quatro operadoras no Brasil, sendo a Oi a única operadora com uma divisão de quase 50/50 do espectro;

– A Oi pode não ter recebido nenhum prêmio dessa vez, mas a operadora não ficou muito atrás na métrica “Qualidade Consistente Principal”, apenas 6% atrás da Claro e 2,5 Mbps atrás da Claro na velocidade de upload, mostrando que ela pode acelerar o processo para seus usuários nas tarefas mais simples de uso da Internet.

Leandro Demarchi, diretor de vendas da Tutela na América Latina e no Sul da Europa, disse: “Todas as quatro operadoras no Brasil continuam nos mostrando excelentes resultados. É muito encorajador ver que, em um momento como este, em que a conectividade nunca foi tão importante, os assinantes no Brasil têm um grupo tão forte de operadoras para escolher”.

“Embora a Claro tenha dominado em quatro das cinco métricas testadas, a concorrência acirrada de empresas como TIM e Vivo mostra as ofertas competitivas disponíveis no país. Estamos ansiosos para ver o que este país poderia fazer com a utilização da tecnologia 5G em um futuro próximo”, finalizou.

 

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Mercado de videoconferência na nuvem deve avançar 25% em 2020

Os gastos mundiais em soluções de videoconferência baseadas em nuvem crescerão 24,3%, em 2020. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Estudo feito pelo Gartner conclui que as restrições globais ao trabalho presencial, estimuladas pela pandemia do novo coronavírus, irão expandir a base de usuários finais do sistema.

A expectativa é que os gastos com o mercado global cheguem a US$ 4,1 bilhões, contra os US$ 3,3 bilhões registrados em 2019. O resultado coloca essa área como a segunda categoria de maior crescimento exponencial no mercado de Comunicações Unificadas (Unified Communications ou UC – em inglês), atrás apenas dos gastos com telefonia baseada em Nuvem, que deverá registrar um volume de US$ 16,8 bilhões em 2020.

Ainda assim, o Gartner prevê que os gastos gerais dos usuários finais no mercado de Comunicações Unificadas caiarão 2,7% em 2020, retomando o crescimento em 2021, conforme as iniciativas de telefonia em Nuvem recuperem seu ritmo de expansão.

“Os investimentos em colaboração baseada em Nuvem em outros segmentos impulsionarão a desaceleração do mercado de Comunicações Unificadas como um todo, uma vez que a demanda por trabalho remoto gerada pela pandemia de Covid-19 reforça a necessidade de adoção de conferências virtuais em detrimento do crescimento de outras soluções do mercado de Tecnologia da Informação”, afirma Megan Fernandez, Analista Sênior do Gartner.

Até 2024, a analista aponta que as reuniões presenciais representarão apenas 25% do total de reuniões corporativas, uma queda de 60% em relação às atividades pré-pandemia. Isso se dá pelo aumento do Home Office e pela mudança na demografia da força de trabalho.

Como resultado, há uma demanda maior por acesso conveniente às videoconferências e outras ferramentas de colaboração.

A adoção da telefonia em Nuvem sofrerá com fatores de “Incentivo e Desincentivo” – Em 2020, novos investimentos em telefonia fixa cairão acentuadamente, à medida que a vida útil do sistema de telefonia instalado é ampliada e as prioridades de investimento mudam para a Nuvem.

“A adoção da telefonia em Nuvem viverá um momento de ‘incentivo e desincentivo’ constante, por conta das diferentes pressões do mercado e da realidade das empresas”, diz Megan. “No geral, o mercado será impactado negativamente por organizações que planejavam migrar suas instalações para a Nuvem em curto prazo, mas, por conta da pandemia, agora estenderam a expectativa de vida útil de seus sistemas fixos.”

Por outro lado, a telefonia em Nuvem experimentará um aumento assim que seus benefícios forem reconhecidos, como a facilidade com que este tipo de serviço pode acomodar uma força de trabalho em constante mudança, além de atualizar e expandir os recursos existentes e integrar-se a aplicativos adjacentes.

Assim, o mercado de telefonia em Nuvem deve crescer 8,9% em 2020 e 17,8% em 2021. “Como resultado do trabalho remoto, que responde ao fechamento dos escritórios por causa do COVID-19, haverá algumas mudanças de longo prazo nos padrões de uso das soluções de videoconferência. Prevemos que as políticas estabelecidas para permitir o Home Office e a experiência adquirida com o uso do serviço de conferência durante a pandemia terão um impacto duradouro na adoção de Comunicações Unificadas”, explica a analista do Gartner.

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Novos recursos do Google Maps ajudam usuários a circular em segurança durante a crise da COVID-19

Ir do ponto A ao ponto B pode ser um pouco mais complicado hoje em dia. Não basta pensar no percurso mais rápido ou na forma mais confortável de chegar lá: diante da COVID-19, é cada vez mais importante saber se a estação de metrô estará cheia quando passarmos por ela, ou se nossa linha de ônibus está circulando a intervalos maiores. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Atualmente, é fundamental ter essas informações antes e durante o trajeto. Isso vale tanto para quem trabalha na linha de frente e precisa circular em segurança de casa para o emprego, quanto para a população em geral, à medida que vários países começam a retomar gradualmente as atividades.

A mais recente versão do Google Maps (já disponível para Android e iOS) traz vários recursos novos que ajudam a encontrar informações importantes caso seja necessário sair de casa, de carro ou transporte público.

Avisos sobre informações importantes
A partir de agora, quando o usuário procurar instruções sobre trajetos que podem sofrer restrições relacionadas à quarentena, o Maps vai mostrar avisos importantes. Os alertas se baseiam em informações atualizadas dos departamentos locais de trânsito – e podem, por exemplo, mostrar serviços de transporte cuja circulação está limitada devido a ordens do governo ou estações e linhas onde o uso de máscara é obrigatório.

Os alertas de trânsito estão sendo lançados na Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Colômbia, França, Índia, México, Holanda, Espanha, Tailândia, Reino Unido e EUA, onde temos informações de agências de trânsito locais e mais em breve.

Também está sendo introduzido alertas de direção para notificá-lo sobre os pontos de verificação e restrições da COVID-19 ao longo do seu percurso, como ao atravessar fronteiras nacionais (começando primeiro no Canadá, México e EUA). Você verá um alerta na tela com as instruções sobre como chegar ao destino digitado, logo depois de iniciar a navegação.

Ao navegar para instalações médicas ou centros de testes para COVID-19, será exibido um alerta lembrando que você deve telefonar antes de sair de casa. Assim, a pessoa se informa sobre disponibilidade de atendimento e orientações que ajudam a evitar perder a viagem ou sobrecarregar desnecessariamente o sistema de saúde.

A partir desta semana, os alertas para instalações médicas estarão disponíveis na Indonésia, Israel, Filipinas, Coréia do Sul e EUA, e alertas de centros de testes estarão disponíveis nos EUA.

As informações para esses avisos vêm de fontes como departamentos municipais, estaduais e federais ou de seus sites e o Google está trabalhando ativamente com outras agências em todo o mundo para trazer ainda mais desses dados úteis para os usuários.

Informações para evitar aglomerações no transporte público
No ano passado, o Google Maps passou a oferecer um recurso que prevê a movimentação de pessoas no transporte público. Alimentada por dezenas de milhões de contribuições, essas previsões ajudam as pessoas a saber se uma linha de ônibus ou metrô pode estar cheia.

Agora está ainda mais fácil colaborar informando sobre o volume de pessoas no transporte público, para que outros usuários evitem estações ou vagões cheios. Basta clicar em Rotas, avançar até Informações de Trânsito, rolar a página para conferir a previsão de lotação (nos lugares onde esse recurso estiver disponível) e compartilhar a própria experiência para ajudar outras pessoas.

Em fevereiro deste ano, foi anunciado também novidades como temperatura, acessibilidade e segurança a bordo do transporte público – bem como vagões reservados para mulheres, em cidades onde esse serviço é oferecido. Agora essas informações estão sendo ampliadas para usuários de todo o mundo: é possível encontrar dados compartilhados por quem já usou essas rotas e serviços ou enviar as próprias contribuições, logo ao lado das rotas de transporte público.

Acrescentaram ainda mais detalhes sobre acessibilidade, para facilitar a vida de passageiros com mobilidade reduzida ou cadeirantes. Ficou mais fácil encontrar ou enviar informações sobre portas, assentos, botões de parada adaptados para cadeiras de rodas e muito mais.

Encontre e contribua com informações sobre lotação para linhas de transporte público
Os usuários de transporte público estão cada vez mais atentos ao conforto e à lotação (ou não) de suas viagens. A partir dessa semana, será possível saber em quais horários as estações costumam estar mais cheias, e planejar viagens levando esse fato em consideração.

Basta digitar o nome de uma estação no Maps ou clicar em cima do ponto que marca aquela parada para ver os horários dos trens e dados sobre lotação, se estiverem disponíveis. Ao longo das próximas semanas, todas essas informações vão começar a aparecer – alimentadas por dados agregados e anônimos de usuários que deixam o Histórico de Localização habilitado no Google (vale lembrar que, por padrão, essa configuração fica desligada).

Para proteger os usuários, as informações só serão divulgadas quando o Google tiver dados suficientes para atender às exigências de privacidade.

 

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MediaTek recupera a liderança do mercado de chips para smartphones na América Latina

A MediaTek teve forte desempenho no primeiro trimestre de 2020 na América Latina. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Com isso, volta a ocupar a liderança do mercado de chips para smartphones na região. A companhia atingiu no período quase 32% do market share do setor, segundo o estudo Quarterly Mobile Phone Tracker, da IDC, superando todos os outros fabricantes. No mesmo período do ano passado a companhia tinha 18,34% de participação nesse mercado.

Com relação aos principais mercados na região, no Brasil, equipando uma grande oferta de smartphones básicos e intermediários, a MediaTek saltou de 11,09% de participação no mercado de chipsets para smartphones no primeiro trimestre de 2019 para 32,7% nos três primeiros meses de 2020, ocupando no momento o segundo posto.

O forte desempenho da empresa também tem sido registrado em outros países importantes da região, como México, Argentina e Chile, nos quais a MediaTek já conquistou a liderança.  No primeiro deles, o market share saltou de 18,65% no primeiro trimestre do ano passado para cerca de 30% no mesmo período de 2020, enquanto que na Argentina passou de 23,29% para 44,21% e no Chile foi de 9,95% para 27,5%.

“O crescimento e a conquista da liderança na América Latina mostram que a MediaTek está no caminho certo, com a oferta de um portfólio completo de chips 4G, com produtos que integram tecnologia de última geração, com alta confiabilidade e qualidade.  E com novos chipsets 5G a caminho”, afirma Hugo Simg, diretor de vendas corporativas da MediaTek para a América Latina.

Vale lembrar que os chipsets da MediaTek são utilizados por quase todos os principais fabricantes de smartphone do planeta, como LG, Motorola, Samsung e Xiaomi, entre outros.

 

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Do preço ao atendimento, as vantagens da nuvem Made in Brazil

Por Luiz Fernando Souza *

O Coronavírus pegou de surpresa não só os médicos, os pesquisadores e os governantes, mas também toda a imprensa, os educadores e, ainda, profissionais das mais variadas áreas. Inclusive – diria até “quase principalmente”, embora seja suspeito para falar – da tecnologia, pois, afinal, nós fomos os responsáveis por ajudar a virar a chave do mundo. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Se hoje as empresas conseguem manter seus colaboradores trabalhando seguros em suas casas, se as pessoas conseguem manter contato em tempo real com familiares e amigos, se estudantes de todas as idades podem acompanhar aulas e dar prosseguimento ao ano letivo, se especialistas como psicólogos e fonoaudiólogos conseguem atender remotamente aos seus pacientes, e se as pessoas conseguem comprar um universo de produtos com poucos cliques, tudo isso só se tornou possível graças à tecnologia.

Sei que isso é um lugar-comum, mas é fato que a tecnologia encurtou distâncias, aproximou pessoas, dinamizou as relações entre marcas e clientes e revolucionou, em tempo recorde, tudo o que conhecíamos sobre trabalho, estudo, saúde e consumo.

Uma coisa é certa: o mundo não é mais o mesmo. Agora, o que muita gente não se atentou é que, para que tudo isso fosse possível, a nuvem exerceu um papel fundamental. Quem já estava adiantado no que diz respeito à transformação digital, fazendo uso de cloud computing para armazenar dados e afins, certamente teve menos dificuldade em se adaptar a este novo cenário. Se hoje é possível acessar informações a qualquer hora, em qualquer lugar e com segurança, isso é fruto de um esforço feito por profissionais em TI.

Mas, para que em algum momento a “mágica” fosse possível, houve um trabalho financeiro para fundamentar as decisões.

E é aqui que a conta pode não fechar. Geralmente os provedores “tier 1” (os mais conhecidos no mercado e, por consequência, os mais populares) são norte-americanos, e quando falamos em Estados Unidos, automaticamente temos que considerar preços em dólares.

Como qualquer coisa tarifada em dólar, a nuvem “importada” pode sair bem cara – estimativas de mercado apontam que, com a oscilação da moeda em tempos de COVID-19,  o cliente brasileiro das nuvens norte-americanas percebeu um aumento que pode superar os 50% nos preços, e isso se dá devido às mudanças na taxa de câmbio. Quem opta pela nuvem importada geralmente não se atenta aos custos embutidos.

Se a empresa ou usuário contrata por um meio de um intermediário, como um distribuidor ou um broker, terá seu custo aumentado, pois terá o acréscimo de margem e impostos. É preciso considerar que para cada dólar gasto, ele irá investir R$ 6 (câmbio) e, em cima desses R$ 6, mais R$ 3 (a taxa aplicada é geralmente de 50%), mais R$ 3 (referentes aos custos de operação com o banco, o fluxo financeiro, a mão de obra e o pessoal…), o que pode chegar a R$ 12 por dólar contratado.

Quem lida com TI muitas vezes não imagina o que há por trás da burocracia, e o que num primeiro momento custa US$ 0,02 pode, no final, chegar a US$ 20 mil. Como muitas vezes não há um alinhamento entre o TI e o Financeiro, a empresa acaba assumindo o passivo por não estar fazendo o recolhimento correto dos tributos.

Em resumo: quem aderiu à nuvem para evitar a compra de hardware, mas optou por um produto de fora, será seriamente impactado em algum momento (se já não foi). Isso nos leva a um outro cenário, que é o repensar do uso da nuvem visando a redução de custos, o que ao meu ver é a contramão do ecossistema.

Como quem lida com TI se baseia em referências, geralmente não volta os olhos para os produtos nacionais, justamente porque os produtos estrangeiros têm mais destaque no mercado. Mas o Brasil tem, sim, ótimos produtos. O que falta é conhecimento, por parte do público, dessas soluções, que trazem serviços agregados, tecnologias de ponta e, o melhor, são tarifadas em Reais.

Diferentemente dos provedores locais, as marcas globais geralmente não orientam diretamente o cliente no que diz respeito à escalabilidade – essa responsabilidade, no fim das contas, fica a cargo do broker ou do distribuidor no momento da revenda do serviço, gerando para o cliente duas contas a serem pagas.

Indo mais a fundo, é importante ressaltar que nem todo broker “abre” para o cliente qual nuvem ele está contratando, pois na maioria das vezes, ele representa múltiplas marcas, e só repassa os valores incluindo o seu custo.

Também precisamos considerar que a orientação ao cliente irá variar de acordo com o suporte que ele pagar – em clouds globais, isso geralmente tende a ser de acordo com nível de suporte contratado na hora da aquisição do espaço em nuvem. Por isso, todo cuidado é pouco.

Como a cultura de contratação de nuvem sob demanda vem aumentando no Brasil, é preciso observar os critérios de excelência antes de ir às compras para, então, escolher um bom serviço. Isso, evidentemente, também se aplica ao cloud computing Made in Brazil.

Para quem ainda tem receio, ou mesmo desconhece o nosso potencial, a grande vantagem das empresas baseadas localmente é o serviço de apoio, a baixa latência e a operação de gestão focada no sucesso do cliente.

 

* Luiz Fernando Souza é CBO da Binario Cloud

 

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O legado do COVID-19: a importância da tecnologia na saúde em tempos de isolamento social

Por Mendel Sanger *

No momento delicado que vivenciamos em decorrência da pandemia do COVID-19 ferramentas de tecnologia na área da saúde são, mais do que nunca, de extrema importância. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Além de proteger e gerar segurança e conforto aos pacientes, a tecnologia permite que profissionais trabalhem de maneira remota para dar continuidade aos tratamentos de doenças crônicas, por exemplo. Mas, quais ferramentas podem auxiliar os profissionais da saúde e pacientes neste momento?

A dinâmica dos atendimentos aos pacientes foi alterada em função da pandemia e isto impactou a margem financeira das instituições de saúde. Também já observamos alguns colaboradores das áreas administrativa, financeira e controladoria em trabalho remoto.

Os serviços de Service Desk e Aplication Management System (AMS) surgem neste cenário como uma alternativa para suprir picos de demandas com mão de obra altamente especializadas, atendimentos automatizados por “chatbots” e ferramentas de “RPA”, auxiliando na redução de custos e colaborando para maior agilidade às variações apresentadas acima.

Para a melhor implementação destes serviços, é essencial que as instituições de saúde estabeleçam de maneira objetiva quais os níveis de serviços desejados e quais processos e sistemas devem ser suportados e automatizados. Com estas definições, e um pequeno período de passagem de conhecimento, os resultados aparecerão rapidamente com fácil aferição.

Além disso, para garantir que tudo aconteça de maneira estruturada, as instituições precisam investir fortemente na definição de seus processos, em infraestrutura robusta, segura e escalável, bem como ter um bom sistema de gestão hospitalar capaz de garantir que as informações percorram todas as áreas e departamentos, além de utilizar algumas soluções complementares, como ferramentas de sensorização, inteligência artificial, analytics, entre outras. Essa é a transformação digital que tanto se fala na indústria da saúde.

Telemedicina: solução crucial em tempos de isolamento
Outra tecnologia extremamente necessária na atualidade é a telemedicina, que permite eliminar as distâncias geográficas, conectando profissionais de saúde aos pacientes por meio de vídeo consultas. No Brasil, o Ministério da Saúde publicou recentemente uma nova portaria, em resposta ao COVID-19, que regulamenta a telemedicina em território nacional.

Os principais benefícios desta solução incluem a troca de informações de saúde entre profissionais e paciente, troca de informações entre os profissionais de saúde (2ª opinião), o aumento da capacidade de atendimento com eliminação de deslocamento do profissional, o conforto e agilidade na consulta sem a necessidade de deslocamento do paciente, e, principalmente, a diminuição do tempos de espera e o risco de contágio.

A telemedicina proporciona melhor experiência ao paciente. Por meio deste recurso, o paciente pode buscar um profissional por nome ou especialidade, agendar um atendimento ou mesmo solicitar uma consulta de urgência, conectando-se remotamente por vídeo, voz e mensagem, com o médico. Desta forma, ambos podem compartilhar arquivos, receitas digitais e realizar a troca de registro eletrônico.

Como a tecnologia tem ajudado no combate ao Coronavírus?
Três áreas sofreram grandes mudanças durante a pandemia: produtos, serviços e processos. Na área de produtos a tecnologia tem sido propulsora no que diz respeito ao desenvolvimento e até mesmo na aprovação de novos produtos, como por exemplo, ventiladores mecânicos novos, materiais de intubação mais seguros e com menos contaminação, novas formas de EPI – Equipamentos de Proteção Individual –, além de softwares para rastreio e detecção precoce do COVID-19.

Em relação aos serviços, o grande representante da mudança é a telemedicina. Importantes redes hospitalares desenvolveram, em um curto espaço de tempo, um serviço de atendimento à distância capaz de atender à crescente demanda decorrente do isolamento social. Demanda esta que se tornará recorrente, já que muitos pacientes contaminados com o vírus terão algumas complicações futuras e precisarão de um acompanhamento médico próximo por um período.

Além disso, a telemedicina vem sendo essencial para o atendimento domiciliar de pacientes que já estavam internados e foram des-hospitalizados, mas não gostariam de se expor a riscos deslocando-se para consultas médicas.

A maior transformação, no entanto, está no setor de processos. As organizações de saúde estão se adaptando às demandas atuais em tempo recorde. Por exemplo, as reuniões e as trocas de protocolos são diárias, artigos a respeito de novos tratamentos e formas de lidar com o COVID-19 são publicados a cada 24 horas.

Por isso, tudo precisa estar muito bem amarrado. E para conseguir tal agilidade, as instituições estão começando a utilizar metodologias típicas de empresas de tecnologia, algo que talvez muitos profissionais da saúde nunca imaginaram acontecer em seu dia a dia.

As instituições estão preparadas para aderir essas tecnologias na saúde?
A maturidade de cada instituição está intimamente ligada a capacitação do seu corpo de colaboradores e aos programas de qualidade que direcionam seus processos de atendimento. Hoje, os pacientes possuem muita informação, e por muitas vezes, questionam condutas de atendimento. Para ter respostas rápidas e seguras e atender de forma satisfatória só é possível por meio de ferramentas tecnológicas.

A tecnologia na saúde torna-se ainda mais decisiva neste momento, para garantir tanto a segurança dos pacientes, quanto dos profissionais da área. Contudo, é importante que as instituições de saúde escolham um “framework” tecnológico apropriado e que siga as normas técnicas dos órgãos reguladores (CFM, CRM, SBIS, por ex.) em relação à guarda, manuseio, transmissão de dados, confidencialidade, privacidade e granularidade da informação.

 

* Mendel Sanger é Diretor executivo da Digisystem

 

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Tecnologia contribui na fiscalização e controle de origem e destino de veículos

Por Cesar Valle *

Em tempos de isolamento social, por conta da Covid-19, as soluções tecnológicas se tornaram grandes aliadas para a fiscalização e monitoramento urbano e rodoviário de todo o Brasil. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Esse controle no fluxo e movimentação das pessoas é fundamental para a segurança nas cidades e nas estradas, uma vez que muitos municípios não possuem a estrutura adequada na área de saúde e, por isso, os cidadãos podem ter que se deslocar de uma cidade para a outra com maior frequência.

Ao sobrecarregar as vias, por exemplo, o número de acidentes poderia aumentar. Nesse sentido, ou até mesmo, para monitorar os horários de mais fluxo e deslocamentos para uma mesma região da cidade, as soluções se tornam imprescindíveis. Por meio delas, os órgãos competentes também conseguem traçar opções de rotas e outras possibilidades de horários aos motoristas, para reduzir possíveis congestionamentos em determinadas vias.

É comum vermos isso no noticiário, inclusive, essa orientação faz diferença na rotina dos cidadãos, especialmente daqueles que vivem nas grandes capitais brasileiras.

Diante dessa pandemia, ainda poderíamos simular uma situação em que os motoristas, em busca de tratamento médico, estivessem indo em direção ao “hospital X”, na “região Y” ou “cidade Z”. Vamos imaginar que a maioria estivesse se deslocando para o mesmo hospital.

Por meio de câmeras e softwares, conseguimos ter essas informações de origem e destino, então, a partir delas, é possível emitir alertas e oferecer novas possibilidades aos motoristas, o que reduziria a lotação em um determinado hospital e, até mesmo, auxiliaria no combate à disseminação do coronavírus.

Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou uma pesquisa que revelou o deslocamento da população em busca de serviços de saúde, que varia em torno de 72 km no Brasil, considerando a movimentação para tratamentos de baixa e média complexidade. Já para os serviços de alta complexidade, a média de deslocamento é de 155 km, com diferenças regionais.

Esse levantamento foi feito para subsidiar as ações emergenciais de enfrentamento à Covid-19 e os dados fazem parte da pesquisa Regiões de Influência das Cidades (Regic/2018). As informações podem, inclusive, servir de apoio na elaboração de políticas públicas de saúde e planos de logística para o atendimento no combate à pandemia nas cidades brasileiras.

O que ocorre é que, se um município tem um hospital regional e atende várias cidades vizinhas, ao ter em mãos essas informações de fluxo de veículos, é possível identificar onde pode ocorrer superlotação das unidades de saúde. Com isso, os órgãos conseguem se precaver em relação aos atendimentos e direcionar as pessoas para outras cidades e hospitais.

Por meio de softwares é possível suprir a demanda pelo reconhecimento de alta precisão de placas de veículos em movimento, possibilitando um mapa do tráfego viário, por meio da origem e destino dos mesmos. Essa identificação das origens e destinos das viagens busca entender a motivação para tais deslocamentos. Por exemplo: são operacionais, comerciais ou passeio?

Essas soluções também fazem a classificação veicular (carros, motos, caminhões, etc). Além disso, barreiras de fiscalização podem ser criadas para auxiliar na fiscalização, monitoramento e controle de entrada e saída de veículos das cidades. É o que chamamos de cercamento eletrônico.

Os órgãos fiscalizadores também verificam ainda o dia de maior circulação de determinado veículo, o horário, tempo de deslocamento desse automóvel do ponto A até o ponto B, enfim, como já foi citado, ele traça o perfil de origem e destino veicular, viabilizando uma análise precisa e completa, sendo considerado uma alternativa para a mobilidade urbana.

 

* Cesar Valle é consultor comercial na Pumatronix

 

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Energia elétrica: Quatro dicas para manter o trabalho remoto funcionando de forma segura

Com a situação do coronavírus no Brasil, inúmeras organizações já adotaram o trabalho remoto, conhecido como home office, para manter os funcionários seguros e evitar uma disseminação ainda maior da doença. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Porém, muitos esquecem que com o “escritório em casa” nós precisamos ter preocupações e cuidados semelhantes aos do trabalho convencional. É preciso de uma conexão estável com a internet, para pleno acesso aos arquivos importantes armazenados na nuvem, por exemplo.

Porém, uma prevenção essencial que muitos acabam esquecendo está ligado à rede elétrica. Blecautes ocasionais ou apagões causados pelas quedas de energia são comuns, assim como os picos de energia que podem danificar equipamentos eletrônicos, por fornecerem níveis de voltagem mais altos do que os suportáveis.

Uma opção simples e eficiente para minimizar esse tipo de problema são os equipamentos de proteção de energia, como é os nobreaks e estabilizadores de tensão, que garantem proteção e fornecimento de energia ininterrupto e estável.

“Engana-se quem pensa que esses aparelhos são indicados somente para empresas da área de tecnologia. Qualquer negócio que possua máquinas mais sensíveis à energia pode investir nesses dispositivos, especialmente neste momento de home office”, comenta Pedro Al Shara, engenheiro elétrico e CEO da TS Shara.

Para entender como o nobreak podem ajudar neste momento de trabalho à distância, o especialista explicou algumas das principais funções desse dispositivo:

Evitar a perda de documentos e dados importantes que não foram salvos
Como muitas pessoas estão utilizando redes seguras (o VPN) para acessar à rede privada das empresas, é preciso estar atento com o tráfego de informações e documentos. A maioria dos nobreaks oferece cerca de 15 minutos de energia para aparelhos simples, como notebooks, tenham tempo ideal para salvar arquivos, encerrar processos e desligar tudo de maneira correta no caso de falta de energia.

Assim, você não corre riscos de ter arquivos danificados e nem perde tempo para refazer tarefas que foram interrompidas.

Manter a conexão com a internet
Com o aumento do consumo de internet ao ter tantas pessoas isoladas em suas casas, outro benefício de possuir uma fonte de alimentação de energia reserva é a garantia da conexão à internet, já que os roteadores consomem pouca energia, permitindo que a bateria substituta continue operando por algum tempo. Isso evita a queda de teleconferências e o acesso online, por exemplo.

Evitar aparelhos eletrônicos danificados
O uso das máquinas corporativas para realizar o trabalho remoto, que apresentam mais recursos de segurança para evitar vazamentos de informações, também precisam ser protegidas. Nesse caso, o nobreak funciona como um regulador de tensão, entregando uma energia ‘limpa’ (sem oscilações) para os dispositivos conectados a ele, servindo como uma proteção extra contra uma energia de má qualidade, que pode prejudicar a vida útil dos equipamentos.

Proteger a rede elétrica
Muito mais do que apenas fornecer energia contínua após apagões ou oscilações de energia, o nobreak também é responsável por manter a qualidade da sua rede elétrica, filtrando a eletricidade que chega aos aparelhos eletrônicos, protegendo-os dos distúrbios da rede, evitando a queima, o mau funcionamento ou a redução de sua vida útil.

Já os estabilizadores, como o próprio nome diz, ajudam a estabilizar a tensão caso aconteça alguma alteração na rede elétrica, transformando as tensões altas e baixas em constantes e estáveis.

 

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Cinco lições aprendidas sobre cibersegurança durante a pandemia

Cybersecurity

A pandemia, entre outras coisas, revolucionou a maneira de trabalhar e testar a segurança cibernética dos negócios em todos os níveis, introduzindo mudanças que vieram para ficar. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O objetivo de todas as empresas deve ser atravessar a crise mais fortes e mais seguras do que antes.

Os C-Levels devem entender os riscos potenciais e as oportunidades para garantir que a segurança cibernética não esteja lá apenas para evitar o desastre, mas para ser um facilitador essencial da sua estratégia comercial geral. Neste contexto, a Forcepoint compartilhou algumas lições do COVID-19:

O usuário e os dados: as joias da coroa – Os ativos mais importantes para uma empresa e que devem ser protegidos são seres humanos e informações confidenciais. A segurança deve seguir esses dois, não importa onde eles estejam.

O ser humano é o novo perímetro – Isso já estava sendo discutido, mas a pandemia o confirmou; o perímetro não está na infraestrutura. Novas políticas, com forte foco no treinamento e na conscientização dos funcionários sobre questões relacionadas à segurança de computadores, para reduzir o estresse gerado por esse novo tipo de trabalho e facilitar a execução segura de suas tarefas.

Intrusos nas reuniões: um novo perigo – Reuniões virtuais através de plataformas de videoconferência é outra modalidade que veio para ficar. Análise, volumetria e comportamento do usuário foram instalados como pilares importantes para poder prevenir e detectar cenários de risco em torno de novas formas de colaboração remota, usando computadores pessoais, aplicativos em nuvem e links residenciais da Internet.

Rearmando as estruturas de TI – As arquiteturas de segurança que foram realizadas até hoje agora precisam oferecer suporte ao novo modelo de colaboração. A cadeia de valor foi modificada e uma combinação de aplicativos em nuvem e conexões VPN foi ativada. Escalabilidade, agilidade, resiliência, eficácia, análises avançadas, integração, entre outros, são apresentados como os principais parâmetros dessas novas estratégias de cibersegurança.

Mais com menos – Para otimizar custos (uma premissa que afeta todas as áreas da empresa e a de segurança não é exceção), o foco foi o mapeamento para validar onde se encontram informações confidenciais e valiosas para a empresa, quem tem acesso a ele, eliminar a complexidade nos processos, medir a eficácia dos controles de segurança cibernética existentes em toda a cadeia de suprimentos e acelerar a execução de ações de correção.

 

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Google identifica 18 milhões de mensagens diárias de malware e phising

O Google Cloud identificou no Brasil um crescimento no volume de malware, phishing e e-mails com spam, o que também vem acontecendo na Índia e no Reino Unido. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em abril, o Gmail chegou a contabilizar globalmente 18 milhões de mensagens diárias com malware ou phishing e mais de 240 milhões de e-mails de spam que usavam a COVID-19 para chamar a atenção.

Em informe ao mercado, a companhia diz que está trabalhando para reforçar ainda mais a segurança de suas ferramentas. Embora o Gmail bloqueie mais de 99,9% das tentativas de spam, phishing e malware que chegam aos usuários, por conta das novas proteções que utilizam inteligência artificial, anunciadas no começo do ano, a empresa desenvolveu um sistema proativo para monitorar golpes relacionados ao coronavírus.

Segundo a empresa, as proteções ajudam a reagir rapidamente contra ameaças relacionadas ao coronavírus, com ajustes ágeis à medida em que outros perigos apareçam. Conforme novas ameaças são descobertas, elas são acrescentadas à infraestrutura do Navegação Segura (Safe Browsing).

Dessa forma, qualquer pessoa que use essa API do Google Cloud poderá automaticamente bloquear tentativas de ataque.

O G Suite possui por padrão controles avançados de phishing e malware. Segundo Neil Kumaran, Product Manager, Gmail Security, “a segurança é uma norma fundamental de todos os produtos Google Cloud. Nossos modelos de combate a golpes vasculham sinais de segurança em anexos, links e imagens externas, sempre com o objetivo de continuar bloqueando novas ameaças”, afirma.

Mesmo com as próprias ferramentas para assegurar suas plataformas, como por exemplo as do Gmail, os e-mails em geral fazem parte de uma rede gigante e complexa.

Por isso, o Google Cloud trabalha para garantir não só a própria segurança, mas para contribuir com a de todos, participando do desenvolvimento de padrões como DMARC (Autenticação, Registro e Conformidade baseados em Domínio, em inglês) e MTA-STS (Segurança Severa para Transporte de Agente de Transferência de Mensagem), além de trabalhar com tecnologias de código aberto – como Safe Browsing e TensorFlow.

Segundo Kumaran, a empresa colabora também com grupos de trabalho, nos quais trocam ajuda e melhores práticas com vários integrantes do setor. “Há anos o Google apoia e contribui com o consórcio M3AAWG (Grupo de Trabalho contra Abuso via Mensagem, Malware e Aparelhos Móveis), que age para combater malware, spam, phishing e outras formas de exploração digital”, conta o executivo.

No Brasil, diante da crescente popularidade dos serviços de streaming, o Google identificou diversos ataques de phishing apontando para esses serviços, como pedidos para atualização de dados de pagamento. Outras mensagens sugerem que o cartão de crédito da pessoas está sendo bloqueado, como estratégia de recorrer ao medo para ludibriar o usuário, pois a mensagem sugere que a pessoa poderá pagar uma multa caso não responda.

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Covid-19: Como as tecnologias conseguem prevenir o contágio em espaços de grande circulação

Diante da crise do coronavírus, muita coisa mudou nas relações de trabalho e no modo de viver. A quarentena fez com que empresas se adaptassem ao home office e o aumento dos cuidados com a higiene no combate à disseminação do vírus também trouxe novos comportamentos. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Em meio a tantas diferenças na rotina, as inovações têm auxiliado empresas e pessoas em questão de saúde e segurança de dados. Principalmente para àqueles que precisam continuar trabalhando, como os profissionais de saúde e empresas de serviços essenciais.

Uma solução instalada em aeroportos, hospitais, e demais locais com muita circulação de pessoas é a câmera termográfica. A função principal deste equipamento é medir a temperatura das pessoas, mesmo que elas estejam com máscara de proteção.

Esse tipo de câmera consegue fazer o reconhecimento dos sintomas e emitir um sinal de emergência, personalizado por luz ou som, caso essa pessoa esteja com febre.

“A câmera é uma forma de prevenção que identifica com precisão se a pessoa está com febre, um dos sintomas da Covid-19. Se houver a instalação em todos os aeroportos e rodoviárias do país, por exemplo, além de reconhecer a doença é possível também ter um panorama em tempo real dos cidadãos que circulam com a temperatura do corpo acima da média. Também é possível identificar os fluxos migratórios das pessoas com febre. Desta forma, é possível estimar em tempo real um mapa de como está o espalhamento da pandemia no país. Para fundamentar as decisões governamentais e ajudar na melhora do cenário sanitário e econômico do país, isto é muito importante”, explica Leandro Kuhn, CEO da L8 Group.

Outra tecnologia que otimiza a segurança para esse momento é a de reconhecimento facial, que mesmo que a pessoa esteja utilizando máscara, torna o acesso a prédios públicos, hospitais e condomínios seguro em relação ao controle de pessoas.

Outra tecnologia que otimiza a segurança para esse momento é a de reconhecimento facial, que mesmo que a pessoa esteja utilizando máscara, torna o acesso a prédios públicos e hospitais mais seguro em relação ao controle de pessoas. O mesmo vale para condomínios residenciais que possui mais pessoas circulando durante a quarentena.

Além disso, a inteligência artificial do sistema de reconhecimento facial tem um grau de segurança que chega a 99,87%. Após o registro de codificação em que o rosto do usuário é detectado e tem suas informações principais extraídas, a inteligência artificial faz identificação por um processo de correspondência de dados que é exclusivo para cada usuário. “Isso aumenta também a segurança no combate a invasões de condomínios, como temos observado durante esse período”, explica Eduardo Menck, diretor da L8 Automation, especialista em segurança eletrônica.

 

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Saiba como transformar a sala da sua casa em um cinema

Com o crescimento do home office, cada vez mais as pessoas buscam maneiras para deixar suas casas mais modernas e tecnológicas. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

E quando pensamos em tela gigantes, para ter um cinema em casa, uma das opções que está no mercado são os painéis modulares de LED. Atualmente, a Samsung possui a série IF, que reúne alta definição de imagem, desempenho operacional e design.

Você já deve ter visto os painéis de LED em ambientes corporativos ou comerciais. Mas muita gente ainda não sabe que esse tipo de produto também pode ser usado em casa.

Outra dúvida fica por conta da qualidade da imagem. Atualmente é possível fornecer alta qualidade de imagem, assegurada graças à tecnologia HDR que proporciona cores mais vivas e maior nível de contraste. Não são geradas distorções na imagem e o recurso de pico dinâmico ajusta o brilho dos painéis para evitar interferência da iluminação externa.

Além da imagem em alta definição, a série IF da Samsung também entrega performance técnica. A vida útil dos painéis modulares de LED é impressionante e uma das explicações para isso são os recursos avançados de gestão de temperatura e ventilação, garantindo performance ininterrupta mesmo diante das mais adversas condições de utilização.

Outra dúvida comum sobre esse tipo de painel envolve a praticidade. E novamente não há motivos para preocupação. Para controlar o que vai ser exibido na tela, a Samsung tem o player externo S-Box, que transmite os conteúdos em UHD, sem a necessidade de processadores ou splitters. Um único aparelho resolve todas as questões de comando e conectividade.

A praticidade também é elevada no processo de instalação e manutenção. Não é preciso remover ou desmontar módulos para acessar componentes, que podem ser verificados pelas partes frontal e posterior dos painéis. E a instalação, com o Kit Direct Mount, permite que cada painel seja colocado de forma individual e depois o encaixe entre eles seja feito sem a necessidade de pregos ou parafusos.

“Com os painéis modulares de LED, a Samsung oferece ao consumidor a possibilidade de ter uma tela de cinema, com grandes dimensões e alta qualidade de imagem. A experiência gerada pela série IF é incomparável e isso está representado pelo design e pela inovação tecnológica que atraem os consumidores mais exigentes”, diz Kauê Melo, Diretor da Divisão de B2B e Monitores da Samsung Brasil.

 

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Acer anuncia novo portfólio com muitos produtos da linha Predator, notebooks, desktops, monitores e acessórios

A Acer fez uma live hoje e anunciou uma renovação quase que completa de suas linhas de produtos! [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

No evento pudermos ver notebooks, desktops, monitores e acessórios. Existem opções para todos os tipos de usuários, desde artistas até gamers, desde profissionais que buscam tecnologia de ponta até jogadores casuais.

Vamos as novidades!

Chromebook Spin 713 2K e Chromebook Enterprise Spin 713
São dois modelos, projetados para estudantes, com o Chrome OS. Eles fazem parte do programa de inovação do projeto Athena da Intel para desempenho móvel avançado com os mais recentes processadores Intel Core de 10ª geração.

Chromebook Spin

Ambos tem durabilidade de grau militar e um design flexível faz com que ele seja ideal para usuários que precisam de desempenho durante os deslocamentos para ter produtividade e fazer apresentações.

A tela é de toque com proteção Corning Gorilla Glass de 13,5″ no modelo Enterprise.

Já o modelo Spin tem design conversível, bateria com até 15 horas de duração e tela de vidro Corning Gorilla Glass de 11,6”.

Linha ConceptD
Essa linha é voltada para profissionais de criação, e conta com novos notebooks, desktops e monitores, a fim de oferecer suporte a profissionais da área com potência e design elegante.

Com isso a Acer apresentou um notebook conversível, que aproveita a dobradiça Ezel, com especificações impressionantes e uma série de recursos úteis para oferecer um fluxo de trabalho intuitivo.

Notebook ConceptD 3 Ezel

Aiém disso, foram apresentados um trio de monitores validados pela PANTONE com precisão de cores destinado a editores e animadores profissionais de vídeos/fotos, e um novo desktop destinado a pequenos estúdios de design e entusiastas de criação, contendo placa de vídeo de nível profissional em um formato compacto.

Monitores e desktop compacto

Notebooks gamer Predator Helios, Predator Triton e Nitro

Novas atualizações chegam aos produtos da linha gamer!

Predator Helios 700

Toda linha agora vem com os processadores Intel Core de 10ª geração e placas de vídeo que chegam até a NVIDIA GeForce RTX 2080 SUPER.

Predator Triton 300

Além disso, suas telas receberam um upgrade, atingindo 144Hz ou até 240Hz, para imagens mais dinâmicas e games fluidos. Outro destaque está na tecnologia térmica PowerGem, levando melhorias significativas de resfriamento para os notebooks mais potentes.

Acer Nitro 7

Linha Enduro – Resistência pra qualquer situação

A nova série Enduro é composta por dispositivos robustos, com dois notebooks e dois tablets, todos com certificações MIL-810G e até IP65, projetada para socorristas, para quem trabalha no campo e em condições bastante extremas. Além da proteção física, os dispositivos também incluem uma série de serviços de segurança e gerenciamento como o Acer Enduro Manageability Suite (AEMS).

O notebook robusto Enduro N7 da Acer foi projetado para resistir até mesmo aos ambientes industriais mais caóticos e vem com uma bateria que pode ser trocada enquanto ele está ligado.

Acer Enduro N7

Os tablets Enduro T1 e T5 também foram projetados para uso em ambientes extremos, podem ser usados com luva e vêm com uma série de acessórios opcionais que permitem que sejam adaptados aos mais diversos cenários.

Inclusive o modelo T5 vem com uma bateria que pode ser trocada enquanto ele está ligado, para permitir o uso contínuo no trabalho.

Monitor gamer Predator X25: Tela de 360Hz
Esse monitor gamer de 24,5” e resolução 1920 x 1080 possui taxa de atualização super-rápida de 360 Hz.

Predator X25

O Predator X25 também é capaz de ajustar brilho e temperatura da cor automaticamente com base na luz ambiente. Com LightSense, o Predator X25 detecta a quantidade de luz ambiente no local de visualização e ajusta automaticamente suas configurações de brilho para dar maior conforto para os olhos.

A função AdaptiveLight ajusta automaticamente as luzes de fundo do monitor conforme a luz ambiente da sala, enquanto o ProxiSense lembra os gamers de fazerem uma pausa depois de determinado período de tempo. Ergonômico, o monitor é ajustável com inclinação de -5 a -25 graus, giro de +/- 30 graus, ajuste de altura de até 11,94 cm, e eixo de +/- 90 graus.

Monitores da série XB3: game fluido, imagens brilhantes
Acer lançou quatro monitores da série Predator XB3: o Predator XB323QK NV de 31,5”, o Predator XB273U GS e o Predator XB273U GX de 27”, e também o Predator XB253Q GZ de 24,5”. Todos eles possuem certificação de compatibilidade com NVIDIA G-SYNC, taxas de atualização de até 240Hz e resolução UHD de até 4K; essa linha de monitores proporciona ângulos de visão de até 178 graus.

O DisplayHDR 400 possui tempo de resposta de até 0,5 ms (G to G) no overdrive reduzindo os borrões de movimento em imagens rápidas.

Predator Orion 9000: desempenho extremo
Projetado para gamers hardcore e profissionais, ele proporciona desempenho extremo, resfriamento avançado e facilidade de upgrade. Essa série vem com processador até Intel Core i9 Extreme Edition, duas placas de vídeo NVIDIA Geforce RTX 2080 Ti no modo SLI, até três HDs de 3,5”, e duas SSD de 2,5” com uma base de hot swap USB 3.2 Gen2 tipo C para SSD/HD.

Predator Orion 9000

As fans Predator FrostBlade de 4,7” fornecem até 16% mais fluxo de ar e 55% mais pressão estática comparados a gerações anteriores. O Wi-Fi 6 Killer E3100G integrado e Intel WiFi 6 oferecem suporte a conexão sem fio rápida e confiável. O overclock pode ser ativado com um simples toque de um botão.

Seu painel lateral com vidro temperado de uma borda a outra, compatível com EMI, mostra a iluminação RGB colorida nas fans internas e conta com um design sem ferramentas para simplificar os upgrades. O chassi inclui um suporte conveniente para o headset, alças e rodinhas.

Nitro 50: desktop prático para gamers casuais e iniciantes
Os desktops da série Nitro 50 oferecem desempenho para games casuais e iniciantes, com processador até Intel Core i7 de 10a geração e GPU até GeForce RTX 2060 SUPER. O chassi de 18 litros se encaixa em cima ou embaixo da mesa. O resfriamento Predator FrostBlade mantém a temperatura baixa, e os gamers conseguem controlar e fazer ajustes na velocidade da fan em tempo real.

Acer Nitro 50

Mouse Predator Cestus 350: precisão, velocidade e estilo
O mais recente mouse Predator dá aos gamers controle rápido e preciso, sem a bagunça dos fios. Diferentes jogos possuem estilos variados de jogar, cada um com suas próprias configurações ideais.

Os jogadores podem criar cinco perfis personalizados ou utilizar as configurações DPI predefinidas (até 16.000) através do sensor óptico Pixart 3335, e fazer uso de oito botões programáveis, o que permite que eles otimizem o mouse para cada jogo.

Ele também é compatível com conexão sem fio rápida, com taxa de sondagem de 1 ms/1.000 Hz para conexão sem fio, e de 0,5 ms/2.000 Hz para conexão com fio.

Predator Cestus 350

Cadeira gamer Predator x OSIM: conforto máximo para jogar
Projetada para gamers profissionais e entusiastas de e-sports, a nova cadeira gamer Predator x OSIM faz massagem relaxante que utiliza a tecnologia de massagem OSIM V-Hand para simular as mãos ágeis de um massagista profissional no pescoço e nos ombros do usuário.

Junto com outras técnicas de massagem, como amassar, pressionar, rolar e tocar, que cobrem as costas inteiras, essa cadeira gamer foi projetada especialmente para diminuir a tensão e otimizar o conforto físico durante ou após o jogo.

Predator Gaming Chair

A cadeira ergonômica é altamente ajustável, pode ser reclinada até 145 graus, e os gamers podem usar os botões no descanso do braço direito da cadeira para controlar dois conjuntos de roletes que imitam duas mãos ágeis passando pela curva em S da coluna.

Três programas automáticos de massagem (Pescoço e ombros, Lombar, e Energizante) estão disponíveis, projetados por um especialista em massagem para cuidar do pescoço, dos ombros e da região lombar, que são pontos comuns onde os gamers sentem dor por ficarem longos períodos sentados.

Além disso, dois alto-falantes Bluetooth integrados no descanso de cabeça da cadeira proporcionam efeitos de som dinâmicos para intensificar a imersão no jogo sem a necessidade de um headset.

Preços e disponibilidade
Ainda não existe confirmação para data de comercialização dos produtos no Brasil, assim como algumas especificações e disponibilidade variam de acordo com a região.

Para mais informações e detalhes, acesse o site.

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Pesquisa mostra que 95% dos jovens acessam a internet via celular

O uso da Internet por crianças e adolescentes continua crescente no país. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Sua rotina inclui, muitas vezes, auxiliar os pais em atividades online – 29% dos usuários de Internet de 9 a 17 anos ajudaram seus pais ou responsáveis a fazer algo na Internet todos os dias ou quase todos os dias, enquanto outros 28% oferecem apoio pelo menos uma vez por semana.

Coletados de forma inédita, os dados fazem parte da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2019, divulgada nesta última terça-feira (23), pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

Entre os pais ou responsáveis das crianças e adolescentes de 9 a 17 anos, 80% reportaram conversar com os filhos sobre atividades online, 77% ensinam como usar a Internet com segurança e 55% ajudam a fazer alguma tarefa na Internet que a criança não entende.

De forma geral, atividades de orientação são mais direcionadas às faixas etárias mais baixas: o número de pais ou responsáveis que acompanha atividades presencialmente, falando ou participando do que o filho está fazendo, foi de 75% para população de 9 a 10 anos e de 47% para a população de 15 a 17 anos.

“Nessa edição, além de indicadores sobre mediação parental, a pesquisa traz dados sobre como os jovens oferecem ajuda aos pais ou responsáveis. Neste momento de isolamento social em função da pandemia COVID-19, a interação no interior da família sobre atividades online passa a ser ainda mais relevante. Buscar ajuda com os filhos pode ser um caminho para se estabelecer este importante diálogo entre pais e filhos sobre o uso seguro da Internet.” analisa Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

A pesquisa também investiga possíveis riscos aos quais crianças e adolescentes estão expostos na Internet. A proporção de contato com conteúdo de violência foi de 27% entre as meninas e de 17% entre os meninos.

Diferenças também foram identificadas em relação a conteúdos sobre formas de ficar muito magro, reportado por 21% das meninas e 10% dos meninos. A proporção de meninas que foram tratadas de forma ofensiva também foi maior do que entre os meninos, 31% contra 24%. Entre os jovens de 9 a 17 anos, 43% viram pessoas serem discriminadas no ambiente online, seja pela raça, cor ou aparência física.

Conectividade
A TIC Kids Online Brasil aponta que 89% da população de 9 a 17 anos é usuária de Internet no Brasil, o que equivale a 24,3 milhões de crianças e adolescentes conectados. O percentual é menor entre crianças e adolescentes que vivem em áreas rurais (75%), nas regiões Norte e Nordeste (79%) e que residem em domicílios das classes D e E (80%).

Embora os jovens brasileiros sejam usuários intensivos de Internet, as limitações de acesso ainda afetam parcela importante dessa população. Cerca de 1,8 milhões de indivíduos de 9 a 17 anos não são usuários de Internet, enquanto 4,8 milhões de crianças e adolescentes vivem em domicílios que não possuem acesso à rede.

A pesquisa ainda aponta que não ter Internet em casa é o principal motivo para o não uso da rede – o que foi reportado por 1,6 milhões dos não usuários.

Dispositivos de acesso à Internet
O celular é o principal dispositivo de acesso à Internet, utilizado por 23 milhões de crianças e adolescentes brasileiros (95%). Do total de usuários na faixa etária investigada, 58% utilizam o dispositivo de forma exclusiva, percentual mais elevado nas classes D e E (73%). Já o acesso à Internet por meio da televisão aumentou no comparativo com 2018 – era de 32% na pesquisa anterior e agora é de 43%.

A TIC Kids Online Brasil 2019 aponta ainda que o acesso à Internet por crianças e adolescentes é predominantemente domiciliar: 92% da população investigada acessou à Internet de casa e 83% da casa de outras pessoas. Na escola o acesso foi reportado por 32% dos entrevistados.

“O acesso exclusivo pelo telefone celular e a falta de conectividade nos domicílios são limitações que merecem a atenção das políticas públicas, sobretudo no contexto da pandemia que estamos enfrentando. Tais fatores dificultam, por exemplo, a continuidade das atividades de ensino e aprendizagem a distância”, avalia Barbosa.

Atividades com o uso da rede
Atividades multimídia, de comunicação, educação e busca por informações estão entre as mais realizadas entre o público investigado. A pesquisa aponta que quanto maior a faixa-etária, maior a proporção de realização dessas atividades: 78% da população de 15 a 17 anos realiza pesquisas na Internet por curiosidade ou vontade própria – esse índice cai para 46% quando se trata de crianças de 9 a 10 anos de idade.

A TIC Kids Online Brasil 2019 mostra ainda que 40% da população de 15 a 17 anos conversou por chamada de vídeo – já para crianças de 9 a 10 anos essa proporção é de 25%. As conversas por vídeo também variam segundo a classe social: 56% na A e B, 34% na C e 27% nas classes D e E. De acordo com a pesquisa, a procura por informações sobre saúde foi realizada por um número maior de meninas de 15 a 17 anos (37%), se comparado aos meninos da mesma idade (25%).

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Apple usará seus próprios processadores para a linha Mac

Por Vivaldo J.Breternitz *

O evento Worldwide Developer Conference (WWDC), promovido anualmente pela Apple, sempre serve de palco para os grandes anúncios da empresa. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Neste ano, não foi diferente, apesar de o evento estar sendo realizado de forma virtual, a Apple anunciou que seus computadores da linha Mac passarão a utilizar processadores projetados pela empresa, deixando de usar chips Intel e encerrando uma parceria de quase 15 anos.

A mudança anunciada por Tim Cook, CEO da Apple, está em linha com o que a empresa já faz com seus iPhones e iPads, que usam chips com projeto Apple. Cook disse que essa mudança será gradual, havendo um período de transição de cerca de dois anos e que as máquinas com processadores Intel terão suporte por “muitos anos” – essa afirmação é feita obviamente em função de interesses de ordem comercial. As novas máquinas devem começar a ser entregues no final deste ano.

A empresa alega razões estratégicas para essa mudança, dizendo que ao projetar seus processadores, terá inúmeras vantagens, inclusive passando a ser possível que software desenvolvido por terceiros para iPhones e iPads facilmente possam rodar em desktops e laptops da linha Mac.

Razões, como melhor performance e redução no consumo de energia, também foram mencionadas, embora rumores acerca da insatisfação da Apple com a performance dos chips Intel circulassem há algum tempo.

A empresa afirmou também que o software que atualmente roda nas máquinas com processadores Intel pode ser alterado rapidamente para processamento pelos computadores que utilizarão os novos chips.

Como já acontece com os atuais equipamentos da linha Mac, os computadores com os novos processadores poderão continuar a baixar aplicativos que não estão na App Store da Apple. Já os iPhones e iPads, em termos práticos, continuarão apenas a rodar software que vem dessa App Store.

Mas não se acredita que esse seja o fim completo da parceria Apple-Intel; chips produzidos por essa última devem continuar a ser utilizados pela Apple em equipamentos que processam iCloud, o seu serviço de computação na nuvem.

Mas não é uma situação confortável para a Intel, pois há rumores de que o Google também está pensando em ter seus próprios chips; se isso for confirmado, a posição dominante da Intel na área corre perigo.

 

* Vivaldo José Breternitz é Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo e professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie

 

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PODCAST – Três brasileiros vencem o torneio internacional da InterSystems Developers Community

Três brasileiros vencem o concurso internacional
da InterSystems Developers Community

Neste Podcast conversei com Henry Hamon Pereira, Henrique Gonçalves Dias e Renato Banzai, três brasileiros que venceram seguidamente um torneio internacional de programadores e desenvolvedores de software da empresa InterSystems, o “IRIS Online Programming Contest 2020“.

Este torneio terá etapas mensais até novembro de 2020, sendo cada mês com um desafio diferente e os brasileiros, para literalmente espanto global, venceram as três primeiras etapas.

Conversei também com Rochael Ribeiro Filho, Sales Engineer da empresa que, se não é o “técnico” da comunidade de programadores da InterSystems aqui no Brasil, é o maior incentivador e está extremamente orgulhoso dos talentosos garotos.

Para saber detalhes dessas conquistas contadas pelos próprios protagonistas, ouça agora o Podcast, deixe seus parabéns para eles nos comentários e compartilhe nas suas redes sociais.




Vai mudar seu plano de internet? Siga essas 3 dicas para não errar na hora da escolha

Com a pandemia causada pelo Covid-19 o número de pessoas que estão em casa cresceu significativamente nos últimos meses. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

De acordo com levantamento recente da Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado, 6 em cada 10 brasileiros estão trabalhando de casa e 41,6% estão usando novas ferramentas de produtividade para chamadas de videoconferência e outras ferramentas de geração de conteúdo online.

Além disso, com as escolas fechadas, as crianças também estão em isolamento social, realizando aulas onlines e utilizando a internet para entretenimento — o que também impacta diretamente no consumo de internet fixa. Segundo levantamento, no mês de abril a busca por internet fixa no Brasil teve um aumento de 16,97% em relação ao mês anterior (março).

Para Yuri Kaminski, especialista em marketing digital, o isolamento social mostrou a todos o quanto é importante ter em casa um serviço de internet de qualidade. “Notamos que muitas pessoas que não tinham banda larga buscaram por esse serviço e, por isso, tivemos um pico de pesquisas no primeiro mês de isolamento, em março. Também percebemos um crescimento na procura por melhorias nos planos atuais nos últimos meses”, comenta.

Mas afinal, como escolher o plano de internet banda larga? O primeiro passo é avaliar quais são as reais necessidades do usuário. O especialista separou algumas dicas para ajudar os consumidores na escolha do plano ideal. Confira:

Avalie quantas pessoas utilizarão a mesma conexão
Quando contratamos um plano de internet fixa e dividimos com mais pessoas – utilizando mais de um aparelho conectado ao mesmo tempo – a velocidade de Banda Larga também será dividida entre os usuários. Por exemplo, se uma família com 4 pessoas tiver uma Internet 100 mega, e todas as pessoas se conectem ao mesmo tempo, cada usuário receberá uma Internet de 25 mega em seu dispositivo.

Tenha em mente o uso que fará com a sua internet fixa
Não é preciso investir em uma internet com muita velocidade para fazer coisas simples, como acessar o e-mail e redes sociais. Nesses casos, uma Internet de 100 mega seria desnecessário e um plano de 10 mega poderia atender perfeitamente.

Já para usuários mais ativos, que estão utilizando plataformas de videoconferência, arquivos e documentos na nuvem, além de realizar downloads de vídeos em HD, assistir Netflix e jogar online, a velocidade para se ter um serviço com alta qualidade e sem travamentos de internet é 50 mega para cima. Por isso, antes de selecionar o plano, é preciso avaliar o seu uso e não apenas o valor final da conta.

Use a tecnologia para comparar planos e saber a velocidade da sua internet
Outra dica na hora de comparar e achar a internet ideal é apostar na tecnologia. Atualmente as principais operadoras utilizam a tecnologia de fibra óptica – mais veloz e estável – para seus pacotes. Confira pelo CEP da residência nos portais das operadoras para descobrir quais são os pacotes disponíveis na região, bem como valores, velocidades e ter acesso a promoções.

 

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