Companhias não podem depender dos dispositivos pessoais de seus colaboradores para habilitar a governança adequada dos dados

Por Vinicius Boemeke *

A tecnologia transformou a maneira como nos comunicamos, como consumimos e até como trabalhamos. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A velocidade com que as informações são propagadas mudou a forma como as atividades do dia a dia são executadas nas mais diversas áreas. Hoje, mais do que nunca, o colaborador de uma empresa precisa ter acesso a diversos setores do escritório na palma de sua mão. Um dos principais fatores que impulsionaram esta transformação foi a ascensão dos dispositivos móveis.

À medida que os usuários podem receber dados em tempo real na palma de suas mãos, uma série de possibilidades foi aberta aos negócios. A mobilidade não é uma questão de opção. Ela é algo essencial para qualquer área de uma empresa, desde o setor de vendas até o RH.

A maioria das empresas possui um time que é focado no atendimento ao cliente e, por isso, está constantemente em movimento. Para agilizar os processos, é comum que estes colaboradores utilizem dispositivos móveis para enviar e receber e-mails, pedidos, etc. Isso significa que diversos dados sensíveis de uma companhia passam pelos smartphones, tablets e notebooks.

Eis um dos principais motivos para que as companhias invistam em dispositivos móveis próprios e não dependam dos usuários para uma governança de dados e propriedade intelectual eficientes.

A partir dessa necessidade, surgiram soluções focadas no gerenciamento de dispositivos móveis, conhecidas como MDM (Mobile Device Management). Por meio delas, passa a ser possível que as empresas forneçam dispositivos seguros e que gerenciem informações dos usuários, principalmente do “time de campo”.

Ou seja, a mobilidade em uma corporação proporciona ferramentas e ambientes para que os membros de uma companhia possam utilizar aplicações e dispositivos móveis de forma segura e eficiente para realizar suas atividades corporativas.

Algumas pessoas podem pensar que a mobilidade corporativa só pode ser incorporada a negócios inerentemente tecnológicos – como desenvolvimento de software ou TI. No entanto, esse não é o caso.

Uma das grandes vantagens da mobilidade em empresas é que ela pode ser útil para companhias dos mais diversos segmentos. Por exemplo, é possível contar com a mobilidade corporativa no trade marketing, logística, distribuição, empresas de tecnologia, agronegócio, vendas externas, entre muitas outras áreas.

Através de soluções MDM uma empresa pode instalar e atualizar apps remotamente, enviar mensagens e arquivos, realizar o inventário de aparelhos, verificar informações de uso (espaço de armazenamento, consumo de dados, nível da bateria), visualizar a localização dos dispositivos em um mapa, bloquear dispositivos perdidos/furtados e muito mais.

Por motivos óbvios, esta série de funcionalidades só é possível em dispositivos que sejam de propriedade da companhia. Segurança, desempenho e governança dos dispositivos móveis são fundamentais para qualquer corporação que precisa usar da mobilidade corporativa.

 

* Vinicius Boemeke, diretor e cofundador da Pulsus

 

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Plataforma de chatbots cresce 332% desde fevereiro

chatbot

O estado de distanciamento social imposto pelas autoridades como resposta ao avanço do Coronavírus já começa a causar diversos problemas de ordem econômica. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A maioria das empresas foi obrigada a paralisar suas operações sem um plano de continuidade de negócios, o que por consequência causou impacto nas vendas e no faturamento. Nem todos os gestores tiveram tempo hábil para planejar a melhor maneira de garantir a produtividade de seus times trabalhando remotamente.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que a pandemia possa acabar com até 25 milhões de empregos em todo o mundo. Ao mesmo tempo em que as pessoas devem evitar a circulação para diminuir a velocidade de propagação do vírus, as empresas buscam maneiras de se manterem produtivas e continuar gerando receitas e mantendo empregos.

Para garantir eficiência diante deste dilema, as companhias podem adotar o que a tecnologia oferece de melhor atualmente. Assistentes virtuais podem garantir a manutenção da operação da sua empresa mesmo durante a crise.

“As possibilidades que a Inteligência Artificial traz para os negócios são praticamente infinitas. Para um cenário como o desta crise que vivemos, em particular, chatbots podem executar funções simples que garantam a operação de uma companhia enquanto os colaboradores executam remotamente o que pode ser feito de casa”, afirma Rodrigo Scotti, CEO da Nama.

Desde fevereiro deste ano, a companhia registrou aumento de 332% no consumo de sua plataforma. “Cada chamada em nossa API significa uma interação com robô. Além desse crescimento expressivo, estamos prevendo um aumento de até 8x na demanda até o fim da pandemia”, afirma Scotti.

Entre as áreas de uma empresa que podem ser beneficiadas pela adoção de chatbots e inteligência artificial, Scotti destaca:

– RH – Como um dos setores que mais obteve demandas com esta crise, a área dos recursos humanos provavelmente será sobrecarregada com dúvidas dos colaboradores sobre férias coletivas, política de banco de horas durante o home office, etc.

Todas estas perguntas podem ser respondidas por um assistente virtual, que além de reduzir o tempo de espera pelas respostas, ajudará o time de RH a focar em outras demandas. Além disso, os chatbots podem ser usados como plataforma conversacional para manter os funcionários engajados com a empresa, dando dicas sobre motivação , produtividade durante o período de isolamento, entre outras.

– Atendimento aos clientes – O serviço de atendimento ao consumidor não pode parar durante a crise. Em alguns setores em especial como por exemplo o e-commerce, o período de confinamento pode trazer uma demanda além da capacidade da equipe de atendimento aos consumidores. Um chatbot pode assumir atendimentos específicos como dúvidas sobre rastreio de pedidos, devoluções, etc.

Enquanto isso, o time de atendimento fica focado nos casos que requerem mais atenção e contato direto com os clientes. Com um pouco de criatividade, um chatbot pode ser usado como uma ferramenta diferenciada de relacionamento com clientes, seja sugerindo dicas de atividades ou dando orientações para o recebimento seguro de produtos. Há muitas oportunidades para estabelecer com clientes interações atenciosas e gentis de maneira automatizada.

– Geração de leads – Diante da necessidade de redução de equipe para cortar custos, contar com um chatbot pode ser o diferencial para não perder nenhum lead. A ferramenta pode ser ativada para ser o primeiro contato de uma pessoa com a empresa para tirar dúvidas, fazer simulações de orçamento e colher os dados do cliente.

Dessa forma, o time de vendas terá um processo automatizado de coleta de informações necessárias para a realização da venda.

– Comunicação com parceiros – As negociações B2B também podem contar com o benefício de chatbots neste cenário, uma vez que diversas dúvidas tem surgido a respeito da continuidade da prestação de serviços, como entregas ou a disponibilidade de produtos em estoque.

Nesse sentido, um chatbot pode ser usado para estabelecer um canal permanente de comunicação com parceiros, com o objetivo de mantê-los informados sobre quaisquer mudanças operacionais – como alterações em horários de funcionamento, status de entregas ou na disponibilidade de estoques – que sua empresa teve que adotar durante a pandemia.

Essa é uma maneira de aumentar as chances de sua empresa manter o nível de serviço mais próximo do esperado e de fidelizar seus clientes em meio a uma crise global sem precedentes.

 

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Mais um ataque! Invasores sequestram documentos de celebridades

Hackers conseguiram acesso a dados de diversas celebridades. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O grupo de ransomware Sodinokibi, o mesmo suspeito de receber US$ 2,3 milhões de resgate da corretora de câmbio Travelex, afirma ter conseguido roubar documentos do escritório de advocacia Grubman Shire Meiselas & Sacks (GSMLaw), de Nova York.

O escritório é conhecido por atender estrelas e celebridades internacionais, e entre elas estão Bruce Springsteen, Mariah Carey, Madonna, Lady Gaga, Nicki Minaj, Chris Brown, Elton John, Timbaland, Robert de Niro, Usher e U2.

Segundo informações de agências internacionais, se o escritório de advocacia não pagar o resgate solicitado pelo grupo, ele irá publicar os supostos documentos roubados na internet. Para comprovar o que diz, o grupo publicou a imagem de um diretório do Windows numa captura de tela. Vários nomes de pastas são os de artistas e celebridades.

Se a imagem for real, são muitos artistas renomados com dados vazados

Os hackers também publicaram trechos de documentos que são provavelmente contratos assinados pelos artistas, como a cantora Christina Aguilera. O volume de arquivos em poder dos hackers é de cerca de 756 GB e inclui contratos, correspondências pessoais, acordos de confidencialidade e dados pessoais, como números de telefone, endereços de email e números de seguro social.

Os membros do grupo Sodinokibi são considerados por especialistas em cibersegurança e pela polícia uma ameaça perigosa, que já atingiu várias organizações em todo o mundo, como a plataforma de vídeo SeaChange, a empresa de moda Kenneth Cole e a corretora de câmbio Travelex, com sede em Londres.

Desde o mês passado o grupo começou a aceitar a criptomoeda Monero, ao invés de Bitcoin, pois ela criptografa também os dados de transações, impedindo que qualquer pessoa acompanhe as movimentações de débito e crédito das contas nessa moeda e, assim, dificultar a investigação pela polícia.

 

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Empresa abre 380 vagas e reforça apoio a campanha nacional “Não Demita”

Mesmo com o cenário desfavorável para novas contratações em decorrência da pandemia do COVID-19, a Digisystem anuncia a abertura de 380 novas vagas relacionadas à área de tecnologia para atuação em São Paulo e Rio de Janeiro. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A iniciativa reforça o apoio da empresa à campanha nacional “Não Demita”, criada pela Ânima Educação. Com 700 colaboradores contemplando a equipe atualmente, a expectativa da Digisystem é que as novas contratações sejam concluídas remotamente até 1 de junho próximo.

De acordo com o CEO da Digisystem, Marcos Antônio Perez, a companhia aderiu ao abaixo assinado “Não Demita” para enfatizar a importância de manter os funcionários empregados neste momento de pandemia, para preservá-los e ainda garantir a entrega dos serviços contratados e fortalecer dos negócios quando o mercado retomar o crescimento.

“Muito antes da pandemia e das estratégias, estão os nossos valores corporativos. Dentre eles, o que temos de mais relevante é a valorização das pessoas e do conhecimento, base fundamental do nosso negócio e nosso diferencial de mercado”, esclarece.

O Diretor Executivo da Digisystem, João Paulo Nieto esclarece que além das novas contratações, a companhia pretende abrir, ainda em 2020, novas filiais físicas no Rio de Janeiro e Brasília.

“Atualmente, 90% da equipe está trabalhando em regime de home office e vem entregando ótimos resultados. Optamos por esta modalidade para preservar a saúde de nossos colaboradores. É extremamente importante investir em projetos de atração e de retenção de talentos, especialmente neste momento”, explica.

Vagas em aberto
Atualmente, a empresa conta com os seguintes cargos, para atuação em São Paulo e Rio de Janeiro: Administrador de infraestrutura Pleno, Administrador de infraestrutura Sênior, Supervisor e Gestor de Service Desk, Gestor de 3º Nível, Coordenador de Suporte Técnico, Auxiliar de Suporte Técnico, Técnico de Suporte Júnior, Técnico de Suporte Pleno, Técnico de Suporte Sênior, Técnico de Suporte de Campo (Field), Analista de Suporte Pleno, Analista de Projetos, Analista de ITSM, Analista de Infraestrutura, Analista de Monitoramento Júnior, Analista de Processo Pleno, Analista de Suporte Bilíngue, Analista de Teste Pleno, Analista de Teste Sênior, Consultor BMC Sênior- TAS, Consultor BMC- TO, Consultor de Segurança e Cyber Risk, Consultor Funcional, Consultor de ServiveNow, Consultor Tasy, Desenvolvedor de BI- Analytics, Desenvolvedor, Desenvolvedor Full Stack, Desenvolvedor Java Júnior, Desenvolvedor Java Pleno, Desenvolvedor PeopleSoft, Especialista BPM e ODM.

A divulgação das vagas será realizada pelo site da companhia e as contratações ocorrerão 100% remotas. Após a primeira seleção de currículos, o profissional será direcionado para a equipe de RH, que em conjunto com a área técnica, realizarão as entrevistas e a aplicação dos testes virtualmente.

Após aprovação dos candidatos, os trâmites da contratação continuam remotos. O exame admissional por exemplo, será realizado por meio do recurso de telemedicina e a abertura de conta também de maneira online. Após a contratação, os treinamentos e imersões serão viabilizados através de ferramentas de colaboração.

Para mais informações, acesse o site.

 

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Home office: Como melhorar a performance e agilidade de notebooks

Com a crise da Covid-19, muitas empresas e microempreendedores tiveram que aderir ao home office. Nessa movimentação, o notebook passou a ser principal e essencial ferramenta de trabalho para a execução das atividades. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

No entanto, muitos empresários não tiveram tempo de configurar as máquinas para atender o ritmo diário das atividades corporativas. Para os que estão utilizando o mesmo notebook usados no trabalho, o impacto foi muito pequeno.

Mas, nas empresas que atuam com os famosos PCs, os equipamentos portáteis usados pelas para reuniões externas e até mesmo os notebooks pessoais entraram na jogada. Nesses casos, cuidados são essências para garantir a agilidade do trabalho.

Para entender mais sobre o assunto, conversamos com Emerson Salomão, especialista em notebooks profissionais de alto desempenho e CEO da Avell, para pegar dicas de como garantir a boa performance das máquinas portáteis neste período de isolamento social.

Salomão reforça uma coisa importante. “Não é porque estamos trabalhando de casa que não temos que ter responsabilidade com a legislação”. O primeiro ponto lembrado pelo empresário é estar em conformidade com a lei ao utilizar apenas programas licenciados.

O especialista recomenda a utilização do Windows 10, sempre versão original, com configurações de hardwares alinhadas com a demanda de programas utilizados no dia a dia de trabalho.

“Há notebooks de uso caseiro sendo utilizados para rodar apresentações pesadas. Isso gera morosidade na criação que reflete em toda as outras atividade da empresa. Essa movimentação todos os dias gera improdutividade. É importante deixar essa reflexão para que empresários enxerguem gaps enraizados”, pondera o executivo.

Um notebook de alto desempenho faz toda diferença no home office

Para a demanda corporativa, que exige uso diário da máquina (em média oito hora por dia), o ideal é incorporar uma configuração de, no mínimo, 16GB de memória RAM, armazenamento do tipo SSD, placa de vídeo a partir de 4GB de memória e processador Intel mais recente. “Só o Windows 10 chega a utilizar 8GB de memória RAM, então, a delimitação de 16GB é importante para dar fôlego aos outros programas”, conta.

Abaixo, seguem dicas para a boa performance de notebooks dentro dos conceitos de velocidade, manutenção, tela e higienização:

Velocidade
A primeira indicação é utilizar a tecnologia de armazenamento SSD. O HD é um sistema que está caindo em desuso pela sua velocidade de transmissão de dados, tamanho e segurança dos arquivos que podem ser perdidos, caso ocorra algum dano físico. Para exemplificar melhor isso, enquanto um HD trabalha com transmissão de arquivos a 120Mb/s, um SSD trabalha em torno de 500Mb/s e SSD do tipo NVME chega a trabalhar acima dos 2000Mb/s.

A indicação é migrar totalmente para SSD. Outro ponto que pode gerar lentidão é exceder a utilização da memória RAM. Para ver se está sendo utilizada em seu limite, verifique no gerenciador de tarefas (Ctrl+Alt+Del) na aba “desempenho” a performance dos componentes e quais estão sendo utilizados em seu limite, ou, entre em contato com um técnico para verificar.

Salvar os arquivos em nuvem pode ser uma boa saída para não exceder a utilização da memória.

Tela
Para melhorar a fidelidade de cores e atualização da tela é importante sempre verificar a taxa sRGB, quanto mais perto do 100% melhor.  A quantidade de “nits” (o brilho da tela) e a taxa de atualização (medida em Hertz) também segue a mesma parametrização, quanto mais melhor.

Manutenção! Desliguem os notebooks
Muitas pessoas têm o hábito de fecharem as máquinas sem acionar o botão “desligar”.  A cada fim de expediente é aconselhável fechar todos os programas e desligar a máquina. Algumas aplicações, como as de edição e vídeo, por exemplo, utilizam uma parte da memória para despejo de arquivos enquanto estão ligados.

Então, a cada fim de projeto é recomendado a limpeza do programa e a desativação correta do notebook.

Higienização dos notebooks em tempos de Covid-19
Para a limpeza física é recomendado utilizar pincel de cerdas macias para o teclado e produtos que não agridem a pintura do equipamento. O ideal é utilizar algodão ou pano 100% algodão com silicone líquido ou limpa vidro transparente, sem amoníaco.

Para matar possíveis bactérias nesse período de Covid-19 é indicado o uso de álcool isopropílico. O uso de álcool líquido e em gel não é indicado, pois a composição do composto químico pode danificar a máquina.

Tão importante quanto a limpeza superficial é essencial a limpeza interna da máquina. Nesse caso, o procedimento deve ser realizado por um técnico de confiança ou pela própria fabricante.

 

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O desafio do ensino superior frente as restrições de atividades presenciais

Por Richard Vasconcelos *

Com os casos confirmados do coronavírus ainda crescentes no Brasil e a severa restrição do funcionamento de negócios que provocam a aglomeração de pessoas, o setor da educação será um dos que precisarão se reinventar como modelo de negócios. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A incerteza de como e quando se dará o desfecho desta pandemia coloca em xeque o ensino presencial e, cada vez mais, as instituições precisarão agregar valor ao ensino a distância para justificar, e conseguir manter, o valor das mensalidades.

Enquanto os cursos EAD conseguem manter uma mensalidade mais baixa, devido a ausência de custos fixos relacionados a uma estrutura presencial – como aluguel, manutenção, limpeza e contas de luz, água e gás – os negócios presenciais enfrentam um grande desafio para agregar valor ao aluno que optou por esta modalidade e paga a mais por isso.

Sem a possibilidade de oferecer a relação olho no olho com o professor e os colegas, a saída para evitar as solicitações de descontos na mensalidade, a transferência para um curso originalmente online ou até mesmo o interrompimento temporário da matrícula vai muito além do que digitalizar o presencial e investir em recursos tecnológicos.

Agora é hora de inovar para conseguir agregar valor ao conteúdo. Mas como fazer isso? A resposta está na mudança na metodologia de ensino e no investimento no sucesso do aluno.

Uma pesquisa realizada pela UCLA com 800 mil calouros indicou que 88% deles estavam na universidade para conseguir um emprego melhor. Isso indica que é  hora das instituições desenvolverem cursos que vão além de apenas entregar diploma, mas que entreguem, principalmente, o desenvolvimento profissional e a empregabilidade.

Se a instituição de ensino não tiver uma visão clara de seu valor e não oferecer extras aos alunos em tempos de pandemia, ela vai perder a sua renda do presencial para as opções online. Também é preciso assumir um olhar diferente para o novo ensinar.

Muitas vezes o aluno assiste a uma aula feita em estúdio, com duração entre duas e três horas, e depois responde a uma pergunta no fórum só para dizer que teve uma aprendizagem colaborativa. Este EAD como vemos hoje ainda é muito passivo. O ideal é desenvolver tarefas que estimulem o senso crítico do estudante, pois o maior desafio do ensino moderno é gerar raciocínio.

É hora de pensar não só na utilização de ferramentas que criem uma aproximação e colaboração entre alunos e professor, mas também incluir na grade curricular o desenvolvimento de soft skills, como a criatividade, o raciocínio crítico e a inteligência emocional, além de trazer conteúdos práticos que o mercado está demandando a partir do desenvolvimento de seminários voltados para o desenvolvimento de carreira, lives com profissionais de peso mostrando o seu conhecimento prático do mercado, conexão com empresas para a oferta de estágios e empregos bem como orientações sobre técnicas de entrevista e busca de oportunidades.

O fato é que a guinada nos formatos é fundamental para o aquecimento da economia e do fortalecimento do Brasil como player no cenário global. O momento atual é propício para repensar o formato de ensino e oferecer diferenciais que vão além do diploma.

Apesar do grande trabalho que esta mudança repentina provoca, os frutos podem ser permanentes, pois se continuarmos ensinando das mesmas formas do passado, teremos uma grande dificuldade em nos manter competitivos como país e os brasileiros terão mais dificuldades em conseguir emprego no futuro.

É hora de mudar, não só para reinventar os negócios em tempos de pandemia, mas para fazê-los crescer quando a crise passar.

 

* Richard Vasconcelos CEO da LEO Learning Brasil

 

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Quer gravar podcasts? Entenda a importância de um bom microfone

De acordo com pesquisa conduzida pelo Ibope em 2019, dos 120 milhões de pessoas conectadas à internet hoje no Brasil, 40% já ouviram pelo menos um podcast. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Os 40% de internautas correspondem a cerca de 50 milhões de pessoas familiarizadas com o podcast. É este o tamanho do mercado brasileiro para quem pretende se aventurar como podcaster, seja se lançando como influenciador digital, seja criando um podcast para sua empresa ou para qualquer outra finalidade.

De acordo com David Kadooka, especialista em desenvolvimento de mercado da Shure, a movimentação na direção do podcast no País acompanha uma tendência mundial. “É um novo conceito multimídia dinâmico, irreverente e eficiente, que agrada a todos os públicos”, afirma.

Para saber mais sobre como fazer um podcast, acesse o e-book (você pode baixá-lo gratuitamente aqui). O guia apresenta um capítulo sobre ambiente e equipamentos que contou com o apoio de David Kadooka, que também fez um webinar para Cássio Politti, fundador da Tracto, que escreveu o capítulo 4 com base nos ensinamentos do especialista da Shure.

Além disso, Kadooka dá dicas preciosas sobre a importância de um bom microfone no podcast. “É fundamental um bom microfone no podcast, pois qualquer gravação começa com uma boa captação, e o microfone é o primeiro da cadeia de sinal”, explica.

O especialista reforça também a importância do ambiente na hora de fazer a gravação: “Com um ambiente bem equilibrado é possível minimizar problemas na captação, como, por exemplo, cancelamentos de frequências fundamentais e reverberações. Com o isolamento acústico, todos os sons indesejados, como os vindos da rua ou de outros cômodos, não serão captados pelo microfone.”

Já em relação aos itens indispensáveis, Kadooka aponta microfone, cabo, dispositivo anti-puff, interface, computador ou celular para a gravação, fones ou caixas acústicas para a monitoração.

 

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Kia Motors nomeia novo diretor comercial

Com a finalidade de fortalecer ainda mais o atendimento à rede de concessionárias e aperfeiçoar as equipes para uma retomada pós-pandemia, a Kia Motors do Brasil nomeia Anselmo Borgheti, 54 anos, para o cargo de diretor comercial, responsável pelas áreas de Vendas, Marketing e Planejamento de Rede. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Borgheti, formado em Engenharia Mecânica, iniciou sua carreira no setor automobilístico na Toyota do Brasil, onde permaneceu por 16 anos e, por 2 anos, esteve na matriz japonesa em Nagoya.

Responsável por áreas de Pós-Vendas e Comercial, adquiriu amplo conhecimento em Planejamento Estratégico e no lançamento de novos produtos. Durante os últimos 6 anos, Borgheti exerceu a função de diretor executivo comercial na Hyundai Caoa, respondendo nesse período por áreas como Vendas, Pós-Vendas, Marketing, Desenvolvimento de Rede.

Também ficou à frente de outras empresas do grupo.

“O objetivo, a partir de agora, é fortalecer as áreas comerciais, para que a Kia Motors, junto com sua rede de concessionárias, possam estar preparados para a retomada do mercado, consolidando sua completa linha de produtos no mercado brasileiro”, enfatiza Borgheti.

 

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Aprenda 5 hábitos indispensáveis para se proteger dos cibercrimes

Como sabemos, a maioria dos cibercriminosos está atrás da mesma coisa: dinheiro. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Para conseguir isso eles costumam agir de duas formas: diretamente, atacando contas bancárias, vendendo ações, reivindicando reembolso de impostos; ou indiretamente, procurando obter informações pessoais de usuários para, no final das contas, conseguir ainda mais dinheiro – como registros médicos, por exemplo.

Esses criminosos tendem a ser oportunistas, o que significa que estão a todo tempo procurando as pessoas mais fáceis para hackear, o que os exige menos tempo e recursos.

Ninguém quer ser vítima de crimes cibernéticos, porém muitas vezes se colocam em risco, mesmo sem saber, por conta do que fazem – ou deixam de fazer – online todos os dias. Garantir mais segurança e proteção na rede não requer muito tempo ou dinheiro, mas significa alterar alguns dos hábitos online mais comuns.

Para ajudar os usuários a tornarem-se menos “hackeáveis” e reduzir as chances de serem vítimas de um cibercrime, o LastPass separou 5 hábitos online que recomenda fazerem parte das rotinas diárias:

Ignore telefonemas desconhecidos
Bancos, Imposto de Renda, corretoras online, empresas de software respeitáveis…O que todas essas organizações têm em comum? Eles nunca ligam solicitando informações confidenciais, senhas ou pedindo para instalar softwares de segurança em dispositivos pessoais.

Se alguém está ligando insistentemente a respeito disso, é, com certeza uma fraude. Nestes casos, a melhor escolha é desligar o telefone, ou melhor ainda, sempre evitar atender ligações de números desconhecidos.

Mantenha os dispositivos limpos
Todos querem experimentar o novo jogo para smartphone ou baixar o aplicativo legal de produtividade que ouviram falar e, geralmente, com um pouco de pesquisa online, é possível confirmar se esses softwares são seguros e de empresas conceituadas.

Apesar disso, manter uma máquina limpa também significa verificar periodicamente os complementos ou extensões instaladas no navegador e desinstalar os que não são usados. O mesmo vale para aplicativos no smartphone. Também é importante fazer uma varredura antivírus e ao encontrar qualquer suspeita, limpar completamente o dispositivo.

Neste caso também convém entrar em contato com um técnico em computação para garantir que todos os traços de malware realmente desapareceram.

Mantenha um perfil online discreto
A mídia social é maravilhosa para acompanhar amigos, familiares e colegas próximos e distantes. Infelizmente, as pessoas também costumam exagerar no compartilhamento de informações. É preciso ter cuidado com o que é publicado e quando.

Publicar sobre uma viagem pode alertar ladrões de que a casa estará sozinha por uma semana, por exemplo. O ideal é também não compartilhar detalhes que possam ser usados para personificar dados, tornando possível que hackers adivinhem senhas pessoais, conheçam hábitos sociais, e muito mais.

É essencial ser seletivo na hora de aceitar o convite de amizade de outros usuários, e aproveitar as configurações de privacidade para manter o perfil protegido de estranhos.

Use senhas longas e aleatórias
Senhas fortes e únicas para todas as contas ajudarão a proteger os usuários contra o acesso não autorizado. Dessa forma, mesmo que um serviço online sofra uma violação de dados, essa senha vazada não permitirá que hackers façam login em outras contas online, talvez mais valiosas.

Gerenciadores de senhas são uma ótima opção, já que fornecem um local seguro para armazenar senhas e também podem gerar senhas fortes e preenchê-las automaticamente durante o login.

Ative a autenticação multifatorial
Uma defesa em camadas é uma defesa forte. A autenticação multifatorial (MFA) ou a autenticação de dois fatores (2FA) garante que, mesmo que uma senha seja roubada, alguém ainda não poderá fazer login na conta sem uma segunda informação.

Pode ser um código gerado a partir de um aplicativo no smartphone ou enviado em uma mensagem de texto. O MFA é amplamente compatível com mídias sociais, banco online, comércio eletrônico, email, gerenciamento financeiro e muito mais. É importante sempre conferir as configurações de contas pessoais e ativar o MFA quando possível.

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CEOs temem se tornar a próxima grande brecha de segurança, revela pesquisa

Uso de antivírus

A Forcepoint, em parceria com o Wall Street Journal Intelligence, divulga hoje o C-Suite Report. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O relatório apresenta novas pesquisas sobre as prioridades de cibersegurança dos líderes empresariais globais, bem como disparidades crescentes na maneira como os CEOs e CISOs veem os mais eficazes caminho de segurança cibernética adiante.

A pesquisa global com 200 CEOs e CISOs de diversos setores, incluindo Assistências Médicas, Finanças e Varejo, entre outros, descobriu importantes fatores de cibersegurança e áreas de desconexão para líderes de negócios e segurança, incluindo a falta de uma estratégia contínua de cibersegurança para menos da metade de todos os CEOs entrevistados.

A pesquisa também identificou disparidades entre regiões geográficas na proteção de dados, bem como uma dicotomia na batalha entre aumento do risco e aumento da capacidade da tecnologia.

Principais conclusões do relatório
A maioria dos líderes (76%) está perdendo o sono com a perspectiva de se tornar a próxima brecha na segurança. Apesar disso, uma alta porcentagem (87%) acredita que sua equipe de segurança está sempre à frente das ameaças à segurança cibernética.

Essa disparidade é agravada pela crença de que a liderança sênior é cibernética e alfabetizada em dados (89%) e se concentra na cibersegurança como a principal prioridade organizacional (93%).

Estratégias de cibersegurança são vistas por 85% dos executivos como um dos principais impulsionadores da transformação digital, mas 66% reconhecem o aumento da exposição organizacional a ameaças cibernéticas devido à digitalização. Apenas 46% dos líderes revisam regularmente suas estratégias de segurança cibernética.

“Quando mais de 89% dos líderes acreditam que suas equipes estão mais cibernéticas do que nunca, não é surpreendente ouvir os executivos perdendo o sono devido à sua postura de cibersegurança hoje porque sabem que os riscos para seus negócios são tão altos”, disse Nicolas Fischbach, CTO global da Forcepoint.

“No momento em que a cibersegurança é mais estratégica para o crescimento dos negócios do que nunca, é hora de os líderes seniores de negócios e segurança reavaliarem sua estratégia de cibersegurança para uma que os permita sair da brecha. As empresas líderes entendem que as tecnologias baseadas em comportamento são o caminho moderno para a cibersegurança e as que acertam na cibersegurança hoje verão que esse será um diferencial competitivo essencial para seus negócios nos próximos anos”, finaliza.

Disparidades entre CEOs, CISOs e geografias globais
O relatório também destaca a disparidade entre como as empresas priorizam os principais elementos de segurança geograficamente. Proteger os dados do cliente é uma prioridade retumbante para os líderes nos EUA (62%) e na Europa (64%), enquanto na Ásia 61% dos líderes priorizam a proteção da PI organizacional sobre os dados do cliente.

Os fatores que influenciam esses resultados podem ser, em parte, pelas diferentes abordagens regulatórias da proteção de dados e privacidade, bem como a decisões legislativas recentes nos EUA e na Europa, como GDPR e CCPA.

Também existe uma clara divisão entre CEOs e CISOs na maneira como eles identificam o caminho certo para a cibersegurança em seus negócios. Os CEOs preferem ser proativos e focados no risco (58%), priorizando a manutenção da estabilidade dos negócios acima de tudo.

Enquanto mais da metade dos CISOs (54%) adotam uma abordagem mais reativa e orientada a incidentes para mitigar o cenário dinâmico de ameaças de cibersegurança de hoje.

A pesquisa também descobriu que, apesar de alegarem fadiga de fornecedor, as empresas usam mais de 50 fornecedores de segurança em média, com 62% relatando que desejam ainda mais.

No entanto, à medida que mais empresas começam a adotar as economias e os benefícios dos recursos convergentes de rede e segurança encontrados na emergente abordagem de arquitetura de segurança do Secure Access Service Edge (SASE), a necessidade de dezenas de fornecedores de segurança diminuirá com o tempo.

 

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Huawei

A Huawei Brasil anuncia nesta semana um novo executivo como CEO da empresa. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Sun Baocheng, que está no Brasil há seis anos, atuava como presidente do Carrier Business Group no país desde 2017. Formado em automação, Sun Baocheng está na Huawei desde 2005 – iniciou sua carreira na empresa na China, atuando como gerente geral e diretor de filiais em todo o país.

Ele substitui Yao Wei, que foi CEO da Huawei Brasil desde 2016. Yao Wei realizou grandes feitos em sua gestão: nesse período, a companhia implantou a primeira rede 4.5G no Brasil e lançou centenas de redes corporativas. Wei ainda trouxe a tecnologia de nuvem e as áreas de consumo e serviços da Huawei para o Brasil, tornando a companhia uma marca cada vez mais reconhecida no País.

Presente no País desde a implementação do 2G até o 4.5G, a Huawei tem cinco filiais nacionais – em São Paulo, Rio, Brasília, Recife e Curitiba, atuando conjuntamente com governos, empresas e instituições de ensino.

O pioneirismo da empresa também é contatado em tecnologias emergentes, como IoT, Big Data, AI, VR, que têm ajudado na transformação digital brasileira. Exemplos disso são suas várias soluções de Smart Cities, como o Smart City Innovation Center, um hub de pesquisa e desenvolvimento de soluções relacionadas a cidades inteligentes e Internet das Coisas (IoT) – uma parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

 

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Descodificando os algoritmos da soja brasileira

Por Cintia Leitão de Souza *

Ela brilha e é a estrela da vez no cenário nacional tão conturbado por questões político econômicas e de saúde pública. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A soja, ou “o soja”, como ouvimos habitualmente no campo, alça o país ao topo do pódio dos gigantes da agricultura. Talvez, o novo petróleo brasileiro.

Nos negócios, dizem que o novo petróleo do mundo, são os dados. Seja pela capacidade de geração de valor exponencial a que são capazes através de suas conexões, seja pela transparência das informações que geram e o manuseio delas em tempo real. Afinal, qual a correlação entre dados, algoritmos e a soja?

Para o Brasil, sem sombra de dúvida, o novo petróleo vem do campo, das mãos de milhões de agricultores brasileiros que lutam em meio às incertezas com afinco e disciplina. A estrela das oportunidades em um mundo cheio de restrições e retrações.

É a soja quem representa um papel fundamental na cadeia alimentar e é responsável pela produção das proteínas, do início ao fim da cadeia, serve para a alimentação de humanos e animas.

A soja brasileira, bate recordes históricos nesta safra 2019/2020. Segundo previsões do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), deve bater a casa de 126 milhões de toneladas quando terminar em agosto deste ano. Um feito implacável! Esta produção alça novamente o país ao posto de líder da produção mundial deste tipo de cultivo.

Porém, não estamos dizendo que os dados sejam menos importantes que a soja. Muito pelo contrário, o que defendemos aqui é que os dados e a soja, devem andar de mãos dadas, devem ser totalmente conectados. Juntos, eles levarão o país à uma robustez estratégica internacional inédita, através de análises e gestão de dados que nos tornarão muito mais competitivos.

Usamos dados e biotecnologia para alcançar os mais altos patamares de produtividade de nossas lavouras, agora chegou a vez de nos tornarmos experts em gestão de custos, trava de preços, uso de ferramentas financeiras como o barter e, principalmente, nos tornarmos os melhores negociantes globais.

Em meio a tantas incertezas este é o momento de capturar valor. Em uma atualidade controversa como a que vivemos, onde os cenários não se desenham com a facilidade ou linearidade de antes, sejam eles pessoais, de saúde pública, político ou econômico, ter a segurança da informação correta nas mãos, é vital.

Temos discutido vidas e economia. Vidas, geram a economia e a economia gera recursos para que se atue na manutenção das vidas. Intercaladas de alguma forma, sem juízo ou defesa de valor, ambas são norteadas pelas as informações. Informações estas que delineiam os passos certos, calculados, em cada esfera de nossa sociedade. Seja no Brasil ou no mundo.

O mundo todo está vulnerável, instável, vivemos no meandro das incertezas.  Mas as decisões não podem ser balizadas nelas. As decisões incertas podem nos direcionar a um mergulho sem volta. Nunca os dados e as informações tiveram tanto valor, sejam elas na gestão do nosso cotidiano, em nossas famílias, empresas ou no campo.

Analisar e tomar decisões baseadas em dados é questão de sobrevivência, por mais simples que elas sejam. Sejam para conter avanços de pandemias ou gerir restrições sociais. Este é o ponto central.

Vivemos um momento de pujança em nosso agronegócio, motivo para batermos no peito, nos enchermos de orgulho de sermos brasileiros. Sim, produzimos muito e muito bem! Entre tantos entraves, vencemos os gigantes da produção mundial.

O que me questiono neste momento incerto, é: o que estamos fazendo ou faremos com essa nossa safra recorde? Como estamos manejando nossas frotas, o carregamento dos grãos nos contêineres e caminhões?

Como calculamos os nossos custos da safra e nos planejamos para a próxima, diante de um cenário onde o dólar, o grande balizador dos preços de venda e dos custos deste cultivo, parece dançar em um ritmo alucinado? Onde iremos parar nesta crise global?

Para onde iremos, ninguém sabe. Mas temos como saber de que forma podemos ter o controle de nossos negócios em nossas mãos para nos blindarmos dos tempos intempestivos que chegam como uma forte tormenta tropical. Temos que ter a segurança das informações em nossas mãos. Tomarmos as rédeas da situação que nos envolve. Esta responsabilidade é nossa.

Como estão as empresas e os agricultores que ainda não haviam sucumbido ao poder da gestão e da informação em tempo real? Os dados desorganizados nos levam ao efeito manada de correr para qualquer lugar em um momento de incerteza. Organizados, nos dão segurança e poder da melhor decisão.

Caros amigos do agronegócio, temos uma oportunidade única em nossas mãos. Somos novamente líderes globais. Vamos extrair o valor gerado pelo nosso novo petróleo. Este é o momento de colhermos os melhores resultados e nos planejarmos para colheitas de resultados ainda maiores e melhores.

Não vamos deixar essa oportunidade exponencial que se abriu diante de nós, escorrer por entre os dedos de nossas mãos.

 

* Cintia Leitão de Souza, Head de Agronegócio da Senior Sistemas

 

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PODCAST – O Brasil está perigosamente atrasado em ciência de dados

O Brasil está perigosamente
atrasado em ciência de dados

Diego Senise é cofundador e diretor de Data Tech da ILUMEO Data Science Company, que presta serviço de consultoria e desenvolvimento de projetos que visam extrair dos altos volumes de dados das empresas informações que vão ajuda-las a tornar seus negócios mais estratégicos e lucrativos.

A importância desse negócio é tanta, que a frase “Dados são o novo petróleo”, criada por Clive Humby, um matemático londrino especializado em ciência de dados, em tempos de Covid-19 ganhou um novo patamar e nunca foi tão real.

Que a pandemia escancarou globalmente a fragilidade do real conhecimento dos dados sobre o número de infectados para facilitar o combate ao coronavírus, principalmente no Brasil, ninguém pode negar.

Segundo Senise, ainda é um mercado que carece muito de profissionais capazes de extrair dos big datas espalhados pelo mundo informações consistentes que irão realmente mudar os negócios e ajudar a sociedade.

E o cenário no Brasil não é animador, pois além de termos uma formação deficiente em cientistas de dados, os que se sobressaem estão sendo contratados por empresas do exterior e, acredite, sem terem que sair do Brasil, mas ganhando em dólares.

Para entender o que está acontecendo, ouça agora este Podcast, deixe seu comentário e compartilhe em suas redes sociais.

 



Home office para quem? Pandemia revela exclusão digital

Por Dane Avanzi *

O futuro é digital. Quanto a isso, não há dúvidas. A pandemia de Covid-19 é vista por muitos especialistas como o marco divisório entre um mundo que conhecíamos e outro que ainda está por vir, muito mais conectado, independente e tecnológico. 

Mas, em um país tão marcado por desigualdades, como o Brasil, esse discurso não vale para todos: estudantes, trabalhadores e famílias inteiras sem acesso à internet estão à margem da chamada transformação digital.

Segundo a PNAD Contínua TIC 2018, quase 15 mil domicílios brasileiros não utilizam internet. Em áreas urbanas, o percentual de casas sem acesso às redes por falta de interesse, custo elevado do pacote de serviços ou falta de conhecimento digital chega a 91,5%.

Outro dado importante é que, nas áreas rurais, a não disponibilidade do serviço de acesso à Internet na área de residência representou 20,8%. Reconhecendo as diversas realidades brasileiras, como é possível democratizar o acesso à internet neste momento tão necessário?

Temos muitos desafios em relação aos excluídos digitais. As dificuldades enfrentadas por eles vão do trabalho e dos estudos, mas até para obter informações seguras sobre como se prevenir da contaminação do vírus.

O desamparo vem de muito antes: geralmente, essas pessoas vivem em condições de higiene precárias, casas sem saneamento básico e itens essenciais, considerados básicos para muita gente, como um chuveiro e uma barra de sabão. Infelizmente, com a pandemia, sabemos que essa população de vulneráveis tende a aumentar e é para os mais carentes que as autoridades precisam voltar seu olhar.

O Governo Federal tem sido protagonista de questões importantes na área de telecomunicações, como uma medida provisória que estabeleceu a prorrogação de alguns impostos relativos às empresas do setor e outra que criou linhas de crédito para as de micro e pequeno porte. Isso permitirá muitas empresas de internet ter acesso a financiamentos que poderão ser utilizados em inovações, por exemplo.

Com mais dinheiro em caixa e sem ameaças ao seu negócio, essas empresas podem promover ações de responsabilidade social em prol da democratização da internet, obtendo ganho de valor à marca e, principalmente, colaborando para um país menos desigual.

Outro ponto importante é que, com o aumento da demanda, o serviço das operadoras, que há tempos está bem aquém da expectativa do consumidor, passou a ser ainda mais criticado. Somado a isso, alguns fatores devem impactar o preço dos pacotes de internet, como o princípio da neutralidade e a alta do dólar.

Sempre fui contra concorrências predatórias e venda de pacotes com ticket muito baixo, por esses não conseguirem entregar um serviço de qualidade para o consumidor, aumentando muito as reclamações. O que poderia conter essa alta nos preços seria uma política pública, por parte do Governo Federal, visando diminuir a exclusão digital – algo que nunca vimos até hoje.

A Telebrás, por exemplo, tem essa como sua principal meta, mas é preciso que isso seja tratado como uma política pública, integrando governos locais e a sociedade civil, para que consiga beneficiar as populações mais carentes. A organização possui satélite em órbita em funcionamento e também redes de fibras óticas interligando as capitais.

O que precisa ser feito é um investimento para levar essa rede de altíssima capacidade para comunidades para que as pessoas com menor poder aquisitivo possam ter acesso à internet, seja por meio de um custo subsidiado ou gratuito. Parcerias com ONGs e organizações de bairro podem ser um bom caminho para ter acesso a essas pessoas, em meio à situação delicada que vivemos.

Antes, falava-se de internet nas escolas. Hoje, temos que pensar em internet nas residências, tendo em vista a necessidade de isolamento social que se impõe e pode perdurar o ano todo. O tempo exige ações práticas e uma liderança com visão para promover espaços colaborativos. E acredito que essa seja a palavra-chave: colaboração. Somente conseguiremos reduzir ou eliminar a exclusão digital se todos contribuírem: Governo, empresas e comunidade.

* Dane Avanzi é advogado, empresário de telecomunicações e diretor do Grupo Avanzi

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Ensino à distância durante a pandemia: eficaz ou entretenimento?

Por Luiz Alexandre Castanha *

Após mais de um mês do início do isolamento social devido à pandemia, palavras como homeschooling, educação online, e-learning, e-cafe e e-meeting já se tornaram parte do vocabulário cotidiano. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Quem diria que a transformação digital iria chegar para todos de uma maneira tão abrupta! E se muitas pessoas já estavam acostumadas a fazer reuniões via videoconferência, o mesmo não se pode dizer da educação digital.

Acabamos conhecendo, pela dor, seu funcionamento e benefícios. Principalmente quem tem filhos em idade escolar sabe do que estou falando. Segundo o Banco Mundial, são mais de 1,6 bilhão de crianças e jovens que estão fora da escola em 161 países. Isso é quase 80% dos estudantes matriculados no mundo!

Com o que devemos nos preocupar, sendo um impacto imediato para crianças e jovens? Alguns fatores importantes são as perdas na aprendizagem e o aumento das taxas de abandono escolar, por exemplo. Nosso país tem um sistema de ensino muito desigual, e esses impactos negativos serão sentidos principalmente pelos mais pobres.

E os métodos de ensino são os mais diversos. Desde a escola que colocou todos online e encheu os estudantes de lição de casa digital com algumas poucas interações, até os profissionais que conheceram e aprenderam “na marra” a utilizar Plataformas de Aprendizagem Massiva (MOOCs).

Inclusive algumas delas aumentaram em até 10x o número de usuários online. Isso sem dizer também as empresas que faziam suas formações presenciais e agora têm obrigatoriamente que fazê-las a distância.

Como profissional de educação digital tenho algumas preocupações quanto ao uso incorreto de metodologias e tecnologias sem técnica ou preparação. Até porque famosa máxima de “one size fits all” não funciona bem neste segmento.

O simples fato de ligar uma câmera e começar a falar, ou realizar uma live no Instagram não vai fazer com que as pessoas aprendam. O mesmo com quem tem a genial ideia de apenas pegar os slides de um treinamento presencial e enviá-los para a turma. O conteúdo não será magicamente absorvido.

A interrupção do ano letivo atrapalha completamente a vida de alunos, pais e professores. E medidas podem ser tomadas para reduzir o impacto. O aprendizado baseado em neurociência tem fases e existem excelentes ferramentas digitais para cada uma delas.

O primeiro passo é despertar a atenção e interesse das pessoas para a importância do conteúdo. E, para isso, é sim possível usar um vídeo curto que mostre qual o benefício do que é aprendido ou onde e quando será possível utilizar este aprendizado.

Depois é necessário que o aluno consuma o conteúdo em si. Agora que o contexto já é conhecido, é possível compartilhar um texto ou mesmo um curso digital.

Na sequência é necessário que se façam testes ou simulações em ambientes controlados onde o erro é permitido. Somente assim, ao avaliar a absorção dos conhecimentos, que se terá o feedback necessário para aparar as arestas e percorrer o caminho do aprendizado da maneira certa.

Após estas três etapas é hora da prática. Será necessário ter um canal aberto com outras pessoas para tirar dúvidas, além de disponibilizar uma FAQ e até guias de ajuda para o dia a dia. Este último recurso pode ser desde uma simples anotação até o suporte de robôs com inteligência artificial. Aqui vai da necessidade e a criticidade do conteúdo.

Com estes momentos superados, a “mágica” da aprendizagem tem maior chance de sucesso.

A dica aqui é bem simples: use e abuse das maravilhas da tecnologia para a educação. Mas, por favor, se atente à importância de adotar um método e ter organização. Somente assim haverá a garantia de que o processo seja eficaz, não apenas uma alternativa de entretenimento durante a pandemia.

 

* Luiz Alexandre Castanha é especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais

 

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Neobpo renova seu website com foco na experiência dos clientes

A Neobpo anunciou a renovação do seu website. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A empresa, que vivencia um processo de transformação digital, realizou as mudanças em seu portal para otimizar a experiência dos clientes durante a navegação e, ao mesmo tempo, demonstrar como os negócios podem se tornar eficientes na Era Digital.

“O foco da Neobpo é sempre trazer as melhores soluções digitais para os nossos clientes. Agora, o nosso novo website conta com uma área de blog, que manterá o nosso público informado sobre assuntos relacionados à transformação digital e, também, ao mercado de tecnologia. Levamos a nossa expertise em customer experience para o novo website, gerando navegações intuitivas, e tornando muito mais fácil encontrar soluções de tecnologia para a cada área de atuação”, declara Bruno Consul, Chief Digital Officer da Neobpo.

Recentemente, a Neobpo realizou o evento Startup Day, onde apresentou seus novos objetivos e contou sobre a transformação de mentalidade que a empresa está vivendo. De acordo com Fernanda Grolla, Diretora de Novos Negócios e Marketing, essa nova mentalidade guiou o processo de renovação do website.

“Nossa cultura de inovação é centrada no cliente e orientada por pessoas. E isso demanda um website intuitivo, que guie a todos na busca de insights e na definição das melhores estratégias. Agora, ficou muito mais fácil para os nossos clientes escolher e implementar as soluções certas, em uma jornada simples e de forma personalizada”, afirma.

O novo website pode ser conferido aqui.

 

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Maratona digital gratuita vai capacitar mulheres para o mercado de tecnologia

A comunidade de tecnologia WoMakersCode, com apoio da Microsoft, realizará de 1º de junho a 3 de julho, a maratona digital “Hacking de Carreira”. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

O projeto tem o objetivo de trazer mais informação para mulheres que querem conhecer mais sobre o mercado de trabalho na área de tecnologia, apresentando as profissões e principais passos para começar uma carreira em TI.

O treinamento será gratuito e online, transmitido por meio da plataforma da WoMakersCode, com aulas semanais, organizadas em 9 módulos de conteúdo e planos de estudos.

Essa maratona digital de capacitação utilizará o Microsoft Learn como recurso de aprendizado de longo prazo para os participantes e oferecerá um voucher de certificação para os melhores participantes no ranking de aprendizagem.

O circuito de workshops abordará o planejamento de carreira, processo seletivo, storytelling profissional e a atuação nas seguintes áreas: Cloud Computing para Desenvolvimento; Cloud Computing para Infraestrutura; Cloud Computing para Dados e Inteligência Artificial (IA); e DevOps: Cultura e Aplicação.

Criada pela desenvolvedora de software Cynthia Zanoni, a WoMakersCode é uma das maiores comunidades de tecnologia formada por mulheres no país. A comunidade realiza workshops, meetups e conferências de capacitação técnica e desenvolvimento pessoal, promovendo a conscientização sobre igualdade de gênero no mercado de TI.

“As participantes irão aprender sobre planejamento de carreira e preparação para processos seletivos. Nesta primeira edição online, também aprenderão sobre algumas das áreas que têm uma alta demanda de contratação, como Cloud Computing, Inteligência Artificial e Cibersegurança”, explica Cynthia Zanoni, fundadora da organização WoMakersCode e uma das organizadoras da maratona.

Como inspiração para as mulheres que almejam iniciar nesse mercado, o evento teve o cuidado de organizar uma agenda somente com mulheres palestrantes, que são profissionais na área de tecnologia e recrutamento.

Entre elas está Alessandra Karine, Vice-Presidente de Vendas do Setor Público e Líder de Diversidade e Inclusão da Microsoft Brasil. No dia 1º de junho, a executiva falará sobre o mercado de tecnologia, as áreas com mais oportunidades e empregabilidade, e também sobre inclusão de mulheres no setor.

“Espero contribuir para a expansão do conhecimento e o estímulo de mulheres nesse mercado tão cheio de oportunidades como é o de tecnologia. Iniciativas como essa da WoMakersCode vão ao encontro do que a Microsoft acredita em relação à diversidade e inclusão. Na Microsoft não nos restringimos em ter um número maior de mulheres, nosso objetivo é ter na empresa um reflexo do que temos na sociedade”, afirma Alessandra.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), só 20% dos profissionais que atuam no mercado de TI são mulheres.

Com o Hacking de Carreira, a WoMakersCode pretende impactar mulheres e empresas em todo o Brasil, gerando mais oportunidades na área da tecnologia e incentivando o fortalecimento da diversidade no mercado, que ainda é muito masculino. As inscrições e a programação completa podem ser acessadas no site.

Serviço

Evento – Hacking de Carreira – Maratona de Carreira na Tecnologia para Mulheres

Quando: de 1º de junho a 03 de julho

Quanto: Gratuito

Inscrições e mais informações no site

 

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Saúde depende de pesquisas científicas para manter a humanidade saudável

Por Nelson Ozassa *

O mundo não para. As constantes e naturais evoluções do planeta não permitem que o ser humano se acomode. E se é preciso estudar e se atualizar o tempo todo até sobre as coisas mais simples da vida, imagine, então, quando o assunto é saúde. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Doenças e organismos se transformam, remédios e tratamentos são descobertos e revisitados e, assim, pesquisas e estudos seguem indispensáveis para a humanidade se manter viva e saudável.

Sem pesquisas científicas, podemos esbarrar em problemas que pareciam extintos ou controlados só porque um vírus ou uma bactéria sofreu mutação e passou a driblar anticorpos, vacinas e medicamentos.

Podemos sofrer com a falta de um tratamento adequado a um novo tipo de doença ou paralisar avanços da medicina que poderiam desenvolver curas que pareciam estar mais próximas.

Foram estudos longevos e consistentes que apresentaram à humanidade maneiras mais seguras e eficientes de diagnósticos, anestesias, cirurgias e transplantes. Procedimentos que a nossos olhos parecem simples, corriqueiros, como um exame de sangue, precisaram de anos de pesquisas aprofundadas para atingir o nível de detalhamento e precisão que a medicina pode entregar hoje.

Não deixemos de considerar, também, que o desenvolvimento da saúde não passa apenas por estudos específicos da área. É um trabalho conjunto e permanente que deve ser desenvolvido por profissionais de diversas profissões.

Há uma cadeia, um ciclo que deve ser preservado. São essas pesquisas que, em momentos críticos, se tornam a esperança de milhares e milhares de pessoas e que, aliadas a instituições e empresas, tomam rumos ainda mais altos. Elas se tornam inovações tecnológicas que contribuem para o desenvolvimento de produtos que fazem a diferença no dia a dia da população.

No passado, a telemedicina era uma aposta, hoje já é uma realidade. Um ultrassom portátil que apenas pesa 5kg também era um sonho, mas hoje é uma realidade que contribui, por exemplo, com uma população ribeirinha que nunca tinha feito exames.

A evolução da ciência e da tecnologia andam lado a lado e são capazes de trazer não só mais conforto para a vida das pessoas, como também um melhor atendimento de saúde, onde quer que estejam os pacientes.

 

* Nelson Ozassa é diretor da divisão de Health & Medical Equipment da Samsung Brasil.

 

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Brasileiros vencem concurso da InterSystems Developers Community

Henry Hamon Pereira, Renato Banzai e Henrique Gonçalves Dias são três desenvolvedores e programadores do Brasil que acabam de se destacar internacionalmente ao vencer as duas primeiras edições do InterSystems IRIS Programming Contest de 2020. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

A etapa é de uma série de competições realizadas online pela InterSystems entre os integrantes da Developer Community. O principal objetivo do concurso é incentivar desenvolvedores a criar aplicações de código aberto que contribuam com a melhoria da qualidade de vida das pessoas e de profissionais.

Uma imagem contendo desenho
Um dos critérios para participação é que as aplicações sejam desenvolvidas em código aberto e compatíveis com a plataforma de dados InterSystems IRIS. Um dos desenvolvedores brasileiros que saíram vencedores nas duas primeiras etapas de 2020 foi Henry Pereira. Sua aplicação SQLBuilder foi a mais bem votada pela comunidade na primeira etapa.

“Minha ideia foi de facilitar a vida dos desenvolvedores com uma linguagem funcional que deixasse os códigos mais limpos e concisos”, explica. Pereira diz que seu app facilita a montagem de buscas por informações, as torna mais dinâmicas e simples, além de poder ser usada em outras ferramentas da InterSystems como Ensemble, HealthShare e Caché. Pereira passou a contribuir na Developer Community porque é aficionado por linguagens e ferramentas “open source”. Atualmente, trabalha para laboratórios de análises clínicas.

Na segunda etapa, Henry teve uma nova aplicação em destaque, desta vez em segundo lugar na votação da comunidade na categoria de projetos de “Simple-spellchecker”.

Ficou atrás somente de outro brasileiro, Henrique Gonçalves Dias, que foi o grande vencedor nas categorias Experts Nomination e Community Nomination com o projeto “IRIS-history-monitor” – foi uma ferramenta das mais baixadas pelos colaboradores da Developer Community.

Anteriormente, na primeira etapa do ano, Henrique foi avaliado em terceiro lugar pelo júri de especialistas. Dias apresentou um conjunto de ferramentas, entre elas a ISC-Utils, que atraiu a atenção na comunidade pela versatilidade.

“É como se fosse um conversor de unidades de medidas com histórico de dados e até contribui com informações para previsão do tempo”, afirma Dias. Ele atua como gerente de sistemas de um órgão do judiciário federal e vai continuar contribuindo na comunidade e desenvolvendo novos apps porque gosta muito de ideias práticas.

“Esse relacionamento é produtivo, me motiva e ajuda os profissionais a se desenvolverem, como acontece com o Brasil há anos nessa área de TI.”

Para Alexandre Tunes, country manager da InterSystems no Brasil, “é um orgulho muito grande ter brasileiros vencedores do nosso concurso, pois sabemos que o país tem profissionais com potencial de concorrer no mercado de trabalho em qualquer lugar do mundo”. “Continuaremos a trabalhar para estimular cada vez mais os desenvolvedores de aplicações open source”, completa Tunes.

Para saber detalhes da conquista contada pelos próprios protagonistas, acesse o Podcast aqui.

IRIS Online Programming Contest
Para participar do concurso, os desenvolvedores devem seguir alguns requisitos como publicar o seu app como código aberto sob uma certa licença (por exemplo, licença MIT); o app deve ser aprovado e publicado no Open Exchange; o app deve usar o InterSystems IRIS ou o InterSystem IRIS for Health.

Já como critérios de avaliação para definir os vencedores, as ferramentas devem ter como conceito tornar o mundo um lugar melhor ou melhora a vida de um desenvolvedor; ter a melhor funcionalidade; e ter um código legível.

Para fomentar constantemente o trabalho dos desenvolvedores, a InterSystems programou um evento IRIS Online Programming Contest por mês até novembro deste ano.

 

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Como promover otimismo nos negócios em um cenário de crise

Por Carlênio Castelo Branco *

Sabemos o quanto a crise Covid-19 disseminou um sentimento de instabilidade para todos nós, empresários, funcionários, profissionais autônomos, independente de área de atuação e nível hierárquico. [read more=”Continuar lendo…” less=”Menos”]

Porém, também é verdade que o desespero nos afasta de qualquer plano racional, algo necessário para enfrentarmos esse cenário sensível que temos hoje.

Por isso como CEO de uma grande companhia com mais de mil colaboradores em diversos estados do Brasil, a primeira medida que tomei foi a análise das informações por meio de fontes oficiais.

Acompanhar o desenrolar do cenário no Brasil e no mundo é algo fundamental para que possamos diariamente caminhar com medidas coerentes em um plano de gestão de crise. A partir desta inciativa, disseminamos em toda a companhia esse hábito, repassando informações verídicas, e com muita transparência posicionando continuamente todo o andamento dos nossos negócios. E mais do que isso, cuidando das pessoas com orientações corretas sobre saúde e prevenção.

É impossível transcrever aqui todo o nosso plano de contingência para este momento. Isso porque ele é totalmente mutável, assim como as notícias sobre a pandemia Coronavírus. O nosso posicionamento até o momento tem sido de incansavelmente rever processos e promover conversas, empoderando as diversas vozes de toda a companhia.

E com essa atitude tenho percebido que a confiança de todas as equipes tem se mostrado pouco abatida. A partir desta atuação em grupo estamos agindo como muitas empresas, renegociando contratos com fornecedores, auxiliando nossos clientes, nos compadecendo com a sociedade por meio de atitudes positivas para todos, viabilizando home office e férias, e seguindo cotidianamente na luta pela preservação de nosso pessoal.

Para isso temos usado como principal canal de conversas o “Social “, a rede social colaborativa da empresa. Além do uso de metodologias ágeis para administrar e medir a rotina das mais diversas áreas da empresa.

É pelo uso da nossa rede social que estamos compartilhando notícias oficiais, orientações para um home office prático e tranquilo e mantendo os relacionamentos e os hábitos do dia a dia, como por exemplo, um simples exercício laboral. Medidas simples que fazem com que o mundo virtual seja apenas uma réplica mais ágil e interessante da nossa realidade presencial.

Acredito que este trabalho de aproximação e comunicação é a principal ferramenta hoje das empresas que querem garantir sucesso em seus negócios, algo que evidentemente também se faz necessário em um momento crítico como esse.

Por aqui entendemos que tornar essa atitude um hábito faz com que possamos manter equipes envolvidas, comprometidas e apaixonadas, um diferencial extremamente importante no atual mundo dos negócios.

Invista no clima organizacional
Como você tem conversado com todos da sua empresa interfere de forma significativa no clima da organização em tempos de crise. Com poucos posts na rede social da empresa já pude perceber o engajamento e os retornos, todos com um tom bastante positivo e otimista.

Nesta hora eu como CEO optei por falar por vídeo. Já que não temos o olho no olho do dia a dia, achei pertinente mostrar a minha atuação no também home office que estou aplicando neste momento, assim como todos da empresa onde atuo.

Toda a postura transparente e comunicativa que todos nós estamos aderindo evidencia o trabalho que está sendo realizado no sentido de manter o bom andamento das operações dentro de uma rotina mais próxima possível daquele habitual que tínhamos antes da pandemia.

Acredite, cada movimentação positiva dentro deste contexto difícil se torna uma oportunidade, implicando, inclusive, no clima da empresa.

Pós crise
Não podemos afirmar com certeza absoluta qual será o resultado da crise para a nossa empresa e para todo o mercado, mas podemos planejar como lidar com ela – no agora e no depois – da melhor forma possível.

Dentro do meu contexto entendo que a parte positiva desta crise é ver clientes, prospects, parceiros, fornecedores, todos se reinventando. Uma verdadeira injeção de inovação para todos nós, especialmente para um player de tecnologia como é o nosso caso.

Os investimentos em melhorias para gestão certamente deixarão de ser uma conversa para depois, a gestão de negócios digital é agora! Quem se preparou antes tem minimizado os impactos desta situação crítica.

E aqueles que deixaram este assunto para depois estão correndo atrás do prejuízo, o que também enxergo como algo positivo, já que buscar soluções é o primeiro passo para um novo caminho, e para novos resultados.

Como desafio espero que todas as experiências desta pandemia estejam sendo levadas em consideração para um plano de pós crise favorável para todos. Imagino que o mercado estará receoso, mas que também contará com ações agressivas de muitas organizações em busca da recuperação do tempo perdido.

Por aqui sigo confiante, já que juntos construímos mais de 30 anos de sucesso em tecnologia de ponta para gestão no Brasil, e por isso acredito que juntos também driblaremos cenários difíceis garantindo novos resultados.

 

* Carlênio Castelo Branco é CEO da Senior Sistemas

 

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